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25 de Outubro
O Dia Nacional do Dentista coincide com a assinatura do decreto 9.311 que criou os primeiros cursos de graduação em odontologia no país, especificamente nos estados da Bahia e Rio de Janeiro.
Através de uma portaria do Conselho Federal de Odontologia, a data passou a homenagear quem se dedica à profissão no Brasil.
No dia 25 de outubro, comemora-se o Dia do Dentista. Esta data presta homenagem a este profissional de tamanha importância na vida de todos, pois a saúde começa pela boca, e ter uma dentição saudável é sinônimo de uma boa mastigação e também de uma condição favorável à estética, aumentando a auto estima das pessoas.
Dentista – O que faz
Quem pensa que dentista só cuida dos dentes se enganou. Também trata dos problemas da gengiva, boca e ossos da face. Na verdade, ele cuida da saúde bucal como um todo, além da parte estética. Dentre as funções, pode fazer restaurações, obturações, projetar e instalar próteses e dentaduras.
O dentista é o responsável pela prestação ser serviços odontológicos. Este profissional faz restaurações, combate doenças da boca e gengiva, realiza cirurgias para remoção de dentes, executa limpeza e clareamento dos dentes e atua na orientação higiene bucal.
Pode exercer a profissão como clínico geral ou seguir uma especialidade, como, por exemplo:
Cirurgião-dentista: Realiza cirurgias
Endodontista: Trata da polpa e da raiz dos dentes.
Implantodontia: Faz implante de próteses nos maxilares
Estética: Corrige a posição dos dentes e faz clareamento
Periodontista: Trata as doenças da gengiva e dos ossos da boca
Ortodontista: Faz alterações estéticas, na mordedura e na posição dos dentes através do uso de aparelhos dentários
Odontopediatria: Cuida especificamente de doenças de crianças
Traumatologia e cirurgia buco maxilo facial: Diagnostica e trata doenças, lesões e traumas na boca, maxilar e face.
Odontologia – Curso
Como os demais cursos na área de saúde, o de odontologia é longo, durando, geralmente, cinco anos. No ciclo básico, há disciplinas como anatomia, patologia e fisiologia. Na parte profissionalizante, o aluno tem aulas de farmacologia, cirurgia, prótese e traumatologia. E logo no segundo ano treina obturações em bonecos.
Odontologia – Mercado de Trabalho
Hospitais públicos e privados, consultório particular de odontologia, instituições de ensino.
Odontologia – Especializações
Após a formação como cirurgião dentista (com duração de 5 anos), o profissional pode fazer especializações nas seguintes áreas: ortodontia, periodontia, odontologia estética, implantodontia, prótese, endodontia, odontopediatria e patologia bucal.
O Símbolo é representado pelo Caduceu de Esculápio, onde o Caduceu significa insígnia dos arautos e Esculápio, o deus da Medicina na mitologia greco-romana. Foi instituído na cor grená, com a serpente de cor amarela com estrias pretas no sentido diagonal, enrolando-se da esquerda para a direita, e o conjunto, circunscrito também na cor grená.
A serpente amarela de Esculápio, a Coluber Aesculapii , que se entrelaça da esquerda para a direita, circunscrita em círculos, surgiu após muito tempo de pesquisa.
O símbolo é entendido como ideal, por uma única justificativa: “Medicina circunscrita”, isto é “circunscrita à cavidade oral”.
A origem do mito envolvendo o Cadoceu (serpente abraçada à vara) está na Mitologia Grega. Sua escolha como símbolo representante de uma classe data dos tempos antigos.
Os povos antigos descreviam a serpente como sinônimo de poder, sabedoria e até como uma verdadeira divindade curativa. Por isso o culto passou à lenda e posteriormente, transformou-se na divindade da medicina.
Símbolo da Odontologia
A lenda descreve Esculápio, assim denominado pelos romanos, Aselépio filho de Apolo e da ninfa Coronide. Diz a mitologia que Esculápio fora adotado e criado por um Centauro Quirone que ensinou-lhe a arte médica.
Um episódio envolvendo Esculápio e a serpente tornou-os inseparáveis, associados indissoluvelmente. Pela mitologia, ao sair de da casa de uma mulher doente e já desenganada, Esculápio cruzou com a serpente não venenosa de cor amarela, pelo caminho, porém acreditando estar ameaçado não hesitou em por fim na vida da criatura.
Ocorreu logo em seguida, uma outra serpente igual a primeira em tamanho e cor, apresentou-se ao protagonista. Foi então, que Esculápio observou que o réptil, na verdade, levava na boca uma planta com a qual poderia curar àquela mulher. Deste episódio nasceu a imagem da serpente entrelaçada na vara, símbolo de autoridade e companheira inseparável de Esculápio.
Em relação a definição das cores optaram por manter as cores originais da serpente, amarela, e do bastão, grená (esta representando a própria categoria odontológica).
A criação do símbolo da Odontologia remonta ao tempo de Hipócrates (460-377 a.C.).
Conta a lenda que o pai da medicina tinha duas filhas: Hygia, que o ajudava em sua lida diária na arte de curar e no estudo dos males que afligiam o homem, e Panacéa, vaidosa, que passou a vida inteira a procura do elixir da longa vida, o soro da juventude que lhe conservasse a mocidade e a beleza.
Por isso, o vocábulo higiene significa prevenção a doenças, asseio, enquanto panacéa é a droga que não faz efeito, não serve para nada. Certa vez, estava Hipócrates em sua faina cotidiana, quando percebeu que uma cobra venenosa dele se acercou e, enrolando-se no seu cajado, estava prestes a executar o bote para aplicar-lhe a picada fatal.
Calmo, do alto de sua sabedoria e do poder que o saber lhe conferia, disse para a serpente: “se queres me fazer mal, de nada adiantará que me firas, pois tenho no corpo o antídoto contra tua peçonha. Se estás com fome, te alimentarei”. E, ato contínuo, tomou uma ânfora que usava na mistura de ervas e princípios químicos e encheu-a deleite, oferecendo-a à cobra. Esta logo desceu do cajado, enrolou-se na ânfora e bebeu o leite.
Estavam criados os símbolos da Medicina (a cobra envolvendo o cajado) e o da Farmácia (a cobra envolvendo a ânfora). De acordo com Dr. Ranilson de Amorim, por ser mais nova que a Medicina e a Farmácia, a Odontologia só teve seu símbolo criado posteriormente. “Foi em um congresso internacional realizado na cidade de Granada quando, em convenção, foi decidido que diante da origem dos símbolos da medicina e da farmácia, por ser uma profissão de saúde e estar intimamente ligada em currículo e desempenho profissional às outras duas, o seu 1º símbolo deveria ser uma pira que representa o saber, envolvida por duas serpentes; a sua pedra representativa deveria ser a granada, em homenagem à cidade que acolhera aquele evento; e a cor, o grená desta pedra preciosa”, conclui. Atualmente a pira foi substituída pelo cajado.
Deliberações sobre o símbolo da Odontologia:
a) o bastão terá o comprimento de 9/10 do diâmetro interno do círculo, tendo na parte superior a largura de 2/10 do referido diâmetro e, na parte inferior 1/10 do diâmetro citado. Seus traços laterais serão retos. Apresentará, ainda, alguns pequenos segmentos de reta, no sentido vertical, para conferir-lhe caráter lenhoso. Suas extremidades terão linhas curvas e seu traçado externo, a largura de 1/20 do diâmetro interno do círculo.
b) a serpente em sua parte mais larga, terá 1/10 do diâmetro interno do círculo e largura zero na calda. Enrolar-se-á no bastão de cima para baixo de forma elíptica passando pela frente, por trás, pela frente e parte superior e inferior do bastão, respectivamente, tendo na parte superior e inferior do bastão a distância de 2/10 do diâmetro do círculo de cada extremidade. Ostentará na boca a sua língua bífida, guardadas as mesmas proporções.
c) a largura do traçado do círculo, terá 1/10 do seu diâmetro interno e os traços externos do bastão e da serpente terão largura de 1/20 do referido diâmetro.
Anel
Uma granada engastada em arco de ouro, representando duas cobras entrelaçadas.
Bandeira
Cor grená com um círculo branco no centro e no meio do mesmo o caduceu com a cobra entrelaçada; com as seguintes dimensões: largura 2/3 do seu comprimento e o diâmetro externo do círculo deverá ter o comprimento de 2/3 da largura da bandeira.
Notas da Redenção Este símbolo foi criado a partir de um projeto de autoria do cirurgião-dentista gaúcho Euclides Luiz de Oliveira, encaminhado ao CFO.
O dia nacional do cirurgião-dentista coincide com a assinatura do decreto 9.311, de 1884, que criou os primeiros cursos de odontologia no Brasil. Por isso, essa foi a data foi escolhida para homenagear os profissionais da área.
O cirurgião-dentista é responsável por cuidar dos dentes, de problemas na gengiva, boca e ossos da face. Na verdade, ele cuida da saúde bucal como um todo, além da parte estética. Dentre as funções, pode fazer restaurações, obturações, projetar e instalar próteses e dentaduras.
O profissional pode exercer a profissão como clínico geral ou optar por outras especialidades, como cirurgia, endodontia, implantodontia, estética, periodontia, ortodontia, odontopediatria, traumatologia e cirurgia buco maxilo facial.
O curso superior de odontologia tem duração cinco anos. No ciclo básico, há disciplinas como anatomia, patologia e fisiologia. Na parte profissionalizante, o aluno tem aulas de farmacologia, cirurgia, prótese e traumatologia. E logo no segundo ano treina obturações em bonecos.
Para que serve um dentista?
Dia do Dentista
Atualmente e durante todo este século, as políticas públicas insistem em avaliar a saúde bucal contando quantos dentes perdemos em determinado período sem medir quais os impactos que a saúde oral traz à qualidade de vida de cada brasileiro.
A cada dez anos o governo brasileiro entrega à sociedade um trabalho que pretende medir a situação da Saúde Bucal dos Brasileiros, usando um índice chamado CPOD, que mede a quantidade de dentes cariados, perdidos e obturados.
Este trabalho serve como referência a todos os odontólogos que de alguma maneira conduzirão os caminhos da saúde pública e privada.
Baseados na análise quantitativa da doença, e sem rigor técnico, o governo divulgou de forma ufanista os resultados positivos da redução de cárie comparando nosso sorriso ao dos países de primeiro mundo, fazendo parecer uma vitória conquistada.
É real a redução de cáries, e todos nós sabemos que as pastas de dentes fluoretadas são as responsáveis por esta feliz redução em todos os países. Porém, tal trabalho leva mais uma vez a classe odontológica e seu ofício a serem entendidos e medidos por uma quantidade de doença adquirida e não por sua real abrangência.
É preciso ficar claro que o que deve ser medido é o impacto da qualidade de vida de cada brasileiro e o quanto a saúde oral perfeita torna este indivíduo melhor, mais feliz.
Quantas horas de trabalho perdemos tratando os dentes? Qual o impacto da saúde bucal na auto-estima do cidadão brasileiro? Quantos podem realmente sorrir com segurança? Quantos podem comer bem?
Um indivíduo que tem seus dentes mal posicionados e anteriorizados não tem a mesma segurança de sorrir que um outro com um sorriso bem posicionado. Uma pessoa que tem dores de ATM vive num estado de estresse infinitamente superior a aquele que não sente nada, e mesmo o mal hálito, por sua causa, quantas vezes deixou-se de beijar e trocar carinho.
Este é o verdadeiro e importante trabalho do cirurgião-dentista na sociedade. Somos nós que poderemos cultivar no indivíduo a semente da medicina preventiva. Está nas mãos do cirurgião-dentista o desenvolvimento da face, dos dentes da oclusão e a harmonia que poderá ser equilibradamente bela e saudável.
História da Odontologia no Brasil
Dia do Dentista
A história da Odontologia no Brasil, começa a partir de sua descoberta por Pedro Álvares Cabral em 22 de abril de 1500. Naquela época o que existia eram as extrações dentárias. As técnicas eram quase primitivas, o instrumental impróprio e não havia nenhuma forma de higiene. Anestesia, nem pensar. A odontologia era praticada pelo barbeiro ou pelo chamado “sangrador”.
Em 1839, é criada por Chaplin A. Harris, em Baltimore, Estados Unidos, a primeira Escola de Odontologia do mundo: Colégio de Cirurgia Dentária.
Joaquim José da Silva Xavier era conhecido como Tiradentes, por exercer a odontologia e destacou-se por saber colocar dentes, além de tirá-los. Ficou famoso por suas habilidades protéticas e técnica que utilizava para suas extrações. É considerado o Mártir da Inconfidência Mineira.
A partir de um decreto do imperador Dom Pedro II, em 25 de outubro de 1884, a odontologia brasileira tornou-se profissão de nível universitário. O grande responsável pela instituição do ensino odontológico no Brasil, foi o então diretor da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, Dr. Vicente Cândido Figueira Saboia. Seu empenho junto à Corte foi determinante para a criação dos cursos de Odontologia anexos às Faculdades de Medicina existentes no Rio de Janeiro e Bahia.
Em São José do Rio Preto, a classe odontológica é representada pela Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas – APCD, que presta mais de 3.400 atendimentos por ano à população em seus cursos, mesmo sem a ajuda do poder público. Estima-se que Rio Preto tenha mais de 1.200 dentistas. A odontologia em nossa cidade conta com profissionais renomados e do mais alto nível, como o Dr. Adail Vetorazzo, que proporcionam uma odontologia de referência para o estado de São Paulo e para o Brasil.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/ geocities.com/www.ufpi.br/UFGNet/www.novafapi.com.br/Universidade Federal de Goiás/www.apcdriopreto.com.br
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