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Dia de Reis

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06 de Janeiro

Das figuras bíblicas mais intimamente ligadas à tradição religiosa do povo destacam-se os Reis Magos, ou melhor, os Santos Reis uma vez que a hagiologia romana considera-os bem aventurados.

O simbolismo dos Reis Magos é amplo e emprestam-lhes os exegetas as mais diversas interpretações. Estão ligados intimamente às festas do Natal e deles nasceu, praticamente, a tradição do Papai Noel, pois os presentes dados nessa ocasião reproduzem que os magos do Oriente, depois de cumprida a rota que lhes indicava a estrela de Belém, prestaram a Jesus na gruta onde ele nascera.

Dia de Reis
Reis Magos

As referências bíblicas são vagas e o episódio quase passa despercebido dos evangelistas, mas as contribuições da tradição patriática são muitas e, como elas têm força de fé e verdade, nelas devemos buscar grande parte das coisas que se contam dos santos Belchior, Gaspar e Baltazar já referidos pelos profetas do Velho Testamento, que vaticinavam a homenagem dos Reis ao humilde filho de Davi que deveria nascer em Belém.

De onde vieram e o que buscavam, pouca gente sabe. Vinham do Oriente e Baltazar, o mago negro talvez viesse de Sabá (terra misteriosa que seria o sul da Península Arábica ou, como querem os etíopes, a Abissínia). Simbolizam também as três unicas raças bíblicas, isso é, os semitas, jafetitas e camitas. Uma homenagem, pois, de todos os homens da Terra ao Rei dos Reis.

Eram magos, isto é, astrólogos e não feiticeiros. Naquele tempo a palavra mago tinha esse sentido, confundindo-se também com os termos sábio e filósofo.

Eles prescrutavam o firmamento e sentiram-se chocados com a presença de um novo astro e, cada um deles, deixando suas terras depois de consultar seus pergaminhos e papiros cheios de palavras mágicas e fórmulas secretas, teve a revelação de que havia nascido o novo Rei de Judá e, que ele, como soberano, deveria, também, prestar seu preito ao menino que seria o monarca de todos os povos, embora o seu Reino não fosse deste mundo.

O simbolismo dos presentes

Conta ainda a tradição que, ao chegar a Canaã, indagaram os Magos onde havia nascido o novo Rei de Judá. Essa pergunta preocupou Herodes, que hoje seria considerado um quisting a serviço dos romanos, e que reinava na Judéia.

Os representantes do Império preocupavam-se com o aparecimento de um novo lider do povo de Israel. A revolta dos macabeus ainda não fora esquecida e o povo oprimido esperava, ansioso, pela vinda do Messias que iria libertar o Povo de Deus e cumprir a palavra do salmista: “Disse o Senhor ao meu Senhor senta-te à minha direita até que ponho os teus amigos como escarbelo aos teus pés”.

Os magos procuram conforme conselho de Herodes o novo Rei para render-lhe homenagem e para informar o representante romano do lugar onde nascera o Messias a fim de, com falso preito, sequestrá-lo.

No presépio encontramos apenas os animais e os pastores e, inspirados pelo Espírito Santo, curvaram-se diante do filho do carpinteiro de Nazaré e depositaram, ao pé da mangedoura que lhe servia de berço, os presentes: ouro, incenso e mirra, isto é prendas que simbolizavam a realeza, a divindade e a imortalidade do novo Rei, e grão de areia que cresceria e derrubaria o ídolo de pés de barro (simbolo das grandes potências que se sucederam no domínio do mundo), do sonho de Nabucodonosor decifrado pelo profeta Daniel.

Símbolos da humildade

Na tradição cristã os três Reis Magos simbolizavam os poderosos que deveriam curvar-se diante dos humildes na repetição real do canto da Virgem Maria à sua prima Isabel, e “Magnificat”, pois sua alma rejubilava-se no Senhor, que exaltaria os pequenos de Israel e humilharia os poderosos.

A igreja cultua os Reis Magos dentro desse simbolismo. Representam os tronos, os potentados, os senhores da Terra que se curvara diante de Cristo, reconhecendo-lhe a divina realeza. É a busca dos poderosos que vêem em Belchior, Gaspar e Baltazar o exemplo de submissão aos designios de Deus e que devem, como os magos, despojar-se de seus bens e depositá-los aos pés dos demais seres humanos, partilhando sua fortuna como dignos despenseiros de Deus.

Os presentes de Natal também têm esse sentido. São as ofertas dos adultos à criança que com a sua pureza representa Jesus. Alguns, dão a essas festas um sentido mitológico pagão, buscando nas cerimônias dos druidas, dos germânicos ou saturnais romanas a pompa das festas natalinas que culminam com a Epifania.

A Bifana

A palavra epifania, usada também como nome de mulher, deu origem a uma corruptela dialetal do sul da Itália, levada depois a Portugal e Espanha, a Bifana. A Bifana, segundo a lenda, era uma velha que, no Dia de Reis , saía pelas ruas da cidades a entregar presentes aos meninos que tivessem sido bons durante o ano que findara. Estava intimamente ligada às tradições dos povos mediterrâneos e mais próxima do significado litúrgico das festas natalícias.

Os presentes eram somente dados no dia 6 de janeiro e nunca antes. Tanto assim é, que nós mesmos, no Brasil, na nossa infância, recebíamos os presentes nesse dia. Depois, com a influência francesa e inglesa em nossas tradições a Epifania ou Bifana foi substituída pelo Papai Noel, a quem muitos estudiosos atribuem uma origem pagã e outros, para disfarçar o sentido comercial da sua presença no dia de Natal, confundem com São Nicolau.

Hoje, o Santos Reis já não são lembrados. O presépio praticamente não existe e só neles é que podemos ver os Magos de Oriente apresentados. A árvore de Natal, pinheiro que os druidas e os feutos enfeitavam para agradar o terrível deus do inverno Hell, substituíria a representação do nascimento de Jesus, introduzida no costume dos povos por São Francisco de Assis.

A festa da Epifania, dia de guarda no calendário litúrgico, já não mais é respeitada e com ela desaparecerem outras tradições da nossa gente, trazidas da Peninsula Ibérica pelos nossos antepassados, como a folia de Reis, Reizados e tantos outros autos folclóricos, cultuados em poucas regiões do país.

Gimenez, Armando

“Reis Magos, santos esquecidos dentro das tradições do Natal”. Diário de São Paulo, São Paulo, 5 de janeiro 1958

Fonte: www.portaldafamilia.org

Dia de Reis

6 de Janeiro

Segundo a tradição cristã os Reis Magos eram Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltazar, e os presentes simbolizam, respectivamente, a realeza, a divindade e a paixão de Cristo.

Não se sabe sua origem, mas reza a lenda que um dos Reis era negro africano, o outro branco europeu e o terceiro moreno (assírio ou persa), representando a humanidade conhecida da época.

Em muitos países, a troca de presentes é feita neste dia, e não no Natal.

No Brasil, o rico folclore mantém viva a tradição. Por todo o litoral e o interior brasileiro, com todas as suas variantes regionais, se comemora o dia 6 de janeiro em festas como o Terno de Reis, Folia de Reis ou Santos Reis.

Dia de Reis

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia de Reis

6 de Janeiro

Dia 6 de janeiro é o Dia dos Reis Magos, festa cristã que celebra-se a visitação dos Magos do Oriente ao Menino Jesus, numa representação de que Cristo não veio apenas para os judeus, mas para todos os povos. A data também é chamada de Epifania (do grego, “aparição” ou “manifestação”), pois marca a primeira manifestação de Jesus aos não-judeus (gentios).

Dia de Reis
Os Três Reis Magos – Natal, Rio Grande do Norte.

Segundo o Evangelho de Mateus, alguns magos (termo usado na época para designar os sábios) do oriente seguiram uma estrela que lhes mostrou o caminho até Jesus Cristo. Chegaram primeiro a Jerusalém e foram ter com o rei Herodes, a quem perguntaram sobre o recém-nascido rei dos judeus.

Herodes consultou os especialistas das Escrituras, que lhes disseram que o Cristo nasceria em Belém da Judéia. Para lá Herodes enviou os magos, pedindo-os que passassem por Jerusalém na volta para informar-lhe a localização exata, a fim de que também pudesse adorar o bebê quando, na verdade, planejava matá-lo. Em sonho, os magos foram avisados a não voltarem a Herodes.

Os magos prosseguiram em sua jornada, tendo a estrela do oriente à sua frente, até chegarem ao lugar em que Jesus estava.

Lá, adoraram-no e deram ouro, incenso e mirra, presentes carregados de simbolismo:

O ouro representa a realeza de Jesus

O incenso simboliza a fé (a fumaça do incenso queimado nos templos representa as orações subindo a Deus)

A mirra era usada no processo de mumificação no Egito; para alguns, isso e seu nome, que significa “amargo” em hebraico, remete ao sofrimento e morte que esperavam por Jesus; para outros, à imortalidade de Cristo.

A Bíblia não menciona quantos eram os magos; a tradição baseou-se no número de presentes para dizer que eram três, agregou-lhes o título de reis e deu-lhes os nomes de Melquior, Baltazar e Gaspar.

Vem dos presentes levados pelos reis magos o hábito de trocar presentes para celebrar o nascimento de Cristo. Embora os brasileiros o façam em 25 de dezembro, em vários países (principalmente europeus) a troca de presentes se dá em 6 de janeiro e o dia é feriado.

No Brasil, mantém-se em algumas cidades do interior a Festa de Reis, ou Folia de Reis, herdada dos portugueses. Os festejos são cheios de canções e incluem visitação às casas dos moradores, recordando a visita dos reis magos. Os foliões são recebidos com comidas e bebidas e saem das casas com doações para os necessitados.

É no Dia de Reis que se desmonta a decoração de Natal.

Fonte: diadefolga.com

Dia de Reis

6 de Janeiro

(Is. 60,1-6; Ef. 2-6; Mt. 2,1.12)

Texto preparado por Catarina, Iara e Padre Magalhães, da Equipe da Missa das Crianças para a Festa da Epifania, em janeiro de 1998, a partir da leitura do livro Lendas Natalinas , de Jakob Streit, Editora Antroposófica.

Vocês conhecem a história dos 3 Reis Magos? Eles eram muito estudiosos e gostavam de conhecer todos os segredos da natureza.

No tempo em que Jesus nasceu, os Reis eram considerados sábios.

Vocês sabem o nome deles? Baltazar, Melquior e Gaspar.

Hoje nós vamos contar o primeiro capítulo da sua história.

Cada um morava em um país diferente, mas, um dia se encontraram por causa de uma estrela.

BALTAZAR era um Rei que morava num castelo muito alto. Nesse castelo havia uma torre e um igreja em ruínas. O último padre já havia morrido e ninguém veio substituí-lo para ensinar as crianças.

Os pais também não levavam mais as crianças para a Igreja, não falavam de Deus aos seus filhos e nem as ensinavam a viver os verdadeiros valores.

A igreja ficou abandonada e o povo, sem fé.

O rei Baltazar andava muito triste, porque no seu país o povo só pensava nas coisas materiais, perdera a fé e se esquecera de Deus.

Um dia, o rei sonhou que uma mensagem lhe chegaria das alturas. Por isso, todas as noites mais claras, Baltazar subia à torre para olhar os astros. Olhava, olhava, e tentava descobrir uma estrela brilhante que lhe traria uma mensagem.

Numa dessas noites, Baltazar foi visitar a igreja em ruínas. Ao chegar à igreja, como estava muito cansado, deitou-se e adormeceu. E teve um sonho: viu uma linda criança surgindo no meio da escuridão, envolta em ouro e parecia um sol. E a criança falou a Baltazar: quando você me ver na estrela, a hora da alegria estará próxima. Segue essa estrela que ela lhe trará a fé . E a criança desapareceu.

A partir dessa visão, cada vez mais o rei procurava uma nova estrela no céu. Até que, um dia…

Ele viu uma estrela que brilhava mais do que todas as outras, e nela havia uma criança deitada no berço, com os bracinhos abertos. A criança dizia: Aproxima-se a hora, Baltazar! A estrela se movimentava no céu como que apontando um caminho.

Baltazar voltou para o palácio e começou a arrumar suas coisas para a viagem. E ele ia pensando, que presente deveria levar ao menino da estrela. Lembrou-se do cheiro de incenso que queimava na igreja e preparou um lindo vaso com incenso para levar ao menino, filho do Rei, que ia nascer. E lá se foi Baltazar com seu camelo, seguindo a estrela.

Em um outro país, havia um outro rei chamado MELQUIOR. Ele andava muito triste porque no seu país havia muita guerra, violência e destruição. Os ladrões roubavam as casas e as pessoas andavam com muito medo. Os vizinhos brigavam entre si e não havia paz. Então, o rei Melquior fez uma reunião com todos os seus ministros para buscar uma solução para o seu país. Os ministros só encontravam soluções violentas: mais policiais nas ruas, armas mais pesadas, forca, pena de morte, leis mais rígidas, etc. Ninguém se entendia; e acabaram brigando entre si.

Nessa discussão, um dos ministros bateu na taça de ouro que estava na mesa e derramou todo o vinho na toalha. O Rei Melquior ficou muito aborrecido e permaneceu em silêncio olhando para a taça virada. No fundo da taça, estava uma estrela brilhante e uma criança deitada num berço com os bracinhos abertos. E a criança dizia: quando você me ver na estrela, a hora da alegria estará próxima. Segue essa estrela que ela lhe trará a paz .

A partir daquele dia, o rei começou a procurar todos os dias, no céu, essa estrela brilhante. Até que um dia, lá no alto…

ele viu aquela mesma estrela brilhante que aparecera na taça; e no meio estava uma criança deitada com os bracinhos abertos. Melquior ficou emocionado porque sabia que o tempo do nascimento estava próximo. Então, ele pediu para preparar a caravana para começar a viagem ao encontro do menino da estrela.

Arrumou o melhor presente que tinha: aquela mesma taça de ouro que estava na mesa da reunião. Saindo do palácio, iniciou a viagem seguindo a estrela que brilhava no céu.

O último rei mago chamava-se GASPAR e vivia na África. No seu reino o sol era muito forte e queimava as plantações e a terra. Quase não chovia. O povo vivia às margens dos rios onde se podia plantar verduras, frutas e outros alimentos. O rei Gaspar ia sempre ao rio junto com o povo para rezar e pedir chuva.

Mas, as águas do rio baixavam cada vez mais e a chuva não vinha. A seca foi aumentando e o povo vivia triste, com fome e com sede. Somente sobrou uma fonte que ficava no castelo, onde ainda havia muita água. Por isso, todo o povo se dirigia para o castelo a fim de pegar água. Mas, era tanta gente que a água começou a acabar. Muitos morriam de sede pelo caminho.

O rei ficou muito triste no dia em que acabou completamente a água do poço. Naquela noite, o rei Gaspar teve um sonho.

Sonhou que estava olhando o fundo do poço quando perdeu o equilíbrio. Para não cair dentro do poço ele teve que se agarrar a uma árvorezinha chamada Mirra. Era a única árvore que sobrara em todo aquele deserto seco e árido. A Mirra é uma pequena árvore que dá uns grãozinhos dentro da casca, que servem para aliviar o sofrimento das pessoas.

Assustado, o rei Gaspar percebeu que o fundo do poço estava todo iluminado. Ele também viu uma estrela brilhante com uma criança deitada num berço. E o menino dizia: Quando você me ver na estrela, a hora da alegria estará próxima . No mesmo instante começou a brotar muita água no poço, enquanto a estrela subia para o céu mostrando um caminho. E a criança desapareceu.

Gaspar acordou muito feliz com o sonho e convocou todo o povo para descer ao rio e rezar. Muita gente já havia morrido. De repente, atrás das nuvens, apareceram nuvens negras, com raios e trovões, desabando um grande temporal sobre o país.

Gaspar ficou emocionado e percebeu que a água do rio estava brilhando. E olhando para o céu, viu a mesma estrela do sonho, com a criança no berço, apontando um caminho. Agradecido,

Gaspar resolveu ir atrás do menino da estrela. Mandou preparar a caravana e um presente especial para o menino: ele levou a mirra, que era um bálsamo feito com grãos daquela única árvore que sobreviveu a toda a seca do país, e estava junto ao poço do castelo.

Os três reis magos viram a mesma estrela com o menino, mas, um não sabia o que havia acontecido com o outro. Eles não se conheciam, mas, viajaram seguindo a mesma estrela, cada um por um caminho diferente, com muita certeza e esperança. Eles foram se encontrar somente perto de Jerusalém, quando pararam para descansar. Foi aí que os três rei magos se encontraram; eles se apresentaram um ao outro e descobriram que estavam seguindo a mesma estrela e procurando o mesmo menino. Eles ficaram muito contentes e felizes. Mas, quando olharam para o céu perceberam que a estrela havia desaparecido. Então eles ficaram muito tristes. Como seguir viagem se a estrela desapareceu?

Foi então que eles resolveram ir até o palácio de Herodes a fim de buscar informações a respeito do menino. Quando Herodes ouviu os magos falarem que o menino era rei, ficou muito preocupado. Chamou os sábios para saber o lugar certo onde o menino deveria nascer. E em seguida, Herodes avisou os magos para que ao voltarem da viagem dissessem a ele onde o menino estava.

Quando saíram do Palácio de Herodes, os reis magos enxergaram novamente a estrela e ficaram muito contentes. Seguindo a estrela chegaram até Belém onde encontraram aquele menino numa gruta, deitado num bercinho ao lado de seus pais. Os Reis Magos adoraram o Menino Jesus e entregaram os seus presentes:

Baltazar entregou o Incenso que trouxe da igreja e significava a abertura dos caminhos para a oração. Melquior entregou a Taça de Ouro que continha o vinho e significava que Jesus era o melhor presente, a jóia mais preciosa, que o Pai do Céu havia mandado. E Gaspar entregou a Mirra, o bálsamo usado para aliviar o sofrimento do povo e lembrava a paixão e morte de Jesus.

E o evangelho nos diz que os Reis Magos voltaram por outro caminho, cada um para o seu país, porque o anjo os avisara para não passarem pelo palácio de Herodes, em Jerusalém, porque ele pretendia matar o menino.

A Vida dos Reis Magos nos revela que a história é cíclica. Ao se aproximar o Terceiro Milênio percebemos que nós estamos vivendo hoje a mesma situação limite do tempo dos Reis Magos.

O País de Baltazar vivia na carência de Deus, num clima de materialismo profundo e ausência de fé. O templo destruído, a falta de sacerdotes, a irresponsabilidade dos pais que não educavam para Deus e para os verdadeiros valores.

O País de Melquior vivia numa situação de violência e guerra entre irmãos, numa total ausência de fraternidade. Todas as soluções para acabar com a violência era usar de mais violência.

O País de Gaspar vivia numa carência de água que simboliza hoje todas as dificuldades materiais que o povo está vivendo por causa do sistema econômico.

Vivemos hoje essa situação limite: a estrela não está mais no céu e o menino não está em Belém. A estrela está dentro de cada um de nós: temos que fazer uma viagem ao interior de nós mesmos para aprofundar a consciência sobre a realidade e a nossa participação na mudança dessa realidade, através da implantação e da vivência dos verdadeiros valores. Jesus também está dentro de nós com toda a força do Espírito Santo e seus dons para ajudar os homens e mulheres de boa vontade a levarem avante essa missão e essa responsabilidade.

João Paulo II vem acordando os cristãos e as mais altas autoridades do mundo inteiro para essa situação limite que o Mundo e o Povo estão vivendo. Não é mais possível continuar vivendo essa realidade: cada um olhe para dentro de si mesmo e comece essa viagem de conscientização de si e dos outros. A hora da alegria está próxima.

Fonte:www.paroquiacristorei.com.br

Dia de Reis

6 de Janeiro

Folia de Reis

É um auto popular natalino, de origem portuguesa, de evocação da visita dos três Reis Magos ao Menino Jesus, com apresentação de danças dramáticas como o Terno de Reis, o Rancho e o Bumba-meu-boi.

A Folia de Reis marca o fim do ciclo natalino, principalmente no Norte do país. A Folia tem início no dia 24 de dezembro, à meia-noite, e termina no dia 6 de janeiro, Dia de Reis . O desfile leva uma bandeira que muitos acreditam ter o poder de curar as pessoas.

Os foliões fazem paradas em casas previamente escolhidas, para cantorias, em troca de comida e bebida. As Bandeiras de Reis, como também são chamadas as Folias, têm versos próprios para pedir, agradecer e despedir-se dos moradores.

Quando as bandeiras percorrem apenas as ruas da cidade, chamam-se Folias de Reis ou Folias de Reis de Banda de Música. No entanto, quando também visitam os sítios e fazendas, recebem o nome de Folias de Reis de Caixa.

As folias têm de 8 a 20 foliões que são organizados de acordo com suas funções. Eles representam os próprios Reis Magos, acompanhados de empregados, como o pajem e os mordomos, soldados e o Demônio ou Herodes e seus soldados, perseguidores de Jesus Cristo. O mestre e o contramestre são as figuras mais importantes e usam fitas cruzadas no peito, capas de renda e ombreiras para diferenciarem-se dos demais foliões.

O mestre é responsável pela organização da folia e o contramestre recolhe os donativos oferecidos pelos donos das casas. O alferes fica encarregado de levar a bandeira, que traz estampadas as figuras dos Reis Magos e da Sagrada Família e que é feita de acordo com as posses do grupo. Os músicos e cantores animam a folia com bumbo, violão, sanfona, pandeiro e cavaquinho. Cantam versos inspirados em trechos da Bíblia e sua música recebe o nome de toada.

Os palhaços, que representam os perseguidores de Cristo, apresentam-se depois dos outros. Usando máscaras e roupas improvisadas, eles dançam descalços, saltitam e recitam versos engraçados chamados chulas. Depois da apresentação dos palhaços são feitas as despedidas.

No encerramento da Folia de Reis, no dia 6 de janeiro, parentes, amigos e participantes de outros folias se divertem com muitas música, comida e bebida. E uma ceia é realizada a 2 de fevereiro, dia de N. Sra das Candeias. Os foliões cumprem promessa de por 7 anos consecutivos saírem com a folia. Conhecida nas cidades, vilarejos e fazendas do interior do RJ, ES, MG, GO, SP e PR, a Folia era essencialmente rural, mas nos dias atuais se expandiu, resistindo até mesmo nas grandes cidades (RJ, Belo Horizonte e Goiânia), no PA e no MA. A Folia de Reis revivia no campo as jornadas das pastorinhas urbanas, entre Natal e Reis.

Reisado

Auto de Natal encenado no Nordeste com temas variados, em que os participantes cantam e dançam ao som de instrumentos como sanfona, pandeiro e zabumba. Exibindo-se pelas ruas e praças, vão pedindo donativos por onde passam. No Brasil, a denominação, refere-se aos ranchos, ternos, grupos que festejam o Natal e Reis.

O Reisado pode ser apenas a cantoria como também possuir enredo em pequeninos atos encadeados ou não. Os Reisados, naturalmente assim chamados por derivação da palavra compreendem os grupos chamados propriamente de Reisados, assim como os que são denominados de Guerreiros e Bumba-meu-boi.

Dependendo do tema e da região, esse folguedo exibe personagens como o rei, a rainha, o mestre, o contramestre, a estrela, o palhaço, o índio e a sereia, entre outros. Os participantes usam roupas e chapéus coloridos e ricamente ornamentados com vidrilhos, lantejoulas, fitas e espelhos. Segundo a crença popular, os espelhos têm o poder de proteger os dançarinos contra o mal.

Roupas coloridas, cantorias de músicas religiosas anunciando o nascimento de Jesus, homenageando os Reis Magos e, ainda, louvando os donos da casa onde se apresentam, compõem a atuação. Em alguns lugares, é chamado de Guerreiro, Folia, Turundu. (Almanaque Abril, 1995/2001)

Cacumbi

Dança considerada uma variação de outros autos e bailados como Reisado, Guerreiro, Congada e Ticumbi. Encontrada em alguns municípios de SE, é apresentada na Procissão de Bom Jesus dos Navegantes (1 de janeiro) e no Dia de Reis , em homenagem a S. Benedito e N. Sra. do Rosário.

Pela manhã, o grupo assiste à missa na igreja, onde canta e dança em homenagem aos santos padroeiros. Depois das louvações, sai às ruas cantando músicas profanas e, à tarde, acompanha a procissão.

O grupo é composto exclusivamente por homens. Seus personagens são o Mestre, o Contra-Mestre, e os dançadores e cantadores que vestem calça branca, camisa amarela e chapéus enfeitados com fitas, espelhos e laços. Só o Mestre e o Contra-Mestre usam camisas azuis. A coreografia é alegre, com evolução e movimentos contínuos ao som do apito (que coordena a mudança dos passos), cuícas, pandeiros, reco-recos, caixas e ganzás. (Fonte: Viaje Sergipe)

Guerreiro

Auto popular alagoano, teve origem no Reisado, tendo porém um número de componentes maior, maior número de atos, roupas mais coloridas e maior beleza musical. Sanfona, pandeiro, triângulo e tambor são os instrumentos que acompanham a manifestação. É uma mistura de reisados alagoanos com figuras de cheganças, pastoris e uma parte de caboclinhos.

Os trajes possuem uma referência a antiga nobreza e os chapéus dos participantes nos lembram catedrais, palácios e igrejas. Diz a lenda que uma rainha, em um passeio com a sua criada Lira e com os seus guardas, ou vassalos, conhece e se apaixona por um índio chamado Peri. Para não ser denunciada, manda matar Lira. No entanto, o rei descobre a paixão e luta com o índio Peri. O rei acaba morrendo. O Guerreiro conta esta história em forma de música e dança.

Taieira

Dança cortejo de caráter religioso afro-brasileiro louvando S. Benedito e N. Sra. do Rosário, padroeiros dos negros no Brasil. O ápice da festa que se realiza no Dia de Reis , é a coroação da Rainha das Taieiras. Durante a missa, a coroa de N. Sra. do Rosário é retirada e colocada na rainha. No passado era apresentada em várias cidades de AL, SE e BA.

Atualmente há sensível redução da sua área de ocorrência. Na cidade de Laranjeiras (SE), as taieiras vestem blusa vermelha e saia branca com fitas coloridas. Saem pelas ruas cantando músicas religiosas e tocando querequexés (reco-reco) e tambores.

Turundu ou Turundum

Dança dramática de Contagem, MG, executada do ciclo do Natal a Reis e no dia 2 de fevereiro na festa de N. Sra das Candeias. Conhecida também por Folia, é uma espécie de Reisado do qual participam os três Reis Magos. O rei Gaspar é o guarda-mor da folia, o mulato Bastião e mais 20 a 30 figurantes.

Os instrumentos usados são a caixa, o chocalho, a viola e a rabeca. O Turundu sai em visita às casas de família, saudando seus donos, quando o Bastião, por meio de quadras, pede cachaça, café, etc.

Conta a história de uma princesa encantada que mora numa floresta e recebe muitos presentes de baús cheios de ouro, violas. A princesa termina casando com o rei. Depois do casamento acontece o baile e o mascarado, na companhia de todos os figurantes, começa a sapatear de maneira forte e fazendo muito barulho. Depois vão cantar em outra casa até o dia amanhecer. .

Fonte: www.lendorelendogabi.com

Dia de Reis

6 de Janeiro

O bolo Rei chegou a Portugal no final do século XIX e foi popularizado pelas doceiras de Lisboa e Porto. A tradição chegou ao Brasil com imigrantes portugueses. Hoje o bolo é a estrela da festa de 6 de janeiro, quando os cristãos celebram a adoração do Menino Jesus pelos Reis Magos.

Segundo a tradição, o Bolo Rei deve ser acompanhado de dois mimos: uma fava e um presente. Quem receber a fava na sua fatia de bolo, terá sorte no ano e pagará o Bolo rei do próximo 6 de janeiro. Quanto ao presente, trará riqueza a quem encontrar.

Em alguns municípios sergipanos, a Batalha das Cabacinhas faz parte das comemorações do Dia de Reis . Na “batalha”, uma brincadeira inspirada nos antigos carnavais, quando as pessoas “guerreavam” com talco, farinha e ovos, as cabacinhas – feitas de parafina e recheadas com água perfumada -, são atiradas nas pessoas, sem causar nenhum dano.

Nos municípios fluminenses, um dos hábitos referentes ao Dia de Reis é a confecção do bolo de reis, que leva quatro prendas misturadas à massa comum: um anel, uma cruz, uma moeda e um dedal. Cada objeto traz um simbolismo: o anel significa casamento; a cruz, convento; a moeda, dinheiro e o dedal, trabalho.

Há também a prática popular de colocar na palma da mão esquerda três sementes de romã. Estas devem ser seguras, uma a uma, entre o polegar e o indicador direito, levadas entre os dentes e mordidas levemente. Após morder, recita-se: Baltazar, traz meu dinheiro de volta; o mesmo deve ser feito com as outras duas sementes, substituindo o nome Baltazar pelo dos reis Belchior e Gaspar.

As três sementes devem ser guardadas envoltas em papel, na carteira de dinheiro até o ano seguinte, quando deverão ser plantadas em jardim ou vaso de planta, sendo substituídas por novas sementes, após o ritual descrito. Acredita-se que prática garante dinheiro farto durante todo o ano que se inicia.

Há uma variação desse costume que envolve romãs. Para fazer a sua fezinha, abra a fruta e chupe três sementes. Guarde-as, e no Dia de Reis coloque-as na carteira. O ritual garante sorte nas finanças durante o novo ano.

No Ceará, existe a Tiração de Reis, caracterizada por um grupo de pessoas que visitam amigos ou conhecidos a partir do dia 2 de janeiro ou na véspera do Dia de Reis . Nas visitas, eles cantam e dançam versos relacioandos com a data, ao som de instrumentos, e solicitam alimentos e dinheiro. É tradicional utilizar a arrecadação para a ceia no dia de Nossa Senhora das Candeias (2 de fevereiro).

Na Rússia o Natal, não é comemorado nem no dia 25 de dezembro, nem em 6 de janeiro. A data é celebrada em 7 de janeiro, quando, segundo a tradição natalina dos russos, a ceia deve ter muito mel, grãos e frutas, mas nenhuma carne.

Na Espanha, no dia 6 de janeiro há desfiles com reis magos em todo o País. De suas carruagens, eles jogam balas e doces para as crianças. Também é neste dia que as crianças recebem presentes, que, acreditam, foram deixados pelos próprios reis durante a madrugada.

Os cubanos trocam presentes no dia 24 e as crianças acreditam em Papai Noel. No entanto, a tradição dos reis magos é bem mais forte. No dia 6 de janeiro, as crianças costumam até deixar um pouco de comida para os camelos dos reis, ao lado de uma cartinha com o que querem ganhar.

Em Potugal, não há troca de presentes porque esses já foram entregues pelo Natal, mas come o bolo rei e os adultos bebem vinho do Porto. O bolo rei é diferente de todos os outros. Dentro dele há uma fava e uma prenda. Quem pegar a fava fica obrigado no ano seguinte a pagar o bolo. Aquele que ganhar a prenda fica no ano seguinte a pagará o vinho do Porto.

A diferença do bolo rei além de estar na forma da coroa de um rei também está no recheio e enfeite, com frutos secos (amêndoas, nozes, pinhões) e frutas cristalizadas. Todos estes frutos simbolizam as jóias que enfeitam as coroas dos reis.

Bolo dos reis

Ingredientes

4 e 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 tabletes de fermento biológico
1 xícara (chá) de açúcar
4 colheres (sopa) de leite
5 ovos
3 colheres (sopa) de vinho do Porto
2 colheres (sopa) de casca de laranja ralada
1/2 xícara (chá) de azeite de oliva
1/2 xícara (chá) de uva passa sem semente
4 colheres (sopa) de amêndoas picadas
4 colheres (sopa) de nozes picadas
1 xícara (chá) de frutas cristalizadas
100 g de cerejas cristalizadas
4 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro

Modo de Preparo

Em uma tigela, peneire a farinha de trigo e reserve. Em uma tigela misture o fermento e 3 colheres (sopa) de açúcar até obter uma pasta. Misture o leite aquecido e 4 colheres (sopa) de farinha de trigo. Cubra a tigela com filme plástico e deixe crescer por 15 minutos. Coloque emoutra tigela 4 ovos, o vinho do porto e as raspas de laranja e bata rapidamente com um batedor manual. Reserve. Em uma superfície lisa, coloque a farinah de trigo restante e faça uma cavidade no centro. Junte o azeite de oliva (reserve 1/2 colher de sopa) e o açúcar restante. Com as pontas dos dedos misture até obter uma farofa. Acrescente a massa crescida e misture. Junte, aos poucos, os ovos batidos e sove a massa por 5 minutos. Adicione as uvas passas, as amêndoas, as nozes e metade das frutas cristalizadas. Misture delicadamente e transfira a massa para uma tigela. Cubra com filme plástico e deixe crescer por 1 hora. Em seguida, modele a massa, formando um anel, de modo que no centro tenha 15cm de diâmetro. Transfira a massa para uma assadeira para pizza com 30cm de diâmetro, untada com o azeite reservado. Deixe crescer por mais 30 minutos. Ligue o forno à temperatura média. Distribua sobre a massa o restante das frutas cristalizadas e as cerejas. Pressione ligeiramente com os dedos e pincele toda a superfície com o ovo restante batido. Leveo bolo ao forno por 40 minutos, ou até que enfiando um palito ele saia limpo. Retire do forno, desenforme ainda morno e disponha em um prato grande. Em seguida, distribua por cima o açúcar de confeiteiro em montinhos. Se preferir, no momento de servir coloque fios de ovos na parte central do bolo.

E já que os frutos secos simbolizam as pedrarias da coroa dos reis magos, seguem mais três receitas em que elas entram

Torta fina de figo

Ingredientes

120 gr. de massa folheada
farinha de trigo
2 colheres de sobremesa de manteiga
12 am êndoas descascadas
15 passas sem caro ço
12 figos maduros, por ém firmes, muito bem lavados
1 colher de sopa de a çúcar de confeteiro (só para enfeite)
sorvete de creme (opcional)

Modo de fazer

Pique as amêndoas e as passas em um processador ou pique tudo muito bem com uma faca (além de acrescentar sabor, a mistura de amêndoas serve de esponja para que a umidade do figo não passe para a massa). Preaqueça o fogo. Unte uma assadeira com manteiga. Abra a massa folheada, sobre uma superfície polvilhada com farinha, para que fique com uma espessura bem fina. Corte 4 discos (4 porções, portanto), de 14 cm. de diâmetro e em seguida coloque-os na assadeira. Já quase na hora de colocar as tortas no fogo, corte os figos em rodelas de 1 cm. de espessura, com a casca. Distribua a mistura de amêndoas e passas sobre a superfície das quatro tortas. Por cima, coloque as rodelas de figo. Antes de levar ao forno, polvilhe com aç~ucar de confeteiro. Leve ao fogo por cerca de 15 minutos e sirva em seguida. A torta pode ser acompanhada por um sorvete de creme.

Galette du rois avec frangipagne

Receita francesa

Na França existe um costume antigo de consumir uma espécie de torta doce e recheada, a “Galette des Rois”, em todo o mês de janeiro e principalmente no primeiro domingo de janeiro, Dia de Reis .

Na França, ao se comprar a galette em “Boulangeries” (padarias) ou “Pâtisseries” (docerias), você ganha duas coroas de papel. Essa tradição veem desde da época dos romanos, quando se colocava uma “fève” (fava) seca ou grãos de feijão dentro da torta para se escolher o “rei do dia”. Quem encontrar a fava na sua fatia, é eleito o rei por um dia e tem até o direito de escolher a sua rainha. Atualmente, essa fava seca foi substituída por uma figura de porcelana.

A “Galette des Rois” francesa é preparada com massa folhada e recheada com um “Crème Frangipane” (creme de amêndoas) muito perfumado e delicioso, receita criada pelo pâtissier francês Pascal Regnault, especialista também em crepes, galettes e outras delícias francesas.

Na Itália e na Espanha, a galette é feita de pão doce em forma de coroa, decorado e recheado com frutas cristalizadas.

Galette du rois

Ingredientes

” Massa folhada invertida

380g de manteiga sem sal
150g de farinha de trigo
350g de farinha de trigo
120g de manteiga derretida
150ml de água
15g de sal

” Recheio:

100g de manteiga sem sal
100g de açúcar confeiteiro
100g de farinha de amêndoas
ou 200g de coco ralado fresco
1 ovo inteiro
1 colher de sopa de rum

Modo de fazer

” 1ª Massa:

Misture os ingredientes e abra a massa em um círculo de 2cm de espessura. Embrulhe com plástico filme e leve à geladeira por 1:30.

” 2ª Massa:

Misture os ingredientes até a massa ficar homogênea, sem sovar. Abra a massa em um quadrado de 2cm de espessura e embrulhe em filme plástico. Leve à geladeira por 1:30.

Coloque a 2ª massa dentro da 1ª e feche. Forme um retângulo com o rolo de superficie uniforme e de 2cm de espessura. Trabalhe o mais rapidamente possível.

Dobre o retângulo em 4, levando as duas bordas ao centro,e dobrando mais uma vez. Embrulhe em filme novamente e leve à geladeira por mais 1:30. Repita essa operação por mais 2 vezes.

Cada vez que for abrir a massa coloque a parte da dobra sempre no mesmo sentido.

Abra a massa na espessura de 5mm e corte dois discos de 30cm de diâmetro. Filme e deixe descansar na geladeira enquanto prepara o recheio.

” Recheio: misture tudo formando um creme.

Em um tabuleiro umedecido coloque um dos discos e recheie com o creme. Deixe um espaço de 1cm nas bordas e pincele-as com ovo batido. Coloque o segundo disco por cima e aperte bem as bordas. Pincele toda a superficie da galette com ovo batido e com a ponta de uma faquinha decore a superficie com cortes rasos. Leve ao forno pré-aquecido 210ºC e deixe nessa temperatura por 10 min. Logo que pegar cor, abaixe para 180ºC e asse por mais 40 min.

Frangipagne (creme de amêndoas)

O doce com massa folhada e recheio de frangipane marca a celebração da 12ª noite após o nascimento de Jesus Cristo. Decorado com uma coroa, ele tradicionalmente tinha uma fava hoje substituída por uma pequena figura de porcelana em seu recheio. Quem a encontra é aclamado rei ou rainha da festa, tem o direito de usar a coroa e pode dar ordens aos demais.

INGREDIENTES

1 litro de leite integral
8 gemas
100g de farinha de trigo
250g de açúcar em pó
60g de manteiga
1 pitada de sal
80g de amêndoas em pó

MODO DE FAZER

Misturar as gemas com o açúcar até obter uma consistência branca e lisa. Acrescentar a manteiga, o sal e a farinha peneirada. Misturar bem. Colocar aos poucos o leite fervendo sem cessar de misturar afim de obter um creme bem liso. Cozinhar o creme em fogo brando durante três ou quatro minutos. Colocar bem devagar as amêndoas em pó e misturar bem até obter uma consistência lisa.

Panetone Vegan

Ingredientes

300g (3 xícaras) de farinha
2 tabletes (15g) de fermento fresco
100 ml (meia xícara) de água morna
100g (meia xícara) de açúcar
3 col (sopa) de leite soja
1 col (chá) de sal
4 col (sopa cheias) de margarina
100g (meia xícara) de passas
100g (meia xícara) de frutas cristalizadas picadas
1 col (sopa) de casca limão ralada
1 col (sopa) essência de baunilha

Modo de fazer

Para fazer um chocotone, trocar as frutas por chocolate meio amargo da garoto, que não tem leite. Aqueça água até estar na temperatura do corpo. Despeje-a numa tigela e junte o fermento. Adicione 1 col. de sopa cheia de farinha e misture. Cubra c/ 1 pano de prato e deixe descansar até que comecem a aparecer bolhas na superfície. Junte a farinha aos poucos, mexendo sempre. Acrescente os demais ingredientes, menos a manteiga. Despeje a massa numa superfcie limpa e sove por 10 min. Enquanto estiver sovando, acrescente a margarina. Despeje a mistura na forma preparada. Cubra e deixe descansar por pelo menos 2hs. Leve ao forno quente por 10 min. Abaixe o forno para médio e deixe por mais 30 min.

Fonte: www.blocosonline.com.br

 

Dia de Reis

6 de Janeiro

Apesar do Dia de Reis ser comemorado apenas no dia 6 de janeiro, a Folia de Reis dura de 24 de dezembro até o dia 2 de janeiro. Nesse período, homens se vestem de um dos Três Reis Magos e saem pelas ruas das cidades e param para dançar, cantar e abençoar as famílias das casas onde há presépios.

Esses homens só se apresentam à noite e ganham ceia ou café nas casas visitadas.

Durante as apresentações, os homens tocam pistão, bombardino e clarinete. Esta tradição está desaparecendo, mas sobrevive ainda em algumas cidades, principalmente do interior. Ao contrário dos países de cultura portuguesa, na Espanha e nos países de cultura espanhola, o Dia de Reis é bastante comemorado, chegando a ser a principal festa do período natalino.

A festa representa a chegada do menino Jesus e por isso, a proximidade com o Natal.

Os Três Reis Magos são:

– O árabe Baltazar que levava incenso, que significava a divindade do Menino Jesus.

– O indiano Belchior que levava ouro, significando a realeza.

– O etíope Gaspar que levava mirra, que simbolizava a humanidade do recém-nascido.

Fonte: www.brasilfolclore.hpg.ig.com.br

Dia de Reis

6 de Janeiro

O Dia de Reis é comemorado no dia 6 de janeiro pois foi o dia em que o menino Jesus recebeu a visita dos Três Reis Magos, que lhe trouxeram muitos presentes.

A data celebra a vinda de Belchior, Gaspar e Baltazar. Nesta dia as pessoas retiram todos os enfeites natalinos das casas e desmontam seus presépios e árvores de Natal.

Em alguns países como Espanha e Portugal, as crianças deixam sapatos na janela com capim antes de dormir para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar a viagem.

Em troca, os Reis Magos deixam doces que as crianças encontram no lugar do capim quando acordam.

Fonte: www.smartkids.com.br

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