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7 de Fevereiro
O dia 07 de fevereiro é o Dia Nacional do Profissional Gráfico, foi criado no ano de 1923 marcando uma greve dos profissionais que reivindicavam melhores condições de trabalho e salários justos. O impacto e o sucesso da greve ficaram marcados na história, tanto que se criou um dia no ano para homenagear a categoria.
Ele é o profissional da tipografia, artes gráficas, ou, mais especificamente, da indústria gráfica, acostumado a lidar com máquinas, tinta e papel. Agora, também conta com o auxílio do computador – uma ferramenta cada vez mais usada no dia-a-dia da profissão.
De Guttenberg, o inventor dos tipos móveis, à era da informática, a profissão de gráfico passou por mudanças. Se, no início, as rudimentares letras de chumbo serviam para o gráfico imprimir, hoje é impensável realizar o mesmo trabalho sem recursos tecnológicos
O gráfico viabiliza a produção de todos os tipos de impressos (livros, jornais, revistas, cartazes) e a confecção de artefatos de papelaria e cartonagem.
Na indústria gráfica, a rotina do profissional é precisa. O processo de produção divide-se em três etapas: pré-impressão, impressão e acabamento.
Na pré-impressão, ele é responsável por realizar o projeto do produto gráfico que pode ser a página de uma revista, um folheto, uma embalagem etc. Também prepara as imagens e textos que serão impressos e as matrizes que vão para as impressoras gráficas. Para realizar esse trabalho, é necessário, além de dominar o uso da computação gráfica e os processos de fabricação de matrizes de impressão, conhecer todo o processo de produção gráfica.
Na impressão, sua função é coordenar esta etapa, pressupondo-se que conhece os processos de impressão adotados pela indústria para a qual trabalha. Os mais utilizados no mercado são: rotogravura, flexografia e off-set.
A rotogravura e a flexografia servem à impressão de embalagens flexíveis como celofane, filmes de alumínio e filmes plásticos. Revistas de grande tiragem também costumam ser impressas por rotogravura.
O processo mais utilizado na impressão de produtos editoriais, artigos de papelaria, formulários contínuos e embalagens rígidas é o off-set. Com esta tecnologia é possível imprimir pequenas ou grandes tiragens em cores ou preto e branco.
E na etapa do acabamento, o gráfico deve dar os últimos retoques no produto já impresso, que pode ser cortado, grampeado, colado e/ou dobrado. Acabado, visto e revisto, está pronto para o mercado.
Gráfico – História
Dia Nacional do Profissional Gráfico
No Ocidente, afirma-se que o processo de impressão foi inventado por Johannes Geinsfleish Gutenberg. Em 1455, ele criou as letras de chumbo conhecidas como “tipos móveis”, que deram origem às primeiras gráficas.
A história também atribui a ele o aperfeiçoamento da máquina de impressão conhecida como prensa. Ela já existia, porém era utilizada apenas para cunhar moedas, espremer uvas e imprimir em tecido.
onsiderado o pai da imprensa, Gutenberg possibilitou a reprodução da informação através da impressão em papel e ficou mundialmente conhecido ao lançar a “Bíblia de 42 linhas”.
Ele iniciou a preparação do livro também em 1455, imprimindo cerca de 300 folhas por dia, em seis impressoras. Com 641 páginas, a bíblia foi reproduzida em 300 cópias, das quais só restaram 40.
Já no Oriente, cinco séculos antes, o feito é atribuído a Pi Cheng, um alquimista chinês que descobriu os tipos móveis de cerâmica. E antes de Pi Cheng, os chineses que viveram na Dinastia Tang, entre os anos de 617 e 907, já usavam tipos móveis de madeira para imprimir textos budistas e calendários.
Em 7 de fevereiro de 1923, gráficos paulistas iniciaram uma greve por melhores salários. Comandado por João da Costa Pimenta, o movimento de 40 dias conseguiu persuadir os empresários e marcou a história do sindicalismo brasileiro.
Desde a invenção da imprensa, no século XIII, os profissionais gráfico s utilizavam pequenas fôrmas de madeira e chumbo, com as letras em alto relevo, para imprimir livros e periódicos em grandes quantidades. Eram os tipos móveis.
Na era industrial, porém, as máquinas evoluíram rapidamente e tornaram os processos de produção cada vez mais eficientes. A montagem dos tipos foi substituída pela gravação em chapas ou cilindros metálicos.
Os computadores e as impressoras eletrônicas trouxeram ainda mais agilidade e precisão aos trabalhos gráfico s, resultando em um enorme salto de qualidade.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, atuam no Brasil quase 200 mil gráfico s, sendo que dois terços deles concentram-se em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
Gráfico – Instrumento
Dia Nacional do Gráfico
O gráfico é um instrumento que possibilita transmitir muitas vezes o significado de planilhas ou tabelas complexas de uma forma mais eficiente e mais simples. Sendo assim, o programa Microsoft Excel 7.0 permite a criação de vários tipos de gráfico s de forma prática e eficiente, baseado nas informações fornecidas por suas planilhas.
Não adianta nada você saber efetuar a confecção de um gráfico se não souber a que finalidade se destina determinado gráfico. Desta forma você correrá o risco de apresentar um gráfico que não seja adequado a uma determinada situação.
Os Tipos de Gráficos
Para se criar um gráfico é preciso primeiro conhecer o tipo de informação que se deseja transmitir, pois um gráfico poderá informar de forma visual as tendências de uma série de valores em relação a um determinado espaço de tempo, a comparação de duas ou mais situações e muitas outras situações. Todo gráfico gerado pelo Microsoft Excel 7.0 é dinâmico, ou seja, quando é alterado um dos dados de uma planilha em que um gráfico se baseia o gráfico também é atualizado.
A maior parte dos gráfico s desenhados no Microsoft Excel 7.0 utiliza os dados em relação a um eixo X horizontal e a um eixo Y vertical, podendo o eixo X conter um escala de categorias como: valores, faixas etárias, medidas métricas, anos, meses, dias da semana, localidades geográficas, etc. O eixo Y poderá conter os valores definidos dentro de uma planilha. O gráfico é um objeto gráfico que você poderá efetuar cópia, movimentação, alteração do tamanho e mudança de seu estilo de apresentação.
Cada tipo de gráfico é adequado para uma diferente situação a ser analisada. Se um gráfico for definido de forma incorreta, poderá ocorrer a análise errada de uma situação, causando um série de interpretações distorcidas do assunto em questão, tornando desta forma o desenho do gráfico sem qualquer efeito aproveitável. Entre gráfico s mais utilizados estão: Linhas, Área, Colunas, Torta, Dispersão (XY), Radar, 3D e Rosca.
Fonte: Colégio São Francisco/Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/www.ftd.com.br/www.del.ufms.br
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