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Dia do Início do Inverno

 

21 de junho

A palavra Inverno vem do latim: hibernu, tempus hibernus.

Esse tempo hibernal está associado ao ciclo biológico de alguns animais ao entrar em hibernação e se recolherem durante o período de frio intenso.

Dia do Início do Inverno

É a estação que sucede o Outono e antecede a Primavera. Durante este período o principal sistema meteorológico é a frente fria.

Outro aspecto que se observa nesta estação são as constantes inversões térmicas que causam nevoeiros e neblinas.

Solstício vem do latim: solstitiu = Sol Parado.

É correspondente aos extremos máximos do deslocamento do Sol, o qual inverte o seu sentido de deslocamento, portanto o Sol precisa parar seu movimento para retornar.

O Solstício de Inverno

É quando predomina menor período de claridade do ano.

Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Dia do Início do Inverno

21 de junho

Inverno e Saúde

Baixa temperatura, baixa umidade do ar e ventos frios provocam o aumento das moléstias respiratórias durante o Inverno e a Primavera. A causa principal é a ação de poeiras e de micro-insetos (ácaros) que se desenvolvem junto ao mofo e se acumulam nas roupas, cobertores, etc..., guardadas por longo tempo nos armários.

Dia do Início do Inverno

Algumas recomendações que podem atenuar o efeito são:

Manter arejados os ambientes internos. No Inverno, abrir as janelas entre 10 da manhã e 5 da tarde é uma boa medida.

O uso de aparelhos para purificação do ar também pode ser recomendado.

Evitar carpetes ou cortinas que acumulem poeiras.

Evitar roupas e cobertores de lã ou com pêlos. Agasalhos recomendados: malha, moleton, nylon ou couro.

Colocar as roupas típicas de inverno (blusas de lã, cobertores etc) no sol.

Recobrir colchões, travesseiros e almofadas com plásticos. A cama deve estar afastada da parede. Coloque livros e objetos em armários fechados. Limpe a casa com pano úmido (principalmente os cantos dos cômodos, beiradas e estrados de camas). Evite produtos de limpeza com cheiro ativo e dê preferência ao álcool.

Evitar permanecer em cômodos úmidos, fechados, lidar com papéis, roupas e objetos guardados por muito tempo.

Evitar animais de pêlo ou pena dentro de casa.

Não permitir que fumem em ambientes internos.

Sem restrição quanto ao consumo de sorvetes e chocolates.

Fonte: www.velhosamigos.com.br

Dia do Início do Inverno

21 de junho

Climas que ocorrem no Brasil

Climas Controlados por Massas de Ar Equatoriais e Tropicais

1- Equatorial Úmido (Convergência dos Alísios)

2- Tropical (Inverno seco e verão úmido)

3- Tropical Semi-Árido (Tendendo a seco pela irregularidade da ação das massas de ar)

4- Litorâneo Úmido (Influenciado pela Massa Tropical Marítima)

Climas Controlados por Massas de Ar Tropicais e Polares

5- Subtropical Úmido (Costas orientais e subtropicais, com predomínio da Massa Tropical Marítima)

Dia do Início do Inverno

O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país.

Em especial, as massas de ar que interferem mais diretamente no Brasil, segundo o Anuário Estatístico do Brasil, do IBGE, são a Equatorial, tanto Continental como Atlântica; a Tropical, também Continental e Atlântica; e a Polar Atlântica, proporcionando as diferenciações climáticas.

Nessa direção, são verificados no país desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas Equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semi-áridos muito fortes, próprios do sertão nordestino.O clima de uma dada região é condicionado por diversos fatores, dentre eles pode-se citar temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica, os quais, por sua vez, são condicionados por fatores como altitude, latitude, condições de relevo, vegetação e continentalidade.

De acordo com a classificação climática de Arthur Strahler, predominam no Brasil cinco grandes climas, a saber

Clima equatorial úmido da convergência dos alísios, que engloba a Amazônia;

Clima tropical alternadamente úmido e seco, englobando grande parte da área central do país e litoral do meio-norte;

Clima tropical tendendo a ser seco pela irregularidade da ação das massas de ar, englobando o sertão nordestino e vale médio do rio São Francisco; e

Clima litorâneo úmido exposto às massas tropicais marítimas, englobando estreita faixa do litoral leste e nordeste;

Clima subtropical úmido das costas orientais e subtropicais, dominado largamente por massa tropical marítima, englobando a Região Sul do Brasil.

Quanto aos aspectos térmicos também ocorrem grandes variações. Como pode ser observado no mapa das médias anuais de temperatura a seguir, a Região Norte e parte do interior da Região Nordeste apresentam temperaturas médias anuais superiores a 25oC, enquanto na Região Sul do país e parte da Sudeste as temperaturas médias anuais ficam abaixo de 20oC.

Dia do Início do Inverno
Mapa Médias Anuais de Temperatura

De acordo com dados da FIBGE, temperaturas máximas absolutas, acima de 40oC, são observadas em terras baixas interioranas da Região Nordeste; nas depressões, vales e baixadas do Sudeste; no Pantanal e áreas rebaixadas do Centro-Oeste; e nas depressões centrais e no vale do rio Uruguai, na Região Sul. Já as temperaturas mínimas absolutas, com frequentes valores negativos, são observadas nos cumes serranos do sudeste e em grande parte da Região Sul, onde são acompanhadas de geadas e neve.

O quadro a seguir apresenta as temperaturas do ar, máximas e mínimas absolutas, das capitais estaduais brasileiras.

UF  CAPITAIS  MÁXIMA (oC)  MÍNIMA (oC) 
RO Porto Velho (4)  34.8 15.0
AC Rio Branco (4)  35.6 -
AM. Manaus (5)  36.3 18.3
RO Boa Vista  -
PA Belém (5)  33.8 20.8
AP Macapá (1)  34.0 21.2
TO Palmas  -
MA São Luís (1)  32.8 20.6
PI Teresina (1)  38.1 17.8
CE Fortaleza (5)  33.3 21.3
RN Natal (5)  31.0 18.3
PB João Pessoa (5)  31.2 19.0
PE Recife (5)  32.0 18.4
AL Maceió (1)  34.4 18.0
SE Aracaju (3)  32.6 18.0
BA Salvador (1)  32.8 19.6
MG Belo Horizonte (3)  32.3 10.0
ES Vitória (1)  35.5 15.1
RJ Rio de Janeiro  -
SP São Paulo (5)  33.9 4.4
PR Curitiba (4)  31.6 -0.7
SC Florianópolis (3)  34.8 1.5
RS Porto Alegre (5)  37.2 -0.2
MS Campo Grande (4)  35.3 4.1
MT Cuiabá (5)  39.1 8.3
GO Goiânia (3)  36.2 8.9
DF Brasília (2)  31.6 7.0

Região Norte

A região Norte do Brasil compreende grande parte da denominada região Amazônica, representando a maior extensão de floresta quente e úmida do planeta. A região é cortada, de um extremo a outro, pelo Equador e caracteriza-se por baixas altitudes (0 a 200 m). São quatro os principais sistemas de circulação atmosférica que atuam na região, a saber: sistema de ventos de Nordeste (NE) a Leste (E) dos anticiclones subtropicais do Atlântico Sul e dos Açores, geralmente acompanhados de tempo estável; sistema de ventos de Oeste (O) da massa equatorial continental (mEc); sistema de ventos de Norte (N) da Convergência Intertropical (CIT); e sistema de ventos de Sul (S) do anticiclone Polar. Estes três últimos sistemas são responsáveis por instabilidade e chuvas na área.

Quanto ao regime térmico, o clima é quente, com temperaturas médias anuais variando entre 24o e 26ºC.

Com relação à pluviosidade não há uma homogeneidade espacial como acontece com a temperatura. Na foz do rio Amazonas, no litoral do Pará e no setor ocidental da região, o total pluviométrico anual, em geral, excede a 3.000 mm. Na direção NO-SE, de Roraima a leste do Pará, tem-se o corredor menos chuvoso, com totais anuais da ordem de 1.500 a 1.700 mm.

O período chuvoso da região ocorre nos meses de verão - outono, a exceção de Roraima e da parte norte do Amazonas, onde o máximo pluviométrico se dá no inverno, por influência do regime do hemisfério Norte.

Região Nordeste

A caracterização climática da região Nordeste é um pouco complexa, sendo que os quatro sistemas de circulação que influenciam na mesma são denominados Sistemas de Correntes Perturbadas de Sul, Norte, Leste e Oeste.

O proveniente do Sul, representado pelas frentes polares que alcançam a região na primavera - verão nas áreas litorâneas até o sul da Bahia, traz chuvas frontais e pós-frontais, sendo que no inverno atingem até o litoral de Pernambuco, enquanto o sertão permanece sob ação da alta tropical.

O sistema de correntes perturbadas de Norte, representadas pela CIT, provoca chuvas do verão ao outono até Pernambuco, nas imediações do Raso da Catarina. Por outro lado, as correntes de Leste são mais frequentes no inverno e normalmente provocam chuvas abundantes no litoral, raramente alcançando as escarpas do Planalto da Borborema (800 m) e da Chapada Diamantina (1.200 m).

Por fim, o sistema de correntes de Oeste, trazidas pelas linhas de Instabilidade Tropical (IT), ocorrem desde o final da primavera até o início do outono, raramente alcançando os estados do Piauí e Maranhão.

Em relação ao regime térmico, suas temperaturas são elevadas, com médias anuais entre 20o e 28oC, tendo sido observado máximas em torno de 40oC no sul do Maranhão e Piauí. Os meses de inverno, principalmente junho e julho, apresentam mínimas entre 12o e 16oC no litoral, e inferiores nos planaltos, tendo sido verificado 1oC na Chapada da Diamantina após a passagem de uma frente polar.

A pluviosidade na região é complexa e fonte de preocupação, sendo que seus totais anuais variam de 2.000 mm até valores inferiores a 500 mm no Raso da Catarina, entre Bahia e Pernambuco, e na depressão de Patos na Paraíba. De forma geral, a precipitação média anual na região nordeste é inferior a 1.000 mm, sendo que em Cabaceiras, interior da Paraíba, foi registrado o menor índice pluviométrico anual já observado no Brasil, 278 mm/ano. Além disso, no sertão desta região, o período chuvoso é, normalmente, de apenas dois meses no ano, podendo, em alguns anos até não existir, ocasionando as denominadas secas regionais.

Região Sudeste

A posição latitudinal cortada pelo Trópico de Capricórnio, sua topografia bastante acidentada e a influência dos sistemas de circulação perturbada são fatores que conduzem à climatologia da região Sudeste ser bastante diversificada em relação à temperatura.

A temperatura média anual situa-se entre 20oC, no limite de São Paulo e Paraná, e 24oC, ao norte de Minas Gerais, enquanto nas áreas mais elevadas das serras do Espinhaço, Mantiqueira e do Mar, a média pode ser inferior a 18oC, devido ao efeito conjugado da latitude com a frequência das correntes polares.

No verão, principalmente no mês de janeiro, são comuns médias das máximas de 30oC a 32oC nos vales dos rios São Francisco e Jequitinhonha, na Zona da Mata de Minas Gerais, na baixada litorânea e a oeste do estado de São Paulo.

No inverno, a média das temperaturas mínimas varia de 6oC a 20oC, com mínimas absolutas de -4o a 8oC, sendo que as temperaturas mais baixas são registradas nas áreas mais elevadas. Vastas extensões de Minas Gerais e São Paulo registram ocorrências de geadas, após a passagem das frentes polares.

Com relação ao regime de chuvas, são duas as áreas com maiores precipitações: uma, acompanhando o litoral e a serra do Mar, onde as chuvas são trazidas pelas correntes de sul; e outra, do oeste de Minas Gerais ao Município do Rio de Janeiro, em que as chuvas são trazidas pelo sistema de Oeste. A altura anual da precipitação nestas áreas é superior a 1.500 mm. Na serra da Mantiqueira estes índices ultrapassam 1.750 mm, e no alto do Itatiaia, 2.340 mm.

Na serra do Mar, em São Paulo, chove em média mais de 3.600 mm. Próximo de Paranapiacaba e Itapanhaú, foi registrado o máximo de chuva do país (4.457,8 mm, em um ano). Nos vales dos rios Jequitinhonha e Doce são registrados os menores índices pluviométricos anuais, em torno de 900 mm.

O máximo pluviométrico da região Sudeste normalmente ocorre em janeiro e o mínimo em julho, enquanto o período seco, normalmente centralizado no inverno, possui uma duração desde seis meses, no caso do vale dos rios Jequitinhonha e São Francisco, até cerca de dois meses nas serras do Mar e da Mantiqueira.

Região Sul

A região Sul está localizada abaixo do Trópico de Capricórnio, em uma zona temperada, É influenciada pelo sistema de circulação perturbada de Sul, responsável pelas chuvas, principalmente no verão, e pelo sistema de circulação perturbada de Oeste, que acarreta chuvas e trovoadas, por vezes granizo, com ventos com rajadas de 60 a 90 km/h.

Quanto ao regime térmico, o inverno é frio e o verão é quente. A temperatura média anual situa-se entre 14o e 22oC, sendo que nos locais com altitudes acima de 1.100 m, cai para aproximadamente 10oC.

No verão, principalmente em janeiro, nos vales dos rios Paranapanema, Paraná, Ibicuí-Jacuí, a temperatura média é superior a 24oC, e do rio Uruguai ultrapassa a 26ºC. A média das máximas mantém-se em torno de 24o a 27oC nas superfícies mais elevadas do planalto e, nas áreas mais baixas, entre 30o e 32oC.

No inverno, principalmente em julho, a temperatura média se mantém relativamente baixa, oscilando entre 10o e 15oC, com exceção dos vales dos rios Paranapanema e Paraná, além do litoral do Paraná e Santa Catarina, onde as médias são de aproximadamente 15o a 18oC. A média das máximas também é baixa, em torno de 20o a 24oC, nos grandes vales e no litoral, e 16o a 20oC no planalto. A média das mínimas varia de 6o a 12oC, sendo comum o termômetro atingir temperaturas próximas de 0oC, ou mesmo alcançar índices negativos, acompanhados de geada e neve, quando da invasão das massas polares.

A pluviosidade média anual oscila entre 1.250 e 2.000 mm, exceto no litoral do Paraná e oeste de Santa Catarina, onde os valores são superiores a 2.000 mm, e no norte do Paraná e pequena área litorânea de Santa Catarina, com valores inferiores a 1.250 mm. O máximo pluviométrico acontece no inverno e o mínimo no verão em quase toda a região.

Região Centro-Oeste

Três sistemas de circulação interferem na região Centro-Oeste: sistema de correntes perturbadas de Oeste, representado por tempo instável no verão; sistema de correntes perturbadas de Norte, representado pela CIT, que provoca chuvas no verão, outono e inverno no norte da região; e sistema de correntes perturbadas de Sul, representado pelas frentes polares, invadindo a região no inverno com grande frequência, provocando chuvas de um a três dias de duração.

Nos extremos norte e sul da região, a temperatura média anual é de 22oC e nas chapadas varia de 20o a 22oC. Na primavera-verão, são comuns temperaturas elevadas, quando a média do mês mais quente varia de 24o a 26ºC. A média das máximas de setembro (mês mais quente) oscila entre 30o e 36oC.

O inverno é uma estação amena, embora ocorram com frequência temperaturas baixas, em razão da invasão polar, que provoca as friagens, muito comuns nesta época do ano. A temperatura média do mês mais frio oscila entre 15o e 24oC, e a média das mínimas, de 8o a 18oC, não sendo rara a ocorrência de mínimas absolutas negativas.

A caracterização da pluviosidade da região se deve quase que exclusivamente ao sistema de circulação atmosférica. A pluviosidade média anual varia de 2.000 a 3.000 mm ao norte de Mato Grosso a 1.250 mm no Pantanal mato-grossense.

Apesar dessa desigualdade, a região é bem provida de chuvas. Sua sazonalidade é tipicamente tropical, com máxima no verão e mínima no inverno. Mais de 70% do total de chuvas acumuladas durante o ano se precipitam de novembro a março. O inverno é excessivamente seco, pois as chuvas são muito raras.

Fonte: www.brcactaceae.org

Dia do Início do Inverno

21 de junho

As estações do ano existem devido à inclinação do eixo terrestre (de aproximadamente 23.027º) em relação ao plano da órbita da Terra ao redor do Sol e ao movimento de translação da Terra em torno do Sol.

Ao percorrer sua órbita ao redor do Sol, a Terra é iluminada pelos raios solares de maneiras diferentes, conforme sua posição.

Observa-se que, nos dias 23 de setembro e 20 de março, ambos os hemisférios terrestres são igualmente iluminados.

Porém, nos dias 21 de dezembro e 21 de junho, os hemisférios sul e norte diferem quanto à iluminação.

Chama-se de solstício as posições em que a Terra se encontra em 21 de dezembro e 21 de junho.

Por exemplo, dizemos que no dia 21 de junho há solstício de inverno no hemisfério sul, ou seja, ocorre a noite mais longa do ano, e solstício de verão no hemisfério norte, onde se registra o dia mais longo do ano.

Em 21 de junho, devido à inclinação do eixo terrestre, o hemisfério sul recebe menos luz solar, marcando assim o início do inverno; consequentemente, em posição inversa, o hemisfério norte está mais voltado para o Sol, dando início ao verão.

O inverno, no hemisfério sul, vai de 21 de junho a 23 de setembro.

A estação é caracterizada pela baixa temperatura na região centro-sul.

Pode também ocorrer chuva com tempestades de granizo em algumas regiões, bem como pode haver geadas, tão temidas pelos agricultores.

No inverno, os dias são mais curtos e as noites, mais longas.

As árvores perdem suas últimas folhas amareladas, e as sementes, lançadas na terra, parecem apodrecer e morrer, porém suas raízes crescem e se fortalecem dentro da terra, à espera da primavera, para explodirem com vida nova.

O inverno é importante para a natureza, porque esta precisa descansar para recuperar as forças despendidas nas outras três estações. Os reinos vegetal e animal precisam hibernar para acordar com mais disposição e vigor.

Fonte: www.paulinas.org.br

Dia do Início do Inverno

21 de Junho

Muita Calma neste Inverno!

Cuidados com a alimentação nesta estação.

Muita calma neste inverno!
Cuidados com a alimentação nesta estação

Com a chegada dos dias mais frios, o nosso hábito alimentar acaba mudando um pouco. Os pratos ricos em gordura e consequentemente calóricos parecem exercer uma atração irresistível no organismo, até porque são fontes ricas de energia. Isso acontece, pois em temperaturas mais baixas sentimos necessidade de consumir um maior aporte de alimentos.

Por que isto acontece? Isto ocorre porque o inverno acelera a taxa metabólica e, portanto, propicia a queima de mais calorias do que em temperaturas normais. De acordo com a nutricionista Márcia Daskal Hirshbruch, da Recomendo Consultoria Nutricional, de São Paulo, estudos feitos nas últimas duas décadas e comprovados no atendimento clínico mostram que há uma tendência de terminar o inverno com dois a cinco quilos a mais.

Quando o termômetro baixa, a tendência é deixar de lado a comida mais leve e rica em água (frutas, legumes e verduras) e servir-se de porções maiores de carnes, cereais, massas e queijos. A origem dessas trocas está na necessidade de o organismo se adaptar à temperatura ambiente. Ainda de acordo com Hirshbruch, no calor, temos mais sede e menos fome.

Preferimos alimentos mais frescos para compensar a transpiração. No inverno, a necessidade de repor água é menor. E damos preferência a alimentos com gordura, mais calóricos e dedigestão mais lenta, que proporcionam sensação de saciedade por mais tempo.

Porém, embora ocorra uma discreta elevação no gasto de combustível do corpo para manter a temperatura em níveis estáveis, ela não é grande o suficiente para justificar o aumento da ingestão de calorias. “Em países onde o inverno é rigoroso e as temperaturas caem a menos de zero, a necessidade de repor estoques de energia pode se elevar. Mas isso não é verdade no Brasil, onde o inverno é quase sempre ameno”, afirma a nutricionista Carolina Sapienza, do Movere Núcleo de Atividades Esportivas, em São Paulo.

De fato, esse aumento não chega a 10% do gasto diário de calorias para manter o organismo funcionando. Não serve, portanto, de desculpa para encher o prato com queijos e pães nem para aposentar a salada.

E, por incrível que pareça, alguns especialistas enxergam no inverno um aliado potencial do emagrecimento. “O fato de o metabolismo estar mais predisposto a aumentar a queima de calorias, nem que seja só um pouquinho, favorece o emagrecimento de quem mantém a dieta e o ritmo dos exercícios”, diz o fisiologista Zogaib.

Apesar da conjuntura favorável, a idéia de fechar a boca no inverno não encontra grande receptividade.“É nessa época que o movimento do consultório diminui mais”, diz a nutricionista Evie Mandelbaum Garcia, de São Paulo, autora do livro Cuidado, olha o crachá no prato! (Ed. Alegro).

DICAS

Preparar sobremesas à base de frutas, como banana e maçã ao forno, e pode-se adicionar canela para realçar o sabor sem aumentar o teor calórico.

Outras boas opções são as sopas de legumes e leguminosas (ervilhas, feijões, grão de bico e lentilhas), que além de serem saborosas e nos esquentar, são nutritivas.

Outro cuidado que devemos tomar é com a hidratação, pois muitas pessoas no frio acabam deixando de beber água. Não esqueça que é necessário tomar 2 litros por dia.

Uma certa preguiça é típica desta época, porém o exercício físico ainda é um dos recursos mais recomendados para a manutenção da saúde e do peso adequado, no inverno ou no verão.

Não esqueça de cada alimento tem sua safra. Os alimentos podem ser encontrados em quase todos os meses do ano, mas, na época certa, eles são mais baratos e de melhor qualidade. Nesta estação, aproveite para consumir abóbora, batata-doce, brócolis, cará, espinafre, inhame, mandioca, rabanete, rúcula, abacate, banana-prata, laranja-lima, maracujá, melão, morango, coco e tangerina.

Fonte: www.nutrijr.ufsc.br

Dia do Início do Inverno

21 de junho

Cuidados com a pele durante o inverno

A tendência no inverno é a pele ser mais atingida por variações térmicas. Nessa época, é comum nossa pele apresentar áreas ressecadas que chegam a apresentar rachaduras e, em alguns casos, até sangramento. Quem tem rugas tende a sofrer um pouco mais nessa época do ano porque elas aparecem mais, devido ao ressecamento natural da pele no período de frio. Portanto, a maior preocupação que se deve ter com a pele durante o inverno é em hidratar a epiderme, a camada mais superficial da pele.

A hidratação da pele se dá por via interna e externa. A interna acontece quando o suor, constituído por água e sais minerais, atravessa as várias camadas da pele, chegando à epiderme. A externa se dá quando introduzimos água, por meio de produtos farmacêuticos e cosméticos, nas camadas mais externas da pele.

No verão, as altas temperaturas fazem com que o corpo produza mais suor, levando água das camadas mais profundas para a epiderme, mantendo a pele sempre hidratada. No inverno, a produção de suor diminui e o corpo deixa de contar com esta alternativa de hidratação, sendo fundamental usar hidratantes.

Para que hidratante cumpra seu papel, a pele tem que estar limpa, portanto, a atenção neste quesito deve ser redobrada, mas é preciso prestar atenção para que a limpeza exagerada não tire o manto hidro-lipídico, a camada de gordura da pele.

O mecanismo de hidratação natural da pele é garantido pela capa mais externa dela, que impede a perda de líquido. Quando o corpo é exposto à água quente e aos sabonetes alcalinos, essa capa de proteção natural, chamada de lipoproteica, é removida, fazendo com que a pele perca água para o meio e desidrate.

O uso da bucha é permitido para o corpo, pois ajuda a eliminar células mortas. Mas a hidratação após a esfoliação deve ser mais cuidadosa.

Portanto, durante o banho, atenção à temperatura. A água deve ser morna, quase fria. E o banho não deve ser muito demorado. Aquele enrugamento normal que acontece na pele quando ficamos muito tempo na água indica que sua pele está desidratada. Por isso, nada de transformar seu banho em uma sauna quente, com todo aquele vapor e que demora horas.

O rosto é a região do corpo que mais sofre com os efeitos do frio, lembra a especialista. Por isso, não caia na tentação da água quente para lavar. Para o rosto, use sempre água fria. O uso de buchas ou esponjas também não é indicado para essa área tão sensível. O ideal é usar uma loção ou gel de limpeza, com ação mais profunda.

Pouca gente sabe que mais de 80% da radiação ultravioleta que atinge a nossa pele durante a vida corresponde a essa exposição do dia-a-dia. "É muito maior do que quando vamos à praia", afirma Sergio Talarico, professor do departamento de dermatologia da Unifesp e coordenador do grupo de dermatologia cosmiátrica. Por isso, engana-se quem pensa que a ausência do sol está diretamente ligada ao fim dos cuidados com proteção. Mesmo no inverno, o fotoprotetor deve ser usado todos os dias.

Por fim, não se esqueça que hidratar por dentro também é fundamental. Beber dois litros de água é uma regra a ser praticada diariamente, faça frio ou calor.

Agora que você já sabe como manter sua pele macia e hidratada mesmo nos dias frios, leia as dicas que vão fazer destes cuidados um ritual de prazer:

Delicie-se com os aromas dos sabonetes, hidratantes e óleos corporais com ingredientes naturais de frutas. E sinta na pele a maciez e suavidade desses cuidados.

Os óleos trifásicos ajudam a evitar que a pele perca água, mas não substituem os hidratantes. Porém, se você quer uma pele sedosa, macia, deliciosa, não deixe de experimentar.

Fonte: www.maisquebeleza.com

Dia do Início do Inverno

21 de Junho

Cuidados no inverno são cruciais para a saúde

Nesta estação, doenças respiratórias podem se agravar. O mesmo acontece com a pressão arterial.

As estações do ano, hoje em dia, ocorrem de forma atípica. Elas estão se alterando por conta, provavelmente, do efeito estufa e de correntes marítimas como "El Ninho" e "La Ninha. O inverno típico, no entanto, é caracterizado por aumento e diminuição de algumas doenças. Assim, aquelas do verão, como as diarréias infecciosas, resultado da contaminação de alimentos por microorganismos, que têm seu crescimento facilitado pelo calor, são pouco comuns. Entretanto, o frio produz uma série de mudanças no comportamento das pessoas, que facilita a transmissão de outras doenças. A transmissão de doenças respiratórias aumenta em função de alguns fatores.

Em primeiro lugar, para evitar o frio, as pessoas costumam ficar em lugares pouco ventilados. O resultado disso é que a possibilidade de transmissão de doenças respiratórias aumenta muito, pois a falta de ventilação concentra os microorganismos, presentes e invisíveis no ar.

Exemplos de doenças que têm a transmissão aumentada estão os resfriados (causados por centenas de vírus diferentes), a gripe, as infecções como as pneumonias e as meningites. A doença meningocócica provocada pelo mesmo agente infeccioso que a meningite é uma forma muito grave e mata quase que a totalidade das pessoas que a adquire. Felizmente é relativamente rara.

O inverno provoca outras mudanças nas vidas das pessoas: a poluição é uma delas. As temperaturas baixas associadas à ausência de chuvas fazem com que em grandes núcleos populacionais, como São Paulo, ocorra uma grande concentração de poluentes na atmosfera, que são inalados, ao se respirar.

O resultado disso é uma menor eficiência do aparelho respiratório em eliminar poluentes e microorganismos facilitando infecções, quadros de rinite ou mesmo asma de ordem irritativa, insuficiência cardíaca, e dificuldade para respirar. O frio é também um grande inimigo particularmente das pessoas idosas, que tem uma maior dificuldade em conservar calor, pois diminuem com facilidade a temperatura do corpo, podendo até morrer em função disso.

Fonte: www.minhavida.com.br

Dia do Início do Inverno

21 de junho

O Inverno

O inverno , época em que a mente está naturalmente voltadas para o pensar .

As velas acesas são como flores do inverno.Elas falam de luz acesa por seres humanos, em contraste com a crescente escuridão do mundo exterior. Elas não duram mais que as flores.

Elas trazem mais preocupação e precisam de mais cuidados que as lâmpadas elétricas e por isso podem ser relacionadas mais fortemente com a vivência humana do que qualquer mecanismo.

Elas espelham a atividade interior do pensar que se renova por si mesmo durante o inverno.As velas são testemunho de que há luz acesa nas mentes humanas para encontrarmos a inspiração enviada dos céus.

Na superfície da terra reina quietude, as plantas recolheram-se com suas sementes para debaixo da terra, sol está baixo o ar está frio, e o regente do inverno O Arcanjo Gabriel se movimenta neste período, ele promete que a luz celestial irá nascer novamente na terra.Ele traz para a alma humana a sabedoria que fala do nascimento do que é espiritual dentro do mundo terrestre.

O mistério da época de João é o da alma humana preenchida com devoção para com a graça do Cristo ; esta alma é dotada de luz e calor do espírito individual que nele vive.

Na festa de São João o fogo do espírito penetra na vontade humana com o objetivo de ter a coragem criativa necessária para se tomar o caminho de uma futura ressurreição e ascensão

Fogueira: calor que acende nossos corações para dar os impulsos do entusiasmo e do calor que acompanham os nossos atos.

Fonte: www.festascristas.com.br

Dia do Início do Inverno

21 de Junho

Sabe-se que a Terra executa dois movimentos, um chamado de rotação (no qual ela gira sobre o próprio eixo) e outro chamado de translação (no qual ela gira em torno do sol) que dura cerca de um ano.

Nesse período que compreende o movimento, o tempo muda caracterizando as chamadas estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.

Em 21 de junho, devido à inclinação do eixo terrestre, o hemisfério sul recebe menos luz solar, marcando assim o início do inverno; consequentemente, em posição inversa, o hemisfério norte está mais voltado para o Sol, dando início ao verão.

O inverno do hemisfério norte é chamado de "inverno boreal" (tem início com o solstício de inverno no hemisfério norte, que ocorre por volta de 21 de dezembro, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 21 de março nesse mesmo hemisfério), e o do hemisfério sul é chamado de "inverno austral" (tem início com o solstício de inverno no hemisfério sul, que ocorre por volta de 21 de junho, e termina com o equinócio de primavera, que acontece perto de 23 de setembro nesse mesmo hemisfério).

As diferenças climáticas no Brasil (País Continente) são muito acentuadas e, por isso as estações do ano acontecem de formas diferentes, oficialmente elas começam e terminam em determinadas datas.

O inverno é caracterizado pela baixa temperatura, por dias curtos e noites longas e é importante para a natureza, porque esta precisa descansar para recuperar as forças despendidas nas outras três estações e assim renovar o ciclo da vida.

Fonte: www.olharpedagogico.com

Dia do Início do Inverno

21 de junho

O inverno começou e, com ele, a época do ano onde as doenças respiratórias mais se proliferam. O frio somado à baixa umidade do ar e a uma maior concentração dos poluentes são um prato cheio para esse tipo de enfermidade e quem mais sofre são crianças e idosos.

Dia do Início do Inverno

As doenças

Asma

É uma inflamação do pulmão e das vias aéreas, de fundo alérgico, caracterizada por chiados no peito, tosse e sensação de falta de ar. É conhecida por ser uma doença comum em crianças, mas pode surgir em adultos a partir de infecções por vírus e bactérias. Não existe como prevenir o surgimento da asma, mas ela pode ser controlada desde que o tratamento seja seguido e que o paciente e sua família se conscientizem do problema.

Amidalite

É uma inflamação das amídalas, que servem como filtros no fundo de nossa garganta, evitando a passagem de infecções da boca e dos seios da face para o resto do corpo. Pode ser causada por vírus ou por bactérias. Os sintomas são dor de garganta, dor ao engolir, febre, mau hálito e, às vezes, inchaço dos gânglios do pescoço.

Bronquite

É uma inflamação dos brônquios, que impede a chegada do ar aos pulmões. A forma aguda é causada por vírus e bactérias. A crônica é recorrente e não necessariamente fruto de infecção. Seus principais sintomas são: tosse seca com chiado seguida por tosse com eliminação de catarro, dor no peito, fadiga, mal estar e febre. Pode estar ligada a alergias e é agravada com o fumo ou o contato com fumantes.

Gripe

É uma infecção causada pelos vírus influenza, que são mutantes. Doença altamente contagiosa, pode causar entupimento das vias aéreas, inflamação na garganta, dor muscular, dor de cabeça, febre alta, calafrios, fraqueza, tosse seca, espirros e coriza. A transmissão ocorre pelo ar, quando pacientes falam, espirram e tossem, e, indiretamente, pelas mãos e por objetos contaminados.

Otite (ou dor de ouvido)

É uma infecção bacteriana do ouvido médio, que fica entre o tímpano e o ouvido interno, muito comum em crianças. Normalmente, vírus e bactérias que infectaram a garganta migram até o ouvido e se multiplicam, graças às secreções da área.

Pneumonia

É uma infecção aguda dos pulmões, causada por bactérias, vírus ou fungos. Os alvéolos pulmonares ficam cheios de pus, além de muco e líquidos, o que impede a respiração correta. Normalmente, ocorre quando há falha nas defesas do organismo e pode surgir após uma gripe ou uma bronquite fortes. Os sintomas são: tosse com catarro, dor no tórax, calafrios, suor, palidez e febre alta.

Resfriado

Muito confundido com a gripe, é uma infecção bem mais leve do nariz e da garganta, causada por outros vírus. Seus sintomas são espirros, tosse, dor de garganta, dor muscular, secreção nasal intensa, dor de cabeça e febre baixa. Não existe tratamento contra o vírus -– os remédios são tomados apenas para aliviar os sintomas até a recuperação natural do organismo.

Rinite

É a mais comum das doenças alérgicas, causada pela inflamação, ou pela simples irritação, da mucosa do nariz. Os principais sintomas são espirros, coriza, coceira e entupimento do nariz.

Sinusite

É a inflamação da mucosa que reveste os chamados “seios da face”, cavidades do crânio em torno do nariz, causada por alergias ou infecções virais e bacterianas. Os principais sintomas são dor de cabeça, inchaço nas pálpebras, nariz entupido e dor nos olhos.

Como se proteger

Beber bastante líquido (mas evitar bebídas alcóolicas);

Não deixar de fazer exercícios físicos (nadar, correr e caminhar são especialmente importantes porque aumentam a capacidade respiratória);

Comer alimentos ricos em vitamina C, como limão, laranja, abacaxi e acerola;

Manter limpas as roupas de cama, especialmente cobertas e edredons;

Evitar lugares fechados e pouco arejados;

Evitar fumar e conviver com fumantes;

Secar roupas no sol;

Lavar as mãos com frequência;

A vacinação anual é importante, não causa gripe e evita complicações mais sérias;

Para bebês, a amamentação é indispensável, pois garante a proteção da criança.

Fonte: www.g1.globo.com

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