A arte de iludir já foi chamada de escapismo e cria ilusões que surpreendem, escapam à lógica e enganam os nossos sentidos, em geral a visão.
Por isso, se diz que as mãos de um mágico devem ser mais rápidas do que os olhos de quem está assistindo ao número.
Esta data foi escolhida em homenagem a São João Bosco, padroeiro dos mágicos, falecido em 31 de janeiro de 1888.

Conta-se que, quando menino, ele ajudava a família trabalhando como acrobata, malabarista e mágico.
Mas quem popularizou a arte foi Harry Houdini (1874-1926), o mais famoso mágico de todos os tempos.
Sua habilidade impressionante para libertar-se de algemas e correntes, até debaixo d água, entre outros truques, conquistou grandes platéias em todo o mundo.
O pai da mágica no Brasil é João Peixoto dos Santos (1879-1946). Mineiro da cidade de Formiga, aprendeu a técnica com mágicos árabes que viajavam pelo país. Aos 19 anos, foi estudar mágica em Paris, França.
É autor de várias obras sobre o tema.
Fonte: www.ftd.com.br
Os mágicos são pessoas que deixam a gente com uma curiosidade danada. Isso porque eles conseguem realizar grandes truques, que, aos nossos olhos, parecem impossíveis, como serrar uma pessoa ao meio, fazê-la desaparecer ou até, transformá-la em um animal.
No dia 31 de janeiro é comemorado o Dia do Mágico, este artista que faz muito mais do que tirar coelhos da cartola ou fazer desaparecer um lenço.

A data é em homenagem a São João Bosco, padroeiro dos mágicos, que, segundo a tradição, era também um mágico. Quando era jovem, o religioso ajudava nas despesas da família trabalhando como acrobata, malabarista e mágico.
Após as apresentações, ele repetia a homilia que havia escutado na igreja pela manhã e convidava os presentes a rezar o terço. Dom Bosco morreu em 31 de janeiro de 1888 na cidade de Turim, na Itália, e foi canonizado em 1934 pelo papa Pio XI.
A magia sempre esteve presente na história da humanidade. O homem pré-histórico desenhava animais nas cavernas, como se assim os pudessem materializar. A isso os pesquisadores chamam de realismo mágico.
Ao longo do tempo, o conceito de magia foi evoluindo. A arte de iludir, que já foi chamada de escapismo, é usada hoje, basicamente, como entretenimento. Ela cria ilusões que surpreendem, sobretudo porque o mágico faz algo que escapa à lógica comum, como se tivesse poderes sobrenaturais.
Quem popularizou essa arte foi Harry Houdini, o mais famoso mágico de todos os tempos. No início do século XX passou a viajar pelo mundo apresentando seus truques para platéias cada vez maiores.
No final do século, foi a vez dos mágicos da televisão. David Copperfield inaugurou a era do ilusionismo televiso exibindo truques em programas de auditório e trazendo novo fôlego à arte mágica. Posteriormente, surgiriam mágicos performáticos como David Blane, ou polêmicos como Mister M, que polemizou ao revelar o segredo de vários truques famosos.
Mas o encanto desta arte está também nos artistas que fazem a magia acontecer no dia-a-dia, fazendo objetos aparecerem na sua mão ou entortando colheres à distância.
Fonte: www.jornalpontofinal.com.br