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27 de Julho
O Dia Nacional do Motociclista é comemorado anualmente em 27 de julho no Brasil, celebrando a paixão, a liberdade e a segurança sobre duas rodas. A data homenageia à memória de Marcus Bernardi, um mecânico da Concessionária Honda de Sorocaba. apaixonado que faleceu em 1974, oficializando a valorização dos motociclistas no país.
A data, também, celebra o motociclismo, a comunidade e a liberdade da estrada, frequentemente com eventos beneficentes e passeios em grupo. Destaca o impacto positivo que os motociclistas têm nas comunidades, diferenciando-se de outros feriados relacionados a motocicletas.
A data é uma oportunidade para fortalecer laços de amizade e conscientizar sobre a importância de pilotar com responsabilidade e um dia de conscientização sobre segurança no trânsito, valorização da categoria, e celebração entre moto grupos.

Dia do Motociclista
Motociclistas e o trânsito
Pilotar uma motocicleta provoca uma sensação de liberdade, especialmente quando se depara com congestionamento, conseguindo passar por ele com facilidade. A motocicleta também traz outras vantagens como, facilidade de estacionamento, economia do combustível e baixo custo de aquisição se comparado com os automóveis.
Quanto as vantagens de ter uma moto não restam dúvidas, no entanto ela apresenta algumas desvantagens entre elas podemos citar a sua restrição de uso nos dias chuvosos e, principalmente, pela sua vulnerabilidade em acidentes de trânsito especialmente quando o motociclista não tem consciência desta condição realizando manobras arriscadas que põem risco a sua integridade física e dos demais usuários da via.
Dentro, ainda, desta falta de consciência temos alguns ciclistas que estão trocando a sua bicicleta pela moto, muitas vezes sem a formação ideal nos Centros de Formação de Condutores (CFC), levando com ele algumas manias que tinha quando “pedalava”, só que agora ele utiliza uma motocicleta que tem velocidade bem superior que pode trazer consequências bem mais graves em caso de acidentes.
Para evitar se envolver em acidentes de trânsito o motociclista deve procurar fazer curso de direção defensiva normal, mas deve procurar realizar o curso de direção defensiva para motocicletas. Ele tendo noções dos dois tipos de veículos estará mais apto a evita se envolver em situações de risco.
Algumas recomendações ele pode aplicar para evitar o sinistro, entre elas destacamos
1) use sempre o farol da sua moto seja de dia ou de noite;
2) use o mesmo espaço dos automóveis (centro da faixa), não devendo ficar ao lado, dentro da mesma faixa, de outro veículo;
3) não exceda a velocidade;
4) use roupas claras, pois elas servem para que o motorista o veja,
5) use sempre capacete com visor ou com óculos de proteção, luvas e calças. Evite andar de bermuda;
6) não faca manobras arriscadas, como “costurar” o trânsito, ultrapassagem pela direita, etc.
7) nunca, mas nunca mesmo, fique trafegando em ponto cego dos motoristas, olhe para o retrovisor dele e observe se ele o percebe;
8) em caso de receber uma fechada, não revide e nem responda as provocações;
9) cuidados com os buracos nas vias;
10) nunca misture álcool e direção.
Dicas de Segurança para Motociclistas
Para você que anda sobre duas rodas, pilotar sua motocicleta com segurança é fundamental para evitar riscos de acidentes nas rodovias. Fique sempre atento e pilote com responsabilidade.
Leia abaixo algumas dicas
Veja e seja visto: esse lema de segurança também vale muito na estrada. A primeira medida é ligar o farol assim que sair de casa. Com o farol ligado, mesmo de dia, a visualização da moto fica muito mais fácil pelos motoristas que vão à frente. Fique atento também a veículos mais rápidos que possam estar se aproximando atrás.
Conheça bem sua moto e deixe-a sempre em boas condições
Lembre-se de mudar a calibragem dos pneus quando for transitar com “passageiro”.
Use sempre o capacete e todos os equipamentos de segurança.
Só quem tem uma moto sabe o quanto é arriscado ter pela frente uma linha de pipa com cerol. Além de ser muito difícil ver a linha de longe, ela fica totalmente transparente, aumentando o perigo. Todo cuidado é pouco. Instale na sua moto uma antena que previne acidentes com linhas de pipa.
Assim que entrar na estrada, procure estabelecer uma velocidade de cruzeiro compatível com os limites legais da rodovia, possibilidades de desempenho de sua moto e sua própria habilidade. Nas motos de baixa cilindrada (e algumas de média cilindrada), a velocidade de cruzeiro não deve ser maior que 70% da sua velocidade máxima.
Além de cometer uma infração gravíssima, trafegar pelo acostamento pode colocar em risco a sua vida e a de muitos pedestres. O acostamento é para ser utilizado só em casos de emergência, como problemas mecânicos em sua moto, pneu furado, etc.
O consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica, drogas ou medicamentos que alterem seu estado de sanidade, podem prejudicar seus reflexos e reduzir a sua noção em relação ao perigo. Além disso, você pode colocar em risco a vida de outras pessoas também.
Ao ultrapassar grandes veículos, como caminhões e ônibus, tome cuidado com o deslocamento de ar causado por eles e que podem desestabilizar a moto. Atrás desses veículos, o turbilhão de ar tende a “puxar” a moto para próximo deles (efeito do vácuo). Na parte dianteira, o ar deslocado direciona-se para os lados, tendendo a “empurrar” a moto para a lateral. Para evitar tais incômodos, mantenha uma distância segura dos veículos durante a manobra de ultrapassagem (cinco metros, pelo menos).
Trafegar em pista molhada exige muito cuidado. A distância de frenagem chega a ser 50% superior ao que seria necessário em pista seca. Adote uma postura defensiva e antecipe-se a situações de risco freando antes do que seria o normal.
Muito cuidado ao entrar em postos de gasolina com calçamento feito em paralelepípedos, cimento, terra ou pedriscos. Muitas vezes, habituado a uma velocidade maior na estrada, o piloto entra no posto mais rápido do que deveria, sem dar conta das condições de aderência. Ao frear para diminuir repentinamente a velocidade, pode derrapar e tomar um tombo “bobo” – mais comum do que se imagina. Além disso, as chances de uma entrada de posto à beira de estrada ter acúmulo de óleo é muito grande, pois nele param caminhões.
A Motocicleta no Brasil
A história da motocicleta no Brasil começa no início do século passado com a importação de muitas motos européias e algumas de fabricação americana, juntamente com veículos similares como sidecars e triciclos com motores. No final da década de 10 já existiam cerca de 19 marcas rodando no país, entre elas as americanas Indian e Harley-Davidson, a belga FN de 4 cilindros, a inglesa Henderson e a alemã NSU. A grande diversidade de modelos de motos provocou o aparecimento de diversos clubes e de competições, como o raid do Rio de Janeiro a São Paulo, numa época em que não existia nem a antiga estrada Rio-São Paulo.
No final da década de 30 começaram a chegar ao Brasil as máquinas japonesas, a primeira da marca Asahi. Durante a guerra as importações de motos foram suspensas, mas retornaram com força após o final do conflito. Chegaram NSU, BMW, Zündapp (alemãs), Triumph, Norton, Vincent, Royal-Enfield, Matchless (inglesas), Indian e Harley-Davidson (americanas), Guzzi (italiana), Jawa (tcheca), entre outras.
A primeira motocicleta fabricada no Brasil foi a Monark (ainda com motor inglês BSA de 125cm3), em 1951. Depois a fábrica lançou três modelos maiores com propulsores CZ e Jawa, da Tchecoslováquia e um ciclomotor (Monareta) equipado com motor NSU alemão. Nesta mesma década apareceram em São Paulo as motonetas Lambreta, Saci e Moskito e no Rio de Janeiro começaram a fabricar a Iso, que vinha com um motor italiano de 150cm3, a Vespa e o Gulliver, um ciclomotor.
O crescimento da indústria automobilística no Brasil, juntamente com a facilidade de compra dos carros, a partir da década de 60, praticamente paralisou a indústria de motocicletas. Somente na década de 70 o motociclismo ressurgiu com força, verificando-se a importação de motos japonesas (Honda,Yamaha, Susuki) e italianas. Surgiram também as brasileiras FBM e a AVL. No final dos anos 70, início dos 80, surgiram várias montadoras, como a Honda, Yamaha, Piaggio, Brumana, Motovi (nome usado pela Harley-Davidson na fábrica do Brasil), Alpina, etc. Nos anos 80 observou-se outra retração no mercado de motocicletas, quando várias montadoras fecharam as portas. Foi quando apareceu a maior motocicleta do mundo, a Amazonas, que tinha motor Volkswagen de 1600cm3. Atualmente a Honda e a Yamaha dominam o mercado brasileiro, mas aí já deixou de ser história.
Fonte: Portal São Francisco/www.transitobrasil.com.br/www.autoban.com.br/www.amigosdoasfalto.com.br/portal.hotcycle.com.br
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