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1º de Agosto
O Dia Mundial da Amamentação é comemorado em 1º de agosto, marcando o início da Semana Mundial de Aleitamento Materno, celebrada em mais de 120 países para promover a amamentação exclusiva até os seis meses e continuada. A data visa conscientizar sobre os benefícios nutricionais e imunológicos do leite materno, para promover o aleitamento materno exclusivo durante os primeiros seis meses de vida, proporcionando benefícios essenciais para a saúde de crianças e mães.
O aleitamento materno possui inúmeras vantagens tanto para a mãe quanto o bebê.
O bebê recebe os anticorpos, nutrientes na medida certa para o seu crescimento e desenvolvimento. É a primeira vacina do bebê.
Para a mãe é o primeiro contato afetivo através da amamentação, conhecendo aquele bebê que acabou de nascer e também ajuda a contrair o útero para que volte ao tamanho normal e evite a hemorragia pós parto.
O leite materno possui diversos benefícios, dentre eles:
O leite materno possui os nutrientes essenciais para os primeiros meses do bebê. Ajuda no seu sistema imunológico evitando infecções e doenças.
Auxilia no desenvolvimento da visão, cérebro e outros sistemas do corpo.
Benefícios da amamentação
Dia Mundial da Amamentação
A lista de benefícios da amamentação é longa. Amamentar é a melhor coisa que qualquer mãe pode fazer por si mesma e pelo bebê.
O leite materno contém todas as proteínas, açúcares, gorduras, vitaminas e água que seu bebê precisa para ser saudável. Ele também contém certos nutrientes que a fórmula em pó não pode, como anticorpos e glóbulos brancos. É um alimento vivo e não reprodutivo.
Aí está sua principal vantagem: protege a criança, quase como uma vacina, de certas doenças e enfermidades. Por outro lado, é facilmente digerível. Mas a lista de benefícios não termina aí: bebês amamentados sofrem menos cólicas e são menos propensos a desenvolver gastroenterites, infecções respiratórias e alergias. O colostro – nome dado ao leite nos primeiros dias de vida – é muito rico em substâncias anti-infecciosas, o que é muito importante para o bebê, principalmente nas primeiras fases de vida, “solteira”, por isso é muito vulnerável. na ação de bactérias e outros vírus.
Claro, isso não significa que um bebê que tem mamadeira (especialmente se a preparação for feita corretamente, de forma limpa) esteja condenado a ser constantemente infectado. Não goza dos mesmos benefícios imunológicos.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que as crianças sejam amamentadas exclusivamente por até seis meses e depois por pelo menos 2 anos como suplemento. Se esta for sua escolha, resista às adversidades e certifique-se de realizar o sonho de amamentar seu bebê. Conheça a si mesmo, tire dúvidas e não se esqueça: a amamentação é um projeto para duas pessoas.
Dia Mundial da Amamentação
O meu leite é suficiente?
Na maior parte dos casos, sim. No entanto, para que a mãe não sinta que está a produzir pouco leite, é fundamental começar a dar de mamar o mais cedo possível, de preferência na sala de partos. Quanto mais der de mamar, mais leite vai ter.
Quando dar de mamar?
Normalmente, o intervalo entre cada mamada é de 3 ou 4 horas. Contudo, o ideal é o bebê poder mamar quando quiser. Não há dois bebês iguais, por isso não se admire se o seu tiver um padrão alimentar completamente diferente do bebê da sua prima. Certifique-se apenas que lhe deu de mamar pelo menos oito vezes em cada 24 horas.
As mamadas devem durar quanto tempo?
Não deve haver tempo definidos. Importante é que, uma vez que a composição do leite se vai alterando ao longo da mamada, o bebê consiga esvaziar pelo menos uma mama em cada refeição. O leite do início da mamada é mais aguado e contém a maior parte das proteínas e dos açúcares. O leite do fim é mais rico em calorias, gorduras e vitaminas lipossolúveis. O bebê é que sabe quando fica satisfeito e para isso é importante que tenha ingerido leite suficiente do final da mamada.
E a mamada seguinte?
Deve começar por oferecer ao bebê a mama que ficou mais cheia, ou seja aquela que antes ofereceu em segundo lugar e na qual o bebê mamou menos tempo.
Desligue os telefones e não abra a porta. Pode dar de mamar sentada, numa cadeira de braços confortável, ou então deitada na cama. Se gosta de música, ponha um disco e, a partir daí, pense só em si e no bebê.
Dar de mamar pode deixar de ser um prazer se provocar dores e sofrimento, o que acontece se aparecerem gretas, um encaroçamento ou mesmo uma mastite. Por isso, é necessário conseguir que o peito se mantenha em condições.
O mais importante é estar atenta à forma como o bebê pega na mama, pois disso depende todo o sucesso da amamentação:
Segure no peito com o polegar por cima e os restantes dedos por baixo. Toque com o mamilo no lábio superior do bebê. Quando a boca do bebê estiver bem aberta, coloque todo o mamilo (incluindo a aréola) dentro da boca (deve ficar a ver-se mais aréola acima do lábio superior do que em baixo). Se o mamilo estiver a doer-lhe, repita todo o processo, para que o bebê pegue bem na mama.
Para fazer o bebê largar o peito não puxe bruscamente: coloque um dedo entre a boca do bebê e o mamilo.
Se o peito começar a gretar, faça uma pequena massagem antes da mamada e corrija a posição do bebê ao mamar. Depois, espalhe um pouco do seu leite no mamilo e deixe secar ao ar.
O encaroçamento do peito é outra das situações que podem surgir. Acontece quando o leite produzido não é todo consumido, acabando por ficar retido nos canais e formar pequenos caroços. Por vezes, antes de o bebê mamar, é necessário retirar um pouco de leite para que a mama fique mais macia.
Mais raras são as mastites: a mama inflama em consequência de uma infecção bacteriana de um mamilo gretado, provocando um abcesso que por sua vez dá dores, rigidez do peito, febre alta e arrepios. Vá ao seu médico e não desanime: há antibióticos compatíveis com a amamentação. Excepto se o médico disser o contrário, não deixe de dar de mamar, porque o fato de o leite ser retirado pelo bebê, vai proporcionar-lhe um certo alívio.
Dificuldades na amamentação
Rachaduras no bico do seio: As rachaduras aparecem quando a criança não está pegando bem no peito da mãe. Se a pega do bebê não estiver correta, procure corrigi-la. Se o peito estiver muito cheio, tornando a mamada difícil, retire um pouco do leite antes, para ajudar o bebê a mamar. Se não houver melhora, procure ajuda num serviço de saúde.
Seios empedrados: Quando isso acontece, é preciso esvaziar bem os seios. Não deixe de amamentar, ao contrário, amamente com frequência, sem horários fixos, inclusive à noite. Retire um pouco de leite antes de dar de mamar, para amolecer a mama e facilitar para o bebê pegar o peito. Se houver piora, procure ajuda num serviço de saúde.
Pouco leite: Para manter sempre uma boa quantidade de leite, amamente com frequência, deixando o bebê esvaziar bem o peito na mamada. Não precisa oferecer outro alimento (água, chá, suco ou leite). Se o bebê dorme bem e está ganhando peso, o leite não está sendo pouco.
Leite fraco:
Não existe leite fraco! Todo leite materno é forte e bom. A cor do leite pode variar, mas ele nunca é fraco
Nem todo choro do bebê é de fome. A criança chora quando quer aconchego, quando tem cólicas ou sente algum desconforto
Sabendo disso, não deixe que idéias falsas atrapalhem a amamentação.
Vantagens para o bebê: Crianças que mamam têm menos risco de sofrer de doenças respiratórias, infecções urinárias ou diarréias, problemas que podem levar a internações e até ao falecimento. O bebê amamentado corretamente, no futuro terá menos chance de desenvolver diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.
Vantagens para a mãe: A mulher que amamenta corre menos risco de contrair câncer de mama e de ovário. Amamentar também ajuda a mulher a voltar ao peso normal mais rápido.
Doação de leite materno: O leite materno armazenado nos bancos de leite humano é utilizado para atender bebês prematuros ou doentes que não conseguem se alimentar diretamente no seio materno. O Brasil possui a maior rede de bancos de leite humano do mundo, são 186 no país todo!
Quem pode doar:
Para ser doadora de leite materno a mulher deve estar plenamente saudável. Mães portadoras de doenças infectocontagiosas, como AIDS, não podem nem mesmo amamentar seus próprios filhos com o risco de contaminá-los
A doadora não pode fumar, beber ou tomar medicamentos
Antes da possível coleta, a doadora deve mostrar seu cartão de pré-natal e passar por uma avaliação clínica
Em alguns municípios a coleta pode ser feita em casa; a mãe telefona para o serviço responsável e os profissionais vão até ela recolher o leite
Ao chegar ao banco, o leite passa por um rigoroso controle de qualidade, sendo pasteurizado para eliminar bactérias e vírus.
Fonte: Colégio São Francisco/IBGEteen/www2.portoalegre.rs.gov.br/www.almanaquebrasil.com.br/www.leitematerno.org/bvsms.saude.gov.br/www.e-familynet.com
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