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História do Chiclete

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O que é a Goma de Mascar?

goma de mascar ou chiclete de bolha foi inventado pela primeira vez pelo empresário americano e fabricante de doces Frank H. Fleer em 1906.

Ele criou uma receita para mascar chiclete que poderia ser transformada em uma bolha e chamou o produto “Blibbler-Blubber”. Blibber-Blubber foi a primeira formulação de goma de bolha.

No entanto, a mistura era muito frágil e pegajosa para ser vendida.

Foi somente em 1928 que um empregado da empresa de Fleer criou uma maneira de melhorar o produto.

Walter Diemer adicionou látex à receita do chiclete e a nova mistura foi chamada “Dupla Bolha”.

Para ajudar a vender chiclete, Walter Diemer foi para lojas de doces e ensinou aos vendedores como soprar bolhas, para que eles pudessem mostrar aos clientes como fazê-lo. Dupla Bolha permaneceu o único chiclete no mercado até que a Topps Company introduzisse o chiclete Bazooka em 1947.

A formulação original da Dupla Bolha de Walter Diemer foi tingida de cor-de-rosa, porque essa era a única coloração alimentar disponível na fábrica da Fleer Company. Desde então, o rosa tem sido a cor da goma de mascar mais popular.

Antes de colocar a goma de bolha em produção em 1928, Diemer produziu 100 peças da Dupla Bolha e tentou vendê-la em uma loja local de doces. A loja vendeu tudo no primeiro dia.

Pequenos pedacinhos de chicletes de bola envoltos em populares embalagens nas cores da bandeira americana e enrolados em papéis com tirinhas em quadrinhos do personagem Joe Bazooka se tornaram um ícone da cultura americana. O chiclete de bola BZOOKA divertiu gerações de americanos que cresceram mastigando e fazendo enormes bolas.

A goma de bolha pode ser uma invenção do século 20, mas a goma de mascar existe há milhares de anos. Os antigos gregos, maias e nativos da América do Norte mastigaram diferentes tipos de chiclete feito de seiva de árvores.

O primeiro chiclete comercial foi vendido por John Curtis em 1848

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Chiclete

Cada hora aparece um tipo novo no mercado: ou a forma é super inusitada ou o apelo vem nos sabores diferenciados que dão vontade de pular dentro dos comerciais para experimentar. Mas nada de pensar que mascar chicletes é uma mania do homem moderno. Essa é uma história de muitos anos atrás!

Como surgiu o chiclete?

Essa é uma pergunta que ainda alimenta os curiosos de plantão…Se você sair por aí pesquisando sobre o tema, encontrará diferentes versões.

Mas uma coisa é certa: muito antes do chiclete ser inventado, os seres humanos já mascavam gomas vegetais.

O Guia dos Curiosos conta assim esta história:

“Em 1993, (…) o pesquisador sueco Bangt Nordqvist publicou um artigo científico no qual afirmava que a goma de mascar havia surgido muito antes. Ele encontrou no sul de seu país três pedaços de resina de bétula mascados por dentes humanos perto de ossadas da época da Idade da Pedra. Nordqvist afirma que o produto contém zilitol, um desinfetante usado para limpeza dentária, que ajudava os homens primitivos a manter a arcada protegida.”

Alguns historiadores dizem que essa foi uma descoberta dos índios da Guatemala, que mascavam uma resina extraída de uma árvore chamada chicle para estimular a produção de saliva durante suas longas caminhadas. Os maias, do sul do México, também conheciam a goma de chicle, que, ao que tudo indica, usavam para refrescar o hálito. A goma era extraída de uma árvore nativa do Yucatan e de outras partes do sul do México e do noroeste da Guatemala, Sapodilla ou Manilkara zapota L. O hábito estava longe de ser uma novidade quando os espanhóis chegaram por lá em 1518.

Mas, seja qual for a versão, o chiclete não era comercializado na forma que vemos hoje. Foi somente no final do século 19 que um fotógrafo americano chamado Thomas Adams, junto com o um general mexicano exilado em Staten Island, Antonio Lopez de Santa Anna, resolveu fazer do chicle uma fonte de lucros. A primeira idéia que os dois tiveram foi usar a resina para misturar à borracha utilizada na fabricação de pneus e assim baratear muito os custos.

Resultado: frustração total. Suas experiências não deram nada certo!

Adams então teve a idéia que apresentou o chiclete ao mundo: já que o general costumava mascar a resina, por que não mascar algo com um sabor diferente?

Resolveu então acrescentar o alcaçuz ao produto, produziu uma certa quantidade em formato de bolas, embrulhou-as em papéis coloridos e passou a vendê-las.

Embora colorida com algumas imprecisões, a história de Thomas Adams é fartamente documentada. No site About, Mary Bellis, editora da seção Inventores, alinhava documentos da The Encyclopedia of New York City, editada pela Universidade de Yale, que comprovam o uso do chicle das florestas mexicanas na fabricação dos primeiros Chicletes Adams.

Chiclete no Brasil

Foi durante a Primeira Guerra Mundial, em 1945, que os brasileiros tiveram o primeiro contato com a versão industrializada dos chicletes, por meio do contato com soldados norte-americanos. O Ping Pong — ícone da infância de muita gente — foi o primeiro chiclete lançado no Brasil, pela Kibon.

A maior bola

O Guinness, o Livro dos Recordes, informa que a maior bola de chiclete foi feita por uma americana, Susan Montgomery Williams, da Califórnia. A bola media 58,4cm e o recorde de Susan é de 1994!

Mais inteligentes?

Existe um estudo feito pela Universidade de Nothumbria, na Grã-Bretanha, que reúne evidências que sugerem que o hábito de mascar chicletes pode ser bom para a memória e a inteligência. Segundo os pesquisadores, a freqüência dos movimentos feitos para mascar causam um aumento na freqüência cardíaca. Eles acreditam que isso faça aumentar a oxigenação do cérebro, dando mais eficiência às suas funções.

Chiclete para cachorro

Ah…essa mania de achar que os animais tem que fazer coisas de seres humanos!!……No começo do ano, uma empresa de produtos para cães anunciou o lançamento de chicletes caninos. São ossinhos maleáveis feitos com um couro comestível, de sabores e aromas variados. Segundo eles, a goma de mascar diverte e alivia o estresse dos animaizinhos, além de evitar o tártaro e o mau hálito.

“Você Sabia…

Que o chiclete é feito a partir do látex de uma árvore e que não deve ser mascado pela manhã?

História do Chiclete
Chiclete

Ele é uma espécie de confeito elaborado a partir do látex da árvore Sapota, ou Sapoti.

Existem duas teorias que explicam a origem do chiclete.

A primeira afirma que os índios da Guatemala passaram a mascar o látex que saía da árvore.

No entanto, a hipótese mais provável que explica a origem do confeito é a de que foi o inventor nova-iorquino Thomas Adams Jr. que começou a fabricar borrachas mastigáveis.

De fato, o confeito ganhou enorme popularidade durante as Guerras Mundiais, uma vez que os soldados o usavam como forma de relaxante para o stress diário de guerra.

Não é recomendável realizar a mastigação do chiclete no período da manhã, antes da primeira refeição do dia, pois o mesmo estimula a produção de suco gástrico, favorecendo assim, a ocorrência de gastrites e úlceras.

No entanto, sabe-se também, que o mastigar do chiclete aumenta o ritmo cardíaco, ativa os mecanismos do cérebro responsáveis pela memorização e aumenta a oxigenação do cérebro.”

Descoberto por astecas, chiclete foi “mau hábito” por séculos

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Chiclete

Um dos doces preferidos das crianças de hoje era também uma das diversões mais comuns das crianças astecas dos séculos XIV a XVI.

Mascar chicletes é um hábito antigo que, por muitos anos, envolveu um código rígido de conduta.

A arqueóloga Jennifer Mathew, em seu recém-lançado livro “Chicle: The Chewing Gum of the Americas” (“Chiclete, a goma de mascar das Américas”, inédito

Aparentemente descoberto pelos astecas e pelos maias, o chiclete pode ter origens ainda mais antigas. “Os exemplos mais remotos que temos da goma vêm da Mesopotâmia, começando no ano 9 mil AC. Encontramos resíduos de chiclete de bétula [feito de resina da planta ornalmental] em dentes de adolescentes da época.

Os astecas mantinham uma disciplina rigorosa no assunto. Segundo Mathews, homens e mulheres casadas que mascavam goma em público eram considerados “repugnantes” – somente mulheres idosas e crianças poderiam fazê-lo. Documentos descrevem prostitutas que podiam ser identificadas pelo seu perfume forte e pelo som de suas bocas mascando chicletes.

Homens e mulheres que não cumprissem essas regras eram geralmente taxados de pervertidos. Eles sabiam do uso da goma para limpar os dentes – usavam também para acender fogo -, mas simplesmente não queriam que isso fosse feito em público.

O hábito continuou com a colonização e, aparentemente, o repúdio também. Em 1898, um jornal britânico noticiou que agentes da saúde estavam alertando contra a “goma de mascar americana” pela sua suposta periculosidade.

Anos depois, o revolucionário bolchevique Leon Trotsky disse que mascar chiclete era uma forma de o capitalismo fazer com que o homem trabalhasse sem pensar muito: “parece um ato religioso, como alguma reza para o Deus-Capital”.

Nos anos 1848, um homem chamado John Curtis fundou nos EUA a primeira fábrica de chicletes, feitos da árvore de picea. Embora bom no começo, o sabor da goma ficava amargo depois de algum tempo na boca, e a moda não vingou.

O chiclete atual

A popularização do chiclete veio mesmo com a descoberta da substância extraída da árvore chamada sapoti – o chicle. O inventor da nova goma foi o americano Thomas Adams. Ao testar produtos com chicle (que ele conheceu por intermédio do ex-presidente mexicano Antonio López de Santa Ana, que visitou Nova York), em 1859, ele descobriu um novo tipo de chiclete, que passou a ser vendido na forma de pequenas bolas cinzentas sem sabor. Mais tarde, um outro tipo foi criado, com adição de açúcar, e teve uma aceitação maior.

Mas a pessoa que fez o chiclete “estourar” nas vendas foi mesmo William Wrigley Jr., um vendedor de sabonetes que percebeu que as pessoas adoravam quando ele colocava um “brinde”, como um chiclete, nos produtos.

Logo ele ingressou no ramo e chegou a enviar um pacote de quatro chicletes de menta para todas as 1,5 milhões de pessoas da lista telefônica dos EUA. Sua fortuna foi depois avaliada em US$ 150 milhões – isso em 1898.

Na Segunda Guerra Mundial, o chiclete virou produto escasso – o Exército incluiu a goma na dieta dos soldados e o gosto pelo doce atingiu todos os lugares. A demanda pelo chicle aumentou e os produtores estavam extraindo mais do que o limite das árvores. E então vieram os chicletes sintéticos, feitos com uma goma que inclui produtos derivados do petróleo – as fábricas de goma não divulgam a receita pois é considerada segredo industrial.

Atualmente, apenas duas empresas fazem o chiclete natural, como antigamente, e o vendem para uma clientela limitada.

Quem nunca se rendeu a um chiclete? Você sabia que o chiclete faz bem ao nosso cérebro?

História do Chiclete
Chiclete

Há diferentes teorias sobre a história do chiclete.

Mas, uma coisa é certa: o chiclete é um sucesso.

Na antiga Grécia, mastigavam resina de árvore para fazer a higiene bucal.

Alguns historiadores contam que o chiclete foi uma descoberta dos índios da Guatemala, que mascavam uma resina extraída de uma árvore chamada chicle para estimular a produção de saliva, durante as longas caminhadas.

No final do século XIX, Thomas Adams, junto com o general mexicano Antonio Lopez de Santa Anna, criou o tão famoso chiclete.

O general tinha o costume de mascar a resina e, então, Adams teve a ideia de acrescentar o alcaçuz, produziu uma certa quantidade em formato de bolas, embrulhou em papéis coloridos e começou a vender em Nova Jersey. Daí, surgiram o tão famoso Chiclets Adams que, hoje em dia, encontramos em sabores, cores e embalagens diferentes para todos os gostos.

A Segunda Guerra Mundial contribuiu muito para a popularidade do chiclete por todo o mundo. Os filmes norte-americamos também ajudaram muito a popularizar o chiclete.

O primeiro chiclete vendido no Brasil foi o Ping Pong lançado pela Kibon em 1945.

Segundo uma universidade da Grã-Bretanha, os batimentos cardíacos e a circulação sanguínea aumentam, quando mastigamos um chiclete.

Devido ao aumento da oxigenação do cérebro, o hábito de mascar chiclete pode ser bom para nossa memória e nossa inteligência.

Alguns pesquisadores também acreditam que a mastigação de um chiclete ajuda a perder calorias. Mas, lembre sempre que chiclete não alimenta. Logo, não devemos mascar chiclete com o estômago vazio. É mais recomendado, após as refeições.

Essa mania de mascar deu tão certo que uma empresa de produtos para cães lançou chicletes caninos. São ossinhos maleáveis feitos com couro comestível.

Esses chicletes caninos também têm sabores, aromas e benefícios para nossos grandes amigos. Além de divertir, os chicletes caninos evitam tártaro e mau hálito.

Hoje em dia, encontramos inúmeras marcas de chiclete e até aquelas que os dentistas agradecem, como o chiclete Trident que foi lançado em 1964 nos Estados Unidos devido a enorme preocupação das autoridades americanas com o excessivo consumo de chicletes por crianças e adolescentes devido a alta concentração de açúcar.

Bom pra cachorro e bom pra gente, o chiclete tem benefícios mas não abusem.

Um chiclete por dia é mais do que suficiente para curtir os benefícios sem prejuízos.

Chiclete – Invenção

História do Chiclete
Chiclete

Diz a história que o chiclete foi inventado a partir de uma resina maleável a qual se acrescentou licor, transformando-a em uma borracha saborosa que era mastigada pelos soldados na segunda guerra, diminuindo assim a tensão e o stress.

Considerando fatos históricos e a satisfação geral da população mundial diante rara invenção, eu diria que após longos anos de transformações, o chiclete continua sendo preferência global.

Existem aqueles antigos de caixinha, qual sabor era mostrado pela cor da caixa, mas que nem sempre era fiel ao gosto, trazendo um sentimento de frustração momentânea inabalável.

Quadrado, redondo, de bola ploc, ping pong. Ah! Esse sim era uma febre nos anos 80.

Também vinha em várias versões de cores e sabores e refletia uma sensação de liberdade e conforto.

Algumas novidades surgiram no mercado, tipo o Trident, que já é um chiclete mais sofisticado, uma atualização do Adams, que por sinal foi o responsável pelo lançamento dessa mania mundial.

O mundo foi se modernizando e com ele surgiu o bubaloo, que continha um líquido cremoso dentro notado já na primeira mordida.

Aquilo sim era frescor!

Hoje em dia, com a tecnologia apropriada, foi criada até a versão chocolate, além dos modelos internacionais.

Assim, exemplares desse pequeno prazer podem ser encontrados em muitos lugares, o difícil é saber qual se mantém mastigável após dois minutos de degustação.

É uma mistura de algo desconfortável com aquele resquício de ser um produto vindouro da resina.

O mais complexo de tudo é imaginar que serem humanos inteligentes continuam praticando a ginástica facial do chiclete.

Não importa o local, bares, boates, reuniões de negócios, estradas, na sala de casa, o que interessa é que mais que uma mania, ochiclete é uma sofisticação da evolução histórica mundial.

Portanto, só nos resta escolher o sabor, a forma e aderir a essa ideia. Com moderação, é claro!

Chiclete – Origem

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Chiclete

Chiclete é o nome do látex extraído do sapotizeiro, árvore que dá uma fruta conhecida como sapoti.

O sapotí lembra um pouco o caquí, tanto no sabor como na forma, embora seja um pouco menor e de tonalidade mais escura.

O sapotí é sinônimo de doçura, perfume e exotismo. O fruto é suculento e realmente doce; seu perfume pode ser identificado a metros de distância; e seu exotismo vem de sua origem Antilhana, as ilhas paradisíacas da América Central, e do México. Mesmo freqüentando os quintais e campos brasileiros desde os tempos do Brasil Colônia, seu consumo ainda não era muito difundido em algumas regiões do Brasil, como o Sul e o Centro-Oeste.

Quadro que está mudando, com a crescente atenção que vem recebendo de produtores e consumidores do Brasil e diversos países da Ásia e das Américas.

Aliás, a Índia é atualmente o maior produtor mundial, com uma área de produção que ultrapassa os 25.000 ha. Além de delicioso, o sapoti é rico em vitaminas do Complexo B, A, C, e em sais minerais como fósforo, ferro e cálcio.

Sapotí no chiclete

A árvore do “doce das Antilhas” ainda é a fonte do chiclete, ingrediente principal da goma de mascar.

Quando Cristóvão Colombo chegou à América, foram encontradas resinas mascadas por incas e maias: era o chicle.

Mas, quem revolucionou esse antigo hábito de mascar, foi o americano Thomas Adams (que deu nome ao chiclete mais fomoso do mundo). Foi ele que, com a resina de sapotí do México, começaria em 1869 a formatar o produto mais próximo ao que conhecemos hoje.

Em 1886, outro americano, o confeiteiro William White, incorporou o sabor hortelã à resina de sapotí em tablete.O chicle é extraído do tronco da árvore como um exudato de látex. Mesmo que a goma de mascar fabricada hoje em dia utilize principalmente a goma sintética, alguns países como o México, Venezuela e Guatemala ainda utilizam o chicle na fabricação da goma de mascar.

1- A goma-base, a “borracha” que dá a consistência ao doce, é o principal ingrediente. Antes, a substância vinha da seiva de uma árvore. Hoje, é sintética, feita de vários derivados do petróleo, como resina e parafinas. Além dela, há porções menores de açúcar ou adoçante, xarope de glicose, corantes e aromatizantes.

2- O açúcar é do tipo impalpável, tão pulverizado que fica parecendo um talco. O xarope de glicose adoça e deixa a goma mais pegajosa e macia. A goma-base é derretida a 90 ºC, e os ingredientes são jogados no misturador. Essa grande panela comporta até 1 tonelada de goma, que fica ali no mexe e remexe por 25 minutos.

3- Agora só falta dar forma à maçaroca. No caso das gomas mais encorpadas, rola a extrusão, processo que força a massa por um buraco até que ela saia uniforme e maleável (algo parecido com o apertar de um tubo de pasta de dentes). Já os chicles em forma de pastilha viram mantas, com várias pastilhas coladas umas às outras.

4- Se o chiclete for do tipo que possui recheio líquido (feito de xarope de glicose colorido e aromatizado artificialmente), é na fase de extrusão que ele é colocado. Conforme a goma vai sendo empurrada, uma máquina injeta o líquido no centro da massa antes de ela sair pelo buraco.

5- Ao sair da extrusora, a goma ainda está aquecida, meio molenga e difícil de ser cortada. Por isso, o próximo passo é resfriar a mistura. Primeiro, a goma descansa em bandejas por algumas horas. Em seguida, vai para a sala de refrigeração, onde fica por até 24 horas mantida sob cerca de 15ºC, ou apenas 15 minutos a temperaturas mais baixas, em torno de 5ºC.

6- Agora, sim, a goma pode ser cortada sem grudar ou perder a forma. Alguns chicles recebem antes uma polvilhada de açúcar de confeiteiro, para tirar um pouco mais do grude. O corte pode ser uma espécie de grade que divide a folha de goma em retângulos, ou uma lâmina que corta tiras de goma.

7- Sabe as gomas de mascar que têm uma casquinha mais dura por fora? É nessa etapa que ela é colocada. Depois de cortadas, as gomas vão para o drageamento. As pastilhas ficam por seis horas em uma grande panela com pás girando, enquanto o sistema de tubulação vai dosando um xarope de açúcar e amido que depois de seco forma aquela camada quebradiça e doce.

8- No fim do estica e puxa, só falta colocar a embalagem. Hoje, nas grandes fábricas, todo o processo é automatizado. Uma máquina vai cortando as folhas de embalagem enquanto outra joga o doce pra dentro. Por fim, uma outra fecha tudo, em um processo tão rápido que nem dá pra ver. Nesse ritmo, dá pra produzir cerca de mil unidades por minuto!

Mascar chiclete faz mal para o estômago?

Verdade

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Chiclete

Não se sabe se o hábito de mascar gomas surgiu com índios guatemaltecos, que mascavam uma resina de árvore para estimular a salivação; se é uma herança da civilização maia; ou ainda se é resquício de um costume da Grécia Antiga, onde se mascava a resina de uma árvore para melhorar o hálito.

A origem do antepassado do chiclete pode ser misteriosa, mas a invenção do chiclete moderno, bem próximo ao que conhecemos hoje, é mais famosa: ele foi criado por Thomas Adams Jr., em 1872.

Difundido durante as grandes guerras mundiais, quando era considerado praticamente uma terapia contra o estresse causado pelos conflitos, hoje o chiclete é uma verdadeira mania mundo afora.

Contudo, é importante lembrar que mascar chiclete o tempo todo não está entre os hábitos alimentares mais saudáveis.

O ato de mastigar o chiclete engana o cérebro e o estômago, pois nosso organismo está condicionado a relacionar a mastigação á ingestão de alimentos e, no caso do chiclete, a gente mastiga, mas não ingere nada.

Logo que começamos a mascar chiclete, o nosso corpo que não consegue identificar se o que temos na boca é um chiclete, um pedaço de bolo de chocolate ou uma bela garfada de arroz com feijão já entra em atividade para iniciar o processo de digestão do alimento. Assim, a produção de suco gástrico é estimulada no estômago.

Como não engolimos nada, e geralmente nosso estômago está vazio, esse suco gástrico, extremamente ácido, acaba atacando a mucosa do estômago podendo provocar gastrites e úlceras.

Segundo pesquisas, não há problema em se mascar um chiclete de vez em quando, mas se você mascar muitos chicletes ao dia, provavelmente sua saúde será prejudicada.

O indicado é mascar, no máximo, um chiclete por dia.

Fonte: www.softschools.com/www.dentalpress.com.br/pfbrandao.com/www.candyfavorites.com

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