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Dia Mundial da Amamentação

Dia Mundial da Amamentação

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O aleitamento materno possui inúmeras vantagens tanto para a mãe quanto o bebê.

O bebê recebe os anticorpos, nutrientes na medida certa para o seu crescimento e desenvolvimento. É a primeira vacina do bebê.

Para a mãe é o primeiro contato afetivo através da amamentação, conhecendo aquele bebê que acabou de nascer e  também ajuda a contrair o útero para que volte ao tamanho normal e evite a hemorragia pós parto.

Por Colégio São Francisco

01 de Agosto

AMAMENTANDO SEU BEBÊ

Você já deve ter ouvido falar sobre as vantagens do leite materno.

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Para começar, o leite materno é completo. Isso significa que, até os 6 meses, seu bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos 6 meses, a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos. Você pode continuar amamentando até 2 anos ou mais.

O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças.

Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho. Isso sem falar que a amamentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê.

Por isso é importante que você AMAMENTE SEU BEBÊ. Quanto mais tempo seu bebê mamar no peito, melhor para ele e para você.

A AMAMENTAÇÃO também traz muitos benefícios para a mãe:

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Reduz o peso mais rapidamente após o parto.

Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia após o parto.

Reduz o risco de diabetes.

Reduz o risco de câncer de mama.

Se a amamentação for exclusiva, pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez.

COMO TORNAR A AMAMENTAÇÃOÃO MAIS TRANQUILA E PRAZEROSA

Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem um horário para mamar. Dê o peito ao seu filho sempre que ele pedir. Com o tempo, ele vai fazendo seu horário de mamadas.

Antes de começar a dar de mamar, lave as mãos.

A melhor posição para amamentar é aquela em que você e o seu bebê se sentirem mais confortáveis. Não se apresse, deixe o bebê sentir o prazer e o conforto do contato com seu corpo.

Cada bebê tem seu próprio ritmo de mamar, o que deve ser respeitado. Deixe-o mamar até que fique satisfeito. Espere que ele esvazie bem a mama e então ofereça a outra, se ele quiser.

O leite do fim da mamada tem mais gordura e por isso mata a fome do bebê e faz com que ele ganhe mais peso.

Na primeira mama, o bebê suga com mais força porque está com mais fome e assim esvazia melhor essa mama. Por isso, sempre comece com aquela que terminou a última mamada, para que o bebê tenha a oportunidade de esvaziar bem as duas mamas, o que é importante para a mãe ter bastante leite.

Quando o bebê, após mamar, não solta o bico do peito, você pode ajudar, colocando o dedo mínimo no canto da boca, entre as gengivas, para que ele solte o mamilo sem machucá-lo.

Depois da mamada, coloque o bebê em pé, encostado no seu ombro para que ele possa arrotar.

Sugar o peito é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, ajuda a ter dentes bonitos, a desenvolver a fala e a ter uma boa respiração.

Não há necessidade de usar mamadeiras e chupetas, que podem mudar a forma como a criança mama. Muitos bebês passam a não querer mais mamar no peito, além disso, podem causar doenças, problemas na dentição e na fala.

Cuide-se bem! É importante para você e para o seu bebê. Evite bebidas alcoólicas e cigarro. Os remédios que a mãe toma podem passar para a criança, por isso só se deve tomar medicamentos com orientação médica. Se precisar usar método para evitar gravidez, procure o serviço de saúde.

DIFICULDADES NA AMAMENTAÇÃO

Rachaduras no bico do seio:

As rachaduras aparecem quando a criança não está pegando bem no peito da mãe.

Se a pega do bebê não estiver correta, procure corrigi-la.

Se o peito estiver muito cheio, tornando a mamada difícil, retire um pouco do leite antes, para ajudar o bebê a mamar.

Se não houver melhora, procure ajuda num serviço de saúde.

Seios empedrados

Quando isso acontece, é preciso esvaziar bem os seios.

Não deixe de amamentar, ao contrário, amamente com frequência, sem horários fixos, inclusive à noite.

Retire um pouco de leite antes de dar de mamar, para amolecer a mama e facilitar para o bebê pegar o peito.

Se houver piora, procure ajuda num serviço de saúde.

Pouco leite

Para manter sempre uma boa quantidade de leite, amamente com frequência, deixando o bebê esvaziar bem o peito na mamada.

Não precisa oferecer outro alimento (água, chá, suco ou leite).

Se o bebê dorme bem e está ganhando peso, o leite não está sendo pouco.

Leite fraco

Não existe leite fraco! Todo leite materno é forte e bom. A cor do leite pode variar, mas ele nunca é fraco.

Nem todo choro do bebê é de fome. A criança chora quando quer aconchego, quando tem cólicas ou sente algum desconforto.

Sabendo disso, não deixe que idéias falsas atrapalhem a amamentação.

Acredite que você é capaz de amamentar seu filho nos primeiros seis meses só com o seu leite.

Procure conversar com outras mulheres (amigas, vizinhas, parentes, etc.) que amamentaram bem e durante bastante tempo seus bebês. A experiência delas pode ajudá-la.

Em caso de dificuldades, procure orientação no serviço de saúde.

As vantagens da amamentação

É longa a lista dos benefícios do aleitamento materno. Amamentar é o melhor que qualquer mãe pode fazer por si e pelo seu bebê.

O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebê necessita para ser saudável. Contém também determinados elementos que o leite artificial, em pó, não consegue incorporar, como os anticorpos e os glóbulos brancos. É um alimento vivo, irreproduzível. Aí reside a sua principal vantagem: protege o bebê, praticamente como uma vacina, de certas doenças e infecções. Por outro lado, é mais facilmente digerido. Mas a lista de vantagens não termina aqui: os bebês amamentados sofrem menos cólicas e apresentam menores probabilidades de ter gastroenterites, infecções respiratórias e alergias. O colostro – nome que se dá ao leite nos primeiros dias de vida – é extremamente rico em elementos anti-infecciosos, o que tem particular importância para o bebê que está, sobretudo nos primeiros tempos de vida, imunologicamente «virgem», logo mais vulnerável à ação das bactérias e outros micróbios.

Claro que isto não quer dizer que um bebê alimentado a biberão (sobretudo se a preparação for bem efetuada, com higiene) esteja condenado a infectar-se constantemente. Simplesmente não usufrui dos mesmos benefícios imunológicos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os bebês sejam amamentados em exclusivo até aos seis meses e depois, pelo menos até aos 2 anos, como complemento. Se essa é a sua opção, resista às dificuldades e não deixe de cumprir o sonho de amamentar o seu bebê. Informe-se, esclareça dúvidas, e não esqueça: dar de mamar é um projeto a dois.

Dia Mundial da Amamentação

Dúvidas frequentes

O meu leite é suficiente? Na maior parte dos casos, sim. No entanto, para que a mãe não sinta que está a produzir pouco leite, é fundamental começar a dar de mamar o mais cedo possível, de preferência na sala de partos. Quanto mais der de mamar, mais leite vai ter.

E se o meu leite for fraco? Não existe leite fraco!

Quando dar de mamar? Normalmente, o intervalo entre cada mamada é de 3 ou 4 horas. Contudo, o ideal é o bebê poder mamar quando quiser. Não há dois bebês iguais, por isso não se admire se o seu tiver um padrão alimentar completamente diferente do bebê da sua prima. Certifique-se apenas que lhe deu de mamar pelo menos oito vezes em cada 24 horas.

As mamadas devem durar quanto tempo? Não deve haver tempo definidos. Importante é que, uma vez que a composição do leite se vai alterando ao longo da mamada, o bebê consiga esvaziar pelo menos uma mama em cada refeição. O leite do início da mamada é mais aguado e contém a maior parte das proteínas e dos açúcares. O leite do fim é mais rico em calorias, gorduras e vitaminas lipossolúveis. O bebê é que sabe quando fica satisfeito e para isso é importante que tenha ingerido leite suficiente do final da mamada.

E a mamada seguinte? Deve começar por oferecer ao bebê a mama que ficou mais cheia, ou seja aquela que antes ofereceu em segundo lugar e na qual o bebê mamou menos tempo.

Dar de mamar sem stress

Desligue os telefones e não abra a porta. Pode dar de mamar sentada, numa cadeira de braços confortável, ou então deitada na cama. Se gosta de música, ponha um disco e, a partir daí, pense só em si e no bebê.

Dar de mamar pode deixar de ser um prazer se provocar dores e sofrimento, o que acontece se aparecerem gretas, um encaroçamento ou mesmo uma mastite. Por isso, é necessário conseguir que o peito se mantenha em condições.

O mais importante é estar atenta à forma como o bebê pega na mama, pois disso depende todo o sucesso da amamentação:

Segure no peito com o polegar por cima e os restantes dedos por baixo. Toque com o mamilo no lábio superior do bebê. Quando a boca do bebê estiver bem aberta, coloque todo o mamilo (incluindo a aréola) dentro da boca (deve ficar a ver-se mais aréola acima do lábio superior do que em baixo). Se o mamilo estiver a doer-lhe, repita todo o processo, para que o bebê pegue bem na mama. Para fazer o bebê largar o peito não puxe bruscamente: coloque um dedo entre a boca do bebê e o mamilo.

Se o peito começar a gretar, faça uma pequena massagem antes da mamada e corrija a posição do bebê ao mamar. Depois, espalhe um pouco do seu leite no mamilo e deixe secar ao ar.

O encaroçamento do peito é outra das situações que podem surgir. Acontece quando o leite produzido não é todo consumido, acabando por ficar retido nos canais e formar pequenos caroços. Por vezes, antes de o bebê mamar, é necessário retirar um pouco de leite para que a mama fique mais macia.

Mais raras são as mastites: a mama inflama em consequência de uma infecção bacteriana de um mamilo gretado, provocando um abcesso que por sua vez dá dores, rigidez do peito, febre alta e arrepios. Vá ao seu médico e não desanime: há antibióticos compatíveis com a amamentação. Excepto se o médico disser o contrário, não deixe de dar de mamar, porque o fato de o leite ser retirado pelo bebê, vai proporcionar-lhe um certo alívio.

01 de Agosto

O leite materno é completo. Isso significa que até os 6 meses o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos 6 meses, a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos. Você pode continuar amamentando até 2 anos ou mais.

O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças. Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho. Isso sem falar que a amamentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê.

A amamentação também traz muitos benefícios para a mãe:

Reduz o peso mais rapidamente após o parto

Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia após o parto

Reduz o risco de diabetes

Reduz o risco de câncer de mama

Se a amamentação for exclusiva, pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez.

Como tornar a amamentação mais tranquila e prazerosa:

Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem um horário para mamar. Dê o peito ao seu filho sempre que ele pedir. Com o tempo, ele vai fazendo seu horário de mamadas.

Antes de começar a dar de mamar, lave as mãos.

A melhor posição para amamentar é aquela em que você e o seu bebê se sentirem mais confortáveis. Não se apresse, deixe o bebê sentir o prazer e o conforto do contato com seu corpo

Cada bebê tem seu próprio ritmo de mamar, o que deve ser respeitado. Dei­xe-o mamar até que fique satisfeito. Espere que ele esvazie bem a mama e então ofereça a outra, se ele quiser.

O leite do fim da mamada tem mais gordura e por isso mata a fome do bebê e faz com que ele ganhe mais peso

Na primeira mama, o bebê suga com mais força porque está com mais fome e assim esvazia melhor essa mama. Por isso, sempre comece com aquela que terminou a última mamada, para que o bebê tenha a oportunidade de esvaziar bem as duas mamas, o que é importante para a mãe ter bastante leite.

Dificuldades na amamentação

Rachaduras no bico do seio:

As rachaduras aparecem quando a criança não está pegando bem no peito da mãe. Se a pega do bebê não estiver correta, procure corrigi-la. Se o peito estiver muito cheio, tornando a mamada difícil, retire um pouco do leite antes, para ajudar o bebê a mamar. Se não houver melhora, procure ajuda num serviço de saúde.

Seios empedrados:

Quando isso acontece, é preciso esvaziar bem os seios. Não deixe de amamentar, ao contrário, amamente com frequência, sem horários fixos, inclusive à noite. Retire um pouco de leite antes de dar de mamar, para amolecer a mama e facilitar para o bebê pegar o peito. Se houver piora, procure ajuda num serviço de saúde.

Pouco leite:

Para manter sempre uma boa quantidade de leite, amamente com frequência, deixando o bebê esvaziar bem o peito na mamada. Não precisa oferecer outro alimento (água, chá, suco ou leite). Se o bebê dorme bem e está ganhando peso, o leite não está sendo pouco.

Leite fraco:

Não existe leite fraco! Todo leite materno é forte e bom. A cor do leite pode variar, mas ele nunca é fraco

Nem todo choro do bebê é de fome. A criança chora quando quer aconchego, quando tem cólicas ou sente algum desconforto

Sabendo disso, não deixe que idéias falsas atrapalhem a amamentação.

Vantagens para o bebê:

Crianças que mamam têm menos risco de sofrer de doenças respiratórias, infecções urinárias ou diarréias, problemas que podem levar a internações e até ao falecimento. O bebê amamentado corretamente, no futuro terá menos chance de desenvolver diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Vantagens para a mãe:

A mulher que amamenta corre menos risco de contrair câncer de mama e de ovário. Amamentar também ajuda a mulher a voltar ao peso normal mais rápido.

Doação de leite materno:

O leite materno armazenado nos bancos de leite humano é utilizado para atender bebês prematuros ou doentes que não conseguem se alimentar diretamente no seio materno. O Brasil possui a maior rede de bancos de leite humano do mundo, são 186 no país todo!

Quem pode doar:

Para ser doadora de leite materno a mulher deve estar plenamente saudável. Mães portadoras de doenças infecto-contagiosas, como AIDS, não podem nem mesmo amamentar seus próprios filhos com o risco de contaminá-los

A doadora não pode fumar, beber ou tomar medicamentos

Antes da possível coleta, a doadora deve mostrar seu cartão de pré-natal e passar por uma avaliação clínica

Em alguns municípios a coleta pode ser feita em casa; a mãe telefona para o serviço responsável e os profissionais vão até ela recolher o leite

Ao chegar ao banco, o leite passa por um rigoroso controle de qualidade, sendo pasteurizado para eliminar bactérias e vírus.

Um ato de amor

Os inúmeros benefícios do aleitamento materno para o bebê e para a mamãe

O leite materno tem tudo que o bebê precisa: água, proteínas, sais minerais, vitaminas e ainda tem a temperatura ideal. Sua cor pode variar, mas ele nunca é fraco.

A amamentação, quando praticada de forma exclusiva até os seis meses de vida, é capaz de garantir o crescimento saudável da criança e funciona como uma vacina na prevenção de doenças na infância.

Os movimentos naturais de sucção do bebê enquanto está mamando no peito são excelentes exercícios para a língua, músculos da face, desenvolvimento dos maxilares e futuro posicionamento dos dentes e dos ossos do rosto.

Além do aspecto emocional, o aleitamento materno também tem vantagens nutricionais importantes. Nos primeiros dois ou três dias, o recém-nascido vai mamar o colostro, até que comece a produção normal do leite. O colostro é produzido ainda durante a gestação e é rico em defesas imunológicas necessárias para que o bebê produza seus próprios anticorpos.

O leite materno protege contra alergias respiratórias, digestivas e cutâneas, além de ter um importante efeito laxante.

Para as mães também há vantagens. Amamentar ajuda o corpo e os órgãos reprodutores voltarem ao normal, bem como a recuperar a forma física. A mãe que amamenta tem ainda menos chances de desenvolver câncer de mama ou nos ovários.

Como ele pode compartilhar desse momento especial

Todo pai desempenha um papel fundamental na transmissão de segurança à mãe e ao bebê. E quando o assunto é aleitamento materno, a participação dele pode ser útil de várias formas, começando por incentivar a mulher a amamentar.

A amamentação é um momento precioso na vida de um casal, que deve ser compartilhado. Sempre que possível, a presença do pai, acariciando o bebê enquanto ele mama, estreita os laços afetivos com o filho.

Ser paciente e compreensivo também é imprescindível para entender que o recém-nascido tem prioridade. Dedicar-se a algumas tarefas como trocar a fralda, dar banho, vestir o bebê e alguns afazeres domésticos mostra o interesse do pai em ajudar a mãe que, nesta fase, acaba sendo mais requisitada pela criança.

E se houver mais filhos, é importante não se descuidar deles para que não se sintam rejeitados com a chegada do irmãozinho.

A participação do pai no processo de amamentação pode ainda proporcionar uma maior intimidade entre o casal, fortalecendo a relação amorosa e o desenvolvimento harmonioso do bebê.

O aleitamento materno exclusivo até aos seis meses e o carinho da família são tudo o que o bebê necessita para crescer saudável e equilibrado emocionalmente.

Como tirar o melhor proveito desde momento único

Existem algumas técnicas que ajudam a mamãe a achar a melhor maneira para acomodar o bebê e facilitar a pega da mama. A posição ideal é aquela onde ambos ficam confortáveis e relaxados.

Geralmente, a mãe fica sentada segurando o bebê de frente para ela, deixando barriga com barriga. Quanto mais colados estiverem, mais fácil é a amamentação. Não há razão para tentar mudar a posição, se o bebê estiver extraindo bem o leite.

Depois de achar a melhor posição, o primeiro passo é colocar o seio na boca do bebê. Ao tocar o mamilo no lábio inferior do bebê ele abrirá a boca instintivamente. Nessa hora, a mãe deve enfiar o máximo da auréola na boquinha da criança, puxando firmemente sua cabeça para a mama.

Para ter uma boa pega, a mãe deve posicionar o polegar acima da auréola e o indicador abaixo, formando um “C”.

É recomendado que o bebê mame um peito até esvaziá-lo e só depois passe para o outro.

Amamentação com posicionamento e pega corretos não dói, e é um momento de prazer único para ambos.

Amamentação tranquila

Quais os principais cuidados com a mama, fonte de alimento dos recém-nascidos

Existem algumas dicas básicas que podem ser usadas para fortalecer o bico do peito e estimular as glândulas mamárias. Tudo para evitar problemas na hora da amamentação.

A regra número um antes de dar o peito é lavar o bico do seio apenas com água e não aplicar nenhum tipo de creme hidratante após o banho.

Já o banho de sol é um dos melhores procedimentos para preparar as mamas e deixá-las mais resistentes. Tome de 15 a 20 minutos de sol no seio todos os dias, antes das 10 horas e depois das 16 horas.

As massagens também são indicadas pelos médicos, principalmente se a mama estiver empedrada. Segure o seio com as duas mãos, uma de cada lado, e faça uma pressão da base até o bico, repetindo movimentos circulares por cinco vezes.

Depois, faça o mesmo com uma mão em cima e a outra embaixo do seio. Esse procedimento ajuda na descida do leite e pode ser repetido uma ou duas vezes por dia.

Mulheres que apresentam mastite, infecção mamária que ocasiona vermelhidão, dor e até febre, devem procurar o médico para tratamento.

Banco de leite

O leite materno em excesso pode e deve ser doado

A mãe que estiver dando exclusivamente o peito, sem complementar com água ou mamadeira, pode produzir mais leite que o bebê precisa, principalmente nas primeiras semanas. Este excesso deve ser retirado para que a mama não ingurgite, ou seja, fique empedrada, e não dificulte a pega do bebê.

Ao invés de jogar fora este alimento tão rico, é possível reparti-lo com outras crianças, cujas mães tenham dificuldades de produção.

Para isto, basta se tornar doadora do Banco de Leite Humano do Hospital Universitário de Londrina.

Mas atenção: antes de fazer a doação, a mãe deve se certificar que não possui doenças infecto-contagiosas e não pode usar medicamentos controlados.

Saiba mais…

O leite materno poderá ser guardado em geladeira por 20 horas ou no freezer por 15 dias. Os frascos usados no armazenamento devem ser limpos e previamente fervidos.

Estímulo ao arroto

Tire suas dúvidas em relação ao tema

Estimular o arroto é um cuidado importante no dia a dia do bebê.

Quando ele está mamando, seja no peito ou na mamadeira, geralmente há ingestão de ar. Por isso é essencial que o encaixe do bico da mamadeira e do bico do seio na boca do bebê seja correto, o que evita a entrada de ar que vai para o estômago e retorna na forma de arroto.

Como normalmente o arroto vem acompanhado de regurgitação, o bebê que estiver deitado de costas ou de bruços no berço pode aspirar o leite que voltou e se asfixiar.

Outra consequência do bebê que engole ar e não arrota são as cólicas. Com o estômago cheio de ar e o sistema digestivo ainda imaturo, elas podem aparecer.

Portanto, depois da mamada, a mamãe deve colocar o bebê na posição vertical, com a barriguinha encostada no seio, dando leves palmadinhas nas costas, para ajudá-lo a expelir o ar que deglutiu com o leite. Alguns arrotam de imediato, outros demoram até meia hora.

Após este procedimento, procure deitá-lo sempre de lado para evitar asfixia.

O arroto não está associado à saciedade do bebê. Se o bebê mamar corretamente, sem engolir ar, não tem motivo para forçar o arroto.

Chorinho inconsolável

Como aliviar as cólicas do bebê, tão comuns nos primeiros meses

A cólica nos recém-nascidos é fruto de seu sistema digestivo ainda imaturo. Os fatores que determinam seu aparecimento não são bem conhecidos e sua presença é variável de criança para criança. As dores aparecem mais comumente nas primeiras semanas de vida e podem continuar até os três meses

Antes de afirmar que o choro do bebê é motivado por cólica, é preciso observar que ele chora também quando sente outros incômodos. No choro por cólica, normalmente, o bebê se contrai, como se estivesse se contorcendo, e flexiona as pernas.

Para amenizar a dor, é possível adotar alguns recursos naturais, como, por exemplo, pegar a criança no colo, deitada de bruços sobre seu corpo. Nessa posição, a barriga da criança é comprimida e aquecida, facilitando a liberação dos gases, causadores do problema. Esticar e encolher as perninhas e massagens na barriga, sempre de cima para baixo ou no sentido anti-horário, também ajudam.

Os pais devem buscar um medicamento junto ao pediatra, caso os episódios sejam muito intensos.

Lendas e fatos

Muitos mitos rondam o pensamento das mamães em fase de amamentação

Uma das dúvidas mais comuns é se existe leite materno fraco. Toda mãe produz o leite ideal para o filho, mesmo as que têm mama pequena. Há os que dizem que o bebê não pode arrotar no peito porque, se isso acontecer, o leite não desce mais, o que é uma grande bobagem. Outro mito é que não se deve tirar o excesso de leite da mama, porque assim a mãe pára de produzi-lo. O leite ordenhado, de maneira correta e doado para um banco de leite, pode ajudar os bebês hospitalizados.

Seios com bicos rachados ou empedrados só precisam de cuidados especiais e não são motivos para parar a amamentação. Também não faz sentido acreditar que canjica, cerveja preta e outros alimentos aumentam a produção de leite. O que faz um bom leite é o bebê sugar o peito da maneira certa e a mãe ter uma alimentação saudável. É fato que alguns bebês podem ser sensíveis a um determinado tipo de alimento que a mãe consome. Então, é preciso observar se ele ficou agitado ou apresentou alguma alergia.

Vale lembrar que a ansiedade, o cansaço e a dor podem reduzir a produção de leite já que esses fatores estimulam hormônios que inibem a descida do leite. Esse problema pode ser contornado se a mamãe repousar e contar com a ajuda do pai nos afazeres domésticos.

Durante a amamentação, não há razão para a mãe iniciar uma dieta, que pode comprometer a produção e a quantidade de leite e, consequentemente, a nutrição do bebê. É importante lembrar ainda que remédios, bebidas e fumo não combinam com amamentação, e que doenças como hepatite e AIDS podem ser passadas através do leite.

Dicas para a amamentação bem-sucedida

É muito importante que a mulher, que deseja amamentar, aprenda o máximo possível sobre amamentação antes do parto, enquanto ainda não está cuidando de uma criança durante todo o dia. Estas dicas podem ajudá-la a conseguir uma amamentação bem-sucedida.

Inicie a amamentação o mais breve possível, assim que a criança estiver bem acordada, pois neste momento o instinto de sugar será muito forte. Mesmo que você ainda não esteja produzindo leite, suas mamas contêm o colostro, um líquido fino que possui anticorpos contra doenças.

Posicionamento adequado

A boca do bebê deve estar bem aberta, e o mamilo (bico do peito) introduzido nela o mais profundamente possível. Isto diminui o desconforto para você.

Amamente sempre que o bebê solicitar

Recém-nascidos necessitam mamar frequentemente, pelo menos a cada 2 horas, e não de acordo com qualquer esquema restritivo. Isto também estimulará suas mamas a produzirem mais leite. Posteriormente, o bebê vai adotar uma rotina mais previsível.

Os bebês que mamam no peito têm fome com mais frequência do que aqueles alimentados com leites artificiais, porque o leite materno é digerido mais facilmente do que as fórmulas (leites artificiais).

Sem suplementos

Bebês amamentados não precisam de chás ou suplementos. Isso pode diminuir a vontade de mamar e causar uma diminuição na produção de leite. Quanto mais o bebê mamar, mais leite será produzido.

Retarde a utilização de bicas artificiais: aconselhável aguardar, pelo menos, uma

ou duas semanas para oferecer chupetas. Isso evita que a criança fique confusa. Bicos artificiais necessitam de um tipo de sucção diferente dos seus mamilos.

Secagem

No início -do período pós-parto ou até que os mamilos fiquem mais resistentes, você deve deixar que eles sequem naturalmente após cada mamada. Isso previne a ocorrência de fissuras ou rachaduras que podem levar a infecções.

Caso ocorram rachaduras, você pode cobri-Ias com o seu próprio leite ou outro hidratante natural para ajudar na cicatrização. 0 posicionamento adequado é muito importante para prevenir ferimentos nos mamilos.

Inchaço das mamas

Em geral, a mulher que está iniciando a amamentação produz grande quantidade de leite, fazendo com que suas mamas fiquem maiores, endurecidas e doloridas por alguns dias.

Você deve amamentar o bebê sempre que ele quiser, para que seu corpo se adapte e produza somente a quantidade que o bebê necessita.

Durante este período, você pode utilizar um analgésico (sob orientação médica), aplicar compressas úmidas aquecidas e tomar banhos quentes para aliviar a dor.

Alimente-se bem e descanse

Para produzir boa quantidade de leite, você necessita de uma dieta balanceada, que inclui 500 calorias extras por dia e de seis a oito copos de líquidos. Descansar também ajuda a prevenir infecções nas mamas, que podem ser agravadas pelo cansaço.

Ele já nasce sabendo mamar, mas não custa nada você ajudar

A natureza é mesmo sábia. Assim como preparou direitinho o corpo da mamãe para o aleitamento, deu ao bebê o instinto de sugar. Mesmo que os dois sejam “marinheiros de primeira viagem”, logo, logo vão se acertar como dois bons parceiros de dança, sem maiores problemas. Basta um pouquinho de técnica.

Encontre uma posição confortável

Dia Mundial da Amamentação

Num ambiente tranquilo, sente-se com uma almofadinha sob o braço que irá apoiar o bebê e, outra, nas costas, para se acomodar bem. Incline-se levemente para a frente e segure o bebê de maneira que fique com a cabeça mais elevada que o resto do corpo.

Dê o seio que encerrou a mamada anterior.

Dia Mundial da Amamentação

Você deve iniciar o aleitamento pelo seio em que a criança mamou por último. Isso permite que os dois seios sejam esvaziados por igual, recebam a mesma quantidade de estímulos e tenham uma produção regular de leite.

Faça o bebê pegar corretamente o seio

Dia Mundial da Amamentação

Além do mamilo, o bebê deve abocanhar o máximo possível a auréola para pressionar melhor os duros de saída do leite. Isso também evita que ele engula ar pelos caminhos da boca, como acontece se não pegar o seio corretamente.

Use o dedinho para interromper a sucção

Dia Mundial da Amamentação

Tirar o bebê bruscamente do seio pode ferir o mamilo. Há uma maneira de suspender a mamada com suavidade, interrompendo a sucção do bebê: coloque o dedo mínimo no canto da boca da criança, deixando entrar um pouquinho de ar.

Faça o bebê arrotar após a mamada

Dia Mundial da Amamentação

Não existe um tempo ideal para a duração da mamada. Seu filho deverá mamar até se Satisfazer. Ao terminar, levante-o, como na foto, para que possa arrotar. Mas ele só o fará se tiver ingerido ar durante a amamentação.

Lubrifique os mamilos com o próprio leite

É contra-indicado limpar os ,cios antes ou depois de amamentar. Nem com água boricada, álcool, água ou sabonete. Após a mamada, para proteger a pele contra fissuras, catraia algumas gotas de leite.

Passe sobre os mamilos e deixe secar.

 

01 de Agosto

A amamentação, quando praticada de forma exclusiva até os seis meses de vida do bebê e complementada com alimentados apropriados até os dois anos de idade ou mais, é de extrema importância para o crescimento, desenvolvimento e prevenção de doenças na infância e idade adulta.

Evidências científicas atuais comprovam que o leite humano proporciona melhor desenvolvimento infantil, com elevação no nível de inteligência nas crianças amamentadas no peito. Para incentivar essa prática, a mãe deve ter acesso às informações corretas e adequadas sobre o aleitamento natural, sobre os riscos dos leites artificiais e as vantagens da amamentação no fortalecimento do vínculo mãe-filho e na prevenção da violência.

Para fazer com que as mães consigam amamentar exclusivamente, até os seis meses, a OMS e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) recomendam ainda:

1) iniciar a amamentação nas primeiras horas de vida da criança

2) amamentação exclusiva, ou seja, o lactante recebe apenas leite materno, sem nenhum outro alimento ou líquido, nem mesmo água

3) que a amamentação aconteça sob demanda, ou seja, todas as vezes que a criança quiser, dia e noite

4) não usar mamadeiras nem chupetas.

A instituição desta data visa apoiar e promover a prática da amamentação natural para o combate à desnutrição e à mortalidade infantil e também difundir e possibilitar a troca de tecnologias em bancos de leite. O Brasil possui a maior e mais complexa rede de bancos de leite do mundo – 163 unidades.

01 de Agosto

Vantagens da amamentação para a mãe

A mãe que amamenta se sente mais segura e menos ansiosa.

Com a amamentação, o útero volta com mais rapidez ao seu estado normal e há menores riscos de hemorragia após o parto. Esta, é uma das maiores causas de mortalidade materna no Brasil.

A mulher que amamenta tem menos risco de contrair câncer de mama.

A amamentação exclusiva protege contra anemia (deficiência de ferro).

A amamentação diminui o risco de osteosporose na vida madura.

A amamentação estabiliza o progresso de endometriose materna.

Não amamentar aumenta o risco de desenvolver câncer de ovário e câncer endometrial.

Amamentar ajuda a mulher voltar ao peso normal mais rapidamente.

A lista das razões para alimentar seu bebê é vasta. Pense apenas nos momentos agradáveis de imensa intimidade e harmonia que você estará passando com o bebê. Isso somente já é razão suficiente para amamentar o seu bebê. Não perca essa chance, você não irá se arrepender.

Fonte: portal.saude.gov.br/www.leitematerno.org/bvsms.saude.gov.br/www.unimedlondrina.com.br/www.universodobebe.com.br/Aleitamento.com/www.e-familynet.com/

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