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Civilização Maia

Civilização Maia
A pirâmide I ou Templo do Jaguar a maior das seis pirâmides de Tikal,
mede 70 metros de altura e era além de templo de homenagem a Itzamna,
túmulo dos governantes.

Centro Cerimonial de Tikal

Em meio à exuberante floresta tropical, densa e úmida, as pirâmides de pedra de Tikal despontam para a surpresa e deleite de quem as vê. Solene, a cidade guarda os vestigios da civilização maia.

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Conhecidos como os gregos da américa devido à sua organização em cidades independentes, como na antiga Grécia, os maias jamais constituiaram um império. Ainda assim, eles criaram a mais antiga civilização pré-colombiana - anterior à chegada dos europeus no séculoXV - e talvez a mais original e misteriosa. Unidos pelo culto aos mesmos deuses e pelo idioma comum, eles viviam espalhados pela selva em pequenas aldeias. Erguida por volta do ano 250, Tikal foi um importante centro sagrado, habitado apenas por nobres e sacerdotes. O restante da população dirigia-se ao local durante as festas religiosas que aconteciam na praça principal, onde se encontram pirâmides que têm função de templos.

Misterioso abandono

Em seus dias áureos, no século IX, Tikal chegou a reunir cerca de 50 mil pessoas. Em parte, tal fato se deve a sua localização no cruzamento de rios que se encontram no caminho entre o Golfo do México e o Mar do Caribe. No ano 900, aproximadamente, o povo abandonou a região, rumo ao norte. Os motivos da partida repentina são um mistério. Acredita-se que o êxodo tenha sido causado por uma epidemia ou pelo aumento da população, gerando escassez de alimentos. Hoje, as pedras de Tikal despertam reverência não só de visitantes, mas também de estudiosos que decifram a escrita maia e revelam aos poucos os segredos dessa brilhante civilização.

Chichén-Itzá

Os Habitantes da "Boca do poço dos feiticeiros d'água" - Chichén-Itzá - queriam desvendar o caminho dos astros para chegar ao coração dos deuses. Nesse local mágico, os maias ergueram uma civilização sobre os pilares da ciência e da religião

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A sombra de Kukulcán, o deus-serpente dos maias, passeia por Chichén-Itzá durante os equinócios de primavera e de outono, quando noite e dia têm a mesma duração. Seu ponto de partida é a principal escadaria do Castelo, uma grande pirâmide erguida em sua honra com base em conhecimentos astronômicos: os degraus das quatro escadarias e da plataforma superior somam 365, número de dias do ano. Além disso, cada um dos lados alinha-se com um dos pontos cardeais e os 52 painéis esculpidos em suas paredes são uma referência aos 52 anos do ciclo de destruíção e reconstrução do mundo, segundo a tradição maia.

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Sacrifícios humanos

Fundada no ano 452, Chichén-Itzá conheceu dias de glória no século X, quando foram construídos o Castelo, o templo dos guerreiros e a quadra de jogo de pelota. Na aridez da região, seu florescimento só foi possível graças aos cenotes, poços de água com função também religiosa. Em tempos de seca, ofereciam-se sacrifícios ao deus da chuva, Chaac, no Cenote Sagrado. Conquistada pelos guerreros de Mayapán no século XII, Chichén-Itzá estava abandonada quando os espanhóis chegaram. Suas grandes obras mantém o vigor da cultura maia.

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Observatório de Chichen-Itzá

Pacal Votan

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Não há dúvidas sobre a magia de Palenque. Aqui foi descoberto o túmulo de Pacal Votan, em 1947 - o único tùmulo em pirâmide, no México, de estilo egípcio. Não há nada em palenque que não seja maravilhoso. As esculturas em baixo relevo da Cruz Folhada e da Cruz do Sol, eu já os tinha visto.

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Templo das Inscrições

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Templo do Sol

Mapa do Território Maia

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Período Pré-Clássico ( 1500 a.C. - 250d.C.), eram agricultores, fabricavam cerâmica (ornamentação de cordões0 e usavam pedras de moer- o que supõe a cultura do milho. Agrupavam-se em aldeias ( Kaminaljuyú, ou nas terras baixas, Altar de sacrifícios e Seibal). Uaxactún e Tical têm camadas inferiores que remontam ao século V a.C., desde o ano 300 a.C. percebem-se as características fundamentais da civilização Maia:
Arquitetura com uma espécie de abóbada em balanço, inscrições hieroglíficas, uso de um calendário "a longo prazo" e ereção de estelas comemorativas.

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O período Clássico (250-950d.C) corresponde ao florescimento dessa civilização; os grandes centros cerimoniais ( Tikal, Uaxactún e Seibal, na Guatemala; Copán em Honduras, Palenque, Uxmal, Bonampak e Chichén Itzá, No México, Etc.) multiplicavam-se. As grandes metrópoles religiosas compreendiam edifícios típicos, templos construídos sobre uma plataforma piramidal, cobertos por uma espécie de abóbada em balanço e encimados por uma crista com cumeeira; palácios ( residência principesca ou lugar de reunião, dotado de numerosas galerias), cuja disposição - em grupos distintos ligados por calçadas elevadas - em torno de amplas praças atesta certo senso de urbanismo; e conjunto monumental monolítico, composto de um altar com estela ornada de uma decoração esculpida. Nunca reunidos sob hegemonia de um poder central, cada centro conservou um estilo individual. A escrita hieroglífica não foi inteiramente decifrada.

Depois do auto-de-fé dos conquistadores, apenas três manuscritos (Codex) subsistem e são dotados do pós-clássico. O primeiro refere-se a rituais religiosos; o segundo à adivinhação; e o último a à astronomia, que, sem usar nenhum intrumento óptico, era de uma precisão espantosa. Em seu apogeu, essa civilização - que ignorava a roda e o animal de tração, e só conhecia instrumentos de madeira e de pedra - foi por razões obscuras, brutalmente interrompida, por volta do século IX, na zona central, que contudo não foi totalmente abandonada. O pós-clássico ( do século X à conquista espanhola) testemunha certo do renascimento devido aos Toltecas, vindos de Tula.

Quando chegaram por volta do século X, supõe-se que algumas grandes cidades de Iucatán existissem ainda. A associação das duas tradições originou um novo estilo artístico "maia-tolteca", caracterizado por uma arquitetura mais ampla e arejada ( colunatas, grandes jogos de bolas) e pelo apelo amágama dos panteões e dos motivos decorativos ( Chac, o deus maia da chuva, representado alternadamente como Quetzalcoatl, a serpente emplumada, transformada em Kukulkan). Chichén Itzá foi logo substituída por Mayapán, que foi cercada por uma muralha defensiva. Daí em diante, a influência mexicana dominou uma produção artistica muito decadente.

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Quetzalcoatl

Fonte: geocities.yahoo.com.br

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A história do povo maia começa há milhares de anos, quando povos provavelmente vindos da Ásia pelo estreito de Bering (estreito que separa a Ásia da América), ocuparam a América do Norte e Central. Estudos realizados na língua maia levam à conclusão de que ao redor de 2 500 a.C., vivia um povo protomaia, na região de Huehuetenango, na Guatemala. Há cerca de duas horas de Cancun, encontram-se as ruínas da antiga cidade cerimonial de Chichén-Itzá, que floresceu no auge da civilização maia-tolteca.

Seu mais importante sacerdote foi Kukulcan (a serpente emplumada), provavelmente vindo do México central onde era conhecido como Quetzalcóatl (ver período maia-tolteca logo abaixo). Ao que tudo indica, Kukulcan foi mesmo um personagem histórico e que morreu e foi enterrado na península de Yucatan. Acreditava-se que ele encarnava o espírito da serpente emplumada cuja cabeça está representada no quadro ao lado e surge com freqüência nas ruínas maias deste período.

Acima, quadro feito por Frederick Catherwood em meados do século XIX mostrando de El Castillo, a grande pirâmide de Chichén-Itzá, quando o mundo descobriu o fantástico mundo maia. Chichén-Itzá é a mais fantástica cidade maia-tolteca; visita obrigatória a todos que vão a Cancun.

A história da civilização maia é dividida em período pré-clássico ou formativo, período clássico, período de transição, período maia-tolteca e período de absorção mexicana.

Período Pré-clássico (500 a.C. a 325 d.C.) - a cultura maia começa a ser delineada. Estátuas de barro antropomorfas aparecem mostrando os traços típicos de seu povo.

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El Castillho em Chitzen-Itza

Período Clássico (325 d.C. a 925 d.C.) - Costuma-se subdividir este período em clássico temprano (325 d.C. a 625 d.C.) que corresponde ao período em que cessaram as influências externas e os maias se firmaram como povo. Neste período surgiram formas tipicamente maias na arquitetura como o arco corbelado e o registro de datas históricas com o uso de hierógrifos, em florescente (625 d.C. a 800 d.C.), quando as manifestações culturais chegaram ao seu esplendor cultural. Foi a época dos grandes avanços na matemática, na astronomia, na escrita, nas artes e na arquitetura e o Colapso (800 d.C. a 925 d.C.), época em que misteriosamente a cultura maia se deteriorou e os centros cerimoniais foram abandonados.

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Período de Transição (925 d.C. a 975 d.C.) - este período marca a queda livre da civilização maia e o nível cultural, misteriosamente, caiu quase que ao nível do período pré-clássico.

Período Maia-Tolteca (975 d.C. a 1 200 d.C.) - Época de grande esplendor, mas agora sob forte influência da cultura tolteca, que chegou do centro do México, trazendo consigo o mito de Quetzalcóatl.

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O alto relevo acima mostra um sacrifício humano onde um homem é dacapitado.
Pode-se observar o sangue espirrando de seu pescoço em jatos fortes.

O povo maia era fundamentalmente um povo guerreiro. Mesmo entre eles, lutavam com crueldade pelo domínio das regiões.

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O quadro acima mostra momentos de guerra desse povo.

Em Chichén Itzá a influência tolteca é muito forte. A principal pirâmide, chamada El Castillo, que ocupa a região central das ruínas, foi construída pelos toltecas. O observatório El Caracol, também é deste período (foto à direita). Viveu-se nesta época o mito de Quetzalcóatl, chamado pelos maias de Kukulcán, a serpente emplumada, o homem-pássaro, um dos mitos mais interessantes da história da humanidade. Vejam abaixo uma representação artística mostrando El Caracol hoje (esquerda) e em todo o seu esplendor (direita) no auge da cidade.

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Nesta época, houve grande avanço nos conhecimentos astronômicos dos maias que construíram o mais preciso calendário existente. Os maias desenvolveram um sistema numérico próprio, sem o qual não seria possível os avanços científicos. Observe o quadro abaixo. Facilmente você poderá entender como os números eram escritos. Reparem que eles descobriram também o número zero. Além deste modo de representar números, eles tinham um outro sistema, mais próximo dos hieróglifos. Cada número era representado por uma cabeça diferente, mas não tão diferente para nó aponto de podermos ler tais números com facilidade.

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Período de Absorção Mexicana (1 200 d.C. a 1540 d.C.) - nesta época surgiram vários conflitos, as alianças entre os vários grupos foram sendo quebradas e houve uma série de enfrentamento bélico que dividiu as populações e empobreceram ainda mais a cultura. Quando os espanhóis chegaram à região maia, as grandes cidades cerimoniais já haviam sido abandonadas, a cultura estava em total decadência. Restava pouco daquela que foi uma das mais fantásticas civilizações que o mundo já teve. O tempo foi implacável. Nos roubou para sempre esse tesouro. Restam as lembranças que as ruínas guardaram para nós.

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Visitantes subindo as escadarias do El Castillho, nas proximidades de Cancun, no México.

Fonte: ciencias1.locaweb.com.br

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Hoje eles são pouco mais de 3 ou 4 milhões de pessoas espalhadas pelo México , Honduras, Guatemala e El Salvador.São apenas um traço rápido , descendentes de uma civilização fascinante e ainda misteriosa que, ao longo de mil anos , floresceu e desapareceu na América Central e do Norte , muito antes da chegada de Colombo à nova terra .

Bem mais que ídios -selvagens ou dóceis-, bem mais que homens exóticos e pagãos aos olhos do europeu expansionista e cristão , os Maias foram um povo que deixou um legado inestimável de organização social e política , de conhecimentos ciêntificos - especialmente de engenharia , matemática, as tronomia e calculo -, só comparado aos antigos egípcios e suas pirâmides e templos perfeitos.

A civilização Maia tem raízes de miscigenação há 10 mil anos .Tinham deuses severos e implacaveis diante das fraquezas humanas a quem eles deveriam ofertar-lhe o sangue para que a cidade tivesse um bom desenvolvimento.

Morrer para os Maias significava tudo pois eles iam ver a face de KUKULKAN que lhes daria a vida eterna.

Esses sacrifícios ocorriam até no esporte , uma espécie de basquete usando os cotovelos e os joelhos.Se o time ganha-se os jogadores eram decapitados , se perdesse eram humilhados.

Além do sacrificio existia um templo para cada deus , existia feiras onde comercializavam comida e objetos, existiam fazes percorridas pelos guerreiros , em si uma civilização muito bem organizada.

ASPECTOS

ORGANIZAÇÃO POLITICA E SOCIAL

OS Maias parecem ter tido um governo descentralizado, ou seja um território dividido em estados dependentes, ainda que nos ultimos tempos , houveram caciques que governavam vários centros . Graças fontes de escritas, distantes cargos políticos e sacerdotais , assim como as hierarquias sociais que existiam no final do Pós-clássico: o halach ainic ( homem verdadeiro) era o chefe político supremo, com todas as facilidades e o cargo hereditário- No período clássico o Halach vinic deveria ser tambem sumo sacerdote, porém depois apareceu a diferença entre a autoridade ável sacerdotal.O chefe supremo era assessorado por um conselho entregado pelos ahcuchcabado.Os chefes das aldeias eram os leotaboob, com funções cívis , religiosas, militares sacerdotais, estes, por sua vez tinham seu conselho.O chefe militar era o "el nacom", unica altoridade eleita, por um príodo de 3 anos.

Quatro funcionários eram os Kruleboob, encarregados das festas e os tupile ou guardiões.A sociedade Maia estava dividida em classes: a nobreza o almehenoob, a qual pertence o sacerdote , governantes, chefes guerreiros e comerciantes o oh chembal unicoob, contituido de artesãose trabalhadores, os escravos o pentacoob parte reduzido da população destinada principalmente o sacrifício, pois a sociedade Maia não se baseava na escravidão .

O grupo sacerdotal era , em realidade, de maior poder, pois além da autoridade religiosa tinha em suas mãos todo o conhecimento ciêntifíco, que eram o fundamento da vida da comunidade.O sumo sacerdote se chamava ahau tan ( senhor serpente ) e controlava os rituais e a ciências, escrevia os códices, tanto religiosos como históricos, administrava os templos e era conselho de halach uinic.Os sacerdotes menores eram el ahkin, com várias funções, como pronunciar discursos baseados nos códices o chilan, taumoturgo e profita: o nacom sacrificar, o ahmén hechiciro e curandeiro.

RELIGIÃO

Os Maias tinham uma religião politeista a dizer , rendiam culto a muitos deuses, que podiam ser masculinos e femininos, jovens e velhos benéficos e maléficos tambem um ou 4 não eram seres perfeitos como em outras religiões , nem cuitosuficientes, que para continuarar existindo necessitando de homens e do culto.

Quando eles invocavam poderiam parecer "hambre"(fome) e inclusive enjoriarse.Suas dádivas eram representados como seres que parecia caracteristicas humanas , animais e vegetais.Devido a dificuldade para identificar certas figuras nos códices que aparecem na escrita , eles eram denominados como letras.Os principais deuses , além dos corespondentes dos números e os lapsos foram entre Yucatecos dos seguintes: Hunab kei deus celeste; Itzamná (deus D) do céu knich, Ahuia( deus G) do Sol ; Chaac ( deus B ) da chuva e Ah puch ( deus A) cenote do inframundo e dos mortos.Ixchel ( deusa I) da lua segundo o pensamento Maia , os deuses criarão o mundo com o fim de que, não poderia habtar um ser que os venerava .

O mundo foi criado , des huido voltou a ordenar várias faces, esta que finalmente foi criado o homem. A julgar o mundo como uma superfície plana e quadrangular que se divide em quatro setoresdos que se asossiam cores significativas: roxo ao leste, amarelo ao sul,branco ao norte , negro ao oeste verde ao centro , lugar onde se encontra uma grande seiva cuja as raízes penetram no mundo subterrâneo, formado por nove estados e cuja copa toca os níveis do céu.

ECONOMIA E POLÍTICA

A base da economia Maia foi o cultivo do milho pela técnica , pela roça e pelo semeio , que acaba esgotando as terras em 2 ou 3 anos , obrigando a mudar de lugar de plantio, o que resulta num cultivo extensivo e não intensivo.Na plantação se planta tambem outras coisas e se cultivam legumes , frutos, condimentos, algodão, tabaco.Ao lado da agricultura se praticava a caça , a pesca e domesticação de animais .

No aspecto tecnológico , a industria mais importante lítica; produziram armas , objetos de trabalho e tornos em vários tipos de pedras , como a obsidiana, o pedernal e o jade.Outras industrias foram : a de sal , a textil, la hulera, la cesteiria, la primeira e la alfarreria. A metalurgia aparecem pelo séculos XI ou XII procedenta da América Central, e foi visada quase exclusivamente para produzir adornos.

O comércio foi um dos aspectos importantes da economia Maia: havia rotas terrestres, fluviais e marítimas.Existiam mercados "internacionais" como o de Xicalanço, havia edifícios especiais assim como córtes judicias .Os mercadores , chamados de polom, pertenciam a nobreza e possivelmente estavam organizados em grêmios.O comércio se realizava por meio de troca, ainda que alguns produtos tinham valor de moeda como o cacao o jade e os objetos de cobre.

CIDADE DE TIKAL

O sítio arqueológico de Tikal fica na Guatemala , a história dessa cidade começa no século I, essa cidade possui o mais impressionante conjunto arquitetônico , na verdade um local de cerimonias, no seu centro havia uma piramide maior , que é o templo do Jaguar um primor de arquitetura , que certamente foi o centro da cidade , a maior dos Maias .

Os vestígios arqueológicos demontram que naquela região existia vilas agrícolas.As evidências são de que havia palácios , mercados, templos religiosos e habitações muito grande, porque haviam conjunto de edifícios em torno da pirâmide.

HISTÓRICO DA CIDADE

No século 17 a cidade foi descoberta pelos espanhóis, missionários que queriam converter tribos que viviam às margens do lago Petén-Itzá, passaram aterrorizados por suas reuínas .Apartir deste relato feito pelos religiosos o coronel Modesto Mendez em 1848 foi procurar a cidade , e quando a encontrou ficou maravilhado com a cultura.

Intrigando-nos até hoje, com o tamanho da pirâmide e dos templos feitos daquele tamanho com objetos construtores equivalentes a idade da pedra européia.Além disso a cidade posuia grandes reservatórios de água , e ainda alguns objetos que até hoje não foi possível reprodusi-lo.Mais recentimente os americanos encontraram pirâmides Maias na Guatemala com até 45 metros de altura naregião de Nakbe com objetos com + ou- 400 a.C.

ESCRITA

Dos 4 sistemas de escrita que se desenvolveram na Mezoamérica (zapotéca , mixteca, Maia e asteca), o mais complexo, não é possível agente ler completamente os textos , devido entre outras coisas a que os750 ou 800 signos que se conhecem, alguns sons ideográficos, outros pictográficos e outros mais em partes fonéticas, que funcionaram em forma de figuras.

CALENDÁRIO

Para os Maias a terra repousa sobre um crocodilo que flutua no mar e depois 13 céus, as moradias das estrelas.Há uma árvore sagrada em cada canto do mundo segurando o céu .Há tambem mundos subterrâneos guardados pelos senhores da noite. A noite é perigoso viajar pois os espíritos das sombras saem.

MEDICINA

Os Maias tiveram uma medicina que foi combinação da Ciência e magia , pois conscideravam que as infermidades teriam tantos casos naturais e como sobrenaturais.O médico era o ahmén, quem diagnosticava a partir de sintomas, fundados na idéia de que as infermidades se devia ao frio , ao calor ou a alguma coisa mágica.

Havia médicos especializados,como herbolárias, hueseros e parteras.Entre as curas havia infusões e pomadas feito com ervas , substâncias animais sangrias hantro de vapor e formulas mágicas. Há vários textos médicos , parte dos chilam, balam e copias de antigas escrituras realizadas mais tardiamente, como o livro do judio e no livro, RITUAL DOS BACABES.

Fonte: www.enaol.com

Civilização Maia

A descoberta da civilização

A cultura maia só começou a ser explorada durante a primeira metade do séc. XIX pelo americano John Stephens e o desenhista inglês Frederik Catherwood. Eles descobriram várias cidades sendo que a que mais chamou a atenção Chichen-Itzá. Eles publicaram o resultado de usas pesquisas e foi através destas obras que o povo ficou sabendo que não eram simples índios mas que eles possuíam uma complexa organização, construíram magníficas cidades de pedra e desenvolveram uma escrita própria. Essa escrita se encontra nos diversos edifícios explorados.

Os sacerdotes maias possuíam diversos livros escritos em finas folhas de madeiras cobertas com gesso. Quando os maias foram encontrados por colonizadores, um dos aspectos que ajudou a extinção daquela civilização foi o fato de viverem em lutas constantes. Nessa época os padres espanhóis descobriram que os indios possuíam livros e resolveram destruí-los para evitar a divulgação de sua cultura. O bispo de Yucatán, D. Diego de Landa, ordenou a apreensão ea queima de centenas de volumes de livros chamando isso de um auto-de-fé. Além disso determinou que a utilização daquela "escrita demoníaca" seria punida com a morte. Esse mesmo bispo quando retornou à Espanha, escreveu um relatório entitulado Relacion de las Cosas de Yucatán, em 1566 para justificar sua ação repressiva. Informou que os livros continham descrições de cerimônias diabólicas e sacrifícios humanos. O relatório ficou esquecido até 1863 até que foi descoberto pelo sacerdote Charles Etienne Brassuer, que era interessado nas culturas pré Colombianas. Este permitiu saber o sistema utilizado pelos maias para a elaboração do calendário e seus numerais.

Salvaram-se apenas 4 livros da destruição, 3 conhecidos há muito tempo e um que apareceu após a segunda guerra mundial. Os livros tratavam de idolatrias que envolviam sacrifícios entre outras práticas similares.

Calendário maia

O calendário maia era superior ao de todos os povos da Antiguidade. Compreendia um ano solar de 365 dias, um ano bissexto de 366 dias e um ano venusiano de 260 dias.

Livros mais antigos eram os seguintes

Códice Tró- Cortesiano (conservado na Espanha). Encontra-se divididoem duas partes. Na primeira, o Códice Troano, foi lido pelo abade de Bourbong. Ele acreditou ter conseguido desvendar a chave dos hieróglifos maias e a história da destruição de Atlântida, sendo que uma parte do povo teria conseguido escapar e formado a civilização maia. O manuscrito foi escrito por volta de sec, XII ou XIII e se tratava de astronomia e astrologia.

Códice de Dresden e o Códice Peresiano

Dentre as pessoas que leram as descrições do bispo, um norte-americano se interessou muito sobre a Atlântida e sobre as teorias do abade de Bourbong, Edward Thompson. Ele completou seus estudos e utilizou a influência da família para conseguir ser nomeado cônsul no bispado de Yucatán. Despertou interesse especial por Chichén-Itzá. Ela foi construída por volta de 415 e abandonada um século depois por razões desconhecidas e ocupada novamente por volta do ano 1000.

Durante o Novo Império foram construídos edifícios dedicados a divindades oriundas da região dos toltecas e que exigiam constantes sacrifícios humanos. Edward Thompson explorou os edifícios em melhor estado de conservação.

Construções Maias

O chamado Caracol era um observatório astronômico com seteiras voltadas para Vênus, Marte, Júpiter, a estrela Sírio e a Lua. Havia também o Castelo, que era uma pirâmide com 4 escadas centrais, cada uma com 90 degraus, e mais 5 degraus que levavam até o templo, o que somava 365 degraus. Isso demosntrava a preocupação com o calendário solar...

Logo mais tarde Thompson entrou em descrédito para os arqueólogos pois achava que a civilização maia e egípcia por serem tão parecidas eram descendentes de uma mesma civilização, a Atlântida e os arqueólogos trasdicionalistas não aceitam posições que admitam a existência de Atlântida.

O Poço dos Sacrifícios

Mas Edward estava interessado mesmo em encontrar o poço citado no livro de D. Diogo de Landa. Chichen-Itzá possui 3 grandes poços naturais (cenotes) e outros menores. Após examina-los, decidiu se concentrar no da extremidade da cidade, por um motivo: para lá se dirigia uma estrada calçada que vinha desde a praça central da cidade. Sua circunferência é de 60 m e a profundidade de 25m. Durante vários dias só retirou madeiras podres e entulhos. No nono dia apareceu bastões resinosos que ele deixou secarem ao sol e depois incendiou-os: eram incensos de aromas embriagadores. Mais adiante, encontrou facas de pedra, pontas de lanças, tijolos de cerâmica e pedra, jóias, adereços homanos e, por fim, ossos humanos. Os esqueletos eram de mulheres jovens, pois eles costumavam fazer oferendas de virgens. Apenas um esqueleto masculino foi encontrado junto aos das mulheres. Provavelmente era um sacerdote e tivesse sido jogado ou puxado por una das vítimas.

As peças eram feitos com liga de 960 milésimos de ouro puro e alguns objetos oriundos de regiões distantes, o que fez ficar claro que eles tinham contato com as culturas ameríndias. Todas a história chegou aos ouvidos do governo e Thompson foi ameaçado de prisão. Com isso, teve de retornar ao seu país. Uma conspiração se formou para destruir os seus livros. Apenas um se encontra nas livrarias de antiguidades, o chamado People of the Serpent. Porém, os trabalhos que fez sobre a pirâmide-túmulo Chichen-Itzá, o sarcófago e o esqueleto estão desaparecidos. Edward Thompson morreu em 1935, maldito pela ciência e esquecido por todos.

O que se sabe sobre os maias

A história da civilização Maia tem início por volta de 5000 ac. Ocupavam um território ao sul do México, Guatemala e a norte de Belize. Praticavam agricultura e constríam grandes edifícios e pirâmides de pedra. O principal produto era o milho, porém, cultivavam também o feijão, a abóbora, vários tubérculos, o cacau, o mamão e o abacate. Trabalhavam o ouro e o cobre. Um dos aspectos que impede que se conheça mais profundamente a cultura maia antiga é o fato deles possuírem uma escrita extremamente complexa, da qual só se conhece alguns hieróglifos. A grande maioria deles permanece e talvez permanecerá indecifrável.

Distingue-se dois grandes períodos na civilização maia, chamada de antigo império e novo império. O antigo império teve seu centro no norte da Guatemala, mas se estendeu pelo sul do México e tambén por Honduras. O novo império ocupou a metade setentrional da península de Yucatán.

Arquitetura maia

A arquitetura maia era totalmente devotada ao culto; as cidades eram centros religiosos, o povo vivia em choças e casas de adobe. Os templos eram de forma retangular e construídos cobre pirâmides truncadas, acessíveis por escadas laterais. O admirável na arte maia é a combinação da arquitetura com a decoração em relevo de estuque e pedra-sabão.

Organização social

Cada cidade-estado era governada por um chefe ( halch uinic ), que era assistido por um conselho que incluia os principais chefes e sacerdotes. Dentre os chefes se destacavam o Batab, o civil, e o Nacom, o militar. A classe sacerdotal conhecida por Akhim, se dividia em dois grupos. O primeiro velava o culto e o segundo se entregava as artes e ciências. O povo se empregava com a agricultura e com a construção das obras públicas. Os escravos eram os prisioneiros de guerra ou infratores do direito comum até pagar pelo seu crime.

Cultura maia

O crescimento da cultura maia se revela principalmente no terreno intelectual, porém, devido à complexidade da sua escrita, só foram descobertos até agora os simbolos relativos ao tempo. Desenvolveram a aritmética de maneira que ela permitiu cálculos astronômicos de uma exatidãqo admirável. Conheciam o movimento do Sol, da Lua, de Vênus e provavelmente de outros planetas. A numeração escrita era simbolizada por pontos e traços. Inventaram o conceito de abstração matemática, o valor zero fazendo-o intervir nos seus cálculos e cronologias. O calendário se baseava no sistema análogo. O dia ( Kin ) era a unidade de tempo, acima da qual vinha o Uinal, correspondendo a um mês de 28 dias, o Tun equivalia ao ano.

Fonte: members.tripod.com

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