Açougueiro
pessoa que “ganha a vida” esquartejando e vendendo pedaços de animais mortos;
Pecuária
sistema onde muitas pessoas "ganham a vida" matando animais. Os corpos destes animais são enviados para que aqueles que igualmente "ganham a vida" possam esquartejá-los;
Alimentação
conjunto das substâncias que as pessoas ingerem.
Historicamente, o tempo da barbárie acabou: tempo em que o homo sapiens da pré-história caçava, sangrava e comia animais. É lamentável constatar que em pleno século XXI, essa barbárie, de fato, não acabou. Ela foi modernizada, implementada e covardemente camuflada sob a luz da “ignorância” coletiva.
Seguindo padrões internacionais com rígidas normas de higiene e técnicas avançadas, o caçador da pré historia transformou-se em um lucrativo agenciador de vidas. Uma grande rede de pessoas envolvidas em um arcaico sistema de violência e exploração da vida animal se faz presente.
Cada pessoa dessa rede tem sua própria função:
Uns, sempre com os olhos fixos no comércio imobiliário em busca de áreas onde florestas serão dizimadas e vidas serão confinadas.
Outros, com os olhos fixos em leilões e oportunidades de “bons” negócios na compra de vidas.
Uns, com os olhos fixos nas altas e baixas das bolsas de valores, acompanhando o frenético sobe e desce do preço da vida no mercado de exportação.
Outros, com os olhos fixos nas técnicas de inseminação artificial que renderão melhores matrizes, garantindo o aumento do rebanho de vidas.
Uns, com os olhos fixos nos melhores transportes que levarão milhares de vidas para serem abatidas.
Outros, com os olhos fixos em equipamentos e maquinários construídos exclusivamente para ceifar vidas.
Uns, com os olhos fixos no sistema de distribuição, marketing e venda de corpos já sem vida.
Outros, com os olhos fixos unicamente no poder monetário.
E assim, essa equivocada rede contra o direito à vida senciente vai se alastrando por todas as partes do Planeta, favorecendo-se de uma consciência de massa anestesiada. Mas no meio desse caos fomentado pela violência, ganância, ignorância, exploração, abuso, desrespeito, intolerância, farsa e traição, surge também uma necessária, imensa, única e verdadeira rede de amor pela vida.
E as pessoas que comungam dessa fraternal rede, doam incondicionalmente bondade e generosidade por todas as formas de vida. Elas estão trabalhando arduamente para que o antídoto contra esse sistema que anestesia as mentes seja desativado.
Esse poderoso antídoto se chama CONSCIENTIZAÇÃO. A pessoa
que não quiser se deteriorar junto com o sistema e almejar viver em
um mundo mais equilibrado, um mundo de beleza, alegria, paz e justiça,
deverá imediatamente buscar por esse antídoto, pois somente
ele será capaz de acabar de vez com o dissimulado tempo das barbáries.
Fonte: www.ranchodosgnomos.org.br
Açougueiro
também se diz "homem do talho".
"A palavra "açougue" é um vocábulo de origem árabe (as-soq), que é completamente vernácula no português lusitano e profusamente utilizada no interior do país.
É rara a cidade, vila ou povoado que não tem uma Rua do Açougue, ou Travessa do Açougue.
O que acontece é que a palavra caiu em desuso em Lisboa e algumas outras regiões do país, onde passou a ser considerada um arcaísmo, sendo substituída por "talho", o local onde se "talha" ou corta a carne, enquanto que o "açougue" original era o local onde também se matavam os animais."
Participar do recebimento da carne, proceder verificação da qualidade, fazer o retalhamento das peças, utilizando instrumentos e técnicas apropriadas.
Acompanhar o recebimento da carne, verificando sua quantidade e qualidade.
Armazenar os diferentes tipos de carne em locais apropriados, para evitar sua deterioração.
Retalhar as peças conforme a necessidade, fazendo o pré-preparo de acordo com o cardápio diário, utilizando-se de equipamentos e técnicas adequadas.
Proceder controles estabelecidos na área de atuação.
Manter a ordem e higiene do local, a fim de evitar acidentes e proliferação de insetos, conservando a qualidade do produto.
Zelar pela guarda, conservação, limpeza e segurança dos equipamentos, instrumentos e utensílios peculiares ao trabalho, bem como dos locais, comunicando qualquer irregularidade.
Desempenhar outras atividades correlatas e afins.
Fonte: www.unesp.br