Dia do Estivador

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18 de Outubro

Dia do Estivador (ou Dia dos Trabalhadores Portuários) é uma data comemorativa anual, como a que se celebra em 18 de outubro, em homenagem aos trabalhadores que carregam e descarregam navios, uma atividade crucial para o comércio global. Esses profissionais, também chamados de estivadores, gerenciam a carga, garantindo a eficiência nos portos.

Estivador – História

Mesmo depois de muitos anos exercendo a profissão, os estivadores brasileiros só começaram a se organizar em uniões de operários e sindicatos a partir do século XIX. Em 1993 a profissão já era reconhecida pelo decreto 29 de 1993, posteriormente pela lei específica 8.630/93 e depois regulamentada pela Lei 9.719, de 1998.

A Lei 8.630, conhecida como a Lei dos Portos, trouxe uma profunda reformulação nos conceitos da vida portuária brasileira, especialmente no que diz respeito à exploração das instalações portuárias, à prestação dos serviços, às relações capital/trabalho no trabalho, à administração portuária e à participação do estado na atividade do porto.

Além disso, o trabalho de estiva deixou de ser predominantemente braçal, uma mudança importantíssima para a classe. Hoje, a profissão exige, além da força física, treinamento para lidar com as máquinas e organização racional para aproveitar os espaços e distribuir o peso para não afetar a estabilidade do navio.

Os operadores portuários devem constituir, em cada porto organizado, um Órgão de Gestão de Mão-de-Obra (OGMO), tendo como finalidade fundamental administrar o fornecimento de mão-de-obra do trabalhador portuário, manter – com exclusividade – o cadastro do trabalhador portuário e o registro do trabalho portuário avulso e promover treinamentos e habilitação profissional ao trabalhador portuário. Além disso, o OGMO está apto para aplicar, quando couber, normas disciplinares previstas em lei, contrato, convenção ou acordo coletivo de trabalho, no caso de transgressão disciplinar.

Uma das competências fundamentais é a de zelar pelas normas de saúde, higiene e segurança no trabalho avulso e, por isso, foi editada a Norma Regulamentadora 29 (tripartite), de Segurança e Saúde no Trabalho.

Portuário, que objetiva regular a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais, facilitar os primeiros-socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários.

Estando sob responsabilidade e competência dos atores do setor portuário (OGMO, operadores portuários, administração portuária, empregadores, trabalhadores portuários, etc) no desenvolvimento de programas voltados à segurança e saúde no ambiente de trabalho.

Estivador – Profissional

O estivador é um profissional de extrema importância na economia do país.

É a ele que cabe a tarefa de carregar e descarregar navios, arrumar mercadorias, regular e manter a marcha e o equilíbrio das embarcações.

O estivador recebe no porão a carga transportada do cais pelo guindaste, arruma as mercadorias e facilita a sua distribuição.

Além da força física, a profissão exige do trabalhador a organização racional das mercadorias no navio para aproveitar os espaços, não danificar os produtos durante o transporte e distribuir o peso para não afetar a estabilidade do navio.

Dia do EstivadorDia do Estivador

A profissão de estivador confere muitos riscos à vida. Eles trabalham com carga pesada e, quando o porto não é modernizado, os riscos aumentam.

Em 1993, o então presidente Itamar Franco sancionou uma lei de modernização dos portos e atraiu investimentos da iniciativa privada.

Estivador – O que é

Dia do EstivadorDia do Estivador

Um estivador é alguém que carrega e descarrega navios, normalmente trabalhando em equipe para garantir que o processo é suave e eficiente. As pessoas que fazem este trabalho são figuras icônicas, em muitas culturas, graças à sua extrema força e bocas infame descortês, historicamente, eram conhecidos por ter linguagem bastante salgado, assim como marinheiros. Eles também têm desempenhado um papel vital no movimento operário em muitas partes do mundo, e hoje, estivadores tendem a ser membros de sindicatos, garantindo que eles recebam taxas razoáveis de remuneração e proteção contra extenuantes horas e condições perigosas.

As pessoas têm usado este termo para descrever alguém que lida com a carga e descarga de navios desde 1700. Ela vem do estibador espanhol, que é derivado do estibar, “para arrumar”, uma palavra que por sua vez tem origem na palavra latina stipare, “fazer as malas.” O uso da palavra, sem dúvida, se espalhou por meio de marinheiros, que são famosos por trazer trechos de língua estrangeira em todo o mundo com eles.

Além de ser referido como um estiva, estes trabalhadores doca também são conhecidos como longshoremen ou janelas de encaixe, dependendo da preferência regional. ” Longshoreman “é especialmente comum na América do Norte, e provavelmente é derivado de” homem ao longo da costa “, uma descrição muito apropriada de alguém que faz este trabalho em um continente onde muitos navios são descarregados no mar e em pequenos barcos para garantir que seus bens chegou a pequenas comunidades.

Por tradição, os estivadores são contratados por dia, conforme necessário, embora alguns portos manter uma equipe doca permanente. Força bruta não é o único traço que a pessoa possui, embora seja importante. Além de ser forte, o indivíduo também deve estar muito familiarizado com os navios, como ele ou ela precisa saber a melhor maneira de guardar uma grande variedade de cargas itens. Historicamente, este era extremamente difícil, graças ao uso de embalagens variadas, agora que a maior parte da carga passa container, esta parte do trabalho é um pouco menos difícil.

Estivadores também tem que ser capaz de lidar com equipamentos de cais, como guindastes e empilhadeiras, com segurança e eficiência, e eles precisam estar muito conscientes das questões de segurança emergentes, incluindo materiais perigosos a bordo do navio e em torno das docas. Eles são frequentemente encorajados a olhar um para o outro nas docas, onde as condições podem mudar rapidamente, e eles levaram essa comunhão com eles na tradição de sindicalização. Alguém que deseja aderir à União como um estivador deve geralmente apresentam as habilidades básicas necessárias antes que ele ou ela será aceita e, em alguns portos, uma pessoa não pode começar o trabalho sem um cartão de união, fazendo adesão crítica.

Estiva – O que é

Estiva é uma profissão que envolve a carga e descarga de navios, além de diversas outras funções cais e responsabilidades. As pessoas nesta ocupação são normalmente conhecido como estivadores na Europa, embora os seus homólogos nos Estados Unidos e em outras áreas também são referidos como estivadores.

Em países onde a estiva é comum, toda a carga que passa por dois portos nacionais e internacionais geralmente serão tratadas por pessoas nesta ocupação. Alguns estivadores operar máquinas pesadas, como tratores reboques e guindastes, enquanto outros executam trabalho manual ou trabalho de escritório. As empresas que se especializam em carga e descarga de navios de transporte são por vezes referido como empresas de estiva.

A palavra “estiva” entrou no idioma Inglês por meio de Espanhol ou Português, sendo que ambos têm igualmente soar termos para descrever as pessoas que lidam com a carga de navios mercantes. Desde que entrou Inglês, o termo teve uma série de significados ligeiramente diferentes. A ocupação do estivador é muitas vezes usado de forma intercambiável com outras pessoas, tais como “estivador” no Reino Unido e “estivador” nos Estados Unidos, apesar de estivador também pode se referir especificamente a trabalhadores altamente qualificados ou experientes. Empresas de estiva são muitas vezes contratados para lidar com o trabalho portuário, bem como, caso em que eles muitas vezes empregam homens e mulheres conhecidos como estivadores, estivadores, ou wharfies, dependendo da localização.

Ao mesmo tempo, estivadores principalmente embarcou embarcações de transporte, uma vez que entrou em um porto e trabalhou para descarregar a carga a partir daí, em que estivadores pontos ou estivadores iria lidar com os bens, uma vez que estavam no banco dos réus. Esta distinção perdeu um pouco de sua rigidez com o advento do transporte de contêineres, já que os guindastes e outros equipamentos pesados usados para carregar e descarregar contêineres modulares são muitas vezes localizados na doca. Desta forma, estiva moderno pode incluir toda a gama de carga responsabilidades manuseamento.

A maneira que cada porta pegas de estiva é normalmente ditada pelo país ou área onde está localizado dentro Algumas áreas têm portas que são operados pelo governo ou por meio de uma parceria entre interesses públicos e privados, embora outros contrato a todas as operações de estiva de empresas privadas. Em muitos casos, todos os estivadores que operam fora de um porto particular deve pertencer a um sindicato específico.

O sindicato, então, decide que os estivadores receber os empregos disponíveis, geralmente em algum tipo de base de antiguidade. Muitas vezes, é difícil começar uma carreira como um estivador, devido ao grande número de trabalhadores em relação aos empregos disponíveis, além do rigoroso processo necessário para aderir à União, se estiver presente.

O Estivador e a Estiva

estivador é o trabalhador que organiza as cargas para embarque e desembarque dos navios nos portos. Hoje, grande parte desta atividade está automatizada.

Mesmo assim, é considerado um trabalho perigoso, insalubre e estressante, já que as condições de trabalho quase sempre não são boas, onde acidentes são comuns. Carregar e descarregar navios exige conhecimento da maquinaria de carga, de mecânica e física, e domínios das técnicas apropriadas para o transporte e acomodação de cargas, além de conhecimentos sobre transporte seguro de materiais perigosos.

Normalmente é exigida no acesso à profissão uma boa condição física e disponibilidade para compreender e seguir ordens. Estes trabalhadores oferecem seus serviços a todos aqueles que operam mercadorias na área do porto organizado, sendo requisitados previamente ao OGMO – Órgão Gestor de Mão-de-obra, implementado nos portos a partir da Lei de Modernização dos Portos, por operadores portuários ou não. Interessa saber que a atuação da estiva, diferentemente da legalidade trabalhista de outras categorias, não configuram vínculo empregatício com o OGMO ou mesmo com quem requisitou seus serviços, sendo, portanto, o autônomo e dependente da movimentação para atingir remuneração.

Estiva é o serviço realizado pelos, “estivadores”, manualmente ou com o auxílio de equipamentos, a bordo de embarcações principais ou auxiliares, “lash”, entendendo-se como tal a carga, descarga, movimentação, consumo, arrumação e retirada de mercadorias no convés ou nos porões – estivagem e desestivagem (JUNQUEIRA, 2002)

A estrutura de trabalho no porto de Santos, com provável similaridade nos demais portos públicos, armou uma armadilha que vem sendo acionada de forma silenciosa, mas com forte poder de eficiência nos tempos futuros. Pouco mais da metade dos trabalhadores registrados e cadastrados no Ogmo, só cursou até o ensino básico. O “até” significa que um expressivo contingente (26%) sequer completou esse estágio. Na base dos cálculos estão 4.740 trabalhadores, dentro dos quais 51% terão muita dificuldade de alçancar os novos patamares operacionais do porto, pela utilização crescente de sofisticados equipamentos, plugados, direta ou indiretamente, em softwares. Adentra-se, com essa tendência, a um confronto social excludente, com chances de maior aproveitamento de novos candidatos a emprego no cais que cursaram até o segundo grau completo, detêm conhecimentos de informática e de inglês básico. A sentença selecionadora já tem sido cumprida pelos terminais do porto, em cujos anúncios de abertura de vagas explicitam aquelas exigências. O desdobrar histórico desse episódio tem suas raízes na lei dos portos, 1993, tempo em que os empresários conseguiram introduzir nas normas trabalhistas portuárias dois itens que um dia viria a frutificar.

Pois os terminais tanto podem aceitar avulsos com registro no Ogmo, em regime CLT, como também pelo regime celetista. Há resistência por parte dos estivadores, porque subsiste uma cultura de liberdade pelo avulso, construída por décadas, ou pela crença de que ganharão menos, aceitando o vínculo empregatício. O conceito de que “eu não tenho patrão”, do avulso age como contraponto aos atrativos dos terminais. O empresariado, no entanto, tem argumentos contrários, por oferecer, ao lado do salário mensal fixo, planos de saúde e de carreira, por exemplo.

Sob o prisma socioeconômico é um desafio que deve ser encarado pelo sistema portuário. Mais de dois mil avulsos precisam ter a oportunidade de crescer, a fim de visualizarem um futuro com alguma segurança de trabalho. Sem essa base, o resto é nulo. Como o avulso só ganha quando trabalha, e as colocações variam nas 24 horas do dia, a frequência ao banco escolar precisa de um estímulo financeiro. É sistema típico de bolsa.

Cursos de nível médio para cima são comuns na região para atividades de porto, enquanto para a base, praticamente nada.

Esta em jogo, ainda, a implantação da multifuncionalidade no porto, sistema pelo qual um trabalhador poderá exercer diferentes tarefas, com ganhos também diferenciados. Será um avanço no setor, cuja implantação, neste momento, fica seriamente prejudicada.

Fonte: UFGNet/www.wisegeek.org/ www.federacaodosestivadores.org.br/www.jusbrasil.com.br/www.ogmoimbituba.com.br/www.unisantos.br

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