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Publicano

Definição

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Publicano era um cobrador de imposto ou tributo.

Entre os romanos, um publicano era um fazendeiro dos impostos e das receitas públicas, e os oficiais inferiores desta classe foram consideradas opressivo.

Eram funcionários públicos, mais especificamente cobradores de impostos Os publicanos eram detestados pelo povo, pois cobravam impostos muito acima do que o Império Romano havia estipulado. (Mt 9.11)

Os cobradores de impostos eram, muitas vezes, desonestos com as pessoas.

Publicano
Coletor de impostos

Significado

Publicano é o nome dado aos coletores de impostos nas províncias do Império Romano. Eram detestados pelos judeus e muitas das vezes envolviam-se em corrupção cobrando das pessoas além do que deveriam. E sofriam um grande repúdio da casta religiosa dos fariseus. Mateus, o evangelista, foi publicano e Zaqueu (publicano bastante conhecido por sua corrupção) também chegou a se converter.

Rendeiro ou adjudicatário do Estado, encarregado da arrecadação de impostos. (O excesso de zelo de muitos deles tornou impopular o termo publicano.).

Cobrador de rendimentos públicos, entre os Romanos.

Entre os antigos romanos, era o encarregado de recolher os impostos.

Entre os romanos, como eles chamavam os agricultores de fundos públicos. “A ordem dos publicanos.”

Pessoas nesta ocupação foram odiosa entre os judeus, que é por isso que o Evangelho diz: “. Deve ser tratado como um pagão e um publicano”.

Às vezes é usado no moderno, os subcontratados, financiadores, para aqueles que são responsáveis pela cobrança de receitas públicas e, então, levá-la sempre em um sentido ruim. “Sobre os publicanos gananciosos”.

O que foi

Administração romana em um publicano (Latin publicanus) foi um empresário, em geral, pertencente à ordem equestre, que por contrato com a autoridade civil foi autorizado a cobrar impostos em seu nome. Eles formaram sociedades civis, sem fins lucrativos interveio no económico e fiscal durante o período romano, de acordo com contratos com o Estado.

História

Publicano
Coletores de impostos. Pintura: Marinus van Raymerswaele

Prova da existência de publicanos são do século III aC. AD, embora seja geralmente aceite que eles existem mesmo muito cedo na história romana.

A primeira menção histórica é 215 aC. AD, no leilão pela frota de equipamentos Senado Romano para o exército envolvido na Hispania. Três empresas, envolvendo um total de 19 pessoas envolvidas neste contrato.

Durante o século II aC eo primeiro. AD, muitas empresas publicanos são mencionados nos textos, na área geográfica Romano Itália, para as empresas que operam no campo do bosque do Sila, para a mineração de ferro, salina das taxas portuárias de Aquileia, na Sicília] na Sardenha de sal, na Acaia, na África para a cobrança do imposto vectigal ( rendimento que se tirava de alguma coisa; contribuição, imposto), Ásia, Cilícia e Bitínia, citado por Cicéron.

No Novo Testamento

Publicanos dos quatro evangelhos são funcionários subordinados no serviço de ‘esgotos tronco “. Somente Zaqueu em Lucas episódio 19 :1-9 é um dos principais cobradores de impostos “(e ele era rico”, acrescenta Lucas). Sua impopularidade era geral, não só porque a própria função é universalmente desaprovada pelo público, mas também percebida como colaboradores ativos com os pagãos ocupantes.

Então, é no Novo Testamento: eles são desprezados e freqüentemente associada com o público os pecadores (Mt 9, 11). A atitude de Jesus é surpreendente e chocante a auto-justos. Ele se mistura com os publicanos, compromete-se a comer em casa (Mt 9:9-13) e chama um deles como discípulo e colaborador próximo Mateus. Os observadores estritos da Lei que mantê-los longe Jesus dá o exemplo de um publicano (parábola do fariseu e publicano: Lc 18 :9-14).

Ele tem a audácia de dizer: “os publicanos e as prostitutas antes de você no Reino” (Mateus: 21: 31).

A atitude de Jesus, que não é nem endosso ou condenação, mas misericórdia e chamada para a mudança de vida, que os publicanos sintam bem-vindos: eles estão se aproximando de todos eles para ouvir, enquanto os homens bons discordou: “Este homem acolhe os pecadores e come com eles” (Lucas 15 :1-2).

O seu papel

Os republicanos recebiam contratos públicos, contra a qual forneceu o exército romano, conseguiu a cobrança de impostos portuários (portorium) e supervisionou projetos de edifícios públicos. Eles também praticado como cobradores de impostos para a República Romana (e mais tarde do Império) que oferecem seus serviços para o Senado em Roma, para obter contratos para coleta de vários tipos de impostos.

Eles devem avançar montantes a coletar e recuperar os seus antecedentes e sua comissão, de acordo com autores antigos, pode ser substancial. Eles foram organizados em “escolas” e foram, porque a quantidade de dinheiro arrecadado, uma poderosa ordem. Esta função é incompatível com a dignidade senatorial, mas era exercidas pela ordem equestre (cavaleiros). Locações de arrendamento foram passados pelos censores com eles por cinco anos.

Sua usura (taxas de juro a 45%) vai ser denunciado por Lúculo e Gabinius.

Sob o Império, a sua atividade diminui gradualmente e seu papel é substituído pela colheita direta de impostos pelos censores e os procuradores e Questores. Júlio César começou a reforma, reduzindo as rendas sobre a Ásia.

Sob o Império, os cobradores de impostos eram vistas principalmente como cobradores de impostos para os provinciais. No entanto, seu papel nos serviços públicos, especialmente em projetos de construção, foi ainda muito significativo. Com o crescimento da administração imperial, o seu papel nesta área, bem como a sua importância em geral diminuiu-se muito rapidamente.

Zaqueu, O Chefe Dos Publicanos

Os publicanos eram coletores de impostos, mal vistos pelo povo, título tradicional de homens, em cada localidade, empregados do governo romano para cobrarem impostos do povo.

Como trabalhavam para os romanos e muitas vezes faziam cobranças extorsivas, passaram a ter má reputação, sendo geralmente odiados e considerados traidores.

Eram considerados proscritos pela sociedade da época.

Não podiam servir de testemunhas ou juizes, sendo excluídos da sinagoga.  Aos olhos da comunidade judaica, essa desonra estendia-se até suas famílias.

No entanto nas suas atitudes relatadas nas escrituras fica explícita a disposição em arrependerem-se: alguns iam ao encontro de João Batista se batizavam.

Outros procuravam conhecer a Jesus. Neste aspecto um personagem marcante foi Zaqueu, o chefe dos publicanos, caso descrito em Lucas 19:1 a 9.

Zaqueu era chefe dos coletores de impostos, ou seja, comandava a extorsão, a exploração popular. Líder da corrupção. Era um homem rico, mas sabia que sua riqueza não vinha das mãos de Deus, que era advinda do roubo e da opressão ao povo. (“E eis que havia ali um homem chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos, e era rico.”v.2)

Os nomes descritos na Bíblia refletem características pessoais de seus portadores. Davi, significa “o amado”, Abraão “pai de uma multidão de nações”, Jacó “o suplantador, aquele que vence”; Israel “o homem que vê a Deus” e assim por diante.

Um fato curioso é o significado do nome: Zaqueu vem do hebraico “Zacah” e quer dizer “puro, o que é puro” a antítese do seu comportamento até então, mas ele buscou conversão, ou seja, purificação, encontro com Jesus.

Há muitos anos atrás, nos idos da década de 70, quando ainda era baixa a propagação da palavra de Deus, havia uma impressão geral errônea de que o Evangelho era apenas para as pessoas desvalidas econômica e culturalmente.

Era muito comum também ouvir que aquele que ousasse ler e buscar entender o que a Bíblia ensina ficaria louco…

Sabemos que o Senhor não faz diferença entre as pessoas, logo a verdade é destinada a todos aqueles que a quiserem abraçar, independentemente de sua classe econômica, sejam eles pobres, remediados ou ricos.

O Evangelho é destinado a todas as classes sociais.

O certo é que sem Jesus todos nós somos miseráveis seja qual for a nossa posição social, raça, origem ou condição financeira.

E Zaqueu, mesmo sendo publicano e rico, queria conhecer Jesus e se esforçou para ouvir a Palavra.

Parecia muito difícil levar seu intento à termo, mas ele esforçou-se para suplantar a multidão, ou seja, quebrou todas as barreiras externas que o impediam de se aproximar do Senhor.

Conosco ocorre o mesmo devemos olhar para o Senhor e não para a multidão que procura atrapalhar nossa aproximação de Jesus: alguns nos criticam, não aceitam, falam mal do Evangelho, plantam todo tipo de calúnia, mas não desistimos nunca.

Havia ainda outro empecilho: a baixa estatura que o impedia de ter uma ampla visão de Jesus em meio àquele grande número de pessoas ali reunidas, mas ele se esforçou para ter uma visão melhor, mais clara e limpa, pois queria ver a Jesus de forma ampla.

Para buscar a Jesus não podemos nos ater à multidão e tampouco às nossas limitações pessoais.

Não importa a sua estatura espiritual atual e tampouco o que tem feito de errado até agora: todos os dias você tem de aumentar a sua visão de Jesus, tornando-a mais vívida e operante em sua transformação.

Nunca se ache tão pecador que não possa se arrepender e ser perdoado por Jesus, o único justo.

A força renovadora de Jesus opera quando nasce a vontade sincera em conhecer a Jesus mais de perto e ela deve ser colocada em prática.

“E procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura. V.3”

Zaqueu subiu na figueira brava, o sicômoro, sobre esta árvore um dicionário da Bíblia diz: “O sicômoro pode atingir até 16 metros de altura e alcança uma circunferência de até 10 metros. A madeira é dura, uniforme e muito durável e, depois do cedro, é a melhor madeira para carpintaria.”

Imagine só a cena: um homem baixinho, conhecido e detestado por todos, correndo apertado no meio da multidão para ir à frente deles, subindo numa árvore imensa porque queria ver a Jesus!

Certamente Zaqueu não pensou em nada: nem na sua vida errada, nem na sua limitação físicas, nem nas pessoas ao redor, fixou-se apenas no melhor: ver Jesus.

Ele não perderia de jeito nenhum essa oportunidade!

“E, correndo adiante, subiu a um sicômoro para o ver; porque havia de passar por ali. V.4”

Jesus se agrada muito quando as nossas atitudes em buscá-Lo são firmes, fortes, intensas e decididas. Colocamos-nos inteiramente para estar com Ele, agarrando essa maravilhosa oportunidade!

A nossa atitude espiritual firme e determinada de buscar estar em comunhão, em buscá-Lo, chama a atenção de Jesus, nos faz visíveis a Ele e O convidam a estar conosco!

“E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa. V.5“.

Assim como Zaqueu não devemos demorar em atender ao chamado que Jesus nos faz: não espere estar “limpo” e “com tudo em ordem” para vir, venha a Ele exatamente do jeito que você está e receba a Jesus com alegria!

“E, apressando-se, desceu, e recebeu-o alegremente. V.6”.

O mundo não nos isenta de seus julgamentos: reclamam, murmuram, comentam, falam mal, criticam porque vêem apenas as ações erradas que tivemos no passado, assim viam Zaqueu como um ladrão, corrupto, chefe de uma quadrilha, mas não era desse jeito que Jesus o via!

O mundo não entende como nos convertemos: “Como pode o fulano de tal um assassino, ladrão, traficante, viciado entregar a sua vida a Cristo? Isso é mentira dele!”, mas é Jesus quem sonda as intenções do nosso coração e nos ama quando elas são de arrependimento e conversão.

A palavra e o poder do Espírito é quem nos convence do pecado.

“E, vendo todos isto, murmuravam, dizendo que entrara para ser hóspede de um homem pecador. V7”.

O chefe dos publicanos não deu ouvidos para a manifestação do povo.

Queria mesmo era se acertar com quem realmente importa: Jesus. Confessou e abandonou seus erros.

Neste versículo fica claro que ele conhecia as Escrituras e queria obedece-las e de coração inteiro falou a sua decisão de mudar, pois sabia que do ladrão era exigido que cumprisse uma penalidade externa imposta pela lei, ou seja, que fizesse a restituição quadruplicada a quem defraudava, reparando assim o que havia sido roubado. (“Se alguém furtar boi ou ovelha, e o degolar ou vender, por um boi pagará cinco bois, e pela ovelha quatro ovelhas.” Ex. 22,1; “tomou a cordeira do homem pobre” “E pela cordeira tornará a dar o quadruplicado, porque fez tal coisa, e porque não se compadeceu” 2Sm 12.4p e 6).

Sem contar que Zaqueu fez mais do que apenas obedecer à Palavra, tomou uma outra atitude que não era exigida pela Lei: dar metade os seus bens aos pobres.

Jesus espera ainda hoje de nós as mesmas atitudes de conversão: confissão, arrependimento e abandono do pecado.

“E, levantando-se Zaqueu, disse ao Senhor: Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado. V.8”.

Receber a paz de Jesus hoje e na vida eterna e que ela seja extensiva aos nossos através das nossas ações.

Se Deus não lhe tivesse dado capacidade suficiente para levar a salvação de Jesus aos seus familiares, Ele não teria lhe trazido para o Evangelho.

Abraão é o nosso pai na fé (“Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.” Gálatas 3:14, por isso recebemos fé mais do que bastante para fazer esta obra.

“E disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, pois também este é filho de Abraão. V.9”.

Jesus não veio para punir o mundo, ao contrário Ele veio para fazer em nossas vidas e com nossos familiares o mesmo que operou na vida de Zaqueu.

“Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. V.10”.

A narrativa sobre Zaqueu reflete o poder de mudança e transformação que a conversão sincera a Jesus opera mudando completamente a nossa história.

Em Nome de Jesus.

Mônica Gazzarrini

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br/www.artigonal.com

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