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DIA DA ABREUGRAFIA

Abreugrafia é um tipo de exame que diagnostica precocemente a tuberculose. O método, descoberto em 1936 pelo médico brasileiro Manoel de Abreu, tornou-se conhecido graças ao seu baixo custo operacional e eficiência técnica. O Dia da Abreugrafia foi instituído em 1958 em homenagem ao nascimento de Manoel de Abreu. Antes de ser definido o termo abreugrafia, o exame recebeu nomes como fluorografia, fotofluorografia, radiografia e Roentgenfotografia.

O nome abreugrafia foi sugerido pelo médico Ary Miranda, presidente do I Congresso Nacional de Tuberculose, realizado em 1939. O termo tornou-se obrigatório em São Paulo no ano de 1958. O prefeito Ademar de Barros, a exemplo do presidente Juscelino Kubitschek, determinou que as repartições públicas usassem o nome abreugrafia para designar o exame e instituiu o dia 4 de janeiro, nascimento de Manoel de Abreu, como o Dia da Abreugrafia.

Manoel Dias de Abreu nasceu em 4 de janeiro de 1892 e formou-se médico pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1913. No ano seguinte, partiu para a Europa a fim de aperfeiçoar os estudos. Por causa da Primeira Guerra Mundial, Manoel teve que permanecer em Lisboa até poder mudar-se definitivamente para Paris.

Manoel Dias se envolveu bastante com o estudo do raio – x e foi a partir do diagnóstico radiológico de tuberculose que seu interesse nessa área cresceu. Em 1919, Manoel Dias já possuía o conhecimento para realizar a abreugrafia, mas lhe faltava recursos técnicos. Foi somente em 1936 que Manoel Dias de Abreu consegui nitidez nas suas experiências.

Fonte: Soleis, CEDI

DIA DA ABREUGRAFIA

04 de Janeiro

O dia 4 de janeiro, dia do nascimento de Manoel Dias de Abreu, foi instituído como o dia nacional da abreugrafia em homenagem ao saudoso médico radiologista, nascido no ano de 1892 em São Paulo.

O criador do exame (daí o termo abreugrafia) tornou-se mundialmente conhecido após o desenvolvimento do método diagnóstico e pela sua constante luta contra tuberculose.

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

DIA DA ABREUGRAFIA

Manoel de Abreu e o Dia Nacional da Abreugrafia

O dia 4 de janeiro, dia do nascimento de Manoel Dias de Abreu, foi instituído como o dia nacional da abreugrafia em homenagem ao saudoso médico radiologista, nascido no ano de 1892 em São Paulo. O criador do exame (daí o termo abreugrafia) tornou-se mundialmente conhecido após o desenvolvimento do método diagnóstico e pela sua constante luta contra tuberculose.


Aparelho de Abreugrafia

Manoel de Abreu formou-se aos 21 anos pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1913. Em 1915 mudou-se para Paris onde freqüentou os hospitais Nouvel Hôpital de la Pitié, o laboratório central de Radiologia do Hôtel-Dieu e o Hospital Laennec. Publicou diversos livros, entre eles o “Radiodiagnostic dans la tuberculose pleuro-pulmonaire” e diversos artigos sobre a abreugrafia em periódicos nacionais e internacionais como “Collective Fluorography” no Radiology e “Processus and Apparatus for Roentgenphotography” no The American Journal of Roentgenology and Radium Therapy (AJR), ambos em 1939. Em reconhecimento ao seu trabalho, o ilustre radiologista recebeu diversas homenagens das principais entidades médicas como a medalha de ouro médico do ano) do American College of Chest Physicians (1950), o diploma de honra da Academy of Tuberculosis Physicians (1950) e a medalha de Ouro do Colégio Interamericano de Radiologia (1958). Além disso, recebeu o título de membro honorário da Sociedade Alemã de Radiologia (1940) e do American College of Radiology (1945). Morreu vítima de câncer de pulmão em 1962, aos 70 anos.

O alto índice de mortalidade por tuberculose nas décadas de 30 e 40, principalmente no Rio de Janeiro, e a ineficácia dos instrumentos utilizados pelas autoridades sanitárias para combater a doença propiciaram o aparecimento da abreugrafia. O primeiro aparelho destinado a realizar exames em massa da população foi construído pela Casa Lohner e instalado na cidade do Rio de Janeiro em 1937. O método era muito sensível, com especificidade razoável, de baixo custo operacional e permitia a realização de um grande número de exames em um curto espaço de tempo. O exame tinha por princípio a fotografia do écran ou tela fluorescente. A documentação era feita através de filme comum de 35 mm ou 70 mm. Abreu sempre recomendou o filme de 35 mm, que embora de menor custo, exigia o uso de lentes de aumento especiais para a interpretação do exame.

Roentgenfotografia foi o nome escolhido por Abreu na apresentação da nova técnica à Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro em julho de 1936. Poucos anos mais tarde, em 1939, no I Congresso Nacional de Tuberculose, no Rio de Janeiro, a designação abreugrafia foi aceita por unanimidade. O exame foi utilizado no rastreamento da tuberculose e doenças ocupacionais pulmonares, difundindo-se rapidamente pelo mundo graças ao baixo custo operacional e alta eficiência técnica. Unidades móveis foram desenvolvidas e utilizadas em todo mundo. Fora da América do Sul, a denominação do exame era variável: Mass radiography, miniature chest radiograph (Inglaterra e Estados Unidos), Roentgenfluorografia (Alemanha), Radiofotografia (França), Schermografia (Itália), fotorradioscopia (Espanha) e fotofluorografia (Suécia). Tal era a aprovação e o entusiasmo pelo método na época que somente na Alemanha, até o ano de 1938, o número de exames realizados pelo professor Holfelder já ultrapassava a 500 mil. A importância de sua obra também levou à criação da Sociedade Brasileira de Abreugrafia em 1957 e à publicação da Revista Brasileira de Abreugrafia.

Nas últimas décadas, a manutenção precária dos equipamentos brasileiros (o que facilitava o excesso de exposição a radiação ionizante) e as diretrizes de proteção radiológica cada vez mais rigorosas, acabaram limitando a utilização do método nos diversos países. A radiologia brasileira, entretanto, já havia dado uma importante contribuição para a medicina mundial.

Fonte: www.akisrx.com

DIA DA ABREUGRAFIA

A abreugrafia é um método, derivado dos raios-X, que permite o diagnóstico precoce da tuberculose. Este método foi inventado pelo médico e cientista brasileiro, Manoel Dias de Abreu em 1936 e tem, até hoje, ajudado a salvar muitas vidas. Trata-se de um método tecnicamente mais eficaz e de um custo operacional bastante reduzido, o que contribuiu para o acesso das populações carentes.

Este dia é dedicado em homenagem ao saudoso médico nascido nesta mesma data, em 1892. Manoel de Abreu freqüentou a Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde se formou médico em 1913. Tinha então 21 anos e um grande espírito crítico e investigativo. Sua grande preocupação era encontrar meios para se diagnosticar eficientemente a tuberculose, buscando custos menores, a fim de que o processo pudesse estar disponível para a população carente. Naquela época, a tuberculose causava altos índices de mortalidade, situação essa que se estendeu por muito tempo.

Abreu mudou-se para Paris, em 1915, onde trabalhou nos hospitais Nouvel Hôpital de la Pitié, Laennec e no laboratório de radiologia do Hôtel-Die. Como resultado de seus estudos, descobriu o método da abreugrafia em 1936. Assim, publicou diversos livros e muitos artigos sobre a abreugrafia, em revistas especializadas nacionais e internacionais. Como reconhecimento à importante contribuição deste ilustre brasileiro no combate à tuberculose, lhe foram rendidas diversas homenagens das principais entidades médicas internacionais.

Além disso, recebeu o título de membro honorário do Colégio Americano de Radiologia e da Sociedade Alemã de Radiologia. A importância de sua obra também levou à criação da Sociedade Brasileira de Abreugrafia em 1957, elevando o reconhecimento da radiologia brasileira em todo o mundo. Em seguida, a publicação da Revista Brasileira de Abreugrafia contribuiu para a divulgação e popularização do método.

Fonte: www.paulinas.org.br

DIA DA ABREUGRAFIA


Manoel Dias de Abreu nasceu em 4 de janeiro de 1892. Filho de Júlio Antunes de Abreu, um português de Minho, e de Mercedes da Rocha Dias, de Sorocaba, ele se formou médico pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1913. No ano seguinte, recebe o título de doutor com a tese Influência do clima na civilização pela Faculdade Nacional de Medicina do Rio de Janeiro. Em 1915, acompanhado dos pais, do irmão Júlio Antunes de Abreu Júnior e da irmã Mercedes Dias de Abreu, partiu para a Europa a fim de aperfeiçoar os estudos. Por causa da Primeira Guerra Mundial, a família teve que permanecer em Lisboa até poder mudar-se definitivamente para Paris.

Trabalhando no Nouvel Hôpital de la Pitié, junto com o professor Gaston Lion, ficou encarregado de fotografar peças cirúrgicas. Então, ele desenvolveu um dispositivo para fotografar a mucosa gástrica. O jovem Abreu foi se envolvendo com a radiografia, criada pelo médico alemão Roentgen, em 1895. Certa vez, ele ficou fascinado com um diagnóstico radiológico de tuberculose. O paciente já havia passado por outros exames que nada haviam detectado.

Abreu tornou-se chefe do Laboratório Central de Radiologia do Hotel-Dieu quando o titular do posto, doutor Guilleminot, afastou-se para servir na guerra. Manoel de Abreu aperfeiçoou-se em radiologia pulmonar quando foi assistente do professor Maingot, no Hospital Laennec, em Paris. Em 1919, apesar de já possuir conhecimento para desenvolver a abreugrafia, faltavam-lhe recursos técnicos. Ele defendia a utilização da radiofotografia como forma de diagnosticar a tuberculose, doença bastante comum na época.

Quando voltou ao Brasil, foi recebido por uma epidemia de tuberculose que assolava o Rio de Janeiro, em 1922. Sua influência proporcionou a instalação, no Rio de Janeiro, do primeiro serviço de radiologia destinado ao diagnóstico da doença. Passou a década de 1920 desenvolvendo estudos sobre a formação da imagem, que resultaram na radiogeometria. Abreu se casou em 1929 com Dulcie Evers, na casa de seus pais, em São Paulo. Quando assumiu a chefia do Serviço de Radiologia do Hospital Jesus, no Rio de Janeiro, decidiu criar a fluorografia por causa dos numerosos casos de crianças com tuberculose.

Numa noite de 1936, as imagens das primeiras fluorografias apareceram nítidas. No início, a fluorografia recebeu nomes como fotofluorografia, radiografia e Roentgenfotografia. O nome abreugrafia foi sugerido pelo médico Ary Miranda, presidente do I Congresso Nacional de Tuberculose, realizado em 1939. O termo tornou-se obrigatório em São Paulo no ano de 1958. O prefeito Ademar de Barros, a exemplo do presidente Juscelino Kubitschek, determinou que as repartições públicas usassem o nome abreugrafia para designar o exame e instituiu o dia 4 de janeiro, nascimento de Manoel de Abreu, como o Dia da Abreugrafia.

Publicou diversos livros, entre eles o “Radiodiagnostic dans la tuberculose pleuro-pulmonaire” e diversos artigos sobre a abreugrafia em periódicos nacionais e internacionais como “Collective Fluorography” no Radiology e “Processus and Apparatus for Roentgenphotography” no The American Journal of Roentgenology and Radium Therapy (AJR), ambos em 1939. Em reconhecimento ao seu trabalho, o ilustre radiologista recebeu diversas homenagens das principais entidades médicas como a medalha de ouro médico do ano) do American College of Chest Physicians (1950), o diploma de honra da Academy of Tuberculosis Physicians (1950) e a medalha de Ouro do Colégio Interamericano de Radiologia (1958). Além disso, recebeu o título de membro honorário da Sociedade Alemã de Radiologia (1940) e do American College of Radiology (1945).

Sua obra estimulou a criação da Sociedade Brasileira de Abreugrafia em 1957 e a publicação da Revista Brasileira de Abreugrafia. Manoel de Abreu morreu de câncer de pulmão em 30 de abril de 1962.

Fonte: www.dcma.com.br

Dia da Abreugrafia

O Dia da Abreugrafia é comemorado no dia 4 de janeiro em homenagem ao nascimento do médico brasileiro Manoel Dia de Abreu. Ele se formou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e mudou-se com a família para a França a fim de aperfeiçoar os estudos.

Depois de especializar-se em radiologia, Manoel de Abreu voltou para o Brasil. Em 1936, trabalhando no Rio de Janeiro, ele descobriu uma forma de diagnosticar precocemente os doentes de tuberculose. Este método levou o nome de abreugrafia.

A exemplo do presidente da República, Juscelino Kubitschek, em 1958 o prefeito Ademar de Barros, de São Paulo, instituiu o Dia da Abreugrafia em 4 de janeiro.

Fonte: guiadoscuriosos.ig.com.br