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Dia dos Namorados

12 de Junho

O Dia dos Namorados brasileiro foi inspirado em uma tradição européia que, posteriormente, se espalhou por todo o Hemisfério Norte, como a comemoração do Dia de São Valentim, o padroeiro dos namorados.

Existem várias teorias sobre como o padre, que viveu em Roma no século III, teria conquistado este posto. A mais conhecida delas é a de que ele teria desafiado a ordem do imperador Cláudio, que proibia o casamento de soldados durante a guerra, por considerar que homens solteiros lutavam melhor.

Valentim continuou realizando os matrimônios, o que provocou sua condenação à morte. Enquanto aguardava sua execução na cadeia, o padre se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, conta a história, devolveu milagrosamente a visão à moça. Antes de ser morto, o que ocorreu em um dia 14 de fevereiro, ele escreveu uma mensagem de adeus para ela, assinando como "Seu Namorado".

Dia dos Namorados 2015

No século 17, ingleses e franceses começaram a comemorar, no dia de sua morte, o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. Um século depois, os norte-americanos adotaram a comemoração.

No Brasil, o Dia dos Namorados começou a ser celebrado em 1949. A idéia de trazer a data para o País foi do publicitário João Dória, cuja agência cuidava da loja Exposição Clíper.

A diferença, porém, é que a data foi transferida para junho, um mês de fraco movimento no comércio, exatamente para estimular as vendas. O dia 12 foi escolhido por ser véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.

Fonte:  UFGNet

Dia dos Namorados

12 de Junho

Diz um ditado popular que "o amor é uma flor roxa que nasce no coração dos trouxas".

E numa canção do tempo de ouro do rádio, cantada por Carmem Miranda, também ouvimos: "essa história de gostar de alguém/é uma mania que as pessoas têm/se me ajudasse, nosso Senhor/eu não pensaria mais no amor".

Ninguém é trouxa por amar, o amor é considerado um dos sentimentos mais nobres do ser humano, mas que parece uma mania, ah, lá isso parece. Basta dar uma olhadinha na internet para ver a quantidade de sites de namoro, relacionamentos e encontros. Todo mundo atrás de um amor.

As paqueras no colégio, nos bares, na praia, cartas, torpedos, telefonemas, e-mails, a flecha do cupido encorajando os corações - dos mais arrojados aos mais tímidos - a se declararem. A irem em busca de seu par.

Conta uma antiga lenda que, no princípio, homens e mulheres eram uma coisa só, feminino e masculino unidos completamente, colados um ao outro em um abraço universal. Castigados pelos deuses, por tentarem se igualar a eles, foram descolados para sempre e, por conta disso, vivem buscando até hoje a outra metade descolada. Sua metade da laranja.

Dia dos Namorados

Mania ou não, bom mesmo é estarmos com nossa metade no dia dos namorados.

E nos sentirmos mais nobres, mais completos, por amar, amar, amar...

Cupido é o culpado

Cupido (também conhecido como Eros) era o deus do amor. Filho de Vênus (Afrodite), deusa do amor, com Mercúrio (Hermes), mensageiro alado dos deuses, andava sempre ao lado da mãe, armado com seu arco e flecha. As setas, Cupido desfechava no coração dos deuses e dos homens que, uma vez atingidos por elas, ficavam completamente tocados pelo sentimento amoroso, apaixonados mesmo.

Conta-se ainda que existia uma outra divindade, irmão de Cupido, chamado Antero. Este seria o deus vingador do amor rejeitado, mas que aparece também na mitologia como o símbolo do afeto recíproco. Ele nasceu após Vênus ter se queixado de que seu filho Cupido continuava sempre criança. A deusa foi então aconselhada a lhe dar um irmão que, tirando Cupido da solidão, certamente o ajudaria a crescer. E assim foi. Com a chegada do irmão, começou a crescer e ficar robusto.

Cupido, aliás, quem diria, também viveu um grande amor. Vênus andava enciumada da beleza de Psiquê, uma jovem mortal, e pediu ao filho que castigasse a linda moça. Cupido foi cumprir sua missão mas, ao ver a jovem tão bela, acabou vítima do próprio veneno, apaixonando-se perdidamente. Eles casaram-se. Só que Psiquê, por ser mortal, não podia olhar o rosto do amado, que era um Deus. Então os deuses, após muitos problemas e desencontros vividos pelos dois, por conta dessa limitação, resolveram transformá-la numa deusa, para que eles pudessem viver seu grande amor eternamente.

Simpatias de amor

Para quem anda solitário ou ainda não foi flechado pelas setas do Cupido, distraído talvez em contemplar a beleza de sua esposa Psiquê, apaixonado demais para sair por aí flechando... pois, então, para quem ainda não encontrou seu amor - ou o perdeu -, existem algumas simpatias, para dar uma forcinha ao destino.

Aqui no Brasil, o dia dos namorados é festejado na véspera do dia de Santo Antônio, considerado santo casamenteiro. Daí as simpatias de amor estarem quase sempre associadas a sua imagem.

Vamos conhecer algumas:

Para arrumar namorado: na manhã do dia dos namorados, escrever o nome completo da pessoa amada em uma fita azul.

De noite, você deve contar sete estrelas no céu (sem apontar!) e pedir a Santo Antônio que lhe ajude a conquistar o coração de quem você ama. No dia seguinte, amarre a fita nos pés da imagem do santo e deixe amarrado até que o pedido seja concretizado.

Para o namorado voltar: pegue uma imagem de Santo Antônio e amarre nela sete fitas coloridas. Depois, guarde a estátua de cabeça para baixo e só desvire e a liberte das amarras, quando seu namorado voltar.

Então, vamos lá. Mãos à obra e boa sorte.

Ah, e bom dia dos namorados também!

Lupercália

É bem provável que a festa dos namorados tenha sua origem em um festejo romano: a Lupercália.

Em Roma, lobos vagavam próximos às casas e um dos deuses do povo romano, Lupercus, era invocado para manter os lobos distantes. Por essa razão, era oferecido um festival em honra a Lupercus, no dia 15 de fevereiro.

Nesse festival, era costume colocar os nomes das meninas romanas escritos em pedaços de papel, que eram colocados em frascos. Cada rapaz escolhia o seu papel e a menina escolhida deveria ser sua namorada naquele ano todo.

O dia da festa se transformou no dia dos namorados - nos Estados Unidos Valentine´s day -, em homenagem ao Padre Valentine. Ele tinha sido padre em Roma, numa época em que o então imperador Claudius II ordenou que os soldados romanos não casassem. Ele achava que, uma vez casados, seus soldados não iriam querer lutar, preferindo ficar em casa com suas esposas.

O padre Valentine foi contra a ordem dada por Claudius e casou muitos jovens secretamente. Foi preso e morto no dia 14 de fevereiro, tornando-se santo, após sua morte. Quando Roma se converteu ao cristianismo, os padres mudaram o feriado de Lupercália, no dia 15, para o dia 14 de fevereiro, Valentine´s Day, em homenagem ao padre.

No Brasil, como sabemos, comemoramos o dia dos namorados no dia 12 de junho.

Fonte:  www.ibge.gov.br

Dia dos Namorados

12 de Junho

A tradição do dia dos namorados

No Brasil comemorarmos o dia dos namorados no dia 12 de junho.

Mas em grande parte do mundo (como EUA, Itália e Canadá), a data escolhida é 14 de fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine's day dos americanos), um santo devotado à idéia do amor.

Na verdade, há dois santos "Valentino". Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos.

Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado em seu exército e nas guerras do que na vida em família , e ele estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.

Tanto era verdade, que o imperador foi tão longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentino, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimônios em segredo, até ser descoberto, preso e executado.

O outro São Valentino também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as criancinhas. Um dia, Valentino foi jogado na prisão pelos romanos por ter se recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do "dia dos namorados". Mas não existe nenhum registro histórico disso.

Os cartões que conhecemos hoje foram feitos pela primeira vez por volta de 1800 e alguns eram bem enfeitados e decorados com pássaros e flores. Hoje, alguns dos cartões mais populares são os de humor.

No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória - na época na Agência Standard Propaganda - sob encomenda da extinta loja Clipper.

Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan:

"Não é só de beijos que se prova o amor".

A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de junho se tornou uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons....uma infinidade de opções para se dizer "Eu Te Amo!".

Nem todos os países comemoram o dia dos namorados como nós fazemos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de Fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e balas de frutas de seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas "flocos de neve".

No Japão a data foi introduzida em 1936 e o costume neste dia é as mulheres presentearem os seus amados com caixas de chocolates.

Embora a data represente uma oportunidade para as mulheres declararem o seu amor, nos últimos anos o giri choco (chocolate de cortesia ou “obrigação”) também se encontra presente na cesta de compra de grande parcela da população feminina. Mas, muita gente ainda reluta em adotar a data, alegando que se trata de uma jogada comercial, no que não deixam de ter razão, uma vez que o Valentine’s Day representa cerca de 20% do volume anual de vendas das fábricas de chocolate do arquipélago.

Mas, o que vale mesmo é a intenção e não há como negar que a vida fica um pouquinho mais doce com estas declarações de amor e com estes chocolates.

Nos Estados Unidos nos dias que antecedem 14 de fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines.

Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes. Nas escolas as crianças apreciam comprar ou fazer cartões para seus amigos e professores.

Mas, cá entre nós, todo dia é dia para se dizer "Eu Te Amo!"

Fonte: www.portaldafamilia.org

Dia dos Namorados

12 de Junho

Namorados

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo.

Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.

Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil.

Mas, namorado, mesmo, é muito difícil.

Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção.

A proteção dele não precisa ser parruda, decidida ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.

Quem não tem namorado, não é que não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter um namorado.

Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho.

Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa é quem ama sem alegria.

Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade.

Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugida ou impossível de durar.

Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas: de carinho escondido na hora em que passa o filme: de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.

Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer cesta abraçado, fazer compra junto.

Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor.

Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d'agua, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos e musical da Metro.

Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar.

Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais.

Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.

Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz.

Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo, e quem tem medo de ser afetivo.

Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e de medo, ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras, e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada, e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo da janela.

Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada.

Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uam névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteira:

Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido.

Enlou-cresça.

Carlos Drummond de Andrade

Dia dos Namorados

12 de Junho

Você sabia que só no Brasil o dia dos namorados é comemorado no dia 12 de junho?

Isto ocorre porque uma loja brasileira, a extinta Clipper, pediu uma modificação na data original (14 de fevereiro) para melhorar os negócios do mês de junho, o mais fraco para o comércio.

Já a data original, dia de São Valentim, foi provavelmente instituída para cristianizar uma festa pagã romana, que celebrava 14 de fevereiro como dia de Juno, deusa do casamento

A história

O feriado do dia dos namorados provavelmente origina-se da festa romana antiga de Lupercalia.

Nos últimos dias de Roma, os lobos ferozes vagavam próximos às casas. Os romanos convidaram um de seus deuses, Lupercus, para manter os lobos afastados. Por isso, um festival era oferecido para a honra de lupercus e comemorado no dia 15 de fevereiro. Lembrando que o calendário era diferente naquele tempo.

Um dos costumes dos povos era deixar o nome desenhado. No inicio do destival de lupercalia os nomes das meninas romanas eram escritos em pedaços de papel e colocados em frascos. Cada homem escolheria um papel. A menina cujo o nome foi escolhido devia ser sua namorada durante aquele ano.

O feriado se transformou no dia dos namorados ou Valentines's day em homenagem ao Padre Valentine. Valentine era um padre em Roma, quando o cristinanismo era uma religião nova. O imperador nesse tempo, Claudius II requisitou que os soldados romanos não se casassem. Claudius acreditou que, como homens casados, seus soldados iriam permancer em casa com suas famílias ao invés de lutar nas guerras.

Valentine foi contra o decreto do imperador e casava secretamente os jovens. O padre foi preso e julgado à morte. Valentine morreu em 14 de fevereiro, no mesmo dia do feriado romano de Lupercalia. Após sua morte, Valentine foi nomeado um santo. Quando Roma se tornou Cristã, os padres mudaram o feriado do dia 15 de fevereiro para o dia 14 Valentine's Day em honra do Padre, no lugar do deus romano Lupercus.

No Brasil comeroramos o Valentine's Day como dia dos Namorados, no dia 12 de junho.

Origem

O Dia dos Namorados é comemorado em 12 de junho no Brasil e na maioria dos outros países, incluindo Portugal, no dia 14 de fevereiro - dia de São Valentim.

A história desse dia refere-se a um obscuro dia de jejum da Igreja Católica, tido em homenagem ao santo. No século XIX, começou a prática de troca de cartões de felicitação produzidos em massa, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano.

Há uma lenda sobre a festa dos namorados que afirma ter sua origem em um festejo romano: a Lupercália. Em Roma, lobos vagavam próximos às casas e um dos deuses do povo romano, Lupercus, era invocado para manter os lobos distantes.

Por essa razão, no dia 15 de fevereiro, era oferecido um festival em honra a ele. Nesse festival, era costume colocar os nomes das meninas romanas escritos em pedaços de papel, que eram colocados em frascos. Cada rapaz escolhia o seu papel e a menina escolhida deveria ser sua namorada naquele ano todo.

No Brasil, alguns atribuem a origem da data a uma promoção pioneira da loja Clipper, realizada em São Paulo em 1948. Outros dizem que foi introduzido em 1950 pelo publicitário João Dória, criador de um slogan de apelo comercial que dizia “não é só com beijos que se prova o amor”.

Outra versão reverencia a véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.

O que ninguém nega é que a cada 12 de junho este dia é comemorado com muito amor.

Fonte:  www.geocities.com

Dia dos Namorados

12 de Junho

O dia dos namorados foi instituído em 1949, como estratégia de marketing da confederação do comércio de São Paulo. Reduzido à prática de consumo, este dia escapa de ser uma oportunidade para criar e celebrar o namoro em clima de romantismo. Torna-se retrato de uma sociedade capitalista que rege as relações humanas, à luz do desejo de mercado.

Há pouco tempo o pensador polonês Zygmunt Bauman escreveu o livro chamado “Amor Liquido”. Bauman fala sobre a fragilidade das relações humanas na pós-modernidade. Para ele a sociedade atual considera ultrapassado aquilo que é sólido.

Seguindo seu raciocínio, no momento, valores considerados intocáveis sofrem mudanças radicais, ficando líquidos. Um desses valores é o Amor. Palavra com sentido amplo, citada na Bíblia e até em propaganda das mais banais, sofre esvaziamento devido ao uso e abuso de seu significado. A ideologia da pós-modernidade enquanto dá centralidade ao individualismo, desconsidera a solicitude do Amor, dissemina idéias baseadas em chavões do tipo “que seja eterno enquanto dure”.

Há um problema de fundo, de espiritualidade, que faz do homem e da mulher, especialmente dos jovens, seres insatisfeitos e inseguros. O namoro no qual exige planejamento, esforço da racionalidade ou possibilite alguma forma de Amor perspicaz, logo não cai bem. A pós-modernidade provoca medos.

Contraditoriamente, com exceções, a maioria arrisca navegar pelo universo do “amor” realizando experiências prófugas, conectando-se com um, com outra, desconectando-se rapidamente, por meio de um simples click, fugindo da responsabilidade. Acabam mudando de relacionamentos, semelhante à pessoa com Zapping, que troca de canal de TV por não se sentir satisfeito ou com paciência para ver programas longos.

No namoro o Amor assusta! O “amor” feito de instantes e sem processo é o aceitável. Namorar sentadinho no sofá, sair para assistir um bom filme, beijar incessantemente, caminhar de mãos dadas pela praça pode ser bom, mas pouco afunila para o compromisso. Em época de romantismo tímido fazer sala e contemplar um ao outro, é algo brega.

O importante é ser bonito, vestir-se dentro do script, carregar um celularzinho, ter msn, aproveitar o máximo “ficando” e aproveitando momentos: “Não quero encontrar minha cara metade”; “Ontem gostei de você”; “Hoje me interessa teu amigo”; “Vou sair dar uma xavecada”; “Na última festa, fiquei com varias”; “Casar é pra louco”, e assim sucessivamente.

Está prática balizada na ideologia pós-moderna induz a relações não sólidas. Como água jogada sobre a peneira, “namoricos” que se tornam superficiais podem descartar o sentido de viver, provocar vazio e dar espaço à solidão. Como somos por natureza seres de relações, necessitamos de vínculos rochosos. Quando eles não ocorrem com segurança, o Amor verdadeiro, aquele que nasce espontaneamente, na liberdade, com ternura e respeito por meio da afetividade concreta, é impedido de vingar.

No dia dos namorados, porém, não se deve temer o Amor devido a exemplos fracassados. Embora este mundo hedonista possibilite velórios, bons e sólidos namoros não são sepultados. Há estes namorados se deve olhar com respeito e admiração. Longe de serem “moderninhos”, existem sustentam o namoro em torno do velho fogão à lenha, com simplicidade e profundidade, criatividade, sinceridade, beleza, verdade e satisfação. São incapazes de reger-se pelos princípios comerciais, pelas fantasias da ideologia do mundo moderno. Sabem dos equívocos das falácias atuais e enfrentam a rigidez do cotidiano sustentando o essencial para o namoro eterno, isto é, Paixão, Amor, Amizade.

Nestes namorados a Paixão encanta, transforma suas vidas lançado-os para frente, levando-os a se relacionar com ideais vitais; o Amor, retrato da doação, faz com que eles possam organizar a vida em redor do que amam, com sentimentos de tranqüilidade, ternura e reconhecimento; a Amizade, baseada na simpatia dos sentimentos do outro, da outra, os mantém na verdade, na ética, por isso a fortalecem com benevolência.

Para muitos, portanto, o namoro não pertence ao mercado. Percebem seu esplendor cultivando-o com toques de cuidado, tendo à frente um projeto de vida sólido no Amor que não se desvaira. Para eles, todo dia é dia dos namorados! Para eles, com o Amor o namoro pertence à vida de sensatos vínculos.

Namorados! Queiram crer nisto.

“Amor que viva e brilhe! Luz fundida Que penetre o meu ser – e não só beijos Dados no ar – delírios e desejos – Mas amor... dos amores que têm vida...”. (Antero de Quintal)

Igor Damo

Fonte: www.midiaindependente.org

Dia dos Namorados

12 de Junho

Cupido - a sua história de amor

Vénus (a mãe de Cupido) estava com ciúmes da grande beleza de Psique, uma jovem mortal, e ordenou que o filho a castigasse. Mas, ao ver tamanha beleza, Cupido apaixonou-se por ela.

Dia dos Namorados

Algum tempo depois, Cupido casou-se com Psique e ergueu um castelo com um belo jardim, onde ambos viveriam o seu amor.

Dia dos Namorados

Como Cupido era um deus e Psique, uma mortal, ela não podia olhar para o rosto do marido. Mas as suas irmãs, invejosas, acabaram por convencê-la a não aceitar essa ordem.

Certa noite, Psique, curiosa, pegou numa lamparina e iluminou o quarto para ver Cupido adormecido. Ao ver que ele era tão belo, ela deixou cair sobre ele uma gota do óleo da lamparina, acordando-o.

Dia dos Namorados

Cupido, então, teve de a castigar por tal ato. Partiu, levando consigo o castelo e o jardim, deixando Psique sozinha.

Psique, arrependida, decidiu lutar pelo seu amor e foi até ao templo de Vénus. A deusa da beleza deu-lhe, então, uma série de tarefas para cumprir, cada uma mais difícil do que a outra.

Dia dos Namorados

Se Psique conseguisse realizá-las, teria de volta o amor de Cupido.

Depois de cumprir quase todas as tarefas, Psique recebeu as instruções para uma última: nessa teria de descer até ao Hades (a terra dos mortos) e colocar um pouco da beleza de Perséfone, a esposa de Plutão, numa pequena caixa que lhe fora dada.

Ela não podia abrir a caixa depois de cumprir a tarefa.

Mas depois de fazer o que era preciso, sentiu-se, de novo, curiosa e acabou por abrir o cofre; este continha não a beleza, mas sim um sono mortal que a dominou.

Dia dos Namorados

Quando Cupido encontrou o corpo da esposa, ela já estava sem vida. Ele, então, valeu-se dos seus poderes divinos e retirou o sono mortal que preenchia o corpo de Psique, depositando-o de volta na caixa.

Ao ver o seu grande amor de volta à vida, ele decidiu perdoá-la, assim como fez sua mãe, Vénus.

Os deuses, comovidos pelo grande amor de Psique por Cupido, resolveram transformá-la numa deusa, para que ambos pudessem viver, por toda a eternidade, o grande amor que os unia.

História de São Valentim

Diz-se que o imperador Cláudio pretendia reunir um grande exército para expandir o império romano.

Para isso, queria que os homens se alistassem como voluntários, mas a verdade é que eles estavam fartos de guerras e tinham de pensar nas famílias que deixavam para trás...

Dia dos Namorados

Se eles morressem em combate, quem é que as sustentaria?

Cláudio ficou furioso e considerou isto uma traição.

Então teve uma ideia: se os homens não fossem casados, nada os impediria de ir para a guerra. Assim, decidiu que não seriam consentidos mais casamentos.

Dia dos Namorados

Os jovens acharam que essa era uma lei injusta e cruel. Por seu turno, o sacerdote Valentim, que discordava completamente da lei de Cláudio, decidiu realizar casamentos às escondidas.

A cerimónia era um ato perigoso, pois enquanto os noivos se casavam numa sala mal iluminada, tinham que ficar à escuta para tentar perceber se haveria soldados por perto.

Uma noite, durante um desses casamentos secretos, ouviram-se passos. O par que no momento estava a casar conseguiu escapar, mas o sacerdote Valentim foi capturado. Foi para a prisão à espera que chegasse o dia da sua execução.

Durante o seu cativeiro, jovens passavam pelas janelas da sua prisão e atiravam flores e mensagens onde diziam acreditar também no poder do amor.

Entre os jovens que o admiravam, encontrava-se a filha do seu carcereiro. O pai dela consentiu que ela o visitasse na sua cela e aí ficavam horas e horas a conversar.

No dia da sua execução, Valentim deixou uma mensagem à sua amiga (por quem dizem que se apaixonou), agradecendo a sua amizade e lealdade.

Ao que parece, essa mensagem foi o início do costume de trocar mensagens de amor no dia de S. Valentim, celebrado no dia da sua morte, a 14 de Fevereiro do ano de 269.

Fonte: www.junior.te.pt

Dia dos Namorados

Cupido - O Deus do Amor

Dia dos Namorados
Cupido

Já ninguém adora os deuses gregos e romanos da antiguidade, mas ainda ouvimos a suas histórias por todo o lado e as suas aventuras estão muito presentes no nosso dia-a-dia.

Existe um deus do Olimpo (um monte na Grécia onde dantes moravam os deuses), que se mantém presente no imaginário da sociedade moderna.

O seu nome é Cupido e continua a ser um dos símbolos favoritos do amor. Toda a gente conhece a sua forma de anjinho com asas e o seu arco e flechas do amor.

Dia dos Namorados

Cupido (Eros, na mitologia grega) era filho de Mercúrio (o mensageiro alado dos deuses) e de Vénus (Afrodite, na mitologia grega).

Era a sua companhia constante e, armado com um arco e setas, ele disparava as flechas do amor nos corações tanto dos homens como dos deuses.

Normalmente Cupido é desenhado como tendo a figura de um anjo. Isto deve-se à cristianização de uma boa parte dos mitos romanos e gregos que se fez durante o séculos III e IV.

Dia dos Namorados

A verdade é que Cupido nem sempre era representado como uma criança. Depois do nascimento do seu irmão Antero, ele cresceu rapidamente, transformando-se num homem com asas. E era bem malandreco...

Mas Cupido também viveu um grande amor. E as dificuldades que enfrentou para ter o seu amor nos seus braços são o motivo pelo qual ele hoje é conhecido como aquele que une os corações.

Fonte: files.aecticmtr.webnode.pt

Dia dos Namorados

12 de Junho

Uma Poética Fábula de Amor da Mitologia

A História de Cupido e Psique

Psique era uma jovem tão linda que Vênus passou a ter ciúmes dela. A deusa deu ordens a Cupido para induzir Psique a apaixonar-se por alguma criatura de má aparência, porém o próprio Cupido tornou-se seu amante. Cupido a pôs num palácio, mas somente a visitava na escuridão e a proibiu de tentar vê-lo. Movidas pelo ciúme as irmãs de Psique disseram-lhe que ele era um monstro e iria devorá-la.

Certa noite Psique pegou uma lamparina e iluminou o quarto para ver Cupido adormecido. Excitada diante da visão de sua beleza ela deixou cair sobre Cupido uma gota do óleo da lamparina, e o despertou. Por causa disso o deus abandonou-a, ressentido pela sua desobediência. Sozinha e cheia de remorsos Psique procurou o amante por toda a terra, e várias tarefas difíceis lhe foram impostas por Vênus. A primeira delas foi separar na escuridão da noite as impurezas de um monte enorme de várias espécies de grãos, porém as formigas apiedaram-se de Psique e vieram em grande número para realizar a tarefa por ela.

Dia dos Namorados
Cupido fica encantado com a beleza de Psique (Maurice Denis)

E assim, por um meio ou por outro, todas as tarefas foram executadas, exceto a última, que consistia em descer ao Hades e trazer o cofre da beleza usado por Perséfone. Psique havia praticamente conseguido realizar a proeza, quando teve a curiosidade de abrir o cofre; este continha não a beleza, e sim um sono mortal que a dominou. Entretanto Júpiter, pressionado por Cupido, consentiu finalmente em seu casamento com a amante, e Psique subiu ao céu.

"Embora sem um templo, embora sem altar!"

A história de Cupido e Psique é, geralmente, considerada alegórica. Psique em grego significa borboleta como alma. Não há alegoria mais notável e bela da imortalidade da alma como a borboleta, que, depois de estender as asas, do túmulo em que se achava, depois de uma vida mesquinha e rastejante como lagarta, flutua na brisa do dia e torna-se um dos mais belos e delicados aspectos da primavera. Psique é, portanto, a alma humana, purificada pelos sofrimentos e infortúnios, e preparada, assim, para gozar a pura e verdadeira felicidade.

Nas obras de arte, Psique é representada como uma jovem com asas de borboleta, juntamente com Cupido, nas diferentes situações descritas pela fábula.

Milton refere-se à história de Cupido e Psique, na conclusão do seu "Comus":

          Seu filho, o deus Cupido, logo avança,
          A linda amada, em transe, conduzindo,
          Após tantos labores enfrentar;
          Eis que, com a aprovação dos deuses todos,
          Em sua esposa eterna há de torná-la.
          E, de tal himeneu, irão dois gêmeos,
          Juventude e Prazer, venturosos,
          Muito em breve nascer; jurou-o Jove.

Dia dos Namorados
Zéfiro transportando Psique para a Ilha das Delícias (Maurice Denis)

Dia dos Namorados
Psique descobre que seu misterioso amante é Cupido (Maurice Denis)

A lenda de Cupido e Psique é também apresentada nestes versos de T.K.Harvey:

          Quanta lenda tão bela, outrora nesse dia
          Longínquo em que a razão tomava à fantasia
          A asa multicor e, entre areias de ouro,
          O rio carregava um líquido tesouro!
          Quando a mulher sem par, beleza peregrina,
          Que de sofrer e amar e lutar teve a sina,
          A terra percorreu, exausta, noite e dia,
          À procura do Amor, que só no céu vivia!

A história de Cupido e Psique apareceu pela primeira vez nas obras de Apuleio, escritor do segundo século da nossa era. É, portanto, uma lenda muito mais recente que a maioria das outras da Idade da Fábula.

É a isso que Keats faz alusão, em sua "Ode a Psique":

          Ó mais bela visão! Ó derradeira imagem
          Da estirpe celestial, da olímpica linhagem!
          Mais bela que Diana livre de seu véu
          E que Vésper erguida entre os astros do céu!
          Que, no Olimpo, pudeste reluzir e ofuscar,
          Embora sem um templo, embora sem altar!

Dia dos Namorados
O casamento de Psique (Maurice Denis)

Dia dos Namorados
A vingança de Vênus (Maurice Denis)

Dia dos Namorados
Cupido levando Psique para o Céu (Maurice Denis)

Dia dos Namorados
Antonio Canova
Psique reanimada pelo beijo de Cupido
Musée du Louvre/Raphael Chipault

Dia dos Namorados
Augustin Pajou (1730 - 1809)
Psique abandonada 1790
Musée du Louvre/P. Philibert

Dia dos Namorados
Cupido Levando Psique Para o Céu
William Bouguereau

Dia dos Namorados
Psique e Cupido
François Gerard

Dia dos Namorados
Psique Entrando no Jardim de Cupido
William Bouguereau

Fonte: www.starnews2001.com.br

Dia dos Namorados

12 de Junho

Dia dos Namorados

História

A comemoração do Dia dos Namorados possui várias explicações possíveis, baseadas na tradição cristã, romana e pagã.

A Igreja Católica reconhece três santos com o nome de Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no Século III, em Roma, onde os casais celebram seu dia, em 14 de fevereiro.

Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II, que queria constituir um exército romano grande e forte, mas não conseguiu atrair muitos soldados, porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias e partirem para a guerra. Assim, o imperador proibiu os casamentos entre jovens e Valentim, revoltado, resolve realizar casamentos secretos. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.

Já na Roma Antiga, a data era celebrada em 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) num ritual arcaico liga do à fertilidade - Lupercalia.

Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua namorada durante o festival ou, eventualmente, durante o ano que se seguia.

Com o tempo, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX.

Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.

No Japão existem dois dias dos namorados. O primeiro é 14 de fevereiro, quando as mulheres dão presentes e chocolates para amigos, namorados e afins. E no dia 14 de março é a vez dos homens retribuírem o presente.

Fonte: www.esteticderm.com.br

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