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Dia do Comércio

30 de Outubro

OMC - Organização Mundial do Comércio

O que é a OMC, objetivos, funções, Rodada de Doha, comércio mundial, combate ao protecionismo

O que é

A OMC (Organização Mundial do Comércio) é uma instituição internacional que atua na fiscalização e regulamentação do comércio mundial. Com sede em Genebra (Suíça) foi fundada em 1994, durante a Conferência de Marrakech.

Funções da OMC

Regulamentar e fiscalizar o comércio mundial

Resolver conflitos comerciais entre os países membros

Gerenciar acordos comerciais tendo como parâmetro a globalização da economia

Criar situações e momentos (rodadas) para que sejam firmados acordos comerciais internacionais

Supervisionar o cumprimento de acordos comerciais entre os países membros.

As reuniões da OMC: rodadas

As reuniões da OMC, também chamadas de rodadas, ocorrem de tempos em tempos e costumam durar anos. Estas rodadas tem como objetivo principal o estabelecimento de acordos comerciais em nível mundial.

Atualmente, a OMC coordena a Rodada de Doha, que teve início em 2001 e ainda não terminou.

Com a participação de 149 países (inclusive o Brasil) esta rodada tem como objetivo principal a diminuição das barreiras comerciais e do protecionismo comercial no mundo, focando o livre comércio para as nações em processo de desenvolvimento econômico.

Os principais temas tratados na rodada de Doha são: tarifas de comércio internacional, processos de facilitação de comércio, subsídios agrícolas e regras comerciais.

Fonte: geocities.com

Dia do Comércio

30 de Outubro

Comércio é toda ação que tem como objetivo principal a compra e revenda de mercadorias. Comércio é, portanto, o conjunto de atividades necessárias para tornar um produto disponível aos consumidores, em determinado lugar, no tempo solicitado e em quantidades e preços especificados.

PARA QUE TROCAR?

O fato de os países trocarem mercadorias e serviços entre si tem uma resposta simples: nenhuma nação é auto-suficiente, ou seja, nenhum país produz todos os bens de que precisa, por falta de condições ou por falta de interesse mesmo.

Daí os países buscarem produzir bens valorizados em outras regiões de consumo, fabricados ou gerados por eles com mais eficiência. O objetivo, obviamente, é conseguir vantagens no mercado internacional.

Um país de clima quente, nesse caso, será exportador em potencial de alimentos tropicais para locais de clima frio.

Nações desenvolvidas, como Estados Unidos, Alemanha e Japão, por sua vez, ao manter parques industriais, vão possibilitar a fabricação de produtos de alta tecnologia.

Isto demonstra a fundamental importância que o comércio adquiriu na economia de todos os países, tornando-se um ponto muito importante no processo de globalização, uma vez que cada nação irá se dedicar a setores considerados vantajosos em sua economia, excluindo os menos lucrativos.

TIPOS DE COMÉRCIO

A atividade comercial se subdivide em duas partes distintas: o comércio atacadista e o comércio varejista. O primeiro funciona basicamente como centro de distribuição de mercadorias para o próprio comércio varejista, para que este último atenda a sua finalidade específica que é fornecer ao público em geral os produtos necessários.

O comércio pode ainda ser classificado, segundo sua organização, em formal e informal. É dito formal quando a atividade comercial se realiza através de empresa juridicamente constituída para tal fim, com registro, razão social e endereço definidos, caso contrário diz-se informal. O melhor exemplo de comércio informal é aquele que é realizado através de camelôs.

O surgimento e o crescimento da atividade comercial estão diretamente relacionados ao surgimento e o grau de prosperidade das próprias cidades, daí ser caracterizada como uma atividade tipicamente urbana.

O Comércio no Mundo

Nossa data de destaque, desta vez, é o Dia do Comércio, um importante segmento da economia, não só no Brasil, mas no mundo todo.

E é por aí que nós vamos começar: pelo comércio internacional. Vamos voltar no tempo, recordar as aulas de história, sobre mercantilismo, para entender um pouco mais a atividade comercial. Desde a época da expansão marítima, quando os Estados mercantis da Europa foram buscar outros mercados em outros continentes, que as trocas mundiais aumentaram bastante. Entre meados do século XIX e a Primeira Guerra Mundial, a relação comercial entre os países cresceu ainda mais, e se intensificou depois da Segunda Grande Guerra. Para se ter uma idéia, o total de dinheiro arrecadado com o comércio no mundo passou de U$ 61 bilhões, em 1950, para U$ 5,61 trilhões, em 1999, de acordo com a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad).

Conforme dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), o comércio vem crescendo mais que a produção mundial (PIB). De 1979 até 1988, a média anual do crescimento do comércio foi de 4,3%, enquanto o PIB teve uma taxa de 3,4%.

Agora compare com o período que vai de 1989 a 1998, no gráfico ao lado:

Como você pode notar, a porcentagem do comércio aumentou, enquanto o PIB se manteve no mesmo nível.

Esta comparação do comércio com o PIB mundial é sempre usada por organismos internacionais para calcular a taxa de crescimento comercial e quanto maior for a diferença entre os dois, maior terá sido o aumento das trocas.

O crescimento acelerado do comércio tem uma explicação. Ele se deve à diminuição das barreiras alfandegárias e ao desenvolvimento das telecomunicações e dos transportes. O maior acesso da população às novas tecnologias de comunicação, devido ao seu barateamento, permite a pesquisa de mercado e a realização de novos pólos de compra e venda. Já no caso da melhoria dos meios de transporte, a construção e o aperfeiçoamento de rodovias, ferrovias, portos marítimos e aeroportos, naturalmente, facilitam o deslocamento de produtos.

O Comércio na Economia Brasileira

A Pesquisa Anual de Comércio de 2000, realizada pelo IBGE, traz as informações mais atuais sobre o comércio nacional:

O número estimado de empresas comerciais constituídas no Brasil chegou a l milhão e 125 mil, o que significa uma variação de 65,4% em relação a 1990.

A região Sudeste, onde está a maior parcela da população brasileira e onde também é mais elevado o nível de desenvolvimento econômico, reúne mais da metade dos estabelecimentos comerciais do país o número de empresas varejistas (87,1% do total) é maior do que as atacadistas (6,7%), com 77,6% da mão-de-obra empregada contra 14% no comércio atacadista o número de empresas atacadistas cresceu 25,95% , nesses dez anos (de 1990 a 2000) a década de 90 registrou um aumento da receita total no segmento de hiper/supermercados. Em 2000, a receita total dos 5000 maiores hiper/supermercados foi de R$ 48 533 bilhões, enquanto em 1990 essa receita era de R$23,5 milhões.

A atividade comercial brasileira passou por dois momentos distintos. Uma fase de expressivo crescimento (em 1994 e 1995), proporcionado pelo ganho real de salários, com a estabilização da inflação; e um período de forte diminuição (com início em 1996 e aprofundamento a partir de 1997), em função das medidas de ajuste econômico necessárias perante a possibilidade do desequilíbrio das contas externas do país (o que poderia ocasionar a volta da inflação).

Os aumentos das taxas de juros e do desemprego, a redução dos gastos públicos e do salário médio real e, por último, a forte desvalorização da moeda, resultantes da política de ajustamento econômico do período, afetaram a atividade econômica em geral e, naturalmente, o setor comercial. A retração do setor, registrada até 1997, manteve-se no período até 1999.

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Dia do Comércio

30 de Outubro

O COMÉRCIO ELETRÔNICO NO BRASIL

A Internet não surgiu como a vemos hoje. Na época da Guerra Fria os norteamericanos desenvolveram uma rede para manter as comunicações entre as bases militares. Essa rede era conhecida como ArphaNet. Com o fim da Guerra Fria, deixou de ser segredo de guerra. Como a tecnologia já existia, permitiram que cientistas a utilizassem nas universidades. Com o advento da World Wide Web, a rede foi enriquecida, pois o conteúdo ganhou cores, imagens, sons e vídeos.

Através de um inteligente sistema de localização de arquivos, a internet proporciona um ambiente para que cada informação tenha um endereço personalizado, que pode ser acessado por qualquer usuário.

Podemos conceituar Internet como “um conjugado de computadores interligados em várias redes, que se comunicam em protocolos unificados, de forma que as pessoas que estão conectadas usufruam de serviços de informação e comunicação de alcance mundial.”

A Internet no Brasil teve início em 1991, com o advento da a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), que era um sistema acadêmico ligado ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia). Ainda hoje, a RNP é o "backbone" principal, e abrange instituições e centros de pesquisa, universidades e laboratórios. Com isso, a RNP se responsabiliza pela infra-estrutura de interconexão e informação, controlando o “backbone”.

No ano de 1994, a EMBRATEL lançou, de forma experimental, o acesso online, para saber mais sobre ela. Somente em 1995 é que se deu a liberação para o setor privado ter acesso à Internet, para estudar como explorar comercial os seus benefícios. Essa liberação, passados 20 anos, mostra um cenário bem diferente. Segundo Monteiro (2006), o Brasil é responsável por 50% de toda a transação de e-commerce na América Latina, e titular de cerca de 800.000 domínios com extensão “.br” e 80.000 domínios “.com”.

E-commerce ou E-business?

Segundo o conceito de Idesis, "E-commerce significa comércio eletrônico, ou seja, o conjunto de atividades comerciais que acontecem on line. A diferença entre E-commerce e E-business, expressões que muitas pessoas confundem, existe. Ebusiness não envolve transação comercial, é um negócio eletrônico, uma negociação feita pela Internet mas que não envolve necessariamente uma transação comercial. É um erro de quem está no mercado utilizar estas duas expressões para dizer sobre a mesma coisa". Exemplificando, podemos citar um Diretor de Ecommerce e um d E-Bussines. O primeiro atua na área de vendas, e é responsável pelas relações comerciais da empresa na Internet. O segundo atua não atua na área de vendas, e é o responsável pelas negociações da empresa na Internet.

Formatos do Comércio Eletrônico

A internet hoje praticamente monopoliza o comércio eletrônico. De acordo com os ensinos de Potter e Turban (2005), existem vários tipos de Comércio Eletrônico.

Os mais comuns são:

B2B – BUSSINES-TO-BUSSINES

É a Negociação Eletrônica entre empresas. Muito comum, é a modalidade que mais movimenta importâncias monetárias. Em 2005, segundo a Revista InfoEXAME, foi movimentado 67bilhões de dólares no mercado eletrônico brasileiro. Somente a Petrobrás foi responsável por 45 bi de dólares em B2B.

B2C – BUSSINES-TO-CONSUMERS

Negociação Eletrônica entre empresas e consumidores. Esta modalidade representa a virtualização da compra e venda. A diferença é que as pessoas escolhem e pagam os produtos pela internet. Segundo estudo da Revista InfoExame, em 2005 foi movimentado pelas 50 maiores empresas de e-commerce no Brasil, o montante de 3bilhões. Somenta a Gol Linhas Aéreas movimentou mais de 1bilhão. Podemos citar exemplos de B2C com o site www.americanas .com, www.submarino.com.br, etc.

C2B – CONSUMERS-TO-BUSSINES

Negociação Eletrônica entre consumidores e empresas. E o reverso do B2C, também chamado de leilão reverso. Acontece quando consumidores vendem para empresas. Esta modalidade começa a crescer no Mercado eletrônico, pois uma empresa que deseja adquirir um produto, anuncia na rede a intenção de compra. Os consumidores que possuem o que a empresa quer, faz a oferta.

C2C – CONSUMER-TO-CONSUMER

Negociação Eletrônica entre consumidores. Esta modalidade é muito comum, efetua muitas negociações, mas de valores pequenos. O exemplo mais conhecido no Brasil desta modalidade é o site www.mercadolivre.com.br

O Mercado Eletrônico Brasileiro

O mercado eletrônico brasileiro é um tanto quanto representativo no contexto mundial. De acordo com a pesquisa do site www.ecommerce.org, o Brasil está em 14º colocado em número de internautas, representando 14% da população brasileira. Este percentual, apesar de baixo, está bem próximo da média mundial de acessos on-line.

Dados apurados pela empresa Nielsen Netratings, mostram que existem 11,3 milhões de internautas ativos na internet brasileira, ficando 18 horas por mês navegando, acessando em média 47 minutos a cada sessão de navegação. Este volume cada vez mais crescente de internautas, movimentou em 2005 2,5 bilhões de reais somente no varejo on-line, segundo dados da empresa E-Bit, especializada em dados do mercado eletrônico brasileiro. Este mesmo estudo informa que a projeção para 2006 é de R$ 3,9 bilhões, representando 56% de aumento em relação ao exercício de 2005.

A 14ª Edição do relatório Webshoppers, mostra a segmentação das compras on-line: as vendas referentes ao dia das mães, movimenta R$ 92 milhões; as referentes ao dia dos namorados, movimenta R$ 86 milhões; O dia dos pais aumenta para R$ 101 milhões; O dia das crianças fica responsável por R$ 108 milhões e o natal atinge a incrível marca de R$ 458 milhões de reais.

O consumidor on-line

Albertin (2005), ensina que a internet se apresenta como o mais popular serviço da infovia, representando uma combinação de utilizações que permitem fazer uso de correios (e-mail), telefones (voip), transações financeiras (compra e venda), pesquisas bibliográficas. Este utilização acontece em fração de segundos, e pode ser acessada de qualquer lugar do planeta, desde que tenha acesso a internet. Para que funcione, a internet precisa ser acionada por pessoas, que por sua vez, utilizam a internet para agrupar em comunidades virtuais, e na opinião de Armstrong e Hagel III, citados por Albertin (2005), a noção de comunidade tem sido o coração da internet. E isso não é nenhuma novidade. Desde o início a internet é utilizada por comunidades de cientistas que compartilham dados e informações.

Albertin (2005) consegue delimitar este cenário, dividindo as comunidades em quatro grupos: comunidades de transação, de interesse, de fantasia e de relacionamento. As comunidades de transação são as que fazem a intermediação de compra e venda de produtos, serviços e informações, e as conhecemos no formato de lojas on-line. As comunidades de interesse são as que reúnem pessoas com os mesmos interesses, permitindo assim o intercâmbio de informações. Os integrantes geralmente não possuem relações pessoais, delimitando seus contatos apenas em função dos temas que sejam comuns. Estas comunidades são muito comuns na internet, e se apresentam no formato dos fóruns e listas de discussão.

As comunidades de fantasia são representadas por pessoas que lançam personagens ou estórias, e geralmente oferecem entretenimento aos internautas que acessam estas comunidades. As comunidades de relacionamento são aquelas em que as pessoas se reúnem em função dos vínculos de amizade. Diferentemente das comunidades de interesse, aqui é necessário ter algum vínculo de amizade ou de família para fazer parte da comunidade.

Para o comércio eletrônico as comunidades são de grande utilidade para o marketing virtual, pois uma empresa pode divulgar seus produtos diretamente nas comunidades que sejam um público alvo em potencial para o seu produto. A partir disso, encontramos dados consistentes, apurados pela E-bit, que nos permitem tecer algumas ponderações específicas sobre o perfil do e-consumidor brasileiro. É comum em todas as pesquisas que o número de internautas no Brasil tem crescido a cada ano.

Os consumidores on-line brasileiros gastam mais com livros, jornais e revistas, e logo em seguida com cd’s e dvd’s. O primeiro grupo, de cultura e informação, representa 18,4% das vendas no varejo on-line, seguidas dos produtos de entretenimento, que representa 15,9%. Os eletrônicos aparecem em terceiro lugar, com equipamentos eletrônicos. Em cifras, estes índices representam, respectivamente R$ 702.000, R$ 620.000 e R$ 327.000. A partir deste cenário, podemos concluir que o consumidor on-line brasileiro gasta mais com cultura e informação, e depois com entretenimento.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALBERTIN, Luiz Alberto. Comércio Eletrônico. 5. Ed.- São Paulo: Atlas, 2004
MONTEIRO, Antônio. Escolha seu .com. 1. Ed – São Paulo: Brasport, 2005
POTTER, Richard. TURBAN, Efraim. RAINER, Kelly. Administração de Tecnologia da
Informação. 3. Ed. – São Paulo:Campus, 2005
REGGIANI, Lúcia. As cifras do e-commerce. Revista InfoExame. Agosto de 2006, p. 46-53.

Fonte: www.ufpa.br

Dia do Comércio

30 de Outubro

É necessário que os jovens comerciários de hoje entendam que as nossas conquistas, nossos direitos, e até mesmo nossos deveres, não nos foram dados de graça, foram conquistados por todos com muita luta e sacrifício.

A história dos Comerciários começa a ser construída em 1908 por Turíbio da Rosa Garcia e alguns outros grandes companheiros, que criaram a União dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro. Naqueles duros anos, a exploração e os abusos praticados pelas empresas retratavam condições de trabalho praticamente escravo. Muitos chegavam a dormir no emprego, sem tempo para voltar para casa após jornadas de mais de 16 horas diárias.

Foi onde os Caixeiros, Escriturários, Guarda Livros e outros uniram-se para se defenderem dos abusos e da escravização a que eram submetidos.

Humberto de Campos em suas Memórias transcreveu:

"Era meia noite, no alto de uma escada arrumava as prateleiras da Transmontana - Mercearia de Secos e Molhados.

O murmúrio da rua chegava até os meus ouvidos, quando espocados os foguetes eu parei por um momento para ouvir aquela cantoria. Era a VIRADA DO SÉCULO - 1900!! O português dono da Mercearia gritava lá de baixo: Oi ! menino porque estás parado? Prossiga".

Humberto de Campos era o menino que o português chamava, a Mercearia de Secos e Molhados é o que hoje chamamos de SUPERMERCADO. O que mudou de lá pra cá? Muita coisa. Então, a esses homens que fizeram essa mudança é dedicado o mês de Outubro.

Em 29 de outubro de 1932, às 10 horas da manhã, alguns companheiros Caixeiros da Rua da Carioca, Gonçalves Dias, Largo de São Francisco, Rua do Ouvidor e adjacências aglomeraram-se no Largo da Carioca onde havia a Galeria Cruzeiro e organizaram a histórica Passeata dos 5.000 até o Palácio do Catete, que era a sede do Governo Federal.

O então Presidente da República Getúlio Vargas recebeu da massa de trabalhadores na sacada do palácio, suas reivindicações, que eram entre outras a Redução da Jornada de Trabalho e o Direito ao Descanso Semanal Remunerado aos Domingos.

Prontamente o Presidente da República ordenou que naquele mesmo dia memorável fosse assinada a REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO de 12 horas para 8 horas pelo Dr. Pedro Ernesto que foi a primeira lei em nosso benefício (Decreto-Lei nº 4.042 de 29/10/1932), e que também regulamentou o funcionamento do Comércio.

A partir daí, o Comerciário (Balconistas, os Vendedores antigamente denominados de Caixeiros) não precisariam dormir nos seus empregos, como fazia Humberto de Campos, quando trabalhou na MERCEARIA TRANSMONTANA.

Devemos aos eminentes Getúlio Vargas, Lindolpho Collor e Pedro Ernesto essa nova situação, pois os Caixeiros deixaram de ser "cachorros", e passaram a ser trabalhadores.

A partir dessa data, a Jornada de Trabalho passou a ser "três oitos": 08 HORAS PARA O TRABALHO, 08 HORAS PARA O LAZER E 08 HORAS PARA DESCANSO. Em 29 de Outubro foi a grande passeata, e no dia 30 de outubro foi a publicação no Diário Oficial dos direitos dos Comerciários.

Por isso, 30 DE OUTUBRO é o consagrado "Dia do Comerciário no Brasil".

Fonte: www.observatoriosocial.org.br

Dia do Comércio

30 de Outubro

Comércio é a troca de produtos. Antigamente, as trocas eram feitas por produtos de valor desconhecido onde cada um valorizava seu produto. Hoje, a troca é feita de forma indireta, uma pessoa troca o dinheiro pelo produto que deseja. A invenção do dinheiro contribuiu para a simplificação e promoção do desenvolvimento do comércio.

O comércio pode estar relacionado com a economia formal que é firma registrada dentro da lei ou à economia informal que são firmas sem registros que não pagam impostos. O comércio informal traz prejuízos ao país, pois clonam qualquer tipo de produto para a venda mais barata e isso resulta em altíssimos prejuízos.

O mercado é o lugar público onde negociantes expõem e vendem seus produtos. O surgimento do mercado como um espaço físico ocorreu na antiguidade antes da invenção do dinheiro. Independentemente da existência do dinheiro, é a oferta e a procura por mercadorias ou serviços que permite a existência do comércio.

O comércio pode ser realizado entre países, o que chamamos de comércio exterior. Nesse caso, o país se organiza para importar e exportar. Exportar é quando um produto ou bem é vendido para fora do país e importar consiste na entrada de um produto estrangeiro no país. O comércio atacadista vende produtos em grandes quantidades visando donos de mercados que recebem descontos maiores por ainda revenderem a mercadoria enquanto o varejista vende produtos unitários e visa os consumidores finais para o próprio consumo do produto.

Fonte: www.femicro-pi.org

Dia do Comércio

30 de Outubro

Comércio solidário, comércio equo-solidário, comércio justo e solidário, fair trade, todas são expressões ou palavras para falar de uma forma ética de fazer comércio.

O comércio solidário nasceu na Europa entre as décadas de sessenta e setenta, quando algumas organizações não-governamentais começaram a importar dos países do terceiro mundo pequenas quantidades de artesanato para que fossem comercializadas nos encontros e em alguns pontos específicos de vendas. A proposta foi sendo desenvolvida até que chegou hoje a uma maneira bem clara e definida de pensamento.

Os princípios básicos podem ser resumidos da seguinte forma:

Justiça social

Transparência

Preço justo

Solidariedade

Desenvolvimento sustentável

Respeito ao meio-ambiente

Promoção da mulher

Defesa dos direitos das crianças

Transferência de tecnologia

Empoderamento dos indivíduos

Neste tipo de comércio os consumidores são sensibilizados a escolher sempre, no momento das compras, um produto do comércio justo que tenha um compromisso com o desenvolvimento de comunidades ou grupos de pequenos produtores pobres. Em alguns casos, consegue-se um preço acima do que seria pago no mercado convencional, é o que chamamos de prêmio price, este valor retorna para a comunidade que deve discutir sua utilização para o bem comum de todos.

FUNCIONAMENTO DO MERCADO DE COMÉRCIO JUSTO

O Mercado de comércio solidário está muito bem organizado e, resumidamente, organiza-se da seguinte maneira:

a) Grupos produtores

b) ONGs de apoio e assessoria aos produtores

c) Organizações de importadores

d) Organizações de certificação

e) Organizações de sensibilização do mercado e defesa de direitos dos pequenos produtores

f) Organizações de pontos de venda de comércio solidário

Há diversos comitês de discussão onde estão representados os grupos que fazem do comércio solidário sua primeira linha de atuação. Nestes comitês são discutidos os critérios de certificação, as dificuldades dos produtores, a situação do mercado internacional e das políticas de comércio exterior.

MERCADO DE COMÉRCIO JUSTO NO MUNDO

O Mercado para produtos do comércio solidário movimenta atualmente na Europa mais de US$ 230 bilhões anualmente, segundo a estimativa do EFTA (Fair Trade in Europe 2001), que inclui tanto produtos artesanais vendidos nas "Lojas do Mundo" quanto produtos alimentares com o selo "Fair Trade", também vendidos nos supermercados. Destes, aproximadamente US$ 185 bilhões (80%) correspondem às vendas de produtos certificados pela FLO (Fair Trade Labelling Organization).

Os maiores mercados da FLO são a Alemanha, a Suíça, o Reino Unido e a Holanda. As parcelas do mercado para produtos certificados chegam a aproximadamente 3% como o café na Suíça e na Holanda e, a 15% para a banana na Suíça. Na Alemanha, a parcela obtida pelo chá do comércio solidário é de aproximadamente 2%. Nos Estados Unidos e no Canadá, o mercado gira em torno de US$ 100 bilhões segundo os cálculos da FTP (2002 Report on Fair Trade Trends in the U.S. & Canadá). Deste total aproximadamente US$ 64,5 bilhões (65%) provêm do café certificado pela FLO, o restante corresponde às vendas de produtos diversos da FTF, sem o selo da FLO.

No ano de 2000, o café certificado pela FLO para os Estados Unidos e o Canadá conseguiu vendas de aproximadamente US$ 64,5 bilhões. Este café vem principalmente da Colômbia, da Costa Rica, da Guatemala e do México. O maior importador de produtos "fair trade" na Europa é a Gepa da Alemanha, com vendas de mais de US$ 20 bilhões; os dois a seguir têm vendas de mais de US$ 10 bilhões, a Fair Trade Organisatie (Holanda) e a Traidcraft (Reino Unido); os três seguintes têm um valor acima dos US$ 7 bilhões, a Oxfam fair Trade (Reino Unido), o CTM Altromercato (Itália), a Claro Fair Trade AG (Suíça).

Duas organizações destacam-se nos EUA, a Ten Thousand Villages e Serrv International. Elas possuem vendas acima dos US$ 10 bilhões e US$ 5 bilhões respectivamente, mais de 95% em artesanato. A organização Peoplink Inc. oferece o acesso de produtos ao mercado americano pela internet.

MERCADO DE COMÉRCIO JUSTO NO BRASIL

Falar sobre comércio solidário no Brasil não é uma tarefa fácil, pois, embora participemos dele, não existem dados de maneira organizada que nos permitam analizar este setor minuciosamente. O comércio justo começa no Brasil nos anos 70 através do trabalho de ONGs européias que na sua maioria estavam ligadas a trabalhos de igrejas na organização de grupos de trabalhadores rurais e na venda informal de artesanato.

No Brasil o mercado justo desenvolveu-se através de iniciativas como o "Suco Justo", projeto piloto da FLO – Fairtrade Labelling Organization – que envolve produtores de laranja residentes em Paranavaí/PR. O projeto viabiliza a comercialização na Alemanha, na Suíça e na Áustria, do suco de laranja produzido pela Paraná Citrus S/A, sendo gerenciado pelo Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e do Adolescente junto com a Prefeitura Local e monitorado pela B&SD, que faz a "ponte" entre os produtores e o mercado consumidor. Além de fornecer um produto de excelente qualidade (numa pesquisa recente de uma ONG suíça de direitos do consumidor, o suco de Paranavaí foi um dos melhores classificados entre os concorrentes), possibilitou melhorias sociais e a regularização do trabalho dos produtores como um dos requisitos obrigatórios para a obtenção do Selo. Outro setor no qual o Brasil se destaca é o do café, organizações como a ACARAM (Articulação Central das Associações Rurais de Ajuda Mútua) em Ji-Paraná, Rondônia e a FACI (Federação de Associações Comunitárias Rurais de Iúna e Irupi) em Iúna – ES, já estão no mercado através da FLO.

Até o século passado a experiência brasileira no comércio solidário concentrava-se exclusivamente em sermos fornecedores.

Mas a partir de 2000, percebem-se os avanços brasileiros nas discussões do desenvolvimento do mercado interno, das regras de certificação, das políticas de incentivo à pequena produção.

Uma das experiências brasileiras significativas foi a da Visão Mundial Brasil. Seu Programa de Comércio Solidário começa em 1999 apoiando pequenos produtores agrícolas e de artesanato na exportação dos produtos, além de desenvolver o mercado interno. Através de associações locais com outras ONG`s como por exemplo a AACC e a Terra Viva, foi possível ampliar o projeto a outras regiões. A associação internacional também foi fundamental para a comercialização de produtos agrícolas para organizações como a Claro (Suíça), a EZA (Áustria) e a CTM (Itália). No artesanato, a associação com as "Lojas do Mundo" da região do Benelux foi fundamental para as comunidades. Todos os produtos receberam a assessoria de instituições como a FLO e a IFAT.

No mercado interno, foram realizados diversos projetos com redes de supermercados e lojas comerciais para que se ampliassem os canais de vendas. Houve vendas para as lojas do Carrefour, BomPreço e ViaBox, todos supermercados. Agora a Visão Mundial trabalha junto ao BID o desenvolvimento de um projeto que tenta fortalecer uma empresa que oferecerá serviços comerciais às comunidades com custos adequados e defenderá os interesses dos pequenos produtores, tanto no mercado interno, quanto no externo.

Desta maneira, a Visão Mundial concentra suas atividades em três princípios básicos: o apoio às bases produtivas, o desenvolvimento do mercado do ponto de vista comercial e a criação de um mercado ético e consciente em busca da justiça.

Atualmente há um grande movimento no Brasil que tenta organizar o setor do comércio justo. Organizações como a Visão Mundial Brasil, a FASE, a Fundação Friedrich Ebert – ILDES, a Viva Rio, a Apaeb, dentre outras, están organizando encontros e grupos de trabalho com a finalidade de discussão e mobilização junto aos setores econômicos do país.

Uma das iniciativas é a criação de um forum de debates através da formalização de três câmaras de trabalho: uma que represente os produtores; outra, as ONGs e a última, os governos e outras organizações. Recentemente houve um seminário para desenvolver o tema do mercado interno, mas não se conseguiu muito sucesso, pois as informações ainda não são muito seguras.

Um setor do mercado interno que se encontra em expansão é o da agricultura orgânica. Muito bem organizado e divulgado de norte a sul do país. É possível mapear feiras, pontos de vendas e os supermercados e as entregas domiciliares como uma estratégia de vendas. A maioria das organizações que trabalham com isto representam os interesses dos trabalhadores da agricultura familiar.

É impossível falar de comércio justo e solidário sem falar do setor do artesanato. Em termos de exportação o Brasil não se destaca pelo seu artesanato. A maior prova é que é quase impossível encontrar estes produtos nas "Lojas do Mundo" da Europa. Mas o mercado interno começa a ganhar destaque com a abertura da primeira loja oficial de comércio justo e solidário para a venda de artesanato. É a loja Mundaréu. Sua proposta é oferecer em São Paulo produtos originários de diversas partes do país e seu público é aquele que quer pagar mais por um produto que junta a arte à solidariedade.

Em termos de certificação para o mercado interno ainda não há um regulamentação. O que acontece é que as organizações que trabalham com os produtores certificam os produtos com suas próprias marcas. Este é o caso da organização Viva Rio, que coloca um selo com seu nome como uma forma de garantir a origem dos produtos que são colocados nos pontos de venda solidários.

O grande desafio é como organizar os trabalhadores para que acessem o mercado interno com competência e como financiar as estratégias, uma vez que a maioria das associações de trabalhadores se encontram em dificuldades de apoio técnico e comercial. A responsabilidade social do Brasil tem crescido muito nos últimos anos e isto está facilitando que vários produtos tenham um diferencial no mercado quando são apresentados como do comércio justo. As pessoas estão mais conscientes da sua responsabilidade quando vão às compras; as empresas estão mais abertas a palestras de justiça. Por isso é possível acreditar que o mercado interno tem um grande potencial para receber os produtos do comércio justo.

Fonte: www.eticabrasil.com.br

Dia do Comércio

30 de Outubro

O comércio é a atividade que movimenta diferentes produtos, com uma finalidade lucrativa, através da troca, da venda ou da compra de mercadorias.

Para que possa funcionar dentro das normas da lei, é importante que o comerciante cadastre sua empresa nos órgãos da prefeitura de sua cidade, onde receberá um número de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Com esse registro sua atividade comercial fica regularizada, devendo cumprir com o pagamento de impostos ao governo.

Podemos encontrar vários tipos de estabelecimentos comerciais, como lojas, shoppings, postos de combustíveis, salões de beleza, restaurantes, farmácias, padarias, dentre outros, cada um mantendo um tipo diferente de atividade.

Os donos dos comércios são mais conhecidos como comerciantes e os empregados desse ramo são chamados de comerciários.

Existem vários setores que abastecem uns aos outros. A zona rural ou campo abastece a zona urbana (cidades) de produtos agrícolas, como frutas, verduras e vegetais; com produtos da pecuária, como as carnes e os minérios.

Por outro lado, os moradores da zona rural compram os produtos industrializados nas cidades como roupas, sapatos, remédios e vários outros.

As relações comerciais foram crescendo tanto que hoje em dia podem ser do tipo exportação ou de importação.

Exportação é quando vendemos nossas mercadorias para outros países e importação quando adquirimos ou compramos produtos de outras nações. Existem órgãos e entidades que auxiliam os países na venda de seus produtos, como o Mercosul (Mercado Comum do Sul), o Nafta (Acordo de Livre-Comércio Norte-Americano), a União Européia, etc.

O comércio pode ser também do tipo atacadista, vendendo um mesmo produto em grandes quantidades, nesse caso o comerciante reduz o preço das mercadorias como forma de premiar o comprador, em razão do tamanho da venda. Existe também o comércio varejista, que é onde compramos nossas coisas.

Nesse tipo de comércio são vendidos produtos em pequenas quantidades e, portanto, sem a diminuição do preço.

Nos bairros podemos encontrar, uma vez por semana, as feiras livres, com barracas e feirantes vendendo vários tipos de alimentos (frutas, verduras, legumes, queijos, doces, salgados, pipocas, carnes defumadas, etc.), outros oferecendo serviços de venda de peças de utensílios domésticos ou consertos de liquidificador, consertos de cabos e tampas de panelas. Nas feiras existem ainda as barraquinhas que vendem roupas, peças de enxoval, enfim, uma grande variedade de produtos.

Outra forma de comércio são os camelôs ou vendedores ambulantes. Normalmente ficam estabelecidos nos centros das cidades, oferecendo diversos produtos, desde os nacionais aos importados. Esses comerciantes também devem ter a autorização da prefeitura de sua cidade para poder vender seus produtos, como uma forma correta de trabalho, atendendo bem a população e recolhendo seus impostos.

Fonte: www.escolakids.com

Dia do Comércio

30 de Outubro

Comércio na Economia Global

Desde o final da Segunda Guerra, o processo de mundialização se intensificou, devido aos avanços das relações comerciais. A necessidade de reconstrução econômica levou os países europeus a desenvolver novos eixos de exportações e importações, além de aprimorar os já existentes.

A própria guerra havia demonstrado a intensidade da interdependência mundial, e essa mesma consciência foi a responsável pela criação da ONU.

O comércio internacional é a principal fonte de divisas para um país, e o objetivo é manter a balança comercial favorável, ou seja, exportar mais do que se importa.

O mesmo se aplica à chamada balança de pagamentos, um indicador mais abrangente que a balança comercial, pois, além das trocas comerciais, envolve a troca internacional de serviços, como empréstimos e pagamento de royalties, que são os direitos sobre o uso de marcas.

Com a acelerada internacionalização da economia nas últimas décadas, no entanto, as barreiras alfandegárias na maior parte das vezes representam um obstáculo ao desenvolvimento do capitalismo.

As grandes empresas, principalmente as transnacionais, necessitam de espaços cada vez maiores, pelos quais possam fazer circular livremente bens, serviços e capitais.

As recentes mudanças do comércio internacional sob os moldes da globalização têm alguns aspectos que merecem destaque:

Um deles é o fato de que os países subdesenvolvidos, tradicionalmente exportadores de matérias-primas, têm investido mais nos manufaturados.

Outro aspecto é a formação de alianças entre alguns países para facilitar o trânsito de mercadorias.

Um terceiro fato é o aumento do volume de trocas resultante da queda de barreiras políticas. Também merece análise a constatação de que nem todas as regiões do mundo se beneficiam igualmente do novo comércio internacional.

No atual contexto de grandes transformações - aumento do volume de transações comerciais, aceleração tecnológica e importância do investimento em pesquisa, desenvolvimento e educação -, o contraste entre as economias subdesenvolvidas exportadoras preferencialmente de matérias-primas e aquelas que exportam grande quantidade de manufaturados se torna ainda mais visível.

A divisão internacional do trabalho tende a se modificar nos próximos anos, sob a influência de fatores como:

abertura ao mercado internacional, com a eliminação de barreiras protecionistas; distribuição internacional do trabalho especializado;

capacidade de investimento em infraestrutura; e avanço das inovações tecnológicas, com a queda dos custos de comunicações

Fonte: www.algosobre.com.br

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