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Dia de Todos os Santos

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1º de Novembro

Essa celebração teve origem em Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no século VI.

Várias foram as razões para realizar essa festa: resgatar a lembrança daqueles cujo nomes foram omitidos por falta de documentos e que somente são conhecidos por Deus, alcançar, por sua intercessão, as graças de que necessitamos e ter sempre presente esses modelos de conduta, a fim de imitá-los.

Deus prometeu de fato dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. Hoje todos esses Santos que tiveram fé na promessa de Cristo, a despeito das fáceis seduções do mal e das aparentes derrotas do bem, alegram-se e exultam pela grande recompensa dada por um Rei incompreensivelmente misericordioso e gênero, DEUS. Os Santos são amigos eficazes, pois a vontade deles e totalmente semelhante à de Deus, manifestada em Cristo, único Senhor deles e nosso.

Essa celebração presta homenagem também a todos os Santos desconhecidos, sem nome, que pareceram presença inútil no mundo, mas que carregaram em silêncio a marca do Filho do homem, ou seja a cruz. Para Deus, os Santos são amados todos do mesmo modo, pois o que conta não é a irradiação do testemunho dado na terra pelo mais lembrado ou pelo mais escondido deles, mas a fidelidade e o amor que somente Deus conhece.

Esta festa quer homenagear a multidão dos Santos que estão na glória de Deus e são para todos nós motivo de imensa alegria, pois são irmãos e irmãs nossos que souberam viver em Cristo e, pela graça de Deus, alcançaram a plenitude da vida eterna.

O significado do dia de Todos os Santos

Todos os anos, a 1 de novembro, a Igreja católica honra todos os santos, conhecidos e desconhecidos. É um dia em que aproveita para recordar que a santidade não está “reservada a uma elite” e que todos os homens são chamados à santidade.

No dia 1 de Novembro comemora-se o dia de “Todos os Santos”.

Neste dia as pessoas vão ao cemitério arranjar as sepulturas dos seus entes queridos que já faleceram, com flores, que por tradição nesta altura do ano são crisântemos.

É também neste dia que logo pela manhã se juntam grupos de crianças que vão batendo de porta em porta pedindo às pessoas que lhes dêem os “santinhos” pela alma das pessoas que já morreram.

As crianças levam nas mãos uma bolsa de pano e quando fazem o pedido às pessoas, elas dão o que querem ou podem, como por exemplo: dinheiro, maçãs, castanhas, rebuçados, nozes, bolos, chocolates etc.

Antigamente todas as pessoas iam pedir os “santinhos” porque havia muita miséria e estas pediam por necessidade. Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e quando chegavam os pedintes (pobres), eles entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam alguma coisa.

Hoje já só se pedem os “santinhos” para não se perder a tradição.

É costume neste dia as pessoas confeccionarem broas de milho para comerem e darem.

No dia 1 de Novembro as pessoas arranjam as sepulturas e no dia seguinte vão à missa de Finados, que é uma missa em memória de todos os que já morreram.

História

A Igreja Católica chamou “Santos” a aqueles que se dedicaram para que sua própria vida lhe seja o mais agradável possível a Nosso Senhor.

Há uns que foram “canonizados”, ou seja, declarados oficialmente Santos pelo Sumo Pontífice, por isso por sua intercessão se conseguiram admiráveis milagres, e porque depois de ter examinado minuciosamente seus textos e de ter feito uma cuidadosa investigação e interrogatório às testemunhas que os acompanharam em sua vida, chegou-se à conclusão de que praticaram as virtudes em grau heroico.

Para ser declarado “santo” pela Igreja Católica se necessita toda uma série de trâmites rigorosos. Primeiro uma exaustiva investigação com pessoas que o conheceram, para saber se na verdade sua vida foi exemplar e virtuosa. Se for possível comprovar pelo testemunho de muitos que seu comportamento foi exemplar, é declarado “Servo de Deus”. Se por detalhadas investigações se chega à conclusão de que suas virtudes, foram heroicas, é declarado “Venerável”.

Mais tarde, se por sua intercessão se consegue algum milagre totalmente inexplicável por meios humanos, é declarado “Beato”. Finalmente se conseguir um novo e maravilhoso milagre por ter pedido sua intercessão, o Papa o declara “santo”.

No caso de alguns Santos o procedimento de canonização foi rápido, como por exemplo, para São Francisco de Agarram e Santo Antonio, que só durou 2 anos.

Pouquíssimos outros foram declarados Santos seis anos depois de sua morte, ou aos 15 ou 20 anos. Para a imensa maioria, os trâmites para sua beatificação e canonização duram 30, 40, 50 e até cem anos ou mais. Depois de 20 ou 30 anos de investigações, a maior ou menor rapidez para a beatificação ou canonização, depende de quem obtém mais ou menos logo os milagres requeridos.

Os Santos “canonizados” oficialmente pela Igreja Católica são vários milhares. Mas existe uma imensa quantidade de Santos não canonizados, mas que já estão gozando de Deus no céu. A eles especialmente está dedicada esta festa de hoje.

Dia de Todos os Santos

No dia 1 de Novembro comemora-se o dia de “Todos os Santos”. Neste dia as pessoas vão ao cemitério arranjar as sepulturas dos seus entes queridos que já faleceram, com flores, que por tradição nesta altura do ano são crisântemos. É também neste dia que logo pela manhã se juntam grupos de crianças que vão batendo de porta em porta pedindo às pessoas que lhes dêem os “santinhos” pela alma das pessoas que já morreram.

As crianças levam nas mãos uma bolsa de pano e quando fazem o pedido às pessoas, elas dão o que querem ou podem, como por exemplo: dinheiro, maçãs, castanhas, rebuçados, nozes, bolos, chocolates etc.

Antigamente todas as pessoas iam pedir os “santinhos” porque havia muita miséria e estas pediam por necessidade. Normalmente as pessoas punham as mesas com o que tinham em casa (comida e bebida) e quando chegavam os pedintes (pobres), eles entravam e comiam à vontade e à saída ainda lhes davam alguma coisa.

Haloween, dia de todos os santos ou bruxas?

Apesar de estar sendo disseminado pelos EUA como mais uma via de consumismo, a festa das bruxas vem da Europa e incorpora diversas influências de vários povos (Celtas, romanos antigos e cristãos).

Há mais de mil anos onde hoje é a Grã-Bretanha e Norte da França viviam os Celtas, eles adoravam a natureza e tinham o sol como principal deus.

Para eles o ano novo acontecia com o início do inverno, o que corresponderia a primeiro de novembro do nosso calendário; acreditavam que nesta data o Deus-Sol era aprisionado por Samhain (senhor dos mortos e príncipe das trevas). Na noite anterior (31 de outubro), acreditavam que Samhain reunia todos os mortos e estes assumiam diferentes formas, inclusive de animais, principalmente gatos. Na verdade era um culto agrário, pois coincidia com o fim das colheitas, ocasião em que seus sacerdotes (druidas) realizavam diversos rituais purificadores, inclusive o de apagar todos os fogos da aldeia e acenderem uma única fogueira no alto da colina e somente no dia seguinte as pessoas iam buscar novos fogos desta fogueira para utilizarem em suas casas, dando início a um novo ciclo de atividades. Estes cerimoniais duravam três dias, formando um festival onde muitas pessoas desfilavam vestidas de animais.

Com as invasões romanas no século I da nossa Era, os romanos invadiram a Bretanha e misturou este festival celta com o festival dedicado a deusa Pomona que também era festejada em novembro. Mais tarde com a disseminação da religião cristã na Europa estes festivais receberam novos ingredientes. No ano 835 da Era Cristã, a Igreja Católica Romana criou o dia de todos os santos a ser comemorado em primeiro de novembro com o nome de HallowMas (Missa de Todos os Santos) ou All Hallow (Todos os Santos). Anos mais tarde, a Igreja criava o dia de Todas as Almas a ser comemorado em 02 de novembro, sendo que nestas comemorações continuaram os desfiles dos celtas, porém com pessoas vestidas de santos, anjos e demônios. Apesar da tentativa de cristianizar as comemorações pagãs a noite que antecedia a primeiro de novembro, ou seja a Noite de Todos os Santos (chamada de All Hallow Even) continuou sendo o festival de Samhain, porém seu nome acabou sendo modificado em All Hallow’s Eve, Hallowe’en, e finalmente Halloween.

Mas até aqui nada se falou sobre as bruxas e abóboras. Para entender isso precisamos saber quem são as bruxas. A palavra bruxa na língua inglesa é witch e é derivada da palavra anglo-saxônica wicce, da alemã wissen que significa saber ou conhecer e wikken que significa adivinhar, ou sejam, eram mulheres que tinham o conhecimento, que sabiam. Estas bruxas não tinham a conotação pejorativa de hoje, eram consideradas sábias, conhecedoras das ervas medicinais para a cura das enfermidades do vilarejo onde residiam, eram aptas para realizar partos e preparar os ungüentos, eram respeitadas e dotadas de poderes espirituais e seus conhecimentos eram passados de mãe para filha. No início de fevereiro e final de outubro, estas mulheres cultuavam seus principais deuses e a imagem de alguns continham chifres os quais eram símbolos de poder e fecundidade, representando a virilidade do Deus da Natureza para fecundar a Terra. Sendo que estes deuses foram mais tarde tachados pela igreja como os demônios da cultura judaico-cristã.

Com a tradição patriarcal e machista cristã estas mulheres foram depostas de seus cargos, proibidas de praticarem suas ciências, de cultuarem seus deuses, condenadas ao silêncio, reduzidas ao segundo plano na tribo e a submissão total aos homens. Mais tarde com as intolerâncias religiosas do catolicismo e protestantismo, aquelas que se rebelaram ou continuaram a praticar os costumes de seus antepassados foram torturadas, enforcadas ou queimadas vivas em nome do Deus Cristão.

Quanto ao uso das abóboras no Halloween é um costume de tradição Irlandesa. Conta-se que um homem chamado Jack, após sua morte, foi proibido de entrar no paraíso devido a ser muito avarento e de ficar no inferno devido a ter enganado o diabo, assim, pediu ao diabo algumas brasas para iluminar o caminho e voltar ao nosso mundo. Para proteger a brasa que o diabo tinha dado, Jack colocou o carvão incandescente dentro de um nabo esburacado e formou sua lanterna, ficando conhecido assim como Jack o’lantern. Esta história se incorporou ao Halloween e quando os irlandeses foram para os Estados Unidos, quase não encontraram nabos e tiveram a ideia de o substituíram por abóboras.

Este é um assunto muito vasto, valendo lembrar que Halloween não é brasileiro e não pertence ao nosso folclore, no entanto, possui muitas informações que vão desde a perda do poder das mulheres a intolerância religiosa, aos costumes pagãos e perpetuação da magia e ritualística aldeã que estão sempre presentes, porém de forma velada ou reinterpretada em muitas brincadeiras e festas. Infelizmente ao invés de aproveitarem esta data para debaterem tais assuntos, a data se transformou em cultura de massa com objetivos puramente comerciais, onde se aproveitam para fazer festas a fantasia e sobrepor costumes estrangeiros aos nossos.

Fonte: www.gladiadoruniverso.hpg.ig.com.br/ web.educom.pt/www.acidigital.com/www.cidadaopg.sp.gov.br/www.piracaia.com/

 

 

 

 

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