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Dia Mundial da Religião

21 de Janeiro

Dia Mundial da Religião

A religião acompanha a história do homem desde a época mais remota. Independente da designação que receba, ela se baseia sempre em rituais praticados sozinho ou em grupo e na crença em uma força maior, para a qual são dedicados sentimentos de amor, confiança ou respeito.

Todos os grupos sociais no mundo inteiro têm suas religiões. O que elas costumam ter em comum é a fé em um ser superior, a intermediação de um sacerdote com essa força além da humana e um senso de comunidade, de conjunto.

A maioria das religiões são teístas, mas o budismo, por exemplo, é não-teísta. De qualquer forma, teístas ou não, todas são calcadas em valores éticos e em uma visão do mundo.

Os diversos nomes

Religiões existem muitas e, de acordo com o seu próprio jeito de reverenciar uma divindade e de se posicionar no mundo, receberão nomes diferentes e seguidores próprios.

Vejamos algumas: Afro-tradicionais

Religião tradicional do continente africano. Tem como principal característica a ausência de um livro sagrado, baseando-se em mitos e rituais que são transmitidos oralmente. Suas crenças e costumes têm mais a ver com a experiência diária do que com princípios morais de salvação espiritual.

Apesar de se acreditar em um Deus supremo, é dada uma atenção maior a espíritos secundários, principalmente espíritos ancestrais, líderes ligados a algum clã ou tribo. Com a colonização européia, iniciada no século XVII, o contato com o islamismo e o cristianimo alterou algumas concepções das religiões africanas tradicionais, ocorrendo o sincretismo religioso, ou seja, a mistura de uma religião com outra.

Budismo

Religião fundada por Siddharta Gautama - o Buda - na Ásia Central, por volta de 563-483 a.C. Difundiu-se por todo o leste asiático, ensinando como o ser humano pode escapar do ciclo nascimento e morte (reencarnação), através da conquista do mais alto conhecimento, ao alcançar o nirvana.

Confucionismo

Doutrina ética e política, fundada por Confúcio (551-479 a.C), que por mais de dois mil anos constituiu o sistema filosófico dominante da China. Seu pensamento consiste em definir as relações humanas individuais em função das instituições sociais, principalmente família e Estado. Na verdade, o confucionismo e o taoísmo tiveram predominância na educação e na vida intelectual da China, enquanto o budismo exerceu importante influência na vida social.

Cristianismo

Conjunto das religiões cristãs (catolicismo, protestantismo e religiões ortodoxas orientais), que se baseia nos ensinamentos de Jesus Cristo. Seu maior ensinamento, que Ele afirmava resumir todas as leis e os profetas, era o seguinte: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Hinduísmo

Religião professada pela maioria dos povos da Índia. Cultua um grande número de deuses e deusas e seus seguidores acreditam na reencarnação e na união com o Deus supremo - Brama - pela libertação espiritual. Os hinduístas têm rituais diários obrigatórios e também os não-obrigatórios, mas de enorme valor para eles, como a peregrinação a lugares sagrados: rio Ganges, por exemplo.

Judaísmo

Religião do povo hebreu e a partir do qual surgiu o cristianismo. Os judeus não acreditam que o Cristo era o Messias (filho de Deus) e ainda esperam pela sua vinda. Existe também um outro tipo de judaísmo - judaísmo alexandrino - que é fortemente influenciado pelo pensamento grego. Moisés, que libertou o povo hebreu da escravidão no Egito, é considerado seu profeta maior.

Taoísmo

Filosofia religiosa desenvolvida principalmente pelo filósofo Lao-tse (séc. VI a.C). A noção fundamental dessa doutrina é o Tao - o Caminho - princípio sintetizador e harmônico do Yin (feminino) e Yang (masculino). O acesso ao Caminho se dá pela meditação e pela prática de exercícios físicos e respiratórios.

Maometismo

Religião fundada por Maomé (570-652 d.C); do islã, muçulmana. Afirma a existência de um único Deus - Alá - e acredita que o Cristo foi um grande profeta. Maomé, no entanto, não é cultuado em si mesmo nem considerado um intermediador entre Deus e os homens. Para os muçulmanos, sua vida é o ponto máximo da era profética, sendo as leis do islamismo o cumprimento das revelações anteriores feitas pelos profetas das religiões reveladas, como o cristianismo e o judaísmo.

Situação no mundo

O cristianismo continua sendo a religião com mais adeptos no mundo: cerca de um terço da humanidade. O restante está dividido entre religiões não-cristãs, como o islamismo, o budismo e o hinduísmo.

Os conflitos existentes entre seguidores de diversas crenças no mundo são muitos e vários deles têm origem muito antiga. As desavenças entre palestinos e judeus no Oriente Médio, por exemplo, é fruto de uma longa história - política e religiosa - que inclui os dois povos.

A mais recente foi a criação do Estado de Israel para os judeus, em 1948, não aceita pelos palestinos que viviam nas terras demarcadas com aquele intuito.

Outro conflito bem conhecido é o que ocorre, há séculos, entre católicos e protestantes na Irlanda do Norte. O curioso nesse embate é que, ao contrário do que sempre aconteceu na história da humanidade, os católicos, no caso, são o povo oprimido.

O século XX terminou sem que esses conflitos tivessem um fim. Espera-se que, neste século, a humanidade finalmente encontre o caminho do respeito e da conciliação, independente da religião que cada povo pratica.

Fonte: IBGE

Dia Mundial da Religião

21 de Janeiro

Diante da diversidade de dogmas e culturas, torna-se muito difícil conceituar um assunto como religião. A palavra se originaria do latim Religare, significando o laço que liga o homem à divindade.

Pode-se afirmar que o princípio das religiões se baseia na crença de uma força inteligente sobrenatural, considerada como criadora do Universo, e na continuidade da vida após a morte através da existência de outros planos que não o físico.

É um conceito amplo, com o qual os pesquisadores trabalham. Sem dúvida, os crentes de cada religião teriam definições bem mais adequadas para suas crenças.

Pode-se dizer também que a religião é um conjunto de regras e doutrinas, pelas quais o crente se guia e molda suas atitudes. Ou ainda, que é um sistema específico de pensamento ou crença a envolver princípios filosóficos, éticos e metafísicos.

A religião acompanha e conforta a humanidade desde os primórdios. Acreditava-se que os animais, as plantas, os rios, o mar, o sol e a lua continham espíritos, sendo preciso estar em harmonia com eles. O antropólogo E. B. Tylor chamou esta “religião inicial” de animismo. Segundo Tylor, as religiões foram evoluindo junto com a humanidade, tanto cultural quanto tecnologicamente. Quando o homem abandonou sua postura nômade e passou a se fixar em determinadas áreas, surgiu o politeísmo (crença em vários deuses); e depois, com o surgimento da noção de grupos sociais, aparece o monoteísmo (crença em um único Deus).

As religiões surgiram para tentar responder a uma série de perguntas que sempre estiveram presentes ao longo de nossa história:

De onde vim?
Para onde vou depois que morrer?
Viverei mais de uma vez?
Como o mundo passou a existir?
Que forças governam nossa existência?

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia Mundial da Religião

21 de Janeiro

Dia 21 de janeiro é data de curiosa celebração. Celebra-se em todo o mundo o Dia Mundial da Religião. Data ainda pouco conhecida e divulgada na mídia, merece, no entanto uma atenta reflexão.

Porque sem dúvida traz à tona e à baila um tema que - contrariamente às expectativas dos tempos modernos e seculares - vai adquirindo cada vez mais importância, à medida que a humanidade avança novo milênio afora.

Certamente na velha Idade Média não precisaria haver um Dia Mundial da Religião. O mundo medieval era essencialmente religioso. A concepção de mundo, de ser humano, de arte, de saber era teocêntrica, ou seja, tinha a Deus por centro.

E Deus é o centro irradiador e convergente em torno ao qual gira e se forma a religião. É da experiência de Deus, do contato com o Ser Transcendente que nenhuma categoria humana explica que nasce a religião, feita de símbolos, ritos e doutrina.

A modernidade retirou Deus do centro da visão de mundo e da organização do saber, colocando aí o ser humano. O mundo moderno, à diferença do medieval, passou a ser antropocêntrico e não mais teocêntrico.

O homem é a medida de todas as coisas e o saber, o pensar, o sentir desejam ser autônomos e não mais tutelados por uma religião.

A religião passou então a ser um setor da vida e da organização social e científica, não sendo mais o centro a partir do qual se explica a vida. Alguns mesmo - como Marx, Freud e Nietzche, chamados com razão de "mestres da suspeita" - profetizaram seu fim.

No entanto, essas profecias parece que não se cumprem. Ao invés de desaparecer e acabar, a religião re-aparece sob novas formas e configurações, mostrando que na verdade nunca se retirou e sempre esteve presente na vida humana.

O fato de haver um Dia Mundial da Religião parece demonstrar essa presença não carente de importância da transcendência e do divino no meio de uma realidade que parecia prescindir dela.

O que celebramos, pois quando celebramos um Dia Mundial da Religião. Primeiro que tudo é preciso entender o que está no fundo desta celebração. É preciso entender o que é religião.

Religião é a crença na existência de uma força ou forças sobrenaturais, considerada (s) como criadora (s) do Universo, e que como tal deve(m) ser adorada(s) e obedecida(s). É a manifestação de tal crença por meio de doutrina e ritual próprios, que envolvem, em geral, preceitos éticos.

A palavra religião vem de re-ligar, quer dizer, daquilo que liga, que faz a conexão, a relação do ser humano com aquilo ou Aquele que não é humano, que é transcendente, que é sobrenatural. Portanto, é a ligação misteriosa do ser humano com algo ou alguém maior do que ele, que ele não controla nem domina e que, no entanto, se mostra, se manifesta, se revela.

Há muitas pessoas que não têm ou pretendem não ter nenhuma religião. Não acreditam que haja nada além daquilo que nós, humanos, podemos ver e ouvir com nossos olhos e ouvidos e tocar com nossas mãos. Há muito mais gente, no entanto, que faz a experiência da fé e a expressa em determinada religião.

Acredita que tudo não termina ali onde os sentidos humanos podem ver, ouvir e tocar. Acredita que há algo, alguém, uma força, uma pessoa, que está acima dos limites humanos, em sua origem e fim como Criador.

Algo ou alguém que anda a seu lado como proximidade salvadora e redentora. Algo ou alguém que habita em seu interior como força propulsora e santificadora. Quem crê e vive isso, sob qualquer denominação que seja, é uma pessoa religiosa.

Durante muitos séculos, a experiência religiosa no mundo ocidental era quase que exclusivamente configurada pela tradição judaico-cristã. Ser religioso era sinônimo de ser cristão e em muitos casos, católico. Hoje, com o processo intenso de migrações e o advento da globalização, o mundo é plurireligioso.

Em todas as latitudes convivem lado a lado pessoas de diferentes tradições religiosas, vivendo o grande desafio de acolher as diferenças uns dos outros e dialogar com essas diferenças, tornando-as potencialidade de vida e harmonia.

No Dia Mundial da Religião celebra-se, é verdade, o equívoco das profecias daqueles que pretendiam estar o mundo presenciando o fim da religião.

Mas, mais ainda, comemora-se a grande chance que a religião, qualquer que ela seja, dá ao ser humano de empenhar sua vida por valores mais altos do que os imediatismos que a sociedade consumista propõe.

Celebra-se e comemora-se a potencialidade do humano de desejar e acolher o divino e, a partir da relação e do diálogo com os outros e com o Outro, procurar construir um mundo onde o amor vença o ódio e a vida seja mais forte que a morte.

Maria Clara Lucchetti Bingemer

Fonte: www.users.rdc.puc-rio.br

Dia Mundial da Religião

21 de Janeiro

Esta celebração foi instituída em 1949 pela Assembléia Espiritual Nacional, representante da Fé Bahá’í nos Estados Unidos, com o objetivo de propiciar a unidade entre os diferentes credos existentes em todo o mundo.
Ocorre sempre no terceiro domingo de janeiro.

Podemos definir religião como um conjunto de princípios filosóficos, éticos e metafísicos, que envolve regras e rituais. Seu princípio básico seria a crença na imortalidade da alma e em uma força sobrenatural inteligente, responsável pela criação do Universo.

No entanto, as muitas doutrinas guardam diferenças significativas entre si. Estas podem ser mais bem compreendidas a partir da análise dos contextos histórico, cultural, econômico e social em que viviam e vivem os povos.

O cristianismo continua sendo a religião com mais adeptos: cerca de um terço da humanidade. Outras crenças com expressivo número de fiéis são o islamismo, o budismo, o hinduísmo e o judaísmo.

Fonte: www.ftd.com.br

Dia Mundial da Religião

21 de Janeiro

O Dia Mundial da Religião deve celebrar a tolerância e o diálogo entre todas as pessoas que acreditam no princípio da bondade e na força geradora de vida que vem de Deus.

De fato, todos que seguem uma religião têm intimamente a crença na existência do Divino que rege nossa vida e que nos chama a compartilhar a essência da caridade para uma vida melhor.

Então, por que há tanta intolerância, raiva e competição entre os seguidores das diferentes religiões?

Deveria a religião ser um ponto de divisão e desentendimento entre os seres humanos?

Como os católicos devem se comportar diante de tantas linhas religiosas, algumas mais antigas que o próprio cristianismo? Para o papa João Paulo II, em sua declaração Dominus Iesus, a Igreja católica não rejeita absolutamente nada daquilo que há de verdadeiro e santo nessas religiões.

Considera com sincero respeito esses modos de agir e de viver, esses preceitos e doutrinas que, embora em muitos pontos estejam em discordância com aquilo que ela afirma e ensina, muitas vezes refletem um raio daquela Verdade que ilumina todos os homens.

Nesse sentido, a Igreja católica está cada vez mais empenhada na sua missão de evangelizar, administrando as diferenças religiosas com flexibilidade, respeito e caridade.

Hoje, há religiões tão variadas quanto as culturas desenvolvidas pelo ser humano.

Podem ser classificadas em três tipos básicos

Monoteísmo

Crença em um único Deus supremo. As grandes religiões monoteístas são o cristianismo e suas variações, o judaísmo e o islamismo.

Politeísmo

Adoração de vários deuses, como é o caso do hinduísmo, do budismo, do confucionismo, do xintoísmo e do taoísmo.

Dualismo

Crença na igualdade de forças entre o bem e o mal, típica do zoroastrismo.

O diálogo inter-religioso é de extrema importância para o entendimento das pessoas e para a manutenção da paz entre os povos.

respeito pela religião alheia é princípio básico da boa convivência e da caridade cristã.

O cristianismo sofreu algumas divisões no decorrer dos seus dois mil anos de história. Primeiro a Igreja católica do Ocidente se separou da Igreja católica do Oriente, e a cristandade se dividiu entre católicos romanos e ortodoxos.

Mais tarde, o monge Martinho Lutero se rebelou contra a Santa Sé e se desligou de Roma. Esse evento deu origem ao protestantismo.

Dentro deste, existem inúmeras divisões que surgiram devido ao livre exame da Bíblia pregado pelo próprio Lutero.

Desde o Concílio Vaticano II, a Igreja católica tem se esforçado mais efetivamente em promover o diálogo entre as várias denominações cristãs, para reunir novamente o corpo místico de Cristo numa única Igreja.

Fonte: www.paulinas.org

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