Dia Internacional da Cruz Vermelha

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8 de Maio

Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é comemorado em 8 de maio, celebrando o nascimento de seu fundador, Henry Dunant (1828). A data homenageia o trabalho voluntário e humanitário mundial, focado em proteger vidas e aliviar o sofrimento, com base em princípios como imparcialidade, neutralidade e humanidade.

Henry Dunant, um suíço que organizou atendimento a soldados feridos após a Batalha de Solferino em 1859, recebeu o primeiro Prêmio Nobel da Paz em 1901

A data homenageia o nascimento de Henry Dunant, nascido em 8 de maio de 1828, na Suíça, fundador da instituição e primeiro vencedor do Prêmio Nobel da Paz, com o objetivo de celebrar a ação humanitária e o voluntariado mundial.

O Símbolo é a A cruz vermelha (inversão da bandeira suíça) é um emblema de proteção reconhecido internacionalmente em conflitos.

A Cruz Vermelha Brasileira (CVB) foi fundada em 1907 e atua com voluntários em todo o país.

Os princípios fundamentais são as ações da instituição seguem sete princípios: Humanidade, Imparcialidade, Neutralidade, Independência, Voluntariado, Unidade e Universalidade.

Dia Internacional da Cruz VermelhaDia Mundial da Cruz Vermelha

Cruz Vermelha é uma entidade internacional, com sede em vários países do globo, cuja missão é levar assistência a quem necessite, nas mais diversas condições: feridos, prisioneiros, refugiados, enfermos.

Na guerra ou na paz, a Cruz Vermelha tem como primeiro objetivo promover o bem-estar; por isto, suas atividades podem se estender ao campo da educação, da assistência social, da prevenção de doenças, do combate de epidemias, fome e muito mais.

Na esfera social, trabalha com minorias (idosos, deficientes físicos e mentais, por exemplo), doentes crônicos, dependendo da realidade de cada país em cada época.

O importante é que a Cruz Vermelha não age sob interesse de nenhum país, empresa ou organização. Seu interesse maior é a vida, sem discriminar etnia ou nacionalidade.

Sua data é comemorada no dia do nascimento de Henri Dunant, que primeiro concebeu a idéia da Cruz Vermelha e acompanhou sua criação. Dunant ganhou o primeiro Prêmio Nobel da Paz, em 1901, e morreu em 1910. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha também recebeu um Prêmio Nobel da Paz em 1917 – o único durante a Primeira Guerra Mundial – e outro em 1944, pelo desempenho na Segunda Guerra. Quando do centenário da Fundação da Cruz Vermelha, em 1963, mais dois prêmios Nobel da Paz: um foi para o Comitê Internacional e outro para a Liga das Sociedades.

COMO SURGIU A CRUZ VERMELHA?

Dia Internacional da Cruz VermelhaHenri Dunant

A idéia da Cruz Vermelha nasceu em 1859, mais de cinquenta anos antes de sua efetiva criação e reconhecimento internacional.

Tudo começou quando Henri Dunant, um jovem suíço, se comoveu com o sofrimento no campo de batalha de Solferino, no Norte da Itália, onde os socorros militares não eram suficientes. A forte impressão causada pela dor das pessoas inspirou Henri Dunant a escrever um livro: “Recordações de Solferino”, em que descrevia dramáticas cenas da guerra. A partir dali, Dunant já percebia a necessidade de uma entidade que pudesse ajudar pessoas naquele tipo de situação.

A diferença é que, no livro, ele não se limitou a relatar as desgraças da guerra. Mais do que isto, ele sugeria a criação de grupos nacionais de ajuda e apontava a necessidade de se pensar “um princípio internacional, convencional e sagrado”, que inspiraria posteriormente a Convenção de Genebra.

Em 1863, também sob influência do livro, seis pessoas se reuniram – entre elas, Henri Dunant – para tomarem providências práticas em relação à situação exposta. Com a presença de representantes de 16 nações, o resultado foi a criação da Cruz Vermelha, a partir de quatro resoluções.

A primeira delas dizia respeito à criação de comitês de socorro, de âmbito nacional, para prover ajuda ao serviço de saúde dos exércitos. Em tempos de paz, seria responsável também pela formação de enfermeiras voluntárias. Também ficou decretada a neutralização de uma equipe de ambulâncias, hospitais militares e pessoal de saúde, a fim de fornecer ajuda sem distinção. Por fim, resolveu-se adotar a cruz vermelha como símbolo, aplicada sobre um fundo branco.

Um ano depois acontecia a primeira Convenção de Genebra, com proposições semelhantes, reunindo assinaturas de 55 países. Era o início da história do direito humanitário.

Nesta época, a Cruz Vermelha era dirigida por cidadãos suíços apenas. As Sociedades Nacionais eram compostas por membros diretamente treinados em primeiros socorros e emergência. Foi após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) que cada Sociedade Nacional formou seu próprio grupo. Unidas, formaram a Liga das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha, hoje conhecida como Federação das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

A preocupação com os direitos humanos levou à atitude contra a guerra e pela paz, principalmente depois da Primeira Guerra Mundial.

Em 1946, este objetivo foi reiterado durante uma Conferência Internacional da Cruz Vermelha, em que se colocou que “… a tarefa essencial da Liga e das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha consiste em um esforço cotidiano para manter a paz e em uma aglutinação de todas as forças e de todos os meios para impedir futuras guerras mundiais”. É bom lembrar que isto foi dito em plena Segunda Guerra Mundial.

Dois anos depois, a Conferência Internacional já reunia 46 nações. O marco desta reunião foi a Declaração sobre a Paz.

A Cruz Vermelha Brasileira foi fundada em 1908, com sede no Rio de Janeiro, e tornou-se reconhecida pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha em 1912.

O emblema como um símbolo de proteção (uso de proteção)

Esta é a finalidade essencial do emblema: em tempos de conflito, ele constitui um símbolo visível de proteção concedido pelas Convenções de Genebra. O emblema existe para mostrar aos combatentes que as pessoas (voluntários das Sociedades Nacionais, pessoal médico, delegados do CICV e assim por diante), unidades médicas (hospitais, postos de primeiros socorros etc.) e os meios de transporte (por terra, mar ou ar) são protegidos pelas Convenções de Genebra e seus Protocolos Adicionais.

O emblema, quando usado como um dispositivo de proteção, deve provocar um reflexo entre os combatentes: contenção e respeito. O emblema deve, portanto, ser de grandes dimensões.

O emblema como um símbolo de filiação ao Movimento (uso indicativo)

O uso indicativo do emblema é destinado a mostrar, em tempos de paz, que uma pessoa ou objeto estão ligados ao Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho à uma Sociedade Nacional da Cruz Vermelha ou do Crescente Vermelho, à Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, ou ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

Neste caso, o emblema deve ser de menor tamanho. O emblema também serve como um lembrete de que estas instituições trabalham de acordo com os Princípios Fundamentais do Movimento; é, portanto também um símbolo de humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, serviço voluntário, unidade e universalidade.

Cruz Vermelha – História

Em junho de 1859, na região de Solferino (norte da Itália), o jovem suíço Jean Henry Dunant, em busca de Napoleão III imperador da França, o qual presenciou uma guerra de Franceses e Italianos contra Austríacos que se desenrolava na região. Na oportunidade, Dunant participou do sofrimento de milhares de soldados que morriam abandonados nos campos de batalha. Ferimentos simples, pequenas fraturas e lesões por armas, ainda que com pouca gravidade, eram causas de mortes desses muitos soldados que em meio à batalha não recebiam quaisquer tipo de atendimento e por complicações destas lesões vinham a perder suas vidas.

Em face do horror que presenciava, Dunant organizou um grupo de voluntários com os habitantes da região, no sentido de ministrar os primeiros socorros a aqueles soldados feridos. Permaneceu ali organizando este grupo por três dias quando, ao retornar à sua cidade, empenhou-se por escrever um livro publicado em novembro de 1862 intitulado “Uma Recordação de Solferino”, onde descreve sua experiência naquele campo de batalha. Neste livro, Dunant propõe a criação de grupos de socorros destinados simplesmente ao atendimento dos feridos que deveria ser reconhecido e protegido pelos países em guerra.

Propõe ainda “um princípio internacional convencional e sagrado, o qual uma vez acordada e ratificado, serviria de base às sociedades de socorro para os feridos nos diversos países…” que vai inspirar mais tarde a elaboração das primeiras Convenções de Genebra. Com o espírito de solidariedade que sempre demonstrava, Jean Henry Dunant, que anteriormente já participara da fundação da Aliança Universal Cristã de Moços, em 17 de fevereiro de 1863, recebeu o apoio da Sociedade Pública de Genebra, fundando um Comitê Internacional de Socorro aos Feridos.

O Símbolo

Dia Internacional da Cruz VermelhaSímbolo – Cruz Vermelha

cruz vermelha é o símbolo conhecido em todo o mundo e onde quer se esteja transmite paz porque toda a gente sabe que significa ajuda generosa.

É o Símbolo de neutralidade e proteção para feridos e médicos em conflitos.

Crescente Vermelho

Acontece que o símbolo tenha sido escolhido como homenagem à Suíça, o fato de ser uma cruz levou os muçulmanos a pensarem que se confundia com o símbolo do cristianismo.

Assim, nos países muçulmanos passou a usar-se como símbolo o crescente vermelho.

Utilizado em países islâmicos, adotado oficialmente em 1929.

Os Sete Princípios da Cruz Vermelha

Humanidade: Aliviar o sofrimento humano sempre e em toda a parte.
Imparcialidade: Socorrer toda a gente sem distinção
Neutralidade: Não tomar partido dos conflitos políticos, raciais, religiosos ou ideológicos
Independência: Assegurar às Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha total autonomia, ou seja, liberdade de decisão e ação.
Voluntariado: Socorrer toda a gente de forma generosa.
Unidade: Criar uma só sociedade em cada país.
Universalidade: As sociedades Nacionais da Cruz Vermelha seguem as mesmas regras de ação e tem o mesmo dever de se entreajudarem.

Fonte: Colégio São Francisco/www.ibge.br/www.cruzvermelhasm.org.br/www.anossaescola.com

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