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Dia do Arquiteto

11 de Dezembro

Arquiteto:  planejando os espaços de forma criativa e racional

O que faz

O arquiteto planeja o uso de espaços para fins residenciais, industriais e comerciais. Utiliza de diversos recursos técnicos e artísticos para elaborar um projeto arquitetônico. 

Características profissionais importantes (aptidões)

Conhecimentos e habilidades para desenhar e planejar espaços. Visualizar espaços em três dimensões, capacidade de abstração, conhecimentos matemáticos, habilidades artísticas, sensibilidade, facilidade para trabalhar em equipe.

Mercado de Trabalho

Construtoras, escritórios de arquitetura e engenharia, assessoria, instituições de pesquisa.

Especializações

O arquiteto pode fazer especialização nas seguintes áreas: paisagismo, urbanismo, história da arquitetura, arquitetura de interiores, computação gráfica aplicada à arquitetura, comunicação visual, etc.

Salário Médio Inicial

Salário Inicial: R$ 3 000,00
Salário Médio:
R$ 7 000,00

Curso de Arquitetura e Urbanismo

Informações sobre os temas abordados e áreas de atuação dos profissionais formados

PRINCIPAIS TEMAS ABORDADOS DURANTE O CURSO:

Estudo de Sistemas Construtivos
Projetos Arquitetônicos
Projetos de Urbanismo
Desenho e Plástica
Projetos Paisagísticos
Sistemas estruturais na Arquitetura
Sistemas e estruturas em aço, madeira e concreto
Introdução à arquitetura e urbanismo
Infra-estrutura urbana
História da Arquitetura
Materiais de Construção
Topografia
Geometria Construtiva
Computação gráfica aplica à arquitetura
Conforto sonoro em ambientes
Estética aplica à projetos de arquitetônicos
Fundamentos da Linguagem Visual
Planejamento Urbano
Paisagismo
Planejamento Habitacional
Luminosidade em projetos de arquitetura e urbanismo

ÁREAS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL FORMADO: 

O arquiteto atua em: escritórios de arquitetura e urbanismo, construtoras, empresas de paisagismo, órgãos públicos, escritórios de design de ambientes, etc.

Fonte: www.geocities.com.br

Dia do Arquiteto

11 de Dezembro

O arquiteto é o profissional que elabora planos e projetos associados à arquitetura, definindo materiais, acabamentos, técnicas e metodologias a serem aplicadas na obra.

Assim como os engenheiros civis, eles fiscalizam e executam obras e serviços. Alguns arquitetos também trabalham prestando serviços de consultoria e assessoramento.

É preocupação do arquiteto levar em conta a disposição dos objetos dentro da construção, assim como a ventilação e a iluminação. Em relação a ambientes externos, ele pode planejar e organizar o crescimento de cidades e bairros. Um grande exemplo disso é Brasília, arquitetada por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.

O arquiteto deve demonstrar sensibilidade estética e atualizar-se cultural e tecnicamente para inovar o seu trabalho.

Para executar tantas funções, o arquiteto pode se especializar.

Algumas das especialidades possíveis são:

Arquiteto de edificações
Engenheiro arquiteto, Projetista (arquiteto)
Arquiteto de interiores
Arquiteto de patrimônio
Arquiteto restaurador
Conservador de edificações
Restaurador de edificações
Arquiteto paisagista
Arquiteto da paisagem ou Paisagista
Arquiteto urbanista

Fonte: UFGNet

Dia do Arquiteto

11 de Dezembro

Um arquiteto é o profissional que está a frente da construção ou da reforma de edifícios e que, ao esboçar uma planta, preocupa-se não só em determinar os materiais a serem usados, mas também com o espaço disponível.

Para o arquiteto, levar em conta a disposição dos objetos, a ventilação e a iluminação é tão importante quanto o cálculo da obra.

Já em relação a ambientes externos, ele pode planejar e organizar o crescimento de cidades e bairros. Exemplo clássico é Brasília, que foi projetada pelos arquitetos Lúcio Costa e Oscar Niemeyer.

Outro exemplo é a cidade de Belo Horizonte, projetada em 1893 por engenheiros e arquitetos da Comissão Construtora e finalizada em 1895.

Para quem pensa em seguir carreira de arquiteto, é bom saber as possibilidades de trabalho nessa área para se decidir de vez ou mudar de idéia.

Veja o que você pode fazer:

Arquitetura de interiores: Organizar o interior de um ambiente, definindo a distribuição dos objetos de acordo com a acústica, a ventilação, a iluminação e a estética;
Comunicação visual:
Criar a identidade visual de empresas ou produtos, desenhando logotipos e embalagens;
Desenho industrial:
Projetar objetos, móveis, eletrodomésticos, para serem produzidos em escala industrial;
Paisagismo e ambiente:
Organizar espaços abertos, como jardins e parques, combinando as plantas para conseguir determinado efeito estético;
Edificação e construção:
Projetar, acompanhar e coordenar a construção de casas e edifícios, opinando sobre o material a ser utilizado e no controle de prazos e custos;
Luminotécnica:
Planejar a iluminação de grandes espaços, conforme a finalidade, uma exposição de quadros, por exemplo;
Restauração de prédios:
Atuar na recuperação de casas e edifícios antigos, mantendo suas características originais;
Urbanismo:
Planejar uma cidade ou bairro.

Fonte: www.ibge.gov.br

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11 de Dezembro

A Profissão de Arquiteto

A função arquiteto é planejar, projetar e desenhar os espaços urbanos visando melhorar a qualidade de vida das pessoas que neles vivem.

Para isso o profissional de arquitetura tem que levar em conta aspectos técnicos, históricos, culturais, estéticos e hoje em dia cada vez mais ambientais também.

A arquitetura é uma carreira que une a formação artística e humana com a engenharia, a matemática e o cálculo. É uma profissão em que tanto a beleza quanto a utilidade são levadas em conta.

Organizando o espaço e desenvolvendo novos desenhos e estruturas urbanas os arquitetos são de importancia fundamental para o crescimento, racionalização e humanização das cidades.

Grade Básica do Curso de Arquitetura:

Desenho
Cálculo
CAD
Planejamento Arquitetônico
Plástica e Estética
Estatística
Sistemas Estruturais
Hidráulica
Física
Arquitetura estrutural

Pontos Positivos da Profissão de Arquiteto:

Devido ao crescimento econômico geral, aumento da classe média ( hoje maioria da população do Brasil ) e crescimento das cidades de médio porte, os administradores tem feitos grandes investimentos no planejamento urbano.

Há também boas oportunidades em arquitetura de interiores e planejamento urbano-ambiental, nestas cidades.

Pontos Negativos da Carreira em Arquitetura:

Ao contrário do que ocorre nas cidades médias, na grandes cidades Brasileiras que não apresentam tanto crescimento (pelo menos não de modo organizado ), a falta de oportunidades tem levado muitos arquitetos formados a atuar em áreas secundárias tais como projetistas de AutoCAD ou então em lojas de decoração ou materiais de construção.

Fonte: www.guiadacarreira.com.br

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11 de Dezembro

A palavra arquiteto vem do grego architékton , que etimologicamente significa "chefe operário ou mestre da edificação", numa alusão passada onde o arquiteto era o comandante da obra.

Por outro lado, Arquitetura pode ser conceituada como a arte de criar espaços organizados e animados por meio do agenciamento urbano e da edificação, para abrigar os diferentes tipos de atividades humanas.

Dia do Arquiteto
Quadracci Pavilion of The Milwaukee Arts Museum.

A profissão do arquiteto é muito antiga.

Basta vermos que o Código de Hamurabi, Rei da Babilônia no ano 2083 antes de Cristo, já previa, nos seus artigos 229 e 230, penas para os crimes do exercício profissional do arquiteto, quando dizia: "se um arquiteto constrói para alguém e não o faz solidamente e a casa que ele construiu cai e fere de morte o proprietário, este arquiteto deve ser morto; se fere de morte o filho do proprietário, deverá ser morto o filho do arquiteto".

Um dia Goethe disse: A arquitetura é música petrificada . E ao analisar as obras de grandes arquitetos, como Santiago Calatrava (de quem sou fã de carteirinha ), podemos ouvir o que eles têm a dizer com suas maravilhosas melodias da arquitetura.

Dia do Arquiteto
Na foto da esquerda para a direita os arquitetos:
Oscar Niemeyer, Le Corbusier, João Batista Vilanova Artigas e Frank Lloyd Wright. Apenas alguns grandes arquitetos.

Fonte: www.meionorte.com

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11 de Dezembro

Arquitetura

Um arquiteto projeta casas e prédios residenciais, comerciais e industriais. Também pode projetar outras obras, como pontes e viadutos, e trabalhar em reformas de casas, em urbanismo (ou seja, no planejamento da cidade), em paisagismo (criando parques e áreas ajardinadas para a cidade) e na decoração de interiores.

Mas há várias outras chances de trabalho legais: por exemplo, um arquiteto pode se especializar em projetar maquetes e trabalhar criando estações interplanetárias para filmes de ficção científica!

Quando projeta uma construção, um arquiteto deve pensar na estética (ou seja, na beleza da obra), na funcionalidade (projetar de acordo com a função que a obra tem, se vai ser um prédio para ensino ou para residência de idosos, por exemplo), na segurança, nos custos e nas necessidades das pessoas que vão utilizá-la.

O dia-a-dia de um arquiteto é, em geral, passado no escritório atendendo clientes, criando projetos, escrevendo relatórios. Outra parte do dia é passada no local da obra, para verificar se está tudo bem.

O arquiteto pode ser autônomo (ou seja, trabalha para si mesmo e não tem chefe), cooperativado (ou seja, fazendo parte de uma cooperativa, um grupo de vários arquitetos), sendo funcionário do Governo ou empregado em um escritório de arquitetura.

Hoje, o arquiteto trabalha basicamente com a ajuda do computador. Um bom arquiteto deve ter atenção aos detalhes, boa capacidade de ouvir sugestões e críticas, capacidade de planejamento, criatividade, facilidade para matemática, ótimo raciocínio espacial e sensibilidade artística.

Quem quer ser arquiteto tem que cursar a faculdade de Arquitetura que dura, mais ou menos, cinco anos. Lá, ele vai estudar estética, desenho, projeto arquitetônico e urbanístico, história da arquitetura, história da arte, cálculo e várias outras matérias.

Fonte: www.mingaudigital.com.br

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11 de Dezembro

O que faz o Arquiteto

Um arquiteto (AO 1945: arquitecto) é o profissional responsável pelo projeto, supervisão e execução de obras de arquitetura. Embora esta seja sua principal atividade, o campo de atuação de um arquiteto envolve todas as áreas correlatas ao controle e desenho do espaço habitado, como o urbanismo, o paisagismo, e diversas formas de design.

Na maior parte dos países do mundo a legislação exige que para que alguém possa ser considerado um arquiteto, este deve possuir um diploma de nível superior.

Dia do Arquiteto

Etimologia

A palavra arquiteto vem do grego arkhitektôn que significa "o construtor principal" (arqui = principal / tectônica = construção) ou "mestre de obras". A compreensão desta etimologia, porém, pode ser expandida na medida em que a palavra arché deixa de ser entendida como "principal" e passa a ser analisada como "princípio".

Desta forma, o arquiteto seria o construtor primordial e fundamental, seu próprio arquétipo: ou seja, o arquiteto é o construtor ideal. Existe também outra interpretação onde o significado do prefixo "arch" "arq" pode ser entendido "mais que" ou "alem de" assim "arquiteto" é "mais que construtor" e "arquitetura" é "mais que construção"[carece de fontes?]. Existe ainda a associação de "tectum" com "pedra" e seria então ai depois a associação com construção.

Até o Renascimento, não havia distinção entre a atividade de projeto e a execução do mesmo, estando todas as atividades subordinadas à mesma figura: o mestre-construtor. A partir deste momento, o arquiteto surge como figura solitária, separando-se o intelectual do operário, de forma que a palavra passa a assumir os sentidos que possui atualmente.

Profissão

No Brasil

A profissão de arquitetura no Brasil é regularizada e fiscalizada pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e pelos seus Conselhos Regionais (CREAs), os quais determinam que apenas profissionais que possuam o diploma de bacharelado em Arquitetura e Urbanismo podem exercer a profissão e autodenominar-se arquitetos e urbanistas. A profissão é regulamentada como sendo a de Arquiteto e Urbanista, não sendo reconhecida por parte do Conselho (e, em extensão, por parte do poder público) a formação separada das duas disciplinas. Os primeiros CREAs foram fundados na década de 1930, juntamente da regulamentação da profissão.

O sistema de regulamentação profissional foi oficializado em 1933, através da fundação do primeiro CREA no Rio de Janeiro. Porém, a profissão existe formalmente no país desde a fundação da Escola Nacional de Belas Artes, também no Rio de Janeiro, no início do século XIX. Anteriormente, não existia formação oficial de arquitetos no país, de forma que os profissionais existentes ou haviam estudado na Europa ou foram aprendizes de Corporações de Ofícios ou de indivíduos isolados (existiram também os auto-didatas, como Aleijadinho).

Devido à não regulamentação de diversas profissões correlatas à arquitetura, são normalmente os arquitetos os profissionais responsáveis por projetos de arquitetura da paisagem e design.

Formação acadêmica

Assim como a atividade profissional é regulamentada, também são os cursos superiores de Arquitetura e Urbanismo. Já houve a definição de um currículo mínimo por parte do Ministério da Educação. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, eliminou esse "currículo mínimo", criando as chamadas "diretrizes curriculares", concedendo autonomia aos cursos para definirem o perfil do profissional que formarão, e diminuindo a carga horária. Nota-se que o ensino é bastante heterogêneo quando se comparam diferentes regiões do país.

Com o "currículo mínimo", o curso tinha obrigatoriamente a duração mínima de cinco anos, composto por pelo menos 3 600 horas de aula. Algumas escolas, porém, considerando esta carga horária insuficiente (especialmente as faculdades mais tradicionais), estabeleceram cursos com duração mínima de mais de 5 000 horas. A diminuição da carga horária é, geralmente, considerada pelos profissionais como potenciadora de desqualificação dos futuros arquiteto, ainda mais quando estes têm de competir com arquitetos de outras procedências, como a Europa, onde se está a aplicar o Tratado de Bolonha.

Os cursos costumam ser caracterizados por uma parte das disciplinas voltadas à "simulação prática da profissão" (através das disciplinas de projeto arquitetônico), uma parte à fundamentação histórico-teórica e outra às disciplinas ligadas aos aspectos tecnológicos da atividade. A legislação determina, porém, uma divisão baseada em disciplinas de fundamentação (composta por disciplinas nas áreas de estética, desenho, plástica, história da arte, entre outras), de profissionalização (composta por disciplinas de projeto, planejamento urbano, teoria da arquitetura, paisagismo, história da arquitetura, construção civil, entre outras) e de um trabalho final de graduação, de natureza interdisciplinar.

Diferente de outros países, o estágio profissional não é obrigatório, o que é considerado por diversos críticos uma falha da legislação. Além disso, são comuns as críticas ao sistema pelo seu pouco compromisso àquilo que é chamado de "reais interesses do mercado".

Histórico da profissão no Brasil

Embora existam indivíduos, como Aleijadinho, que na história da arquitetura brasileira formaram-se arquitetos por autodidatismo ou por formas de aprendizado que não a formação acadêmica, a consolidação do profissional arquiteto e urbanista no Brasil se deu efetivamente com a consolidação das escolas de arquitetura. Durante o século XIX, a maior parte dos profissionais possuía formação de engenheiro-arquiteto (figura profissional histórica, relacionada com a arquitetura eclética), como o paulista Ramos de Azevedo cuja formação se deu na Bélgica.

Arquitetos formados no contexto das escolas de Belas-Artes eram relativamente poucos, devido à atuação isolada da Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro.

Durante a década de 1930 a profissão passou por um primeiro momento de valorização com a criação dos CREAs (Conselhos regionais de Engenharia e Arquitetura). A partir da década de 1950 consolidam-se as escolas de arquitetura e urbanismo, cujos currículos eram influenciados pela arquitetura moderna, e elas se difundiram nas décadas seguintes.

A atuação profissional passou por diferentes perfis durante este percurso. Até meados da década de 1970 o arquiteto caracterizava-se essencialmente como profissional liberal, trabalhando em autonomia ou em sociedade em escritórios ou ateliês. A partir daí há um aumento do número de profissionais que se tornam trabalhadores assalariados, envolvidos com o contexto do milagre econômico, da burocracia estatal do Regime Militar e das grandes empresas de engenharia que foram criadas pelas novas demandas surgidas com os investimentos governamentais em infra-estrutura.

Exemplos de empresas com este perfil e que consideravam o arquiteto como uma das especialidades da engenharia são a Hidroservice e a Promon. Com a crise econômica surgida na década de 1980 e o desmonte das estruturas estatais, tal contexto sofrerá igualmente um desmonte.

Nas décadas de 1980 e 90 surgiram também formas de atuação relacionadas com cooperativas de arquitetos e organizações não-governamentais. A atuação liberal, porém, é considerada um mercado saturado nas grandes metrópoles.

Fonte: www.territorioscuola.com

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