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Dia do Padeiro

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8 de julho

Dia do Padeiro

Dia do Panificador

8 de julho

O que é ser um panificador?

O panificador ou popularmente chamado de padeiro é o profissional responsável por produzir pães (massa feita de farinha, em geral de trigo, ou outro cereal, que é amassada e assada no forno) salgados e doces, que podem ser recheados ou não, tortas, quiches, bolos, tortas doces, doces dos mais variados, entre outras guloseimas. A padaria é um estabelecimento comercial industrial de pequeno porte, que vende os produtos produzidos pelos padeiros.

O pão é um alimento base na vida do brasileiro, e atualmente, com o aumento da competitividade no setor, a maioria das padarias inova, produzindo pães de vários sabores e formatos, além de guloseimas cada vez mais requintadas. O profissional panificador geralmente trabalha de madrugada, para que os consumidores tenham, pela manhã, o pão fresquinho.

Quais as características necessárias para ser um panificador?

Para ser um bom padeiro é necessário ter “jeito” com massas, ou seja, é necessário ter o que os padeiros chamam de “mão boa” para massas. É necessário também se atualizar sempre por meio de cursos, oficinas e Workshop.

Além dessas, outras características interessantes são:

Gosto por culinária

Capacidade de organização

Capacidade de observação

Responsabilidade

Interesse em aprender novas receitas

Agilidade e disposição

Capacidade de ouvir críticas

Higiene

Visão estética

Qual a formação necessária para ser um panificador?

Não existe formação necessária para ser um padeiro, embora cursos e especializações sejam muito importantes e muitas vezes indispensáveis na hora da contratação. Existem muitos cursos para se tornar um panificador, sejam eles de curta duração, à distância e até gratuitos.

Exemplos de matérias que fazem parte dos cursos são: especial de pães doces e salgados, bolos, biscoitos, massas sovadas, folhadas, lanches e recitas lights. Grandes padarias costumam incentivar os funcionários a se especializarem e também fornecem treinamentos, para que os profissionais sejam mais qualificados e atualizados, assim produzindo as melhores receitas.

Quais são as principais atividades de um panificador?

Organizar os materiais necessários

Produzir as massas

Modelar o pão

Produzir recheios e coberturas, se necessário

Assar os pães

Bater massas de bolos, biscoitos e tortas

Confeitar os doces, sempre levando em conta o lado estético

Armazenar e embalar os produtos da melhor forma possível

Áreas de atuação e especialidades

Padarias

Trabalha exercendo a função de panificador, podendo inclusive administrar o estabelecimento

Padarias artesanais

O padeiro pode trabalhar em padarias artesanais, ou por conta própria, produzindo pães diferentes e sob encomenda para festas e reuniões. Os pães artesanais são muito requisitados, por serem mais pessoais e originais.

Autônomo

Produzindo pães, bolos, tortas e doces para serem vendidos em outro estabelecimento

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho nessa área é grande, e aumenta cada vez mais. Com o aumento da competitividade, a quantidade de padarias cresceu, além do desenvolvimento na qualidade do serviço, além do número de funcionários que cresceu muito. Atualmente, sobram vagas nessa área e faltam profissionais qualificados para preenchê-las, por isso o profissional que se qualificar e investir em especializações é muito bem visto no mercado de trabalho.

O pão é um alimento indispensável na vida do brasileiro, segundo pesquisas quarenta milhões de consumidores entram nas padarias brasileiras todos os dias.

Curiosidades

O pão foi produzido pela primeira vez pelos povos que habitavam a região das aldeias palafitas, onde agora é a Suíça, por volta do ano 10.000 a.C., e, segundo a Bíblia foram os hebreus os responsáveis pela descoberta e divulgação da massa fermentada. No Egito antigo, o pão pagava salários, como por exemplo, o dos camponeses, que ganhavam três pães e dois cântaros de cerveja por dia de trabalho.

As padarias surgiram por volta do ano 4.000 a.C., em Jerusalém, após o aprendizado dos métodos de fermentação com os egípcios. Pouco tempo depois, a cidade de Jerusalém já tinha uma rua de padarias.

O pão também teve sua importância em Roma e na Grécia, sendo que foi em Roma, no ano 500 a.C. que surgiu a primeira escola de padeiros. As máquinas amassadeiras só surgiram no século XIX, porém, o alto custo e a maquinização da produção causou hostilidade nos fregueses.

8 de julho

Dia 08 de julho é dia de Santa Isabel, padroeira dos panificadores.

Por isso, neste dia é comemorado também o Dia do Panificador, conhecido popularmente como padeiro.

A panificação é uma atividade muito antiga. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas.

A utilização de fornos de barro para cozimento dos mesmos começou com os egípcios, sendo atribuída a eles também a descoberta do acréscimo de líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.

Dia do Padeiro

Na mesma época, os judeus também fabricavam pães, porém sem fermento, pois acreditavam que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.

Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, e depois passou a ser fabricado em padarias públicas. Foi aí que surgiram os primeiros padeiros. Com a queda do Império Romano, as padarias europeias desapareceram, retornando o fabrico doméstico do pão na maior parte da Europa.

No século XVII, a França tornou-se o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação. Depois, a primazia no fabrico de pão passou a Viena, Áustria.

A invenção de novos processos de moagem da farinha contribuiu muito para a indústria de panificação. Durante o processo de evolução da fabricação de pães foram utilizados para triturar grãos de trigo, os moinhos de pedra manuais, os movidos por animais, os movidos pela água e, finalmente, pelos moinhos de vento.

Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881, com a invenção dos cilindros, a trituração dos grãos de trigo e, conseqüentemente, a produção de pães foi aprimorada consideravelmente.

De acordo com o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre, o Brasil conheceu o pão no século XIX. Antes do pão, o que se conhecia, em tempos coloniais, era o biju de tapioca. No início, a fabricação de pão, no país, obedecia a uma espécie de ritual próprio, com cerimônias e cruzes nas massas. Foi com a chegada dos imigrantes italianos que a atividade da panificação começou se expandir.

Santa Isabel

É de Portugal a história de Santa Isabel, padroeira dos panificadores. Conta-se que, no ano de 1333, em Portugal, houve uma fome terrível, durante a qual nem os ricos eram poupados. Reinava, então, D. Diniz, casado com D. Isabel, uma rainha cheia de virtudes.

Para aliviar a situação de fome, ela empenhou suas jóias e mandou vir trigo de lugares distantes para abastecer o celeiro real e assim, manter seu costume de distribuir pão aos pobres durante as crises.

Num desses dias de distribuição, apareceu inesperadamente o rei.

Temendo a censura, ela escondeu os pães no regaço.

O rei percebeu o gesto e perguntou surpreso:

– Que tendes em seu regaço?

A rainha, erguendo o pensamento ao Senhor, disse em voz trêmula:

– São rosas, senhor.

O rei replicou:

– Rosas em janeiro? Deixai que as veja e aspire seu perfume.

Santa Isabel abriu os braços e no chão, para pasmo geral, caíram rosas frescas, perfumadas, as mais belas até então vistas.

O rei Diniz não se conteve e beijou as mãos da esposa, retirando-se enquanto os pobres gritavam: Milagre, milagre!

 

8 de julho

Conta a história portuguesa que, no ano de 1333, sob o reinado de D. Diniz, casado com D. Isabel, houve uma fome terrível. Para melhorar a situação, D. Isabel empenhou suas jóias para poder comprar trigo de outras regiões e assim, poder manter seu costume de distribuir pão aos pobres.

Em um dos dias de distribuição, o rei apareceu inesperadamente. Com medo de ser censurada, ela escondeu os pães em seu regaço. O rei percebendo o gesto perguntou: “Que tendes em seu regaço?”. A rainha

respondeu em voz trêmula: “São rosas, meu senhor”. O rei, não acreditando, pediu para vê-las. Isabel abriu os braços e, para surpresa de todos, caíram ao chão rosas frescas e perfumadas. O rei não se conteve e beijou as mãos da esposa enquanto, os pobres gritava: “Milagre, milagre!”.

Atualmente, comemora-se no dia 08 de julho, o dia de Santa Isabel. Por isso, neste dia é comemorado também o dia do panificador. A panificação é uma atividade muito antiga. Os primeiros pães foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas. A utilização de fornos de barro para cozimento dos mesmos começou com os egípcios.

Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, e depois passou a ser fabricado em padarias públicas. Foi aí que surgiram os primeiros padeiros. No século XVII, a França tornou-se o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação. No Brasil, a chegada do pão ocorreu no século XIX. No início, a fabricação do pão era uma espécie de ritual, com cerimônias. Com a chegada dos imigrantes italianos, a atividade de panificação começou a se expandir.

 

8 de julho

A profissão de padeiro tem um significado maior do que a simples feitura de pães, doces ou bolos. A história do pão e, conseqüentemente, a do padeiro, permeia toda a história da humanidade, principalmente no âmbito religioso.

O pão se tornou o símbolo da vida, alimento do corpo e da alma. Até hoje simboliza a fé, na missa católica, pois a hóstia consagrada representa o corpo de Cristo.

O pão faz parte da alimentação humana há milhares de anos a.C., quando ainda era feito com o fruto do carvalho triturado, lavado com água fervente para perder o amargor e posto a secar ao sol.

A utilização de farinhas na feitura do pão veio bem depois, visto que era usada apenas em sopas e mingaus. Mais tarde, à farinha foram adicionados outros ingredientes: mel, azeite doce, mosto e ovos, formando uma espécie de bolo que teria sido o antepassado do pão atual.

Os egípcios foram os primeiros povos que utilizaram fornos para assar pães. É também atribuído a eles o acréscimo de um líquido fermentado à massa para deixá-la mais macia e leve.

O Brasil conheceu o pão apenas no século XIX, conforme o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre. Antes disso, consumia-se o beiju.

A atividade panificadora no Brasil se expandiu com os imigrantes italianos. Nas grandes cidades proliferaram as padarias, muito conhecidas na cidade de São Paulo, mais especificamente no bairro do Bexiga, onde ainda são fabricados pães típicos italianos.

A história da padroeira dos panificadores, santa Isabel, vem de Portugal. Conta-se que em 1333, em Portugal, houve uma fome terrível; nem os ricos foram poupados.

D. Isabel, uma rainha muito virtuosa, casada com o rei D. Diniz, empenhou suas jóias e mandou vir trigo de lugares distantes para abastecer o celeiro real, mantendo, dessa forma, seu costume de distribuir pães aos pobres durante as crises. Sua caridade, porém era anônima; nem o rei sabia dessa atividade.

Num desses dias de distribuição, o rei apareceu, inesperadamente, e a rainha, temendo a censura do marido, escondeu os pães nas dobras do avental.

O rei percebeu o gesto e perguntou, surpreso:

Que tendes em vosso avental?

A rainha, erguendo o pensamento ao Senhor, disse em voz trêmula:

São rosas, senhor.

O rei replicou:

Rosas em janeiro? Deixai que eu as veja e aspire seu perfume.

Santa Isabel abriu o avental e, no chão, para espanto geral, caíram rosas frescas, perfumadas, as mais belas até então vistas.

D. Diniz não se conteve e beijou as mãos da esposa, retirando-se enquanto os pobres gritavam: “Milagre, milagre !”.

Por essa razão, o Dia do Padeiro (ou panificador) é comemorado no mesmo dia de santa Isabel.

 

8 de julho

Hoje é o Dia do Padeiro! Esse profissional é responsável por produzir um dos alimentos mais universais e necessários ao homem: o pão. Se na Pré-História os grãos misturados à água eram cozidos entre duas pedras super quentes, atualmente existem fornos ultramodernos que dão origem ao pão. No controle disso tudo está o padeiro.

Na Revista Programa (JB, 16/22 de junho de 2006, p. 03), Cristiano Dias escreve: “(O pão) foi o primeiro alimento transformado por nós”. “Nós”, na verdade, quer dizer eles, os padeiros. Acordar cedo e amassar o trigo é tarefa deles. A nossa é por à mesa o café, a manteiga, o queijo…

O desenrolar da história mostra os vários estágios de “valor” do pão. No Egito antigo, os padeiros fabricavam mais que um alimento; o pão tinha valor monetário.

No Cristianismo o pão tem um valor simbólico tremendo. Aqui ele representa o corpo de Cristo. O próprio mestre Jesus afirmou: ” (…)

Eu sou o pão da vida; o que vem a mim, jamais terá fome (…)”_ João 6.35. E ainda em outra ocasião: “E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim”_ Lucas 22.19. Assim como o pão é alimento nutricional, Jesus é alimento para a alma. Atualmente, o pão é alvo de polêmico por seu valor calórico. Engorda ou não engorda? Ainda tem a história do nocivo glúten.

Seriam os padeiros vilões da humanidade por produzirem um alimento tão prejudicial à saúde? Oh!!!!!!! A verdade é que um pãozinho quentinho acompanhado de um café se torna algo irresistível.

Parabéns padeiros pelo dia! Que Deus os abençoe!!!!!!

Fonte: www.brasilprofissoes.com.br/UFGNet/www.ufrgs.br/www.paulinas.org.br/www.viaarte.org

 

 

 

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