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Dia da Ecologia

 

5 de junho

Dia da Ecologia

Dia 05 de junho, comemora-se além do Dia Mundial do Meio Ambiente, o Dia da Ecologia. 

A palavra Ecologia é formada pela junção de duas palavras gregas, oikos (casa) e logos (ciência). Logo, define-se Ecologia como o conjunto das ciências que se dedicam ao estudo das interações dos seres vivos com o seu ambiente.

Os ecossistemas são conjuntos de seres vivos habitantes de um local - a flora, a fauna e os microrganismos, juntamente com os fatores físicos que compõem o ambiente - a atmosfera, o solo e a água.

Esses ecossistemas estão relacionados em um ciclo vital, a chamada cadeia alimentar, responsável pelo equilíbrio do ambiente.

Podemos representar a cadeia alimentar em forma de pirâmide, onde a base é constituída de alimentos vegetais (seres autotróficos) e as camadas subsequentes são compostas por predadores (seres heterotróficos) primários, secundários e terciários. O topo da pirâmide é composta pelos decompositores, que desempenham um papel fundamental para a ciclagem de nutrientes.

A Ecologia, foi dividida por Schroter, em 1896 e 1902, em dois grandes ramos:

Auto-ecologia: é o ramo da ecologia que estuda a influência dos fatores externos sobre o animal e o vegetal, ou sobre uma espécie determinada. É, por assim dizer, o estudo individual de um organismo, ou de uma espécie, em que é posta em destaque a sua biologia e o comportamento que apresenta na adaptação a um meio determinado.

Sinecologia: estuda os grupos de organismos associados entre si, quer dizer, o estudo das comunidades naturais, incluindo animais e vegetais.

A tendência atual é a de considerar a ecologia dividida em quatro subdivisões, não tendo em conta nem a auto-ecologia nem a sinecologia.

Essas quatro subdivisões são:

Ecologia das Espécies

Ecologia das Populações

Ecologia das Comunidades

Ecologia dos Ecossistemas

A divisão da ecologia pode basear-se em vários critérios, como por diferentes ambientes, ecologia marinha, ecologia de água doce, ecologia terrestre.

Há ainda a divisão por critérios taxonômicos: ecologia de insetos, ecologia de crustáceos, ecologia de plantas. A divisão da ecologia é vantajosa pois facilita o seu entendimento, mas sempre deve-se pensar sempre nas “diversas” ecologias com um todo.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Dia da Ecologia

5 de junho

Dia da Ecologia

A importância desse dia tem precedentes.

meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século XX. Porém, foi ainda no séc. XIX que um biólogo alemão, Ernst Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia.

Celebrado de várias maneiras (paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações.

Se há assunto que consegue igualar todas as pessoas nesse planeta é a questão ambiental: o que acontece de um lado, para bem ou para mal, vai sempre afetar o outro!

Nessa data, chefes de estado, secretários e ministros do meio ambiente fazem declarações e se comprometem a tomar conta da Terra.

As mais sérias promessas têm sido feitas, que vão do be-a-bá ao estabelecimento de estruturas governamentais permanentes para lidar com gerenciamento ambiental e planejamento econômico, visando conseguir a vida sustentável no planeta.

Podemos, cada um de nós, já fazer a nossa parte para a preservação das condições mínimas de vida na Terra, hoje e no futuro, ou seja, investir mais naquilo que temos de valioso, que é a nossa inteligência, para aprender a consumir menos o que precisamos economizar: os recursos naturais. E é sempre bom lembrar que o Brasil, identificado como um dos nove países-chave para a sustentabilidade do planeta, já é considerado uma superpotência ambiental!

ECO-92

Realizada no Rio de Janeiro, a segunda Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (que ficou conhecida como Eco-92) teve como um de seus resultados a formulação de documentos muito importantes. Porém, muitos dos termos desses documentos ainda não foram colocados em prática. Isso por tratarem de questões que estabelecem mudanças no comportamento dos países em relação ao meio ambiente.

Essas mudanças deveriam ser implementadas tanto pelos países ricos quanto pelos chamados "países em desenvolvimento".

Algumas dessas questões são:

Biodiversidade

Nos anos 80, o conceito de biodiversidade adquiriu destaque com a discussão sobre o risco de extinção de diversas espécies existentes. A biodiversidade, que determina a diversidade genética e de habitat entre os seres vivos (animais, vegetais e microorganismos), põe na ordem do dia a necessidade de se preservar o maior número possível das formas de vida em vias de extinção, se o homem quiser ter condições mínimas de sobrevivência.

As estimativas sobre o número de espécies que habitam a terra oscilam entre 5 e 30 milhões, sendo que somente 1,5 milhão são conhecidas. Estão concentradas, em sua maioria, nos países tropicais.

Espécies biológicas da Terra
Forma de Vida Espécies Conhecidas Espécies totais estimadas
Forma de vida 874.161 30 milhões
Insetos e outros artrópodes 248.400 Viram de 275 mil a mais de 400 mil. Acredita-se que, no mínimo, de 10% a 15% de todas as plantas ainda não foram descobertas
Invertebrados 116.873 Podem chegar a milhões
Plantas baixas 73.900 Não disponível
Microorganismos 36.600 Não disponível
Peixes 19.056 21.000, assumindo que 10% dos peixes ainda não são conhecidos
Pássaros 9.040 Estima-se que as espécies conhecidas respondam por 98% de todos os pássaros
Mamíferos 4.000 95% das espécies já são conhecidas
Répteis e Anfíbios 8.692 95% das espécies já são conhecidas
Total 1.390.992 Pode exceder a 30 milhões

Estratégia Global para Biodiversidade, elaborado pelo World Resources Institute, dos EUA, e pela União Mundial para a Natureza, da Suíça, traz 85 propostas para a preservação da diversidade biológica e um plano para a utilização sustentada dos recursos biológicos.

Apesar de ter sido aprovado pelo Programa de Meio Ambiente da ONU e pelas Organizações Não-Governamentais (ONGs) que participaram do Fórum Global, quase nada vem sendo feito para reverter a situação. Em nações onde é grande a diversidade biológica, como a Federação Russa, a China e a Indonésia, continua acelerado o ritmo de destruições das espécies animais e vegetais. O documento Estratégia Global para Biodiversidade não foi, até hoje, aprovado pelo Congresso norte-americano.

Piratas biológicos

Biopirataria é o nome que se dá à saída de material genético de um país para outro, naturalmente de forma ilegal, para que se possa explorá-lo comercialmente, sem o devido pagamento de patente.

No documento (não aprovado pelos EUA) há também uma proposta a esse respeito, que consiste no seguinte: as empresas pesquisadoras de animais e vegetais em outros países devem pagar royalties de suas descobertas ao país de origem.

O Brasil estima que uma em cada quatro drogas americanas possui substâncias vindas de animais e plantas encontradas em países tropicais. Estes, por sua vez, são obrigados a pagar royalties no uso de produtos feitos a partir de suas próprias plantas e animais.

Agenda 21

Considerada como o resultado mais importante da Eco-92, a Agenda 21, documento assinado por 179 países naquela ocasião, é um texto chave com as estratégias que devem ser adotadas para a sustentabilidade. Já adotada em diversas cidades por todo o mundo, inclusive através de parcerias e de intercâmbio de informações entre municipalidades, esse compromisso se desenrola no âmbito da cooperação e do compromisso de governos locais. Leva em conta, principalmente, as especificidades e as características particulares de cada localidade, de cada cidade, para planejar o que deve ser desenvolvimento sustentável em cada uma delas.

Meio Ambiente e o mundo moderno: energia

Não há quem, na nossa era, não tenha ouvido falar em crise energética.

Bem, essa parece ser a questão mais ampla das sociedades atuais: lidar com as mudanças que precisam ser feitas na geração de energia.

Os chamados ambientalistas vêm estudando bastante o assunto e algumas conclusões sobre o que se pode fazer já foram consagradas e podemos dizer que já existem, em alguns países, ações para implantá-las.

Elas são:

Usar a energia de maneira eficiente - isso quer dizer, utilizar os mesmos serviços de iluminação, cozimento, mobilidade, industrialização que já temos, porém gastando uma menor quantidade de energia. Obter mais de cada quilowatt, incrementando melhoras na fabricação dos aparelhos eletrodomésticos, automóveis, prédios e processos industriais.

Fazer mais uso do gás natural, o combustível fóssil mais limpo, para gerar energia. A crítica é sempre a de que é uma alternativa cara. O petróleo, quando começou a ser amplamente adotado no mundo, também era uma alternativa cara. Não podemos esquecer que este é um recurso finito e que seu consumo quase que dobra a cada 20 anos.

Parar de valorizar argumentos para a utilização e os investimentos em energia nuclear. Essa geração custa o dobro das outras fontes existentes e a opinião pública mundial já sabe os riscos que podem advir dessa escolha.

Não insistir na utilização do carvão, uma fonte de energia do passado, um investimento no mais sujo dos combustíveis fósseis, o que mais polui e cuja extração, hoje mecanizada, é um investimento no desemprego.

Seguir o caminho da utilização da energia do sol (solar) e do vento (eólica). Esse uso está crescendo globalmente, é mais barato, não polui e gera empregos de alta tecnologia e exportação.

Investir na pesquisa da utilização de células de combustível de hidrogênio, elemento que existe de sobra no universo (empresas automotivas e de energia já estão desenvolvendo esse uso para equipamentos eletrônicos portáteis e veículos a motor, por exemplo).

O planeta em perigo

Ozônio destruído

A camada de ozônio, composta de um gás rarefeito - o ozônio -, vinha impedindo, há milhões de anos, a passagem dos raios ultravioletas do sol. Com o poder de reduzir a capacidade de fotossíntese dos vegetais, esses raios prejudicam o sistema imunológico do homem, e podem provocar câncer de pele e doenças nos olhos, como a catarata.

A destruição dessa camada se deve à emissão de poluentes no ar, sendo o cloro presente em clorofluorcarbonetos (CFCs) seu principal inimigo.

Ele é usado como propelente de sprays, em chips de computadores e, principalmente, em aparelhos domésticos, como geladeira e ar-condicionado.

São dois os químicos que, em 1974, chamaram a atenção para a relação entre o CFC e a diminuição da camada de ozônio: o norte-americano Frank Rowland e o mexicano Mario Molina, ambos ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 1995.

Em 1992, um novo vilão aparece para pertubar a camada de ozônio. Trata-se do brometo de metila, inseticida utilizado em plantações de tomate e morango e muito mais nocivo que o CFC, apesar de existir em menor quantidade.

Várias políticas ambientais foram implementadas em todo o mundo para reverter esse fato. O governo brasileiro, por exemplo, reduziu em 31% o consumo de CFC, entre os anos de 1988 e 1995, e parece que os resultados dessas políticas já são notados. A Organização Mundial de Meteorologia das Nações Unidas registrou uma diminuição dos gases nocivos na atmosfera, exceto o brometo de metila. O buraco da camada de ozônio, no entanto, continua aumentando e só deve estar recuperada na metade do século XXI. Mas isto se forem respeitadas todas a metas do Protocolo de Montreal, assinado em 1987 no Canadá, onde 24 países se comprometeram, entre outras coisas, a restringir à metade a produção de CFC até o presente ano.

Florestas mortas

O desmatamento em grande escala já chega a 46% das matas primitivas da terra. Dos 62.200.000 Km2 de florestas originais, somente 33.400.000 ainda cobrem a superfície do planeta.

Todo ano, cerca de 170 mil Km2 de mata simplesmente desaparecem, sendo a principal forma de desmatamento as queimadas de grandes áreas para o cultivo da agricultura e a prática da pecuária. A comercialização da madeira, a expansão dos centros urbanos, a construção de estradas e o extrativismo de interesse econômico são outros importantes motivos que levam à devastação.

Segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Brasil é o recordista no mundo em desmatamento, sendo derrubados anualmente na Amazônia em torno de 15 mil Km2 de floresta.

Poluição

Poluição do ar, das águas, do solo, sonora, diversas designações para um único problema: a interferência negativa do homem no equilíbrio ambiental, quando exerce suas atividades cotidianas em casa, no trabalho, em todo o lugar, enfim. A emissão de resíduos sólidos, líquidos e gasosos em quantidade acima da capacidade humana de absorção é o que chamamos de poluição.

Exemplo de poluição do ar: indústrias químicas e siderúrgicas lançando na atmosfera óxidos sulfúricos e nitrogenados e enxofre.

Poluição das águas: o esgoto que suja rios, lagos e áreas de mananciais. De acordo com a ONU, dois terços da humanidade podem vir a passar sede, em menos de 30 anos.

Poluição do solo: causada pelo acúmulo de lixo sólido, como embalagens de plástico, papel e metal. Uma solução viável para esse tipo de poluição seria a prática da reciclagem do lixo.

Poluição sonora: barulho dos carros. Nas principais ruas da cidade de São Paulo, os níveis de ruído atingem de 88 a 104 decibéis. O máximo tolerável é 85 decibéis.

Convenção sobre a mudança do clima

No Protocolo de Kyoto, assinado em 1992, os países industrializados se comprometeram a reduzir até o ano 2000 suas emissões de dióxido de carbono para os níveis encontrados no ano de 1990, a fim de não modificar ainda mais o já alterado clima do planeta. Em seu processo de revisão e atualização, essa convenção sofreu uma retificação, em 1997, em Kyoto, no Japão, e por isso ela ficou conhecida como Protocolo de Kyoto. Nessa ocasião, ficou decidido que os países que aderiram reduziriam suas emissões, combinadas de gases de efeito estufa, em pelo menos 5%, entre os anos de 2008 e 2012.

Aberto para assinaturas a partir de 1998, com adesão de cerca de 180 países, esse acordo ainda não foi assinado pelos EUA, país responsável por quase um quarto das emissões globais de dióxido de carbono na atmosfera.

Cidades: as mais poluídas

Atenas (Grécia), Bangcoc (Tailândia), Budapeste (Hungria), Buenos Aires (Argentina), Cairo (Egito), Calcutá (India), Cidade do México (México), Cracóvia (Polônia), Jacarta (Indonésia), Karachi (Paquistão), Londres (Reino Unido), Los Angeles (EUA), Manila (Filipinas), Moscou (Federação Russa), Mumbai (India), Nova Délhi (India), Nova York (EUA), Pequim (China), Rio de Janeiro (Brasil), Santiago (Chile), São Paulo (Brasil), Seul (Coréia do Sul), Tóquio (Japão), Xangai (China).

Meio ambiente no IBGE

O IBGE possui, em sua estrutura, um departamento de recursos naturais e estudos ambientais. Sua finalidade é produzir informações básicas sobre todo o território nacional.

No tópico recursos naturais, promove mapeamentos, estudos e pesquisas de temas relativos ao meio físico e ao meio biótico, detendo-se na ocorrência, distribuição, potencial, disponibilidade, forma e graus de utilização. Fazem parte do meio físico as rochas, o relevo, os solos, os recursos hídricos e o clima. Os componentes do meio biótico são os vegetais e animais.

Em estudos ambientais, promove a caracterização e avaliação de temas de interesse para a análise das condições ambientais e dos impactos gerados pela ação do homem, que comprometem o equilíbrio ambiental e a qualidade de vida da população.

O acervo de informações disponível no IBGE é vasto. Os produtos são encontrados em forma de mapas, publicações ou CD-ROM.

Listamos abaixo alguns deles:

Espécies Endêmicas da Flora Brasileira

Espécies Vegetais de Importância Econômica

Fauna Ictiológica Brasileira

Fauna de Vertebrados da Amazônia Legal

Diagnóstico Ambiental da Amazônia Legal

Mapas do Brasil na escala 1:5.000.000: Vegetação, Unidades de Relevo, Fauna Ameaçada de Extermínio e Unidades de Conservação Federais

Mapas da Amazônia Legal na escala 1:2.500.000: Geologia, Solos e Vegetação

ÁGUA: SE NÃO RACIONALIZAR, VAI FALTAR

Neste 5 de junho, dia do Meio Ambiente, é importante lembrarmos alguns dados que refletem a difícil situação mundial em relação ao uso dos 2,5% de água doce disponíveis no planeta. Segundo relatório da Unesco, órgão da ONU para a educação e responsável pelo Programa Mundial de Avaliação Hídrica, mais de um sexto da população mundial, ou o equivalente a 1,1 bilhão de pessoas, não tem acesso ao fornecimento de água doce.

Dos exíguos 2,5% de água doce existentes no mundo, porém, apenas 0,4% estão disponíveis em rios, lagos e aquíferos subterrâneos – a Terra possui cerca de 1,39 bilhões de km 3 de água, distribuídos em mares, lagos, rios aquíferos, gelo, neve e vapor.

A situação tende a piorar, com o desmatamento, a poluição ambiental e as alterações climáticas dela decorrente: estima-se que será reduzido em um terço o total de água doce disponível no mundo. Enquanto isso, ações que poderiam reduzir o desperdício desse líquido cada vez mais raro e, portanto, precioso, demoram a ser tomadas pelas diferentes esferas governamentais.

Sabe-se que o maior consumo de água doce é na agricultura, responsável por 69% do uso, e que as grandes metrópoles têm edificações com sistemas hidrossanitários (bacias e válvulas sanitárias, torneiras, chuveiros, entre outros) gastadores.

Ações globais e estruturais, como a irrigação por gotejamento, em vez da usual por aspersão, e o incentivo à implantação de programas de uso racional da água economizariam milhões de metros cúbicos, evitando assim a necessidade de novos reservatórios de água, caros e que prejudicam o meio ambiente, ao derrubar matas ciliares com o alagamento.

As medidas de incentivo à troca de equipamentos gastadores por outros, economizadores – como bacias e válvulas que consomem 6 litros por acionamento, em vez dos 12 ou até mais de 20 litros por acionamento consumidos pelos equipamentos defasados, a instalação de arejadores e restritores de vazão em torneiras e chuveiros, entre outros, são instrumentos bem-sucedidos de diminuição do consumo.

Cartuns para empresas

Os equipamentos economizadores estão disponíveis – e obrigatórios, por norma da ABNT - em nosso país desde 2003. Programas racionalizadores já foram adotados em Nova York e Austin, nos EUA, e Cidade do México. Nova York instalou, entre 1994 e 1996, mais de um milhão de bacias sanitárias economizadoras, com incentivo aos moradores e empresários para as trocas, e passou a poupar 216 milhões de litros de água por dia.

Enquanto isso, no Brasil temos campanhas esporádicas para diminuir o consumo de água, rapidamente abandonadas assim que acaba a eventual seca e os reservatórios estão cheios. Isto foi o que aconteceu em São Paulo , em 2004, quando os cidadão foram premiados com desconto de 20% em suas contas de água se atingissem as metas de redução. Alguns prédios públicos também trocaram suas instalações hidrossanitárias gastadoras por outras, economizadoras. Há, porém, a necessidade de implementarmos programas duradouros e permanentes de incentivo à redução do consumo de água.

A concessionária Sabesp, que atende a maior parte dos municípios paulistas, por exemplo, desenvolve atualmente um projeto que custará cerca de R$ 100 milhões para trocar dutos antigos, cuja deterioração provoca vazamentos e perdas de água estimados em 34% do total produzido. Embora louvável, a preocupação da concessionária paulista em diminuir suas perdas e, portanto, aumentar o lucro de seus acionistas, deveria se traduzir também em ações que beneficiassem o consumidor final e o contribuinte diretamente, como os programas de uso racional da água e o incentivo à troca de equipamentos obsoletos por outros, economizadores.

O governo federal, por sua vez, poderia desenvolver programas de educação e incentivo aos agricultores que adotassem o método de gotejamento na irrigação, poupando outros essenciais milhões de metros cúbicos de água. Assim, projetos como o da transposição das águas do rio São Francisco, com investimento estimado em cerca de R$ 4,5 bilhões pelo governo federal, poderiam ser melhor aproveitados. A implementação desses programas, de racionalização do uso da água e da irrigação por gotejamento, resultaria em benefícios econômicos, sociais e ambientais para a sociedade como um todo.

Carlos Lemos da Costa

Fonte: www.ibge.gov.br

Dia da Ecologia

5 de junho

Dia da Ecologia

O biólogo alemão Ernst Haeckel propôs, em 1866, que fosse criada uma disciplina mais específica, dentro da biologia, para estudar as relações dos seres vivos com o meio ambiente. Assim, surgiu a palavra "ecologia", originada das palavras gregas oêkos (casa) e logos (estudo). Contudo, essa disciplina ficou restrita aos meios acadêmicos até o século XX, quando os cientistas e as organizações começaram a dar maior importância ao seu estudo, em especial à preservação do meio ambiente, ameaçado pela ação destrutiva do ser humano. 

A ecologia ganhou importância social após um grande incidente que envolveu o petroleiro Torrey Canyon, que derramou mais de 100 mil toneladas de óleo na costa da Inglaterra, em 1967, deixando no mar uma mancha negra de 300 km². Desde então, a palavra "ecologia" ficou ligada ao conceito de preservação da natureza, e o ser humano passou a observar os resultados de sua intervenção no meio ambiente. 

A preservação dos meios naturais como uma condição para a manutenção da vida é o motivo pelo qual a ONU tem se esforçado para consolidar tratados e políticas ecológicas entre as nações.

Dentre os assuntos mais discutidos, estão: preservação de mananciais de águas, diminuição da emissão de poluentes e preservação das matas nativas. 

Em 1992, a II Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida como Eco-92, aconteceu no Rio de Janeiro. O Brasil assumiu um compromisso para preservar a natureza, em especial as suas matas nativas, como a floresta Amazônica. A Eco-92 apresentou importantes documentos que abordaram os efeitos da economia industrial sobre o meio ambiente. Esses documentos levantaram questões de difícil aplicação, pois deliberaram sobre o desenvolvimento das nações industrializadas, ou seja, os países ricos, e também sobre os países em desenvolvimento. 

Um desses documentos, a Agenda 21, assinada por 178 países, discorre sobre a aplicação regional de políticas de desenvolvimento sustentável, ou seja, o desenvolvimento que possa se auto-sustentar, sem esgotar os recursos naturais disponíveis. 

Atualmente, a maior preocupação dos ecologistas tem sido o aquecimento global provocado pela emissão de poluentes na atmosfera, o qual é responsável pelas súbitas mudanças climáticas que têm sido presenciadas e que acarretam terríveis consequências para o ser humano. Os países poluidores, em geral os mais ricos, são os principais responsáveis pela "saúde do planeta". Em 1997, esses países assinaram o Protocolo de Kioto, comprometendo-se a suprimir 5% das emissões de gases poluentes. Contudo, o maior poluidor da atmosfera - os Estados Unidos - retirou-se do acordo, o que torna ainda mais difícil acalentar a esperança de um futuro mais saudável para a humanidade. 

A ONU deliberou, na resolução no 2.994, de 14/01/1999, a comemoração do Dia da Ecologia e do Dia Mundial do Meio Ambiente.

Fonte: www.paulinas.org.br

Dia da Ecologia

5 de junho

"Se as cidades forem destruídas e os campos forem conservados, as cidades ressurgirão, mas se queimarem os campos e conservarem as cidades, estas não sobreviverão." Benjamin Franklin

Juntamente com o Dia Mundial do Meio Ambiente, no dia 5 de Junho, comemora-se o Dia da Ecologia.

Ao pé da letra, ecologia significa “estudo da casa”, pois vem da junção de duas palavras gregas, “oikos”, casa e “logos”, estudo. Ecologia basicamente refere-se ao estudo da relação dos seres vivos com o meio ambiente.

Um ecossistema é formado pela fauna, flora, microorganismos e pelos componentes físicos do local, que são a atmosfera, o solo e a água. Os ecossistemas em conjunto formam a cadeia alimentar, uma relação de sobrevivência, em que a base é formada pelos vegetais, que produzem seu próprio alimento, depois pelos animais que se alimentam de outros animais, podendo ser predadores primários, secundários ou terciários e, por último, pelos decompositores.

Em um primeiro momento, a ecologia, era dividida em dois ramos principais, a auto-ecologia que estudava as influências externas sobre um animal ou vegetal específico e a sinecologia que estudava as comunidades naturais, ou seja, os animais e vegetais que viviam no mesmo ambiente.

Atualmente, a ecologia divide-se em ecologia das espécies, ecologia das populações – formadas por organismos da mesma espécie -, ecologia das comunidades – conjunto de todas as populações – e ecologia dos ecossistemas. Também podemos dividi-la por ambientes como ecologia marinha, de água doce e também por critérios de taxonomia, como ecologia das plantas e ecologia dos anfíbios.

Fonte: www.sustentabilidade.philips.com.br

Dia da Ecologia

5 de junho

Dia da Ecologia

No Dia cinco de junho comemora-se o Dia da Ecologia e Meio Ambiente. É necessário salientar que o equilíbrio entre homem e a natureza é importante para que tenhamos uma vida sadia.

Toda vez que o homem desrespeita a natureza, devasta as florestas, destrói animais, polui rios, está inconscientemente se auto- destruindo.

A natureza quando maltratada, se volta contra o homem, causando-lhe inúmeros prejuízos. Respeitada, é aquela mãe carinhosa que oferece tudo em abundância.

O ar puro, as águas limpas, as verdes florestas, os animais – tudo isso é condição essencial para nossa sobrevivência.

Ecologia é, portanto, o estudo das relações dos seres vivos entre si e com o Meio Ambiente em que vive.

Meio Ambiente é a natureza que nos cerca, a terra, o ar, a água, as plantas, os animais, o homem.

A nossa Constituição diz que todo Cidadão tem direito a um Meio Ambiente saudável, mas também, temos o dever de preservá-lo para os presentes e futuras gerações (Artigo 225 da Constituição Federal).

Então, para preservar a natureza é necessárias a participação, organização e mudança de atitude de cada um de nós.

Sabemos da importância do Saneamento básico na nossa vida e do seu grande valor para o Meio Ambiente. E defendê-lo e preservá-lo é nosso dever, pois estamos preservando as presentes e futuras gerações.

É importante também que participemos de movimentos que promovam Educação Ambiental. È dever de todo cidadão consciente preservar a vegetação às margens dos rios e nascentes.

Respeitar a natureza é respeitar a vida. A sustentabilidade ambiental é a utilização da natureza como equilíbrio, garantindo as nossas necessidades e das gerações futuras.

Preserve a Natureza. Preserve a Vida.

Fonte: www.inhumas.go.gov.br

Dia da Ecologia

Em 5 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente e Ecologia. Essa data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972 a fim de chamar a atenção dos governos e das comunidades para a questão ambiental, os problemas a ela relacionados e as ações de preservação. A cada ano é selecionado um tema, que se torna foco de debates, reuniões e conferências em todo o mundo.

No ano de 2006, "Cidades Verdes: Planejamento para o Planeta!" É o mote das discussões, que tratará de questões relacionadas ao meio urbano, às suas atividades e às consequências em escalas local e global.

Para que essa celebração alcance seu objetivo e desperte no indivíduo o sentimento de preocupação e pró-atividade ambientais, é necessário que se desenvolvam estratégias de conscientização dos papéis e efeitos das ações do homem no meio e que forneçam, a partir de então, subsídios para reflexão, discussões, debates e convergências de idéias.

Isso, posto em prática, dá margem a atitudes positivas e influenciadoras, que se disseminam e alcançam escalas inimagináveis.

É de fundamental importância o conhecimento dos fundamentos do Direito Ambiental.

O Direito Ambiental, como direito humano fundamental, não pode ficar subordinado às regras do Direito do proprietário ou do Direito do patrão, assim como não pode ficar subordinado às regras do Direito do Estado contra os direitos da cidadania; ao contrário, são aqueles direitos que devem se subordinar e se transformar em razão de necessidades prementes da humanidade que se refletem juridicamente na categoria dos direitos humanos fundamentais.

O desenvolvimento econômico não pode ser buscado a qualquer custo. Especialmente, às expensas da degradação do ambiente, com riscos para a saúde humana e na socialização dos custos de produção das indústrias impostos aos cidadãos de uma comunidade, através de mediadas arbitrárias dos ocupantes temporários de cargos públicos.

Princípios Gerais do Direito Ambiental

Entende-se por princípio: a lei de caráter geral com papel fundamental no desenvolvimento de uma teoria e da qual outras leis podem ser derivadas, ou ainda, uma proposição lógica fundamental sobre a qual se apóia o raciocínio.

Princípio é o alicerce ou fundamento do Direito.

Paulo Affonso Leme Machado, em Direito Ambiental Brasileiro:

As Constituições escritas inseriram o “direito à vida” no cabeçalho dos direitos individuais. No século XX deu-se um passo a mais ao se formular o conceito do “direito à qualidade de vida”.

A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, na Declaração de Estocolmo/72, salientou que o homem tem direito fundamental a “... adequadas condições de vida, em um meio ambiente de qualidade ...” Os princípios do Direito Ambiental estão voltados para a finalidade básica de proteger a vida, em qualquer forma que esta se apresente, e garantir um padrão de existência digno para os seres humanos desta e das futuras gerações, bem como de conciliar o desenvolvimento econômico ambientalmente sustentado.

As particularidades do Direito Ambiental implicam uma série de princípios diversa daquela que, usualmente, informa os demais “ramos” da ciência jurídica.

Paulo de Bessa Antunes em Direito Ambiental enumera oito princípios básicos do Direito Ambiental:

1. Direito Humano Fundamental – Os seres humanos são o centro da preocupação com o meio ambiente; 2. Democrático – O princípio democrático é aquele que assegura aos cidadãos o direito pleno de participar na elaboração das políticas públicas ambientais. Aqueles que sofrem impactos têm o direito de se manifestarem sobre ele.

3. Precaução – aplicável a impactos desconhecidos; 4. Prevenção – aplicável a impactos conhecidos; 5. Equilíbrio – todas as consequências de uma intervenção no ambiente devem ser consideradas; 6. Limite – devem ser fixados limites de emissão e lançamentos de substâncias no ambiente; 7. Responsabilidade – aquele que causa danos ao meio ambiente deve responder por suas ações: - civil, administrativa e penalmente.

8. Poluído Pagador – os custos ambientais devem ser incorporados aos preços dos produtos.

A Organização das Nações Unidas-ONU anualmente faz uma classificação dos países em que a qualidade de vida é medida, pelo menos, em três fatores:

1. saúde,

2. educação e

3. produto interno bruto.

“A qualidade de vida é um elemento finalista do Poder Público, onde se unem à felicidade do indivíduo e o bem comum, com o fim de superar a estreita visão quantitativa, antes expressa no conceito de nível de vida”.

A saúde dos seres humanos não existe somente numa contraposição a não ter doenças diagnosticadas no presente. Leva-se em conta o estado dos elementos da Natureza - águas, solo, ar, flora, fauna e paisagem - para se aquilatar se esses elementos estão em estado de sanidade e de seu uso advenham saúde ou doenças e incômodos para os seres humanos.

Essa ótica influenciou a maioria dos países, e em suas Constituições passou a existir a afirmação do direito a um ambiente sadio.

Princípio do Direito Humano Fundamental

O primeiro e mais importante princípio do Direito Ambiental é que: o direito ao ambiente é um direito humano fundamental. Tal princípio decorre do texto expresso da Constituição Federal no artigo 225, que dispõe: Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Deste princípio basilar decorrem todos os demais princípios do Direito Ambiental.

Fonte: www.outorga.com.br

Dia da Ecologia

5 de junho

Dia da Ecologia é comemorado no dia 5 de junho, assim como o Dia do Meio Ambiente.

O dia é importante para gerar discussões e reflexões sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

Origem do Dia da Ecologia

O Dia da Ecologia é comemorado no dia 5 de junho em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1972, a fim de tratar sobre assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas, a conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais.

Fonte: www.calendarr.com

Dia da Ecologia

OS DEZ MANDAMENTOS AMBIENTAIS

1. Estabeleça princípios ambientalistas: estabeleça compromissos, padrões ambientais que incluam metas possíveis de serem alcançadas;

2. Faça uma investigação de recursos e processos: confira se há desperdício de matéria-prima e até mesmo esforço humano;

3. Estabeleça uma política ecológica de compras: priorize a compra de produtos ambientalmente corretos. Procure por produtos que sejam mais duráveis, de melhor qualidade, recicláveis ou que possam ser reutilizáveis;

4. Incentive seus colegas: fale com todos a sua volta sobre a importância de agirem de forma ambientalmente correta;

5. Não desperdice: ajude a implementar e participe da coleta seletiva de lixo;

6. Evite poluir seu meio ambiente: faça uma avaliação criteriosa e identifique as possibilidades de diminuir o uso de produtos tóxicos;

7. Evite riscos: verifique cuidadosamente todas as possibilidades de riscos de acidentes ambientais e tome a iniciativa ou participe do esforça para minimizar seus efeitos. Não espere acontecer um problema! Antecipe-se!!

8. Anote seus resultados: registre cuidadosamente suas metas ambientais e os resultados alcançados. Isso ajuda não só que você se mantenha estimulado como permite avaliar as vantagens das medidas ambientais adotadas;

9. Comunique-se: no caso de problemas que possam prejudicar seus vizinho e outras pessoas, tome a incitava de informar a tempo hábil para possam minimizar prejuízos;

10. Arranje tempo para o trabalho voluntário: considere a possibilidade de dedicar uma parte do seu tempo, habilidade e talento para o trabalho voluntário ambiental a fim de fazer a diferença dando uma contribuição concreta a efetiva para melhoria da vida do planeta.

Fonte: www.serpro.gov.br

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