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08 de Dezembro
O Dia da Família é um feriado cívico celebrado no Dia 08 de Dezembro.
O padrão de família no Brasil apresentou algumas mudanças nas últimas décadas do século XX.
Dentre essas, se destacam:
Queda substancial do tamanho da família;
Aumento do número de famílias do tipo mulheres sem cônjuge com filhos;
Aumento do números de famílias cujas pessoas de referência são mulheres.
Família na definição do IBGE:
Família – Conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, todos residentes na mesma casa.
Família unipessoal – pessoa que mora sózinha em uma casa.
Famílias conviventes – são aquelas famílias compostas por, no mínimo, duas pessoas cada uma, que residam na mesma unidade domiciliar (domicílio particular ou unidade de habitação em domicílio coletivo).
Relação de dependência doméstica – é a relação estabelecida entre a pessoa de referência e os empregados domésticos e agregados da família.
Normas de convivência – são as regras estabelecidas para o convívio de pessoas que moram juntas, sem estar ligadas por laços de parentesco ou dependência doméstica. Por sua vez, as “famílias conviventes”.
Pessoas de referência da família – Pessoa responsável pela família , ou assim considerada pelos demais membros.
Nas duas últimas décadas houve uma queda substancial do tamanho da família.
O tamanho da família brasileira diminuiu em todas as regiões: de 4,3 pessoas por família em 1981, chegou a 3,3 pessoas em 2001. O número médio de filhos por família é de 1,6 filhos.
Em 2002, o número médio de pessoas na família se manteve o mesmo em quase todas as regiões e por isso a média para o país se manteve em 3,3 pessoas, segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2003.
O número médio de filhos apresentou uma diferença mínima em relação do ano anterior: de 1,6 para 1,5 filhos na família em domicílios particulares.
Aumentou o número de famílias do tipo mulheres sem cônjuge com filhos.
Mas ainda predomina o padrão histórico de família, casal com filhos.
Cresceu o números de famílias cujas pessoas de referência são mulheres.
Desde a década de 80 vem crescendo continuamente a proporção de mulheres como pessoa de referência da família.
A primeira sociedade organizada no mundo é a família. Base de todas as outras sociedades, inicia-se com o matrimônio e é teoricamente formada pelos pais e filhos. O amor recíproco entre eles, a confiança, a cooperação, o respeito, a obediência, a compreensão e a tolerância mútuas são os preceitos básicos para que a família continue a existir.
É o amor, aliás, o que dá vida à família, quando firma os laços de união entre seus integrantes. O amor dos pais em relação aos filhos e dos irmãos entre si, a capacidade de renúncia.
A disposição de alguém privar-se de algo em favor do outro ou de todos: conforto, repouso, prazer. O pai e a mãe, por exemplo, trabalham para que não falte nada em casa e muitas vezes deixam mesmo de se divertir.
Ou, ao contrário, filhos adolescentes deixam às vezes de viver experiências típicas da sua idade – de só estudar, andar de skate ou paquerar – porque precisam trabalhar precocemente para ajudar nas despesas da casa.
Obviamente que a família de hoje já não é a mesma de ontem, muita coisa mudou na prática. Até mesmo o conceito de família como sempre a entendíamos é outro. Mas o importante é sabermos, jamais esquecermos que sem a família, uma situação difícil seria para nós extremamente pior.
Que viva a família! Sempre.
Família – O que é
Dia da Família
A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. É a definição que conhecemos. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto?
Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou… um mero alojamento.
A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se.
Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade.
Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.
Família – Origem
Todos nós já paramos para pensar sobre a origem da família, muitas questões surgem como por exemplo: Onde tudo começou? Como se deu origem a formação da família? entre muitas outras.
A família é formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligada pelos laços sanguíneos. Os membros da família que tenham um ancestral em comum costumam apresentar o mesmo sobrenome. Os diferentes indivíduos dentro de uma família podem ser divididos por geração como avós, pais, filhos, etc.
Cada membro tem o poder de afetar o outro a qualquer momento, há famílias matriarcais onde o comando é da mãe ou de uma figura feminina, ou patriarcal onde o comando é do pai, avô ou uma figura masculina. No passado os casamentos eram feitos por descendência, geralmente entre parentes, hoje isso já não é comum.
A origem da família é uma questão que por vezes paira em nossos pensamentos. Quando surgiu, como surgiu, qual a origem, etc. A família é a unidade básica da sociedade e é formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligada pelos laços afetivos. Este é o conceito básico do que é família, mas a origem do termo vem de séculos atrás. Família é um grupo de pessoas que representa uma parte da sociedade e influencia e é influenciada por outras pessoas ou instituições.
Os membros da família que tenham um ancestral em comum costumam apresentar o mesmo sobrenome. É isso que caracteriza que uma pessoa pertença ao mesmo clã que a outra. A família é responsável por criar os laços que unirão as pessoas durante os anos.
Os diferentes indivíduos dentro de uma família podem ser divididos por geração, função ou interesse e exercem um tipo diferente de poder. Cada membro tem o poder de afetar o outro a qualquer momento, seja usando o poder ou sua classificação dentro da família.
O termo família surgiu do latim famulus , que significa escravo doméstico . Esse termo foi criado na época da Roma antiga e servia para designar um grupo que era submetido à escravidão agrícola. A designação usada para família ligada por laços de sangue ou emotivos era a de família natural . Naquela época a família era composta por pai, mãe e filhos em uma estrutura patriarcal.
Apenas na idade Média que as pessoas tinham duas famílias, patriarcal ou maternal; os casamentos eram feitos por descendência. Com a revolução Francesa os casamentos passaram a serem laicos e na Revolução Industrial, com a migração para a cidade os laços na família se estreitavam e se tornaram menores.
A mulher começa a participar do mercado de trabalho e a educação dos filhos é obrigação das escolas, já os idosos começam a deixar de ser obrigação das famílias e passam aos cuidados de instituições de assistência.
Nesta altura a família já era definida como um agregado doméstico. Como visto ao longo dos anos a família vem acompanhando as mudanças religiosas, econômicas e sociais. Assim sendo, a família deve ser encarada como tudo aquilo que integra a comunidade a que está inserida.
A relação de laços entre indivíduos que pode ser considerado família data de 4600 anos atrás segundo dados de pesquisadores que descobriram quatro corpos como sendo uma mãe, um pai e seus dois filhos, de 8 e 5 anos.
Família: A base de qualquer sociedade
A família é, sempre foi e sempre será a base da nossa sociedade e a base do nosso bem estar.
Quando a família se encontra doente toda a sociedade fica doente.
A melhor maneira de medir o estado da saúde da família acaba sendo medir o estado de saúde da sociedade.
Quando a família não está bem, a sociedade não está bem.
A sociedade é apenas um reflexo da família.
A sociedade apenas reflete o que se passa na família.
A sociedade é apenas um reflexo da família e quando a sociedade não está bem, não é na sociedade que devemos procurar as causas mas sim na família.
A sociedade é a consequência da família e o resultado da família uma vez que esta mesma sociedade é apenas constituída por famílias.
Quando uma sociedade se encontra doente isso apenas significa que as famílias se encontra doentes.
Este é o efeito alavanca; um pequeno problema na família, traduz-se num grande problema na sociedade.
O efeito alavanca diz que uma pequena alteração num lugar provoca uma grande mudança no outro lado. (às vezes era bom que as pessoas se lembrassem destas pequenas informações).
Infelizmente muitas das vezes tenta-se reparar ou corrigir uma sociedade mas os resultados são e serão sempre desastrosos enquanto não se corrigirem as causas que levam a sociedade a ter problemas e a estar doente.
E as causas que levam a sociedade a ter problemas e a estar doente encontram-se na família e não na sociedade pois a sociedade é apenas o resultado de muitas famílias.
Lamentavelmente tenta-se corrigir a sociedade em vez de se corrigir as famílias e o resultado encontra-se à vista de todos: uma sociedade decadente e degradada a todos os níveis.
Tentam iludir-nos com a tecnologia e com o bem estar, com o progresso e tudo o mais, mas o que se passa é bem mais negro do que aquilo que possamos pensar.
A ilusão encontra-se bem montada para que acreditemos que a sociedade é tudo e que a família não é nada.
Dar poder à família é sempre vista como uma ameaça para a sociedade pois tem-se medo de que se entre numa guerra entre famílias como acontecia antigamente a guerra entre os clãs.
Mas o poder não tem a ver com guerras nem com conflitos uma vez que o poder não vem de quem manda mas sim de quem se encontra bem.
Gandhi e muitos outros mostraram-nos de que não precisamos de entrar em guerra para estarmos bem e estar em paz. Estar bem é sempre o primeiro princípio estabilizador seja a nível pessoal seja a nível familiar seja a nível de sociedade.
Quando uma sociedade não está bem o primeiro lugar para onde devemos olhar é sempre para a família e não para a sociedade.
São as causas que nos interessam e não as consequências.
O efeito alavanca funciona em toda e qualquer situação: “dai-me um ponto e eu levantarei o mundo.”
Uma pequena perturbação na família e na estrutura familiar e TODA a sociedade acaba num caos.
Se a sociedade onde vive não é aquela que gostaria, deve começar a olhar para as famílias que fazem essa sociedade e verá o caos em que essas famílias se encontram.
Os governos caem na ilusão de que vão resolver os problemas da sociedade mas nunca irão conseguir fazerem seja o que for enquanto não se dedicarem à família e a corrigirem os problemas das famílias.
Podemos acreditar naquilo que quisermos mas muitas das vezes só nos iludimos a nós mesmos.
Se queremos ter uma sociedade estável, próspera, onde as pessoas sejam felizes e onde tudo funcione devemos começar a olhar e a criar famílias estáveis, prósperas e felizes pois quando isso existir nas famílias, a sociedade refletirá isso também.
Mudar a sociedade é uma tarefa demasiado grande e impossível mas mudar a família é algo que está ao alcance de todos nós.
O problema é que custa muito mais olhar para o nosso umbigo do que olhar para o que se encontra à frente dos nossos olhos.
Custa bem mais olhar para os nossos problemas do que olhar para os problemas dos outros.
Fica mais fácil acusar os outros do que reconhecer os nossos erros e os nossos defeitos.
Mas enquanto não mudarmos de atitude e enquanto não fizermos o nosso trabalho, nada irá mudar.
Somos nós os únicos responsáveis pelo estado em que a nossa sociedade se encontra.
Nós e a nossa família somos os únicos responsáveis pelo estado da sociedade.
Vamos parar de nos iludir e de deitar as culpas no vizinho do lado e vamos fazer algo por nós e pela nossa família.
Fonte: www.cultureally.com/www.ibge.gov.br/www.pimenet.org.br/www.bigmae.com/www.cancaonova.com/www.jcsantiago.info
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