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Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

O Fonoaudiólogo

Profissional da área de saúde com formação superior em Fonoaudiologia - cuida dos distúrbios da fala, audição, escrita, leitura e demais problemas que afetam a comunicação humana.

A profissão foi regulamentada no Brasil em 9 de dezembro de 1981 através da lei no 6.965, daí a razão da escolha da data para homenagear os fonoaudiólogos.

De acordo com o Conselho Federal de Fonoaudiologia, Audiologia, Linguagem, Motricidade Oral e Voz são as especialidades reconhecidas na profissão e, conseqüentemente, áreas de atuação do fonoaudiólogo.

Atuando em consultórios, clínicas, hospitais, postos de saúde, escolas e instituições especializadas, o fonoaudiólogo trata as disfunções da fala e escrita e desempenha importante papel na integração social de pessoas com tais deficiências.

Pode também auxiliar profissionais que precisam da voz para executar determinadas atividades como professores, políticos, locutores e artistas, além de elaborar programas de redução de ruído em fábricas e indústrias e reeducar músculos da cabeça e pescoço de portadores de aparelhos dentários.

O fonoaudiólogo pode atuar em quatro áreas distintas:

Audiologia

Realiza exames audiológicos para verificar a audição dos pacientes; selecionar e adaptar aparelhos de surdez e habilitar ou reabilitar deficientes auditivos. Uma pessoa pode desconfiar de alguma doença auditiva ao avaliar a capacidade de audição. Baixa audição é sinal de que algo está errado e deve ser verificado junto a um especialista que pode ser o fonoaudiólogo. E a avaliação deve ser feita ainda no bebê. Desde o quinto mês de gestação, os bebês já são capazes de reconhecer a voz da mãe.

Linguagem

Reconhece problemas relacionados ao aprendizado da língua, habilita crianças com atraso ou deficiência de linguagem ou pacientes que adquiriram a linguagem mas a perderam por algum motivo, como derrame cerebral, por exemplo.

Os problemas de linguagem podem se manifestar de forma variada como retardo na emissão das primeiras palavras, deficiência na formação de frases; omissões e acréscimos de sons na fala; troca de fonemas; gagueira, entre outros. Após reconhecer o problema, o fonoaudiólogo deve corrigir as disfunções, através de estimulação de acordo com o caso.

Motricidade oral

É a área que se concentra na musculatura da face, boca e língua. O fonoaudiólogo soluciona problemas relacionados à sucção, mastigação, deglutição, respiração e fala. Pode auxiliar quem posiciona a língua de modo errado ou engole alimentos de forma incorreta, de modo a contribuir para o mau alinhamento dentário.

Também pode facilitar a respiração nasal de quem respira pela boca.

Voz: o fonoaudiólogo que atua nessa área pode não só prevenir os distúrbios da voz como aperfeiçoá-la. A voz é produzida nas pregas ou cordas vocais, passando pelas cavidades oral e nasal e faringe, que funcionam como amplificadores naturais.

Quando se torna áspera, muito rouca ou de difícil emissão, é sinal de que pode estar sendo afetada por algum problema que deve ser diagnosticado. O fonoaudiólogo também pode trabalhar com idosos, ensinando exercícios para estimular e tonificar a musculatura facial, as qualidades da voz e o uso adequado da respiração.

Além de fornecer técnicas que proporcionam o uso correto da postura, respiração e impostação vocal a quem trabalha na área de telemarketing e em meios de comunicação oral.

O curso superior em Fonoaudiologia tem duração média de quatro anos e disciplinas básicas da área de Medicina, Psicologia e Pedagogia. Além de matérias específicas da área de Matemática e Física, e aulas de Fonética e Lingüística.

Fonte: www.ibge.gov.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

Profissão

O fonoaudiólogo é o profissional que atua com linguagem oral e escrita, voz e audição, elementos primordiais à capacidade de comunicação do homem. Seu campo de trabalho abrange atividades de promoção da saúde fonoaudiológica, clínico-terapêuticas, pesquisa, assessorias e consultorias a empresas e escolas.

É responsável pelo diagnóstico e o tratamento de problemas da comunicação oral e escrita, voz e audição em sujeitos de qualquer idade. Seu trabalho pode ser efetivado em emissoras de televisão, rádio, empresas, berçários, creches, escolas de todos os níveis, serviços públicos e privados de saúde visando ao desenvolvimento da linguagem e da audição; além de atividades em hospitais, instituições, clínicas e consultórios.

A atuação do fonoaudiólogo é ampla e abrange várias áreas descritas a seguir:

Assessoria em voz profissional, expressividade e comunicação. Trabalho junto a profissionais das áreas de comunicação social (jornalistas e radialistas); artística e cultural (cantores, dubladores, atores, coralistas, contadores de histórias); educacional (educadores, professores, palestrantes); empresarial, comércio e serviços de atendimento ao público (atendentes, teleoperadores, empresários); religiosa (padres, pastores e integrantes de grupos de louvor); políticos, advogados e demais profissionais que prezam pela qualidade na comunicação e uso da voz falada e/ou cantada.

Nas escolas pode atuar na promoção da saúde da comunidade escolar, englobando educadores, professores, alunos e familiares. Envolve aspectos do ambiente educacional, condições e organização do trabalho docente, inclusão de pessoas com necessidades especiais, processos de construção da oralidade e da escrita dos alunos e saúde vocal do professor.

Seleção e adaptação de prótese auditiva em sujeitos com alterações que comprometam suas habilidades de comunicação.

Empresas - é responsável pela implantação e desenvolvimento do Programa de Conservação Auditiva, exigido por lei em nosso pais, e do Programa de Comunicação Empresarial.

No Sistema Único de Saúde (SUS) promove a saúde da comunidade, realiza processos avaliativos, preventivos, e tratamento das alterações de audição, voz, linguagem oral/escrita e motricidade oral em: Unidades Básicas de Saúde, Estratégia de Saúde da Família, Saúde do Trabalhador, Centro de Especialidades e Hospitais.

Pesquisador e docente em centros de estudos, de pesquisas e Universidades.

A Fonoaudiologia é uma área de conhecimento que, nos últimos anos, vem abrindo inovadoras áreas de ação, conquistando novos espaços nos mais diversificados tipos de instituições.

Fonte: www.unimep.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

A comunicação é fundamental em todas as fases do desenvolvimento do ser humano, da vida intra-uterina até a velhice. Através dela estabelecemos vínculos afetivos e sociais, aprendemos, ensinamos e exercemos nossas aptidões. Para tanto, fazemos uso da linguagem, dos órgãos da fala, da escrita, da voz e da audição.

A fonoaudiologia vem para favorecer todos esses aspectos da comunicação. Previne, avalia e trata as dificuldades de expressão e de audição, assim como aperfeiçoa e adequa a comunicação em função de necessidades pessoais ou profissionais.

Cuidar da comunicação é cuidar de si mesmo e da relação que temos com o outro.

O Fonoaudiólogo

Fonoaudiólogo é o profissional, com graduação plena em Fonoaudiologia, que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e terapia na área da comunicação oral e escrita, voz e audição, bem como em aperfeiçoamento dos padrões da fala e da voz.

Áreas de Atuação

É vastíssima a área de atuação do Fonoaudiólogo.

Na área de saúde encontramos o fonoaudiólogo inserido em ambulatórios, UBS (unidade básica de saúde), clínicas de especialidades e hospitais.

Na área de educação atua em instituições públicas e privadas, em creches, escolas de 1° e 2° graus, orientando pais e professores e auxiliando na elaboração de programas de alfabetização. Atua, ainda, como docente em cursos de graduação, pós-graduação e especialização em Fonoaudiologia.

Na área administrativa estrutura a atuação do fonoaudiólogo em suas respectivas especialidades e demanda populacional.

Em serviços de saúde ocupacional o fonoaudiólogo dá ainda orientações aos trabalhadores que sofrem ou correm risco de sofrer de doenças relacionadas ao trabalho, cuida da audição de funcionários expostos a risco auditivos (principalmente ruído) auxiliando na elaboração de programas de conservação auditiva, controle de ruído e realizando avaliações audiológicas. Os trabalhadores que usam a voz como instrumento de trabalho também são avaliados e recebem orientações sobre cuidados com a voz.

Nos meios de comunicação, artes e telemarketing e junto aos profissionais que têm a fala e a voz como instrumento de trabalho, a atuação do Fonoaudiólogo visa aprimorar os padrões de articulação, respiração, entonação, entre outros.

As entidades e associações de assistência a deficientes o fonoaudiólogo está inserido em equipes multi-profissionais, realizando um valioso trabalho com pacientes portadores de deficiências auditiva, mental, física, e de distúrbios emocionais e neurológicos.

Outra atividade que desenvolve está relacionada às entidades de classe, trabalhando em prol dos interesses da profissão e da classe fonoaudiológica, dentro dos conselhos, sindicatos, associações e sociedades.

Fonte: www.fonoesaude.org

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

A Fonoaudiologia se vê diante de muitos e importantes desafios. Um dos principais é melhorar a compreensão das pessoas (profissionais ou não), sobre o que é a profissão, onde e como atua.Infelizmente, o Fonoaudiólogo ainda é visto apenas como o profissional que trata de pessoas com problemas de aprendizagem, voz, audição, fala e deglutição.

Mas a ação da fonoaudiologia vai muito além: está voltada para a prevenção, aperfeiçoamento, consultoria, assessoria, perícia, diagnóstico, terapia, pesquisa e ensino. Trata principalmente da comunicação humana que é imprescindível para a vida em sociedade.

Para aperfeiçoar e ampliar a profissão, é fundamental que todos se empenhem em uma campanha de conscientização procurando mostrar ao público que o Fonoaudiólogo tem formação para trabalhar em prevenção, diagnosticar, habilitar, reabilitar, orientar, encaminhar e acompanhar seus pacientes/clientes. Divulgar a fonoaudiologia é uma meta que apresenta uma gama de benefícios para a população e para os profissionais.

A área de atuação da Fonoaudiologia é bem extensa e tem alcançado novos espaços a cada dia.

Está dividida em várias áreas:

Audiologia: realiza pesquisas e testes de avaliação da audição. Em indústrias e empresas com alto grau de ruído, desenvolve trabalhos de conservação auditiva e exames de audiometria. Em consultórios e hospitais, além da audiometria, realiza exames otoneurológicos encaminhados pelo Otorrinolaringologista e indica e adapta aparelhos auditivos em deficientes auditivos, realizando também exames em recém-nascidos para diagnóstico precoce de problemas de audição;

Fonoaudiologia Educacional: estuda os processos de desenvolvimento da linguagem oral e escrita da criança. Elabora programas de intervenção e prevenção de distúrbios da comunicação oral e escrita, através de triagens, orientações e encaminhamentos, além de programas de saúde vocal para professores;

Fonoaudiologia Estética: aplica técnicas específicas para o aprimoramento da comunicação oral, desenvolve trabalhos de impostação vocal para atores, locutores em geral, apresentadores de TV, políticos e outros que tenham a fala como instrumento de trabalho;

Fonoaudiologia da Saúde Pública: faz a prevenção e tratamento dos distúrbios de linguagem em hospitais e ambulatórios do setor público. Participa de programas de saúde materna, mental, escolar, idoso, orientando e reabilitando os casos diagnosticados;

Fonoaudiologia Clínica: faz pesquisa, prevenção, diagnóstico e tratamento dos distúrbios da comunicação oral e escrita. Em consultórios e clínicas, atende pacientes com gagueira, afasia, problemas de deglutição, respiradores bucal, atraso de linguagem, alterações de motricidade oral, apraxia, dispraxia, trocas na fala e na escrita, paralisia facial, deficiência auditiva e mental, seqüelas de traumatismo craniano, problemas neurológicos, síndromes, fissura labial e/ou palatina, problemas de voz (disfonia, afonia, rinolalia...), e outros.

Os distúrbios da comunicação correspondem a uma série de alterações que podem prejudicar, em variados graus, o desenvolvimento da comunicação humana e conseqüentemente a qualidade de vida de quem esta acometido. Estes distúrbios podem atingir, principalmente, a audição, a linguagem, a fala, a voz e a motricidade oral. A faixa etária dos pacientes atendidos pela Fonoaudiologia abrange desde recém-nascidos, crianças, adolescentes e adultos até idosos.

O Fonoaudiólogo sempre que necessário atua de forma conjunta com profissionais de diversas áreas, como a área da saúde, dentre eles: odontologia, neurologia, fisioterapia, psicologia, pediatria, geriatria, otorrinolaringologia, alergistas, dentre outros, e profissionais da área da educação como: pedagogia, psicopedagogia, orientação educacional etc.

Atuam em consultórios, clínicas, hospitais, maternidades, creches, escolas, universidades, indústrias, empresas, emissoras de rádio e TV, teatros, centros e postos de saúde, no domicílio do paciente (Home Care), dentre outros.

Fonte: www.dnoto.com.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

O que é um Fonoaudiólogo

Fonoaudiólogo é aquele profissional da área de saúde, cuja missão é integrar equipes multidisciplinares onde são efetuados o diagnóstico fonoaudiológico, a prevenção, avaliação, e terapia das alterações da linguagem (fala, voz, audição, funções de mastigação, respiração, deglutição).

Em sua formação ele recebe os conhecimentos das áreas das ciências básicas da saúde e humanísticas, necessárias para compreender o fenômeno da linguagem oral e suas patologias. Para exercer a profissão de fonoaudiólogo é preciso graduar-se no curso de Fonoaudiologia, cuja duração é de quatro anos e exige dedicação integral.

Este profissional deve possuir capacidade de interpretação e análise, alto poder de concentração, perseverança e sensibilidade.

Das características desejáveis para o fonoaudiólogo podemos citar: paciência, criatividade, objetividade e bom relacionamento interpessoal.

Dentre as especializações e áreas de atuação deste profissional podemos destacar:

1 Saúde Coletiva: promoção da saúde das crianças e adolescentes nos aspectos referentes à audição, fala, linguagem escrita e oral, motricidade orofacial, voz, proteção e promoção ao trabalhador (trabalhadores que convivem com muito barulho durante o seu expediente, voz de um professor, etc).
2 Voz:
estudo e pesquisa da voz, a promoção da saúde da boca, prevenção, diagnóstico e tratamento de possíveis alterações relativas à voz (rouquidão, voz áspera, etc), e aprimoramento da utilização de profissionais que trabalham usando a voz (cantores, radialistas, etc.).
3 Linguagem:
setor da fonoaudiologia que objetiva o estudo, prevenção, promoção, avaliação, diagnósticos e tratamentos de transtornos da linguagem (gagueira, por exemplo). Seu objetivo é o bem estar e a inclusão social da pessoa com algum tipo de distúrbio da linguagem.
4 Motricidade Orofacial:
parte da fonoaudiologia que estuda, pesquisa, promove, diagnostica, habilita, aperfeiçoa e reabilita os aspectos estruturais e funcionais das regiões cervical e orofacial (anomalia ou alteração craniofacial congênita ou adquirida, por exemplo).
5 Audiologia:
setor da fonoaudiologia encarregado da prevenção, promoção, diagnóstico e reabilitação da função vestibular e auditiva. O fonoaudiólogo com especialização nesta área avalia a função auditiva, recomenda, se necessário, a utilização de aparelho de amplificação sonora individual, implante coclear, etc.

Fonte: www.sempresaude.com.br

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09 de Dezembro

Atribuições do Fonoaudiólogo

"O Bacharelado em Fonoaudiologia, objetiva a formação de profissionais da saúde voltados para os problemas da comunicação humana, incentivando o desenvolvimento de uma nova ciência que muito poderá contribuir para a efetiva participação do indivíduo na sociedade

O curso forma profissionais de saúde voltados para os problemas da comunicação humana , incentivando o desenvolvimento de uma nova ciência que muito poderá contribuir para efetiva participação do indivíduo na sociedade.

Muitas podem ser essas possibilidades de atração, tanto na presença como no diagnóstico dos distúrbios da comunicação. Dentre essas diferentes áreas , temos a intervenção desde bebês recém nascidos até a 3° idade, dentro dos diferentes distúrbios da fala, voz, audição e linguagem. Essas intervenções podem ocorrer , diretamente na comunidade , em escolas, hospitais, creches, asilos ou na própria clínica de forma individualizada.

O Fonoaudiólogo caracteriza-se como um indivíduo criativo, curioso, versátil, com habilidades manuais, paciente, pesquisador, persistente, flexível, dinâmico e postura profissional.

O seu campo de atuação, pode ser:

Na área de saúde: ambulatórios, UBS (unidade básica de saúde), clínicas de especialidades, hospitais e indústrias.
Na área de educação
: escolas, instituições e indústrias
Na área administrativa:
estruturar a atuação do fonoaudiólogo em suas respectivas especialidades e demanda populacional.

A Fonoaudiologia é um setor da realidade que estuda o ser humano, enquanto usa o seu organismo, num ambiente que exige a comunicação. Gagueira, Dislexia, alfabetização, comunicação do deficiente aditivo, afasia, são alguns dos campos que o fonoaudiólogo pode atuar.

Assim a Fonoaudiologia tem aplicações educacionais, estéticas e terapêuticas, e como ciência, está relacionada mais intimamente com a Psicologia, a Lingüística, a Medicina e a Física Acústica. "

Fonte: www.fonoaudiologia.com

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

Em 9 de dezembro comemora-se o dia do fonoaudiólogo. Nesse dia, no ano de 1.981, a profissão foi regulamentada através da lei n. 6965.

A fonoaudiologia trata dos distúrbios que afetam a comunicação humana e atua também no diagnóstico complementar nas diversas áreas como audiologia, linguagem, voz e motricidade orofacial.

É extensa a área de atuação do fonoaudiólogo e pode-se dizer que desde o neonato até a 4ª. Idade a fonoaudiologia realiza trabalhos de prevenção, diagnóstico e reabilitação.

Os locais onde o fonoaudiólogo desenvolve seu trabalho são: consultórios, clínicas, hospitais, postos de saúde, escolas, empresas, instituições especializadas, teatros, TVs, call centers, além, também de home care, atendendo a domicílio pacientes acamados.

O campo da audiologia abrange a realização de exames de audição (audiometria e imitanciometria), exames otoneurológicos (diagnóstico das labirintopatias), emissões otoacústicas (teste da orelhinha), exame de processamento auditivo central (auxiliar no diagnóstico dos distúrbios de aprendizagem e de atenção), indicação e ajustes de aparelhos auditivos, reabilitação labiríntica, entre outros.

Na área da voz, o profissional atua no aprimoramento do uso da voz adequando padrões vocais, respiração, articulação e higiene vocal. A terapia vocal auxilia na melhora da voz e é indicada sempre que há voz rouca e/ou presença de alterações nas pregas vogais. A terapia fonoaudiológica auxilia no desenvolvimento de padrões vocais corretos em casos de cantores, atores, advogados, professores e outros profissionais que fazem uso da voz com freqüência, prevenindo futuros problemas.

Na área da linguagem o fonoaudiólogo atua tratando de alterações e atrasos no desenvolvimento da fala e linguagem, qualquer que seja a causa (por deficiências, problemas emocionais ou psicológicos e neurológicos). A reabilitação engloba a orientação a pais e professores, o trabalho terapêutico e a interação com outros especialistas que acompanhem o paciente, visando o desenvolvimento pleno do mesmo.

O campo de atuação de motricidade orofacial concentra-se na musculatura da face, boca e língua. O fonoaudiólogo auxilia na adequação da sucção, mastigação, deglutição, respiração e fala. Nos casos em que há alterações nesses aspectos a mioterapia fortalece a musculatura e propicia o desenvolvimento de padrões corretos no mastigar, engolir e respirar.

Inúmeras patologias são atendidas pelo fonoaudiólogo desde atrasos simples no desenvolvimento da linguagem, gagueira, afasias (alterações na fala por derrames, por exemplo), troca de letras na escrita, dificuldade de aprender a ler e escrever, dificuldade para falar em público, respiração bucal, rouquidão, disfagias (dificuldade em engolir), etc. Em todas essas e em outras mais, a fonoaudiologia propicia a melhora, a correção e a adequação dos padrões de comunicação.

Fonte: www.fonoaudiolu.com.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

O CURSO DE FONOAUDIOLOGIA

O atual símbolo da Fonoaudiologia foi escolhido através de concurso e votação por fonoaudiólogos em março de 1998 e instituido a partir da resolução 216/98 do Conselho Federal de Fonoaudiologia.

Os símbolos emblemáticos da Fonoaudiologia foram oficializados pela Resolução Nº 278, de 07/07/2001, do Conselho Federal de Fonoaudiologia.

Em seu Artigo 1°, a Resolução N° 278 estabelece os seguintes símbolos da Fonoaudiologia:

01. Heráldico: constituído da seguinte forma: um círculo contendo em sua parte superior o nome da profissão - "Fonoaudiologia" em cor azul royal; ao centro a letra "F" estilizada, na cor vermelha; ao fundo e ao redor da letra "F" duas figuras geométricas, de forma côncava, raiadas e em sua parte inferior, losangos na cor vermelha, conforme matriz à disposição na sede dos Conselhos de Fonoaudiologia.

A forma estilizada no centro do heráldico tem dupla significação e referencia-se à emissão e recepção do som pelo corpo humano.

O "F", de Fonoaudiologia, em primeiro plano no heráldico, lembra o despertar da serpente em movimento ascensional.

Esse movimento nas práticas derivadas da sabedoria oriental, desperta o homem para a compreensão mais ampla da vida e do universo.

Nesse sentido é também força de cura, de vivificação e os raios do outro referenciando-se à emissão e recepção do som pelo corpo humano.

Dia do Fonoaudiólogo
Símbolo atual

Dia do Fonoaudiólogo
Símbolo até 1998

Anel:

O anel de grau do Bacharel de Fonoaudiologia deverá ter as seguintes características:

Pedra - Safira azul, que representa o saber, enquanto busca permanente do conhecimento, para servir ao outro. O heráldico pode ser usado nos dois lados do anel.

O profissional fonoaudiólogo poderá optar apenas pela pedra não se utilizando do heráldico da Fonoaudiologia.

Data:

Fica oficializado o dia 09 de dezembro como o "Dia do Fonoaudiólogo".

Fonte: www.novafapi.com.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

O profissional fonoaudiólogo surgiu na década de 1930, por exigência da medicina e da educação preocupados com a terapia e correção dos erros de linguagem apresentados inicialmente pelas crianças. Essa profissão chegou ao Brasil só três décadas depois, quando foram criados os cursos da Universidade de São Paulo (1961), vinculado à Clínica de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1962), ligado ao Instituto de Psicologia.

Dia do Fonoaudiólogo
Dia do Fonoaudiólogo

A lei n° 6965, regulamentou a profissão de fonoaudiólogo e também criou os Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia para fiscalizarem o seu exercício.

A demanda desse profissional no mercado cresceu muito pela conscientização do valor dessa terapia em todas as faixas etárias, não apenas na infância como era visto no passado. Por isso os Conselhos de Fonoaudiologia foram levados à rever toda a sua legislação, tendo sido aprovado um novo Código de Ética em 1995.

O curso de bacharelado em fonoaudiologia visa a formação de profissionais da saúde para a terapia dos problemas da comunicação humana e modo a incentivar o desenvolvimento dessa nova ciência que vai contribuir muito para a integração e reintegração da pessoa participativa na sociedade.

A fonoaudiologia é uma área atual de estudo do ser humano, o qual usa o seu organismo, num ambiente que exige a comunicação. Gagueira, dislexia, alfabetização, comunicação do deficiente aditivo, afasia, são alguns dos campos que o fonoaudiólogo pode atuar. Assim, a fonoaudiologia tem aplicações educacionais, estéticas e terapêuticas, e como ciência, está relacionada mais intimamente com a psicologia, a lingüística, a medicina e a física acústica.

O Fonoaudiólogo caracteriza-se como um indivíduo criativo, curioso, versátil, com habilidades manuais, paciente, pesquisador, persistente, flexível e dinâmico.

O seu campo de atuação pode ser:

Na área de saúde: ambulatórios, UBS (unidade básica de saúde), clínicas de especialidades, hospitais e indústrias; na área de educação: escolas, instituições e indústrias; na área administrativa: estruturar a atuação do fonoaudiólogo em suas respectivas especialidades conforme a demanda populacional.

Atualmente esses profissionais reabilitam pessoas que sofrem acidentes no trânsito e de saúde, além dos doentes crônicos e todas aquelas possuem seqüelas na fala. Os neurologistas atualizados não dispensam a ajuda desse profissional para a recuperação total de seus pacientes.

Fonte: www.trabalhonota10.com.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

O QUE É FONOAUDIOLOGIA

" Ciência que estuda a comunicação humana através da fala, voz, linguagem (oral e escrita) e audição. "

A Fonoaudiologia é uma ciência de conhecimento que procura pesquisar, prevenir e dentro do possível, atuar nas dificuldades que ocorrem em nível de comunicação: linguagem oral ou escrita, voz e audiologia. O fonoaudiólogo é um profissional de formação superior e graduação plena, dentro da área biomédica; é o terapeuta que trata as patologias da comunicação humana.

O campo de atuação do fonoaudiólogo é bastante vasto, ele pode atuar em diferentes setores dentro do mercado de trabalho:

Clínicas multi e interdisciplinares.
Escolas.
Empresas e Indústrias.
Hospitais.
Teatro.
Consultórios particulares.
Home-Care.

ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM CLÍNICAS E CONSULTÓRIOS MULTI OU INTERDISCIPLINAR:

Todo trabalho deve ser realizado em conjunto com outras áreas:

PSICOLOGIA: o objeto central do estudo do fonoaudiólogo é a comunicação humana. Para tanto, em casos que necessitem a intervenção psicoterápica conjugada ao tratamento fonoaudiólogo, possibilitará uma compreensão e expressão mais efetiva.
OTORRINOLARINGOLOGIA:
especialidade da medicina que trata ouvido, nariz e garganta. O otorrinolaringologista deve manter saudáveis estas estruturas para que o tratamento funcional possa ser iniciado pelo fonoaudiólogo, nas diferentes patologias.
FISIOTERAPIA:
auxilia a fonoaudiologia quanto à postura, à respiração e atividades físicas adequadas;
ORTODONTIA: 
A ortodontia é uma especialidade da Odontologia que estuda a oclusão dentária, tendo como objetivo fazer o paciente atingir o melhor em forma, função e estética dentofacial. O fonoaudiólogo diagnostica e atua com exercícios que são capazes de corrigir a respiração bucal, padrões de mastigação e deglutição, bem como vícios posturais da língua, cooperando com a ortodontia.
PEDAGOGIA:
o fonoaudiólogo trabalha junto ao pedagogo nas áreas de elaboração de planejamento escolar (prevenção) e fazendo sugestões quanto às atitudes a serem seguidas pelo educador e/ou paciente na área da linguagem.

ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM HOME-CARE:

É a atuação realizada em domicílio, à pacientes com limitações funcionais importantes, buscando manter o seu estado de saúde e/ou minimizar os efeitos causados pela doença, contribuindo dessa forma, para a melhora da sua qualidade de vida e de seus familiares. O ambiente familiar reúne as condições físicas, afetivas e sociais que são de extrema importância para a recuperação do paciente. Os cuidados no domicílio têm como principal característica a Humanização do Atendimento ao Paciente.

População alvo: atendimento infantil, adulto e idoso.
Pacientes acamados e/ou debilitados.
Pacientes sindrômicos.
Portadores de paralisia cerebral.
Pacientes pós AVC (acidente vascular cerebral).
Idosos em geral.
Pacientes cuja patologia ou condições físicas os impeçam de deslocar-se até o atendimento clínico especializado.
Pacientes clinicamente estáveis que não mais necessitam dos serviços oferecidos pelos hospitais e que necessitem dar continuidade ao tratamento fonoaudiológico.

Objetivos: 

Atender ao paciente de forma personalizada.
Inserir o processo fonoaudiológico à dinâmica de vida do paciente e de seus familiares.
Diminuir risco de internações ou reinternações hospitalares.
Evitar exposição aos riscos do ambiente hospitalar (infecção, depressão, etc).
Melhorar a sua qualidade de vida e dos seus familiares.

Atuação Fonoaudiológica:

Atendimento as disfagias em geral: mecânicas (decorrentes de alterações orgânicas no trato digestivo) e nerogênicas (decorrentes de alterações neurológicas).
Estimulação do sistema sensório-motor-oral: hiper ou hipotonia de órgãos fonoarticulatórios, paralisia facial, alteração de funções estomatognáticas (respiração oral, deglutição atípica, mastigação ineficiente).
Avaliação e Terapia de linguagem: terapia para afasias, atraso e/ou alterações de linguagem.
Avaliação e Terapia voz: disfonias orgânicas, organo-funcionais e funcionais.
Avaliação e Terapia articulação: disartrias, distúrbios articulatórios.
Acompanhamento de alterações da audição e processo de adaptação de Próteses auditivas.

Etapas do processo terapêutico:

O Atendimento fonoaudiológico deve constar das seguintes etapas:

Primeiro contato: anamnese (conhecimento do caso, conhecimento das possibilidades domiciliares e familiares).
Avaliação do paciente.
Elaboração do Plano terapêutico e estabelecimento do contrato de prestação de serviço que inclui preço, horários de atendimento, e previsão de alta; devem ser estabelecidos de uma a duas sessões de terapia por semana, de acordo com a patologia, com duração de 1 (uma) hora cada.
Tratamento/ (re) habilitação.

ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA HOSPITALAR: O principal objetivo da Fonoaudiologia Hospitalar é apoiar o diagnóstico do médico no que diz respeito a informações precisas sobre a aquisição e desenvolvimento dos padrões de articulação, fluência, linguagem (oral e escrita), voz e audição.

Objetivos específicos: O Programa de atuação Fonoaudiológica Hospitalar tem a finalidade de:

Promover saúde fonoaudiológica: Prevenir e eliminar fatores que interfiram na aquisição e desenvolvimento da comunicação, na suposição de que essas alterações possam se desenvolver em estágios progressivos de severidade;

Atendimento e encaminhamento precoces: Diagnóstico, intervenção e tratamento precoces bem com desenvolver Programas de orientação, incentivo e conscientização da importância do atendimento precoce;

Proporcionar a máxima competência comunicativa para o portador de patologias fonoaudiológicas (tratamento especializado para diversas patologias);

Participação em equipe multiprofissional: Assessoria fonoaudiológica, apoio ao diagnóstico médico, discussão de casos;

Os atendimentos podem ser divididos em setores a seguir: 

1) Atendimento no leito: Serão atendidos os Setores de Geriatria, Pediatria, Oncologia, Cabeça e pescoço, UTIs, Neurologia, etc): Tem por objetivo auxiliar o atendimento de pacientes hospitalizados, contribuindo para a melhora do quadro clínico, diminuição dos riscos de seqüelas e reinternações, no que se refere à: 

Avaliação e intervenção dos casos de disfagia, refluxo gastro-esofágico, suporte nos casos de necessidade do uso de sondas e alta da alimentação por gavagem.
Avaliação e intervenção terapêutica de linguagem: casos de afasia pós AVC e alterações da articulação, voz e audição.
Encaminhamentos dos casos que necessitem de exames especializados.

2) Neonatologia: Programa específico para recém-nascidos (RN): RN de risco, RN com alteração de Sistema Sensório-motor oral e funções neuro-vegetativas.

A Atuação em berçário de alto-risco tem como objetivos:

Promover a maturação das estruturas oro-faciais: adequação do sistema sensório-motor-oral e função de alimentação.
Habilitar o bebê a se alimentar por via oral.
Melhorar condições clínicas contribuindo para o ganho de peso e desmame da sonda.
Favorecer a alta hospitalar.
Favorecer o desenvolvimento futuro de fala, linguagem e audição.
Prevenir, detectar e minimizar as alterações neuro-psico-motoras.
Por meio de: Estimulação de sucção nutritiva e não-nutritiva.
Apoio familiar: Programas de incentivo ao aleitamento materno e orientação quanto à alimentação, desenvolvimento de linguagem e audição. Triagem auditiva Neonatal;

População alvo:

Recém nascidos pré-termo.
Bebês com refluxo gastro-esofágico.
Bebês fissurados.
Bebês Sindrômicos e malformações em geral.
Bebês que apresentem comprometimento na alimentação independente.

3) Atendimento Ambulatorial: objetiva o atendimento clínico específico das alterações de linguagem, voz, sistema sensório-motor-oral, articulação e fluência, por meio de:

Realização de triagens de todos os casos.
Encaminhamento dos casos para clínicas e/ou ambulatórios de especialidades.
Programas de orientação quando a terapia não for indicada de imediato.
Intervenção imediata através de terapias aos portadores de patologias instaladas, de forma individual e/ou em grupo.
População alvo: bebês, crianças, adultos e idosos.

Patologias afins:

Alterações de voz.
Alterações na fluência.
Alterações de linguagem.
Alterações neurológicas;
Alterações de aprendizagem.
Deficiências auditivas;
Deficiência mental.
Paralisias cerebrais.
Síndromes e malformações.
Disfagias mecânicas e neurogênicas.
Paralisia facial.
Laringectomias (parcial e total)

4) Atendimento audiológico: objetiva a avaliação, diagnóstico e tratamento de alterações da função auditiva através de:

Audiometria.
Imitanciometria.
Emissões otoacústicas.
Teste e indicação de prótese auditiva.
Reabilitação.
Avaliação e terapia de Processamento auditivo central.
Programa de conscientização da importância da audição e da deficiência auditiva.

O trabalho do fonoaudiólogo e hospitais tem por finalidade acompanhar o paciente e distintas áreas, fazendo parte do corpo clínico.

5) Setor de Neurologia: O fonoaudiólogo avalia o paciente que teve como conseqüência de embolias, enfartes, tromboses, aneurismas, tumores, ferimentos por quedas ou armas de fogo, afasia, etc. Em seguida, o terapeuta traça o tratamento planejado de acordo com o nível de instrução do paciente, suas preferências pessoais e grau de perda verificado. Orienta os familiares quanto se pode ajudar, estimular e incentivar o afásico, ao sair do hospital. Em caso de paralisia facial ideopática (quando há compressão do nervo) há indicação da intervenção cirúrgica e atuação fonoaudiológica.

6) Setor de Otorrinolaringologia: O fonoaudiólogo poderá acompanhar os pacientes nas diferentes intervenções na área de patologia vocal/disfonias (nódulos, pólipos, carcinomas, laringectomias..), disfagias (alterações no processo de deglutição) e alterações auditivas (má formação do aparelho auditivo, implantes cocleares, protetização, etc...). Orientando o paciente e familiares, condutas facilitadoras para a recuperação e posterior tratamento fonoaudiológico.

7) Setor de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial: A cirurgia ortognática corrige as desproporções maxilomandibulares e, associada à ortodontia corrige as posições dentárias em fase pré e pós-cirúrgica. A fonoaudiologia atua então na reeducação da forma, restabelecendo as funções estomatognáticas.

ATUAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM EMPRESAS/INDÚSTRIAS:

Várias empresas já assimilaram que investir no material humano de sua equipe (gerentes, supervisores, operadores, etc...) muitas vezes é a chave para o aumento dos negócios e conseqüentemente da lucratividade. É importante ressaltar que a maneira de falar também faz parte da imagem expressada pela empresa. A atuação fonoaudiológica, já amparada pelas leis trabalhistas, tem realizado intervenções em relação aos aspectos auditivos (avaliação audiológica dos trabalhadores) e tem sido requisitada em consultoria e assessoria em Call Center e telemarketig, nas quais tem melhorado surpreendentemente a Comunicação desses trabalhadores.

Fonte: www.marimar.com.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

A fonoaudiologia é uma área da ciência que tem como meta estudar e pesquisar técnicas e métodos de prevenção e terapia fonoaudiológica, que são desenvolvidas na comunicação oral e escrita, voz, audição e psicomotricidade.

O termo Logopedia foi utilizado por certo período, quando o curso não era reconhecido pelas faculdades e não havia regulamentação profissional. Era um termo defendido por um grupo de profissionais que atuavam na área das patologias da comunicação humana. Após muitas mobilizações por parte dos profissionais o nome escolhido foi Fonoaudiologia.

O curso de Fonoaudiologia explora matérias nas áreas de saúde, educação, psicologia, lingüística, física acústica e pedagogia, além de estar voltada para o estudo específico das patologias de comunicação humana, visto que é considerada a área de maior estudo do fonoaudiólogo.

Ressalta-se que o fonoaudiólogo é um profissional de formação superior e graduação plena. Muitas pessoas pensam que se refere a um professor especializado, o que não é verdade, pois trata-se de um terapeuta, visto que não são abordados somente os aspectos psicopedagógicos mas uma série de dinâmicas e estratégias para alcançar metas que são vivenciadas na prática da terapia fonoaudiólogica.

Compete ao fonoaudiólogo fazer diagnóstico, porém, é de extrema importância ter o bom senso de encaminhar o paciente, quando necessário, para as diferentes áreas médicas e paramédicas, para que as diversas possibilidades que podem interferir na problemática apresentada pelo paciente sejam concluídas.

Fonte: www.radioceo.com.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

Juramento do Fonoaudiólogo

(Adaptação da Declaração de Genebra 1948)

Neste momento, ao assumir a profissão de Fonoaudiólogo, obrigo-me solenemente a dedicar meu trabalho à Humanidade, utilizando o domínio desta ciência em todas as suas formas de expressão, prevenindo, orientando e tratando todos aqueles que o necessitarem.

Respeitarei os segredos que me forem confiados. Manterei, por todos os meios ao meu alcance, a honra da minha profissão.

Não permitirei que considerações de ordem religiosa, de nacionalidade, de raça, de ordem política ou de padrões sociais se interponham entre o meu dever e o meu semelhante e não usarei meus conhecimentos contra as leis humanas.

Faço tais promessas solenemente, livremente sob minha palavra de honra.

Conforme a Resolução 278/2001 do Conselho Federal de Fonoaudiologia, que dispõe sobre os símbolos emblemáticos da Fonoaudiologia, e dá outras providências, após realização de concurso para escolha do heráldico da Fonoaudiologia, oficializou os seguintes símbolos emblemáticos da Fonoaudiologia:

Heráldico da Fonoaudiologia

Constituído da seguinte forma: um círculo contendo em sua parte superior o nome da profissão  "Fonoaudiologia" em cor azul royal; ao centro a letra "F" estilizada, na cor vermelha; ao fundo e ao redor da letra "F" duas figuras geométricas, de forma côncava, raiadas e em sua parte inferior, losangos na cor vermelha, conforme matriz à disposição na sede dos Conselhos de Fonoaudiologia.

A forma estilizada no centro do heráldico tem dupla significação e referencia-se à emissão e recepção do som pelo corpo humano. O "F", de Fonoaudiologia, em primeiro plano no heráldico, lembra o despertar da serpente em movimento ascensional.

Esse movimento nas práticas derivadas da sabedoria oriental, desperta o homem para a compreensão mais ampla da vida e do universo.

Nesse sentido é também força de cura, de vivificação e os raios do outro referenciando-se à emissão e recepção do som pelo corpo humano.

Anel da Fonoaudiologia

O anel de grau do Bacharel de Fonoaudiologia deverá ter as seguintes características: pedra  Safira azul, que representa o saber, enquanto busca permanente do conhecimento, para servir ao outro.

O heráldico pode ser usado nos dois lados do anel. O profissional fonoaudiólogo poderá optar apenas pela pedra não se utilizando do heráldico da Fonoaudiologia.

Fonte: www.simonboasfalas.com.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

CÓDIGO DE ÉTICA DA FONOAUDIOLOGIA

( O Código de Ética foi aprovado pelo Resolução CFFa nº 305/2004 )

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1o O presente Código de Ética regulamenta os direitos e deveres dos inscritos nos Conselhos de Fonoaudiologia, segundo suas atribuições específicas.

§ 1o - Compete ao Conselho Federal de Fonoaudiologia zelar pela observância dos princípios deste código, funcionar como Conselho Superior de Ética Profissional, além de firmar jurisprudência e atuar nos casos omissos.

§ 2o - Compete aos Conselhos Regionais, nas áreas de suas respectivas jurisdições, zelar pela observância dos princípios e diretrizes deste código e funcionar como órgão julgador de primeira instância.

§ 3o - A fim de garantir a execução deste Código de Ética, cabe aos inscritos e aos interessados comunicar aos Conselhos Regionais de Fonoaudiologia, com clareza e embasamento, fatos que caracterizem a inobservância do presente código e das normas que regulamentam o exercício da Fonoaudiologia.

Art. 2o Os infratores do presente código sujeitar-se-ão às penas disciplinares previstas em lei.

CAPÍTULO II

DOS PRINCÍPIOS GERAIS

Art. 3o A Fonoaudiologia é a profissão regulamentada pela Lei no 6.965, de 9 de dezembro de 1981, e pelo Decreto no 87.218, de 31 de maio de 1982.

Art. 4o Constituem princípios éticos da Fonoaudiologia:

I - o exercício da atividade em benefício do ser humano e da coletividade, mantendo comportamento digno sem discriminação de qualquer natureza;

II - a atualização científica e técnica necessária ao pleno desempenho da atividade;

III - a propugnação da harmonia da classe.

CAPÍTULO III

DOS DIREITOS GERAIS

Art. 5o Constituem direitos gerais dos inscritos, nos limites de sua competência e atribuições:

I - exercício da atividade sem ser discriminado;

II - exercício da atividade com ampla autonomia e liberdade de convicção;

III - avaliação, solicitação, elaboração e realização de exame, diagnóstico, tratamento e pesquisa, emissão de parecer, laudo e/ou relatório, docência, responsabilidade técnica, assessoramento, consultoria, coordenação, administração, orientação, realização de perícia e demais procedimentos necessários ao exercício pleno da atividade;

IV - liberdade na realização de estudos e pesquisas, resguardados os direitos dos indivíduos ou grupos envolvidos em seus trabalhos;

V - liberdade de opinião e de manifestação de movimentos que visem a defesa da classe;

VI  requisição de desagravo junto ao Conselho Regional de Fonoaudiologia da sua jurisdição, quando atingido no exercício da atividade profissional;

VII  consulta ao Conselho de Fonoaudiologia de sua jurisdição quando houver dúvidas a respeito da observância e aplicação deste Código, ou em casos omissos.

CAPÍTULO IV

DAS RESPONSABILIDADES GERAIS

Art. 6o São deveres gerais dos inscritos:

I - observar e cumprir a Lei no 6.965/81, o Decreto no 87.218/82, este Código de Ética, bem como as determinações e normas emanadas dos Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia;

II - exercer a atividade de forma plena, utilizando os conhecimentos e recursos necessários, para promover o bem-estar do cliente e da coletividade;

III - recusar-se a exercer a profissão quando as condições de trabalho não forem dignas, seguras e salubres;

IV - apontar falhas nos regulamentos e normas de instituições quando as julgar incompatíveis com exercício da atividade ou prejudiciais ao cliente, devendo dirigir-se, nesses casos, aos órgãos competentes;

V - assumir responsabilidades pelos atos praticados;

VI - resguardar a privacidade do cliente;

VII - utilizar seu nome e número de registro no Conselho Regional no qual estiver inscrito, em qualquer procedimento fonoaudiológico, acompanhado de rubrica ou assinatura;

VIII - colaborar, sempre que possível, em campanhas que visem o bem-estar da coletividade;

IX - tratar com urbanidade e respeito os representantes dos órgãos representativos de classe, quando no exercício de suas atribuições, facilitando o seu desempenho.

Art. 7o Consiste em infração ética:

I - utilizar títulos acadêmicos que não possua ou de especialidades para as quais não esteja habilitado;

II - permitir que pessoas não habilitadas realizem práticas fonoaudiológicas ou valer-se dessas para substituir-se em sua atividade;

III - adulterar resultados ou fazer declarações falsas sobre quaisquer situações ou circunstâncias da prática fonoaudiológica;

IV - agenciar, aliciar ou desviar, por qualquer meio, cliente para si ou para terceiros;

V - receber ou exigir remuneração, comissão ou vantagem por serviços fonoaudiológicos que não tenha efetivamente prestado;

VI - assinar qualquer procedimento fonoaudiológico realizado por terceiros, ou solicitar que outros profissionais assinem seus procedimentos.

CAPÍTULO V

DO RELACIONAMENTO

Seção I

Das Responsabilidades do Fonoaudiólogo para com o Cliente

Art. 8o Define-se como cliente a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza serviços de Fonoaudiologia.

Art. 9o O fonoaudiólogo deve:

I - respeitar o cliente e não permitir que este seja desrespeitado;

II - informar ao cliente sua qualificação, responsabilidades e funções, bem como dos demais membros da equipe, quando se fizer necessário;

III - orientar adequadamente acerca dos propósitos, riscos, custos e alternativas de tratamento, bem como das implicações de tratamentos fonoaudiológicos equivalentes, praticados simultaneamente;

IV - esclarecer o cliente, apropriadamente, sobre os riscos, as influências sociais e ambientais dos transtornos fonoaudiológicos e sobre a evolução do quadro clínico, bem como sobre os prejuízos de uma possível interrupção do tratamento fonoaudiológico, ficando o fonoaudiólogo isento de qualquer responsabilidade, caso o cliente mantenha-se neste propósito;

V - elaborar, fornecer relatório, resultado de exame, parecer e laudo fonoaudiológico, quando solicitado;

VI - permitir o acesso do responsável ou representante legal durante avaliação e tratamento, salvo quando sua presença comprometer a eficácia do atendimento;

VII - permitir o acesso do cliente ao prontuário, relatório, exame, laudo ou parecer elaborados pelo fonoaudiólogo, recebendo explicação necessária à sua compreensão, mesmo quando o serviço for contratado por terceiros.

Art. 10. Consiste em infração ética:

I - abandonar o cliente, salvo por motivo justificável;

II - executar ou propor tratamento desnecessário ou para o qual o fonoaudiólogo não esteja capacitado;

III - exagerar ou minimizar o quadro diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica ou exceder-se em número de consultas ou em quaisquer outros procedimentos fonoaudiológicos;

IV - iniciar tratamento de incapazes, sem autorização de seus representantes legais;

V - utilizar técnicas ou materiais no tratamento que não tenham eficácia comprovada;

VI - garantir resultados de tratamentos através de métodos infalíveis, sensacionalistas ou de conteúdo inverídico;

VII - emitir parecer, laudo ou relatório que não correspondam à veracidade dos fatos ou dos quais não tenha participado;

VIII - obter qualquer vantagem indevida de seus clientes;

IX - usar a profissão para corromper, lesar ou alterar a personalidade e/ou a integridade física e/ou psíquica dos clientes ou ser conivente com esta prática.

Seção II

Dos Profissionais

Art. 11. O fonoaudiólogo deve:

I - Atendendo cliente simultaneamente com outro fonoaudiólogo, atuar em comum acordo;

II - recorrer a outros profissionais, sempre que for necessário.

Art. 12. Consiste em infração ética:

I - praticar ou permitir que se pratique concorrência desleal;

II - ser cúmplice, sob qualquer forma, de pessoas que exerçam ilegalmente a profissão ou cometam infrações éticas;

III - emitir opinião depreciativa técnico-científica sobre outro profissional;

IV - obter ou exigir vantagens indevidas de colegas nas relações profissionais;

V - deixar de reencaminhar ao profissional responsável o cliente que lhe foi enviado para procedimento específico ou por substituição temporária, salvo por solicitação do cliente ou na iminência de prejuízo deste, devendo o fato ser obrigatoriamente comunicado ao colega;

VI - utilizar-se de sua posição hierárquica para impedir, prejudicar ou dificultar que seus subordinados realizem seus trabalhos ou atuem dentro dos princípios éticos;

VII - alterar conduta fonoaudiológica determinada por outro fonoaudiólogo, mesmo quando investido de função de chefia ou de auditoria, salvo em situação de indiscutível prejuízo para o cliente, devendo comunicar imediatamente o fato ao fonoaudiólogo responsável;

VIII - negar, injustificadamente, colaboração técnica ou serviços profissionais a colega.

CAPÍTULO VI

DO SIGILO PROFISSIONAL

Art. 13. O fonoaudiólogo deve:

I - manter sigilo sobre fatos de que tenha conhecimento em decorrência de sua atuação com o cliente, exceto por justo motivo;

II - guardar sigilo sobre as informações de outros profissionais também comprometidos com o caso;

III - ao elaborar prontuário de seus clientes conservá-lo em arquivo próprio, evitando o acesso de pessoas estranhas a ele;

IV - orientar seus colaboradores e alunos quanto ao sigilo profissional.

§ 1o - Compreende-se como justo motivo, principalmente:

a) situações em que o seu silêncio ponha em risco a integridade do profissional, do cliente e da comunidade;

b) cumprimento de determinação judicial.

§ 2o - Não constitui quebra de sigilo profissional a exposição do tratamento empreendido perante o Poder Judiciário, nas ações que visem à cobrança de honorários profissionais.

CAPÍTULO VII

DA REMUNERAÇÃO PROFISSIONAL

Art. 14. Na fixação dos honorários profissionais, podem ser considerados:

I - a condição socioeconômica do cliente e da comunidade;

II - a titulação do profissional;

III - os valores usualmente praticados pela categoria;

IV - o tempo utilizado na prestação do serviço;

V - o caráter de permanência, temporariedade ou eventualidade do tratamento;

VI - o custo operacional.

Parágrafo único: É direito do fonoaudiólogo apresentar seus honorários, separadamente, quando no atendimento ao cliente participarem outros profissionais.

Art. 15. Consiste em infração ética:

I - oferecer ou prestar serviços fonoaudiológicos gratuitos a entidade pública de qualquer natureza ou a empresas, e participar gratuitamente de projetos e outros empreendimentos que visem lucro;

II - receber ou dar gratificação por encaminhamento de cliente;

III - receber ou cobrar de cliente atendido por convênio ou contrato, valor adicional por serviço já remunerado.

CAPÍTULO VIII

DA FORMAÇÃO ACADÊMICA, DA PESQUISA E DA PUBLICAÇÃO

Art. 16. Na formação acadêmica, pesquisa e publicação, o fonoaudiólogo deve:

I - observar os preceitos deste Código e difundi-los;

II - dar cunho estritamente impessoal às críticas ou discordâncias de teorias e técnicas de outros profissionais, não visando o autor, e sim o tema ou a matéria;

III - quando da utilização de dados ou imagens que possam identificar o cliente, obter deste ou de seu representante legal, consentimento livre e esclarecido;

IV - responsabilizar-se por serviços fonoaudiológicos, produções acadêmicas e científicas executados pelos alunos sob sua supervisão.

Art. 17. Consiste em infração ética:

I - falsear dados ou deturpar sua interpretação;

II - divulgar ou utilizar técnicas ou materiais que não tenham eficácia comprovada;

III - servir-se de sua posição hierárquica para impedir ou dificultar que o colega utilize as instalações e demais recursos das instituições ou setores sob sua direção, no desenvolvimento de pesquisa, salvo estrito cumprimento do dever legal;

IV - aproveitar-se de posição hierárquica para fazer constar seu nome na co-autoria de obra científica da qual não tenha participado;

V - apresentar como sua, no todo ou em parte, obra científica de outrem, ainda que não publicada;

VI - utilizar-se, sem referência ao autor ou sem sua autorização expressa, de dados, informações ou opiniões coletadas em partes já publicadas ou não;

VII - utilizar-se da influência do cargo para aliciamento ou encaminhamento de clientes para clínica particular;

VIII - desatender às normas do órgão competente e à legislação sobre pesquisa.

CAPÍTULO IX

DA MÍDIA

Seção I

Dos Veículos de Comunicação

Art. 18. Ao promover publicamente os seus serviços, o fonoaudiólogo deve fazê-lo com exatidão e dignidade, observando os preceitos deste Código, bem como as normas dos Conselhos Federal e Regionais e Federal.

Art. 19. A utilização da Internet para fins profissionais deve seguir os preceitos deste Código e demais normatizações pertinentes.

Seção II

Da Propaganda e da Publicidade

Art. 20. Nos anúncios, placas e impressos devem constar o nome do profissional, da profissão e o número de inscrição no Conselho Regional, podendo ainda constar:

I - as especialidades para as quais o fonoaudiólogo esteja habilitado;

II - os títulos de formação acadêmica;

III - o endereço, telefone, endereço eletrônico, horário de trabalho, convênios e credenciamentos;

IV - instalações, equipamentos e métodos de tratamento;

V - logomarca, logotipo ou heráldicos relacionados à Fonoaudiologia.

Art. 21. Consiste em infração ética:

I - anunciar preços e modalidade de pagamento em publicações abertas, exceto na divulgação de cursos, palestras, seminários e afins;

II - consultar, diagnosticar ou prescrever tratamento por quaisquer meios de comunicação de massa;

III - induzir a opinião pública a acreditar que exista reserva de atuação clínica para determinados procedimentos.

Seção III

Da Entrevista

Art. 22. O profissional inscrito pode utilizar-se de veículos de comunicação para conceder entrevistas ou divulgar palestras públicas sobre assuntos fonoaudiológicos, de interesse social e com finalidade educativa.

CAPÍTULO X

DA OBSERVÂNCIA, APLICAÇÃO E CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE ÉTICA

Art. 23. Cabe ao Conselho de Fonoaudiologia competente, onde está inscrito o fonoaudiólogo, a apuração das faltas que cometer contra este Código e aplicação das penalidades previstas na legislação em vigor.

Parágrafo único: Comete grave infração o fonoaudiólogo que deixar de atender às solicitações, notificações, intimações ou convocações dos Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia.

Art. 24. Os preceitos deste Código são de observância obrigatória e sua violação sujeitará o infrator e quem, de qualquer modo, com ele concorrer para a infração, às penas previstas na Lei 6.965/ 81.

Art. 25. Os fonoaudiólogos estrangeiros, quando atuarem em território nacional, obrigam-se ao cumprimento das normas e preceitos deste Código.

CAPÍTULO XI

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 26. As dúvidas na observância deste Código e os casos omissos, encaminhados pelos Conselhos Regionais, serão apreciados e julgados pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia.

Art. 27. Este Código poderá ser alterado pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, por iniciativa própria ou mediante proposta dos Conselhos Regionais.

Art. 28. Este Código entra em vigor na data de sua publicação, revogadas todas as disposições em contrário.

Brasília, 06 de março de 2004
Maria Thereza Mendonça C. de Rezende
Presidente

Fonte: www.fonoaudiologia.org.br

Dia do Fonoaudiólogo

09 de Dezembro

Conselho Federal de Fonoaudiologia

LEI No 6.965, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1981.

Dispõe sobre a regulamentação da Profissão de Fonoaudiólogo, e determina outras providências

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - É reconhecido em todo o Território Nacional o exercício da profissão de Fonoaudiólogo, observados os preceitos da presente Lei.

Parágrafo único. Fonoaudiólogo é o profissional, com graduação plena em Fonoaudiologia, que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e terapia fonoaudiológicas na área da comunicação oral e escrita, voz e audição, bem como em aperfeiçoamento dos padrões da fala e da voz.

Art. 2º - Os cursos de Fonoaudiologia serão autorizados a funcionar somente em instituições de ensino superior.

Parágrafo único. O Conselho Federal de Educação elaborará novo currículo mínimo para os cursos de Fonoaudiologia em todo o Território Nacional.

Art. 3º - O exercício da profissão de Fonoaudiólogo será assegurado:

a) aos portadores de diploma expedido por curso superior de Fonoaudiologia oficial ou reconhecido;

b) aos portadores de diploma expedido por curso congênere estrangeiro, revalidado na forma da legislação vigente;

c) aos portadores de diploma ou certificado fornecido, até a data da presente Lei, por cursos enquadrados na Resolução número 54, do Conselho Federal de Educação, publicada no "Diário Oficial" da União de 15 de novembro de 1976.

§ 1º - Os portadores de diploma ou certificado de conclusão de curso teórico-prático de Fonoaudiologia, sob qualquer de suas denominações - Logopedia, Terapia da Palavra, Terapia da Linguagem e Ortofonia, bem como de Reeducação da Linguagem, ministrado até 1975, por estabelecimento de ensino oficial, terão direito ao registro como Fonoaudiólogo.

§ 2º - Serão assegurados os direitos previstos no art. 4º aos profissionais que, até a data da presente Lei, tenham comprovadamente exercido cargos ou funções de fonoaudiólogo por prazo não-inferior a 5 (cinco) anos.

Art. 4º - É da competência do Fonoaudiólogo e de profissionais habilitados na forma da legislação específica:

a) desenvolver trabalho de prevenção no que se refere à área da comunicação escrita e oral, voz e audição;

b) participar de equipes de diagnóstico, realizando a avaliação da comunicação oral e escrita, voz e audição;

c) realizar terapia fonoaudiológica dos problemas de comunicação oral e escrita, voz e audição;

d) realizar o aperfeiçoamento dos padrões da voz e fala;

e) colaborar em assuntos fonoaudiológicos ligados a outras ciências;

f) projetar, dirigir ou efetuar pesquisas fonoaudiológicas promovidas por entidades públicas, privadas, autárquicas e mistas;

g) lecionar teoria e prática fonoaudiológicas;

h) dirigir serviços de fonoaudiologia em estabelecimentos públicos, privados, autárquicos e mistos;

i) supervisionar profissionais e alunos em trabalhos teóricos e práticos de Fonoaudiologia;

j) assessorar órgãos e estabelecimentos públicos, autárquicos, privados ou mistos no campo da Fonoaudiologia;

1) participar da Equipe de Orientação e Planejamento Escolar, inserindo aspectos preventivos ligados a assuntos fonoaudiológicos;

m) dar parecer fonoaudiológico, na área da comunicação oral e escrita, voz e audição;

n) realizar outras atividades inerentes à sua formação universitária pelo currículo.

Parágrafo único. Ao Fonoaudiólogo é permitido, ainda, o exercício de atividades vinculadas às técnicas psicomotoras, quando destinadas à correção de distúrbios auditivos ou de linguagem, efetivamente realizado.

Art. 5º - O exercício das atividades de Fonoaudiólogo sem observância do disposto nesta Lei configurará o ilícito penal, nos termos da legislação específica.

Art. 6º - Ficam criados o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Fonoaudiologia - CFF e CRF - com a incumbência de fiscalizar o exercício da profissão definida nesta Lei.

§ 1º - O Conselho Federal e os Regionais a que se refere este artigo constituem, em conjunto, uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Trabalho.

§ 2º - O Conselho Federal terá sede e foro no Distrito Federal e jurisdição em todo o País, e os Conselhos Regionais terão sede e foro nas Capitais dos Estados, dos Territórios e no Distrito Federal.

Art. 7º - O Conselho Federal será constituído de 10 (dez) membros efetivos e respectivos suplentes, eleitos pela forma estabelecida nesta Lei.

§ 1º - Os membros do Conselho Federal e respectivos suplentes, com mandato de 3 (três) anos, serão eleitos por um Colégio Eleitoral integrado de um representante de cada Conselho Regional por este eleito em reunião especialmente convocada, facultada a reeleição para um mandato.

§ 2º - O Colégio Eleitoral convocado para a composição do Conselho Federal reunir-se-á, preliminarmente, para exame, discussão, aprovação e registro das chapas concorrentes, realizando as eleições 24 (vinte e quatro) horas após a sessão preliminar.

Art. 8º - Os membros dos Conselhos Regionais e os respectivos suplentes, com mandato de 3 (três) anos, serão eleitos pelo sistema de eleição direta, através do voto pessoal, secreto e obrigatório dos profissionais inscritos no Conselho, aplicando-se pena de multa, em importância não-excedente ao valor da anuidade, ao que deixar de votar sem causa justificada.

Parágrafo único. O exercício do mandato de membro do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais, assim como a respectiva eleição, mesmo na condição de suplente, ficará subordinado, além de outras exigências legais, ao preenchimento dos seguintes requisitos e condições básicas:

I - cidadania brasileira;

II - habilitação profissional na forma da legislação em vigor;

III - pleno gozo dos direitos profissionais, civis e políticos;

IV - inexistência de condenação por crime contra a segurança nacional.

Art. 9º - A extinção ou perda de mandato de membro do Conselho Federal ou dos Conselhos Regionais ocorrerá em virtude de:

I - renúncia;

II - superveniência de causa de que resulte a inabilitação para o exercício da profissão;

III - condenação à pena superior a 2 (dois) anos, em face de sentença transitada em julgado;

IV - destituição de cargo, função ou emprego, relacionada à prática de ato de improbidade na Administração Pública ou Privada, em face de sentença transitada em julgado;

V - conduta incompatível com a dignidade do órgão ou falta de decoro;

VI - ausência, sem motivo justificado, a 3 (três) sessões consecutivas ou a 6 (seis) intercaladas, em cada ano.

Art. 10 - Compete ao Conselho Federal:

I - eleger, dentre os seus membros, por maioria absoluta, o seu Presidente e o Vice-Presidente;

II - exercer função normativa, baixar atos necessários à interpretação e execução do disposto nesta Lei e à fiscalização do exercício profissional, adotando providências indispensáveis à realização dos objetivos institucionais;

III - supervisionar a fiscalização do exercício profissional em todo o Território Nacional;

IV - organizar, propor instalação, orientar e inspecionar os Conselhos Regionais, fixar-lhes jurisdição e examinar suas prestações de contas, neles intervindo desde que indispensável ao restabelecimento da normalidade administrativa ou financeira ou à garantia da efetividade ou princípio da hierarquia institucional;

V - elaborar e aprovar seu Regimento, "ad referendum" do Ministro do Trabalho;

VI - examinar e aprovar os Regimentos dos Conselhos Regionais, modificando o que se fizer necessário para assegurar unidade de orientação e uniformidade de ação;

VII - conhecer e dirimir dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais e prestar-lhes assistência técnica permanente;

VIII - apreciar e julgar os recursos de penalidade imposta pelos Conselhos Regionais;

IX - fixar o valor das anuidades, taxas, emolumentos e multas devidos pelos profissionais e empresas aos Conselhos Regionais a que estejam jurisdicionados;

X - aprovar sua proposta orçamentária e autorizar a abertura de créditos adicionais, bem como operações referentes a mutações patrimoniais;

XI - dispor, com a participação de todos os Conselhos Regionais, sobre o Código de Ética Profissional, funcionando como Conselho Superior de Ética Profissional;

XII - estimular a exação no exercício da profissão, velando pelo prestígio e bom nome dos que a exercem;

XIII - instituir o modelo das carteiras e cartões de identidade profissional;

XIV - autorizar o Presidente a adquirir, onerar ou alienar bens imóveis;

XV - emitir parecer conclusivo sobre prestação de contas a que esteja obrigado;

XVI - publicar, anualmente, seu orçamento e respectivos créditos adicionais, os balanços, a execução orçamentária e o relatório de suas atividades.

Art. 11 - Os Conselhos Regionais serão organizados, em princípio, nos moldes do Conselho Federal.

Art. 12 - Compete aos Conselhos Regionais:

I - eleger, dentre os seus membros, por maioria absoluta, o seu Presidente e o seu Vice-Presidente;

II - elaborar a proposta de seu Regimento, bem como as alterações, submetendo-as à aprovação do Conselho Federal;

III - julgar e decidir, em grau de recurso, os processos de infração à presente Lei e ao Código de Ética;

IV - agir com a colaboração das sociedades de classe e das escolas ou faculdades, nos assuntos relacionados com a presente Lei;

V - deliberar sobre assuntos de interesse geral e administrativo;

VI - expedir a carteira de identidade profissional e o cartão de identificação aos profissionais registrados, de acordo com o currículo efetivamente realizado;

VII - organizar, disciplinar e manter atualizado o registro dos profissionais e pessoas jurídicas que, nos termos desta Lei, se inscrevam para exercer atividades de fonoaudiologia na Região;

VIII - publicar relatórios de seus trabalhos e relações dos profissionais e firmas registrados;

IX - estimular a exação no exercício da profissão, velando pelo prestígio e bom conceito dos que a exercem;

X - fiscalizar o exercício profissional na área da sua jurisdição, representando, inclusive, às autoridades competentes, sobre os fatos que apurar e cuja solução ou repressão não seja de sua alçada;

XI - cumprir e fazer cumprir as disposições desta Lei, das resoluções e demais normas baixadas pelo Conselho Federal;

XII - funcionar como Conselhos Regionais de Ética, conhecendo, processando e decidindo os casos que lhes forem submetidos;

XIII - julgar as infrações e aplicar as penalidades previstas nesta Lei e em normas complementares do Conselho Federal;

XIV - propor ao Conselho Federal as medidas necessárias ao aprimoramento dos serviços e do sistema de fiscalização do exercício profissional;

XV - aprovar a proposta orçamentária e autorizar a abertura de créditos adicionais e as operações referentes a mutações patrimoniais;

XVI - autorizar o Presidente a adquirir, onerar ou alienar bens imóveis;

XVII - arrecadar anuidades, multas, taxas e emolumentos e adotar todas as medidas destinadas à efetivação de sua receita, destacando e entregando ao Conselho Federal as importâncias referentes à sua participação legal;

XVIII - promover, perante o Juízo competente, a cobrança das importâncias correspondentes às anuidades, taxas, emolumentos e multas, esgotados os meios de cobrança amigável;

XIX - emitir parecer conclusivo sobre prestação de contas a que esteja obrigado;
XX - publicar, anualmente, seu orçamento e respectivos créditos adicionais, os balanços, a execução orçamentária e o relatório de suas atividades.

Art. 13 - Aos Presidentes dos Conselhos Federal e Regionais incumbe a administração e representação legal dos mesmos, facultando-se-lhes suspender o cumprimento de qualquer deliberação de seu Plenário que lhes pareça inconveniente ou contrária aos interesses da instituição, submetendo essa decisão à autoridade competente do Ministério do Trabalho ou ao Conselho Federal, respectivamente.

Art. 14 - Constituem renda do Conselho Federal:

I - 20% (vinte por cento) do produto da arrecadação de anuidades, taxas, emolumentos e multas de cada Conselho Regional;

II - legados, doações e subvenções;

III - rendas patrimoniais.

Art. 15 - Constituem renda dos Conselhos Regionais:

I - 80% (oitenta por cento) do produto da arrecadação de anuidades, taxas, emolumentos e multas;

II - legados, doações e subvenções;

III - rendas patrimoniais.

Art. 16 - A renda dos Conselhos Federal e Regionais só poderá ser aplicada na organização e funcionamento de serviços úteis à fiscalização do exercício profissional, bem como em serviços de caráter assistencial, quando solicitados pelas entidades sindicais.

Art. 17 - O exercício da profissão de que trata a presente Lei, em todo o Território Nacional, somente é permitido ao portador de carteira profissional expedida por órgãos competentes.

Parágrafo único. É obrigatório o registro nos Conselhos Regionais das empresas cujas finalidades estejam ligadas à Fonoaudiologia, na forma estabelecida em Regulamento.

Art. 18 - Para o exercício de qualquer das atividades relacionadas no art. 4º desta Lei, em qualquer modalidade de relação trabalhista ou empregatícia, será exigida, como condição essencial, a apresentação da carteira profissional emitida pelo respectivo Conselho.

Art. 19 - O exercício simultâneo, temporário ou definitivo, da profissão, em área de jurisdição de 2 (dois) ou mais Conselhos Regionais, submeterá o profissional de que trata esta Lei às exigências e formalidades estabelecidas pelo Conselho Federal.

Art. 20 - O pagamento da anuidade ao Conselho Regional da respectiva jurisdição constitui condição de legitimidade do exercício da profissão.

Parágrafo único. A anuidade será paga até 31 de março de cada ano, salvo a primeira, que será devida no ato do registro dos profissionais ou das empresas referidas no parágrafo único, do art. 17, desta Lei.

Art. 21 - Constituem infração disciplinar:

I - transgredir preceito do Código de Ética Profissional;

II - exercer a profissão, quando impedido de fazê-lo, ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício aos não-registrados ou aos leigos;

III - violar sigilo profissional;

IV - praticar, no exercício da atividade profissional, ato que a lei defina como crime ou contravenção;

V - não cumprir, no prazo assinalado, determinação emanada de órgãos ou autoridade do Conselho Regional, em matéria de competência deste, após regularmente notificado;

VI - deixar de pagar, pontualmente, ao Conselho Regional, as contribuições a que está obrigado;

VII - faltar a qualquer dever profissional prescrito nesta Lei;

VIII - manter conduta incompatível com o exercício da profissão.

Parágrafo único. As faltas serão apuradas levando-se em conta a natureza do ato e as circunstâncias de cada caso.

Art. 22 - As penas disciplinares consistem em:

I - advertência;

II - repreensão;

III - multa equivalente a até 10 (dez) vezes o valor da anuidade;

IV - suspensão do exercício profissional pelo prazo de até 3 (três) anos, ressalvada a hipótese prevista no § 7º deste artigo;

V - cancelamento do registro profissional.

§ 1º - Salvo nos casos de gravidade manifesta ou reincidência, a imposição das penalidades obedecerá à gradação deste artigo, observadas as normas estabelecidas pelo Conselho Federal para disciplina do processo de julgamento das infrações.

§ 2º - Na fixação da pena serão considerados os antecedentes profissionais do infrator, o seu grau de culpa, as circunstâncias atenuantes e agravantes e as conseqüências da infração.

§ 3º - As penas de advertência, repreensão e multa serão comunicadas pela instância própria, em ofício reservado, não se fazendo constar dos assentamentos do profissional punido, a não ser em caso de reincidência.

§ 4º - Da imposição de qualquer penalidade caberá recurso, com efeito suspensivo, à instância imediatamente superior:

a) voluntário, no prazo de 30 (trinta) dias a contar da ciência da decisão;

b) "ex officio", nas hipóteses dos incisos IV e V deste artigo, no prazo de 30 (trinta) dias a contar da decisão.

§ 5º - As denúncias somente serão recebidas quando assinadas, declinada a qualificação do denunciante e acompanhadas de indicação dos elementos comprobatórios do alegado.

§ 6º - A suspensão por falta de pagamento de anuidades, taxas ou multas só cessará com a satisfação da dívida, podendo ser cancelado o registro profissional se, após decorridos 3 (três) anos, não for o débito resgatado.

§ 7º - É lícito ao profissional punido requerer, à instância superior, revisão do processo, no prazo de 30 (trinta) dias contados da ciência da punição.

§ 8º - (Revogado pela Lei nº 9.098, de 19/09/1995)

§ 9º - As instâncias recorridas poderão reconsiderar suas próprias decisões.

§ 10 - (Revogado pela Lei nº 9.098, de 19/09/1995)

Art. 23 - O pagamento da anuidade fora do prazo sujeitará o devedor à multa prevista no Regulamento.

Art. 24 - A exigência da carteira profissional de que trata o art. 18 desta Lei somente será efetiva a partir de 180 (cento e oitenta) dias, contados da instalação do respectivo Conselho Regional.

Art. 25 - O primeiro Conselho Federal será constituído pelo Ministro do Trabalho.

Art. 26 - Os Conselhos Regionais serão instalados desde que agrupem um número suficiente de profissionais, capaz de garantir sua normalidade administrativa, a critério e por ato do Ministro do Trabalho.

Art. 27 - A presente Lei será regulamentada pelo Poder Executivo dentro de 90 (noventa) dias.

Art. 28 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 29 - Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 9 de dezembro de 1981; 160º da Independência e 93º da República.

Símbolo

Conselho Federal de Fonoaudiologia

RESOLUÇÃO CFFa nº 278 , de 07 de Julho de 2001

Dispõe sobre os símbolos emblemáticos da Fonoaudiologia, e dá outras providências.

O Conselho Federal de Fonoaudiologia  CFFa, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 6.965/81,

Considerando a realização de concurso para escolha do heráldico da Fonoaudiologia, aberto pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia do Brasil noticiado no Jornal da entidade em março/abril de 1996,

Considerando que, após votação realizada pelos profissionais fonoaudiólogos inscritos nos Conselhos, foi definido o heráldico da Fonoaudiologia, criado pela Fga. Letícia Caldas Teixeira/CRFa. Nº 0272/MG,

Considerando a necessidade de regulamentar e uniformizar os símbolos emblemáticos da Fonoaudiologia,

Considerando a decisão do Plenário durante a 67ª Sessão Plenária Ordinária, realizada no dia 07/07/2001,

R E S O L V E

Art. 1º - Ficam oficializados os seguintes símbolos emblemáticos da Fonoaudiologia:

01. Heráldico: constituído da seguinte forma: um círculo contendo em sua parte superior o nome da profissão Fonoaudiologia em cor azul royal; ao centro a letra

F estilizada, na cor vermelha; ao fundo e ao redor da letra F duas figuras geométricas, de forma côncava, raiadas e em sua parte inferior, losangos na cor vermelha, conforme matriz à disposição na sede dos Conselhos de Fonoaudiologia. A forma estilizada no centro do heráldico tem dupla significação e referencia-se à emissão e recepção do som pelo corpo humano. O F, de Fonoaudiologia, em primeiro plano no heráldico, lembra o despertar da serpente em movimento ascensional. Esse movimento nas práticas derivadas da sabedoria oriental, desperta o homem para a compreensão mais ampla da vida e do universo. Nesse sentido é também força de cura, de vivificação e os raios do outro referenciando-se à emissão e recepção do som pelo corpo humano.

02. Anel: o anel de grau do Bacharel de Fonoaudiologia deverá ter as seguintes características: pedra  Safira azul, que representa o saber, enquanto busca permanente do conhecimento, para servir ao outro. O heráldico pode ser usado nos dois lados do anel. O profissional fonoaudiólogo poderá optar apenas pela pedra não se utilizando do heráldico da Fonoaudiologia.

03. data: fica oficializado o dia 09 de dezembro como o Dia do Fonoaudiólogo.

Art. 2º - Os emblemas, a cor da pedra, azul royal, e o heráldico, passarão a ser considerados os símbolos oficiais da Fonoaudiologia.

Parágrafo único  O CFFa é o detentor dos direitos autorias do heráldico oficial da fonoaudiologia.

Art. 3º - Os Conselhos Regionais de Fonoaudiologia divulgarão os símbolos oficiais descritos no artigo 1º desta Resolução.

Art. 4º - Os símbolos descritos nesta resolução são de uso privativo de:

a. Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia;
b. Profissionais de nível superior registrados nos Conselhos de Fonoaudiologia;
c. Cursos de Fonoaudiologia;
d. Pessoas físicas e jurídicas representantes da profissão de fonoaudiólogo;
e. Alunos dos Cursos de Graduação em Fonoaudiologia.

Artigo 5º - O heráldico poderá figurar como segue:

a. usado com distintivo pessoal na lapela;
b. aposto em veículo de uso particular;
c. aposto em veículos oficiais dos Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia;
d. aplicado em material de correspondência dos Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia;
e. aplicado nos materiais de uso profissional dos fonoaudiólogos;
f. aplicado em convites de formatura das turmas de fonoaudiologia;
g. aplicado em flâmulas e bandeiras;
h. aplicado em broche e bottons;
i. gravado em medalhas;
j. aplicado em peças de vestuário e objetos de uso de Fonoaudiólogos e/ou Entidades/Instituições e outras, ligadas à fonoaudiologia.

Parágrafo 1º

O Fonoaudiólogo e/ou Instituição compromete-se a utilizar o heráldico da fonoaudiologia, de forma ética, sempre com o objetivo de divulgar e elevar a profissão.

Parágrafo 2º

Outro heráldico poderá se utilizado, quando este for representativo de uma Entidade/Instituição, ou seja, quando se tratar de sua logomarca.

Art. 6º

Cabe ao CFFa tomar as providências necessárias ao registro dos símbolos da Fonoaudiologia.

Art. 7º

Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se todas as disposições em contrário, em especial a Resolução 216/98.

Maria Thereza M. Carneiro de Rezende

Presidente

Fonte:www.firval.com.br

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