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Dia da Aeromoça

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31 de Maio

Dia da Aeromoça

A profissão – Aeromoça, Comissaria ou Comissario de Vôo

A(o) Comissaria(o) de Voo(a)/Aeromoça é, antes de tudo, um agente de segurança. Preparado para qualquer emergência, este profissional zela pela tranquilidade e conforto dos passageiros. Além, claro, de fazer o atendimento de bordo durante o voo.

A aviação hoje em dia tem as portas abertas para todos, sem discriminação, e possibilita até formar os profissionais, uma vez que não se exige experiência. Já o sucesso profissional depende do esforço e dedicação de cada um, assim como em qualquer carreira.

São várias as vantagens de atuar nesta área. Entre elas estão: salário atrativo (ganhos iniciais de R$ 2.000, em média), muitos benefícios, possibilidade de conhecer o mundo todo e de ter contato com culturas e pessoas de todos os tipos. A aeromoça ou comissaria(o) não paga passagem quando quer viajar a lazer e este benefício é também para alguns familiares. Além de tudo isso, o glamour da profissão ainda continua.

Mercado e as perspectivas – Aeromoça | Comissaria ou Comissario de Vôo

A(o) comissaria(o) ou aeromoça pode atuar em companhias aéreas nacionais e internacionais. A carreira internacional, claro, é a mais promissora, pois permite que o profissional adquira cultura de várias partes do mundo e financeiramente também é melhor.O mercado está cada vez mais aquecido.

As companhias nacionais estão expandindo suas rotas, outras entrando no mercado, e, como mais pessoas hoje em dia estão voando, a demanda por profissionais é constante. As empresas internacionais também fazem recrutamentos com muita frequência e estão sempre em busca de Comissários brasileiros, que são os mais bem preparados do mundo.

Um comissário hoje tem ganhos iniciais na faixa de R$ 2.000. Já um profissional experiente, atuando em uma companhia aérea internacional, pode chegar a ganhar US$ 2.500 (quase R$ 5.000).

A história da profissão de Aeromoça e comissário de bordo

Dia da Aeromoça

A profissão de comissário de bordo ou aeromoça para mulheres, surgiu em 1930 por reivindicação de uma mulher, Ellen Church (na foto à esquerda). Apaixonada por aviação e por não poder pilotar uma aeronave por ser mulher, a enfermeira sugeriu à Boeing Air Transport que colocasse enfermeiras a bordo dos aviões para cuidar da saúde e segurança dos passageiros durante o voo.

As primeiras moças contratadas deveriam ser solteiras, não terem filhos, obedecer a um padrão de peso e altura, porém possuiam salários muito baixos. A idéia fez muito sucesso, pois as mulheres a bordo passavam segurança aos passageiros, já que a mulher era considerada uma figura de fragilidade, e tendo mulheres trabalhando a bordo passava a idéia aos viajantes de que o avião não era tão perigoso quanto pensavam.

Devido a Segunda Guerra Mundial e com a convocação das enfermeiras para os campos de batalha, as companhias aéreas então começaram a colocar mulheres de nível superior a bordo. Tudo isso sem perder o charme e a elegância, já que esta profissional representaria a empresa. A profissão se popularizou e perdeu o símbolo sensual que possuía. Foi então que surgiu o “comissário“.

Hoje é uma das profissões que mais cresce no Brasil, devido a ascensão da aviação brasileira e o baixo custo de passagens aéreas.

31 de Maio

Aeromoças, uma profissão entre o glamour, a mídia e o medo

Enquanto no Brasil aeromoças ainda posam para revistas masculinas, sua profissão assume novos aspectos em tempos de turismo de massa, terrorismo e profissionalização.

Chegando às bancas nesta semana, a edição de setembro da revista Playboy brasileira traz como atração três aeromoças demitidas da Varig. Não é a primeira vez que revistas masculinas usam as profissionais do ar em suas páginas.

Dia da Aeromoça
Aeromoça demonstra procedimento de segurança: a realidade da profissão

Já nos anos de 1980, a edição norte-americana da mesma revista usava regularmente o mesmo tema. A exploração midiática de uma profissão conhecida como feminina atingia o seu ápice, após sua imagem de glamour – utilizada como instrumento de venda nos anos de 1960 e 1970 – ter se exaurido por tanta comercialização da mídia.

Como propagava o filósofo francês Jean Baudrillard por ocasião da Guerra do Golfo, o que acontece na mídia não acontece na realidade. Um trabalho acadêmico da renomada Universidade Humboldt de Berlim e profissionais da área dão maiores esclarecimentos sobre a profissão, cuja verdadeira imagem, em época de turismo de massa, ameaças terroristas e profissionalização, parece ser bem outra.

Os zepelins e as enfermeiras

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Os ‘anjos da guarda’ dos primeiros tempos

Tudo começou com o zepelim. Os primeiros profissionais do ar, até o início da década de 30, eram todos homens, afirma Carolyn Ammann, que defendeu a tese de mestrado na Universidade Humboldt com o tema Aeromoça – Aspectos da história da fascinação de uma profissão feminina.

Como objeto de estudo, Ammann observa a evolução da imagem da profissão, dos primórdios da aviação até os dias de hoje.

No fundo, afirma Ammann, esta imagem acompanhou a própria evolução da aeronáutica. A precariedade dos instrumentos de orientação dos primeiros tempos da aviação comercial e a pouca autonomia de vôo faziam do voar uma aventura. Não foi à toa que as primeiras profissionais eram enfermeiras, usando inclusive uniformes de enfermeiras durante o vôo.

Mulher, jovem, solteira e enfermeira: eram estas as condições de admissão da United Air Lines, no início de 1930. O sucesso do empreendimento foi repetido por todo o mundo. Desde então, afirma Ammann, a profissão ganhou a imagem ideal de uma determinada feminilidade, escondendo assim o duro trabalho que envolve.

Os anos dourados da aviação

O desenvolvimento da aeronáutica durante a Segunda Grande Guerra permitiu aeronaves maiores e mais seguras, as hélices foram substituídas por turbinas e já nos anos de 1950, a profissão de aeromoça perdia somente para a de modelo e estrela de cinema, na escala dos sonhos das jovens.

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Com aviões mais seguros, a imagem de “anjo da guarda” pôde ser substituída pela do glamour e, no cinema dos anos 60, o papel de aeromoça era tratado como um verdadeiro troféu para homens de boa situação financeira. A Branniff, companhia aérea texana, foi uma das que mais exploraram a nova imagem de suas funcionárias, vestindo-as com uniformes desenhados por designers famosos e batizando seus aviões com nomes femininos.

Seu lucro logo duplicou, explica Ammann. Neste caso, a aeromoça não somente aparecia na propaganda, a propaganda era ela própria, mas não como aeromoça e sim como imagem feminina.

Outras companhias também seguiram o mesmo exemplo: “Vou processar a Varig pela minha separação”, anunciava uma dona-de-casa com avental e espanador numa propaganda da Varig de 1962, relata Ammann em sua pesquisa. Na mídia e na propaganda, a imagem da profissão era quase sempre feminina, enquanto o passageiro e o capitão eram homens. Ammann explica que a exacerbação da exploração comercial desta imagem da aeromoça resultou na sua vulgarização.

Gravatas e lenços de pescoço

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Na Alemanha, a profissão não é considerada como feminina

A partir da década de 1970, organizações sindicais começaram a lutar pela abolição de cláusulas como a proibição do matrimônio e o limite de idade. Ao mesmo tempo comissários de bordo passaram a ser contratados com maior frequência, explica Ammann.

Em entrevista a DW-WORLD, o chefe de cabine Dirk Schäfer e o comissário brasileiro Carlos Brito, ambos funcionários da companhia aérea alemã LTU, confirmam o que Ammann constatou: sua profissão é feminina só na imagem. “O número de funcionários homens sobe diariamente”, afirmam os comissários.

Juntamente com o desgaste da imagem da profissão, as duras regras de aceitação levaram as companhias a contratarem cada vez mais homens, sendo a Alemanha um dos países onde a profissão de aeromoça não pertence às chamadas profissões femininas, já que a taxa de profissionais masculinos ultrapassa os 20%.

Uma evolução que historicamente acompanha a introdução de jatos com maior capacidade de passageiros e a liberalização do setor, fatos que abriram o caminho para o turismo de massa.

Depois do 11 de setembro

Ammann explica ainda que a necessidade de segurança provocada pelos atentados de 11 de setembro de 2001 relembra os primeiros tempos da aviação. Desta vez, não é mais a enfermeira que é requisitada, mas algo como a babá.

Fabio Biondo, comissário de bordo da Lufthansa, afirma que “já no treinamento, somos confrontados com o problema da segurança”.

Apesar de estar ali para demonstrar segurança aos passageiros, o medo também começou a fazer parte de seu cotidiano, afirmou um dos comissários entrevistados. Desta forma, a realidade atual da profissão pouco tem a ver com aquela vendida na mídia, afirma Ammann. A edição da revista masculina com as aeromoças da Varig confirma que, mesmo quando o emprego se vai, a imagem fica.

31 de Maio

Como funcionam as tripulações de linhas aéreas

História das tripulações

Desde os primeiros aviões, os pilotos têm sido as estrelas da aviação mundial e seu papel tem evoluído consideravelmente ao longo dos anos. Os principais progressos no mundo dos pilotos são devido aos novos equipamentos e à mudança dos padrões de treinamento.

Quando os aviões foram inventados, eles tinham sistemas de controle relativamente simples e eram geralmente pilotados pelos próprios projetistas, como no caso de Santos Dumont. Voar era uma arte difícil, mas como todo mundo era amador a única maneira de aprender era pela tentativa e erro.

Com o desenvolvimento da tecnologia da aviação, mais e mais treinamento era necessário. Sistemas automatizados e instrumentos sofisticados faziam muito do trabalho do piloto, mas ele também tinha de entender o que os instrumentos faziam. Se você leu Como tornar-se piloto de uma companhia de aviação, sabe que os pilotos têm de passar por muito trabalho antes que possam pilotar para as grandes companhias aéreas.

O primeiro treinamento amplo e padronizado veio com a Primeira Guerra Mundial, quando os militares começaram a colocar os soldados no ar. O treinamento militar com aeronaves foi expandido durante a Segunda Guerra Mundial e nas décadas seguintes.

Nos anos 20, os EUA começaram a regulamentação do projeto das aeronaves e do treinamento para pilotos. O único jeito para atender aos padrões das companhias aéreas era ter uma grande experiência na força aérea militar. Dos anos 30 até os anos 60, a grande maioria dos pilotos era composta de homens brancos com algum treinamento militar. Hoje em dia, existem cada vez mais pilotos que são mulheres, afro-americanos ou pertencentes a outras minorias e aproximadamente metade dos pilotos americanos atuais nunca esteve nas forças armadas.

O mundo dos comissários também mudou significativamente desde o começo da aviação comercial. As primeiras linhas aéreas eram, na realidade, aviões do serviço postal com alguns assentos extras para passageiros. Nesses vôos, a tripulação era composta somente de pilotos que estavam tão ocupados na pilotagem do avião que não tinham tempo de atender aos passageiros.

Eventualmente, algumas empresas contratavam atendentes para os vôos. Esses membros da tripulação eram geralmente adolescentes ou homens de baixa estatura e estavam à bordo para carregar as bagagens, tranquilizar passageiros com medo e ajudar as pessoas a se acomodar na aeronave. Em 1930, uma jovem enfermeira chamada Ellen Church junto com Steve Stimpson da Boeing Air Transport surgiram com um novo tipo de atendimento.

Church propôs que enfermeiras profissionais seriam ideais para fazer parte de uma tripulação porque poderiam ajudar os passageiros que passassem mal. A Boeing, que era até então uma linha aérea e fabricante de aeronaves, contratou oito enfermeiras por um período de experiência de três meses. Essas novas atendentes que foram chamadas de “aeromoças” logo se tornaram parte integral de todas as linhas aéreas.

Elas não precisavam mais ter formação em enfermagem, mas o caráter maternal era considerado como um elemento chave na profissão.

Dia da Aeromoça
As primeiras oito aeromoças que eram enfermeiras e foram trabalhar na Boeing Air Transport em 1930

Até recentemente havia um grande controle sobre as aeromoças. Elas não podiam ser casadas porque os maridos reclamariam das longas horas em que ficariam fora de casa. A maioria das linhas aéreas tinha certas restrições de altura, peso e proporções. A vestimenta também era restritiva. Elas tinham que vestir uniformes que mostravam a silhueta, salto alto e luvas brancas quando voavam. Embora fosse um emprego perfeitamente respeitável para mulheres jovens, as primeiras aeromoças eram geralmente mal pagas, tinham benefícios mínimos e estavam em uma posição subserviente a dos pilotos.

Dia da Aeromoça
Antigamente as linhas aéreas impunham fortes restrições às aeromoças

Durante os anos 60, 70 e 80, os sindicatos das aeromoças e os representantes dos movimentos da igualdade de direitos conseguiram enormes mudanças nas linhas aéreas que tinham esses tipos de problemas. Desde os anos 70, a política das principais empresas aéreas tem sido contratar tanto homens como mulheres e não ter restrições quanto ao peso ou à altura. Os comissários de bordo hoje em dia têm os mesmos benefícios que os pilotos e as linhas aéreas os reconhecem como profissionais cruciais. No final das contas, para muitos passageiros o comissário de bordo é o cartão de visitas da linha aérea.

Para aprender mais sobre os comissários de bordo e sobre os pilotos das linha aéreas, confira alguns dos sites listados na próxima página. À medida que as companhias aéreas continuam a expandir para atender a crescente procura, mais e mais jovens estão ingressando nesta carreira. Para aqueles trabalhadores que aguentam longas horas de trabalho e um estilo de vida imprevisível, não há nada parecido com esta profissão.

Fonte: www.ceabbrasil.com.br/www.dw-world.de/viagem.hsw.uol.com.br

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