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Templo de Ártemis

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Templo de Ártemis – História

Os colonizadores gregos em Éfeso, na Ásia Menor, encontraram os habitantes da região cultuando uma deusa a qual identificaram como Artemis (a Diana dos romanos).

Eles então construíram um pequeno templo consagrado a ela.

Era um dos maiores e mais ornamentados templos da antiguidade.

Embora a fundação do templo seja do século 7 a.C., a estrutura que ganhou uma marca na lista da Maravilhas foi construída por volta de 550 a.C. Conhecido como um grande templo de mármore ou templo D, foi patrocinado pelo rei da Lídia Croesus e foi desenhado pelo arquiteto grego Quérsifron e por seu filho Metágenes.

Foi decorado com estátuas de bronze esculpidas pelos mais experientes artistas de sua époc: a Fídias, Polyceitus, Kresilas e Phradmon. Na noite de 21 de julho de 356 a.C. (noite de nascimento de Alexandre, o Grande), um homem louco chamado Eróstrato queimou o templo, colocando-o no chão, numa tentativa de imortalizar seu nome. Foi reconstruído, dessa vez, em 20 anos.

Quando São Paulo visitou Éfeso para pregar o Cristianismo no século I d.C., ele foi confrontado pelo culto a Artemis que não tinha nenhum plano de abandonar seus deuses.

E quando o templo foi destruído pelos godos em 262 d.C., os efesianos juraram reconstruí-lo.

No século 4 d.C. a maioria dos efesianos se converteram para o cristianismo e o templo perdeu sua importância religiosa.

O capítulo final veio em 401 d.C. quando o Templo de Artemis foi divido por São João Crisostom. Éfeso foi mais tarde foi desertada, e somente no fim do século XIX o local foi escavado.

A escavação revelou as fundações do templo e a estrada para o agora local pantanoso. Tentativas de reconstruir o templo foram feitas recentemente, mas somente poucas colunas foram reerguidas.

Templo de Ártemis – Descrição

Este templo levou 200 anos para ficar pronto, em 550 a.C., pois foi reconstruído e aumentado muitas vezes. Somente na quarta expansão, o Templo foi incluído na lista das Maravilhas do Mundo.

Era notável pela suas 127 colunas de mármore. Elas estavam dispostas em fila dupla, em volta da cela (espaço interno).

A fundação do templo era em forma retangular, semelhante a muitos templos da época. Diferente dos outros santuários, entretanto, a construção era feita de mármore, à exceção de sua cobertura em azulejo e madeira, com uma fachada decorada sobre um amplo pátio. Degraus de mármore ao redor da plataforma da construção levavam para o terraço alto retangular de aproximadamente 80 m por 130 m. As colunas, de 20 m de altura, eram de arquitetura jônica e com entalhes nos lados circulares. Era notável pela obras de arte que o adornavam e pelas suas 127 colunas de mármore, no total.

Elas estavam alinhadas ortogonalmente em fila dupla sobre a área total da plataforma, exceto na cela central ou casa da deusa.

Das esculturas, salvaram-se cópias da famosa estátua de Ártemis, em versão pouco grega da deusa, pelo excesso de rigidez. Apresenta-se de pé, tensa, em posição de sentido, com as mão estendidas para os lados.

A estátua original, em ouro, ébano, prata e pedra negra, tinha as pernas e quadris cobertos por um manto. Altos-relevos de animais e abelhas lhe decoravam as vestes e um penteado piramidal lhe encimava a cabeça.

A descrição detalhada do templo ajudou os arqueologistas a reconstruírem o edifício. Muitas reconstruções tal como a de H. F. von Erlach, descreveram a fachada com um pórtico de 4 colunas que nunca existiram.

Reconstruções mais precisas podem dar-nos uma ideia sobre o design geral do templo. Entretanto, sua verdadeira formosura repousa nos detalhes arquitetônicos e artísticos que continuarão desconhecidos para sempre.

Quando se fala do templo de Ártemis de Éfeso, fala-se de fato de três templos que se sucederam, historicamente falando. Mas os dois últimos são os que mais conhecemos e eram bastante semelhantes.

Suas formas gerais eram clássicas na arquitetura helênica: Uma grande sala retangular, a maior possível (a Cella) colocada em um subleito em grau e encimada por um telhado com duas encostas com baixa inclinação.

Os frontões do telhado são, portanto, triangulares. Os prédios eram cercados por duas fileiras de colunas, algumas esculpidas, e ricamente decoradas. Os dois templos, entretanto, tinham diferenças.

Ficha Técnica:

Localização: Na antiga cidade de Éfeso, próxima à atual cidade de Selcuk, cerca de 50 km ao sul de Izmir, na costa oriental da região onde hoje se situa a Turquia.
Dimensões: 80 x 130 x desconhecida m (largura x profundidade x altura)
Função da Construção: Construção Religiosa
Civilização Construtora: Grega
Anos de Existência: 194 anos (a estrutura que ganhou lugar na lista)
Material Predominante: Mármore

Templo de Artemis é um edifício sagrado da era helênica construído sobre as ruínas de templos mais antigos. Está localizada em Selçuk, Turquia, perto do Mar Egeu, em um território anteriormente dominado pelo Império Grego. Este edifício foi colocado na lista das Sete Maravilhas do Mundo devido à sua grandiosidade e decoração, razão idêntica ao Mausoléu de Halicarnasso, outra das sete maravilhas do mundo.

Se o local foi ocupado desde o século VIII aC, ou seja, desde a Idade do Bronze, os primeiros ocupantes mal marcavam o seu entorno, deixando poucos vestígios de suas passagens nesta parte da costa turca do mar Egeu. No entanto, é bem sabido que este local já albergou um primeiro sítio religioso, um templo que é o templo mais antigo com uma fiada de colunas exteriores, um estilo próprio da arquitetura grega e que se denomina de estilo periférico. Este templo será destruído por uma inundação (embora este ponto não seja definitivamente excluído pela comunidade científica) durante o século 7 AC. Este primeiro templo foi substituído em 550 aC por um novo templo denominado “templo arcaico”, um edifício financiado pelo rei Creso, ao qual se credita uma imensa fortuna. O templo arcaico era mais imponente e tinha uma fileira dupla de colunas.

Este segundo templo foi deliberadamente destruído por um incêndio em 356 aC e reconstruído sob Alexandre o Grande (o fundador da cidade de Alexandria, no Egito, onde o famoso farol de Alexandria foi construído). É este novo templo, conhecido como templo “helénico”, que costuma figurar na lista das sete maravilhas do mundo, mas o templo arcaico já constava das listas antes da lista canónica referir-se a estes dias).

Templo de Ártemis – Definição

Maquete do Templo de Artemis, Parque em miniatura, Istambul, Turquia

Templo de Artemis em Éfeso estava localizado na costa ocidental da Ásia Menor (moderna Turquia) e construído no século 6 aC. Tal era seu tremendo tamanho, o dobro das dimensões de outros templos gregos, incluindo o Partenon, que logo foi considerado uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Destruído por um incêndio deliberado no século 4 AEC e depois reconstruído, o grande templo jônico sobreviveu até a Antiguidade tardia e a invasão gótica de 267 a.C.. Mais uma vez reconstruída, em 401 a.C. foi demolida pela última vez por uma turba cristã. Hoje, apenas as fundações e uma coluna solitária lembram o local onde ficava o maior templo do antigo Mediterrâneo.

Templo de Artemis em Éfeso

Templo de ÁrtemisRepresentação do Templo de Ártemis

Templo de Artemis em Éfeso, também conhecido como o Artemísio, foi construído em meados do século 6 aC.

Ele foi localizado em Éfeso (Turquia moderna), e foi considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Templo de Artemis foi construído em torno de 550 aC.

Não devemos nos confundir a denominação de Artémis uma deusa grega da caça e da vida selvagem, denominada Diana no império romano, com a Ártemis de Éfeso, outra entidade divinizada na Ásia Menor na cidade de Éfeso próxima à atual cidade de Selcuk, cerca de 50 km ao sul de Izmir, na costa oriental da atual Turquia.

A região servia como porto comercial entre o Oriente e o Ocidente. Era interpretada nesta localidade como uma deusa da fertilidade e pintada frequentemente com múltiplos seios, simbolizando sua condição fértil.

Seu primeiro santuário foi elevado nas proximidades do rio local de Éfeso e erguido junto a uma pedra sagrada creditada como um “meteorito caído de Júpiter”. O primeiro santuário foi erguido por volta de 800 a.c. em uma faixa pantanosa próxima ao rio da cidade. Ele foi erguido e destruído sucessivas vezes até que em 600 a.C., a cidade designou Chersiphron como o arquiteto responsável pela nova reconstrução.

Nesta época, a condição de principal porto de comércio tornou a cidade mais rica e produtiva, motivando seus moradores à erguerem um novo templo sobre os destroços antigos, porém maior do que todos os anteriores.

Chersiphron projetou seu trabalho com elevadas colunas de pedra rolando-as até o local de fixação evitando seu atolamento. Porém mesmo assim, este templo não durou muito e acabou destruído em 550 a.C. durante a batalha em que o rei Croesus de Lydia conquistou a cidade de Éfeso entre outras cidades gregas da Ásia menor. Como diplomata e percebendo a representação da entidade na região, Croesus se comprometeu à reerguer um novo templo no local.

O novo arquiteto seria então o talentoso grego Quérsifron e seu filho Metágenes que projetaram a obra com a dimensão de 300 pés de comprimento e 150 pés de largura, algo que o tornaria cerca de quatro vezes maior do que o anterior.

Com mais de cem colunas de pedra e um telhado volumoso, ele foi decorado com estátuas de bronze esculpidas pelos mais experientes artistas de sua época: Fídias, Polyceitus, Kresilas e Phradmon., o novo templo tornou-se o orgulho da cidade até 356 a.C.. Mas, uma nova tragédia surpreendente viria a destruir o trabalho. Seu nome é Herostratus de Éfeso, um jovem que pretendia se tornar imortal colocando seu nome na história como o que destruiria o famoso templo de Ártemis.

Na noite do dia 21 de Julho de 356 a.C. (noite do nascimento de Alexandre o Grande), ele incendiou o templo e conseguiu fazer ruir toda a construção sendo então desprezado por todo o povo de Éfeso que decretaram a morte de qualquer um que falasse com Herostratus.

Esta tragédia obrigou a encomenda de um novo templo e o escolhido para a nova obra foi Scopas de Pharos, um dos maiores escultores de seu tempo.

Éfeso era então uma das maiores cidades da Ásia Menor em razão da movimentação comercial da região (especiarias trazidas do oriente para a Europa).

Não houve e não tencionaram nenhuma economia na nova obra, ela teria então 425 pés de comprimento e 225 pés de largura, sustentado por 127 colunas e 60 pés de altura (comparada ao Parthenon que possui 230 pés de comprimento e 110 pés de largura com 58 colunas, ela era praticamente quatro vezes sua área total).

No ano de 333 a.C., Alexandre o Grande chegou ao local depois de investir em muitas conquistas na região. Ele encontrou o templo em obras (haviam pouco mais de vinte anos que se reiniciaram), e se ofereceu para custear a sua conclusão se a cidade o creditasse como o construtor.

Os vereadores da cidade não quiseram ver o nome de Alexandre esculpido no templo e então partiram para uma saída diplomática dizendo que: “não está certo um deus fazer um templo para outro”, com isso Alexandre não deu continuidade à sua ideia.

Acredita-se que a construção foi a primeira a ser completamente construída com mármore e uma das suas características mais incomuns eram 36 colunas, cujas porções mais baixas foram esculpidas com figuras de alto-relevo.

O templo também alojou muitas obras de arte, incluindo quatro estátuas de bronze de mulheres Amazonas e após sua finalização, foi incluído entre as sete maravilhas de sua época.

O historiador Pliny creditou o tempo de construção do novo templo em 120 anos, mas estudos por perícia indicam que teria sido reconstruído em praticamente a metade deste tempo. Pliny, antigo historiador romano descreveu o templo como: “um maravilhoso monumento do esplendor grego e digno de nossa admiração.”.

Foram construídas rampas térreas para conduzir as vigas de pedra para cima das colunas, mas um erro de cálculo causou a queda parcial de uma das vigas colocadas em cima da porta, a maior, que acabou torta e o arquiteto não encontrou meios para desentortar.

Com sua preocupação ele teve um sonho em que a deusa surgia e lhe dizia que não era preciso se preocupar, pois ela havia movido a pedra para sua posição correta.

Na manhã seguinte ele encontrou a pedra em seu lugar, mas sem saber que durante a noite, o povoado havia realizado o trabalho.Templo de ÁrtemisRepresentação do Templo de Ártemis

Muitos que contemplaram o templo finalizado o tinham como a mais bela obra erigida pelo homem, o que o tornava superior à todas as seis outras maravilhas da antiguidade.

As cento e vinte e sete colunas estavam dispostas em filas duplas em volta da cela (o espaço interno), sua fundação tinha o formato retangular e era portanto semelhante à muitos templos de sua época, mas diferente dos outros santuários, sua edificação era inteiramente em mármore excetuando-se sua cobertura que era em azulejo e em madeira, com uma fachada decorada sobre o pátio imenso.

Os degraus em redor da plataforma da construção também eram em mármore e suas colunas em arquitetura jônica com entalhes circulares nas laterais.

Possuía inúmeras obras de arte adornando seu interior e se posicionavam em linhas duplas em forma octogonal sobre a área da plataforma, fora da área destinada à deusa Ártemis.

Esta se apresentava em pé, com aspecto tenso, em posição de sentido com as mãos estendidas para os lados, foi esculpida em ouro, ébano, prata e pedra negra, suas pernas e quadril eram cobertos por um manto esculpido em alto-relevo com figuras de animais, abelhas e possuía um penteado piramidal dos seus cabelos.

Não se assemelhava em nada com as figuras gregas de sua época, até porque era uma entidade de Éfeso e não da Grécia antiga.

Outro personagem grego Philon de Byzantinum, o anti-pater, traduziu o que representou a seus olhos a contemplação do Templo de Ártemis: “Eu vi as paredes e Jardins Suspensos da Babilônia, a estátua de Zeus olímpico, o Colosso de Rhodes, o trabalho poderoso das Pirâmides altas e a tumba de Mausoléu. Mas quando eu vi o templo em Éfeso que sobe às nuvens, todas estas outras maravilhas foram postas na sombra “.

Os detalhes mencionados à cerca da edificação contribuíram para a tentativa de reconstrução, mas algumas delas pecaram pela inclusão de ornamentos e detalhes que nunca existiram como a reconstrução de H. F. von Erlach que a descreveu com uma fachada contendo um pórtico de quatro colunas. A verdade é que apesar de tentativas infindáveis de reconstrução, o que verdadeiramente existiu é algo que ficou perdido e nunca mais poderá ser resgatado.

O apóstolo Paulo chegou ao local em 57 d.C. e se confrontou com o culto pagão à Ártemis e o seu povo não pretendia abandonar sua religião, principalmente os que enriqueceram com a exploração deste culto devido à visitação grandiosa enquanto atração turística da localidade, como Demetrius, um comerciante local que explorava a venda de miniaturas de Ártemis. Demétrius causou transtornos à Paulo e momentos desagradáveis e desgastantes ao apóstolo cristão.

Quando o apóstolo obteve seu êxito na conversão das pessoas para o cristianismo, Demétrius temeu que esquecessem Ártemis e com isso viesse a perder seu sustento.

Ele convocou outros comerciantes locais para fazer um discurso agressivo contra Paulo dizendo: “Grande é Ártemis de Éfeso!!!”.

Deste modo, dois companheiros de Paulo foram presos e uma multidão os seguiram. Mas ao final, a cidade ficou em silêncio, os companheiros de Paulo libertados e o apóstolo voltou para a Macedônia.

A conversão para o cristianismo foi um processo que ocorreu gradativa e naturalmente sendo que no séc. IV d.C. a maioria do povo ephesiano era cristão e o templo de uma importância muito menor.

Em 262 d.C., os godos um povo germâmico, invadiu a região e destruiu completamente o templo, algo que fez com que parte dos ephesianos tencionassem reconstruí-lo, mas tanto a cidade quanto a sua religião estavam em constante declínio.

Depois de um século, o imperador romano Constantino reconstruiu a cidade, mas se recusou a reerguer o templo, pois já havia se convertido ao cristianismo e não tinha interesse em erguer templos pagães.

Mesmo com o esforço de Constantino em reerguer a cidade, ela acabou caindo em importância como uma das capitais do comércio, devido a um processo que produziu e acumulou grande quantidade de lodo afastando a baía da região fazendo com que as pessoas deixassem a região excessivamente pantanosa para viver nas colinas vizinhas levando consigo parte das ruínas do templo, esculturas reduzidas à pó para confecção do gesso, etc..

Finalmente o templo de Éfeso viria a ser dividido em 401 d.c. por João Crisostom, sacerdote cristão que pretendeu realizar cerimônias cristãs na localidade.

Pouco tempo depois, a região viria a ser totalmente desertada.

Templo de ÁrtemisRepresentação do Templo de Ártemis

No final do séc. XIX a cidade viria a ser escavada revelando as fundações do templo e a antiga estrada. Em 1863, o museu britânico enviou o arquiteto John Turtle Wood para procurar o templo.

Tudo o que ele encontrou inicialmente foram obstáculos, pois a região estava infestada de criminosos e poucos trabalhadores. Com pouco orçamento ele teve grande dificuldade em identificar o antigo local do templo.

Realizou escavações por seis anos, mas a cada ano que se passava e sem resultados, obtinha do museu britânico a ameaça de corte em seus fundos, por não obter nenhum resultado significativo.

Wood sempre conseguiu convencer a custear sua pesquisa por mais um ano. Na primeira estação ele caiu de um cavalo e quebrou sua clavícula, dois anos depois conseguiria sobreviver à uma punhalada perto do coração em uma tentativa de assassinato do cônsul britânico na cidade de Smyrna.

Somente em 1869 sua equipe de expedição conseguiria encontrar em cerca de vinte pés ao fundo de uma cova, a base do grande templo. Wood organizou a remoção de 132.000 jardas cúbicas de pântano obtendo um buraco com 300 pés de largura. Encontraram os restos de algumas esculturas e todas foram transportadas para o Museu Britânico onde se apresentam até hoje.

Trinta e cinco anos mais tarde, em 1904 o museu organizou outra expedição liderada por D. G.

Hograth que continuou a escavação anterior e conseguiu encontrar evidências de outros cinco templos erigidos um sobre o outro.

De todo o esplendor da antiga edificação só resta uma coluna para lembrar toda a sua magnificência na antiguidade.

Templo de Ártemis – História

Templo de Ártemis foi erguido por Creso, rei da Lídia entre 560 a 547 antes de Cristo, na cidade de Éfeso (Epheseus), na antiga Província da Ásia Menor (atual Turquia).

Homenageava a deusa dos bosques Ártemis, chamada de Diana pelos romanos.

Os colonizadores gregos encontraram os habitantes da Ásia cultuando uma deusa a qual identificaram como Ártemis. Eles então construíram um pequeno templo no qual foi reconstruído e aumentado muitas vezes.

Somente na quarta expansão, o Templo foi incluído na lista das maravilhas do mundo. O templo levou cerca de 120 anos para ser terminado. Media 138 metros de comprimento, por 71,5 metros de largura, com colunas de 19,5 metros de altura e era famoso pelas obras de arte, entre elas a escultura da deusa em ébano, ouro, prata e pedra preta.

Nota: As medidas do templo diferem de acordo com a fonte, como o recorte abaixo, por exemplo, extraído da revista Tio Patinhas de n° 495, “O Tesouro de Creso”

Foi destruído duas vezes: a primeira em 356 antes de Cristo (na noite do nascimento de Alexandre), em um incêndio causado por um maníaco, Eróstrato; a segunda no século III antes de Cristo, por um ataque dos godos. Restaram algumas esculturas e objetos que, hoje, estão no Museu Britânico, em Londres.

Nota: Foi no “Reino da Lídia” que surge a cunhagem em série das primeiras moedas usadas para as transações comerciais, cujo sistema monetário os povos conhecem até hoje…

Templo de Ártemis – Construção

O templo foi construído em homenagem a deusa Artemis (deusa da caça) todo em mármore no ano 550 a.C. pelo arquiteto grego Cherdifron e seu filho, Metagenes.

Tinha 141 metros de comprimento e 73 metros de largura.

Suas 127 colunas de mármore atingiam dezenove metros de altura.

Depois de ter sido incendiado em 356 por Eróstato, foi reconstruído (dessa vez, em vinte anos) e destruído novamente em 262 pelos godos.

O Templo de Ártemis – Localização

templo de Ártemis ou templo de Diana localiza-se em Éfaso.

Construído pelo arquiteto cretense Quersifrão e seu filho Metagenes, sua estrura era sustentada por 120 colunas de mármore.

Havia uma estátua da deusa feita de ébano, ouro, prata e pedra preta.

Hoje, devido a terremotos e saques o templo está destruído, restando algumas colunas em pé e alguns objetos qu podem ser encontrados em Londres.

Em Éfeso, na Ásia Menor, ficava o templo da deusa Ártemis, a quarta maravilha. Sua construção começou na metade do século VI a.C., por ordem do conquistador Creso, rei da Lídia — região montanhosa que hoje é o oeste da Turquia.

Com 90 metros de altura – como a estátua da Liberdade, em Nova York – e 45 de largura, o templo era decorado com magníficas obras de arte. Protetora da cidade e deusa dos bosques e animais, Ártemis (Diana, para os romanos) foi esculpida em ébano, ouro, prata e pedra preta.

Tinha as pernas e quadris cobertos por uma saia comprida decorada com relevos de animais. Da cintura para cima, três fileiras de seios se superpunham. Um ornamento em forma de pilar lhe adornava a cabeça.

Nesse período da história grega, chamado Arcaico (século VIII- século V a.C.), quando Éfeso, graças a seu porto, era uma das mais importantes cidades do Egeu e do Mediterrâneo, a escultura tinha alcançado seu ponto alto entre os gregos.

Não é, pois, de estranhar que o templo de Ártemis tenha ficado famoso por suas esculturas e objetos de ouro e marfim — alguns dos quais se encontram no Museu Britânico, em Londres.

Quando, no século I, o escritor romano Plínio, o Velho, afirmou que esse magnífico templo, com 127 colunas (36 decoradas) demorou duzentos anos para ser construído, não foi levado a sério.

Mas, no século XIX, quando os arqueólogos conseguiram determinar o lugar onde foi erguido deu-se finalmente razão a Plínio.

O templo foi incendiado no século III a.C. por um certo Heróstrato, que assim pretendia tornar-se imortal.

Pelo visto, conseguiu. Reconstruído, destruído e ainda outra vez reconstruído, o templo foi finalmente arrasado em 262 pelos godos, povo germânico que durante o século III invadiu províncias romanas na Ásia Menor e na península balcânica.

Em síntese, O templo de Artemis ficava na cidade de Selçuk, 7 km a leste. Selçuk está atualmente na Turquia, 50 km ao sul de Izmir. Esta cidade foi construída perto das ruínas da antiga cidade de Éfeso, por isso ainda estamos falando sobre o templo de Ártemis em Éfeso.

O que é mais surpreendente é que na época, ou seja, entre os séculos VIII e III aC, Éfeso era uma cidade portuária, ficava na costa do Mar Egeu na foz do rio Caystre que se jogava em uma baía parcialmente bloqueado pela ilha da Síria. Desde então, o rio depositou seu lodo na baía que se lixou permanentemente, afastando o mar.

Já no século VIII o local do templo era pantanoso, muitas vezes inundado, além disso foi um motivo de trabalho para os arquitetos que tiveram de inventar formas de construir o templo nestes solos húmidos.

cidade de Éfeso ficava nas proximidades da Artemísia, mas o assoreamento do rio impediu aos poucos a chegada dos navios, por isso foi necessário primeiro construir canais e depois deslocar a cidade um pouco mais ao sul, a alguns quilômetros de distância. Assim, o templo ficava cada vez mais isolado, o que era bastante bem visto por aqueles que o administravam, pois quanto mais se afastavam da cidade, mais independentes se tornavam.

Fonte: www.avanielmarinho.com.br/geocities.yahoo.com.br/academiafinanceira.vilabol.uol.com.br/www.wonders-of-the-world.net

 

 

 

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