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Dia Mundial da Paz

1 de Janeiro

No dia 1º de Janeiro celebra-se o Dia Mundial da Paz. Não poderia haver data melhor. A cada ano que começa é como se zerássemos tudo e começássemos de novo. Tudo pode ser esquecido e, sobretudo, perdoado, condição essencial para a paz.

Dia Mundial da Paz

Em uma época de tantos conflitos, de tanta desigualdade e sofrimento, o novo ano surge como uma possibilidade de fazermos tudo diferente e melhor.

Além da paz mundial e da paz em nossa sociedade, precisamos também exercê-la em nossas relações, cultivando a paz de espírito.

Como o dia 1º de janeiro foi escolhido pela ONU como o dia da Confraternização Universal, muitos países também comemoram essa data com esse sentido de confraternização.

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia Mundial da Paz

Diálogo entre as civilizações

O Ano de 2001 foi considerado pela Organização das Nações Unidas como o "Ano Internacional do diálogo entre as civilizações". A escolha deste tema justo no início do novo século foi de fundamental importância porque apontou para a urgência de todos os povos do mundo abrirem caminhos para uma cultura da paz.

O objetivo dessa escolha da ONU - que atua como um centro para a solução dos problemas que a humanidade enfrenta - é o de promover o diálogo e a tolerância usando o tema de que a diversidade não é uma ameaça.

São essas as palavras de Kofi Annan (o atual secretário geral da ONU), em relação a essa escolha, para quem a ONU é o lugar próprio e ideal de confraternização, já que é um fórum onde o diálogo deve fluir e frutificar: "Eu vejo que o diálogo é a chance para as pessoas de diferentes culturas e tradições se conhecerem melhor, estejam elas em lados opostos do mundo ou de uma mesma rua".

2004

O Ano Internacional do Arroz Ao declarar 2004 o Ano Internacional do Arroz (AIA), a Organização das Nações Unidas (ONU) pretende estimular o aumento da produção desse alimento vital para mais da metade da população mundial.

O arroz é um alimento de extrema importância na luta contra a fome, além de ser um símbolo de identidade cultural e de união entre os povos. Afinal, quase 3 bilhões de pessoas em todo o mundo compartilham das tradições relacionadas a esse produto.

No sudeste da Ásia, muitos agricultores ainda comparam o grão de arroz a uma pepita de ouro!

No Japão, ele é considerado um autêntico símbolo da cultura nacional.

Na África Ocidental, as boas-vindas aos convidados são feitas com pratos de arroz preparados especialmente para eles.

Enfim, o arroz é cultivado por diversos povos e é alimento diário para muitas pessoas, além de estar presente em festas religiosas, banquetes de casamento, em pinturas e nas letras de canções populares.

Por tudo isso, o arroz é muito mais que um simples alimento. É sociedade, cultura, política, negócio e comunhão. Em outras palavras: arroz é vida.

A produção do arroz no Brasil Tendo em vista que 2004 foi escolhido pela ONU para ser O Ano Internacional do Arroz, bem como a declaração do diretor geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), Jacques Diouf, de que a produção desse alimento no mundo  enfrenta graves obstáculos , resolvemos dar uma olhada na publicação Produção Agrícola Municipal: culturas temporárias e permanentes 2002, editada pelo IBGE, para obtermos informações estat ísticas a respeito do assunto em âmbito nacional.

Diouf ressaltou que enquanto a população mundial cresce cada vez mais, a área e a quantidade de água dedicadas à produção de arroz vêm diminuindo. Entretanto, medidas para reverter essa situação já estão sendo tomadas.

O Banco de Desenvolvimento Africano, por exemplo, aprovou liberação de verba no valor de 37 milhões de dólares para um programa que promove a produção de espécies africanas de arroz cruzadas com tipos asiáticos de alto rendimento.

A FAO também realiza, entre os dias 12 e 13 de fevereiro de 2004, a Conferência Mundial sobre o Arroz, em sua sede, em Roma (Itália), para discutir questões sobre a economia mundial do arroz e o desenvolvimento de sistemas de produção sustentáveis baseados no arroz.

Fonte: Intituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Dia Mundial da Paz

''Ano novo, vida nova". Você já falou ou ouviu alguém dizendo essa frase? Provavelmente sim. E sabe por quê? Porque as pessoas costumam cultivar a esperança em momentos de renovação. E assim é o Ano-novo, época de querer melhorar, além de nossas próprias vidas, o ambiente ao nosso redor e até o mundo.

O Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz, comemorado no dia primeiro de janeiro, é uma data simbólica da busca e do desejo de um mundo melhor. Nesse dia, as pessoas trocam votos de alegria, paz e felicidade para o ano que se inicia.

Dia Mundial da Paz

No Brasil, a chegada do Ano-novo é marcada por alguns rituais: a queima de fogos de artifício e o uso de roupas brancas. Esses cultos têm o objetivo de trazer sorte e paz para o ano que se inicia.

Mas como você definiria a paz?

Ou melhor, você sabe o que pode fazer para construir um mundo mais solidário e humano?

Afinal, o que é paz? A Pastoral da Criança, uma entidade ligada à Igreja Católica, explicou bem o que é paz:

"Paz não é apenas a ausência de guerra entre os países. Paz é garantir que todas as pessoas tenham moradia, comida, roupa, educação, saúde, amor compreensão, ou seja, boa qualidade de vida.

Paz é cuidar do ambiente em que vivemos, garantir a boa qualidade de água, o saneamento básico, a despoluição do ar, o bom aproveitamento da terra.

Paz é buscar a serenidade dentro da gente para viver com alegria os bons momentos, ter força e boas idéias para enfrentar os problemas e resolver as dificuldades. Isso tudo sem precisar fugir.

Acima de tudo, paz é criar um clima de harmonia e bem-estar na família e na comunidade."

(Em uma reunião da ONU sobre a paz mundial, na Suíça, James Grant, na época diretor executivo do UNICEF, sugeriu ao Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns a criação de um projeto de Igreja para combater as altas taxas de mortalidade infantil no Brasil, provocadas principalmente pela diarréia. Em seu retorno, Dom Paulo procurou sua irmã, a Dra. Zilda Arns Neumann, e propôs a ela que desenvolvesse o projeto. Em 1983, foi iniciada a Pastoral da Criança.)

Crianças pela paz

Dia Mundial da Paz

Se você tinha a idéia de que a paz é uma preocupação apenas de gente grande, o Movimento Crianças pela Paz, da Colômbia, existe para provar o contrário.

A Colômbia é um país que vive em guerra há mais de 50 anos. Atualmente, metade do país é controlada por dois exércitos guerrilheiros - as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e o Exército de Liberação Nacional (ELN). Calcula-se também que existam 8 mil pessoas organizadas em grupos sob a Força Auto-Defesa da Colômbia Unida (ACU).

Na década de 90, a guerra na Colômbia expulsou de suas casas mais de 1 milhão de pessoas. A maioria dos desabrigados são de comunidades rurais pobres, que fugiram da guerra civil. Mais de 70% desses desabrigados são mulheres e crianças. Eles se refugiaram nas cidades e lá vivem uma vida de muita pobreza.

As crianças são as maiores vítimas da guerra, e também estão entre os que mais praticam a violência. Na Colômbia, mais de 2 mil crianças menores de 15 anos foram recrutadas por organizações guerrilheiras e paramilitares (corporações particulares de cidadãos civis armados e fardados).

Diante desse cenário, os jovens da Colômbia decidiram fazer o que poucos ousariam: trabalhar pela paz. Hoje cerca de 100 mil menores estão envolvidos no Movimento Crianças pela Paz. Eles aprendem uns com os outros sobre os direitos da criança e, por meio de brincadeiras e da união, ajudam outras crianças e adolescentes a esquecerem a violência e os momentos difíceis que viveram.

Exemplos de pacifistas

Você já ouviu falar de Mahatma Gandhi? E de Nelson Mandela e John Lennon? Essas são algumas personalidades que viveram na busca pela paz. Vamos conhecer um pouco da história deles?

Mahatma Gandhi foi um líder pacifista da Índia. Ele iniciou o movimento que defendia os direitos do povo indiano e resistia à dominação inglesa na país. Mas o lema de Gandhi era o de resistir sem partir para o combate violento. Parece difícil? Talvez, mas lá deu certo. A Índia proclamou sua independência em 1947. Uma frase muito famosa de Gandhi que inspirou o povo indiano e até hoje faz sentido é: "Não há caminho para paz, a paz é o caminho".

Nelson Mandela, nascido na África do Sul, é outro exemplo de líder que lutou incansavelmente pelos direitos humanos. No país dele, e em outros do continente africano, havia uma forte discriminação racial. Os negros não eram tratados da mesma maneira que os brancos, e a política chamada apartheid (sistema oficial de separação racial praticada na África do Sul para proteger a minoria branca) tornava isso uma lei. Mandela não concordava e estudou Direito. Depois de ser preso, ele foi eleito presidente da África do Sul e acabou, de forma pacífica, com a política do apartheid.

John Lennon, o ex-Beatle, foi um dos pacifistas mais famosos do mundo. Suas idéias de paz ficaram famosas em suas músicas, como Imagine (Imagine, em inglês) e Give peace a chance (Dê uma chance à paz). John e sua mulher, Yoko Ono, não concordavam com a guerra do Vietnã, que começou em 1964 e durou 11 anos.

Rituais no mundo

A celebração do Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz acontece no dia primeiro de janeiro em quase todo o mundo. Só que cada povo comemora a sua maneira. Que tal conhecer manifestações de outras culturas?

No Japão, o Ano-novo é chamado de Shogatsu. Lá as comemorações começam na véspera do Ano-novo, quando as famílias comem macarrão. Também faz parte das comemorações de fim de ano dos japoneses a primeira visita a um santuário ou templo para se pedir sorte e felicidade.

No Brasil, a celebração mais famosa é a da queima de fogos de artifício em Copacabana, no Rio de Janeiro. Milhares de brasileiros e turistas vão para a praia assistir ao espetáculo que começa à meia-noite.

Em outros países, como a Holanda, as pessoas têm o costume de soltar fogos de suas próprias casas. Na Escócia, há muitos costumes especiais associados ao Ano-novo, como a tradição de ser a primeira pessoa a pisar a propriedade do vizinho, conhecida como first-footing (primeira pisada, em inglês). Lá também é comum dar presentes simbólicos para desejar boa sorte, incluindo biscoitos. Em países de língua inglesa, cantar ou tocar a música Auld Lang Syne, canção de despedida, é muito popular logo após a meia-noite.

Dicas para começar bem o ano

Já falamos de paz, assunto importantíssimo na virada do ano. Agora vamos à sorte. A Turma do Plenarinho listou algumas das superstições brasileiras para a virada do ano.

Lentilhas - uma colher de sopa é suficiente para assegurar um ano inteiro de muita fartura à mesa. A origem desta superstição é italiana e foi trazida para o Brasil pelos imigrantes.

Romãs - para atrair dinheiro, coma sete partes, guardando as sementes na carteira.

Uvas - para os portugueses, comer 3, 7 ou a quantidade de uvas correspondente ao seu número de sorte garante prosperidade e fartura de alimentos. Para garantir também dinheiro, guarde as sementes na carteira ou na bolsa, até a troca do próximo Ano-novo.

Branco - usar roupas brancas (inclusive calcinhas ou cuecas) é um hábito trazido para o Brasil com a popularização das religiões africanas. O branco representa luz, pureza, bondade.

Nota de dinheiro no sapato - os orientais dizem que a energia entra no nosso corpo pelos pés. Por isso, o dinheiro no sapato atrai mais e mais riquezas.

Para fazer depois da meia-noite

Pular só com o pé direito - você estará atraindo boas coisas para a sua vida.

Jogar moedas da rua para dentro de casa - dizem que atrai riqueza para todos que moram no lugar.

Fazer barulho - é uma forma de espantar os maus espíritos, praticada pelos povos antigos. Vale apito, batucada, bater panelas, desde que seja exatamente à meia-noite. Dizem que não há mal que resista.

Otimismo

Agora você já sabe um monte de coisas sobre a paz e algumas formas de atrair sorte para o novo ano. Você já pode separar a roupa branca e caprichar nos desejos. Você pode até anotar tudo que quer que aconteça em 2006. Só não pode esquecer das suas atitudes para colaborar com um mundo mais fraterno e pacífico, né? E falando nisso, que tal participar do primeiro debate de 2006 - para ajudar o Plenarinho a se tornar um espaço cada vez mais democrático e repleto de paz, alegria, sabedoria e prosperidade?

Ah, o segundo-vice-presidente da Câmara, deputado Ciro Nogueira (PP-PI), despediu-se de 2005 escrevendo um artigo para o Plenarinho. No texto, ele afirma que muitas denúncias de corrupção cercaram o Congresso Nacional no ano que passou.  Apesar disso, o balanço que faço é positivo, especialmente porque acredito que é das crises que surgem as soluções , afirmou.  Estou certo de que o ano de 2006 será de muitas conquistas .

Você também está otimista quanto ao novo ano, que vem recheado de acontecimentos importantes, como a Copa do Mundo e as eleições (para presidente da República, governador, deputado federal e estadual e senador)?

Fonte: www.plenarinho.gov.br

Dia Mundial da Paz

Dia Mundial da Paz

No dia 4 de janeiro de 1965, o papa Paulo VI visitou a Organização das Nações Unidas (ONU), na sua campanha e esforço para reconstruir a paz mundial. Ao se dirigir aos países-membros dessa Organização, ele pediu: "Deixai cair as armas de vossas mãos!".

Três anos depois, esse mesmo pontífice, instituiu o Dia Mundial da Paz, - a ser comemorado a 1o de janeiro em todas as igrejas católicas do mundo -, dia em que todos os cristãos são incentivados a rezar para que a humanidade encontre o caminho da justiça e da paz e para que todos os povos abandonem as armas e se reconheçam e vivam como irmãos.

No Brasil, o marechal Deodoro da Fonseca, após proclamar a República, em 1890, decretou o dia 1o de janeiro como feriado nacional para ser celebrado como o Dia de Paz Nacional.

A paz é um sonho bem antigo da humanidade; embora seja simples de se obter, está cada vez mais longe de se realizar.

O estilo de vida materialista adotado pelo ser humano gerou cada vez mais a ganância e a desigualdade, reconhecidas como principais fatores de impedimento para a convivência fraterna e pacífica mundial.

No Dia Mundial da Paz de 1995, o papa João Paulo II enviou uma mensagem à ONU, na qual abordou o tema "Mulher: educadora da paz", deixando claro que educar para a paz significa abrir as mentes fechadas e os corações aos valores humanitários, como fundamento para uma sociedade pacífica, firmada na verdade, na justiça e no amor.

Assim, a Paz é um projeto educativo que leva o ser humano a assumir responsabilidades por toda a vida; portanto, deve ser também assumido como um projeto inacabado, para que seu alicerce seja reforçado a cada instante.

Por ocasião do Grande Jubileu de 2000, o papa João Paulo II escolheu como tema das festividades a frase "Paz na terra aos homens por Deus amados".

Os festejos recordaram o nascimento do Príncipe da Paz, que veio para redimir, curar e restabelecer o amor, vínculo da fraternidade e da paz.

A Igreja católica deseja que as guerras não mais sejam o caminho para solucionar problemas existentes entre os países, já que, com armas, só se pode destruir e não construir.

O Dia da Fraternidade Universal é também comemorado em todo o mundo.

Tradicionalmente há uma vigília na noite de 31 de dezembro, ou seja, o réveillon, nome popular, do francês dado à celebração da passagem de ano. No Brasil, foi instituído pela lei no 108, de 29/10/1935.

Fonte: www.paulinas.org.br

Dia Mundial da Paz

O Dia da Confraternização Universal é comemorado em quase todo o mundo em 1º de janeiro. Nesse dia, as pessoas trocam votos de alegria, de paz e de felicidade para o ano que se inicia. Tradicionalmente há uma vigília na noite de 31 de dezembro, quando se comemora com muitas festas a passagem do ano.

Dia Mundial da Paz

No Brasil, a chegada do ano-novo acontece em meio a simbologias diversas: a queima de fogos de artifício, o uso da cor branca nas vestimentas; na culinária, temos a presença de determinados alimentos como lentilha e romã, e pratos como rabanada, entre outros.

Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br

Dia Mundial da Paz

Toda nova era suscita nos homens expectativas e temores, mas sobretudo esperanças de virem a experimentar relações mais justas e fraternas. Ou seja, baseadas na partilha, na comunhão e em um espírito mais cooperativo.

Confraternização, aliás, é bem isso: é equilíbrio. É paz. As duas juntas - paz e confraternização - seguem paralelas e de mãos dadas com o amor universal.

Dia Mundial da Paz

Obviamente que guerras e disputas existiram, existem e certamente vão continuar existindo no mundo. Não é fácil a aceitação das diferenças, principalmente quando vêm acompanhadas de antigos e arraigados ódios.

Muitas nações ainda lutam entre si. Às vezes, que ironia, em nome de Deus, deuses ou deusas. Aquilo que deveria unir, um sentimento de obediência e respeito ao Criador e, portanto, às coisas criadas, acaba sendo motivo de desunião, de desamor, de não confraternização.

Importante, portanto, que no Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz a humanidade como um todo se veja, se enxergue como um único e absoluto caminho para a paz e cada homem, cada mulher, cada criança se esforce para assumir um compromisso com esse caminho.

É HORA DE PAZ

E fez-se então, a hora da paz
Os povos calaram-se
simultaneamente
E ouviram a voz das águas
Das montanhas, da natureza
Dos animais, e nada mais
O ar soprou forte
Fazendo folhas rodopiarem
Ninguém agiu nem falou
Ninguém se moveu
E então,
A humanidade entrou
Na imensidão do silêncio
E vivenciou
A mais perfeita paz
Naquela hora
Nenhuma arma foi acionada
Nenhuma máquina foi ligada
Nenhuma agressão foi cometida
Nenhuma sirene soou
Nenhum alarme disparou
Apenas funcionava
O que da vida cuidava
E, pela primeira vez
A humanidade conheceu a paz
Minutos antes de terminar
Todos estavam armados
Com uma pequena semente
Que ao soar o sinal programado
Foram lançadas à terra
Em todo o mundo
A paz foi semeada
Na Terra
E no coração
De cada um
O sábio que profetizou
A hora da paz
Proclamou à humanidade:
E uma nova linguagem há de vir
Há de vir para ficar
Que traduz união
Justiça, igualdade
É a linguagem da paz
Somos todos irmãos
Somos todos iguais
Somos filhos da Terra
do Sol, da Água, do Ar
Somos todos peregrinos
Por esta Terra a viajar
Entrando para o novo milênio
Com a mais intensa missão
A missão de promover a paz
Uma nova linguagem
Há de vir
Há de vir para pacificar
Que traduz a Fé
A esperança, o amor
É a linguagem da paz
Que será falada, sentida, cantada
De norte a sul, de leste a oeste
Em todo planeta terrestre
Ecoará pelos confins da alma
E se expandirá pelo imenso universo
É a linguagem da paz
Que todos conhecerão
Que virá de dentro de cada ser
Para promover a união
Até que um só povo
Um povo multicor
De mãos dadas dançará
Entoando a mais bela canção
Todos a uma só voz
Unidos
Em nome da PAZ!

Fonte: www.velhosamigos.com.br

Dia Mundial da Paz

No dia 1º de janeiro comemora-se a Fraternidade Universal. é um dia dos mais importantes para grande parte da humanidade, pois não só marca o início de um novo ano, sempre motivo de grandes esperanças, como nos convida a refletir sobre o fato de sermos todos irmãos.

Dia Mundial da Paz

Devemos nos empenhar para que todos os dias do ano sejam iguais a este em sentimentos. se vivermos sempre dentro dos princípios da bondade e do respeito, estaremos colaborando para um mundo melhor.

A idéia de fraternidade estabelece que o homem, enquanto animal político, fez uma escolha consciente pela vida em sociedade e para tal estabelece com seus semelhantes uma relação de igualdade, visto que em essência não há nada que hierarquicamente os diferencie: são como irmãos (fraternos). Este conceito é a peça-chave para a plena configuração da cidadania entre os homens, pois, por princípio, todos os homens são iguais. De uma certa forma, a fraternidade não é independente da liberdade e da igualdade, pois para que cada uma efetivamente se manifeste é preciso que as demais sejam válidas.

Fonte: iaracaju.infonet.com.br

Dia Mundial da Paz

Historicamente a tríade liberdade, igualdade e fraternidade é o alicerce da ordem social, que eclodiu com a Revolução Francesa em 1789. Considerada como o mais importante acontecimento da história contemporânea, colocou abaixo os regimes absolutistas vigentes na época e ascenderam os valores burgueses; foi inspirada pelos ideais iluministas do século XVIII que teve reflexos no mundo todo, inclusive influenciando na independência dos Estados Unidos, e movimentos como a dos inconfidentes em nosso país.

É com muita tristeza que vemos o que anda acontecendo na França, as coisas na terra do perfume não andam cheirando muito bem - é esquisito demais ver uma mesquita ser explodida em um país com um número significante de população mulçumana.

Deixemos a França de lado - pelo menos por enquanto - e vamos fazer uma reflexão sobre a fraternidade, até porque no dia primeiro de dezembro é o Dia Mundial da Confraternização Universal e da Paz.

A fraternidade, na rigorosa acepção da palavra, resume todos os deveres dos homens relativamente uns aos outros; ela significa: devotamento, abnegação, tolerância, benevolência, indulgência; é a caridade evangélica por excelência e a aplicação da máxima: "nunca faça com os outros àquilo que você não gostaria que lhe fosse feito."

A contrapartida é o egoísmo. Enquanto a fraternidade diz: "cada um por todos e todos por um", o egoísmo diz: "cada um por si." Sendo essas duas qualidades a negação uma da outra, é tão impossível a um egoísta agir fraternalmente, para com os seus semelhantes, quanto o é para um avarento ser generoso.

Ora, sendo o egoísmo a praga dominante da sociedade, enquanto ele reinar dominador, o reino da verdadeira fraternidade será impossível; cada um quererá da fraternidade em seu proveito, mas não a quererá para fazê-la em proveito dos outros; ou, se isso faz, será depois de estar seguro de que não perderá nada e mais, para obter lucros.

Considerada do ponto de vista de sua importância para a realização da felicidade social, a fraternidade está em primeira linha: é a base; sem ela não poderia existir nem igualdade e nem liberdade verdadeiras; a igualdade decorre da fraternidade, e a liberdade é a conseqüência das duas outras.

A liberdade é filha da fraternidade e da igualdade; falamos da liberdade legal e não da liberdade natural que é, por direito, imprescritível para toda criatura humana, desde o selvagem ao homem civilizado. Vivendo os homens como irmãos, com os direitos iguais, animados de um sentimento de benevolência recíproco, praticarão entre si a justiça, não procurarão nunca se fazerem mal, e não terão, conseqüentemente, nada a temer uns dos outros. Os inimigos da liberdade são, pois, ao mesmo tempo, o egoísmo e o orgulho, como o são da igualdade e da fraternidade.

Sem esses três princípios reunidos, como dissemos, não há que se falar em ordem, e sem a ordem não se tem progresso; eles devem caminhar juntos para servirem de apoio; sem sua reunião, o edifício social não pode se completar. A fraternidade praticada em sua pureza não poderia estar só, porque sem a igualdade e a liberdade não há verdadeira fraternidade.

A liberdade sem a fraternidade dá liberdade de ação a todas as más paixões, que não têm mais freio; com a fraternidade, o homem não faz nenhum mau uso de sua liberdade: é a ordem; sem a fraternidade, o homem usa a liberdade para dar curso a todas as suas torpezas: é a anarquia, o caos. A igualdade sem a fraternidade conduz aos mesmos resultados, porque a igualdade quer a liberdade; sob pretexto de igualdade, o pequeno abate o grande, para se substituir a ele, e se torna tirano a seu turno; isso não é senão um deslocamento do despotismo.

Será que, até que os homens estejam imbuídos do sentimento da verdadeira fraternidade, temos que tê-los na servidão? Essa opinião é mais do que um erro; é absurda. Não se espera que uma criança haja feito todo o seu crescimento para fazê-la caminhar. Quem, aliás, a tem mais freqüentemente em tutela?

São homens de idéias grandes e generosas, guiados pelo amor ao falso progresso? Aproveitando da submissão de seus inferiores, para desenvolver neles o senso moral, e elevá-los, pouco a pouco, à condição de homens livres? Não; são, na maioria, homens ciosos de seu poder, à ambição e a cupidez dos quais outros homens servem de instrumento, mais inteligentes do que animais, e que, para esse efeito, em lugar de emancipá-los os têm, o maior tempo possível, sob seus pés e na ignorância.

A reação é, às vezes, violenta e tanto mais terrível quanto o sentimento de fraternidade, imprudentemente abafado, não vem interpor um poder moderador; a luta se estabelece, entre aqueles que querem agarrar e aqueles que querem reter; daí um conflito que se prolonga, freqüentemente, durante séculos.

Um equilíbrio falso se estabelece enfim; há melhoria; mas sente-se que as bases sociais não estão sólidas; o solo treme a cada instante sob os passos, porque não é, ainda, o reino da liberdade e da igualdade sob a égide da fraternidade, porque o orgulho e o egoísmo estão sempre ali, levando ao fracasso os esforços dos homens de bem.

Aos progressistas cabe a incumbência de ativar um movimento pelo estudo e pela prática dos meios mais eficazes, e aos homens sensatos agir dentro dos princípios humanistas; àqueles que acham que o que acabamos de discorrer não passa de utopia, os chamados racionalistas, lembramos que existe uma lei da reciprocidade: colhemos os frutos das sementes que plantamos; àqueles que acreditam que existe um Ser Supremo um alerta: leia o Salmos 133 - pelo menos no dia 1º de dezembro.

Heráclito Ney Suiter

Fonte: recantodasletras.uol.com.br

Dia Mundial da Paz

O dia 1 de janeiro, primeiro dia do ano no calendário gregoriano (que é o calendário que seguimos no Brasil e em boa parte do mundo), é o Dia da Paz e da Confraternização Universal.

O Dia Mundial da Paz, inicialmente chamado simplesmente de "Dia da Paz" foi criado pelo Papa Paulo VI em 1967, com uma recomendação para que fosse celebrado sempre no primeiro dia do ano civil (1 de janeiro), a partir de 1968.

Só em em 30 de novembro de 1981 é que a ONU (Organização das Nações Unidas) decretou 1o. de janeiro o Dia Internacional da Paz. O objetivo foi criar uma data de cessar-fogo nas guerras e de não-violência em todo o mundo. E também uma data simbólica, para que as pessoas não apenas pensem na paz, mas que façam algo para promover a paz (você acha que está funcionando?).

Esse mesmo dia foi escolhido também pela ONU como o Dia da Confraternização Universal.

Em todo o mundo, as pessoas comemoram primeiro dia do Ano Novo como uma data que traz muitas esperanças de dias melhores. As comemorações começam no dia anterior, 31 de dezembro, e o ponto alto é a meia-noite, quando o novo ano começa. E cada povo comemora do seu jeito.

A data primeiro de janeiro também é conhecida como "Réveillon" (palavra francesa que poderia ser traduzida como "o alvorecer", "o acordar") e "Ano Novo".

Fonte: www.mingaudigital.com.br

Dia Mundial da Paz

1 de Janeiro é o 1º dia do ano no calendário gregoriano. Esta data é o Dia Mundial da Paz e da Fraternidade Universal. É um feriado internacional, adoptado por quase todas as nações do planeta.

Neste dia, as pessoas trocam votos de Alegria, de Paz e de Felicidade para o ano que se inicia. Tradicionalmente há uma vigília na noite de 31 de Dezembro. Comemora-se com muita festa a passagem do ano.

Este dia foi criado, em 1968, pelo Papa Paulo VI para que fosse celebrado pelos verdadeiros amigos da Paz, independente de credo, etnia, posição social ou econômica.

Fonte: www.natal.blogs.sapo.ao

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