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7 de Maio
O Dia Mundial do Silêncio é celebrado anualmente em 7 de maio. Instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a data conscientiza sobre os males da poluição sonora (estresse, perda auditiva, distúrbios do sono) e convida a pausas para o bem-estar mental, reduzindo ruídos no cotidiano.
A data incentiva pausas no cotidiano agitado para reduzir o estresse, melhorar a concentração e valorizar a saúde mental, combatendo o excesso de ruídos, e promover a saúde física e mental.
A data tem como objetivo combater os efeitos nocivos do excesso de barulho urbano. Alerta para os danos físicos e mentais causados pelo barulho excessivo, como perda de audição e aumento do estresse.
A data também reforça a necessidade de respeitar as leis de silêncio e o sossego alheio.
A Lei do Silêncio regula os limites de ruído para garantir o sossego, com regras mais rígidas entre 22h e 7h, geralmente limitando a 45-50 dB em áreas residenciais. A perturbação é crime (Lei de Contravenções Penais, art. 42) a qualquer hora, não apenas após as 22h, permitindo denúncias à PM (190) ou Prefeitura (156).
O barulho excessivo que incomoda pode ser punido independentemente do horário, com base no Código Civil (art. 1.277) e na Lei de Contravenções Penais (art. 42).
Dia do Silêncio
Silêncio – O que é
O silêncio é a ausência completa de som, ruído ou fala, representando um estado de quietude ou quietude. Pode significar uma pausa temporária na conversa, a falta de comunicação (sigilo) ou uma ordem para parar de falar. Também é interpretado como uma experiência “percebida” – um momento reconhecido de quietude, e não apenas um vazio.
Silêncio é o eco reflexivo interior, o voo da solidão gigante, o grito eloquente no auge da dor, o clamor do oprimido, a expressão criadora do poeta.
O silêncio é a ausência de barulho, sons, vozes e ruídos, segundo a definição de dicionários e enciclopédias.
Do ponto de vista da espiritualidade, o silêncio é força e caminho propício à introspeção e à meditação.
O silêncio dos imensos desertos, por onde caminham os peregrinos, em busca da fonte inesgotável de paz e harmonia.
O silêncio que nos acompanha na intimidade e está conosco no instante final, companheiro e guia no caminho da eternidade.
Silêncio é a força misteriosa, repleta de sutilezas e transparências, que nos dá a medida exata da pureza, da humildade, da riqueza interior.
Sem o silêncio a alma fica pequena.
“Há o silêncio manipulador, o silêncio torturante, o silêncio chantagista, o silêncio rancoroso, o silêncio conivente, o silêncio da zombaria, o silêncio imbecil, o silêncio do desprezo.
Há pessoas que matam com seu silêncio. Há silêncios que esmagam a justiça e a bondade, na calada da noite.
O silêncio mais puro é aquele que guarda a confidência.
Este silêncio jamais é excessivo.
Não se deve apregoar aos quatro ventos o que foi murmurado na intimidade da amizade e do amor.
O silêncio mais sábio é aquele que fazemos diante dos impertinentes, intolerantes e desbocados.
É o silêncio do Cristo inocente diante dos acusadores, o silêncio dos espaços infinitos diante da quase infinita capacidade nossa de falar ou escrever sem razão.
Calar da maneira certa é deixar que uma voz mais profunda seja ouvida.
A voz severa, a voz serena, a voz suave e firme da verdade.”
Fonte: Colégio São Francisco/Kplus/www.amecape.org.br
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