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Dia do Farmacêutico

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20 de Janeiro

Farmacêuticos, são profissionais de saúde que praticam em farmácia , o campo das ciências da saúde com foco no uso seguro e eficaz da medicação. Um farmacêutico é membro da equipe de cuidados de saúde diretamente envolvida com o atendimento ao paciente.

Os farmacêuticos passam por uma educação universitária para compreender os mecanismos bioquímicos e as ações de drogas, uso de drogas, papéis terapêuticos, efeitos colaterais, potenciais interações medicamentosas e parâmetros de monitoramento. Isso é combinado com a Anatomia, Fisiologia e Fisiopatologia. Os farmacêuticos interpretam e comunicam esse conhecimento especializado a pacientes, médicos e outros profissionais de saúde.

Em tempos mais modernos, os farmacêuticos aconselham pacientes e prestadores de cuidados de saúde na seleção, dosagens, interações e efeitos colaterais de medicamentos e atuam como intermediários aprendidos entre um prescritor e um paciente.

Os farmacêuticos monitoram a saúde e o progresso dos pacientes para garantir o uso seguro e efetivo da medicação. Os farmacêuticos podem praticar a composição ; No entanto, muitos medicamentos são agora produzidos por empresas farmacêuticas em uma dosagem padrão e forma de entrega de fármaco. Em algumas jurisdições, Os farmacêuticos têm autoridade prescritiva para prescrever de forma independente sob sua própria autoridade ou em colaboração com um médico de cuidados primários através de um protocolo acordado.

Dia do Farmacêutico

Em 20 de janeiro é comemorado o Dia do Farmacêutico. De acordo com a Federação Nacional de Farmacêuticos, o profissional de farmácia é fundamental para o desenvolvimento e manipulação de medicamentos utilizados no tratamento das principais patologias que acometem a população. Em 1916, esta data foi lançada pela Fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (A. B. F.), no Rio de Janeiro.

No Hran, foi oferecido um café da manhã, pelo chefe do Núcleo de Farmácia do Hran, Claudner Luis da Costa. A direção aproveitou a oportunidade para parabenizar todos os farmacêuticos do Hran e lembrar um pouco da história de luta desse profissional.

Atualmente, esses profissionais têm capacidade técnica para atuar nas análises clínicas e toxicologias, na cosmetologia, no tratamento de águas e no campo hospitalar, entre outras atuações que extrapolam as atividades específicas e privativas da profissão.

O farmacêutico é um profissional respeitado e reconhecido pela sociedade, mas ainda tem muito a conquistar. É com esse espírito coletivo de luta que Claudner da Costa lembra esse importante dia e renova junto à Diretoria da Regional da Asa Norte seu compromisso de defesa da categoria como fundamental para a defesa da saúde da população.

Segundo o IBGE, as primeira boticas ou apotecas surgiram no séculos X e são consideradas as precursoras das farmácias modernas.

Ainda de acordo com dados do IBGE, há mais de 2600 anos, os chineses, já desenvolviam remédios por meio da extração de drogas das plantas, em busca da cura de doenças.

Os egípcios, há mais de 1500 anos, preparavam medicamentos a partir de vegetais, sais de chumbo, cobre e unguentos de banha de leão, hipopótamo, crocodilo e cobra. E na Grécia, os processos de cura aconteciam no interior dos templos.

O grego Hipócrates, o pai da medicina, também marcou o tempo para a cura, quando classificou os grupos de medicamentos, dividindo-os em narcóticos febrífugos e purgantes.

Fonte:en.wikipedia.org/ www.saude.df.gov.br

O RESGATE DA PROFISSÃO FARMACÊUTICA: ELO ENTRE A SAÚDE E O PACIENTE

INTRODUÇÃO

Falar da profissão farmacêutica significa ir além de diversas culturas, costumes e lendas. É voltar ao passado e reviver a nossa colonização, nossas lutas, batalhas, dores e alegrias. É lembrar do surgimento da Farmácia com os primeiros aventureiros e colonos deixados por Martim Afonso, governador das Índias Ocidentais do Brasil, que tiveram de valer-se de recursos da natureza para combater as doenças, curar ferimentos e neutralizar picadas de insetos.

É lembrar dos boticários do século XIII, que, muitas vezes, tiveram de aprender com os pajés a preparar os remédios da terra para tratar seus próprios males, uma vez que, o medicamento da civilização, como era chamado, só aparecia quando expedições portuguesas, francesas ou espanholas chegavam com suas esquadras, onde sempre havia um cirurgião-barbeiro ou algum tripulante com uma botica portátil cheia de drogas e medicamentos. É lembrar das boticas que iniciaram suas atividades como comércio em 1640, e, a partir daí, se multiplicaram, sendo dirigidas por boticários aprovados em Coimbra pelo físico-mor, ou por seu delegado comissário na capital do Brasil, Salvador.

Falar da profissão farmacêutica é lembrar de poetas como Monteiro Lobato que nos homenageou com o seguinte poema abaixo:

O Papel do Farmacêutico

O papel do Farmacêutico no mundo é tão nobre quão vital. O Farmacêutico representa o órgão de ligação entre a medicina e a humanidade sofredora. É o atento guardião do arsenal de armas com que o Médico dá combate às doenças. É quem atende às requisições a qualquer hora do dia ou da noite. O lema do Farmacêutico é o mesmo do
soldado: servir.

Um serve à pátria; outro serve à humanidade, sem nenhuma discriminação de cor ou raça. O Farmacêutico é um verdadeiro cidadão do mundo. Porque por maiores que sejam a vaidade e o orgulho dos homens, a doença os abate – e é então que o Farmacêutico os vê. O orgulho humano pode enganar todas as criaturas: não engana ao Farmacêutico.

O Farmacêutico sorri filosoficamente no fundo do seu laboratório, ao aviar uma receita, porque diante das drogas que manipula não há distinção nenhuma entre o fígado de um Rothschild e o do pobre negro da roça que vem comprar 50 centavos de maná e sene.

Infelizmente em nossa profissão nem tudo é belo, o passado foi promissor, o presente é preocupante e o futuro depende de cada profissional. Em meados do século XIX, os farmacêuticos dominavam o processo de produção dos medicamentos em sua totalidade.

Com o advento da industrialização dos medicamentos, soros e vacinas, a farmácia passou a abrigar, além da prática da manipulação de produtos magistrais, a venda das especialidades farmacêuticas.

Aos poucos, as características principais da farmácia modificaram-se, afetando diretamente o perfil do farmacêutico. Na visão da categoria, o campo profissional de maior interesse, não só pela remuneração, mas também pela aplicação de conhecimento técnico, passou a ser a indústria.

O afastamento da profissão farmacêutica do lugar original de trabalho (a farmácia) associado às transformações tecnológicas e funcionais caracteriza, segundo Santos, um processo de “desprofissionalização”, entendido como a perda de suas qualidades específicas, em especial o monopólio do conhecimento, a confiança pública e a perspectiva da autonomia do trabalho.

Seu afastamento criou espaço para que leigos e comerciantes, sem qualquer conhecimento técnico, assumissem o seu “lugar”, estimulando o consumo irracional de medicamentos e colocando em risco a saúde da população.

Para Perini, um processo consequente da evolução tecnológica transformou as ações do farmacêutico, que o aproximam do médico e de seu cliente, em atos vazios de um sentido transcendente às relações comerciais. Sua “casa de saúde” transformou-se em “entreposto comercial”, um empório.

É preciso que essa profissão volte a ter seu reconhecimento no Brasil, pois suas bases estão ligadas à pesquisa, à manipulação, à produção, à atenção farmacêutica, à farmacologia clínica e à dispensação dos medicamentos essenciais às ações de saúde.

Deve ser considerada como um exercício profissional de forma semelhante a qualquer outra profissão da área da saúde, onde o profissional é responsável por satisfazer as necessidades de cuidado específico de cada paciente, indo ao encontro de uma necessidade social única, feita por meio da aplicação de conhecimento e habilidades especificas, proporcionando ao paciente, as necessidades relacionadas ao bem-estar geral. Para atender de forma eficaz a essa necessidade social, é necessário que o profissional farmacêutico veja o paciente como um indivíduo com direitos, conhecimentos e experiência, que trate o paciente como parceiro no planejamento do cuidado, sendo sempre esse responsável pela tomada da decisão final.

Para que possa reviver sua profissão, é importante que o farmacêutico atue junto à população de diversas maneiras, dentre elas:

Orientando preventivamente;

Profissional dotado de conhecimentos dentro da farmácia;

Potencial na atenção primária como prestadores de serviços à população;

O farmacêutico não como um tecnicista, mas um educador em saúde;

Profissional atualizado técnico-cientificamente;

Vínculo com o paciente a partir do momento em que o paciente recebe atenção especial do profissional, começa desenvolver-se uma relação de confiança com o farmacêutico e, certamente, esse paciente voltará a procurar aquele estabelecimento, pois ele perceberá que ali não apenas são dispensados medicamentos, como também são oferecidos serviços farmacêuticos;

O farmacêutico tem de ser um praticante da saúde, de forma que ele seja ouvido, respeitado e possa aperfeiçoar a segurança, a eficácia, a melhoria da qualidade dos medicamentos do atendimento à população.

Nos cursos de farmácia, o objetivo maior é formar profissionais competentes e comprometidos, agindo de maneira ética e voltados para a Atenção Farmacêutica, que é o resgate da profissão. Esse conceito é considerado novo, apesar de evocar o princípio do ofício, que é o da convivência e do diálogo com o paciente.

Quando falamos no farmacêutico, pensamos sempre no profissional dentro do laboratório ou de difícil acesso na farmácia, que nunca conversa com o paciente. A Atenção Farmacêutica defende justamente o contrário: o acompanhamento da evolução da saúde do paciente.

A Atenção Farmacêutica vem preencher uma lacuna de uma profissão há muito deficiente de uma identidade profissional e, por isso, foi considerada por muitos a nova razão de ser ou missão da profissão de Farmácia. Porém, vista talvez em uma perspectiva mais pragmática, essa nova prática também representa uma forma negativa de cultura, que vem para combater os valores culturais vigentes na profissão: uma contracultura.

Dessa forma, a atenção farmacêutica apareceria no cenário da Farmácia mundial para contrapor os valores atuais, por considerá-los ultrapassados. É importante salientar que isso pode ainda representar uma revolução profissional silenciosa, posicionando os grupos atualmente privilegiados da profissão em uma situação de maior vulnerabilidade.

Realizando suas funções com qualificação perante a sociedade, o farmacêutico poderá usufruir as mais de 60 atividades em sua área, pois possui uma cultura forte o suficiente para influenciar o pensar e o fazer profissional de seus integrantes, obtendo o respeito e confiança do paciente e dos outros profissionais de saúde.

Somente o farmacêutico poderá evitar que um medicamento vire um veneno letal, mas para adquirir cada vez mais habilidades, é preciso que tenha um pensamento voltado ao conhecimento dos fármacos, inclusive da legislação sanitária, para que, no futuro, possam exercer plenamente a profissão, sem ameaças penais ou prejuízos à população. Os treinamentos e reciclagens na área de dispensação de medicamentos, acompanhados pela supervisão direta e educação continuada, devem fazer parte do dia-a- dia do farmacêutico para, assim, buscar seu papel social perante a sociedade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. Santos MR. Do boticário ao bioquímico: as transformações ocorridas com a profissão farmacêutica no Brasil [dissertação de mestrado]. Rio de Janeiro: Escola Nacional de Saúde Pública/ Fundação Oswaldo Cruz; 1993.
2. Perini E. A questão do farmacêutico: remédio ou discurso? In: Bonfim JRA, Mercucci VL, organizadores. A construção da política de medicamentos. São Paulo: Hucitec-Sobravime; 1997. p. 323-34.
3. Silva, L. R e Vieira, E. M; Conhecimento dos farmacêuticos sobre legislação sanitária e regulamentação da profissão. Rev. Saúde Pública v.38 n.3 – São Paulo jun. 2004.
4. Barbério, J.C; Evolução da profissão farmacêutica nos últimos 40 anos. Rev. Brasileira de Ciências Farmacêuticas v.41 n.3 – São Paulo jul./set. 2005.
5. CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO PIAUI, disponível no endereço www.crf-pi.org.br. Acessado em março de 2007.
6. www.portalfarmacia.com.br/farmacia. Acessado em março de 2007.
7. CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DE MINAS GERAIS, disponível no endereço www.crfmg.org. Acessado em março de 2007.
8. Cipolle, Robert J, Strand, Linda M e Morley Peter C; O Exercício do Cuidado Farmacêutico. New York: Mc Graw-Hill. 1998.

Fonte:Fonte:en.wikipedia.org/ www.saude.df.gov.br/www.unieuro.edu.br/www.sifep.org.br

História

Quando a coroa portuguesa instituiu no Brasil o governo geral, o primeiro governador, Tomé de Souza, veio, em 1549, para a colônia trazendo várias autoridades, funcionários civis e militares, aproximadamente mil pessoas que se instalaram na Bahia.

O corpo sanitário da armada compunha-se de apenas um boticário (antiga denominação do farmacêutico), Diogo de Castro, com função oficial e com salário. Não havia nesta armada nenhum físico, denominação de médico na época. O físico-mor só viria a ser instituído no segundo governo, o de Duarte da Costa.

O comércio das drogas e medicamentos era privativo dos boticários, segundo o que estava nas ordenações , conjunto de leis portuguesas que regeram o Brasil durante todo o período colonial.

No tempo da Real Botica os remédios eram, na sua grande maioria, plantas medicinais, porém desde 1730 o brasileiro usava o mercúrio e o arsênico importados da Europa. Em 3 de outubro de 1832, criou-se, no Rio de Janeiro, o primeiro curso de farmácia do Brasil, ligado à faculdade de medicina.

Em 4 de abril de 1839, criou-se por meio da lei provincial No. 140, publicada na secretaria do governo da provincia de Minas Gerais em 13/05/1839, a Escola de Farmácia de ouro preto, a primeira faculdade independente do curso de medicina no Brasil. A Escola de Farmácia de Porto Alegre surgiu em 1896 e a de São Paulo em 1898.

Dia do Farmacêutico

Profissional cada vez mais solicitado no mercado, o farmacêutico deve ser educador, líder e prestador de serviços – Em 20 de janeiro, comemora-se o Dia do Farmacêutico. Nos últimos tempos, o profissional ultrapassou os limites das farmácias, local onde sua presença é imprescindível. Além de atuar em salas de aula, o farmacêutico também é um educador para a comunidade, pois é responsável por oferecer informações e orientar quanto ao uso correto de medicamentos e à qualidade de vida.

O farmacêutico deve ser capaz de tomar decisões, deve ser comunicador, líder, prestador de serviços farmacêuticos, além de estar permanentemente atualizado, informa Emílio José de Azevedo, responsável técnico pelas unidades da Drogaria Rosário rede do Distrito Federal. Segundo ele, o trabalho também engloba compartilhar com outros profissionais a responsabilidade pelos cuidados da saúde da população. Um dos principais desafios é conseguir que os tratamentos medicamentosos sejam racionais, eficazes, seguros e de custo acessível , conta o farmacêutico.

Cabe ao profissional, na prática diária, obter o maior número de informações necessárias para avaliar o grau de entendimento do paciente acerca dos problemas de saúde e dos cuidados e terapias medicamentosas indicadas no tratamento. Com esse objetivo, a Drogaria Rosário lançou um programa pioneiro no Distrito Federal: a Farmácia-Escola.

A primeira unidade da Farmácia-Escola foi inaugurada em fevereiro do ano passado, no Setor Comercial Sul, e a segunda em outubro, no Lago Norte. O trabalho consiste em oferecer atendimento gratuito a pacientes crônicos, além de proporcionar horas de estágio aos alunos de Farmácia da UniEuro parceira da Drogaria Rosário no programa. A intenção é ampliar cada vez mais o atendimento, agregando diferentes serviços e tornando o trabalho multidisciplinar, já que o farmacêutico deve atuar diretamente com outros profissionais de saúde , afirma Emílio.

Muitos cursos de Farmácia são carentes de bibliotecas, hospitais-escolas, laboratórios, farmácias-escolas e outros instrumentos que são essenciais ao bom aprendizado. Para Emílio de Azevedo, este é um dos desafios do setor, que requer cada vez mais profissionais qualificados. O ensino farmacêutico não deve ser apenas tecnicista, mas também crítico e humanístico, com o foco nas questões sociais da comunidade , finaliza Emílio.

Principais atribuições do farmacêutico:

Atender com cortesia e estar sempre disponível para esclarecer dúvidas;

Primar pela boa postura e apresentação pessoal;

Saber ouvir e estimular o paciente a falar;

Conhecer, interpretar e estabelecer condições para o cumprimento da legislação pertinente;

Monitorar e registrar a temperatura dos refrigeradores que armazenam medicamentos;

Garantir a guarda e conservação de medicamentos em condições adequadas de temperatura e umidade, segundo a legislação sanitária;

Manter os medicamentos sujeitos a controle especial em armários com chave sob sua responsabilidade, dispensando-os somente mediante prescrição médica em receituário próprio;

Realizar escrituração e balanços mensais, trimestrais e anuais, de acordo com a legislação vigente;

Avaliar a prescrição médica e, em caso de dúvidas, entrar em contato com o médico para confirmação;

Realizar a intercambialidade do medicamento de referência pelo genérico correspondente, conforme legislação.

Profissão

A profissão de farmacêutico é muito antiga, e até o século passado esse profissional era conhecido como boticário. O primeiro curso brasileiro de farmácia surgiu no Rio de Janeiro no ano de 1832, porém a profissão só foi regulamentada 99 anos depois, no ano de 1931, quando a graduação passou a ser obrigatória para o exercício da profissão.

Os farmacêuticos são os profissionais de saúde especializados no uso de medicamentos e fármacos e suas consequencias no corpo humano e animal. A ciência farmacêutica tem como fundamento os conhecimentos de química e biologia, e o profissional atua basicamente nas modalidades de fármacos e medicamentos, alimentos e análises clinicas e toxicológicas.

Área de Atuação e Perfil do Profissional

Antigamente o boticário fazia os medicamentos utilizando métodos primitivos para extrair o princípio ativo dos elementos da natureza, especialmente das plantas. Hoje em dia os fármacos tem origem sintética, apesar de terem sido desenvolvidos a partir dos princípios ativos extraidos da natureza.

Essa é uma profissão que cuida da saúde humana e animal, e o profissional precisa ter um perfil investigativo, gostar muito de quimica e de biologia, estar sempre atento e atualizado sobre o surgimento de novas tecnologias e de novas descobertas, pois este é uma área que está em constante evolução.

O farmacêutico está habilitado para atuar em toda a cadeia produtica do medicamento, desde o desenvolvimento do medicamento até sua comercialização no balcão da farmácia, é responsável pela sua criação, pela sua qualidade e responde pelas farmácias, inclusive dentro dos hospitais.

Dia do Farmacêutico

Curso de Formação

O curso de graduação em farmácia tem duração de 5 anos, formando profissionais da área de saúde comprometidos com a saúde coletiva e individual do homem, com capacidade técnica para desenvolver suas atividades na área de medicamentos, análises clínicas e alimentos.

Atualmente não são mais reconhecidos os cursos de farmácia-bioquimica e de farmácia industrial, prevalecendo somente a habilitação de Farmacêutico generalista.

A grade curricular do curso contempla diversas disciplinas básicas e de saúde, porém a base do curso são as disciplinas de quimica e biologia, que serão estudadas durante os cinco anos de forma bastante aprofundada, capacitando o profissional a desenvolver novos medicamentos, e conhecer profundamente as formulações existentes, conhecendo as ações e reações de cada elemento que compõem as multiplas fórmulas existentes.

Dia do Farmacêutico

Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho para os Farmacêuticos é bastante amplo, e existem muitas vagas, especialmente depois da lei que obriga a as farmácias a terem um profissional Farmacêutico.

Porém além da trabalharem em farmácias eles podem trabalhar em laboratórios de agricultura, cosméticos e análises clínicas, na industria, na prevenção de pragas, no desenvolvimento de novos medicamentos, em centros de pesquisas, em equipes multiprofissionais da área de saúde, e outras atuações afins. É um mercado em contínua expansão e que oferece bons salários.

Fonte: en.wikipedia.org/ www.saude.df.gov.br/www.unieuro.edu.br/www.sifep.org.br/www.saudelazer.com/www.saude.culturamix.com

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