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Dia do Feirante

 

25 de Agosto

História das Feiras Livres

As feiras livres funcionam no Município de São Paulo desde meados do século XVII, haja vista a ocorrência de uma certa oficialização para venda, em 1687, de "gêneros de terra, hortaliça e peixe, no Terreiro da Misericórdia".

No início do século XVIII, nota-se a distinção entre alguns ramos de comércio: aparecem as lojas ou vendas, onde se comprovam fazendas (tecidos) e gêneros alimentícios não perecíveis, e as quitandas, que ofereciam verduras e legumes.

Em fins do século XVIII e começo do século XIX, estruturam-se as feiras fora da cidade, nos locais de pouso de tropas, ou um início de mercado caipira e a Feira de Pilatos, no Campo da Luz, estabelecida pelo então Governador Melo Castro de Mendonça.

Essa primeira existência é a que mais se assemelha às feiras de nossos dias. Em 1914, foi criada a Feira Livre por meio do ato do Prefeito Washington Luiz P. de Souza, não como projeto novo, mas sim como o reconhecimento oficial de algo que já existia, tradicionalmente, na cidade de São Paulo.

Dia do Feirante
Feirante

A primeira Feira Livre oficial, realizada a título de experiência, contou com a presença de 26 feirantes e teve lugar no Largo General Osório. A segunda realizou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes, e a terceira foi no Largo Morais de Barros.

Em 1915, elas somavam um total de 7 feiras, sendo duas no Arouche, duas no Largo General Osório e as demais no Largo Morais de Barros, Largo São Paulo e na Rua São Domingos.

O prefeito Antonio Carlos Assumpção, através do Ato nº 625, de 28/05/34, reorganiza as Feiras Livres e abre a comercialização de produtos não alimentícios. Incute no feirante a ética profissional, introduzindo nos trabalhos por eles efetuados noções de higiene.

Em 1948, há uma expansão das Feiras Livres, quando o prefeito Paulo Lauro, por meio de Lei, determina a instalação de, pelo menos, uma feira semanal em cada subdistrito ou bairro da cidade.

No ano de 1953, é permitida a comercialização de artigos de pequena indústria caseira, exclusiva de instituições de caridade.

Através do Decreto nº 5.841, de 15/04/1964 - um dos mais detalhados e completos elaborados pela Prefeitura do Município de São Paulo -, as feiras foram reorganizadas, ordenando-se a forma de sua criação, suas dimensões, disposição das bancas por ordem cronológica e ramo de comércio e dividindo-as nas categorias Oficiais e Experimentais.

Em 1974, o Decreto nº 11.199, de 02/08/74, dispõe que as Feiras Livres têm caráter supletivo de abastecimento. É determinada a utilização de equipamentos isotérmicos especiais para a venda de aves abatidas, miúdos e pescados, bem como o uso de uniformes pelos feirantes.

A partir de então, elas são estruturadas dentro de moldes, sendo o Município de São Paulo pólo gerador de "know-how" para as demais regiões do país, as quais ocorrem à P.M.S.P., visando a implantação de estruturas semelhantes, por sua funcionalidade, organização e baixo custo de implantação.

As Feiras Livres são grandes fontes de empregos e escoamento da produção de hortifrutigranjeiros, além do tradicional comércio de pescados.

O acondicionamento e recolhimento de lixo, decorrente das atividades desenvolvidas pelos feirantes, foi normatizado pela Lei nº 10.315, de 30/04/87, e pelo Decreto nº 35.028, de 31/03/95.

Fonte: www.prefeitura.sp.gov.br

Dia do Feirante

25 de Agosto

O feirante é um elo importante na cadeia do abastacimento alimentar. A tradição das feiras de rua no Brasil ainda não se perdeu, e há quem prefira freqüentá-las aos grandes supermercados.

A proximidade com o vendedor e a possibilidade de barganha são algumas das vantagens de se freqüentar as chamadas feiras livres.

Ao contrário do que se pode pensar à primeira vista, a feira está longe de ser um mero lugar de comercialização de frutas, verduras e outros tipos de mercadorias: é um ponto de encontro entre as pessoas, um lugar para se comer pastel frito na hora e beber garapa.

O feirante aquece a oferta de produtos com bordões improvisados, tentando ganhar a simpatia da clientela.

O vendedor de feira guarda o gostinho nostálgico dos tempos dos nossos pais e avós, e a pessoalidade que se esvaiu nos corredores dos supermercados.

Fonte: UFGNet

Dia do Feirante

25 de Agosto

O dia do feirante é comemorado em 25 de agosto, data que marcou a realização da primeira feira livre no país, no Largo General Osório, em São Paulo, no ano de 1914.

A idéia surgiu dos próprios produtores, uma vez que após fazerem as vendas de seus produtos para donos de restaurantes e mercearias, não sabiam o que fazer com as mercadorias que restavam, assim tentavam vendê-las a preços mais baixos, diretamente para a população.

A partir do Ato 625, o prefeito da capital paulista, Washington Luis, oficializou e implantou as feiras livres no Brasil, sendo que hoje seguem as determinações da Lei nº. 492/84.

O sucesso das feiras livres foi tão grande que persistem até os dias de hoje, pois os produtos estão em ótimo estado de conservação, fresquinhos, parecem até que foram colhidos na hora. Além das folhagens, leguminosas, ovos e frangos, também são comercializados vários outros produtos. São barracas de pastéis e caldo de cana, de defumados como lingüiças e carnes, queijos, doces, salgadinhos, farinhas, além de outros que não tem nada a ver com o meio, mas que também são vendidos no local, como roupas, DVDs, CDs, consertos de panela etc.

Os vendedores das barracas geralmente são pessoas de uma mesma família, pais e filhos, que lutam para o próprio sustento.

O trabalho na produção de hortaliças e verduras não é tarefa fácil. É necessário cuidar do preparo da terra, adubando-a, plantar as sementes quando a terra estiver pronta, regar todos os dias, tirar as pragas, bater pesticidas ou produtos naturais que eliminam os bichinhos, colher, separar os alimentos, encaixotá-los ou amarrá-los fazendo os manolhos (pacotes), dando condições aos produtos de serem comercializados.

Várias pessoas conseguem licença na prefeitura para montar uma barraca numa feira livre, o que torna a concorrência bem grande, devido aos produtos que aparecem repetidos. Isso faz com que os feirantes combinem os preços dos produtos, para ninguém sair prejudicado. Mesmo assim, vemos aqueles que abaixam os preços, fazendo as promoções de última hora, tentando conquistar uma clientela maior.

Além de produtos bons e bonitos, outra forma de chamar a atenção é como os feirantes abordam a clientela, com brincadeiras, cantadas e gritos.

Recentemente saiu um decreto em São Paulo proibindo os gritos nas feiras livres, pois consideram que os mesmos incomodam os clientes, causando tumulto ao ambiente.

A lei estabelece o horário de montagem e desmontagem das feiras, que devem ser entre as seis da manhã e 13h30, além de exigir que os feirantes usem luvas descartáveis e uniformes de acordo com o produto comercializado.

Usar os jornais velhos para fazer os embrulhos também já era. Todas as mercadorias devem ser empacotadas em sacolas plásticas ou de papel.

Segundo o decreto, as feiras também devem acontecer em locais que tenham estacionamento, tanto para a freguesia quanto para os feirantes, além de banheiros públicos.

Porém, pesquisas demonstram a insatisfação que a lei causou, tanto nos feirantes como nos fregueses. Um feirante desabafa contando que gritar é a forma de jogar o estresse fora, já que sua mulher é quem grita em casa. Da mesma forma, uma senhora reclama que o ambiente ficou triste, pois os gritos davam a oportunidade de descobrir as promoções, além de animar as compras.

Fonte: www.josedomingos.com.br

Dia do Feirante

25 de Agosto

Dia do Feirante, profissão tradicional em todo o mundo.

Em São Paulo as feiras existem desde meados do século XVII, onde primeiramente eram comercializados produtos não alimentícios. A tradição de ser semanal também vem do mesmo século e persiste até os tempos atuais.

A equipe do Jornal Vicentino foi a uma das feiras livres mais tradicionais de São Vicente, que é erguida todas às quintas-feiras na Rua Tenente Durval da Amaral para conhecer um pouco da vida de um feirante, trabalhador que merecidamente tem um dia em sua homenagem.

Com a chegada dos grandes supermercados muitos acreditavam que o destino das feiras seria a extinção, porém é justamente por se manter na contramão da frieza e da falta de sociabilidade do mundo moderno, que a milenar feira-livre tem seu lugar garantido nas ruas das cidades de todo o mundo. Acordar de madrugada e manter o trabalho braçal durante todo o dia são algumas das funções do feirante.

Quem conhece bem essa rotina é Nilton José da Silva Júnior, que confessa que trabalhar na feira é bom e gratificante. “É cansativo mas no final é compensador”, conta o funcionário, que está na área há mais de 15 anos. Ele lembra ainda que as feiras são locais onde as pessoas podem encontrar qualidade e produtos de todos os tipos. “Existem as melhores épocas, ainda mais nas barracas de fruta, mas as pessoas sabem que podem encontrar de tudo aqui”.

Já para Delfim da Silva Costa, que é feirante desde 1965, o movimento vem caindo devido a chegada dos grande supermercados e os altos impostos. “Houve muitas mudanças na feira, já foi muito boa. Hoje há muita concorrência”, ressalta. Mas apesar dos problemas, Delfim não pensa em abandonar sua barraca de legumes, muito menos a profissão de feirante que aprendeu com seu pai. “Gosto de tudo isso aqui, não penso em abandonar essa vida apesar das dificuldades”, completa.

As mulheres também estão nesse ramo do comércio. Marizete Silva Santos mantém uma barraca de legumes e se diz satisfeita com sua profissão. “Estou há dois anos e quatro meses aqui e acho excelente, porque adoro trabalhar com o público”, comenta.

A diversidade de produtos e o contato com os feirantes ainda são os grandes atrativos. Com uma linguagem única e popular, as feiras-livres se mantêm firmes. Os fregueses conhecem as barracas e os feirantes pelo nome, o que proporciona um conforto que não há em grande empresas.

Nem sempre os preços das feiras podem concorrer com os dos supermercados, mas no final do expediente, os feirantes sempre reduzem o preço de suas mercadorias. As mulheres são a maioria do público freqüentador das feiras.

Fonte: www.jornalvicentino.com.br

Dia do Feirante

25 de Agosto

Feirante

O que é ser um feirante?

Feirante é o profissional que trabalha nas feiras livres, que são espécies de aglomerações de comerciantes de produtos alimentícios e afins.

As feiras, geralmente, acontecem nas ruas, em dias específicos e oferecem aos consumidores frutas, legumes, verduras, carnes e peixes frescos, barracas de alimentos prontos, como pastéis, além de outros tipos de produtos para o lar, bijuterias e até mesmo roupas.

O feirante tem a responsabilidade de levar às suas barracas somente produtos de boa qualidade e procedência, além de sempre oferecer à sua clientela bons preços e ótimo atendimento.

Quais as características desejáveis para ser um feirante?

O feirante deve ser uma pessoa que preza pela qualidade de seus produtos e pelo bem estar de seus clientes.

Outras características desejáveis são:

Carisma

Responsabilidade

Capacidade de observação

Capacidade de organização

Boa dicção

Facilidade de lidar com as pessoas

Capacidade de conquistar seus clientes

Qual a formação necessária para ser um feirante?

Não existe formação necessária para ser um feirante, por se tratar de uma profissão do mercado informal. Geralmente, os feirantes trabalham por conta própria, ou associados com outros profissionais.

É interessante que esse profissional entenda dos alimentos que vende, portanto, existem cursos e workshops que pode participar que ampliarão seus conhecimentos e ajudarão a conquistar melhor a clientela.

Para se tornar um feirante é necessário ter os materiais, os fornecedores e conseguir um aval dos órgãos e associações responsáveis, registrar-se e realizar pagamento para a prefeitura da cidade, que varia de acordo com a região, mas na maioria das vezes é mensal.

Principais atividades

Buscar produtos frescos em grandes centros de varejo, de manhã, bem cedo

Chegar ao local da feira e montar sua barraca

Descarregar o caminhão

Arrumar os produtos na barraca e colocar os preços

Chamar os clientes e oferecer os produtos

Fazer promoções de produtos, a fim de esgotar os estoque, pois os produtos vendidos devem sempre ser frescos

Ao fim da feira, desmontar a barraca e carregar o caminhão

Áreas de atuação e especialidades

O feirante sempre trabalha em feiras livres que podem ser realizadas na rua ou em locais específicos, como em centros hortifrutigranjeiros, praças, vilas, etc.

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o profissional é imprevisível, por se tratar de uma profissão do mercado informal, em que a maioria dos profissionais é autônomo.

Curiosidades

Maracujá: O maracujá tem grande quantidade de vitamina C. Atua como calmante e contra a diarréia, tosse e úlceras. Nativo da América Tropical, tem sua época predominante entre Dezembro e Agosto

Manga: A manga é rica em vitaminas A, C e complexo B. Tem propriedades digestiva e é usada contra bronquite.Nativa da Ásia, tem sua época predominante entre Outubro e Março.

Laranja: A laranja tem alto teor de vitamina A ,C, complexo B, ferro e hidrato de carbono. É usado na prevenção de gripes e resfriados, além de desintoxicar o organismo e ajudar o trabalho dos intestinos. É natural do Sul da China e é predominante de Maio a Novembro.

Banana: A banana é rica em hidratos de carbono, sais minerais e mais vitaminas A, B1 e B2. Age contra diarréia e erisipela e sua polpa trata inflamações. É nativa do sudeste asiático e tem sua predominância de Setembro a Março (do tipo Pacovan) ou Julho a Abril (do tipo Comprida)

Mamão: O mamão contém vitaminas A e C, proteínas e sais minerais, ajuda na função digestiva do organismo. É natural da América tropical. tem sua predominância entre Setembro e Junho.

Maçã: A maçã é rica em vitaminas e sais minerais. Atua contra diarréia e reumatismo e sua fibra reduz o colesterol. É nativo da Europa e da Ásia e é predominante de Fevereiro a Setembro.

Limão: O limão é rico em vitamina C. Tem propriedades anti-gripais e atua contra a acidez gástrica, acne, afta e enxaqueca. É natural da Índia e predominante de Agosto a Janeiro.

Fonte: www.brasilprofissoes.com.br

Dia do Feirante

25 de Agosto

Dia 25 de agosto, além de ser o Dia do Soldado, é também o Dia do Feirante no Brasil.

A data homenageia o profissional que, apesar de já ter lugar no folclore nacional, ganhou status oficial apenas no século 20.

Organizada por produtores agrícolas que buscam clientes nas cidades, as feiras livres são conhecidas desde a época colonial no País.

Em São Paulo, há registro de vendas coletivas de "gêneros de terra" desde meados do século 17, segundo informações da prefeitura da cidade.

Seria no início do século 20, no entanto, que as feiras chegariam ao formato que têm hoje.

Em 1914, o então prefeito Washington Luís oficializou esse tipo de comércio e criou a primeira feira livre oficial de São Paulo.

No Rio de Janeiro, a tradição só passou pelo crivo das autoridades na década de 80.

A lei que regulamenta a organização de feiras livres no município é de 1984.

No ano seguinte, uma alteração no texto ditaria as regras para um dos produtos mais tradicionais das feiras, o caldo de cana.

A partir da mudança, somente veículos motorizados e que tenham passado por vistoria sanitária podem ser usados para fazer a bebida.

A animação das vendas feitas nos estandes é hoje parte do imaginário nacional, que associa o feirante às suas tentativas cômicas de atrair os clientes.

"No Rio de Janeiro, um dos bordões mais ouvidos é: 'Moça bonita não paga, mas, também não leva!'", lembra o carioca José Carlos Pereira de Carvalho.

Fonte: noticias.terra.com.br

Dia do Feirante

25 de Agosto

No dia 25 de agosto comemora-se o dia do feirante, o profissional que trabalha com produtos da agricultura, levando os alimentos até nossas mesas.

A criação da data se deu em virtude da realização da primeira feira livre do Brasil, no ano de 1914, na cidade de São Paulo.

Os chacareiros da época, a maioria deles imigrantes portugueses, não sabiam o que fazer com os produtos que não haviam sido comercializados nos empórios e quitandas. Com o apoio da prefeitura da cidade, conseguiram vender os produtos que sobravam diretamente para os consumidores, iniciando suas atividades no Largo General Osório.

Na época, Washington Luis era o prefeito de São Paulo e foi quem oficializou as feiras livres no Brasil, a partir do Ato 625.

Hoje em dia as feiras livres são administradas através da Lei nº492/84.

O visual da feira é muito bonito, com frutas, verduras e legumes frescos, que dão um colorido especial ao ambiente, juntamente com a luz do sol.

Os feirantes têm uma vida muito dura, pois precisam acordar bem cedo para montar as bancas nas feiras, que costumam atender a partir das sete horas da manhã.

Dia do Feirante
Feirante

Nas feiras a concorrência é grande, pois existem várias barracas que vendem os mesmos produtos. Para atrair os clientes, os feirantes gritam, demonstrando a qualidade de seus produtos aos clientes ou através de frases engraçadas, brincando com a freguesia, tornando o ambiente bem descontraído e animado.

Dentre as frases temos: “moça bonita não paga, mas também não leva”, “Gostoso não é? Pode experimentar outra vez”, “aqui é barato, o marido da barata”, “pega no melão que aqui ele tá bom”.

Hoje em dia, além dos produtos alimentícios, hortifrutigranjeiros, podemos encontrar bancas vendendo vários tipos de produtos, como doces, farinha, pescados, carnes e linguiças defumadas, deliciosos pastéis fritos na hora, pequenos utensílios de cozinha, roupas, CDs e DVDs, além de serviços de consertos de panelas e outros.

Normalmente os atendentes das bancas são membros de uma mesma família, numa cultura que vai passando de geração em geração, a de se plantar, colher e comercializar para garantir o sustento da família.

Um aspecto interessante das feiras livres são os meninos que alugam carrinhos de mão, para os fregueses não ficarem cheios de sacolas nas mãos. Pacientemente eles seguem seus clientes, indo de um lado para outro da feira, até que as compras terminem e recebam pelos serviços.

Com isso, as feiras livres se tornaram uma atividade economicamente relevante, pois proporcionam o sustento de várias famílias.

Fonte: www.mundoeducacao.com.br

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