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Constantinopla

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Constantinopla – História

Construído no século VII aC, a antiga cidade de Bizâncio provou ser uma cidade valioso tanto para os gregos e romanos. Porque ele estava deitado no lado europeu do Estreito de Bósforo, o Imperador Constantino compreendeu a sua importância estratégica e sobre a reunificação do império em 324 CE construiu sua nova capital lá – Constantinopla.

A antiga capital chamada Bizâncio, ou chamada ainda no imperio Bizantino de Constantinopla e atualmente chamada de Istambul, foi o centro mais poderoso depois do declínio do império Romano.

A cidade era considerada um ponto de vital importancia no mundo por centenas de anos com lutas sangrentas por poder e várias rebeliões.

Inicialmente restringida dentro das muralhas construidas por Septimus Severus, a cidade cresceu e se expandiu até as muralhas de Theodosius.

Conseqüentemente, Constantinopla, como a Roma antiga se tornou uma cidade localizada em sete colinas.

Constantinopla é uma cidade antiga na Turquia moderna que agora é conhecida como Istambul. Estabelecida pela primeira vez no século 7 a.C., Constantinopla se tornou um porto próspero graças à sua localização geográfica privilegiada entre a Europa e a Ásia e seu porto natural. Em 330 d.C., tornou-se o local da “Nova Roma” do imperador romano Constantino, uma cidade cristã de imensa riqueza e arquitetura magnífica.

Constantinopla foi a sede do Império Bizantino pelos próximos 1.100 anos, suportando períodos de grande fortuna e cercos horríveis, até ser invadida por Mehmed II do Império Otomano em 1453.

Constantinopla – Fundação

O reinado de Constantino I, o Grande (324-337), estabelecido após um longo período de instabilidade política, foi marcado por dois acontecimentos importantes que viriam a transformar o carácter do império Romano: o reconhecimento da Cristandade e a fundação de Constantinopla.

O primeiro levou ao desenvolvimento explosivo da arte monumental cristã e à gradual transformação da igreja cristã numa instituição de estatuto oficial, que se desenvolvia em paralelo e entrelaçadamente com a autoridade imperial, formando em conjunto os dois maiores pólos de poderes na vida do Império.

Constantinopla foi fundada no local onde uma antiga colónia grega da cidade-estado de Megara, chamada Byzantion, estava localizada.

O programa de construções ambicioso da nova residência imperial foi planeada segundo a cidade modelo de Roma, com a Agora, as avenidas, o hipódromo, as igrejas e os banhos públicos.

Com a sua inauguração, o centro de gravidade do Império foi transferido para oriente. Aí, a cultura grega e a tradição helénica eram predominantes, tendo obtido, no entanto, um carácter particular na aproximação do Próximo Oriente, durante um longo período de coexistência com civilizações orientais. Construída num local estratégico e extremamente fortificada pelos imperadores, permaneceu intacta até 1204, quando foi tomada e saqueada pelos latinos durante a quarta cruzada.

A nova capital, continuamente embelezada pelos diversos governantes e aristocratas ambiciosos, com edifícios profanos, luxuriantes, e cristãos tornou-se para o milénio seguinte renovado pela sua riqueza e a sua primazia artística no mundo europeu medieval. Permaneceu sem dúvida o centro radiante da vida política, económica e cultural imperial de onde vinham todas as tendências, a esfera de influência de Bizâncio era bem maior do que as suas fronteiras políticas.

Constantinopla – Muralhas da Cidade

ConstantinoplaAs muralhas de Constantinopla

As muralhas foram construídas no século V, possuem uma série de torres e fossos e é considerada uma das maiores fortalezas da época do cristianismo.

As muralhas tem uma extensão de aproximadamente 30 km. A primeira vez que eles foram ultrapassados foi em 1200 quando os aliados Bizantinos das forças da quarta cruzada invadiram a cidade, depondo o imperador e colocando em seu lugar um rei do seu próprio grupo. A segunda vez que a cidade foi invadida foi em 1453 pelo sultão Mehmet – o Conquistador.

A tão famosa tomada de Constantinopla pelo Imperio Otomano. Em 1980 parte dos muros foram renovados. Hoje você poderá apreciar cerca de 7 quilômetros desta muralha que uma vez protegeu a cidade contra seus inimigos.

Torre de galata

torre de galata foi construída ao redor de 528 A.C. Ela foi chamada de “Grande Bastão” pelos bizantinos e “Torre de Jesus” pelos Genovêses.

Hoje o que você pode ver é a construção que foi feita pelos Genovêses que se estabeleceram em Istambul entre o século 14 e 15. A torre pegou fogo e foi destruida mas foi restaurada durante o império otomano.

A torre de galata se sobressae em 140 metros do Corno Dourado, foi cena de eventos interessantes. Durante o tempo de Sultão Murat IV, Hezarfen Ahmet Çelebi- que é conhecido por ter feito várias tentativas de voar a Okmeydani, prendeu asas aos seus braços em uma ocasião na tentativa de voar da torre de galata.

Ele teve sucesso e os ventos de Bosforos o levaram a um outro distrito de Istambul chamado Uskudar.

Nestes mesma época algumas pessoas amarravam cordas e desciam da torre, subindo novamente pelas mesmas cordas. Eventualmente, isto se tornou um tipo de competição.

torre de galata também foi usada como uma prisão na época do de Sultão Suleyman e depois se tornou dormitórios miltares dos ottomanos. Mais tarde ela foi usada como um tipo de farol.

A tão famosa tomada de Constantinopla pelo Imperio Otomano. Em 1980 parte dos muros foram renovados. Hoje você poderá apreciar cerca de 7 quilômetros desta muralha que uma vez protegeu a cidade contra seus inimigos.

Constantinopla, Império Otomano Turquia

Constantinopla
Constantinopla

Constantinopla foi a capital do Império Otomano até ao seu desaparecimento em 1923.

Atualmente, sobre esta cidade assenta uma outra, Istambul. Foi capital do Império Bizantino, ou de Bizâncio como também é conhecido, posteriormente do Império Otomano e atualmente, com outro nome, Istambul, é a capital honorífica da Turquia, pois a capital oficial é Ancara.

Constantinopla deve o seu nome ao Imperador Constantino, o homem que reconstruiu a cidade, que a fez renascer das suas ruinas, tendo respeitado a cultura aí existente.

Construiu-a à imagem e semelhança de Roma e durante séculos foi tratada de forma privilegiada, tendo sido tal a sua semelhança com Roma que chegou a ser chamada de Nova Roma.

No século XV, Constantinopla caiu nas mãos dos turcos otomanos, momento no qual os historiadores põem ponto final à Idade Média na Europa.

A partir daí, um novo conflito instala-se, o da Igreja Católica com a Igreja Ortodoxa, pois não queriam coexistir no mesmo local pois ambas eram intolerantes em relação às restantes religiões.

Bizantinos e otomanos lutaram durante anos e anos, durante décadas, pelo poder não apenas de Constantinopla, mas de todo o Império até aí Bizantino.

Constantinopla, o local onde os Otomanos tomaram o poder aos Bizantinos, foi a capital do Império até 1922, ano no qual o Império Otomano, após anos de decadência, caiu definitivamente.

Constantinopla – Sede máxima do Império Bizantino

Chamavam assim a cidade de Constantino: a Maçã de Prata.

Desde 11 de maio de 330, ela fora a sede máxima do Império Romano do Oriente, depois simplesmente designado de Império Bizantino.

O imperador, que se convertera ao cristianismo, sentindo a decadência do lado ocidental dos seus domínios, decidira escolher um outro sítio mais seguro para servir de sua capital.

Nos onze século seguintes à sua refundação, ela, rebatizada de Constantinopla – hoje Istambul -, foi uma das mais esplendorosas metrópoles da transição da Época Clássica para a Medieval.

Esquina do mundo de então, vanguarda da cristandade na fronteira da Ásia Menor, para ela afluiu gente de todos os cantos.

De longe, tratava-se do maior centro financeiro, mercantil e cultural de toda aquela parte do globo, a referência viva de um império que no seu apogeu chegou a ter 34,5 milhões de habitantes.

De certo modo, Constantinopla foi no seu tempo uma espécie de mistura de Nova York com Jerusalém. Isto é, uma metrópole que conciliava perfeitamente os negócios e um intenso comércio com os assuntos da fé e da religião.

Onde o luxo ostensivo da corte imperial e do patriciado local convivia com a pobreza e mesmo com a miséria, o ouro e os trapos circulando por perto um do outro.

Enquanto o Império Romano do Ocidente, com capital em Roma, é extinto em 476, o domínio bizantino estende-se por vários séculos, abrangendo a península Balcânica, a Ásia Menor, a Síria, a Palestina, o norte da Mesopotâmia e o nordeste da África.

O apogeu do Império Bizantino ocorre no governo de Justiniano (483-565) que, a partir de 527, estabelece a paz com os persas e concentra suas forças na reconquista dos territórios dos bárbaros no Ocidente. Justiniano constrói fortalezas e castelos para firmar as fronteiras e também obras monumentais, como a Catedral de Santa Sofia. Ocupa o norte da África, derrota os vândalos e toma posse da Itália.

No sul da Espanha submete os lombardos e os visigodos. Estimula a arte bizantina na produção de mosaicos e o desenvolvimento da arquitetura de igrejas, que combina elementos orientais e romanos.

O Império Bizantino é atacado pelos turcos nos séculos XI e XII, mas estes fracassam na tentativa de tomada do Império em virtude da desagregação feudal.

Desde 1055 que os turcos tinham a direção política do mundo muçulmano e, com a dinastia otomana, fora adotado o título de sultão para o monarca. Os territórios ocupados eram divididos em feudos militares, administrados por governadores ou paxás.

Por causa das guerras externas e civis e das Cruzadas, porém, Bizâncio continua se enfraquecendo.

Em 1203 Constantinopla é tomada pela Cruzada e sofre o maior saque de relíquias e objetos de arte que a história da Idade Média registra. O Império Bizantino é repartido entre os príncipes feudais, originando os diversos Estados monárquicos. Sob assédio constante dos turcos desde 1422, Constantinopla finalmente cai em 29 de maio 1453, marcando o fim do Império Romano do Oriente.

Constantinopla ou Bizâncio

Constantinopla

Do ano 324 dC. até 1453, Constantinopla ou Bizâncio, dominou o mundo civilizado e exerceu forte influência em todas as áreas do conhecimento humano. Assim como Roma ficou conhecida como a cidade eterna, o mesmo adjetivo poderia ser aplicado no caso de Bizâncio. Durante esse longo período, a cidade criada por Constantino, o grande, foi alvo de inúmeras tentativas de invasões.

A metrópole resistiu e se fortaleceu na medida em que vencia as batalhas enriquecia com tributos impostos aos frustrados invasores. Não somente riqueza se transferiu para detrás de suas muralhas, provavelmente toda a sabedoria disponível na Europa e médio Oriente se hospedaram na capital do Império Romano do Oriente, protegida pelos sábios governantes.

As origens do interesse por essa região desmilitarizada são um tanto obscuras.

Misturam-se dados históricos com referências mitolólicas o que determina que os fatos fiquem envolvidos numa névoa cheia de discussões e teses intermináveis.

Pessoalmente a tese que mais me encanta é a de que um jovem troiano, Enéias teria fundado o primeiro núcleo urbano nessa região com o nome de Âncar. Segundo o poema épico de Homero, Enéias teria fugido da morte juntamente com milhares de cidadãos e soldados. Com ele estava seu filho ainda uma criança de colo, que segundo a lenda seria fruto de uma relação incestuosa entre ele e sua meia irmã.

Enéias resistiu aos gregos apostando nas invenções de um engenheiro troiano de nome desconhecido.

Essas maquinações seguraram os exércitos gregos até o momento em que Enéias refletiu sobre o motivo pelo qual os gregos tanto assediavam a nova cidade.

Certamente eles queriam a sua pessoa. Decidiu então partir pelo mar de Negro com parte da armada grega em seu encalço.

Essa ação do lider troiano sepultou os assédios à cidade e esta passou a ter sua vida normal e próspera.

Homero escreveu um segundo capítulo para a Ilíada ao qual chamou de Odisséia, onde narra as viagens de Odisseu, também conhecido como Ulisses. Por outro lado em Roma, ninguém menos que Virgílio escreveria um terceiro capítulo que foi denominado de Eneida onde são contadas as viagens de Enéias. Segundo Virgílio, Enéias teria saído e chegado à costa oriental da Itália ainda com os gregos em sua perseguição.

Como Enéias escapou não vem ao caso, mas a Eneida fala que teria se estabelecido entre as colinas ao centro da Itália e seu neto Rômulo demarcaria com seu arado os limites da capital do mundo, Roma.

Enquanto isso Âncar perdeu sua identidade e se transformou numa planície quase sem habitantes. Somente colonizadores gregos permaneceram com suas oficinas, plantações e rebanhos.

Essa condição permaneceu até a fundação de Bizâncio que em grego significa nova Roma. Constantinopla transformada pelo imperador Constantino na capital romana do Oriente, chegou a ser comparada em nível de grandeza e poder à própria Tróia e Babilônia. Para alguns filósofos, tão magnífica como a lendária Atlântida.

A cidade viveu o seu apogeu durante as cruzadas. Todos os exércitos e milícias vindas das terras cristãs, obrigatoriamente faziam parada dentro dos limites de influência da poderosa Constantinopla. Entretanto essa convivência era apenas nominal e na melhor das hipóteses, anfitriões e hóspodes se suportavam mutuamente devido divergências religiosas.

Essas diferenças filosóficas determinaram o acelerado declínio do poder bizantino. A partir do momento em que o Sacro Império Romano assumiu o controle da Igreja, podendo inclusive escolher os Papas, paulatinamente Constantinopla deixava de ser o centro do sistema cristão, perdendo além de força política, também força militar e estratégica. Em 1453 o mundo cristão perde a passagem para o Oriente.

A queda de Constantinopla exprime um equilíbrio entre Ocidente e Oriente, com uma leve vantagem para o Império Otomano que se apodera da grande cidade e uma apreciável posição estratégica entre dois mundos.

Até mesmo neste momento de queda, Bizâncio foi grande. Com a invasão turca, todos os cientistas e filósofos gregos migraram para o Ocidente.

Juntamente com artistas, engenheiros, médicos e outros pesquisadores. Essa migração qualificada em massa desencadeou o maior fenômeno do conhecimento humano desde a cultura clássica.

Este acontecimento ficou conhecido pelo nome de Renascença, exatamente por representar o renascimento da cultura clássica que se perdera com a queda de Roma para os bárbaros.

Constantinopla, a rainha do Oriente abriu os olhos da Europa para a luz do conhecimento, sepultando a idade média que marcou o Ocidente como a idade das trevas.

Constantinopla – Cronologia

326 Constantine escolhe Bizâncio como a nova capital do Império e renomeia Constantinopolis
395
 Morte de Teodósio. Separação permanente do império. Arcádio sucede ao imperador, no leste. Honório imperador do Ocidente.
396
 Alaric o visigodo derrapagens península balcânica.
408
 Arcádio morre, Teodósio II, de 7 anos, sucede-lhe.
434
 Rugila, rei dos hunos, morre. Attila logra-lo.
441
 Attila cruza Danúbio e invade Trácia
443
 Attila faz um acordo com Teodósio II
447
 segunda invasão de Átila.
449
 segundo a paz de Átila.
450
 Teodósio II morre. Marcian sucede e pára subsídio para Átila.
453
 Átila morre. Theodori II, rei dos visigodos
454
 derrubada do poder Hun pelos bárbaros submetidas
456
 Aspar o Alan é “poder por trás do trono” no leste
457
 Marcian morre. Aspar o Alan faz Leo imperador
465
 Queda da Aspar o Alan
467
 Leo nomeia Antêmio Augustus ocidental
468
 Leo envia grande expedição neaval sob Basiliscus para esmagar Geiseric, que destrói
474
 Leo morre, sucedido por criança Leo II. Leo II morre. Zeno Isaurian acceeds ao trono.
475
 Usurpação de Basilisco. Zeno escapa para a Ásia.
476
 Odoacro vence Roma e se oferece para governar como vice-rei do Augustus oriental. Fim do império ocidental.
477
 Queda de Basilisco. Restauração de Zeno
478-482
 Guerra de Zeno com ostrogodos, sob Kign Teodorico o Amal e Teodorico Estrabão
483
 Tehodoric reconhecido como mestre dos soldados
484
 Revolta dos Leontius na Síria
489
 Teodorico invade Itália para suplantar Odoacro
491
 Odoacro, derrotado, estende em Ravenna. Anastácio consegue Zeno
493
 Odoacro capitula e é assassinado. Teodorico Rei da Itália, vice-rei nominalmente
502
 guerra persa de Anastácio
518
 Justin consegue Anastácio ao trono
526
 Teodorico morre, sucedido por Athalaric.
527
 Adesão e casamento de Justiniano
529
 Código de Justiniano
530
 incursões persas Vitória de Belisário em Daras.
532
 Nika motins, reprimidos por Belisário. Paz com Partia
533
 Belisário oblitarates a Vandal Unido
534
 Código revisto de Justiniano. Athalaric morre, sucedido por Theodahad
535
 Belisário na Sicília
536
 Theodahad deposto e morto. Wittiges eleito. Belisário captura e prende Roma.
537
 Wittiges sitia Roma, Franks invadir o norte da Itália.
538
 Wittiges buys de francos por ceder-lhes a Provence Roman
539
 Belasarius sitia Wittiges em Ravenna.
540
 Fall of Ravenna. Belisário deixa Itália
541
 Chosroes invade Síria e sacos de Antioquia. Godos, liderados por Totila, começam reconquista da Itália.
542
 paralisia geral causada pela grande praga
544
 Belisário enviado à Itália com a força fraca
545
 Cinco anos trégua com Persia
546
 Totila captura e evacua Roma
547
 Belisário reoccupies Roma
548
 Belisário lembrou. Totila domina Itália
550
 tropas de Justiniano ocupar Andaluzia. Terceira Guerra persa.
552
 Narses enviado para recuperar Itália. Queda de Totila na batalha de Tagina. Introdução de silk-verme da China.
553
 Última posição e aniquilação dos ostrogodos
554
 Narses shattes uma invasão Frank
555
 Narses governa a Itália de Ravenna
561
 Fim da guerra persa
565
 Mortes de Justiniano e Belisário. Imperador Justin II.
566
 avaros e lombardos no Danúbio
568
 lombardos sob Alboin invadir a Itália
569
 Nascimento de Mohammed
572
 persa renovou guerra
573
 lombardos mestres do norte da Itália e das províncias do sul, embora sem um rei.
578
 Tibério consegue Justin II
582
 Maurice consegue Tiberius
584
 Authari eleito Lombard Rei
590
 Gregório Magno papa. Agilulfo Lombard Rei.
591
 Adesão de Chosroes II na Pérsia por ajuda de Maurice. Fim da guerra persa.
595
 Guerras de Maurice com avaros e outros sobre o Danúbio
602
 Mutiny e usurpação de Focas, Maurice mortos.
604
 Morte de Greagory Grande
606
 Chosroes II invade a Síria como vingador do Maurice. Expansão contínua do poder persa.
609
 Revolta de Heráclio o mais velho na África
610
 Focas é derrubado pelo Heráclio o mais jovem. Heráclio imperador.
614
 Chosroes II completa conquista da Síria, tendo Jerusalém, levando fora da verdadeira cruz
616
 conquista persa do Egito
620
 persa superação Ásia Menor
621
 O império oriental dedica-se a uma guerra santa contra Partia
622
 Primeira campanha persa de Heráclio, que divide forças partas da Síria e da Ásia Menor
623-627
 campanhas vitoriosas de Heráclio dentro e fora da Mesopotâmia
626
 persas e Avars sitiantes Constantinopla são completamente repelidos
627
 vitória decisiva de Heráclio em Nínive. A carta de Mohammed para Heráclio
628
 Fall of Chosroes II. End of War Pérsico, todas as possessões romanas restaurada
632
 Morte de Mohammed. Abu Bekr Primeira Khalif. Primeira Expedição sírio.
634
 derrota romana em Yermak
635
 Queda de Damasco
636
 Queda de Antioquia. Heráclio evacua Síria.
637
 Queda de Jerusalém.
640
 Amru invade o Egito
641
 Heráclio morre. Imperador Constâncio II. Amru leva Alexandria
642
 Império Persa terminou na batalha de Nehavend
646
 Alexandira recuperou e perdeu novamente.
649
 Início da frota sarraceno no Mediterrâneo.
651
 Moawiya começa invasão da Ásia Menor
652
 vitória Naval de Abu Sarh off Alexandria
655
 vitória Naval de Constans II em Phoenix
658
 campanhas Constans II contra eslavos
659
 Trégua entre Moawiya e Constans II
662
 Constans II invade Itália
663
 Constans II se aposenta da Itália para Syracuss
664
 Constans II organiza campanhas em África
668
 Constans II mortos. Constantine Pogonatus imperador. Renovação da guerra com Moawiya. Sucessos sarracenos na Ásia Menor
673
 segundo cerco de Constantinopla. Saracens repelido
673-677
 derrotas do Saracens por Constantine
678
 Moawiya forçado a fazer as pazes com Constantine
681
 Concílio de Constantinopla condena Monothelite heresia. Roma reconciliado.
685
 Constantine morre. Imperador Justiniano II.
Bem-sucedida campanha de 691 Justiniano II na Bulgária
A campanha de 693 Justiniano II na Cilícia
695
 Justiniano II deposto e exilado. Leôncio imperador.
698
 Saracens cinally capturar Carthage. Leôncio deposto Tibério III imperador.
705
 retorno e resoriation de Justiniano II. Reinado de terror para 711.
711
 Philippicus mata Justiniano II e usurpa coroa. Saracen frota toma posse da Sardenha.
711-715
 Saracens invadida Ásia Menor
713
 Queda de Philippicus. Imperador Anastácio II.
715
 Queda de Anastácio II. Teodósio III imperador.
716
 Suleiman prepara ataque concessão sobre o império. Revolta de Leo Isaurian.
717
 Teodósio III abdica em favor de Leo III. Moslemah sitia Constantinopla por mar e terra. Leo III derrota frota.
718
 Saracens reforçada. Leo III despedaça sua frota, cruza o Bósforo e corta-los a partir do leste. Búlgaros avançar e derrotar um exército sarraceno. Moslemah retira. Restos de Saracen grande frota destruído em uma tempestade.
719
 Campanhas de expulsar Saracens da Ásia Menor.
726
 Leo III proíbe o culto às imagens, mas não pode impor edital na Itália. Violação violenta com o Papa Gregório II.
727
 derrota sarraceno em Nicéia leva-os da Ásia Menor.
729
 Exarch Eutychius marcha sobre Roma.
730
 Liutprand impõe pacificação da Itália
A frota de 732 Leo III para subjugação da Itália destruído por tempestades.
741
 imperador Leão III sucedido por Constantino V Copronymus
753
 Iconoclast Conselho de Constantinopla
755
 Primeira Guerra Bulgar de Consantine V
761
 Constantine começa a perseguição dos monges
764
 Segunda Guerra Bulgar de Constantino
775
 Leo IV sucede Constantino V
780
 Constantino VI sucede Leo IV. Reação Iconodule sob regência de Irene
784
 Saracens extorquir tributo de Irene
786
 Haround al-Raschid califa
790
 Constanine VI toma o controle de golpe de Estado.
797
 Irene depõe e cega Constantino VI
802
 Irene deposto. Nicéforo imperador.
811
 Nicéforo morto em campanha Bulgar.
812
 Adesão de Michael. O reconhecimento do western Sacro Império Romano.
813
 Michael deposto por Leo V da Armênia
820
 Leo V assassinado. Adesão de Michael II
827
 Saracens de Tunis invadem a Sicília e começar sua conquista.
829
 Theophilus sucede Michael II
831
 Mamun invade Capadócia. A partir de prolongada foi entre império e califado.
842
 Saracens na Sicília capturar Messina. Michael III o bêbado, com idades de quatro, consegue Teófilo. Quatorze anos Regency de Theodora.
855
 Michael III assume o controle de Constantinopla
857
 Michael III depõe Inácio e faz Photius patriarca, denunciado pelo papa Bento III.
859
 Fall of Enna completa Saracen conquista da Sicília
861
 Conversão de búlgaros ao cristianismo
863
 Papa Nicolau I excomunga Patricarch Photius.
866
 Sínodo em Constantinopla condena hereies da Igreja Latina. Indenização Permanente da Latina e igrejas gregas.
867
 Murder of Michael III. Basil, o primeiro imperador macedônio da dinastia macedônia.
876
 Basil ocupa guerra sarraceno no sul da Itália
878
 Saracens tomar Syracuse, completando conquista da Itália
886
 Leo VI, o Sábio consegue Basil
912
 Constantine VII Porphyrogenitus sucede Leo VI
919
 Romanus co-imperador com o menino Constantino VII
945
 Romanus deposto. Constantino VII único imperador
959
 Constantine VII morre. Imperador Romanus II.
961
 Crete recuperado do Saracens para o império. Campanha sírio.
963
 Romanus II morre. Nicéforo Focas imperador, com as crianças Basil II e VIII Cosntantine
965
 Nicéforo recupera Chipre do Saracens
968
 Nicéforo recupera Antioch
969
 assassinatos John Zimisces Nicéforo II e torna-se co-imperador. Russos sob Sviatoslav invadir Bulgária e Trácia.
971
 Zimisces derrota russos. Tratado russo.
975
 campanha síria de John Zimisces
976
 Zimisces morre. Basil II reina até 1025.
1014
 Basil II destrói o exército Bulgar
1.017
 aventureiros Norman na Itália participar contra os bizantinos, no sul.
1018
 Fim do primeiro reino Bulgar
1022
 campanhas de armênios de Basil II
1025
 Basil II morre. Constantino VIII único imperador
1028
 Constantino VIII morre. Zoe com Romanus II sucede
1034
 Romanus III morre. Zoe com Michael VI
1042
 Michael IV morre. Zoe com Constantino IX
1054
 Theodora imperatriz no Cosntantinople
1057
 Isaac Comnenus imperador
1059
 Isaac Comnenus aposentar. Constantino X Ducas imperador.
1067
 Romanus IV co-imperador com Michael VII
1071
 Romanus IV derrotado em Manzikert por Alp Arslan
1073
 Sulayman leva Nicéia
1076,
 os turcos seljúcidas aproveitar Jerusalém.
1077
 Sultanato de Roum estabelecido em Nicéia
1078
 Nicéforo II depõe Michael VII Ducas
1081
 Alexius Comnenus depõe Nicéforo II Robert Guiscard sitia Durazzo e derrotas bizantinos
1095
 Alexius apela para Urban II no Concílio de Piacenza. A Primeira Cruzada proclamada no Concílio de Clermont.
1096
 Crusade montar em Constantinopla
1097
 Crusaders invadir a Ásia Menor, tomar Nicéia, atravessar a Taurus, seguro Edessa, sitiar Antioch
1098
 Crusaders tomar Antioquia. Fatimidas recapturar Jerusalém dos turcos seljúcidas.
1099
 Crusaders capturar Jerusalém. A partir do Reino Latina.
1119
 John II sucede Alexius
1143
 Manuel sucede João II
1146
 Segunda Cruzada
1148
 Colapso da Segunda Cruzada
1180
 Morte de Manuel. Sucessão de Alexius II Comnenus
1183
 Usupration de Andronicus Comnenus
1185
 Andronicus mortos. Isaac Angelus imperador.
1187
 Saladino captura de Jerusalém
1189
 Terceira Cruzada
1192
 Tratado de Richard e Saladin termina Terceira Cruzada
1195
 Aleixo Ângelo depõe Isaac.
1202
 Quarta Cruzada monta em Veneza, desviados em Constantinopla
1203
 Primeira captura de Constantinopla. Isaac ‘restaurado’.
1204
 Second captura e saque de Constantinopla. Crusaders dividir os espólios, Veneza, tendo a parte do leão. Baldwin de Flanders imperador
1205
 Baldwin mortos em guerra búlgaro. Henry de Flanders consegue.
1206
 Theodore Lascaris imperador grego em Nicéia
1216
 Morte de Henrique de Flanders. Adesão de Peter de Courtenay
1222
 John III Ducas imperador em Nicéia
1229
 João de Brienne imperador conjunta com Baldwin II de Courtenay em Constantinopla
1.237
 Adiantamento de João III Ducas na Trácia. Morte de João de Brienne
1246
 John III Ducas leva Tessalônica
1254
 Morte de D. João III Ducas.
1259
 usurpação da coroa por Michael VIII
1261
 Michael VIII captura Constantinopla, restaurando grego e terminando império Latina.
1282
 Andronicus II sucede Michael VII
1.288
 turcos otomanos na Ásia Menor sob Othman
1303
 Andronicus II leva em seu serviço Grande Empresa dos catalães
1328
 Morte de Andronicus II. Adesão de Andronicus III
1341
 Andronicus II morre, sucedido por João V
1347
 John Cantacuzenus imperador conjunta
1354
 Cantacuzenus abdica. John V único imperador.Turcos ocupar Gallipoli
1.361
 turcos capturam Adrianópolis
1391
 Adesão de Manuel II
1425
 Manuel II morre. Adesão de João VI
1148
 John VI morre. Adesão de Constantino XI
1451
 Adesão de Mohammed, o Conquistador, no leste
1453
 Queda de Constantinopla a Maomé, o Conquistador. A morte de Constantino XI.

Fonte: www.roman-empire.net/www.business-with-turkey.com/www.history.com/turquia.costasur.com/www.mariedenazareth.com

 

 

 

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