Em certa época, as palavras socialismo e comunismo tinham o mesmo significado: uma sociedade em que os meios de produção fossem propriedade pública. Hoje, há uma grande distinção entre os dois termos.
Membros de partidos comunistas encaram o socialismo como um estágio na formação da sociedade comunista, que passa a ser considerado, uma ditadura do proletariado. Durante esse estágio, o Partido Comunista deve estar no poder, e ser eliminada a maior parte da propriedade privada, sendo a economia administrada com base em um plano nacional de produção.
Entretanto, nesse estágio, a nação ainda não é rica o suficiente para ofertar a seus cidadãos todos os bens materiais necessários, e o governo deve coagir as pessoas a trabalharem arduamente por pouca recompensa. Em um estágio posterior, a nação será rica para satisfazer às necessidades econômicas de todos. Esse estágio é o comunismo. Para os comunistas, a coerção estatal desaparecerá em uma sociedade comunista. Muitos socialistas em países que não vivem a ditadura do proletariado não aceitam essa definição.
A maioria acredita que certa coerção estatal é sempre necessária porque algumas pessoas têm que ser forçadas a serem cidadãos úteis para merecerem o que ganham do Estado. Mas rejeitam a maior parte dos métodos utilizados pelos partidos comunistas, a exemplo de revolução e de outras formas de militaria como meio de alcançar o poder, e se opõem a métodos centralizados de administrar o Estado. Os socialistas democratas acreditam no processo democrático e são contrários à extinção dos partidos de oposição. Preocupam-se mais com a distribuição justa de bens e serviços do que com o crescimento econômico rápido, mas se esquecem um pouco da população em si.
Fonte: www.grandecomunismo.hpg.ig.com.br