Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Dia Do Revisor E Do Diagramador  Voltar

Dia do Revisor e do Diagramador



28 de Março

Revisor e  Diagramador

Digladiar ou degladiar? Empecilho ou impecilho? Discrição ou discreção? Qual a palavra certa? Quem trabalha como revisor, com certeza, sabe qual está escrita de forma errada. Sua função é ler o texto a procura de incorreções, atuando como fiscal da língua e da linguagem. Deve corrigir erros de sintaxe, ortografia e pontuação, apontando o que deve ser ajustado aos padrões gramaticais. Também é responsável pela leitura do texto final impresso, comparando-o com seu respectivo original.

Sem curso superior específico, a função de revisor é normalmente desempenhada por quem é formado em Comunicação Social ou Letras, podendo trabalhar em uma redação de jornal ou revista, editoras de livros e em empresas de tradução.

Com o avanço tecnológico, a profissão de revisor tornou-se rara nos dias de hoje, podendo ser exercida por qualquer pessoa que tenha um revisor ortográfico instalado no computador.

Tecnologia a serviço do diagramador

Na primeira página de um grande jornal, por exemplo, você geralmente encontra títulos e textos, sob responsabilidade do jornalista, além de fotografias e ilustrações, a cargo do fotógrafo e ilustrador, respectivamente. Há quem se preocupe com o todo, indicando o lugar do texto e da imagem na página, de modo harmônico e criativo. Esse alguém é o diagramador - o profissional responsável pela distribuição do material jornalístico no interior das páginas de uma publicação.

Diagramador

Numa editora, o diagramador é quem calcula a quantidade de textos, fotos e ilustrações na página, além do número de páginas da publicação. Também é responsável pela escolha do tipo de letra a ser usado.

Não existe curso superior de diagramação. Apenas disciplinas que fazem parte dos cursos de Comunicação Social, Desenho Industrial e Comunicação Visual, onde se aprendem técnicas específicas para o desenvolvimento do trabalho.

Hoje em dia, o diagramador, seja de jornal, revista ou livro, atua na área de editoração eletrônica, aproveitando o avanço proporcionado pelo desenvolvimento tecnológico. Ferramentas modernas, como os programas de computador Photoshop, Adobe Pagemaker, CorelDraw!, Quarkexpress, auxiliam na execução do seu trabalho.

Revisor e diagramador - funções do jornalista

Segundo o decreto-lei nº 972 de 17 de outubro de 1969 que regulamenta a profissão de jornalista, uma das funções que pode desempenhar é a de revisor, sendo responsável por rever as provas tipográficas das matérias escritas pelos repórteres.

O jornalista também pode atuar como diagramador, devendo planejar e executar a distribuição das matérias, fotos ou ilustrações no interior da página de um jornal ou revista.

Pioneiro na profissão

O famoso escritor brasileiro Joaquim Maria Machado de Assis foi um dos pioneiros na profissão de revisor.

Nascido em 21 de junho de 1839, filho de um pintor de paredes e de uma imigrante portuguesa, atuou na profissão antes de atuar como escritor e jornalista.

Autodidata que se formou na biblioteca do Real Gabinete Português de Leitura, no Centro do Rio, seu primeiro emprego foi de aprendiz de tipógrafo aos 17 anos de idade, começando a escrever durante seu tempo livre.

Sua primeira poesia data dos 16 anos. Machado de Assis se consagra, porém, nove anos mais tarde, com o livro "Crisálida". Suas obras mais conhecidas são "Memórias Póstumas de Brás Cubas", "Dom Casmurro", "Quincas Borba" e "Esaú e Jacó".

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Dia do Revisor e do Diagramador

28 de Março

O trabalho do revisor de texto profissional

Garantir que um documento escrito esteja claro nem sempre é óbvio. Muitas vezes as idéias são boas, mas aparecem mal formuladas. É aí que entra o revisor de texto, para garantir a clareza das idéias expostas.

Além disso, o trabalho deste profissional pode garantir a coerência na construção de um documento, através de sugestões de acordo com o conteúdo do que foi escrito.

A grande qualidade de um bom revisor de texto profissional é o respeito ao estilo de quem elaborou o texto – seja o mesmo um trabalho acadêmico, um projeto, um folder ou um manual.

O revisor de texto profissional deve levar em conta a correção ortográfica e a coerência, mas jamais modificar as características, a maneira de expressar-se de um autor.

Além da correta escrita das palavras e da boa estruturação textual, deve-se ponderar o contexto de quem escreveu, o conteúdo escrito e a quem se dirige o texto.

Revisor de texto: profissional multidisciplinar

É comum a associação da imagem do revisor de texto profissional a trabalhos acadêmicos e livros, apenas. E isto não é verdadeiro, pois esta atividade está ligada à produção e veiculação de todo e qualquer tipo de documento.

Desta forma, flyers, folders, cardápios, textos farmacêuticos ou manuais têm a mesma importância que textos jornalísticos, teses, dissertações e monografias, no trabalho do revisor de texto profissional.

O objetivo será sempre o mesmo, independentemente do que é escrito, quer dizer, garantir a clareza e a coerência textual, conseguir transmitir a idéia do autor da melhor e mais correta forma possível.

Logo, o conteúdo específico de um revisor de texto profissional sempre será aquele sobre o qual ele trabalha no momento, e que pode variar da produção literária ao manual técnico de uma máquina, passando pelo flyer de uma festa ou o folder de uma empresa publicitária. O importante é que tudo esteja claro, interessante e de acordo com as normas da língua portuguesa.

Trabalhos acadêmicos, dissertações, teses, monografias

A idéia da sua pesquisa e as teorias que você defende precisam estar claras e bem escritas, em termos de conteúdo e quanto à forma de apresentação.

Imagine a reação de um professor, ou banca examinadora, ao ler um trabalho com erros gramaticais e frases confusas, repetitivas.

A Versão Integral dispõe de uma equipe com experiência no magistério superior, o que confere qualidade e coerência à revisão de seu trabalho acadêmico.

Observação

Não realizamos, em hipótese alguma, trabalhos escolares e acadêmicos. Não redigimos textos para sites nem fazemos serviços de ghost-writer.

Jornais, revistas e periódicos

Quantos erros poderiam ser corrigidos antes da publicação de um jornal ou de uma revista! Até mesmo periódicos de grande circulação possuem falhas em suas versões impressa e on-line.

Erros gramaticais, parágrafos incompletos e frases sem sentido podem ser evitados com uma boa revisão.

A Versão Integral é formada por uma equipe sempre atualizada quanto aos temas nacionais e internacionais, nas áreas política, econômica, científica e cultural, entre outras, contando também com assessoria em áreas técnicas, biomédicas e de informática.

Fôlder

O fôlder é um negócio sério: uma vez impresso, não há como voltar atrás e corrigir erros, frases sem sentido ou apresentação ruim.

A Versão Integral pode orientá-lo na produção de seu texto, destacando e distribuindo as informações de forma coerente, original e harmoniosa, o que desperta o interesse do leitor por seu produto ou serviço.

Flyer

Imagine o dinheiro jogado fora quando você se dá conta de um erro monumental DEPOIS da impressão de um flyer.

E, pior ainda, se o erro passar despercebido nos flyers – ele chamará a atenção e ficará na memória das pessoas, mais do que o próprio evento que divulga.

A Versão Integral pode orientá-lo, visando um resultado original e harmonioso para o seu flyer, com coerência e precisão de informações.

Livros

Os livros, mesmo com o expediente da correção, muitas vezes deixam passar erros de digitação e até de informação.

Nós da Versão Integral, além de termos experiência na revisão de textos, somos uma equipe em constante atualização de informações nas áreas política, econômica, cultural e científica, o que nos capacita no trabalho com variados temas e diferentes estilos.

Livros didáticos

Livros didáticos também podem apresentar falhas ortográficas, gramaticais e mesmo nas informações, por mais cuidadosa que tenha sido a sua produção.

A Versão Integral conta com a experiência multidisciplinar de seus integrantes, oferecendo uma revisão pedagógica completa para o seu texto de livro didático.

Manuais

Já aconteceu de você não conseguir entender parágrafos inteiros de um manual que, portanto, deveria ensinar como utilizar um produto ou serviço?

A revisão de um manual é muito importante. As informações devem estar claras e precisas, caso contrário, podem dificultar a utilização de um produto ou serviço, ou acarretar o uso inadequado dos mesmos.

Garantimos clareza e objetividade nas informações de seu manual, para que a linguagem técnica e os textos explicativos apresentem coerência e linguagem acessível aos leitores.

Textos de laboratórios farmacêuticos

Os textos de laboratórios farmacêuticos, por sua extrema importância, também precisam de uma boa revisão de texto. Sua função é explicar às pessoas de que se constitui e como se emprega um medicamento, seja ele alopático, homeopático ou fitoterápico.

Muitas vezes, as informações são apresentadas de forma muito técnica, confusa ou mesmo contraditória. E clareza e objetividade são fundamentais neste caso.

A Versão Integral conta com uma assessoria especializada nessa área, para que seu texto tenha qualidade de linguagem e conteúdo, considerando o caráter específico do assunto e sua relevância.

Textos para rádio e televisão

A variedade dos meios de difusão de informações e a velocidade com que se dá a comunicação fazem com que, muitas vezes, a informação chegue ao ouvinte ou telespectador de forma confusa ou desconexa.

Muitas reportagens apresentam frases de efeito estilisticamente bem montadas, mas que não transmitem nenhuma informação.

A Versão Integral realiza não apenas a correção gramatical desse tipo específico de texto, mas também cuida da coerência da informação e da consistência do texto.

Sites

Um site não faz sucesso nem atrai leitores e clientes apenas pelo fato de estar no ar.

Informações e imagens mal distribuídas, desarmonia e erros de comunicação prejudicam seu site e seu produto.

A equipe da Versão Integral fornece sugestões para a valorização do texto on-line, objetivando a coerência e a clareza do conteúdo apresentado.

Cardápios

O cardápio é um contato importante entre o cliente e o que oferece um restaurante, um bar, uma lanchonete ou um serviço de entrega em domicílio.

Ele deve apresentar tanto a diversidade quanto a qualidade dos produtos ofertados, de maneira não apenas informativa, mas clara, original e interessante.

Erros na denominação e na descrição dos pratos, por exemplo, podem comprometer o esforço de um restaurante para apresentar pratos mais elaborados ou originais.

A Versão Integral conta com a assessoria de um especialista em cozinha nacional e internacional, para a garantia de boas informações sobre os produtos descritos e suas corretas denominações

Fonte: www.revisaodetexto.com.br

Dia do Revisor e do Diagramador

28 de Março

A importância do revisor de texto é indescritível, ontem, hoje e sempre

“Navegar é preciso; viver não é preciso.” Revisar pode ser ou não preciso... - Revisar um texto não é apenas corrigi-lo. Se fosse apenas isso, qualquer um poderia fazê-lo, munido de um dicionário e de uma gramática. O trabalho do revisor vai além de consertar aspectos gramaticais que estejam alheios à Norma Culta da Língua Portuguesa. É claro que, ao revisar, o profissional também deve estar atento a outros aspectos textuais, como à obediência à estrutura frasal ou a repetições desnecessárias de palavras. Como se não bastasse, deve ser analisada a linguagem, percebendo-se se ela está adequada ao objetivo e à mensagem do autor. Por isso, uma revisão é sempre gramatical e estilística.

Notamos, assim, que há, nesse trabalho, uma precisão devido a regras e ao que se espera encontrar em um bom texto. Entretanto, as pessoas, em geral, temem os revisores. Consideram-nos “caçadores de erros”; profissionais que conhecem todos os dicionários e compêndios gramaticais na íntegra e que, por isso, destroem seus textos originais, alterando qualquer frase ou estrutura com a qual não concordam. Visão errônea... Quiçá já se depararam com um mau revisor... E, nesse ponto, entra o lado não preciso da revisão. Cabe ao revisor propor mudanças que não violentem o texto, tampouco seu autor.

É um trabalho de respeito às idiossincrasias de seus clientes, reconhecendo a relevância de cada produto para seu autor. A importância do revisor e sua função são indescritíveis. Navegando pela Internet, por exemplo, assistimos a uma ebulição de textos mal-escritos, a saber, com mensagens truncadas; palavras grafadas erroneamente; frases sem coerência; trechos mal pontuados etc.

A pressa em escrever ou a necessidade de agilizar a transmissão das informações levam, possivelmente, a esse caos lingüístico. Uma vírgula deslocada gera ambigüidade ou altera um significado: “Se o homem soubesse o valor que tem, a mulher andaria de lanterna à sua procura.” / “Se o homem soubesse o valor que tem a mulher, andaria de lanterna à sua procura.O revisor - profissional graduado em Letras ou em Jornalismo -, muitas vezes, tem de fazer mais do que retificar palavras; ele embeleza o texto ou é capaz de ressuscitá-lo! Algumas pessoas são capazes de ter uma boa idéia; no entanto, não possuem facilidade de transpô-la num papel; erram na acentuação, não conseguem pontuar... Outras escrevem bem, porém suas idéias não são claras ou coesas.

O revisor burila as construções textuais, dá destaque às palavras, reforça uma mensagem, traz clareza, torna coeso... O revisor é, antes de tudo, um amante da linguagem, do Português e amigo do autor do texto que ele revisa.

Vanise Macedo é Professora

Fonte: www.saudelazer.com

Dia do Revisor e do Diagramador

28 de Março

1. INTRODUÇÃO

A redação de manuais técnicos é, muitas vezes, um processo complexo que envolve muitas pessoas e uma série de etapas, em um período de tempo relativamente curto. Ainda que a informática contribua para que esse processo se torne mais ágil, sua complexidade e o avanço incessante da tecnologia exigem do usuário, seja ele o autor ou a equipe responsável pela revisão, conhecimentos cada vez mais precisos. Embora indispensável, ela pode dificultar ou atrasar o processo de edição, quando, por exemplo, várias pessoas usam os mesmos recursos de formas diferentes. Nesse sentido, pode-se afirmar a grande necessidade de uma padronização referente à técnica de revisão de textos e de seu controle, que devem ser realizados por um profissional habilitado e competente para tal função. Entretanto, sabe-se que, apesar da importância dada à qualidade nos dias de hoje, a atividade de revisão de textos não é considerada essencial nos diversos segmentos mercadológicos, principalmente naqueles que se julgam puramente “técnicos”. Entendemos que a escassez de bibliografia sobre o assunto é um dos principais fatores que contribuem para a falta de legitimidade da profissão de revisor. Intenciona-se, assim, com este artigo, esclarecer e divulgar conceitos relevantes ao entendimento do processo de revisão e, também, mostrar como um revisor (profissional de uma área bem diferente da de Engenharia) pode contribuir substancialmente para a garantia da qualidade em uma empresa. Além disso, este artigo não deixa de ser uma tentativa de iniciar uma bibliografia nesta área, como forma de tentar legitimar e valorizar a profissão. Com a finalidade de aprofundar mais na importância da revisão de textos e apresentar com mais clareza a relevância dessa atividade, optamos por fazer um recorte frente aos diversos tipos de texto e de segmentos mercadológicos. Nossos esclarecimentos e exemplos foram todos baseados na revisão do texto técnico, no ramo da Engenharia. Foram feitas pesquisas em empresas de Engenharia, a maioria instalada em Belo Horizonte, em que foram constatados fatos de extrema relevância para a área de revisão. Foi elaborado um simples questionário para que os engenheiros de algumas dessas conceituadas empresas respondessem e também foram feitas várias entrevistas com os responsáveis pela administração e qualidade destas.

2. A REVISÃO DO TEXTO TÉCNICO DE ENGENHARIA

2.1. Considerações iniciais

Para um melhor entendimento desse tópico, decidimos definir um conceito importante que se insere no contexto da revisão de textos: língua padrão ou norma canônica. Língua padrão é o conceito que remete a um padrão lingüístico ideal que se estabeleceu como de uso geral e que se admite como correto. Também chamado de norma culta, tal padrão é transmitido pela escola e está descrito em dicionários e gramáticas. O que se chama de língua padrão, contudo, não corresponde à fala de nenhum grupo social (PERINI, 1995). Funciona como uma lei lingüística, que determina os usos – orais e escritos – e serve de referência para a correção das formas lingüísticas. “O uso oral da linguagem tem prevalecido tão fortemente com nossas práticas cotidianas de comunicação, que os modelos de texto escrito tornam-se cada vez mais distantes” (PERINI-SANTOS, 2005). Diminuir essa distância, adaptando o texto à norma padrão e aproximando-o da realidade do leitor, é fundamental, e este papel é desempenhado pelo revisor.

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, os revisores não são (ou pelo menos não devem ser), verdadeiros “seguidores” da norma culta padrão, mesmo quando se trata da escrita. Embora seja a língua padrão a referência para a correção de textos, na revisão destes leva-se em consideração a variação lingüística utilizada naquele determinado ramo mercadológico, a forma de padronização dessa variação que é socialmente reconhecida pelos usuários daquele texto (gêneros textuais) e, também, o contexto no qual o mesmo será empregado. Já não podemos mais examinar a oralidade e a escrita como opostas, mas, sim, como atividades interativas e complementares no contexto das práticas sociais e culturais (MARCUSCHI, 2003). Marcuschi define o homem como um ser que fala e não como um ser que escreve, apesar de a escrita ser um bem social indispensável para que ele possa interagir no dia-a-dia. Ele também reforça que se deve partir sempre da oralidade para a escrita, trabalhando as diferenças e semelhanças entre as duas modalidades, visto que o fim maior do ensino de português “é o pleno domínio e uso de ambas as modalidades nos seus diferentes níveis”. Todos os povos têm ou tiveram uma tradição oral, mas poucos tiveram ou têm uma tradição escrita. Mesmo para os que tiveram também a tradição escrita, é importante ressaltar que esta foi sempre posterior à oral. Entretanto, o fato de uma ser posterior à outra não faz com que nenhuma delas seja mais importante.

2.2. Revisão de textos

A dificuldade que a maioria das pessoas enfrenta ao redigir um texto, bem como a rapidez com que as informações chegam até nós, faz com que os autores não tenham preocupação nem tempo para verificarem seus erros. Isso sem entrar no mérito da falta de clareza e de adequação do texto à sua finalidade. Assim, a nosso ver, hoje é ainda maior a necessidade da revisão de todo e qualquer conteúdo de circulação pública, ou seja, todo texto merece uma revisão. Uma das grandes vantagens de se ter um profissional da revisão de textos em uma empresa é exatamente o fato de este poder flexibilizar o uso da norma culta, adequando a escrita à realidade do ramo de atuação e contextualizando melhor os conceitos. O conhecimento dos gêneros textuais pertinentes à área em que se atua é também de fundamental importância, pois, com ele, o revisor pode ter mais critério, antes de fazer demasiadas intervenções no texto.

2.2.1. Revisão ortográfica e gramatical de textos

A primeira etapa da revisão de textos é a correção ortográfica e gramatical, visto que, muitas vezes, a repetição de uma palavra num texto, como também pequenos erros ortográficos, de conjugação verbal ou de emprego de determinadas palavras e expressões, passam despercebidos pelo autor. Evidentemente, nesse momento da revisão, o revisor deve se ater à intencionalidade do autor, já que muitos aparentes “equívocos” podem ter sido escritos propositalmente. Essa é uma etapa fundamental da revisão, pois elimina vícios de linguagem e dá clareza às idéias apresentadas.

2.2.2. Orientação de texto

Um bom revisor leva em consideração não apenas os aspectos gramaticais do texto, como a correção ortográfica e as concordâncias, mas também dá ao autor sugestões para melhorar a semântica do conteúdo, atentando-se para a estrutura e a coerência do que foi escrito. O profissional de revisão deve sempre considerar o estilo lingüístico de quem escreveu o texto, ou seja, a maneira peculiar que cada autor possui para expressar seus pensamentos. Tal maneira pode ser evidenciada através de palavras, expressões, construções sintáticas e jargões, muitas vezes identificando o autor como pertencente a determinada área ou profissão. Uma orientação de texto de qualidade deve sempre levar em conta, também, o sentido que o autor deseja dar ao texto, afinal, o seu sentido não é, jamais, definido pelo revisor.

2.3. Quem é o revisor de textos?

A função básica deste profissional é ler o texto à procura de incorreções, atuando como um fiscal da língua e da linguagem. Ele deve corrigir erros sintáticos, ortográficos e de pontuação, além de adequar melhor os recursos lingüísticos. É também responsável pela leitura do texto final impresso, comparando-o com o seu respectivo original. Além desta função básica de tratar de incorreções ortográficas e gramaticais, o revisor deve estar apto a trabalhar com textos de diferentes tipos e gêneros, sendo hábil em confrontálos e em diferenciar os níveis de língua empregados em cada especificidade. Além disso, deve saber fazer a transposição de um nível lingüístico para outro, de um gênero para outro, atentando para os efeitos de sentido que a pertinência ou não do nível de língua usado pode provocar e observando que é o contexto que define o gênero do texto a ser utilizado, bem como o nível de língua mais apropriado. Por falta de regulamentação, não se exige curso superior específico para o revisor, mas sua função é, normalmente, desempenhada por quem é graduado em Comunicação Social ou Letras, podendo trabalhar em uma redação de jornal ou revista, editoras de livros, em empresas de tradução, entre outros. Antigamente, a norma culta padrão era mais valorizada e, por isso, encontrava-se mais revisores atuando, uma vez que estes sempre foram “intitulados” como aqueles que prescrevem o que é certo ou errado. Com o avanço tecnológico, a profissão de revisor tornou-se rara, pois, acredita-se (embora muito equivocadamente) que a revisão de textos possa ser feita por qualquer pessoa que tenha um corretor ortográfico instalado no computador.

2.4. Texto técnico

Observamos que a bibliografia sobre textos técnicos é escassa. De um modo geral, os livros limitam-se a afirmar que esse tipo de texto se caracteriza pela objetividade, como a definição seguinte de linguagem técnica: Um uso específico que se circunscreve a uma dada área sócio-profissional e que nem sempre tem uma função prática, visa a obter assentimento das pessoas, dar reforço para atitudes desejadas, provocar mudanças de opinião ou de comportamento, dar orientação para novas ações, bem como subsidiar decisões (CINTRA, 1995).

Acreditamos que a redação do texto técnico, por se tratar de um texto não-ficcional, deve ter a mesma “verdade” para escritor e leitor, ou seja, o leitor deve chegar à mesma compreensão de conteúdo que o escritor intenciona. Diferentemente do texto ficcional (em que a concatenação de idéias pode ficar a cargo do leitor), no texto técnico, o leitor precisa compreender o conteúdo e não, simplesmente, interpretar o que lê à sua maneira/ótica particular. Garcia (1985) e Carvalho (1991) utilizam a expressão "técnico-científico" para designar os textos técnicos de cunho acadêmico referentes a especialidades de determinado ramo. Entretanto, aqui, denominaremos a linguagem técnica como aquela dos textos referentes ao funcionamento de máquinas, peças e descrição de equipamentos, deixando a expressão "linguagem científica" para as publicações de caráter científico, que não são o nosso objeto de análise neste trabalho. Sendo técnica diferente de ciência – respectivamente habilidade e conhecimento – podemos distinguir texto técnico de texto científico. Genouvrier e Peytard (1973, p.288) diferenciam o saber técnico do saber científico:

Deve-se distinguir terminologia técnica de metalingüística científica: a primeira exerce um papel de denominação dos ramos ou objetos próprios de uma técnica e estabelece uma classificação entre os resultados obtidos pela técnica enquanto atividade: a segunda reúne as palavras por meio das quais se designam os conceitos operatórios de uma pesquisa ou de uma reflexão científica (GENOUVRIER & PEYTARD, 1973).

Apesar da vasta utilização do texto técnico nas empresas – descrição de peças, equipamentos, relatórios de manutenção, manual de instrução –, percebemos que este não tem recebido a merecida atenção por parte da maioria dos elaboradores, divulgadores e usuários. Mesmo por parte dos estudiosos da língua, observamos pouca bibliografia no que tange à orientação na hora de elaborar tais textos. Acredita-se que, pelo fato do texto técnico ter estado sempre relacionado ao curso técnico, essa modalidade textual não receba a devida importância. Percebemos também que a dificuldade relacionada à especificidade lexical do texto técnico, associada a aspectos histórico-educacionais, contribui para esse descaso, uma vez que, como sabemos, o tradicional ensino de redação tem o objetivo único de preparar o aluno para o exame vestibular. Tendo em vista, porém, os limites deste trabalho, deixaremos esses aspectos para outra oportunidade. Apesar de alguns reveses, acreditamos que nossa experiência de cinco anos no ramo da revisão técnica seja válida e, portanto, passível de ser comentada, motivo este que nos levou a tratar, nesse artigo, do tema relacionado à nossa atividade profissional: revisão do texto técnico de engenharia.

2.5. Prática da revisão do texto técnico de Engenharia

O serviço de revisão, como já mencionado na introdução, trata-se de algo extremamente importante nas mais diversas áreas que primam pela qualidade do serviço. Além de ser apresentado sem erros básicos de ortografia e concordância, é necessário que o texto seja coerente. Estes dois aspectos textuais – microestrutura e macroestrutura – retratam a qualidade de um texto. A leitura detalhada de um manual por parte de alguém que não tenha participado da sua elaboração pode detectar mais facilmente possíveis incoerências e ambigüidades que tenham passado despercebidas pelo autor.

Na revisão, não é fundamental o conhecimento técnico do assunto, que é o que Heinemam & Viehweger (1991) definem como ‘Conhecimento Enciclopédico’, também comentado por Ingedore Kock (2004):

O conhecimento enciclopédico, semântico ou conhecimento de mundo é aquele que se encontra armazenado na memória de cada indivíduo, quer se trate de conhecimento do tipo declarativo, constituído por proposições a respeito dos fatos do mundo, quer do tipo episódico, constituído por “modelos cognitivos” socioculturalmente determinados e adquiridos através da experiência (p.22).

Trata-se, pois de um conhecimento amplo relativo a determinada área. Dessa forma, na revisão macroestrutural do texto, o revisor pode não possuir o conhecimento enciclopédico do assunto, mas, ainda assim, tornar claros os conceitos e/ou instruções abordados no manual em questão. O que acontece, normalmente, é que o revisor não possui o conhecimento enciclopédico, mas o lingüístico. Assim, na etapa de leitura dos textos, é comum surgirem dúvidas, nem sempre simples de resolver, já que uma pequena alteração, causada por uma tentativa de acerto (sem conhecimento enciclopédico), pode gerar algum problema de compreensão por parte, por exemplo, de um operador de máquina que esteja seguindo as instruções de um texto mal revisado. Conseqüentemente, uma pane no sistema poderá ocorrer, gerando prejuízo financeiro para a empresa e conseqüente falha no sistema. A solução mais coerente é, portanto, o contínuo diálogo e a troca de experiências entre o revisor e o autor do texto, a fim de evitar contradições. É claro que o contato com o tema (no caso, o texto técnico de engenharia) e a experiência são aliados preciosos do revisor que, muitas vezes, economiza tempo para ele e para o autor. Entretanto, humildade e bom senso são fundamentais em caso de dúvida (por mínima que pareça), devendo o autor ser sempre consultado. Afinal, se o autor, que é especialista no tema, se utiliza dos conhecimentos do revisor para agregar qualidade ao seu trabalho, é fundamental que este o faça com competência.

Através das entrevistas e dos questionários utilizados para coletar dados referentes ao trabalho/relevância da revisão em documentos técnicos, um dos engenheiros – funcionário de uma renomada empresa de Engenharia de Belo Horizonte –, apesar de não considerar o trabalho de revisão relevante, admite que, algumas vezes, devido a uma redação não muito clara, teve problemas com clientes que não manusearam bem o sistema, por não compreender a instrução. Provavelmente, se tais manuais tivessem passado por um revisor, o resultado seria outro, porque o trabalho deste é complementar ao do autor e, caso não compreendesse o significado de determinada parte do texto, sanaria as dúvidas com o autor e, deixando o texto livre de ambigüidades para o cliente final. Na nossa prática diária de revisores, deparamo-nos com esta realidade. A grande maioria dos engenheiros (autores dos manuais técnicos de engenharia) acha desnecessário o trabalho de revisão. Assim, de maneira geral, eles só procuram esse serviço se houver pressão superior (do seu gerente) ou reclamações externas (por parte do cliente). Entretanto, quando cede ao serviço de revisão uma vez, o engenheiro parece perder o receio de confiar o seu texto ao revisor, talvez por certificar-se de que se trata de um trabalho conjunto e por perceber que o revisor não faz nenhuma alteração considerável sem a sua permissão. O revisor, no seu papel de mediador entre o autor e o leitor, funciona como um parceiro e não como um corretor automático1. Quase sempre, após a leitura, aparecem sugestões. Nesses casos, a decisão final é sempre do autor. Apenas correções de gramática e ortografia dispensam a sua aprovação. Cria-se, portanto, um laço de confiança e integração entre ambos os profissionais, e, a partir de então, os engenheiros passam a usar o revisor não como um “inimigo”, mas como um aliado e primeiro leitor do seu texto. Na revisão microestrutural do texto, o revisor se preocupa não com o significado geral, mas com as pequenas estruturas, corrigindo eventuais erros de gramática e ortografia, eliminando a repetição silábica e a de estruturas semelhantes e afins. Não há exemplos concretos de problemas ocorridos com clientes, na aplicação dos sistemas, causados por erros microestruturais. Entretanto, já houve insatisfação por parte de um cliente, com relação à estética/qualidade textual. Ainda que o conteúdo estivesse compreensível, as inconsistências gramaticais o incomodaram deveras. Ele fez reclamações explícitas referentes a um trecho (cerca de três páginas) do documento que estava “mal escrito e com erros primários2”. Tratava-se, entretanto, de um trecho inserido pelo autor, depois de já haver passado pela revisão. Graças ao controle rígido que é feito dos arquivos, tínhamos uma cópia do documento original que revisamos, sem o trecho citado, não caindo sobre nós a responsabilidade do fato. Apesar do constrangimento, o projeto foi aceito devido à qualidade do conteúdo. Este acontecimento serviu, para, de alguma forma, valorizar o trabalho do revisor, que é um pouco ingrato em termos de reconhecimento; afinal, ele só é visível quando há erros; o que foi corrigido e o processo de correção não é “aparente”, mas aquilo que passa despercebido é suficiente para chamar a atenção do leitor. Na Macroestrutura, pelo fato de envolver a semântica e a coerência textuais, é comum ocorrerem problemas mais graves decorridos da falta de revisão, como é o caso da interpretação equivocada ou ambígua de algum item descrito em um manual técnico. A má utilização de equipamentos e/ou softwares, por exemplo, acarreta desperdício de tempo e de dinheiro. Certa vez, um operador que utilizava um sistema de combate a incêndio, interpretou erroneamente a mensagem apresentada na tela (“Gás Detectado”) e desativou o sistema, acreditando que havia perigo de fogo. A mensagem, entretanto, só queria indicar a presença de gás, como também de outros componentes que não apresentavam risco de incêndio. Naquele software, o risco de incêndio só era sinalizado através da mensagem “Gás Confirmado”. Do ponto de vista lingüístico, a dúvida do operador foi pertinente, já que, no campo semântico, essas duas palavras podem ser sinônimas em diversas situações. Um bom revisor, sendo o primeiro leitor, provavelmente, sugeriria, neste programa, uma forma mais clara de expressar tal mensagem. A revisão dos manuais técnicos exige agilidade, devido à concorrência (quanto antes entregar, maior é o prestígio) e ao prazo (o cliente sempre tem urgência em ver o serviço executado). O nosso dia-a-dia tem, portanto, este agravante: a urgência. Cada releitura do documento é um momento privilegiado para corrigir erros e sugerir soluções para os problemas encontrados. Na prática, quase nunca é possível a realização de releituras (nem pelo próprio revisor nem por terceiros); assim sendo, é preciso concentrar-se ao máximo durante as revisões, a fim de incorrer no menor número de falhas.

2.6. A revisão como auxiliar da qualidade

O trabalho de revisão pode auxiliar na qualidade do serviço, uma vez que as empresas que emitem documentos primam não só pela qualidade técnica, como também pela estética dos seus textos. Muitas vezes recebemos documentos elaborados por engenheiros que dizem não sentir tanta necessidade dos textos serem revisados, mas que, como requisito de qualidade e conseqüente satisfação do cliente, preferem nos encaminhar os documentos antes de emitilos. Um dos engenheiros entrevistados, inclusive, declarou que sua empresa passou a terceirizar o serviço de revisão, porque, apesar de não poderem manter fixo um profissional para fazê-lo, a empresa prima pela qualidade e busca certificações referentes Qualidade. Além do mais, muitos deles perceberam, após participarem de várias licitações em que a ATAN esteve presente, que o diferencial da revisão viabiliza grande impacto, uma vez que os clientes não hesitam em contratar um serviço que, ainda que possa ser mais caro, transpareça qualidade.

Com a atual preocupação da Certificação da Qualidade, as empresas têm se voltado mais para os aspectos que contribuem para a obtenção desse certificado. O processo de certificação implica em vistorias semestrais por parte do auditor (“recertificação”), devendo, pois, ser uma constante preocupação da empresa. Não basta somente atingir um patamar de qualidade, deve-se permanecer nele, para não correr o risco de perder a certificação. Qualquer serviço, portanto, que auxilie na garantia da qualidade em uma empresa é, a cada dia, mais valorizado. Nesse sentido, a revisão textual pode ser considerada um dos mais fortes indicativos de qualidade e, por essa razão, vem ocupando um espaço importante e promissor nas empresas. De acordo com a nossa pesquisa, a ATAN é pioneira na revisão de textos técnicos de Engenharia. É a única empresa, dentre as que entrevistamos, que possui um setor de revisão de textos formado por profissionais devidamente registrados e habilitados para tal função. Para nossa surpresa, não foram poucos os entrevistados que admitiram que o diferencial “revisão de textos” gera grande impacto aos olhos do cliente. A falta de um setor de revisão numa empresa de Engenharia pode gerar sobrecarga para os gerentes, que devem, além de planejar e coordenar, revisar textos eventualmente mal redigidos. Ser capaz de redigir com correção, clareza e precisão é exigência indispensável a todos que se acham incumbidos de expressar, por escrito, informação, opinião ou parecer, quando não, as conclusões de um estudo, o texto de um projeto ou as normas de um serviço. Na prática, entretanto, percebe-se que isso não acontece na maioria das vezes. Daí a necessidade de recorrer ao trabalho de revisão.

2.7. Parceria entre revisor e autor na nossa prática diária

A linguagem técnica, especificamente a de Engenharia, faz-se a partir dos conhecimentos específicos que a permeiam. Ainda que de posse de tais conhecimentos, os engenheiros devem adequar a redação dos textos à finalidade a que estes se propõem, tendo em mente que escrever “bem” não significa escrever “difícil”.

No exercício da profissão de revisor, atentamos sempre para alguns detalhes que fazem diferença, como, por exemplo, o de orientar os engenheiros em relação redação de seus manuais. Sugerimos, por exemplo, que evitem diversos vícios de linguagem que prejudicam a compreensão final do tema. É muito importante observar sugerir sem, entretanto, generalizar. Muitas vezes, o que parece incorreção pode ser proposital e fazer parte do estilo do redator ou do destaque que ele queira dar a algum trecho, como, por exemplo, o uso de pleonasmos e de adjetivos aparentemente supérfluos.

3. CONCLUSÃO

Após esse estudo, podemos depreender, entre outros aspectos, a necessidade de uma maior conscientização, por parte das empresas, em relação ao trabalho do revisor. Servindo não apenas como mantenedor da qualidade e da estética, o revisor funciona também como um mediador entre o autor e o seu público-alvo, atuando como o primeiro leitor do texto. Em se tratando da revisão do texto técnico de engenharia, podemos, inclusive, afirmar que, em diversas situações, além de propiciar aos técnicos uma compreensão clara e inteligível das instruções propostas em um manual, a revisão serve como um preventivo contra erros operacionais, evitando, na prática, equívocos que poderiam gerar perda de tempo e de dinheiro para as empresas. Fica, então, comprovada a grande importância desse profissional (revisor) não só nas áreas que mais valorizam a linguagem, mas em todas aquelas que utilizam a escrita como meio de comunicação. Seria, portanto, uma solução plausível e de grande valia, a inserção do revisor de textos nos mais diversos segmentos mercadológicos, de forma a quebrar o paradigma de que a sua atuação é restrita à área de Humanas. Acreditamos que, desta forma, além de se estarem abrindo os caminhos para o revisor, a manutenção da qualidade dos textos seria garantida. Consistiria, pois, em uma via de mão dupla, na qual áreas distintas se complementariam em busca de sucesso profissional. Além do trabalho de revisão, que visa a adequação do texto finalizado, outra sugestão válida, que pode e deve ser analisada em trabalhos futuros, é a reformulação dos currículos das áreas técnicas. A idéia seria aperfeiçoá-los, incluindo disciplinas que primassem pelos gêneros textuais próprios de cada área.

O revisor licenciado em Letras seria o profissional apto para ministrar essas disciplinas: elaboraria os currículos adequados, baseado em sua experiência e saberia como transmitir o conhecimento, aproveitando-se dos conteúdos gramaticais e didáticos aprendidos na sua formação.

REFERÊNCIAS

[1] BAGNO, Marcos (org.). Lingüística da Norma. São Paulo: Loyola, 2002. [2] BORBA, Francisco da Silva. Dicionário gramatical de verbos. Araraquara: Unesp, 1991. [3] BRASIL. Manual de Redação da Presidência da República; Gilmar Ferreira Mendes [et al.] – Brasília: Presidência da República, 1991. [4] CARVALHO, Nelly A terminologia científica. São Paulo: Ática, 1991. [5] CHAMADOIRA, João Batista, Uma modalidade de texto técnico: descrição de objeto.

Disponível em . Acesso em 07/03/2006. [6] CINTRA, Ana et al. Português instrumental. São Paulo: Atlas, 1995. [7] FRIEIRO, Eduardo. Os Livros: Nossos Amigos. Belo Horizonte: Itatiaia, 1999. [8] GARCIA, Othon. Maria. Comunicação em prosa moderna. Rio Janeiro: Fund. G. Vargas, 1985. [9] GENOUVRIER, Emile e PEYTARD, Jean. Lingüística e ensino do Português. Coimbra: Almeidina, 1973. [10] KOCK, Ingedore Grunfeld Villaça. Introdução à Lingüística Textual – Trajetória e grandes temas. São Paulo: Martins Fontes, 2004. [11] MARCUSCHI Luiz Antônio. Da fala para a escrita – Atividades de retextualização-, São Paulo, Cortez Editora, 2003 [12] MINAS GERAIS. Assembléia Legislativa. Manual de Redação Parlamentar – Belo Horizonte, 2005. [13] NEY, João Luiz. Prontuário de Redação Oficial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988. [14] PERINI-SANTOS, Pedro. Por que as pessoas têm dificuldade de escrever? – reflexões sobre a limitação repertorial e cognitiva da sociedade contemporânea. In: 1º ENCONTRO MINEIRO DE ANÁLISE DO DISCURSO. UFMG: 2005. [15] PETEROSSI, Helena G. Formação do professor para o ensino técnico. São Paulo: Ática, 1995. [16] SARAMAGO, José. História do Cerco de Lisboa. São Paulo: Companhia das Letras, 1989. [17] TECGRAF – PUC-Rio. Disponível em www.tecgraf.puc-rio.br. Acesso em 29/09/2005. [18] ULIJN, J. M. Reading for professional purpose: psylinguistics evidence in a crosslinguistic perspective. In: PUGH, A. K. and ULIJN, J. M. (ed.) Reading for profissional purposes languages, London: Henemann, 1984. [19] VALENÇA, Ana. Roteiro de Redação. Scipione, 1998. [20] VILLEGAS, Oscar Uribe. La sociolingüística actual — Algunos de sus problemas, plantemantos y soluciones. México, Universidad Nacional Autónoma de México, 1974. [21] WEINRICH, Harald. Estructura y función de los tiempos en el linguaje. Madrid: Gredos, 1968. [22] ZAMBONIM, João Devino. Língua natural: enfoque sócio-lingüístico. In: Alfa nº 33, Araraquara: Unesp, 1989.

Betania Viana Alves
Claudine Figueiredo Andrada

Fonte: www.senept.cefetmg.br

Dia do Revisor e do Diagramador

28 de Março

O diagramador faz diagramação. Diagramação (ou paginação) é o ato de diagramar (paginar) e diz respeito a distribuir os elementos gráficos no espaço limitado da página impressa ou outros meios. É uma das práticas principais do design gráfico, pois a diagramação é essencialmente design tipográfico.

A diagramação é aplicada em diversas mídias como jornais, livros, revistas, cartazes, sinalização, websites, inclusive na televisão. Atualmente, um diagramador também tem sido considerado, no Brasil e no exterior, um designer gráfico. Mesmo assim a diagramação não é uma atividade limitada a uma profissão específica.

A diagramação de publicações costuma seguir as determinações de um projeto gráfico, para que, entre outras coisas, se mantenha uma identidade em toda a publicação. Na diagramação, a habilidade ou conhecimento mais importante é o uso da tipografia.

Não existe curso superior de diagramação. Apenas disciplinas que fazem parte dos cursos de Comunicação Social, Desenho Industrial e Comunicação Visual, (onde se aprendem técnicas específicas para o desenvolvimento do trabalho) e Designer Gráfico.

Hoje em dia, o diagramador, seja de jornal, revista ou livro, atua na área de editoração eletrônica, aproveitando o avanço proporcionado pelo desenvolvimento tecnológico.

Ferramentas modernas, como os programas de computador Photoshop, Adobe InDesign, CorelDraw!, Quarkexpress auxiliam na execução do seu trabalho.
Este profissional é preparado para desenvolver projetos em áreas de atuação diversas relacionadas ao design gráfico tais como projetos gráficos editoriais, identidade coorporativa, tipografia, interfaces gráficas, projetos de sinalização, material promocional, embalagens e websites, entre outros.

O curso mais indicado para diagramador é o de Designer Gráfico.

Tipos de Curso de Designer Gráfico

a) Nível Superior – Bacharelado

Duração média de 4 anos, com apresentação de Trabalho de conclusão de curso(TCC). O curso de bacharelado em Design pode oferecer habilitações em Design gráfico, Marketing, Design industrial ou Web design. O currículo é flexível, com diversas possibilidades de ênfases a escolher durante o curso, capacitando o aluno pelas suas habilidades individuais.

O currículo abrange disciplinas como ergonomia, história, desenho técnico e artístico, mercadologia, sociologia, modelagem, comunicação visual, editoração eletrônica e fotografia, entre outras. O curso de Design gráfico pode aparecer também, em algumas instituições, com uma habilitação do curso de Artes visuais, sendo que outros cursos, como Arquitetura e Urbanismo, Artes Plásticas, Produção Editorial ou Desenho Industrial, também oferecem formação para a atuação nesta área.

b) Nível Superior – Tecnólogo

Duração entre 2 e 4 anos, dependendo do curso.

Os cursos tecnológicos na área de Design Gráfico são: Artes Gráficas, Artes Plásticas, Design do Produto e Internet. O currículo básico de todos os cursos é composto por disciplinas nas áreas de estética, sociologia, história da arte, informática aplicada, comunicação visual, desenho técnico e artístico, metodologia e psicologia aplicada. Dependendo da área de concentração de estudos, os cursos englobam disciplinas mais específicas, como design do produto e tecnologia de materiais, para o curso de Design do Produto; cenografia e figurino para o tecnólogo em Artes Plásticas; editoração eletrônica e tratamento de imagens para o curso de Artes Gráficas.

c) Nível médio - Curso Técnico

Duração de 1 a 2 anos. Os cursos técnicos na área de Design Gráfico se apresentam mais como uma especialização, pois o aluno deve estar cursando ou já ter concluído o ensino médio. Existem vários cursos que oferecem habilitações em áreas correlatas do Design Gráfico, entre eles podemos citar: Técnico em Produção Digital – Web e Multimídia, Técnico em Produção Gráfica e o Técnico em Design Gráfico, propriamente dito.

d) Cursos Livres

Existem diversos cursos livres na área de Design Gráfico, que oferecem habilitações variadas dentro da carreira, por exemplo, Ilustração Digital, Desenvolvimento de embalagens, Design para Web, Produção gráfica, Identidade visual, Animação, entre outros.

Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho na área de Design Gráfico está em franca ascensão, inclusive porque, o designer ainda pode inaugurar novos campos de trabalho como empreendedor e pesquisador dentro de sua área de atuação, desenvolvendo projetos baseados nas tendências da atualidade e adaptados a necessidades específicas do seu nicho profissional, a partir das relações homem/espaço/comunicação, transpondo os desafios de uma sociedade em constante transformação.

O profissional em Design Gráfico pode atuar como webdesigner, criando sites para a Internet; como programador gráfico, produzindo vinhetas e peças publicitárias para mídia impressa ou televisiva, ou ainda, trabalhar com editoração eletrônica, fazendo a diagramação de jornais, revistas, folhetos e livros.

Ofertas de Emprego

Apesar de as ofertas de trabalho para o profissional em Design Gráfico ainda estarem concentradas nas grandes cidades do Sul e Sudeste, várias oportunidades começam a aparecer nas cidades de pequeno e médio porte, principalmente no interior de São Paulo.

As empresas que mais empregam este profissional são as agências de publicidade, escritórios de design e de promoção de eventos.

Cresce a oferta de vagas nas empresas da mídia impressa e televisiva, além da procura por profissionais especializados na criação de sites, campo de trabalho bastante promissor, onde o profissional vai atuar como autônomo.

Faixa Salarial

O salário inicial médio varia conforme a região de atuação e o porte da empresa contratante. A nível nacional o bacharel em Design Gráfico tem uma remuneração em torno de R$ 1.500,00.

Os profissionais com graduação tecnológica, contratados na região metropolitana de São Paulo como diagramadores, tiveram um rendimento mínimo mensal de R$ 1883,00. O máximo encontrado foi de R$ 2460,00, ficando na média de R$ 2827,00.

Fonte: www.cursocerto.com.br

Dia do Revisor e do Diagramador

28 de Março

Define-se a revisão de texto como as interferências no texto visando sua melhoria. Essas mudanças podem atingir palavras, frases ou parágrafos e ocorrem por cortes, inclusões, inversões ou deslocamentos. A pessoa encarregada dessa tarefa é chamada de revisor de textos, cujo papel é verificar, com o editor da matéria, orientador ou co-autores, se há erros de ortografia, se a matéria está corretamente direcionada aos fatos citados, entre outros. Tratando-se de um processo de autorrevisão, as mudanças são feitas pelo próprio autor sem a ajuda de colega ou do revisor.

O revisor exerce uma função essencial nas profissões de Jornalismo e Editoração, nas quais a revisão é parte do processo de elaboração do produto final (jornal, revista ou livro), bem como na finalização do trabalho acadêmico. No entanto, muitas empresas jornalísticas reduziram ou mesmo eliminaram as equipes de revisores após a introdução da informática nas redações, como se os corretores ortográficos pudessem suprir sua falta – o que está longe de ocorrer. Raro também é que as instituições de ensino e pesquisa estejam dotadas de revisores de textos.

Todo texto deve ser submetido a diversas fases de revisão; as primeiras e a última pelo próprio autor, mas outras pessoas devem revisar o trabalho para que os diversos tipos de problemas sejam reduzidos ao mínimo.

O autor, devido à sua familiaridade com o assunto e proximidade ao texto, quase sempre comete lapsos e equívocos que ele próprio não identifica em sucessivas leituras de seu trabalho. Mesmo os orientadores acadêmicos, formalmente responsáveis pelo acompanhamento da produção, pelos mesmos motivos, estão sujeitos a tais enganos e lapsos.

Os revisores profissionais trabalham melhor se o texto lhes for entregue “pronto”, inteiro, de forma que depois de revisado não sofra mais modificações. A última fase será a conferência por parte do autor das interferências do revisor, para verificar se suas intenções e idéias foram corretamente interpretadas.

Tipos de revisão de textos

Revisão primária

Para alguns, confunde-se com o copidesque (em inglês copy desk) ou com preparação de texto (em inglês revision); aponta incoerências, repetições, uso incorreto da língua e falta de normalização. Normalmente inclui mecanismos eletrônicos de verificação da ortografia e sintaxe. Em alguns casos inclui a formatação de texto, inclusive em se tratando de trabalho acadêmico, quando serão obedecidas normas da ABNT, Vancouver, APA, ISO, por exemplo, ou as normas da própria instituição ou veículo a que se destina o texto. Nesta fase é comum e aconselhável a interação com autor ou autores, bem com editores, orientadores e outros responsáveis pelo texto.

Revisão secundária

Verifica uniformidade e constância temporal e pessoal das formas verbais, vícios de eufonia, linguagem oral ou desconhecimento etimológico, clareza, ordenação sintática e hierarquização das idéias.

Verificação “final” de todos os aspectos lingüísticos, metodicamente, conferindo os diferentes aspectos na seguinte ordem:

erros de digitação, ortografia, pontuação e concordância não detectáveis pelos revisores eletrônicos

uniformidade e constância temporal e pessoal

vícios decorrentes da linguagem oral ou desconhecimento etimológico

vícios de eufonia (cacófatos e outros)

ordenação sintática e hierarquização das idéias.

Revisão de provas

Um revisor lê a obra já diagramada em formato de página (em inglês proofreading), checando não só erros de português como inconsistências de tipologia, espaços a mais ou a menos, numerações, “caminhos de rato”, “viúvas”, “forcas” e similares problemas de paginação.

Revisão acadêmica

Revisão de teses, dissertações, monografias, artigos, comunicações e trabalhos acadêmicos em geral. Normalmente requer a interferência de profissional habituado ao jargão universitário, familiarizado com as normas e objetivos do texto científico.

Revisão técnica

Inclui interferência crítica feita por um profissional com qualificação acadêmica no objeto do trabalho, proporcionando ao autor a tranquilidade de uma opinião externa e descomprometida com o conteúdo do texto e com a sua produção, sendo um importante recurso para os autores que trabalham distantes de seus orientadores formais.

Revisão final

No jargão dos revisores, conhecida como “cata piolho” e outras expressões do gênero. Refere-se à última leitura do texto, antes do esgotamento do prazo para entrega. Verifica todas as mínimas questões remanescentes; e sempre haverá mais a ser revisado, enquanto houver tempo.

Listas de checagem

Diversos revisores usam listas de checagem (em inglês cheklists) nas diversas fases da revisão. Estas listas, longe de substituírem a leitura atenta e o conhecimento linguístico e a vivência profissional, subsidiam a rotina de trabalho, favorecendo o treinamento dos profissionais em formação e garantindo a padronização em equipes de trabalho. Nenhuma lista de checagem é completa ou perfeita, elas se sobrepõem e se complementam.

Checagem objetiva

Primeira etapa

Tem o objetivo de corrigir principalmente os erros e textos em versão eletrônica, eliminando os erros recorrentes deste tipo de redação e edição pelo autor, ou autores e demais pessoas que interferiram no texto, editores ou orientadores – por exemplo. O quadro que se segue exemplifica o procedimento, mas não o esgota.

Bibliografia

1. ANDRASICK, Kathleen, D. “Independent repatterning: Developing self-editing competence”. English Journal, v. 82, n. 2, p. 28-31, 1993.
2. ARROJO, Rosemary. “A relação exemplar entre autor e revisor (e outros trabalhadores textuais semelhantes) e o mito de Babel: alguns comentários sobre História do Cerco de Lisboa, de José Saramago”. D.E.L.T.A. v. 19, n. Especial, 2003.
3. BUENO, Silvia Senz. “‘En lugar de la Mancha’... Procesos de control de calidad del texto, libros de estilo y políticas editoriales”. Panace@. v. VI, n. 21-22, set.-dez. 2005.
4. CÁLIS, Orasir Guilherme Teche. A reescrita como correção: sobras, ausências e inadequações na visão de formandos em Letras. Dissertação (Mestrado), Universidade de São Paulo. São Paulo, 2008.
5. DAIUTE, Colette. “Physical and cognitive factors in revising: Insights from studies with computers.” Research in the Teaching of English, v. 20, n. 2, p.141-159, 1986.
6. GEHRKE, Nara Augustin. “Na leitura, a gênese da reconstrução de um texto.” Letras de Hoje, v. 28, n. 4, p. 115-154, 1993.
7. HAWISHER, Gail E. “The effects of word processing on the revision strategies of college students”. Paper presented at the Annual Meeting of the American Educational Research Association (San Francisco), 1986. (ERIC Document Reproduction Service No.ED 268 546)
8. HUNTER, Sylvia. “Why copy editors matter”. Journal of Scholarly Publishing. out. 2004.
9. IRBY, Janet R. “How does a story grow?: Revision as collaboration". Quill and Scroll, v. 69, kn. 3, p. 7-9, 1995.
10. KURTH, Ruth J. “Using word processing to enhance revision strategies during student composing.” Paper presented at the Annual Meeting of the American Educational Research Association (San Francisco), 1986. (ERIC Document Reproduction Service No.ED 277 049)
11. LEHR, Fran. “Revision in the writing process”. (ERIC Document Reproduction Service No. ED ED379 664)
12. LEFFA, Vilson J. “O processo de auto-revisão na produção do texto em língua estrangeira”. Trabalho apresentado no XI Encontro Nacional da ANPOLL, João Pessoa, 2 a 6 de junho de 1996.
13. LEVESQUE, France. “Réviseur: un métier, deux pratiques”. Rédiger. n. 2, 1998.
14. MacDONALD, Susan. “Becoming editors”. English Quarterly, v. 25, n. 1, p. 14-18, 1993
15. MARTINS FILHO, Plínio. “O bom revisor de textos”. Em: RIBEIRO, Ana Elisa; COSCARELLI, Carla Viana (org.). Conversas com editores. Belo Horizonte: UFMG, 2007. (Cadernos Viva Voz)
16. PLUMB, Carolyn et al. “Error correction in text: Testing the processing-deficit and knowledge-deficit hypotheses.” Reading and Writing: An Interdisciplinary Journal; v. 6, n. 4, p. 347-60, 1994.
17. POWERS, Rachel L. “The editors' table: Best seat in the classroom”. Perspectives in Education and Deafness, v. 13, n. 3, p. 20-21, 1995.
18. RIBEIRO, Ana Elisa. “Em busca do texto perfeito: (in)distinções entre as atividades do editor de texto e do revisor de provas na produção de livros”. Anais do XII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação da Região Sudeste, Juiz de Fora (MG). São Paulo: Intercom, 2007.
19. RIBEIRO, Ana Elisa. “Recados ao revisor de textos: representações do profissional de texto nas crônicas de Eduardo Almeida Reis”. Verso e Reverso. v. 22, 2008.
20. SALGADO, Luciana S. “O autor e seu duplo nos ritos genéticos editoriais”. Eutomia, n. 1 (525-546), 2008.
21. SALGADO, Luciana S. Ritos genéticos no mercado editorial: autoria e práticas de textualização. Tese (Doutorado), Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2007.
22. SOMMERS, Nancy. Revision strategies of student writers and experienced adult writers. Washington, DC: National Institute of Education, 1982. (ERIC Document Reproduction Service No.ED 220 839)
23. VAN DE POEL, Kris (org), “Text editing: from a talent to a scientific discipline.” Antwerp Papers in Linguistics n. 103, Antuérpia: Universiteit Antwerpen, 2003.
24. VIGNEAU, François et al. “La révision de texte: une comparaison entre réviseurs débutants et expérimentés”. Révue des sciences de l’éducation. vol. XXIII, n. 2, pp. 271-288, 1997.
25. VITA, Ercilene Maria de Souza. O sujeito, o outro e suas relações com o texto na revisão de textos escolares. Dissertação (Mestrado), Universidade de São Paulo. São Paulo, 2006.
26. YAMAZAKI, Cristina. “Editor de texto: quem é e o que faz”. Anais do XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, Santos (SP). Intercom: São Paulo, 2007.
27. YAMAZAKI, Cristina. “Por uma edição de livros sem preconceitos”. Anais do XIII Colóquio Internacional de Comunicação para o Desenvolvimento Regional, Pelotas (RS). Intercom: São Paulo, 2008.
28. YODER, Sue Logsdon. “Teaching Writing Revision: Attitudes and Copy Changes”. Journalism Educator, v. 47, n. 4, p. 41-47, 1993.

Fonte: pt.wikipedia.org

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal