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História dos Brinquedos

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Uma Breve Historia dos Brinquedos

No século 20 as crianças tinham alguns brinquedos e aqueles que tinham eram preciosos.

Além disso as crianças não tinham muito tempo para jogar. Apenas uma minoria ia para a escola, mas a maioria das crianças eram esperados para ajudar os pais a fazer trabalhos simples em torno da casa ou nos campos.

Crianças egípcias jogavam jogos semelhantes as crianças que brincam hoje.

Também brincavam com brinquedos tais como: bonecas, soldadinhos de brinquedo, animais de madeira, bola, bolas de gude, pião e junta ossos (que foram lançadas como dados).

Na Grécia Antiga, quando os meninos não estavam na escola e as meninas não estavam trabalhando jogaram jogos de bola com bexigas de porco inflado.

As crianças também jogavam com brinquedos tais como: piões, bonecas, cavalos modelo com rodas, aros e cavalos de balanço.

Crianças romanas brincava com bonecas e aros de madeira ou de barro. Eles também jogavam jogos de bola e jogos de tabuleiro.

Os Brinquedos pouco mudaram ao longo dos séculos.

As crianças do século 16 ainda brincavam com bonecas de madeira. Eles também tocaram copo e bola (a bola de madeira com um copo de madeira na extremidade do cabo. Você tinha que balançar o punho e tentar pegar a bola no copo).

A casa das primeiras bonecas foram feita na Alemanha, em 1558. Depois, em 1693, o filósofo Inglês John Locke disse que “dados e brinquedos”, com letras sobre eles iriam ajudar as crianças a aprender o alfabeto.

Brinquedos modernos

A revolução permitiu brinquedos industriais a serem produzidos em massa e tornaram-se gradualmente mais barato.

John Spilsbury fez o primeiro quebra-cabeça em 1767. Ele pretendia ensinar geografia cortando mapas em pedaços, mas logo as pessoas começaram a fazer quebra-cabeças para o entretenimento. O caleidoscópio foi inventado em 1817.

Meninas vitorianas de classe média jogavam com bonecas de madeira ou de porcelana. Elas também tinham casas de bonecas, lojas de modelo e cordas de pular.

Os meninos brincavam com brinquedos tais como: bolas de gude e soldados de brinquedo, bem como trens de brinquedo. Eles também bricavam com barcos de brinquedo. Entretanto, as crianças pobres tiveram alguns brinquedos e muitas vezes tinha que fazer a sua própria.

Brinquedos simples como piões também eram populares. Então foram aros e jogos como ossos da junta e pegar varas em que você tinha que pegar varas coloridas de uma pilha sem incomodar os outros.

Aos domingos, as crianças muitas vezes brincavam com os brinquedos como temas religiosos como arcas de Noé com animais de madeira.

A vida no século 19

Muitos novos brinquedos foram inventados no século 20. Plasticine (massa de modelar) foi inventado em 1897 por William Harbutt. Ela foi comercializada pela primeira vez em 1900.

Também em 1900, Frank Hornby inventou um brinquedo chamado Meccano (modelos em miniatura).

Outros brinquedos populares no início do século 20 eram os carros de lata.

Na década de 1920 conjuntos de trem tornaram-se muito populares.

Brinquedos macios também se tornaram-se comum no início do século 20, incluindo ursos de pelúcia.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a maioria das fábricas de brinquedos foram entregues para a produção de guerra.

No entanto, no final do século 20, com a chegada do plástico e do metal a sociedade afluente por brinquedos tornou-se muito mais barato e muito mais comum.

Na década de 1950 o Lego tornou-se um brinquedo popular.

Sr. Cabeça de Batata foi inventado em 1952.

O skate foi inventado em 1958.

As bonecas Barbie foram inventados em 1959 e Action Man começou a ser vendido na Grã-Bretanha em 1966.

No início de 1970 hoppers espaço e clackers eram brinquedos populares.

No final do século 20 os jogos de computador tornaram-se muito populares.

Entre os brinquedos modernos, o tamagotchi foi inventado em 1996 e o Furby foi colocado à venda em 1998.

Tim Lambert

Fonte: www.localhistories.org

História dos Brinquedos

Brinquedos e brincadeiras no tempo

BRINCAR A MODA ANTIGA: UM DESAFIO E UMA NECESSIDADE

O brincar a moda antiga é uma alternativa diferente de viver o presente, pensar no futuro e resgatar as tradições lúdicas do passado.

Quando começamos a estudar sobre os jugos antigos, começamos a entender a magia e a alquimia contida em cada um deles: suas possibilidades de transformação, de adaptabilidade, de educação, de socialização e suas possibilidades cognitivas. Os jogos e brinquedos apresentados nos mais diferentes livros são resultados das mais diferentes experiências culturais humanas e nos mais diferentes contextos históricos. (ALMEIDA, M.T.P, 2004)

Os jogos tradicionais têm estado sempre presentes, em todas as épocas e culturas, sendo uma das principais coordenadas da vida humana.

O jogo e o brinquedo e a sua relação com a nossa vida, e parte do nosso patrimônio lúdico. Atualmente o brincar passou a ser um tema de grande relevância para estudiosos e curiosos. No Brasil e no mundo, os jogos tradicionais tornaram-se importantes no cotidiano, com o seu grande dinamismo e sua adaptabilidade ao tempo e aos espaços, revelando-se como uma potencialidade lúdica incomparável. O jogo tradicional tem sua energia própria e uma magia que teima e resiste às normas e formas impostas pela sociedade, já que se enraiza nas culturas locais onde mora a verdadeira essência humana.

Os jogos e brinquedos antigos não aceitam definições prévias, preconceitos ou reconhecimentos abstratos. A sua legitimação encontra-se na dimensão histórica e cultural dos comportamentos e no vinculo aos elementos de uma data situação. Os jogos e brinquedos são marcados por uma identidade particular, isto é, a identidade do contexto cultural em que a ação lúdica se realiza. Mas isto não significa dizer que o jogo e o brinquedo não estejam abertos aos múltiplos e diversos cruzamentos de culturas, porque eles não são uma entidade descontinua, imutável, finita, sem capacidades de reestruturação permanente, como as vezes e erradamente eles tem sido apresentados, com uma visão reduzida e substantiva do mundo.

Podemos dizer, que o jogo e o brinquedo têm contido neles os mais diferentes elementos e valores que são suas virtudes e os seus pecados. Virtudes, porque na essência, eles são constituídos de princípios generosos que permitem a revitalização permanente. Pecados porque o jogo e o brinquedo podem ser também manipulados e desviados para as mais diferentes finalidades ou objetivos podendo, comprometer a verdade.

A pluralidade cultural para nós é entendida como a convivência em um mesmo espaço de pessoas procedentes de diferentes culturas, é um fato presente em nossa sociedade atual. Está diversidade, longe de significar uma ameaça é a própria identidade cultural. Muito pelo contrário, a pluralidade cultural pode favorecer e enriquecer a nossa cultura e se converter em um fator positivo para o desenvolvimento de indivíduos e sociedades.

As escolas que acolhem imigrantes ou alunos de minorias culturais se convertem em um lugar de encontro onde compartilham experiências meninos e meninas de diferentes etnias.

Suas relações na escola com outras crianças marcarão sem duvida as relações em outros âmbitos como: a família, a comunidade e a cidade.

O objetivo que devemos buscar como educadores não deve ser a integração da cultura minoritária com a cultura majoritária se isso leva a renúncia da cultura minoritária a seus próprios padrões culturais e sociais. Tão pouco podemos propor o conhecimento das diferenças e o respeito das mesmas sem favorecer uma inter-relação entre ambas culturas, entre pessoas de distintas culturas. Nosso objetivo principal como educador deve ser que ambos os grupos, majoritário e minoritário, alcancem uma interdependência baseada em respeito, na valorização e no reconhecimento mútuo que favoreça o enriquecimento comum.

Este ambicioso objetivo é válido tanto para escolas que recebem alunos de minorias culturais como para outras que somente tem alunos de uma mesma etnia. Em ambos os casos, partirão de um conhecimento das manifestações culturais das mais diferentes etnias, eliminando prejuízos e preconceitos, para ir, pouco a pouco, descobrindo as diferenças e semelhanças e estimulando um intercâmbio que possibilite inúmeras ações comuns.

Um dos principais pontos em comum dos meninos e meninas de diferentes culturas é o JOGO. O jogo é um meio que as crianças aprendem as normas culturais e os valores de uma sociedade. Os diferentes tipos de jogos que os meninos e meninas praticam são um reflexo da cultura em que vivem. Devemos estimular a pesquisa de jogos de diferentes países e culturas com o fim de que sirva como recurso em uma aula, resgate e manutenção da cultura lúdica.

Desta maneira, podemos selecionar jogos e brinquedos de diferentes lugares do mundo e introduzi-los convenientemente estruturados nas aulas, permitindo assim, que os nossos alunos tenham acesso a outras formas de brincar.

Praticando e tendo uma reflexão sobre estes jogos os envolvidos podem estabelecer elementos de comparação com outros.

Perguntas podem surgir:

Com que se parecem?
Em que se diferenciam?
Que materiais variam?
Como podemos modificá-los?

Neste tipo de pesquisa, vamos perceber que muitos dos jogos investigados são similares a outros que conhecemos.

Algumas características podem ser observadas:

Alguns vão parecer simplificações de outros;
Variantes derivadas da adaptação do jogo a múltiplas condições como: a ausência de um material determinado ou sua substituição por outro ou até mesmo a eliminação do mesmo;
A educação a um espaço de jogo concreto ou a adaptação para favorecer o jogo quando o número de jogadores é superior ou inferior ao habitual.

A busca de semelhanças e diferenças entre jogos pesquisados e os que conhecemos e praticamos habitualmente em nossa vida ou escola, assim como uma analise mais profunda dos diversos contextos culturais de onde são provenientes os jogos pesquisados, podem nos levar a adquirir um maior conhecimento de outras formas de vida, nem melhores nem piores que a nossa, simplesmente diferentes.

A fabricação de materiais para a prática dos jogos a partir de elementos que estão ao nosso alcance e que se usa no dia-a-dia, na maioria das vezes considerados materiais não necessários (lixo), com eles, podemos estimular vários temas para discussão sobre a sociedade de consumo em que estamos inseridos e fazer reflexões com os nossos alunos como nossa forma de viver e tratar o meio ambiente repercutem nas formas de brincar.

Finalmente podemos realizar inúmeras propostas que podem se derivar do jogo como eixo condutor. Um eixo no qual tem a criança como representante primordial, e consequentemente um elemento motivador para nossos alunos e para o profesor como meio ou recurso para o trabalho docente nas mais diferentes áreas do conhecimento, os mais diferentes objetivos e conteúdos orientados há uma verdadeira educação intercultural.

Somos perfeitamente conscientes de que não são somente os jogos do mundo e os jogos tradicionais e/ou populares que serão suficientes para conseguir os nossos objetivos. Porém é um bom começo.

A partir dos jogos podemos analisar de forma interdisciplinar, outros conteúdos comuns a todas as culturas: a música, a alimentação, a arte, a religiosidade, as formas de vida, etc.

Em escolas com alunos de diferentes países ou culturas, o jogo pode se converter em um elemento integrador. Podemos iniciar com os nossos alunos e alunas, um pequeno trabalho de investigação de jogos que nos sirva como ponto de partida para encontrar aspectos comuns e diferentes entre os jogos praticados pelas crianças em função de suas respectivas origens. O professor pode estudar também alguns jugos de outras culturas não existentes no grupo de aula. Descobriremos jogos e brinquedos com diferentes nomes, podemos aprender algumas formas de escolha nas diferentes línguas, as próprias crianças podem ser os responsáveis de ensinar o jogo a outras crianças e colocar em prática etc.

Porém podemos ir um pouco mais longe, depois de escolhidos e investigados os jogos e brinquedos, podemos planejar uma CIRANDA DE JOGOS E BRINQUEDOS DO MUNDO, onde os próprios alunos pesquisadores serão os organizadores e multiplicadores. Organizando os espaços, selecionando os jogos e brinquedos e estabelecendo um sistema de rodízio (com se fosse uma ciranda) onde todos os outros colegas da escola irão passar.

Em fim, estas são algumas propostas não tão difíceis de por em prática com um pouco de ajuda por parte de todos, porem não são as únicas. O jogo e o brinquedo é uma fonte inesgotável de recursos para abordar um projeto mais global de educação intercultural e deve ser o próprio educador e/ou educadora o encarregado de descobrir quais são as alternativas que mais se adaptam as características de sua escola ou comunidade.

Os jogos e brinquedos são criações de uma cultura e fruto de uma história. Sabemos que é fundamental e urgente viver o presente, preparando o futuro e sempre respeitando nossas tradições.

Marcos Teodorico Pinheiro de Almeida

Bibliografía

ALMEIDA, M.T.P. O brincar cooperativo e meio ambiente. Revista Vida e Educação, n° 13- Março/Abril, Ano 4. Fortaleza, CE: Tropical. 2007. pp. 42 – 45. ISSN 1806-0145.
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___. Atividades lúdicas: jogos para animação de grupos. 1ª ed. Petrópolis-RJ: Editora Vozes. 2007.
___. Jogos divertidos e brinquedos criativos. 4ª ed. Petrópolis-RJ: Vozes. 2007.
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___. Brincando com palitos e adivinhações. 1ª ed. Petrópolis-RJ: Editora Vozes. 2007.
___. El juego cooperativo y la cultura de la paz en la educación infantil. V Congreso Internacional de atividades físicas cooperativas, 30 de xuño al 3 de xullo de 2006, Concello de Alfareros. 1ª ed. Valladolid-España. La Peonza Publicaciones, 2006, pp.1-29.
___. Macro juego cooperativo. V Congreso Internacional de atividades físicas cooperativas, 30 de xuño al 3 de xullo de 2006, Concello de Alfareros. 1ª ed. Valladolid: España. La Peonza Publicaciones, 2006, pp. 1-33.
___. Ludoteca social, de investigación y de ocio de la Universidad Federal del Ceará-UFC en la Facultad de Educación-FACED. In: Medio ambiente, bienestar humano y responsabilidad ecológica. IX Congreso de Psicología Ambiental. Madrid-España. Editorial UAM, 2006, pp.405-409.
___. O brincar e a cultura lúdica: um desafio na escola. Revista Vida e Educação, n° 9 – Ano 3. Fortaleza, CE: Tropical. 2006, pp. 36 – 39. ISSN 1806-0145
___. O brincar na educação infantil. Revista Educação, n° 2 Ano 2. Fortaleza, CE: Tropical. 2005, pp. 34 – 36. ISSN 1806-0145.
___. Los juegos cooperativos em la educación física: una propuesta lúdica para la paz. In: Juegos Cooperativos. Tándem. Didáctica de la Educación Física, nº 14 Ano 4. Barcelona-ES: GRAÓ, 2004, pp. 21-31.
___. Jogos cooperativos na Educação Física: uma proposta lúdica para a paz. Atas del III CONGRESO ESTATAL Y I IBEROAMERICANO DE ATIVIDADES FÍSICAS COOPERATIVAS – Ampliando horizontes a la cooperación. Comunicaciones, 1ª edición. Gijón (asturias) – Espanha: La Peonza Publicaciones, 2003.
___. Os Jogos tradicionais Infantis em Brinquedotecas Cubanas e Brasileiras. São Paulo: Universidade de São Paulo – USP / PROLAM, 2000. (Dissertação de Mestrado)
___. Brinquedoteca e a importância de um espaço estruturado para o brincar. In: MARLI, Santa. Brinquedoteca: O Lúdico em diferentes contextos. Petrópolis – RJ: Editora Vozes. 1997, pp. 132 –140.

Fonte: artigos.netsaber.com.br

História dos Brinquedos

Muitos pesquisadores têm buscado através de pesquisas em objetos, fotografias e pinturas a origem dos brinquedos. Alguns museus têm exemplares de brinquedos encontrados em escavações em diversas partes o mundo, oriundos de épocas bastante remotas. Com os dados encontrados, é possível tentar interpretar e explicar o fenômeno brinquedo e o ato de brincar no contexto histórico dos diversos grupos sociais.

Bonecas articuladas que podiam mover-se com barbantes, semelhantes ao atuais fantoches, eram utilizadas por crianças da Grécia e de Roma antigas, bem como modelos diminutos de cadeiras, mesas, jarros e outros objetos da vida cotidiana.

Bolas (algumas de couro e cheias de crina, palha e outros materiais), e bonecas de madeira ou barro cozido também foram encontradas.

O cavalo de pau, cataventos, pássaros presos por um cordão e bonecas multiplicaram-se principalmente a partir do século XV e alguns deles nasceram do espírito de imitação das crianças. Elas imitavam as atividades dos adultos, reduzindo-as à sua escala, como foi o caso do cavalo de pau, numa época em que o cavalo era o principal meio de transporte e de tração.

O fato de terem sido encontradas bolas, bonecas, chocalhos, piões e peça de jogos desde as mais remotas idades, demonstra que muitas brincadeiras infantis mantém-se durante o passar dos tempos. Na Idade Média, a fabricação de brinquedos assumiu importância na vida econômica de algumas cidades e países.

No século XV os fabricantes de Nurenberg começaram a ficar famosos por seus brinquedos. Nos séculos XVI e XVII Ulm e Augburg, também na Alemanha, reuniam os fabricantes de casas de bonecas, miniaturas de instrumentos musicais e peças de mobiliário que se constituíram em obras primas de artesanato.

Atualmente a indústria de brinquedos existe no mundo todo e movimenta valores econômicos muito elevados. A evolução tecnológica permitiu a criação de um grande número de brinquedos que encantam as crianças, pelo menos por algum tempo, até serem esquecidos. Na verdade, nenhum deles substitui o encanto de brinquedos simples como uma bola ou uma boneca, os quais permitem o pleno desenvolvimento da imaginação.

Com a crescente industrialização do brinquedo, cada vez mais “aumenta” as opções de brincar. Em contrapartida, cada vez menos dá-se espaço à criatividade e a imaginação. O brinquedo já vem pronto e com todas as instruções de uso, bastando segui-las. No artigo de Gildo Volpato (“Do brinquedo e do brincar – um pouco da história”) – encontra-se uma ótima revisão sobre a vinculação da cultura de uma sociedade e os fatores históricos que propiciaram o surgimento dos brinquedos. Muitos deles foram utilizados no trabalho, em atividades artísticas, místicas, sacras, antes de serem considerados brinquedos. A maioria deles era partilhada por adultos e crianças, não havendo também preocupação em separar “brinquedos de meninas” e “brinquedos de meninos”.

Esta separação começa a ocorrer principalmente no decorrer do século XVIII, com o início da fabricação dos brinquedos infantis. Com o advento do capitalismo, o brinquedo torna-se uma mercadoria a ser comercializada. A partir daí, os objetivos do brinquedo começam a se afastar de sua origem”

Conheça a origem e curiosidades de alguns brinquedos

História dos Brinquedos
A pipa, o dominó e o cata-vento são originários da China

A história do brinquedo é tão antiga quanto a história do homem!

Acredita?

Pois é, muitos brinquedos que existem hoje nasceram nas grandes civilizações antigas, e vários deles permaneceram inalterados ao longo do tempo.

Do Egito, herdamos o jogo-da-velha, boneca e as bolinhas de gude. Da China, o dominó, os cata-ventos e as pipas. Da Grécia e da Roma, vieram as pernas-de-pau e as marionetes.

A viagem pela história dos brinquedos nos permite percorrer culturas, estilos, modos de vida, regras sociais, uso de materiais e ferramentas, relações pessoais. É uma história recheada de curiosidades, inventores criativos, brinquedos que fazem sucesso e fábricas que lutam para se aperfeiçoar.

Originalmente, os brinquedos de todos os povos são originários da indústria doméstica, daquela que se constituía em pequena escala e atendia às necessidades particulares. Uma indústria que não acabou e que até hoje se desenvolve é a dos brinquedos artesanais.

Outra coisa legal é que os brinquedos oferecem possibilidades de experiências variadas, dependendo do material de que forem fabricados – madeira, espuma, ferro, pano ou vinil -; da forma ou do desenho – bonecas bebês ou adultas -; do aspecto tátil (relativo ao toque, ao tato) – bichos de pelúcia ou de borracha -; da cor – panelinhas cor-de-rosa ou pretas; do cheiro e dos sons que porventura emitem.

Como surgiram as brincadeiras e os brinquedos infantis

Amarelinha: De origem francesa, a amarelinha chegou ao Brasil e rapidamente se tornou popular.

Banco Imobiliário: Surgiu na década de 1940 e faz com que os participantes reúnam propriedades.

Bonecas: Unanimidade entre as meninas, as bonecas, até 1930, eram confeccionadas com pano, por costureiras e artesãos. Aos poucos, as bonecas artesanais foram substituídas pelas mais modernas, que cantam, dançam, andam de patins e bicicleta, choram, dormem… As primeiras estatuetas de barro podem ter sido feitas pelo Homo sapiens há 40 mil anos, na África e na Ásia, com propósitos ritualísticos. A transição das bonecas como ídolos para brinquedos provavelmente ocorreu no Egito, há 5 mil anos.

Carrinhos: Feitos de madeira, os primeiros carrinhos surgiram junto com os automóveis de verdade criados pela indústria Renault, nos primeiros anos do século XX. Com o passar dos tempos, o material utilizado para a fabricação dos carrinhos mudou, e muito! Hoje eles são feitos de plástico, metal ou acrílico, têm controles moderníssimos, mas os tradicionais carrinhos de madeira ainda podem ser encontrados, dividindo o espaço nas prateleiras das lojas com carrinhos de última geração. Os carrinhos apareceram simultaneamente aos carros originais, nos primeiros anos do século 20. Já o autorama foi inventado na Inglaterra, em 1956.

Caixinhas de Música: Os suíços criaram as primeiras caixinhas de música em torno de 1770. Utilizando o conhecimento que tinham na arte da relojoaria, criaram um mecanismo em que um pente com dentes de metal dedilhava sobre um cilindro que girava movido por peças de relógio.

História dos Brinquedos
A bola de futebol chegou ao Brasil em 1894, trazida pelo inglês Charles Miller

Bolas: Se as bonecas são unanimidade entre as meninas, a bola não é diferente entre os meninos. É o brinquedo mais antigo do mundo e existe há mais de 6.500 anos. As primeiras bolas bolas eram feitas com crinas de animais ou fibras de bambu. A bola de futebol ficou conhecida popularmente no Brasil a partir de 1894, quando Charles Miller trouxe para o País as regras do jogo. Há cerca de 6.500 anos os japoneses já fabricavam bolas, utilizando fibras de bambu. Os romanos e gregos preferiam usar tiras de couro, penas de aves e até bexiga de boi . Os brinquedos só se popularizaram na década de 50, com a fabricação do plástico em escala industrial. A primeira bola branca foi idealizada por um brasileiro – Joaquim Simão – em 1935.

Bichinhos de pelúcia: Fofinhos, macios e gostosos de abraçar, os ursinhos de pelúcia conquistam adultos e crianças com sua simpatia. O primeiro bicho de pelúcia foi criado na Alemanha, em 1903, e se chamava Teddy Bear. Depois dele, inúmeros bichinhos começaram a ser fabricados pelo mundo. Foram inventados no século XIX. O mais famoso deles, nos Estados Unidos, é o urso Teddy Bear.

Bicicleta: Em 1790, um conde francês chamado Sivrac criou o Celerífero (celer = rápido, fero = transporte). Era uma bicicleta de madeira, que ainda não tinha pedais nem correntes e era empurrada com os pés no chão.

Futebol de Botão: Criado na década de 1930. Os botões dos uniformes escolares eram usados pelas crianças para jogar.

Soldadinhos de Chumbo: Nasceram como jogos de guerra. O brinquedo só passou a ser manufaturado comercialmente na metade do século XIX, em Nuremberg, na Alemanha. Mas era artigo de luxo, só os pequenos nobres podiam tê-los.

Trens: Um dos admiradores dos trenzinhos foi Napoleão III, sobrinho de Napoleão Bonaparte, eleito presidente da França em 1848 e que três anos depois se tornou imperador. O primeiro trem elétrico em miniatura foi feito em 1835 por um ferreiro nova-iorquino.

Pipa: Cerca de 1000 anos a.C. a pipa era utilizada como forma de sinalização, mas ao chegar ao Brasil, trazida pelos portugueses, a pipa se tornou somente uma forma de diversão. Ela voa através da força dos ventos e é controlada por uma corda que permite ao condutor deixá-la cada vez mais alta ou mais baixa.

Pega Varetas: Existe desde a década de 60. As varetas tem pontuação conforme a cor de cada uma e os jogadores precisam de destreza manual para vencer.

Pião: Cerca de 3 mil anos a.C, na Babilônia, já existiam os piões, feitos de argila e com as bordas decoradas com formas de animais e humanas ou relevos.

Fonte: www.ebrinquedo.com/www.ebc.com.br/pt.slideshare.net

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