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Dia do Fisioterapeuta

13 de Outubro

Dia do Fisioterapeuta

No dia 13 de outubro de 1969, foi regulamentado o Decreto Lei 938 que define como atividade específica do fisioterapeuta o desenvolvimento e a conservação da capacidade física de um paciente, além de ser reconhecido como profissional de nível superior. Desde então, o dia do fisioterapeuta passou a ser comemorado nesta data.

O QUE FAZ?

O fisioterapeuta trata doenças e lesões causadas por acidentes, má-formação genética ou vícios de postura, seja prevenindo, reabilitando ou curando.

A prevenção é considerada, inclusive, a primeira atribuição da fisioterapia, cujo profissional deve alertar e orientar o paciente sobre a necessidade de adotar procedimentos adequados em determinadas situações.

A fisioterapia de reintegração ou reabilitação visa reintegrar a pessoa à sociedade. Geralmente o fisioterapeuta estimula o potencial neurológico do paciente que sofreu lesões na área neurológica ou perdeu algum dos membros.

Já a fisioterapia curativa tem o objetivo de devolver os movimentos perdidos em decorrência de lesões graves ou restabelecer a força e vitalidade dos músculos.

Independente do tipo de intervenção, o fisioterapeuta pode atuar em vários ramos da medicina como a ortopedia, obstetrícia, pediatria, geriatria, reumatologia, medicina esportiva, neurologia, cardiologia e pneumologia.

O profissional pode escolher uma dentre várias das áreas existentes no mercado de trabalho, incluindo fisioterapia clínica, trabalhando em hospitais, consultórios, clínicas, centros de reabilitação e ambulatórios; saúde coletiva, onde elabora programas de saúde; educação, lecionando ou desenvolvendo pesquisa e em saúde esportiva, recuperando atletas. Além de se especializar em determinadas atividades terapêuticas como acupuntura, quiropraxia e osteopatia.

ONDE ESTUDAR?

Com duração de 4 a 5 anos, o curso superior em Fisioterapia tem disciplinas específicas como Anatomia, Bioquímica, Biofísica, Histologia, Embriologia, Fisioterapia, Metodologia, Prática Desportiva, Psicologia, Fisiologia, Microbiologia e Imunologia, Patologia, Primeiros Socorros, Saúde Pública, Cinesiologia e Cinesioterapia.

Fonte: www.ibge.gov.br

Dia do Fisioterapeuta

13 de Outubro

A Fisioterapia finalmente tem a sua marca. Depois de muitos anos em que proliferaram inúmeras variações da imagem tradicional do raio e das duas serpentes, com inúmeras variações de cores e de forma, o COFFITO definiu - através de Resolução normativa n° 232, de 27 de fevereiro de 2002 - a forma definitiva de apresentação e utilização do símbolo que identifica esta atividade profissional.

Desenvolvida sob supervisão do fisioterapeuta dr. Carlos Alberto Esteu Tribuzy, conselheiro-suplente do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, o símbolo encontra-se em fase de registro no INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial. O dr. Tribuzy apresenta o significado desta simbologia. "A serpente (no caso do símbolo da Fisioterapia são duas, entrelaçadas no raio de cima para baixo, uma delas da esquerda para a direita e outra da direita para a esquerda) é, há milênios, associada a sabedoria e a transmissão e utilização do conhecimento apreendido de forma sábia Já o raio, com seu brilho intenso, é uma forma, utilizada desde a antiguidade para transmitir e identificar, de forma consciente, os valores e práticas corretas de vida'.

O símbolo agora normatizado tem seu uso autorizado no âmbito do Sistema COFFITO/CREFITOs; nas Forças Armadas, como insígnia profissional, de indivíduo, com patente de oficial, graduado em grau universitário superior em Fisioterapia; por profissionais fisioterapeutas com registro em CREFITO e por pessoas físicas ou jurídicas, desde que expressa­mente autorizadas pelo COFFITO.

Dia do Fisioterapeuta

Para a obtenção das exatas tonalidades de cor, foi utilizada a escala de cores denominada CMYK. Estas são as iniciais, em inglês, das cores cyan (uma variaçâo do azul), magenta (uma variação do vermelho), amarelo (Yellow) e preto (black), a mais comumente utilizada em todo o mundo para a obtenção de impressos em quadricomia. A resolução não estabelece a utilização de cores especiais (a mais comum delas é a escala Pantone, desenvolvida na Inglaterra), em razão dos altos custos para obtenção destes pigmentos e da inexistência de uma estrutura mais difundida para este uso . O fundo do símbolo (parte interna do camafeu) será sempre branco.

A conversão para o padrão RGB (iniciais das cores vermelha, verde e azul, em inglês), quando da utilização em meios eletrônicos de comunicação (Internet, por exemplo) é obtida, automaticamente, com a utilização de um dos inúmeros softwares disponíveis no mercado.

Para utilização como anel, utilizar-se-á uma esmeralda engastada em aro de ouro, ostentando de um lado duas serpentes entrelaçadas em forma octogonal e, do outro, a figura do raio, ambos na forma decomposta do símbolo agora aprovado.

Fonte: O COFFITO/DEZEMBRO de 2001

RESOLUÇÃO Nº 232, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2002

Dispõe sobre o Símbolo Oficial da Fisioterapia e dá outras providências.

O Plenário do CONSELHO FEDERAL DE FISIOTE­RAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL - COFFITO, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, na 97a Reunião Ordinária, realizada aos dias 08, 09 e 10 de janeiro de 2002, na sede da Instituição, SRTS - Quadra 701 - Conj. L - Edifício Assis Chateaubriand, Bloco II, Salas 602/614, Bras1ia - DF, em conformidade com a competência prevista no inciso II, do Art. 5°, da Lei n° 6.316, de 17.12.1975; RESOLVE:

Art. 1° - Ficam aprovados e oficializados o símbolo, o anel de grau e o manual de identidade visual da Fisioterapia:

I - SÍMBOLO

Dia do Fisioterapeuta
Símbolo da Fisioterapia

a) RAIO - com comprimento de 9.5/ 10 do eixo maior interno do CAMAFEU (elipse), tendo nas extremidades superior e inferior largura zero e em sua parte mais ampla 0.5/10 do eixo citado; com impressão em 4 (quatro) cores, em escala CMYK na cor dourado (C7/M30/Y100/K15);

b) SERPENTES - enrolar-se-ão no raio de cima para baixo, uma da esquerda para a direita e a outra da direita para a esquerda em forma elíptica, passando pela frente, por trás, pela frente e parte superior e inferior do raio respectivamente, tendo a maior distância entre elas de 4/10 do eixo maior interno do Camafeu e na parte superior da extremidade do raio à distância de 1.2/10 do eixo maior interno do Camafeu e na parte inferior da extremidade do raio à distância de 0.3/ 10 do eixo maior interno do Camafeu, com impressão em 4(quatro) cores, escala CMYK, nas cores: ver­de (C100/MO/Y90/K40) e preta (KIOO);

c) CAMAFEU - terá na borda a largura de 0.5/10 do seu eixo maior interno (eixo vertical) e, no seu eixo menor interno (eixo horizontal) o comprimento de 8/10 da referida medida com impressão de sua borda em quatro cores, escala CMYK, nas cores: marrom (C60/M70/Y80/KIO) e preta (KIOO), em fundo branco;

d) A inscrição das palavras Fisioterapeuta ou Fisioterapia, terá o comprimento de 2.4/10 e 2/10 do eixo maior interno do Camafeu respectivamente, arqueado para baixo, acompanhando a linha do desenho, com impressão a 04 (quatro) cores em escala CMYK, na cor preta (KIOO).

I I- ANEL

Dia do Fisioterapeuta

ANEL - uma esmeralda engastada em aro de ouro, ostentando de um lado duas serpentes entrelaçadas e do outro a figura do raio, ambos na forma decomposta do símbolo aprovado nesta resolução;

Art. 2° - O Símbolo Oficial da Fisioterapia, ora aprovado, é propriedade cultural da classe dos Fisioterapeutas e seu uso será autorizado, controlado e supervisionado pelo COFFITO.

Art. 3° - O Símbolo Oficial da Fisioterapia, descrito nesta Resolução, tem seu uso autorizado:

I - no âmbito do Sistema COFFITO/CREFITOs;

II - nas Forças Armadas, nas Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares como insígnia profissional de indivíduo com patente de oficial, graduado em grau universitário superior em Fisioterapia;

III - por profissionais Fisioterapeutas com registro em CREFITO.

IV - por pessoas físicas ou jurídicas, desde que expressamente autorizadas pelo COFFITO.

Art. 4° - O Símbolo Oficial da Fisioterapia poderá ser utilizado como segundo brasão nos documentos oficiais do COFFITO e dos CREFITOs.

Art. 5° - O Manual de Identidade Visual poderá ser obtido junto ao COFFITO e CREFITOs;

Art. 6° - Os casos omissos serão deliberados pelo Plenário do COFFITO.

Art. 7° - Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Fonte: www.crefito8.org.br

Dia do Fisioterapeuta

13 de Outubro

SÍMBOLO DE FISIOTERAPIA

Símbolo da Fisioterapia - recriando para resgatar história

Dia do Fisioterapeuta
Símbolo da Fisioterapia

O símbolo é, no mínimo, um poderoso instrumento de síntese de idéias, com a grande vantagem de permitir mais liberdade na associação dessas idéias às imagens em questão. Suzane Langer fala da simbolização como "um ato essencial ao pensamento, anterior a ele", uma necessidade básica da mente.

A compreensão de um símbolo é algo que se pode dizer infinita e aplicável a qualquer grau de intelectualidade e capacidade de transcendência. Sempre representará uma idéia, não sendo tão somente o desenho em si. O sentido que ele encerra é muito mais profundo, traduzindo a idéia que lhe deu origem.

Além do poder de síntese de idéias, acreditamos que os símbolos têm realmente o poder de despertar, transformar e direcionar forças. É uma ponte entre "Todos", visando criar um "Todo" maior.

Antes do reconhecimento da profissão (1965) e da regulamentação dessa atividade, através da criação dos Conselhos Federal e Regionais (Lei nº 6316/75), os fisioterapeutas já se encontravam organizados, atuando em associações, numa demonstração de unidade em torno dos seus ideais.

À época atuando na AFEG (Associação dos Fisioterapeutas do Estado da Guanabara), o Dr. Carlos Alberto Esteu Tribuzy houve por bem definir e conceber o símbolo da profissão, produzindo uma síntese sui generis das consciências particulares, estabelecendo, conseqüentemente, através daquela concepção a consciência coletiva do segmento profissional.

Inspirado nos valores éticos inerentes à profissão e nos princípios e significados da simbologia, concebeu o símbolo conseguindo traduzir toda a grandeza desse, à época, novo profissional da Saúde.

Nosso objetivo ao recriá-lo foi o de restabelecer o vínculo com nossa história e, por questão de justiça, resgatar aqueles significados que, hoje mais do que nunca, permanecem e necessitam ser lembrados e preservados.

O símbolo contém um triângulo na cor azul celeste, sobreposto a ele uma serpente verde, envolvendo um raio na cor amarela.

Significado

Triângulo na cor azul, com o vértice para cima, representando a realização no plano da matéria. A cor azul representa o espaço infinito onde a consciência cósmica se manifesta pela vontade da consciência individual. Nesse caso, nós profissionais fisioterapeutas.

A serpente na cor verde representa a sabedoria, o que devemos saber e buscar saber, o conhecimento. A cor verde representando a saúde.

O raio na cor amarela representando a união entre a consciência cósmica e a consciência individual. A cor amarelo ouro (sol, estrela, luz, sabedoria - suas combinações nos remetem a um estado harmônico necessário à reflexão de tudo o que propomos), cuja aura é violeta e que tem a capacidade de transmutar a doença em saúde.

Esse conjunto de símbolos foi assim representado com o propósito de caracterizar nossa área de atuação, representando o fisioterapeuta como um profissional que serve à Saúde.

Fonte: www.novafapi.com.br

Dia do Fisioterapeuta

13 de Outubro

A Profissão de Fisioterapeuta

A principal função do Fisioterapeuta é tratar e cuidar de lesões musculares, lesões ósseas, sequelas físicas, visando recuperar os movimentos e a integridade motora dos pacientes, para que voltem a andar e se movimentar normalmente.

Entre as principais causas de doenças e sequelas e lesões estudadas e tratadas pelos fisioterapeutas temos: sequelas de acidentes, sequelas cardio-vasculares, doenças reumáticas (reumatismo) e encefalites.

Para tratar estas doenças os fisioterapeutas estudam técnicas avançadas de massagem, estimulo elétrico, reeducação muscular, hidroterapia, ginástica corretiva e massoterapia, sempre com o objetivo de aumentar ao máximo a qualidade de vida do paciente.

O Curso de Fisioterapia

Nos primeiros dois anos do curso de fisioterapia o foco será o estudo do corpo humano em matérias tais como anatomia. A partir do terceiro ano serão estudadas disciplinas mais específicas e relacionadas a prática da profissão tais como termoterapia (movimentos, calor e frio), massoterapia (técnicas avançadas de massagens) e cinesioterapia (estudo dos movimentos).

Fisioterapia: Aspectos Favoráveis

Um mercado muito promissor na área da Fisioterapia é o mercado da segurança do trabalho: as empresas tem requisitado cada vez mais o trabalho de fisioterapeutas para criar programas de prevenção de lesões de seus empregados e melhoria do desempenho. Fisioterapia aplicada a cirurgia plástica também está em alta.

Fonte: www.guiadacarreira.com.br

Dia do Fisioterapeuta

13 de Outubro

Dia do Fisioterapeuta

Fisioterapeutas são profissionais que tratam de pacientes com dificuldades respiratórias, dores musculares e dificuldades nos movimentos, principalmente da coluna vertebral, através da manipulação de partes afetadas do corpo e de exercícios.

As atividades dos fisioterapeutas incluem criar e aplicar exercícios para:

Aumentar a capacidade respiratória de pacientes com problemas respiratórios;

Desenvolver a capacidade física e motora de bebês e crianças com problemas neurológicos;

Estimular a musculatura e treinar a coordenação motora de pessoas idosas e com deformações, artrites, reumatismo e outros problemas nas articulações;

Evitar problemas circulatórios e posturais em gestantes e fazer treinamento para o parto;

Promover a recuperação motora de doentes com seqüelas de traumatismo craniano, derrame cerebral ou paralisia;

Tratar deformidades da coluna ou problemas de postura com exercícios de alongamento e de fortalecimento da musculatura, a chamada reeducação postural global (RPG).

Além disso, usam recursos como eletricidade, calor e frio, raios laser, ultravioleta ou infravermelhos e exercícios na água para aumentar a capacidade de movimentação, estimular a circulação e diminuir as dores de pacientes com fraturas, traumas musculares e luxações. Atuam também na área da medicina estética, auxiliando cirurgiões plásticos no processo de recuperação de pacientes.

Ao contratar um Fisioterapeuta, exija sua identificação do Crefito (Conselho Regional de Fisioterapia). Existem muitas pessoas exercendo esta profissão ilegalmente, sem nenhuma formação, causando prejuízos sérios à saúde das pessoas.

LEMBRE-SE: Acidentes não acontecem por acaso.

As quedas podem causar desde lesões leves, até graves, como as fraturas e contusões cerebrais. Para quem sofre de osteoporose, o risco de fratura é maior e a recuperação mais difícil. As quedas podem ser resultado de problemas de visão, deformidade dos pés, redução de força muscular, uso de medicamentos que afetam o equilíbrio, labirintite, esclerose múltipla, Parkinson, derrame cerebral, arritmia cardíaca, Alzheimer, etc.

Prevenir quedas é de fundamental importância. Quando houver indicação médica de exercícios físicos, eles devem ser planejados pelo fisioterapeuta. A fisioterapia reduz o risco de quedas por melhorar o equilíbrio, marcha, flexibilidade, força muscular, etc.

Dicas para evitar quedas:

Use sapatos fechados e evite solas lisas.

Coloque tapetes de borracha no banheiro. Para o idoso, melhor será usar pegador (barra de segurança) ou um banco no boxe.

Espere o ônibus parar completamente, para subir ou descer.

Sugestão: Para percorrer pequenos trajetos, prefira caminhar. Isso vai te fazer muito bem, acredite!

Evite móveis e objetos pelo meio da casa.

Não encere a casa.

Fixe bem os tapetes para que eles não escorreguem.

Ilumine bem sua casa. Ao dormir, deixe acesa a luz do corredor para auxiliar na visão.

Ao subir ou descer escadas, segure bem no corrimão.

Quando se levantar da cama, fique algum tempo sentado antes de ficar de pé.

Consulte seu médico regularmente.

Fonte: www.velhosamigos.com.br

Dia do Fisioterapeuta

13 de Outubro

Fisioterapia

Ciência da Saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas.

Fundamenta suas ações em mecanismos terapêuticos próprios, sistematizados pelos estudos da Biologia, das Ciências Morfológicas, das Ciências Fisiológicas, das Patologias, da bioquímica, da Biofísica, da Biomecânica, da Cinesia, da Sinergia Funcional, e da Cinesia Patologia de órgãos e sistemas do corpo humano e as disciplinas comportamentais e sociais.

O Fisioterapeuta é um Profissional de Saúde, com formação acadêmica Superior, habilitado à construção do diagnóstico dos distúrbios cinéticos funcionais (Diagnóstico Cinesiológico Funcional), a prescrição das condutas fisioterapêuticas, a sua ordenação e indução no paciente bem como, o acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e as condições para alta do serviço.

Fonte: www.fonoecia.com.br

Dia do Fisioterapeuta

13 de Outubro

Compreender o movimento do corpo humano. O objetivo fundamental do fisioterapeuta é atuar na prevenção, cura ou reabilitação da capacidade física das pessoas, em qualquer idade. Outra preocupação sempre presente no dia-a-dia desse profissional é a busca pela qualidade de vida e auto-estima dos pacientes.

A Fisioterapia exige conhecimentos não apenas das Ciências Biológicas, área de origem da profissão, mas também das Humanidades.

O fisioterapeuta é um dos poucos profissionais de uma equipe da área de Saúde que trabalha praticamente todos os dias com o paciente, e por isso tem mais facilidade em identificar suas necessidades físicas e também sociais e emocionais.

Um fator de extrema importância para a profissão, regulamentada no País em 1969 e que experimenta um acelerado crescimento a partir da década de 1980, é a necessidade de um constante aprendizado.

A educação continuada é fundamental para o fisioterapeuta. Os equipamentos e as terapias manuais utilizados no trabalho evoluem constantemente, e sem atualização o profissional fica rapidamente defasado.

O avanço científico e biotecnológico fez com que as universidades revissem suas grades curriculares. Na UNESP, o foco tem sido na formação ampla e generalista, buscando o perfil ideal que esse profissional deve ter.

Tem-se contemplado não apenas a orientação e a supervisão de intervenções fisioterapêuticas, mas também a participação em projetos de pesquisas científicas e projetos de extensão universitária.

O interesse pelos esportes tem aumentado o número de academias em todo o País e conseqüentemente o campo de trabalho para os fisioterapeutas. O campo de trabalho inclui centros de reabilitação, casas de repouso, escolas, clubes esportivos, clínicas de estética, clínicas e consultórios fisioterapêuticos, hospitais, centros de saúde, empresas, faculdades. Pode atuar como fisioterapeuta, consultor, professor e gerenciador de institutos de saúde.

O fisioterapeuta pode atuar ainda em diversas especialidades, como a cardiologia, a pneumologia, a ginecologia e obstetrícia, a geriatria, o desporto, a dermatologia, a medicina desportiva, a neurologia, a ortopedia e na fisioterapia do trabalho.

Recursos físicos e naturais, como a água, o calor e o frio, e recursos tecnológicos, como microondas, ondas curtas e eletricidade são utilizados na prevenção e cura das patologias. A reorganização do sistema músculo-esquelético com a cinesioterapia é o meio que o fisioterapeuta tem para atuar na qualidade da vida de um indivíduo.

Dentro de uma perspectiva mais so­cial das atividades fisioterapêuticas, há outro campo de atuação: o Programa de Saúde da Família, do Governo Federal, em que é desenvolvido um trabalho de fundamental importância.

Neste serviço, o fisioterapeuta tem sua prática assistencial centrada na família. Busca-se garantir eqüidade no acesso à saúde, avançando na superação das desigualdades.

Fonte: www.vunesp.com.br

Dia do Fisioterapeuta

13 de Outubro

Código de Ética

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL APROVADO PELA RESOLUÇÃO COFFITO-10 DE 3 DE JULHO DE 1978

CAPÍTULO I

DAS RESPONSABILIDADES FUNDAMENTAIS

Art. 1º. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional prestam assistência ao homem, participando da promoção, tratamento e recuperação de sua saúde

Art. 2º. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional zelam pela provisão e manutenção de adequada assistência ao cliente.

Art. 3º. A responsabilidade do fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional, por erro cometido em sua atuação profissional, não é diminuída, mesmo quando cometido o erro na coletividade de uma instituição ou de uma equipe.

Art. 4º. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional avaliam sua competência e somente aceitam atribuição ou assumem encargo, quando capazes de desempenho seguro para o cliente.

Art. 5º. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional atualizam e aperfeiçoam seus conhecimentos técnicos, científicos e culturais em benefício do cliente e do desenvolvimento de suas profissões.

Art. 6º. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional são responsáveis pelo desempenho técnico do pessoal sob sua direção, coordenação, supervisão e orientação.

CAPÍTULO II

DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL

Art. 7º. São deveres do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional nas respectivas áreas de atuação:

I - exercer sua atividade com zelo, probidade e decoro e obedecer aos preceitos da ética profissional, da moral, do civismo e das leis em vigor, preservando a honra, o prestígio e as tradições de suas profissões;

II - respeitar a vida humana desde a concepção até a morte, jamais cooperando em ato em que voluntariamente se atente contra ela, ou que coloque em risco a integridade física ou psíquica do ser humano;

III - prestar assistência ao indivíduo, respeitados a dignidade e os direitos da pessoa humana, independentemente de qualquer consideração relativa à etnia, nacionalidade, credo político, religião, sexo e condições sócio-econômica e cultural e de modo a que a prioridade no atendimento obedeça exclusivamente a razões de urgência;

IV - utilizar todos os conhecimentos técnicos e científicos a seu alcance para prevenir ou minorar o sofrimento do ser humano e evitar o seu extermínio;

V - respeitar o natural pudor e a intimidade do cliente;

VI - respeitar o direito do cliente de decidir sobre sua pessoa e seu bem estar;

VII - informar ao cliente quanto ao diagnóstico e prognóstico fisioterápico e/ou terapêutico ocupacional e objetivos do tratamento, salvo quanto tais informações possam causar-lhe dano;

VIII - manter segredo sobre fato sigiloso de que tenha conhecimento em razão de sua atividade profissional e exigir o mesmo comportamento do pessoal sob sua direção;

IX - colocar seus serviços profissionais à disposição da comunidade em caso de guerra catástrofe, epidemia ou crise social, sem pleitear vantagem pessoal;

X - assumir seu papel na determinação de padrões desejáveis do ensino e do exercício de fisioterapia e/ou terapia ocupacional;

XI - oferecer ou divulgar seus serviços profissionais de forma compatível com a dignidade da profissão e a leal concorrência; e

XII - cumprir e fazer cumprir os preceitos contidos neste Código e levar ao conhecimento do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional o ato atentório a qualquer de seus dispositivos.

Art. 8º. É proibido ao fisioterapeuta e ao terapeuta ocupacional, nas respectivas áreas de atuação:

I - negar assistência, em caso de indubitável urgência;

II - abandonar o cliente em meio a tratamento, sem a garantia de continuidade de assistência, salvo por motivo relevante;

III - concorrer, de qualquer modo para que outrem exerça ilegalmente atividade privativa do fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional;

IV - prescrever medicamento ou praticar ato cirúrgico;

V - recomendar, prescrever e executar tratamento ou nele colaborar, quando:

a) desnecessário;

b) proibido por lei ou pela ética profissional;

c) atentório à moral ou à saúde do cliente; e

d) praticado sem o consentimento do cliente ou de seu representante legal ou responsável, quando se tratar de menor ou incapaz;

VI - promover ou participar de atividade de ensino ou pesquisa que envolva menor ou incapaz, sem observância às disposições legais pertinentes;

VII - promover ou participar de atividade de ensino ou pesquisa em que direito inalienável do homem seja desrespeitado, ou acarrete risco de vida ou dano a sua saúde;

VIII - emprestar, mesmo a título gratuito, seu nome, fora do âmbito profissional para propaganda de medicamento ou outro produto farmacêutico, tratamento, instrumental ou equipamento, ou publicidade de empresa industrial ou comercial com atuação na industrialização ou comercialização dos mesmos;

IX - permitir, mesmo a título gratuito, que seu nome conste do quadro de pessoal de hospital, casa de saúde, ambulatório, consultório clínica, policlínica, escola, curso, empresa balneária hidro-mineral, entidade desportiva ou qualquer outra empresa ou estabelecimento congênere similar ou análogo, sem nele exercer as atividades de fisioterapia e/ou terapia ocupacional pressupostas;

X - receber, de pessoa física ou jurídica, comissão, remuneração, benefício ou vantagem que não corresponde a serviço efetivamente prestado;

XI - exigir, de instituição ou cliente, outras vantagens, além do que lhe é devido em razão de contrato, honorários ou exercício de cargo, função ou emprego;

XII - trabalhar em empresa não registrada no Conselho Regional de Fisioterapia e terapia ocupacional da região;

XIII - trabalhar em entidade, ou com ela colaborar onde não lhe seja assegurada autonomia profissional, ou sejam desrespeitados princípios éticos, ou inexistam condições que garantam adequada assistência ao cliente e proteção a sua intimidade;

XIV - delegar suas atribuições, salvo por motivo relevante;

XV - permitir que trabalho que executou seja assinado por outro profissional, bem como assinar trabalho que não executou, ou do qual não tenha participado;

XVI - angariar ou captar serviço ou cliente, com ou sem a intervenção de terceiro, utilizando recurso incompatível com a dignidade da profissão ou que implique em concorrência desleal;

XVII - receber de colega e/ou de outro profissional, ou a ele pagar, remuneração a qualquer título, em razão de encaminhamento de cliente;

XVIII - anunciar cura ou emprego de terapia infalível ou secreta;

XIX - usar título que não possua;

XX - dar consulta ou prescrever tratamento por meio de correspondência, jornal, revista, rádio, televisão ou telefone;

XXI - divulgar na imprensa leiga declaração, atestado ou carta de agradecimento, ou permitir sua divulgação, em razão de serviço profissional prestado;

XXII - desviar, para clínica particular, cliente que tenha atendimento em razão do exercício de cargo, função ou emprego;

XXIII - desviar, para si ou para outrem, cliente de colega;

XXIV - atender a cliente que saiba estar em tratamento com colega, ressalvadas as seguintes hipóteses:

a) a pedido do colega;

b) em caso de indubitável urgência; e

c) no próprio consultório, quando procurado espontaneamente pelo cliente;

XXV - recusar seus serviços profissionais a colega que deles necessite, salvo quando motivo relevante justifique o procedimento;

XXVI - divulgar terapia ou descoberta cuja eficácia não seja publicamente reconhecida pelos organismos profissionais competentes;

XXVII - deixar de atender a convite ou intimação de Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional para depor em processo ou sindicância ético-profissional;

XXVIII - prescrever tratamento sem examinar diretamente o cliente, exceto em caso de indubitável urgência ou impossibilidade absoluta de realizar o exame; e

XXIX - inserir em anúncio profissional fotografia, nome, iniciais de nomes, endereço ou qualquer outra referência que possibilite a identificação de cliente.

Art. 9º. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional fazem o diagnóstico fisioterápico e/ou terapêutico ocupacional e elaboram o programa de tratamento.

Art. 10. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional reprovam quem infringe postulado ético ou dispositivo legal e representam à chefia imediata e à instituição, quando for o caso, em seguida, se necessário, ao Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Art. 11. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional protegem o cliente e a instituição em que trabalham contra danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência por parte de qualquer membro da equipe de saúde, advertindo o profissional faltoso e, quando não atendidos, representam à chefia imediata e, se necessário, à da instituição, e em seguida ao Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, a fim de que sejam tomadas medidas, conforme o caso, para salvaguardar a saúde, o conforto e a intimidade do cliente ou a reputação profissional dos membros da equipe de saúde.

Art. 12. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional comunicam ao Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional recusa ou demissão de cargo, função ou emprego, motivada pela necessidade de preservar os legítimos interesses de suas profissões.

Art. 13. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional, à vista de parecer diagnóstico recebido e após buscar as informações complementares que julgar convenientes, avaliam e decidem quanto à necessidade de submeter o cliente à fisioterapia e/ou terapia ocupacional, mesmo quando o tratamento é solicitado por outro profissional.

Art. 14. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional zelam para que o prontuário do cliente permaneça fora do alcance de estranhos à equipe de saúde da instituição, salvo quando outra conduta seja expressamente recomendada pela direção da instituição.

Art. 15. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional zelam pelo cumprimento das exigências legais pertinentes a substâncias entorpecentes e outras de efeitos análogos, determinantes de dependência física ou psíquica.

Art. 16. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional são pontuais no cumprimento das obrigações pecuniárias inerentes ao exercício das respectivas profissões.

CAPÍTULO III

DO FISIOTERAPEUTA E DO TERAPEUTA OCUPACIONAL PERANTE AS ENTIDADES DAS CLASSES

Art. 17. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional, por sua atuação nos órgãos das respectivas classes, participam da determinação de condições justas de trabalho e/ou aprimoramento cultural para todos os colegas.

At. 18. É dever do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional:

I - pertencer, no mínimo, a uma entidade associativa da respectiva classe, de caráter cultural e/ou sindical, da jurisdição onde exerce sua atividade profissional; e

II - apoiar as iniciativas que visam o aprimoramento cultural e a defesa dos legítimos interesses da respectiva classe.

CAPÍTULO IV

DO FISIOTERAPEUTA E DO TERAPEUTA OCUPACIONAL PERANTE OS COLEGAS E DEMAIS MEMBROS DA EQUIPE DE SAÚDE

Art. 19. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional tratam os colegas e outros profissionais com respeito e urbanidade, não prescindindo de igual tratamento e de suas prerrogativas.

Art. 20. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional desempenham com exação sua parte no trabalho em equipe.

Art. 21. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional participam de programas de assistência à comunidade, em âmbito nacional e internacional.

Art. 22. O fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional chamado a uma conferência, com colega e/ou outros profissionais, é respeitoso e cordial para com os participantes, evitando qualquer referência que possa ofender a reputação moral e científica de qualquer deles.

Art. 23. O fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional solicitado para cooperar em diagnóstico ou orientar em tratamento considera o cliente como permanecendo sob os cuidados do solicitante.

Art. 24. O fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional que solicita, para cliente sob sua assistência, os serviços especializados de colega, não indica a este a conduta profissional a observar.

Art. 25. O fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional que recebe cliente confiado por colega, em razão de impedimento eventual deste, reencaminha o cliente ao colega uma vez cessado o impedimento.

Art. 26. É proibido ao fisioterapeuta e ao terapeuta ocupacional:

I - prestar ao cliente assistência que, por sua natureza, incumbe a outro profissional;

II - concorrer, ainda que a título de solidariedade, para que colega pratique crime, contravenção penal ou ato que infrinja postulado ético-profissional;

III - pleitear cargo, função ou emprego ocupado por colega, bem como praticar ato que importe em concorrência desleal ou acarrete dano ao desempenho profissional de colega;

IV - aceitar, sem anuência do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia ocupacional, cargo, função ou emprego vago pela razão prevista no art. 12; e

V - criticar, depreciativamente, colega ou outro membro da equipe de saúde, a entidade onde exerce a profissão, ou outra instituição de assistência à saúde.

CAPÍTULO V

DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS

Art. 27. o fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional têm direito a justa remuneração por seus serviços profissionais.

Art. 28. o fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional, na fixação de seus honorários, consideram como parâmetros básicos:

I - condições socioeconômicas da região;

II - condições em que a assistência foi prestada: hora, local, distância, urgência e meio de transporte utilizado;

III - natureza da assistência prestada e tempo despendido; e

IV - complexidade do caso.

Art. 29. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional podem deixar de pleitear honorários por assistência prestada a:

I - ascendente, descendente, colateral, afim ou pessoa que viva sob dependência econômica;

II - colega ou pessoa que viva sob a dependência econômica deste, ressalvado o recebimento do valor do material porventura despendido na prestação de assistência;

III - pessoa reconhecidamente carente de recursos; e

IV - instituição de finalidade filantrópica, reconhecida como de utilidade pública que, a critério do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, não tenha condição de remunerá-lo adequadamente e cujos dirigentes não percebam remuneração ou outra vantagem, a qualquer título.

Art. 30. É proibido ao fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional prestar assistência profissional gratuita ou a preço ínfimo, ressalvado o disposto no art. 29, e encaminhar a serviço gratuito de instituição assistencial ou hospitalar, cliente possuidor de recursos para remunerar o tratamento, quando disso tenha conhecimento.

Art. 31. É proibido ao fisioterapeuta e/ou terapeuta ocupacional afixar tabela de honorários fora do recinto de seu consultório ou clínica, ou promover sua divulgação de forma incompatível com a dignidade da profissão ou que implique em concorrência desleal.

CAPÍTULO VI

DISPOSIÇÕES GERAIS

"Art. 32. Ao infrator deste Código, e de outros preceitos fixados em lei ou em ato do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, são aplicadas as penas disciplinares previstas no art. 17 da Lei 6316/75".

Art. 33. Os casos omissos serão resolvidos pelo Plenário do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Art. 34. Este Código poderá ser alterado pelo Conselho federal de Fisioterapia e Terapia ocupacional, por iniciativa própria, ouvidos os Conselhos Regionais, ou mediante de um Conselho Regional.

Oração da Fisioterapia

“Senhor, eu sou fisioterapeuta.
Um dia, depois de anos de estudos, me entregaram um diploma,
dizendo que eu estava oficialmente autorizado a reabilitar.
E eu jurei fazê-lo. . . conscientemente.
Não é fácil, Senhor, não é nada fácil viver este juramento na rotina
sempre repetida da vida de um fisioterapeuta:
avaliando. . .tratando. . .reavaliando. . .tratando. . .
acompanhando passo a passo a recuperação, às vezes lenta, dos
pacientes. Contudo, Senhor, eu quero ser fisioterapeuta. . .
Alguém junto de alguém.
Não mecânico de uma engrenagem, mas gente reabilitando gente.
Que todo aquele que me procura em busca de cura física
encontre em mim algo mais que o profissional. . .
Que eu saiba parar para ouvi-lo. . .sentar junto ao seu leito par animá-lo. . .
É muito importante, Senhor: que eu não perca a capacidade de chorar.
Que eu saiba ser fisioterapeuta. . .alguém junto de alguém. . .
Gente reabilitando gente, com a tua ajuda, Senhor.”

Fonte: www.portalfisioterapia.com.br

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