Dia do Enfermo
Dia do Enfermo

Dia do Enfermo

14 de Janeiro

“Não há nada que se parece mais com um necrotério que um hospital. No lugar do mundo onde mais seria necessário muito amor e muito carinho há uma brancura, uma frieza, um cheiro de remédio que é feito para matar as pessoas, não para faze-las viver...” Esse trecho, retirado do livro “Amores Possíveis” de José Ângelo Gaiarsa descreve o que muita gente sente quando precisa de serviços médicos.

As práticas de saúde são vistas como métodos extremamente técnicos e objetivos. Por causa disso, muitas vezes o relacionamento entre profissionais e pacientes fica prejudicado. Já está mais que provado que o ser humano consegue se reabilitar não apenas com remédios. O bem estar psicológico e mental é imprescindível para uma recuperação menos dolorosa e mais rápida.

Em 2002, O Ministério da Saúde lançou um programa de humanização para transformar os hospitais em ambientes menos duros. A humanização não engloba apenas a relação profissional de saúde-paciente, mas também uma tentativa de diminuir o sofrimento causado pela doença. Existem projetos em vários hospitais do Brasil que trabalham nessa vertente. Nesses hospitais, grupos de contadores de estórias incentivam a literatura e diminuem a angústia das crianças. Doutores palhaços tentam levar alegria para um lugar já cheio de tristeza.

Fonte: UFGNet, Soleis

Dia do Enfermo

14 de Janeiro

Dia do Enfermo

Hoje comemora-se o dia dos enfermos. Momento de reflexão, sensibilização e mudança. Diante das condições impostas pelo mercado, onde cada dia precisamos correr mais e mais para mantermos os padrões, fazemos um alerta a todos os profissionais de saúde, tanto aqueles que estão diretamente ligados ao paciente, quanto aos que cuidam das questões administrativas; um alerta também aos familiares e amigos que estejam com alguém passando por alguma enfermidade; sejamos mais sensíveis, pacientes e amorosos com os nossos doentes.

O objetivo desta data é, sobretudo, sensibilizar governantes e sociedade para uma atenção especial aos enfermos, possibilitando assistência mais adequada.

Fonte: www.unerj.br

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