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Dia do Contador

 

22 de Setembro

Dia do Contador

Contador

Saiba o que faz um Contador, mercado de trabalho, aptidões, cursos, especializações, salário.

Contador: importante num país com tantos impostos e burocracia.

O que faz

Os contadores, também conhecidos como contabilistas

Fazem os registros contábeis das empresas

Cuidam de documentação

Abertura e fechamento de empresas

Prestam assessoria

Fazem declarações de imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas

Escriturações

Demonstrações contábeis

Análises de balanços, etc.

Características profissionais importantes (aptidões, habilidades e competências)

Conhecimentos avançados de matemática financeira, organização, precisão, conhecimentos de leis tributárias, vontade de manter-se atualizado (em função da mudança rápida de leis e tributos).

Mercado de Trabalho

Empresas privadas e públicas, escritórios de contabilidade, órgãos públicos.

Especializações

Após a formação,o Bacharel em Ciências Contábeis, pode fazer cursos nas áreas de auditoria, contabilidade agrária, comercial, industrial, agrícola, tributária, financeira, fiscal, previdenciária, entre outros.

Fonte: geocities

Dia do Contador

22 de Setembro

A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA CONTABILIDADE

A História da Contabilidade é tão antiga quanto a história da própria civilização. Ela surgiu 6.000 anos a.C. dos povos Sumero-Babilônicos, Feníncios, Egípcios, Gregos, Cretenses, Romanos, etc.

A contabilidade passou por uma época chamada "Época Empírica" (6.000 a 1202 a.C.) que se caracterizou pela ausência da sistematização dos registros e pela ausência dos estudos de natureza científica e metodológica.

A Contabilidade surgiu das necessidades que as pessoas tinham de controlar aquilo que possuíam, gastavam ou deviam. Sempre procurando encontrar numa maneira simples de aumentar suas posses. Logo com as primeiras administrações, surge a necessidade de controle, que seria totalmente impossível sem a aplicação dos registros.

Os vestígios de contabilidade dos Incas se davam através de nós dados em cordas penduradas, que registravam os seus bens.

No Egito, era anotado a medição e o transporte do trigo. Entre hieroglíficos se encontra a figura de um pastor registrando as suas ovelhas, através de pedrinhas. Pelos achados nota-se que a contabilidade consistia em simples anotações a fim de evitar lapsos de memória, como em relatórios de trocas de bens e serviços1.

Quando inadvertidamente uma matilha de lobos ataca, e após uma enorme confusão causa um considerável prejuízo, com um misto de raiva e resignação, ele faz a recontagem das ovelhas e atira fora as pedrinhas excedentes.

Auxiliada pela própria natureza, acaba de ser inventada a Contabilidade. Na Babilônia, a escrituração era feita em tábuas de argila retangulares ou ovais bem rudimentares. As mais famosas são URUK, JENDET-NASR e UR ARCAICA. Os templos possuíam escriturários próprios, denominados DUB-SAR e o chefe de escrituração era chamado DUB-SARMAG ou PA-DUB-SAR.2

A fim de evitar adulterações, já tinham o "SELO DO SIGILO" do templo. Alcançando-se assim, uma nova fase de evolução no controle e nas administrações. Foi nesta fase que apareceram o Diário e Memorial. As revisões ou complicações da escrita eram depois arquivadas, ou seja, depositadas em vasos ou caixas, feitos de argila ou vime, que eram lacrados e colocado etiquetas que resumiam o conteúdo.

No Antigo Egito, havia muitos armazéns, também chamado casa das contas e tesourarias, onde trabalhavam vários escriturários. O Inventário tinha grande influência na vida do povo, pois servia para registrar os bens móveis e imóveis. No império Médio, encontramos um livro escriturário,3 onde era feito o registro diário da entrada de bens. Esse registro era feito pelo secretário da Corte.

O Egito muito colaborou para a história da contabilidade, quer pelo amor que tinham pela escrita, como pela evolução que conseguiram imprimir. Milhares de anos se passaram, pouco mudou os lobos e as ovelhas4. Na Antiguidade, as trocas de bens e serviços eram seguidas de simples registros ou relatórios sobre o fato. Mas as cobranças de impostos na Babilônia, já se faziam com escrituração, embora rudimentar.

Tábuas de barro cozido e placas de madeira ou de pedra eram usadas para os registros de pagamentos de serviços. Uma escriba egípcia contabilizou os negócios efetuados pelo governo do seu país, no ano 2000 a.C.

Sistemas de escritas contábeis foram bastante utilizados nas Ilhas Britânicas. Empregavam-se ramos de árvores assinalados com talhos como provas de dívida ou de quitação5. As escritas governamentais da república romana (200 a.C.) já traziam as receitas de caixa classificadas em rendas e lucros, e as despesas compreendidas nos itens salários, perdas e divisões. Os gestores, funcionários do Estado tinham como atribuição examinar as contas dos governos provinciais. O imperador Augusto foi talvez, o primeiro governante da história a estabelecer um orçamento público.

No período medieval, diversas inovações na técnica da contabilidade foram introduzidas por governos locais e pela Igreja. O imperador Carlos Magno determinou, por volta do ano 800, na Capitulare de Villis, na realização de um inventário anual de propriedade, em livros especiais as receitas e despesas. Em 831, um "contador" assinou a escritura de uma propriedade transferida por santo Ambrósio a um nobre italiano.

Exames de livros de contabilidade foram efetuados na Inglaterra, durante o reinado de Henrique I, no século XII.6 Os empréstimos a empresas comerciais e os investimentos em dinheiro determinaram no desenvolvimento de escritas especiais que refletissem os interesses dos credores e investidores e, ao mesmo tempo, fossem úteis aos comerciantes, em suas relações com os consumidores e os empregados. O aumento de volume dos negócios registrado após a Revolução Industrial fez surgir na necessidade de exames contábeis das experiências financeiras das empresas, como base para empréstimos e inversões de capitais.

O governo passou a reconhecer como contadores, somente pessoas qualificadas para o exercício da profissão. A importância da matéria aumentou com a intensificação do comércio internacional e com as guerras ocorridas nos séculos XVIII e XIX, que causaram numerosas falências e a conseqüente necessidade de se proceder à determinação das perdas e lucros entre credores e devedores. Já no século atual, o extraordinário crescimento dos negócios exigiu a criação de serviços especiais e um aprendizado legal8.

Este trabalho teve por objetivo precípuo sintonizar a Contabilidade, através de sua evolução histórica, como um ferramental insubstituível do Administrador de negócios na organização como um todo, destinada a informar os múltiplos usuários nos seus aspectos mais relevantes à tomada de decisões.

O pesquisador ao longo de sua carreira profissional vivenciada em empresas transnacionais constatou as mudanças e aplicativos de cada demonstrativo e a sua real utilidade para envio aos interessados não somente para decidir, mas, sobretudo para criar mecanismos que pudessem minimizar o impacto das obrigações tributárias em detrimento do retorno de seus investimentos, e para também poderem analisar o comportamento de seus delegados à frente de suas Companhias sobre o modo como foram aplicados os recursos destinados à manutenção e ao enriquecimento do capital.

Fonte: www.grupoempresarial.adm.br

Dia do Contador

22 de Setembro

No dia 22 de setembro a classe contábil brasileira comemora o DIA DO CONTADOR. Neste contexto façamos uma pausa para perguntar aos leitores por que se comemora neste mês de setembro o dia do Contador. Mesmos os profissionais atuantes no mercado de trabalho tem dificuldade, ou melhor, desconhecem as razões que deram origem a esta comemoração.

Convêm esclarecer que outras datas são comemoradas pela classe contábil:

22 de fevereiro : dia do Empresário Contábil;
25 de abril : dia do Contabilista;
21 de setembro : dia de São Mateus, patrono dos Contabilistas.

Feita estas considerações passamos a comentar o porquê do dia 22 de setembro ser o dia do Contador.

No ano de 1931 o Governo Provisório de Getúlio Vargas sancionou o Decreto nº 21.158/1931, que no preâmbulo estava escrito:

“O Chefe do Governo Provisório da Republica dos Estados Unidos do Brasil.....”

Foi desta maneira que o então Presidente Getulio Vargas sancionou o Decreto nº 21.158 de 30 de junho de 1931.

Este Decreto determinava que o ensino comercial devesse constar de um propedêutico, e dos Cursos Técnicos de GUARDA-LIVROS, ATUÁRIO e de PERITO-CONTADOR e, ainda de um curso elementar de AUXILIAR DE COMÉRCIO.

O Governo Provisório de Vargas

A ascensão de Vargas ao poder acarretou a suspensão da Constituição de 1891. O novo mandatário governaria doravante por meio dos decretos-lei (atos do executivo com força de lei), já que todos os órgãos legislativos foram dissolvidos. Foram nomeados interventores para os Estados, reorganizando o poder em cada ente federado. A União passou a dispor de dois novos ministérios: o do Trabalho, Indústria e Comércio, e o de Educação e Saúde. (A estrutura do poder judiciário também foi alterada, sendo criadas as justiças especializadas do Trabalho, Eleitoral e a Militar).

Propedêutico

É um adjetivo com o significado de "preliminar; que serve de introdução; que habilita para receber ensino mais completo”.

O Curso Técnico de Guarda-Livros e de Auxiliar de Comércio eram concluídos em 02 (dois) anos, enquanto o de Atuário e de Perito-Contador em 03 (três) anos.

Durante a vigência deste modelo de ensino, as avaliações eram anuais e constavam de argüições, trabalhos práticos e escritos. Ao término do ano letivo os alunos eram submetidos as provas finais, escrita e oral. Ao concluírem o curso os alunos recebiam os diplomas de Perito- Contador, Guarda-Livros, Atuário ou de Auxiliar de Comércio.

Este mesmo decreto regulamentou a profissão de contador, obrigando os alunos concluintes dos cursos técnicos a registrarem seus diplomas na Superintendência do Ensino Comercial e mais, afirma que são contadores os possuidores de diploma de Guarda- Livros, de Perito-Contador e Atuário (oriundos dos cursos de ensino comercial). Aos Guarda-Livros Práticos (aqueles que não possuíam cursos técnicos) mais que já exerciam a profissão deveriam requerer a Superintendência do Ensino Comercial as prerrogativas de contador.

A Superintendência do Ensino Comercial era um órgão subordinado diretamente ao ministro da Educação e Saúde Pública, com a função de fiscalizar os estabelecimentos de ensino comercial.

Após a implantação do Estado Novo o Presidente Getulio Vargas sanciona o Decreto-Lei nº. 1.535 de 23 de agosto de 1939 alterando a nomenclatura do Curso Técnico de Perito-Contador para Curso de Contador, para Curso de Contador. E ao final do ano de 1943, sanciona outro Decreto-Lei (6.141) criando a Lei Orgânica do Ensino Comercial.

Vargas que se caracterizou pelo poder centralizado no Executivo e pelo aumento da ação intervencionista do Estado. O nome deriva de semelhante golpe dado por Salazar em Portugal, alguns anos antes, que também estabeleceu para aquele país um governo de características semelhantes. Elementos fascistas são nitidamente percebidos, muito embora o governo não contemplasse os integralistas. A Constituição, por exemplo, outorgada em 1937 era inspirada na Constituição polonesa, donde seu apelido "Polaca".

A Polônia nessa época vivia um regime fascista, autoritário. Instituiu-se o "estado de emergência", que aumentava ainda mais os poderes do Presidente, permitindo ao Estado invadir casas, prender pessoas consideradas contrárias ao regime e expulsá-las do país. Os crimes políticos passaram a ser punidos com pena de morte. As Forças Armadas passaram a controlar as forças públicas, com a ajuda da Polícia Secreta, chefiada por Filinto Müller e especializada em práticas

Esta Lei definiu que o ensino comercial seria ministrado em dois ciclos. O primeiro compreenderá os cursos com duração de 03 anos, ao qual faz parte o curso de Contabilidade. Este é destinando ao ensino de técnicas próprias ao exercício de funções de caráter especial no comércio ou na administração de negócios públicos ou privados.

Lembramos que até a presente data os cursos técnicos de contador (Decreto nº. 20.150/1931) e de contabilidade (Decreto-Lei nº. 1.535/1939) não eram considerados de nível superior.

Somente em 22 de setembro de 1945 como o advento do Decreto-lei nº. 7.988 é que foi criado o curso superior de Ciências Contábeis e atuariais, assinado por Getulio Vargas pouco antes de ser deposto por um golpe de estado, com a duração de 4 (quatro) anos. Para freqüentar este curso era exigido do candidato a apresentação de diploma de qualquer dos cursos comerciais ou de outro equivalente, e ainda submeter-se ao processo de seleção.

O decreto determinou em 04 (quatro) anos a duração do curso - com regime anual - discriminando as disciplinas cursadas pelos alunos. Na primeira séria até a terceira série o aluno cursava cinco disciplinas por ano e no último ano eram ministradas seis disciplinas.

1945

Na Segunda Guerra Mundial, o Brasil participou ao lado dos Aliados, contra os regimes ditatoriais nazistas e fascistas e a favor da democracia. Dessa forma, era estranho, senão inadmissível, o Brasil possuir um regime ditatorial. Cresceu, então, a oposição social e política ao governo Vargas. Vargas, por mais que reprimisse com assassinatos e prisões, não conseguiram parar o movimento e resolveu convocar eleições diretas. As pressões dos setores da burocracia e do trabalhismo para que ele mesmo se candidatasse causa suspeita na oposição, a qual se alia aos militares antigetulistas e promovem o golpe de 29 de outubro de 1945.

Tiram Getúlio do poder e passam-no a José Linhares, então Presidente do Supremo Tribunal Federal, até que um novo Presidente fosse eleito e pudesse ser empossado. O resultado eleitoral favoreceu o general Eurico Gaspar Dutra, ex-ministro da Guerra de Getúlio, que veio assumir em janeiro de 1946.

PORTANTO, O DIA DO CONTADOR TEM COMO FATO GERADOR A CRIAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS EM 22 DE SETEMBRO DE 1945.

Curiosidade

O Decreto Lei nº.7.988/1945 de 22 de setembro criou o curso Superior de Ciências Contábeis e Atuarial. Numa análise mais minuciosa, com a sanção da Lei nº. 1.401 de 31 de julho de 1951 por Getúlio Vargas, o curso de Ciências Contábeis e atuarial foi desdobrado em dois: Curso de Ciências Contábeis e Curso de Atuarial.

Getulio Vargas volta ao poder: não foi difícil para Getúlio convencer o eleitorado de que ele era a solução. Setores dissidentes (maioria) do PSD e todo o PTB apoiaram a candidatura do "pai dos pobres", como era conhecido Getúlio, que derrotou Eduardo Gomes (UDN) e Cristiano Machado (candidato oficial do PSD, sem apoio do próprio partido, além de não ter a mínima expressão política). Contudo, para o legislativo, o PSD foi novamente o grande vencedor.

Desta forma, os concluintes receberiam diplomas distintos: o de Bacharel em Ciências Contábeis e Bacharel em Ciências Aturiais. Mesmo havendo polêmica o dia 22 de setembro é o dia consagrado ao contador.

Fonte: www.faculdadedemacapa.com.br

Dia do Contador

22 de Setembro

O profissional de Contabilidade é responsável por desenvolver a arquitetura de sistemas de informações aos usuários internos e externos de uma empresa, realizar trabalhos de perícias, auditorias internas e externas, controladoria, planejamento tributário e consultoria.

Ao estudar e gerenciar o patrimônio, as transações comerciais, os fluxos de caixa, o contador interpreta os fatos econômicos dentro de uma Empresa e, assim, pode controlar melhor suas contas.

Por Lei, toda empresa é obrigada a contratar os serviços deste profissional. Seja um Banco ou uma Propriedade Rural, Microempresa ou Indústria, Cooperativa ou Casa de Comércio, Hospital ou Empresa Aérea.

Áreas de atuação

O contador pode atuar como planejador tributário, analista financeiro, contador geral, auditor interno, contador de custo, contador gerencial, atuário, auditor independente, empresário contábil, perito contábil, investigador de fraude, professor, pesquisador, escritor, parecerista, conferencista, contador público, agente fiscal de renda e oficial contador.

Fonte: CEDI - Câmara dos Deputados

Dia do Contador

22 de Setembro

O QUE VOCÊ DEVE EXIGIR DO CONTADOR ALÉM DE CONTAS

Uma empresa sem contabilidade é uma empresa sem histórico, sem identidade e sem as mínimas condições de sobreviver ou de planejar seu crescimento, seu futuro; não terá ficha cadastral, como também dificuldade de conseguir empréstimos bancários.

As funções de um contador não se limitam a apurar os impostos e manter a contabilidade em dia, o contador deve contribuir com todas as áreas da empresa com o objetivo de oferecer ao empresário as ferramentas necessárias para a preservação do seu patrimônio e a gestão dos negócios.

Ele deve ter informações que lhe ofereça condições para avaliar o desempenho e os resultados da empresa, não só da apuração dos resultados mensais, mas de que maneira ele foi alcançado.

Na maioria dos casos o contador está preparado para auxiliá-lo na definição de seu negócio como também nas decisões diárias, mas não deixe a decisão que é sua para o contador, saiba o que é necessário solicitar ao seu contador para a correta tomada de decisão.

Vamos fazer algumas colocações para o pequeno empresário que depende totalmente de um contador ou escritório de contabilidade para manter sua empresa dentro da lei e rentável.

Certifique-se mensalmente se os livros fiscais foram escriturados e os impostos calculados e recolhidos dentro dos prazos especificados pelos órgãos governamentais federal, estadual e municipal se for o caso.

Guarde as originais destes impostos em arquivo em separado e de fácil acesso na empresa, pois quando da fiscalização tenha-os em mãos. Solicite mensalmente o volume de compras e o estoque atualizado em quantidades e valor, este será o seu termômetro para novas compras ou atender aos pedidos extras.

Solicite da mesma forma o volume de vendas e o estoque em quantidades e valor, que lhe servira de parâmetro para planejar sua produção, vendas ou serviços.

Solicite um fluxo de caixa (entradas e saídas de dinheiro), com saldo bancário diário, para não ter surpresa; este fluxo de caixa deve estar detalhando nas entradas as duplicatas a receber em carteira, como também os pedidos de vendas já fechados, mas ainda não faturados; nas saídas devem estar relacionados por tipo de pagamento ou despesa, (ex: Fornecedores, Folha de Pagamento, Encargos, Impostos, Empréstimos, Outras despesas, etc.).

Solicite mensalmente um balancete contábil, ou uma previsão mais perto da realidade, (Vendas, menos impostos, menos custo das mercadorias vendidas, menos despesas,) para saber o lucro do mês, isto vai –lhe dar um parâmetro, para verificar se o seu preço de venda foi calculado corretamente ou se suas despesas não estão além do planejado.

Com estas informações em mãos, sente-se com seu contador ou reúna-se uma vez por mês com o escritório de contabilidade para avaliação do desempenho do mês, comparando sempre com meses anteriores.

O que você vai analisar. Comece pelas vendas, se foram suficientes para cobrir os gastos do mês ou se há necessidade de incrementá-las; verifique também se você não está vendendo sómente produtos de baixa lucratividade, talvez necessite forçar a venda de produtos mais rentáveis, o contador poderá lhe ajudar a identificar esses produtos.

Depois passe a analisar o custo dos produtos vendidos, se as matérias primas, as mercadorias ou os serviços não subiram, se a folha de pagamento da fábrica continua a mesma, ou se os gastos gerais de fabricação não se alteraram, também aqui a ajuda do contador é fundamental.

Em seguida passe a analisar as despesas administrativas e comerciais, iniciando-se pela folha de pagamento que normalmente é a maior incidência, tanto para a indústria como para o comércio, as outras despesas administrativas menores também devem ser controladas.

Outro item importante a analisar é o lucro final já abatido do imposto de renda e da contribuição social, neste caso o contador deverá verificar se a opção feita pelo regime tributário do Lucro Presumido ou pelo Lucro Real é a mais apropriada para que se pague menos imposto, se isto não for verificado e corrigido dentro dos prazos permitidos pela legislação, você poderá estar perdendo dinheiro.

Note como você pode exigir mais de seu contador ou escritório de contabilidade, além de outros controles e informações necessários, como uma Previsão Orçamentária Anual (Lucros e Perdas), implantação de controles administrativos para melhores decisões, um PCP (Planejamento e Controle de Produção), um Controle de Estoques, etc.

Cobre mais destes profissionais eles são treinados para ajudá-lo e assessorá-lo no seu negócio, este pequeno custo vai lhe trazer grandes benefícios.

Fonte: www.administradores.com.br

Dia do Contador

22 de Setembro

Homenagem ao Dia do Contador

Desde 1945, com a criação do curso de Ciências Contábeis, mantido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a carreira profissional do graduado no curso teve sua valorização no mercado de trabalho. Esse profissional, ao final da graduação, recebe o Diploma de Bacharel em Ciências Contábeis.

O governo de Eurico Gaspar Dutra, reconhecendo a importância da profissão para a sociedade, cria o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), através do Decreto 9.295/1946, definindo atribuições ao Contador e ao Guarda-Livros, cuja implementação foi estabelecida pela Resolução 560/1983 do Conselho Federal de Contabilidade.

Afinal, por que se comemora o dia 22 de setembro como o Dia do Contador? Como toda profissão que se preze no Brasil, há que ter o seu padroeiro, e com o Contador não poderia ser diferente.

Para isso devemos mergulhar no passado e conhecer um pouco da história de São Mateus, nosso patrono.

São Mateus, apóstolo de Jesus Cristo, antes de iniciar a evangelização, exercia a atividade de publicano (cobrador de impostos). Essa profissão era de gente rica, na época, e o exercício da função exigia disponibilidades de fundos, já que o direito à cobrança dos impostos era arrematado em leilão. Pela similaridade da profissão e a conversão de Mateus, levaram a categoria a homenagear os Contadores no dia de São Mateus como o Patrono do Contador, daí se comemorar no dia 22 de setembro, que é o dia de São Mateus.

Em nosso tempo atual, como é exercida a função do Contador? Continuamos cobrando impostos ou muita coisa mudou?

Na década de 80, já com o advento da Informática, que proporciona ao profissional uma ferramenta indispensável para a prática contábil, encontrávamos aquele profissional, de uma importância imensurável para a organização, mas relegado a uma posição inferior na hierarquia decisória, ficando longe do centro de decisões e pouca informação dos outros departamentos da organização, ou seja, nunca participava do processo decisório, somente depois, informado do que havia sido decidido.

Na virada do milênio, o Contador já apresentava significativas transformações e mudanças de atitudes em relação ao seu ambiente de trabalho. A tecnologia evoluiu progressivamente, fornecendo ao Contador ferramentas atualizadas para os trabalhos rotineiros de Contabilidade, disponibilizando mais tempo para os relatórios, análise e interpretação das informações oriundas dos ambientes interno e externo.

Nesse período, a Contabilidade também evoluiu e passou a ter uma importância fundamental para seus usuários (Governo, Fisco, Empresários, e para os próprios contadores).

No final de 2007 foi aprovada a Lei 11.638/2007 alterando alguns artigos da Lei 6/404/76, produzindo mudanças significativas nos padrões da Contabilidade brasileira. A partir daí, promoveu-se uma série de estudos para adequar a Contabilidade brasileira aos padrões internacionais.

Agora, eu pergunto: a classe de Contadores está qualificada para absorver essas mudanças, que exigirá profundos conhecimentos sobre leis e práticas?

A convergência das normas brasileiras de Contabilidade aos padrões internacionais e as exigências às empresas com faturamento superior a R$ 300 milhões ou ativos de mais de R$ 240 milhões para que apresentem balanços auditados por auditor independente, ampliaram as obrigações dos Contadores em Contabilidade, mas também abriram boas perspectivas à carreira.

O Boletim Setorial Contábil S/A, publicou que o mercado de trabalho do Contador ficou aquecido com essas mudanças e passou para o 3º lugar no ranking dos mais procurados pelo mercado. É uma bela notícia para se comemorar no Dia do Contador.

Uma preocupação: estamos preparados para enfrentar esse desafio? Quantos de nós já buscamos conhecimento sobre essas mudanças? É simples saber: basta você perguntar a si próprio. Eu participei nos últimos dois anos de algum treinamento ou programa de educação continuada ou, ainda, de algum fórum ou seminário para debater essas mudanças?

Lembro uma conversa que tive com o presidente do CRC-AC sobre esse assunto e, na ocasião, ele relatava que os profissionais do Estado, na sua maioria, não estava preocupado, pois vários eventos foram realizados por parceiros e a classe, mesmo convidada, pouco atendeu ao apelo.

Sempre é bom lembrar que a oportunidade sempre virá, mas, para ela se tornar realidade você precisa estar preparado.

Aos empresários, dou um recado: não é mais aceitável a desorganização de informações e de controle. Desde que a Contabilidade nasceu, notabilizou-se pela sua técnica de registro e controle. No final do século XV, o Tractus (de Frá Luca Pacioli), obra reconhecida como marco inicial da Contabilidade, dirigida aos comerciantes da época e apregoado como um método de controle de negócios, já mostrava a importância do controle da riqueza patrimonial.

Atualmente os empresários, na sua grande parte, relegam a Contabilidade a um plano secundário, fazendo uso dela somente nos casos de "vida ou morte", ou seja, quando obrigados. Sem dúvida, uma parcela de culpa tem nossos contadores, pois aceitam essa situação, com honorários, por vezes aviltado, para ter o cliente em sua carteira.

A Legislação Comercial, o Código Civil, a Lei das S/A e a própria Legislação Fiscal se preocupam com a qualidade e o formato das demonstrações contábeis, exigindo a manutenção da escrituração contábil, pois isso é importante para o empresário ter a contabilidade atualizada e padronizada, de modo que possam ser analisadas e interpretadas com um mínimo de segurança.

Mas, se isso não for suficiente para reconhecer a importância da Contabilidade, veja o que poderá acontecer àqueles que só conseguem ver o Fisco. Observando e acompanhando as novidades emanadas do Fisco, é fácil prever, ainda para este ano, que o Fisco começa a apertar o cerco, e no máximo em dois anos ele vai cruzar tudo no âmbito Municipal, Estadual e Federal, amarrando Pessoas Físicas e Pessoas Jurídicas nos últimos 5 anos.

Para isso a Receita Federal vem se estruturando com um sistema de última geração, moderno e eficiente, formando um grande banco de dados através da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Sped Contábil e Fiscal, Conhecimento de Transporte Eletrônico (CRT-e), além das DIRFs, RAIS, Declaração do Imposto de Renda (PF e PJ) Extratos de Cartão de Crédito, inclusive com rastreamento de nossas vidas através do número do CPF e CNPJ.

Para ilustrar o artigo, exemplificamos as operações relacionadas a cartão de crédito, cruzadas em um pequeno % dos varejistas no fim do ano passado, e a grande maioria deles sofreu autuações enormes, sem direito a contestações, pois as informações fornecidas pelas operadoras de cartões ao fisco (hoje são obrigados a entregar toda movimentação), "não coincidiram" com as declaradas pelos lojistas. Eles devem estender o número de cruzamentos a outros contribuintes muito em breve, pois o resultado foi 'muito lucrativo' para o governo.

Atualmente, no Brasil, temos um cenário de empresas, que respondem pela arrecadação fiscal, distribuídos na forma seguinte:

LUCRO REAL (maioria: empresas de grande porte) = 6% das empresas do Brasil = 85% de toda arrecadação nacional.

LUCRO PRESUMIDO (maioria: empresas de pequeno e médio porte) = 24% das empresas do Brasil = 9% de toda arrecadação nacional.

SIMPLES = 70% das empresas do Brasil = 6% de toda arrecadação nacional; ou seja, é nesta categoria que o fisco vai entrar com "a faca nos dentes", pois nela está a maior % de informalidade (leia-se sonegação).

Portanto, amigos empresários, está na hora de contratar um bom Contador, ajustarem suas contas, pois a prática da informalidade tende a sucumbir muito em breve!

Aos colegas Contadores, a conscientização de que teremos que nos preparar para absorver esse mercado de trabalho, estudar, aprender, trabalhar cada vez mais e melhor para preservarmos nossos padrões de conceitos, já muito arranhado, por escândalos e má conduta (isso temos em todas as profissões, não é nosso privilégio).

Que esta data seja de reflexão!

Fonte: www.portalgabarito.com.br

Dia do Contador

22 de Setembro

Contador

"Profissional que exerce funções contábeis"

O que é ser contador?

Contador é o profissional que lida com a área financeira, econômica e patrimonial. Ele é responsável pela elaboração das demonstrações contábeis e pelo estudo dos elementos que compõem o patrimônio monetário das companhias. Para o contador, cada número tem seu significado, tudo é importante, pois cada dado que ele avalia traduz a representatividade dos negócios de uma empresa. Com isso, ele recomenda as atitudes a serem tomadas que visem solucionar problemas financeiros. Deve sempre estar atualizado com as leis que regem o patrimônio das pessoas jurídicas (empresas), bem como às datas e prazos das obrigações fiscais e interpretar corretamente os dados coletados, para assim adotar os procedimentos necessários para o crescimento da empresa ou instituição.

Quais as características necessárias para ser contador?

É muito importante, na profissão de contador, exercer a profissão com ética, diligência e honestidade. O contador tem acesso a inúmeras informações privilegiadas das organizações, sendo indispensável o sigilo das mesmas, cabendo ao contador um contínuo cargo de confiança e respeito dentro da organização.

Além disso, o contador deve ter as seguintes características:

Gostar de cálculos matemáticos

Ser organizado

Ser ético

Gostar e ter o hábito da leitura

Atenção a detalhes

Ter visão dimensionada

Ter planejamento de trabalho definido

Postura crítica

Segurança diante de problemas

Ser flexível

Qual a formação necessária para ser um contador?

O estudante que deseja ser um contador deve prestar vestibular para o curso de Ciências Contábeis - Bacharel, que tem duração de quatro anos. Ainda, se ele quiser dar aulas em faculdades do curso em questão, deve escolher a opção Ciências Contábeis - Licenciatura, que também tem duração de quatro anos. Durante o curso de graduação, o aluno vai adquirir conhecimentos para exercer as funções técnicas de registro e elaboração das demonstrações contábeis e também conhecimentos acadêmicos. Estes proporcionarão o estudo das causas e efeitos que determinado fato provoca sobre o patrimônio de uma empresa, visando sua solução.

Principais atividades

organização e execução de serviços de contabilidade em geral

escrituração dos livros de contabilidade obrigatórios, bem como de todos os necessários no conjunto da organização e levantamento dos respectivos balanços e demonstrações

perícias judiciais e extrajudiciais

revisão de balanços e de contas em geral, revisão permanente de escritas financeiras das empresas

assistências aos Conselhos Fiscais de sociedades anônimas às quais pode pertencer

dar aulas para o curso de Ciências Contábeis

Áreas de atuação e especialidades

O contador pode atuar como:

Empregado de pessoas jurídicas, trabalhando no departamento fiscal, pessoal ou de escrituração contábil

Auditor externo, interno e independente

Consultor, na elaboração das demonstrações contábeis; como proprietário ou sócio de escritório contábil, realizando consultoria tributária, societária, de custos, finanças, etc

Perito contábil e demais atividades que envolvem o patrimônio das pessoas jurídicas; como funcionário público, atuando como agente fiscal de tributos federal, estadual e municipal

Analista de contabilidade

Professor da área contábil

Assessor, na prestação de serviços

Pesquisador

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho do contador é bastante amplo e atrativo. Como toda pessoa jurídica (empresa) necessita de, no mínimo, um contador, a área de perícia contábil e auditoria tornam-se pontos fortes entre as opções de emprego que estão em alta nesta área. Também, para os profissionais que já têm alguma experiência na área, é bastante comum abrirem consultorias próprias, onde prestam serviços para empresas, fazendo demonstrações financeiras, consultoria tributária, entre outras.

Das mais de 17 mil empresas contábeis existentes no país, 25% estão em São Paulo, de acordo com o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP). Segundo o Conselho, o número só não é mais elevado porque nem o setor consegue escapar da alta carga tributária aliada à burocracia. Com isso, muitas empresas acabam ficando na informalidade.

Para evitar essa situação, empresas têm procurado novos mercados e investido em modernização e treinamento pessoal, com o objetivo de conquistar segmentos em expansão como a consultoria, pois perceberam que necessitam contar com parceiros especializados, e também a auditoria, por conta do aumento de escândalos financeiros.

Curiosidades

A contabilidade foi a primeira profissão regulamentada no Brasil. Ela surgiu com a criação do ensino comercial, em 1931, viabilizando os negócios e acelerando o desenvolvimento econômico. Porém, como não existia o curso superior de ciências contábeis, muitos profissionais não tinham conhecimentos teóricos e técnicos suficientes para detectar os problemas de uma empresa e recomendar suas soluções. Visando solucionar isto, foi criado em 1945, o curso de ciências contábeis, que disponibiliza à sociedade um profissional capaz de compreender as questões técnicas, científicas e econômicas que determinam a resolução de tais problemas de forma mais eficaz.

Assim, a contabilidade passou a dar mais respaldo aos gestores e profissionais de cargos administrativos para proporcionar a "saúde financeira" de seus empreendimentos.

Fonte: www.brasilprofissoes.com.br

Dia do Contador

22 de Setembro

O que é Forense Contabilidade e que faz um contador forense faz?

Muita gente não sabe realmente o que é de cerca de contabilidade forense. contabilidade forense é realmente a prática de utilização de contabilidade, auditoria, investigação e habilidades para realizar o exame em demonstrações financeiras de uma empresa em questões jurídicas.

Muita gente não sabe realmente o que é de cerca de contabilidade forense. contabilidade forense é realmente a prática de utilização de contabilidade, auditoria, investigação e habilidades para realizar o exame em demonstrações financeiras de uma empresa em questões jurídicas.

Em tais circunstâncias, os profissionais de contabilidade forense são normalmente responsáveis para quantificar os danos sofridos pelas partes envolvidas em litígios perante estes casos são levados ao tribunal.

Investigação vem em matéria penal, quando tenham ocorrido, tais como falsificação de balanços financeiros, furto interno, a fraude de valores mobiliários, seguros fraude, suborno, e assim por diante e assim por diante. Também são realizadas ações após uma investigação detalhada é conduzida.

Por outro lado, quando um litígio foi submetido ao tribunal, o contabilista judicial pode atuar como perito do assunto relacionado. Eles também serão responsáveis por preparar as provas necessárias. contadores forenses são contabilistas especializados. Eles também podem ser chamados auditores ou auditores forenses de investigação.

Eles são especializados em investigar e interpretar crimes de colarinho branco, que sempre se referem a operações financeiras criminosas na empresa, ou seja, lavagem de dinheiro. Na maioria das vezes, eles também se envolver na investigação de fraude de valores mobiliários, disputas contratuais e outras actividades ilícitas, como suborno e desvio de verbas.

contadores forenses utilizar os seus conhecimentos em contabilidade e finanças, bem como o direito das sociedades e do direito comercial em sua rotina diária. normas que também estão bem equipados com todas as informações de negócios do governo atualizou a legislação, os sistemas de relatórios financeiros, contabilidade e auditoria, e os processos de contencioso e processos quando estão realizando suas tarefas.

Além disso, além do conhecimento exigido, é essencial para que eles tenham duas habilidades importantes, por exemplo, técnicas de investigação, bem como habilidades de coleta de provas no desempenho das suas tarefas.

contadores forenses têm desempenhado um papel importante no apoio ao governo, bem como o público para detectar os escândalos contábeis e crimes financeiros causados por indivíduos, empresas e redes de crime organizado. Ao contrário de contabilistas e auditores, quando a realização de auditorias legal de contas, eles estão activamente à procura de sinais de fraude e de que usar suas habilidades de investigação para determinar se uma actividade profissional ou de uma transação financeira é ilegal.

contadores forenses fazem parte da extensão da equipe de advogados e eles são responsáveis pela preparação e revisão de provas financeiras. Suas responsabilidades são as seguintes:

Investigar e analisar provas financeiros, especialmente em complexos ou potencial de criminoso transações financeiras

Desenvolver aplicações informáticas para analisar, comparar e interpretar os fatos financeiros e os valores

Transformar seus resultados em relatórios que as pessoas relacionadas com a sua decisão financeira

Auxiliar em processos judiciais, incluindo a preparação de documentos e na qualidade de testemunhas, peritos durante os ensaios

Fonte: www.advice-business.com

Dia do Contador

22 de Setembro

Contabilidade é a ciência que tem como objeto de estudo o patrimônio das entidades, seus fenômenos e variações, tanto no aspecto quantitativo quanto no qualitativo, registrando os fatos e atos de natureza econômico-financeira que o afetam e estudando suas consequências na dinâmica financeira.

O nome deriva do uso das contas contábeis. De acordo com a doutrina oficial brasileira (organizada pelo Conselho Federal de Contabilidade), a contabilidade é uma ciência social, da mesma forma que a economia e a administração. No Brasil, os profissionais de contabilidade são chamados de contabilistas.

Aqueles que concluem os cursos de nível superior de Ciências Contábeis recebem o diploma de bacharel em ciências contábeis (Contador). Existe também o título técnico de contabilidade aos que têm formação de nível médio/técnico.

Em Portugal o termo "contador" tornou-se arcaico, sendo sempre utilizado o termo contabilista, independentemente do nível acadêmico. Existe no entanto distinção na classificação profissional entre técnicos oficiais de contas (TOC) e revisores oficiais de contas (ROC).

Até a primeira metade da década de 70, o profissional do ofício técnico também era conhecido como guarda-livros (correspondente do inglês bookkeeper), mas o termo caiu em desuso.

Em fevereiro de 2009 o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) apurou no Brasil a existência de 403.912 contabilistas e 69.779 organizações contábeis ativas.

História

Há relatos de que as primeiras manifestações contábeis datam de cerca de 2.000 a.C, com os sumérios. Num mercado baseado na troca de mercadorias, a contabilidade servia para definir quanto alguém possuia de uma determinada mercadoria e qual o valor de troca dessa mercadoria em relação a outra. A contabilidade iniciou-se empiricamente (ver contabilidade do mundo antigo e quipu).

Com Leonardo Fibonacci e depois o monge Luca Pacioli, principal divulgador do método das partidas dobradas, encerrou-se a fase empírica e menos organizada da contabilidade a partir do século XV.

A chamada escola inglesa (Francis Bacon, Locke, Hume) contestou o excesso de especulação científica e concebeu o Empírico como um critério determinante do que seria ciência ou não (indução empírica, segundo o sociólogo Pedro Demo).

Dia do Contador
Banqueiro Jacob Fugger com seu contador

Mas a contabilidade só foi reconhecida como ciência propriamente dita no início do século XIX. Por longo período sua história se confundiu com os registros patrimoniais de organizações mercantis e econômicas e até os dias de hoje é possível se notar alguma confusão entre a ciência contábil e a escrituração de fatos patrimoniais.

Dia do Contador
Fabricação de cerveja no Egito antigo, com escriba registrando o número de garrafas produzidas, à direita

Outra dificuldade que se encontra no estudo da matéria, principalmente no Brasil, é a dos trabalhos científicos sobre contabilidade não raro sofrerem de um excesso de experimentalismo, o que tem prejudicado o desenvolvimento da matéria em várias áreas.

Muitos desses trabalhos foram classificados até o final da década de 60 como de economia aziendal, um ramo da economia proposto pelos italianos e outros estudiosos europeus, passando a prática contábil e, particularmente, a escrituração, a ser mais conhecida como contabilidade aplicada. Apesar da conotação econômica, a economia aziendal ressaltava os vínculos contábeis com disciplinas administrativas e matemáticas.

Por essa característica, foi criticada pois sua estrutura se pareceria com um "sistema de ciências". Assim, no Brasil, prevalece a abordagem acadêmica da essência econômica, deixando de ser destacada em primeiro nível as relações profundas com outras ciências observadas na contabilidade aplicada.

A contabilidade no Brasil

A partir de 1500, com o descobrimento do Brasil, o novo país começaria a escrever uma parte da história da contabilidade. Entretanto, é somente muitos anos depois, a partir de 1770, que surge a primeira regulamentação da profissão contábil em terras brasileiras, quando Dom José, rei de Portugal, expede a carta de lei a todos os domínios lusitanos. Neste documento, dentre outras regulamentações, fica estabelecida a obrigatoriedade de registro da matrícula de todos os guarda-livros na junta comercial.

Em 1870 acontece a primeira regulamentação brasileira da profissão contábil, por meio do decreto imperial nº 4475. É reconhecida oficialmente a Associação dos Guarda-Livros da Corte, considerada como a primeira profissão liberal regulamentada no país.

Nesse período foram dados os primeiros passos rumo ao aperfeiçoamento da área. Na contadoria pública passou-se a somente admitir guarda-livros que tivessem cursado aulas de comércio. O exercício da profissão requeria um caráter multidisciplinar. Para ser guarda-livros era preciso ter conhecimento das línguas portuguesa e francesa, esmerada caligrafia e, mais tarde, com a chegada da máquina de escrever, ser eficiente nas técnicas datilográficas.

Em 1902, o então presidente Rodrigues Alves declara de utilidade pública, com caráter oficial, os diplomas conferidos pela Academia de Comércio do Rio de Janeiro, Escola Prática de Comércio de São Paulo, Instituto Comercial do Distrito Federal e Academia de Comércio de Juiz de Fora.

Em 1915 é fundado o Instituto Brasileiro de Contadores Fiscais. No ano seguinte surgem a Associação dos Contadores de São Paulo e Instituto Brasileiro de Contabilidade, no Rio de Janeiro. Nove anos depois, em 1924, é realizado o 1° Congresso Brasileiro de Contabilidade e são lançadas as bases para a campanha pela regulamentação de contador e reforma do ensino comercial no Brasil.

Cremcem as articulações para o desenvolvimento da profissão contábil e, em 1927, é fundado o Conselho Perpétuo, um embrião do que seria, no século XXI, o sistema Conselho Federal e Conselho Regional de Contabilidade. A instituição abrigava o Regime Geral de Contabilistas no Brasil, concedendo a matricula aos novos profissionais aptos a desenvolverem a atividade de contadores.

Este período é marcado por turbulência políticas, revoluções e a chegada de Getúlio Vargas ao poder, em 1930. Em 1931 vem a primeira grande vitória da classe contábil: é sancionado o decreto federal nº 20.158, que organizou o ensino comercial e regulamentou a profissão. É criado o curso de contabilidade, que formava dois tipos de profissionais: os guarda-livros, que cursavam dois anos e perito-contadores, que cursavam três anos.

Daí para frente várias vitórias acontecem. No ano seguinte é sancionado o decreto federal nº 21.033, estabelecendo novas condições para o registro de contadores e guarda-livros. Com esta lei, resolveu-se o problema dos profissionais da área que possuíam apenas o conhecimento empírico, pratico, determinando as condições e prazos para o registro desses profissionais. A partir desse momento, o exercício da profissão contábil passou a estar ligada, indissoluvelmente, à preparação escolar. Ou seja, quem desejasse abraçar a carreira teria primeiro, que estudar.

Dentre outras, esta vitória marcou a trajetória da profissão no Brasil, sendo bastante comemorada pelas lideranças da área na época. Com isso, multiplicaram-se as gestões para a criação do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), a exemplo do que já acontecia na engenharia e advogacia, até então as únicas de nível universitário regulamentadas no país.

Os contabilistas brasileiros não perderam tempo. A imediata criação do Conselho Federal, logo após a edição do Decreto-Lei nº 9.295 demonstra a pressa que tinham para ver logo em funcionamento seu órgão de classe. Mas, na verdade, a criação desse órgão já era tardia, quando começou a tramitar o primeiro projeto de lei a respeito.

Tão logo instalado, o CFC já começa a atuar para cumprir a função para qual foi criado. Uma das primeiras providências do Conselho Federal foi criar as condições para a instalação e funcionamento dos Conselhos Regionais. Já na terceira reunião, realizada no dia 11 de outubro de 1946, ainda na sala do Ministério do Trabalho, foi criada uma comissão para organizar os Conselhos Regionais, composta pelos Conselheiros Manoel Marques, José Dell’ Aurea e Brito Pereira.

Na reunião seguinte, em 4 de novembro do mesmo ano, é aprovada a Resolução nº1/46, que dispões sobre a organização dos Conselhos Regionais de Contabilidade, criando as condições e estabelecendo as primeiras regras. Hoje, existe um Conselho de Contabilidade em cada unidade da Federação e no Distrito Federal.

As primeiras ações dos Conselhos Regionais eram direcionadas ao registro de profissionais. Mas, pouco tempo depois, foram iniciadas as atividades de fiscalização, em alguns Conselhos mais intensificados que em outros, de acordo com as peculiaridades de cada um. Hoje, a fiscalização é tema de discussão em todas as reuniões de presidentes do Sistema CFC/CRCs . Os Conselhos Regionais de Contabilidade, atualmente, além de registrar e fiscalizar o exercício profissional, educação continuada, alguns em parcerias com o Conselho Federal e com universidades, oferecendo aos profissionais da Contabilidade condições de se qualificarem a e atenderem às exigências do mercado de trabalho, além de oferecerem à sociedade um serviço de qualidade.

A atividade contábil

A complexidade crescente das corporações e governos levou a uma preocupação da sociedade com a organização da atividade contábil. Até meados do século XX, muitos autores a viam como um processo (alguns a chamavam por isso de Contabilidade Histórica). Com a popularização da visão sistêmica e o advento do "Estruturalismo", que passaram a ser desenvolvidos na Economia e na Sociologia, os autores contábeis começaram a pensar a atividade em termos estruturalistas: no Brasil, diante das peculiaridades próprias da aplicação da matéria, foi proposto um sistema de funções (ver Funcionalismo) que atendesse os três principais objetivos contábeis: registro, controle e informação. Mas logo surgiriam outras propostas, visando a satisfazer diferentes usuários da atividade contábil:

Em Economia, foi proposto da Contabilidade ser um sistema inserido dentro dos sistemas econômicos maiores, como o das Empresas (Microeconomia) e dos governos (Macroeconomia). Dessa forma passou a ser visto com naturalidade o uso da Matemática e da Estatística para obtenção e interpretação das informações contábeis.

Em Administração, surgiu a proposta de um sistema baseado em princípios contábeis, capaz de organizar a atividade para fins de atender a padronização da informação contábil e de outras necessidades dos administradores.

Em países como o Brasil, onde a legislação é um fator decisivo na forma final que receberá a atividade, há a idéia do Sistema de Contabilidade ser um sistema de escrituração: a contabilidade de custos, por exemplo, é vista pelos legisladores como um sistema à parte do Sistema Contábil, havendo um dispositivo que permite, contudo, que a empresa possa optar por integrar ou não à sua escrituração, o sistema de custos.

Todos os três tipos de propostas acima sofreram inúmeras modificações ao longo dos anos, que procuraram acompanhar o desenvolvimento acelerado das atividades econômicas e administrativas. Não se pode negar que a proliferação dos sistemas informatizados de contabilidade foi a mais profunda inovação para a atividade. Informações transmitidas via internet e o uso de softwares contábeis estão revolucionando o ambiente contábil. A contabilidade não poderia ignorar os inúmeros recursos que a informática pode proporcionar ao seu mister de controle e estudo do patrimônio.

Ao contrário do que possa parecer, todavia, esses sistemas não eliminaram totalmente a contabilidade tradicional. Eles organizam os dados em informações como qualquer software administrativo, mas que, sem o conhecimento científico e profissional contábil capaz de trabalhar essa infinita gama de informações, não conseguirão servir com eficácia aqueles que em última instância foram quem patrocinaram todas as mudanças da atividade: os citados usuários (gestores, legisladores, acionistas etc).

Usuários da contabilidade

Os usuários tanto podem ser internos como externos e, mais ainda, com interesses diversificados, razão pela qual as informações geradas pela Entidade devem ser amplas e fidedignas e, pelo menos, suficientes para a avaliação da sua situação patrimonial e das mutações sofridas pelo seu patrimônio, permitindo a realização de inferências sobre o seu futuro. Os usuários internos incluem os administradores de todos os níveis, que usualmente se valem de informações mais aprofundadas e específicas acerca da Entidade, notadamente aquelas relativas ao seu ciclo operacional.

Já os usuários externos concentram suas atenções, de forma geral, em aspectos mais genéricos, expressos nas demonstrações contábeis. Em países com um ativo mercado de capitais, assume importância ímpar a existência de informações corretas, suficientes e inteligíveis sobre o patrimônio das Entidades e suas mutações, com vista à adequada avaliação de riscos e oportunidades por parte dos investidores, sempre interessados na segurança dos seus investimentos e em retornos compensadores em relação às demais aplicações. A qualidade dessas informações deve ser assegurada pelo sistema de normas alicerçado nos Princípios Fundamentais, o que torna a Contabilidade um verdadeiro catalisador do mercado de ações.

O tema é vital e, por conseqüência, deve-se manter vigilância sobre o grau em que os objetivos gerais da Contabilidade aplicada a uma atividade particularizada estão sendo alcançados. O entendimento das informações pelos próprios usuários pode levá-los a conclusão da necessidade de valer-se dos trabalhos de profissionais da Contabilidade.

Objetivos da contabilidade

A existência de objetivo específicos não é essencial à caracterização de uma ciência, pois, caso o fosse, inexistiria a ciência “pura”, aquela que se concentra, tão-somente, no seu objeto. Aliás, na própria área contábil, encontramos muitos pesquisadores cuja obra não apresenta qualquer escopo pragmático, concentrando-se na Contabilidade como ciência.

De qualquer forma, como já vimos, não há qualquer dificuldade na delimitação dos objetivos da Contabilidade no terreno científico, a partir do seu objeto, que é o Patrimônio, por estarem concentrados na correta representação deste e nas causas das suas mutações.

O objetivo científico da Contabilidade manifesta-se na correta representação do Patrimônio e na apreensão e análise das causas das suas mutações. Já sob ótica pragmática, a aplicação da Contabilidade a uma Entidade particularizada, busca prover os usuários com informações sobre aspectos de natureza econômica, financeira e física do Patrimônio da Entidade e suas mutações, o que compreende registros, demonstrações, análises, diagnósticos e prognósticos, expressos sob a forma de relatos, pareceres, tabelas, planilhas e outros meios.

As administrações públicas encontram-se perante o desafio de melhorar a eficiência, a produtividade e a qualidade dos seus serviços. No entanto, todos esses desafios têm de ser vencidos com orçamentos inalterados ou mesmo reduzidos. O tema, tão claro no quadrante científico, comporta comentários mais minuciosos quando direcionados aos objetivos concretos perseguidos na aplicação da Contabilidade a uma Entidade em particular. Adentramos, no caso, o terreno operacional, regulado pelas normas.

Assim, ouve-se com freqüência dizer que um dos objetivos da Contabilidade é o acompanhamento da evolução econômicas e financeira de uma Entidade. No caso, o adjetivo “econômico” é empregado para designar o processo de formação de resultado de resultado, isto é, as mutações quantitativos-qualitativos do patrimônio, as que alteram o valor do Patrimônio Líquido, para mais ou para menos, correntemente conhecidas como “receitas” e “despesas”.

Já os aspectos qualificados como “financeiros” concernem, em última instância, aos fluxos de caixa. Cumpre também ressaltar que, na realização do objetivo central da Contabilidade, defrontamo-nos, muitas vezes, com situações nas quais os aspectos jurídico-formais das transações ainda não estão completa ou suficientemente dilucidados.

Nesses casos, deve-se considerar o efeito mais provável das mutações sobre o patrimônio, quantitativa e qualitativamente, concedendo-se prevalência à substância das transações.

Fenômenos contábeis

Dentro de uma visão estruturalista com objetivos econômicos, os fenômenos contábeis se estudam sob os aspectos ambientais e que são os que envolvem o patrimônio; dividem-se em:

endógenos: do ambiente aziendal;

exógenos: do ambiente social, econômico, político, ecológico, legal, etc.

Mas também há a visão estruturalista com objetivos sociológicos, no qual o patrimônio é substituído como objeto pela gestão empresarial e pela informação.

Nesse sentido, os fenômenos endógenos seriam os voltados para a informação dirigida a gestão, enquanto os fenômenos exógenos seriam os voltados para a informação de mercado (em inglês, disclosure).

Para ser reconhecido como dado dentro de um sistema contábil objetivo, os fenômenos devem estar materializados em fatos contábeis, os quais devem ser escriturados. Ou então em atos, que podem se tornar objeto de escrituração caso haja o objetivo de se implementar um controle contábil para fins de informação.

Dessa forma, um sistema contábil deve ser aquele capaz de organizar os fatos contábeis a partir de três objetivos primordiais: registro, controle e informação.

Dimensões contábeis

Como contribuição para a sistematização e estudo desses fenômenos da prática contábil, poderíamos partir para uma classificação de "dimensões contábeis", dos seguintes grupos de relações formados a partir do ponto de vista dos contabilistas, e derivados das influências mais importantes observadas na atividade prática:

Dimensão jurídica

Dimensão administrativa

Dimensão econômica

A relação com várias outras matérias, apesar de intensas com algumas não citadas tal como por exemplo a Informática ou Ciência da Computação, não se caracterizaria como uma nova dimensão pois nessa relação prevalece um caráter lógico-matemático, estranho à matéria contábil. Mas havendo o desenvolvimento para outras ciências relacionadas que não se atenham aos princípios da programação e processamento de dados, como parece ser a proposta de uma Ciência da Informação, essa restrição pode ser revista.

Dentro da dimensão econômica da matéria, pode-se considerar que os fatos contábeis se baseiam nas seguintes razões lógicas:

A azienda tem necessidades

De acordo com as necessidades, cria suas finalidades ou metas

Para suprir as necessidades busca meios

O exercício ou utilidade dos meios gera funções

O assunto geralmente é estudado sobre o título "Contabilidade Multidimensional".

Correntes do pensamento científico

Entende-se a Contabilidade como ciência pois:

Tem um objeto próprio de estudos

Estuda o objeto sob um aspecto peculiar ou próprio

Estabelece leis (relações entre fatos de validade geral e perene)

Enseja a previsão de fatos

Tem metodologia específica

Tem tradição como conhecimento

Enseja aplicação do seu conhecimento

Existem diversas correntes do pensamento científico da Contabilidade, sendo as consideradas próprias de figurarem como de dimensão predominantemente econômica as seguintes:

Materialismo

Controlismo

Aziendalismo

Patrimonialismo

Universalismo

Neopatrimonialismo

As correntes abaixo serviram para se reconhecer uma dimensão jurídica da contabilidade, a saber:

Contismo

Personalismo

A ressaltar ainda as teorias e técnicas desenvolvidas pelos anglo-americanos, as quais se enquadram na dimensão administrativa da Contabilidade e que, apesar de não se revestirem de caráter científico, são bastante influentes: Auditoria (Auditoria interna e Auditoria externa), Princípios contábeis geralmente aceitos (GAAP's), Contabilidade Divisional, Contabilidade Gerencial, da Análise financeira e da Consolidação dos Balanços.

Referências

SÁ, Antônio Lopes de. Fundamentos da contabilidade geral. Curitiba: Juruá, 2005.

VENCESLAU, Fábio Ygor N. A importância do planejamento no processo de gestão. Belém, 2007, 22 f. Monografia (Especialização em Contabilidade e Controladoria) Faculdade de Estudos Avançados do Pará. Belém, 2007.

Prado, Claudio R. do, "Princípios contábeis e sua aplicabilidade". Curitiba PR. Editora Prado.

Ebictida com "C", o efeito Copenhague. - Após Copenhague, em 2010, o Brasil passará por outro ajuste adotando oficialmente o modelo contábil do International Financial Reporting Standards (IFRS), regras para balanços já vigentes em mais de 100 países, que modifica significativamente o modo com que as corporações reportarão seus demonstrativos financeiros, alterando a forma de apurar resultados e as analises do mercado sobre o desempenho das empresas.

Fonte: www.territorioscuola.com