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Civilização Grega

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Civilização Grega – História

civilização da Grécia Antiga surgiu à luz da história do mundo no século 8 aC.

Civilização grega clássica é uma civilização da cidade (polis).

A cidade é um pequeno grupo de cidadãos: assim, nunca se diz um decreto “Atenas” ou “Estado ateniense decide … “Mas” os atenienses decidir … “” O povo de Atenas decidiu … “.

Este grupo é muito pequeno (dezenas de milhares, Platão pergunta 5040), para que todos possam conhecer a todos, garantindo assim um corpo extremamente coesa cívica.

O cidadão exerce funções (dever dever, financeira, militar …) deve estar na cidade. Em troca, ele teve o privilégio de participar no governo do estado, é protegida por lei (um estrangeiro, em geral, não tem o direito, salvo acordo em contrário e a situação especial, assim que se pune assassinato de um estranho qualquer um de uma cidade grega, é só porque é necessário purificar o solo da polis de derramamento de sangue, além disso, o assassinato de um estranho nunca é punida com a mesma sanção o assassinato de um cidadão) e os deuses da cidade (cada cidade tem seus próprios deuses e cultos reservados para os cidadãos).

Civilização Grega
Modelo da Ágora de Atenas

Os cidadãos estão agrupados em torno de um centro urbano: a cidade ou asty, que serve como um centro e fortaleza na econômica, política, intelectual, religiosa, …

Este centro urbano é considerado essencial (gregos, em áreas remotas, não têm são semi-bárbaros), e da linguagem em si, quer polido pela cidade ou localidade.

O território está localizado ao redor da cidade e, com exceção tão rara (Sparta ou algum tipo de cidades coloniais) é preenchida, também, os cidadãos que vivem em aldeias chamadas Khora.

Não há nenhuma diferença entre os direitos e deveres dos cidadãos, vivam eles na cidade ou no país plano (é óbvio, no entanto, é mais difícil para um homem que vive um dia de caminhada a cidade para participar da vida pública para quem vive na ágora): Esta terra plana é essencial para a vida da cidade, como este é onde fica suas riquezas lá nenhuma cidade que não tem Khora.

Grécia Antiga – Definição

Grécia é um país no sudeste da Europa, conhecido em grego como Hellas ou Ellada, e consiste em um continente e um arquipélago de ilhas. A Grécia Antiga é o berço da filosofia ocidental (Sócrates, Platão e Aristóteles), literatura (Homero e Hesíodo), matemática (Pitágoras e Euclides), história (Heródoto), drama (Sófocles, Eurípides e Aristófanes), os Jogos Olímpicos, e democracia.

O conceito de universo atômico foi postulado pela primeira vez na Grécia por meio da obra de Demócrito e Leucipo.

O processo do método científico atual foi introduzido pela primeira vez por meio do trabalho de Tales de Mileto e seus seguidores. O alfabeto latino também vem da Grécia antiga, tendo sido introduzido na região durante a colonização fenícia no século 8 aC, e os primeiros trabalhos em física e engenharia foram iniciados por Arquimedes, da colônia grega de Siracusa, entre outros.

Grécia continental é uma grande península cercada em três lados pelo Mar Mediterrâneo (ramificando-se no Mar Jônico no oeste e no Mar Egeu no leste) que também compreende as ilhas conhecidas como Cíclades e Dodecaneso (incluindo Rodes), o Jônico ilhas (incluindo Corcyra), a ilha de Creta e a península meridional conhecida como Peloponeso.

geografia da Grécia influenciou muito a cultura na medida em que, com poucos recursos naturais e rodeados de água, as pessoas acabaram se voltando para o mar para viver. As montanhas cobrem 80% da Grécia e apenas pequenos rios passam por uma paisagem rochosa que, em sua maior parte, oferece pouco incentivo para a agricultura. Conseqüentemente, os primeiros gregos colonizaram as ilhas vizinhas e fundaram assentamentos ao longo da costa da Anatólia (também conhecida como Ásia Menor, atual Turquia).

Os gregos tornaram-se marinheiros e comerciantes habilidosos que, possuindo uma abundância de matéria-prima para a construção em pedra, e grande habilidade, construíram algumas das estruturas mais impressionantes da antiguidade.

Grécia – Descrição do país

Na região sudoeste da Europa, formando a extremidade meridional da península balcânica, situa-se a Grécia, país de tanta fama e grandeza nas páginas das grandes civilizações.

O país compreende duas partes: a continental e a insular.

Aquela (conforme se pode observar em qualquer mapa) caracteriza-se pelo número de regiões: a Tessália e o Épiro ao norte; a Etólia próxima a Delfos, a Beócia, junto a Tebas e a Ática triangular em que se situa Atenas. Mais para o sul, no Peloponeso separado do restante do país pelo istmo de Corinto, temos a Élida, a Arcádia, a Lacônia e Messênia.

A parte insular compreende centenas de ilhas constantemente citadas na história, na literatura e nas artes (Creta, Milo, Paros, Samos, Lesbos são algumas das que tem maior celebridade).

O clima da Grécia assemelha-se ao dos países mediterrâneos: quente e seco no verão, frio e úmido no inverno.

O nome de Grécia foi desconhecidos por seus antigos habitantes, Estes se chamavam Helenos e ao país denominavam de Hélade. Foram os romanos, os criadores daquele termo derivado de Graea, povoação do Épiro, de onde vieram os primeiros colonos helenos da Itália.

A civilização grega, um mundo à medida do homem

Os antigos gregos acreditavam que eram diferentes de qualquer outro povo que conheciam. Isso porque se sentiam livres, enquanto o resto do mundo vivia escravizado.

O conceito de democracia na qual todos os cidadãos podem pronunciar-se sobre o modo de governar o Estado nasceu na antiga Grécia.

No Egito e na Mesopotâmia, nas grandes regiões banhadas pelo Nilo e pelo Eufrates, era fácil sujeitar a população a um governo único. Na Grécia, porém, onde cada cidade era separada das outras pelas montanhas ou pelo mar, era quase impossível manter um controle centralizado. Por isso, os gregos não se consideravam parte integrante de uma nação, mas membros de uma cidade-estado.

Os gregos foram os primeiros a experimentar diferentes formas de governo e a refletir sobre elas.

Eles experimentaram as seguintes formas de governo:

Monarquia: Forma de governo em que o rei governa sozinho ou com um conselho de nobres.
Aristocracia: 
Sistema em que os nobres assumiam o poder dos reis.
Oligarquia: 
Governo de poucos, geralmente dos que eram donos de terras.
Tirania: 
Governo de um homem que assumia o poder pela força.
Democracia: 
Sistema no qual todos os cidadãos homens tomavam parte na elaboração das leis. Mulheres, crianças e escravos não eram considerados cidadãos.

A História da Grécia Antiga estende-se por l 400 anos e costuma-se dividi-la em quatro períodos:

Período Homérico (l 700 a.C.-800 a.C.) O período mais antigo da História grega recebe esse nome porque os poucos conhecimentos que temos sobre ele foram transmitidos por dois poemas, a Ilíada e a Odisséia, atribuídos ao poeta grego Homero. Nessa época a vida na Grécia tinha por base a grande família ou clã, e havia pouca diferenciação entre as classes. No final do Período Homérico, o crescimento demográfico e a falta de terras férteis provocaram uma crise cuja conseqüência foi a desagregação das comunidades baseadas no parentesco. Com a desagregação dessas comunidades, surgiram as cidades-estados.
Período Arcaico (800 a.C.-500 a.C.) Esse período caracterizou-se pelo desenvolvimento das cidades-estados e pela fundação de colônias gregas em regiões longínquas.
Período Clássico (500 a.C.-338 a.C.) No século V a.C., sob o governo de Péricles, Atenas tornou-se a cidade mais importante da Grécia e a civilização grega atingiu seu maior esplendor. Esse século, considerado pêlos historiadores a Idade de Ouro da civilização grega, ficou conhecido também como Século de Péricles. Péricles sonhava em fazer de Atenas a mais bela capital do mundo, onde todos os cidadãos participassem das decisões sobre os assuntos da cidade. Mas a rivalidade com Esparta, que era uma cidade militarista, aristocrática e conservadora, provocou a Guerra do Peloponeso. No final, Esparta saiu vitoriosa e tornou-se senhora das Cida des gregas (404 a. C.).
Período Helenístico (338 a. C. -30 a.C.) Depois da Guerra do Peloponeso, a Grécia continuou agitada por lutas entre as cidades-estados. Felipe, rei da Macedônia, aproveitou-se dessa situação e, em 338 a.C., dominou toda a Grécia.

Grécia – A formação do povo

Os próprios gregos ignoravam a sua origem e procuravam explica-la através de lendas maravilhosas (os mitos). Na verdade, porém, a Grécia foi habitada, em tempos, muito distantes, por povos não gregos, de origem mediterrânea a que se dá o nome de pelasgos.

Mais tarde, o país foi invadido por povos arianos – Aqueus e dórios principalmente – os quais acabaram por se mesclar e deram origem aos helenos.

Os monumentos Gregos

Os mais belos monumentos arquitetônicos da Grécia antiga constituíam-se de templos dedicados a vários deuses. Cada cidade-estado tinha orgulho de seus templos. Nenhuma, porém, possuiu templos tão grandiosos e tão belos como Atenas. Os templos atenienses agrupavam-se num planalto rochoso, isto é, na acrópole (parte alta da cidade).

O principal era o Partenon, templo dedicado a Palas-Atena. O arquiteto que construiu este templo foi Fídias que era igualmente um grande escultor.

Suas obras principais de estatuária consistiram na estátua de Palas-Atena, junto ao Partenon, e na de Zeus, erguida na cidade de Olímpia.

A Religião Grega

Os gregos tal como os egípcios eram politeístas, isto é, adoravam muitos deuses. Os mais poderoso era Zeus, deus do céu e do fogo. Hera, sua esposa protegia a vida familiar. Seguiam-se entre outros, Apolo, o deus do sol, Ártemis, a deusa da Lua, Hermes, deus dos oradores e comerciantes, Ares, deus da guerra e Atena deusa da sabedoria.

religião grega, cujas origens são múltiplas como as de todas as religiões, apresenta, de início, um caráter acentuadamente totêmico, que se reflete no culto pelas divindade animais.

Vestígios do primitivo totem aparecem ainda nos tempos históricos com os deuses de cauda de serpente com os animais que acompanham as divindades antropomórficas, como a coruja de Atenéia e a águia de Zeus.

Em Delfos, que tanta influência iria ter, não sobre a vida religiosa, mas sobre a vida política dos gregos, o antigo deus era representado por uma serpente e só mais tarde assumiria a forma de Apolo.

A divinização das forças da natureza, que encontram-se em todas as religiões primitivas misturadas com prática de magia de caráter imitativo, também é uma das características da antiga religião grega, e traduz-se no culto da deusa-mãe, próprio de muitos outros povos, em que a terra primitivamente virgem se torna fecunda pela ação das chuvas.

Os gigantes e os titãs antepassados dos homem que nascem desse conúbio mais tarde serão escorraçados por Zeus, – deus de origem indo-ariana – o que nos faz supor que essas formas primitivas do culto correspondem à população autóctone, mais tarde vencida e dominada pelas tribos helênicas.

Os gregos adoravam vários deuses, e os representavam sob a forma humana. Portanto, sua religião era politeísta e antropomórfica. Os deuses habitavam o monte Olimpo.

No monte Olimpo habitavam 15 deuses, são eles:

Zeus – Deus do céu e Senhor do Olimpo;
Héstia –
 Deusa do lar;
Hades –
 Deus do mundo subterrâneo (inferno);
Deméter –
 Deusa da agricultura;
Hera – 
Deusa do casamento;
Posêidon –
 Deus dos mares
Ares –
 Deus da guerra;
Atena – 
Deusa da inteligência e da sabedoria;
Afrodite –
 Deusa do amor e da beleza;
Dionísio –
 Deus do vinho, do prazer e da aventura;
Apolo –
 Deus do Sol, das artes e da razão;
Artemis –
 Deusa da Lua, da caça e da fecundidade animal;
Hefestos –
 Deus do fogo;
Hermes –
 Deus do comércio e das comunicações.
Asclépio –
 Deus da medicina.

Cultuavam também as musas que representavam as artes. Como Clio (musa da história), Eutepe (musa da música) e Calíope (musa da poesia).

O culto aos deuses era tão desenvolvido entre os gregos, que chegaram a erigir soberbos templos as suas divindades, nos quais realizavam suas orações.

Consideravam que os oráculos eram meios utilizados pelos deuses para se comunicarem com eles.

Criaram também heróis, aos quais atribuíam feitos foras do comum, ligados a realização das cidades:

Teseu: fundará Atenas e vencera o Minotauro de Creta.
Édipo: construíra Tebas e levara a Esfinge a se atirar num precipício, após decifrar-lhe o enigma: 
Quem é que de manhã anda com quatro pés,ao meio dia com dois, e à noite com três?
Hércules:
 filho de Zeus, o mais venerado pelos espartanos, realiza doze trabalhos colossais que serviram de base para muitos filmes e livros.
Orfeu:
 que dominava as feras com sua lira e desceu aos infernos para salvar sua amada Eurídice.

Grécia – Literatura

Pelo que diz respeito a literatura grega, há a considerar, uma grande obra: os poemas homéricos.

De fato, eles são a obra comum de um povo cuja unidade espiritual, se começa a formar, e será a mais forte, através da história, de todos os povos conhecidos.

E o seu valor não é especificamente literário. Contribuindo para a formação de uma tradição mítica e de uma religião comuns, eles estabeleceram definitivamente a base histórica dessa unidade.

Mas logo a seguir, a literatura começou a individualizar-se e, no século VI, as manifestações literárias de caráter pessoal já se multiplicavam por todo o mundo grego. Esse fenômeno é particularmente evidente na poesia, que ensaia, com felicidade, os seus primeiros vôos líricos e dramáticos.

Grécia – A arquitetura e a escultura

arquitetura e a escultura vão se desenvolvendo a par, seja no progresso material, que se traduz pelo enriquecimento das cidades e das populações, seja no progresso espiritual, que se revela nas instituições morais e políticas, na literatura e na filosofia.

É certo que as cidades gregas só virão atingir o seu máximo esplendor material na época helenística e conservarão sempre, no seu conjunto, um aspecto modesto, em nada comparável com a grandiosidade suntuosa das cidades dos antigos impérios. A partir do século VI começam a notar-se grandes progressos, que se evidenciam não só no tamanho das construções como no aperfeiçoamento e multiplicidade das formas arquiteturais.

O aperfeiçoamento da aparelhagem das paredes, a utilização da falsa-esquadria, que permite a adaptação de pedras poligonais, e o uso, em larga escala, de colunas caneladas e mais altas, coroadas por fustes soerguidos de formas mais delicadas e imaginosas, vem a par com o emprego do mármore nas construções, que, a partir do século VI, se generaliza.

O estilo dórico mais simples, mas mais grandioso, combina-se com o jônico, impregnado de influências orientais, com os seus graciosos capitéis cercados por frisos esculpidos, cariátides ou motivos ornamentais como cenas descritivas, ou em que a flor de loto predomina.

A arquitetura grega teve como mérito essencial o ter justificado e encorajado a escultura, dado que o escultor tinha como principal função ornamentar as grandes obras arquiteturais. Estas, mesmo no século V, confinavam-se aos edifícios públicos, especialmente aos templos, vistos que as residências particulares conservam até a época helenística a mesma configuração sóbria e modesta.

Mas até nos templos as inovações não abundam. Os arquitetos gregos, mesmo os maiores, que dirigiram a construção do Partenon, dos Propileus e do Erecteion, e cujos nomes como o de Calícrates, Fílocles, Menesicles e Ictino passaram a posteridade, não conseguiram resolver os problemas técnicos a que os obscuros arquitetos medievais, iriam, entre o século X e o XIV, dar uma tão simples e harmoniosa solução.

Grécia – A Pintura e a Cerâmica

Da pintura grega, se é certo que chegaram até nos os nomes de Micon, Polignoto e Panaínos, apenas se sabe, diretamente, que servia como decoração interior dos templos, visto que desapareceram todas as suas composições.

Pelo desenho dos vasos pode-se afirmar que ele revela um progresso nítido sobre a pintura dos impérios antigos, embora esse progresso se refira exclusivamente ao desenho e não à cor, que continua a ser basta e empastada.

Da cerâmica conservaram-se magníficos exemplares, alguns assinados por Eufrônio, o mestre ceramista mais notável da antigüidade grega.

Grécia – A Ciência e a Filosofia

Ciência e filosofia são, de começo, na Grécia, inseparáveis, e a sua cisão só se virá a fazer – e dentro de certa medida – na época helenística, para se efetivar nos tempos modernos, sem que, as ligações entre as duas se rompam inteiramente.

Ciência, no seu sentido mais vasto, significa conhecimento, e assim parece envolver a própria filosofia, que não é mais que uma tentativa permanente desiludida, mais teimosamente persistente, de conhecimento total.

Atenas

A vida civil de Atenas foi muito diferente do viver militar dos espartanos.

Cidade formada por jônios, com sua localização próxima ao mar exerceu grande influencia na sua formação, contato com outros povos de civilizações adiantadas aprenderam e desenvolveram os elementos de uma vida espiritual e materialmente superior, votada para ciências e artes.

Tinha sua população dividida em três classes:

Cidadãos: eram os filhos de atenienses.
Metecos: 
eram estrangeiros que se dedicavam ao comércio e a indústria. Não tinham direitos públicos, eram livres e bem tratados.
Escravos:
 classe menos numerosa, recebiam tratamento humano e podiam conquistar a liberdade.

Organização em Atenas

No inicio Atena era governada por aristocratas que mais tarde escolheram governantes que receberam o nome de Arcondes, eram magistrados, sendo uns vitalícios, outros não. Depois, ao invés de 3 eles escolheram 9 magistrados, o arcontado, que governavam por um ano.

Escolheram também membros da assembléia chamada Aerópago, semelhante a Gerúsia de Esparta.

Como tinha pouca participação do povo nesse governo, os atenienses, em maioria comerciantes e artesões, clamavam por leis escritas com melhores condições de vida e como queriam atuar no governo, formaram uma nova classe social.

Atenas serviu de modelo a muitas cidades gregas e foi a grande exceção no mundo antigo, quanto a forma de governo Foi considerada o berço da democracia, onde o povo amava a liberdade e se dedicavam à cultura, às artes, à beleza.Foi desta cidade que saíram grandes legisladores, filósofos e poetas.

As Leis

Com a pressão do povo, no século VII a.C., surgiram leis formando o Código atribuído a Drácon. Que por serem leis muito severas, acabaram por descontentar o povo e os aristocratas

Em 594 a.C. os atenienses elegeram Sólon, um dos sete sábios gregos, para a Arcontado, que realizou por sua vez, importantes reformas na democracia, favorecendo os direitos de todos:

1º. Liberou, em parte, os devedores que por isso eram, anteriormente, escravizados.
2º.
 Deu garantia a liberdade individual.
3º.
 Estabeleceu o trabalho como dever, assim o pai tinha que ensinar um oficio ao filho.
4º. 
Dividiu o povo em quatro classes de acordo com seu rendimento. Conservou o Aerópago e o Arcontado, criou o Bule, que era formado por cidadãos escolhidos entre os membros das três primeiras classes sociais, e criou ainda a Eclésia que era composta por vinte mil cidadãos, havendo entre eles pessoas sem posses.

Educação em Atenas

Diferente de Esparta, as crianças ficavam em casa até os seis anos, e depois os meninos iam à escola para aprender leitura, cálculo, escrita, poesia, canto e ginástica. Cultivavam o amor a pátria, às letras e às artes.

Os rapazes, aos dezoito anos entrava no exercito. Freqüentavam o liceu ou a academia. Tornavam-se cidadãos.

As meninas ficavam no lar, onde aprendiam a tecer, fiar, e bordar. Só poderiam freqüentar festas religiosas e não poderiam comer à mesa na presença de pessoas estranhas.

As Guerras

As Gueras Médicas ou Guerras Greco-Pérsicas

A primeira guerra começou quando Dario I mandou emissários render as cidades gregas pacificamente. Várias cidades gregas cederam, menos Esparta e Atenas, que mataram os emissários persas.

Dario então preparou um grande exército e desembarcou na planície de Maratona, próximo a Atenas. Os Atenienses, com um exército bem menor, tiveram de lutar sozinhos, pois os espartanos só poriam seus exércitos em marcha sob lua cheia, e na época era quarto crescente. Mesmo assim os gregos lutaram com garra e venceram em 490 a.C.

Na segunda guerra, com a morte de Dario I, os persas passaram a serem governados por Xerxes, Prepararam um poderoso exército que iria por terra. Uma esquadra saiu costeando pelo mar Egeu, acompanhando a marcha dos soldados.

Invadiram a Grécia pelo norte, renderam Tessália, que aliou-se a eles. Algumas cidades uniram-se a Atenas. Quando eles conseguiram passar pelo desfiladeiro das Termópilas, entraram em Atenas, saquearam, incendiaram a cidade. Mas os grego haviam construído uma esquadra, que embora em menor numero era mais veloz e equipada que as embarcações persas. Os gregos vencem mais uma vez, agora na Baía de Salamina.

Mandam Xerxes de volta para a Ásia.

Mas os persas continuavam querendo a Grécia. Eles estavam no Mar Egeu. Xantipo comanda os gregos e vence a esquadra persa na batalha naval de Miracle.

Finalmente as guerras médicas chegaram ao fim quando Címon destrói a última esquadra persa em Eurimedonte.

Com essas vitórias, Atenas consegue grande prestígio, provocando a inveja de Esparta.

Guerras Internas

Os interesses dos dois grupos, Atenas e Esparta, logo entraram em choque, e os aliados de Esparta e os aliados de Atenas enfrentaram-se numa longa e desgastante guerra, conhecida por Guerra do Peloponeso (431 a 404 a.C.).

Péricles agora governava Atenas, uniu várias cidades gregas formando a Confederação de Delos, buscando manter a paz.

Esparta não participou desta confederação, e unida a outras cidades, atacou a Ática, levando seus habitantes a refugiarem-se em Atenas.

Atenas mandou uma esquadra para devastar o Peloponeso, mas a peste atacou esta cidade com mais força que seus navios, matando inclusive Péricles.

As duas cidades, já fracas de lutarem assinaram uma trégua que deveria durar 50 anos. Porém isso não ocorreu pois Alcebíades aconselhou o governo a conquistar a Silícia (rica em trigo), mas para isso os Atenienses teriam que atacar Siracusa, aliada de Esparta.

A campanha foi um desastre, já que por um incidente Alcebíase traiu Atenas e revelou suas intenções à Esparta.

O fim das guerras finalmente chegou quando Lisandro venceu a esquadra ateniense, que por sua vez, obrigou-se a assinar sua rendição a Liga do Peloponeso, ficando submissa a Esparta, o que não durou muito, já que um ateniense,Trasíbulo, que havia se refugiado em Tebas libertou Atenas. E ainda, dois tebanos, Pelópidas e Epaminondas, investiram contra Esparta e venceram-na.

Com a disputa, finalmente vencida pelos espartanos, os atenienses perderam quase todo o poderio político e financeiro adquirido nos anos anteriores.

Com todas essas guerras entre as cidades, a Grécia ficou enfraquecida, sendo invadida e dominada pela Macedônia, monarquia semi-bárbara, existente ao norte.

O século IV a.C. começou com um curto período de hegemonia espartana, concomitante a um hesitante renascimento ateniense, a que se seguiu um período igualmente curto de hegemonia tebana.

Atenas, porém, manteve sua importância cultural: esse foi o século de Platão, Aristóteles e Demóstenes.

Quando as póleis se deram conta, a partir de 350 a.C., da progressiva intromissão do rei Felipe II da Macedônia nos assuntos gregos, era tarde demais: em 338 a.C. o exército macedônico pôs fim à autonomia das póleis helênicas. Após a morte do rei, um ano depois, seu filho Alexandre III (“O Grande”) tomou o Egito, o Oriente Médio e o Império Persa em menos de quinze anos, com um exército de macedônios.

Alguns Filósofos e Artistas Gregos

Tales de Mileto: admitia a existência de um elemento básico a água do qual derivam todas as coisas do universo.
Anaximandro: 
desenvolveu a teoria de que os primeiros animais viveram na água.
Pitágoras: 
matemático, pioneiro das ciências naturais, astrônomo e reformador moral.
Ésquilo: 
primeiro dos grandes dramaturgos gregos.
Fídias: 
escultor, escultor da estatua de Atena, protetora de Atenas, do Partenon e da estátua de Zeus Olimpo.
Heródoto:
 grande historiador considerado o Pai da Historia, viajava em busca de fatos.
Sócrates: grande filosofo, frase celebre: 
Conhece-te a ti mesmo.
Platão: 
discípulo de Sócrates
Aristóteles: 
discípulo de Platão, foi um dos criadores do método cientifico, valorizando a experiência e comprovação.

Civilização Grega – Fotos

Civilização Grega
Palacio de Cnossos

Civilização Grega
Vênus de Milo

Civilização Grega
Harpa Grega

Civilização Grega
Ostolos

Civilização Grega
Escultura

Civilização Grega
Partenon

Civilização Grega
Teatro – Grego

Civilização Grega
Templo da deusa Afeia

Civilização Grega
Vitória

Civilização Grega
Construções Gregas

Fonte: mythologica.fr/geocities.com/greek.hp.vilabol.uol.com.br/www.fileden.com/www.colegioviasolis.com.br

 

 

 

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