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História do Sabão

 

O sabão, de forma geral, é o resultado da reação química entre uma base (soda cáustica ou potassa cáustica) e algum ácido graxo, sendo obtido a partir de gorduras (de boi, de porco, de carneiro, etc) ou de óleos (de algodão, de vários tipos de palmei-ras, etc.). Na primeira hipótese (soda cáustica), são obtidos sabões duros, apropriados para formarem barras e pedaços; na segunda, sabões moles, ou mesmo líquidos.

Já os sabonetes, constituídos por um sabão base destinado à aplicação dérmica, são especialmente aromatizados e têm sua cor alcançada por meio da adição de um corante, a anilina, adicionada durante a mistura juntamente com o perfume. Para sua fabricação, o tipo de gordura mais utilizado é o sebo bovino, assim como também o óleo de coco, que ajuda a obter mais espuma durante o banho.

O aparecimento do sabão se deu em data incerta, já que as informações sobre o fato são tão variáveis que abrangem um período que se estende por quase dois milênios, a partir de 2.500 antes de Cristo. Uma das versões a respeito dessa descoberta diz que cerca de 600 anos antes de Cristo os antigos fenícios ferveram gordura de cabra com água e cinzas de madeira, produzindo dessa forma uma mistura pastosa com a qual limpavam o corpo.

Segundo esse relato, o produto sólido só foi criado no século 7, quando os árabes inventaram o chamado processo de saponificação, que em linhas gerais significa a transformação das substâncias gordas nesse tipo de produto solúvel em água. Mais adiante os espanhóis adicionaram o azeite de oliva para perfumá-lo, mas até então, na Europa, ele só, era conhecido pela nobreza de poucos países.

Atualmente os sabonetes são vendidos em qualquer supermercado, farmácia, mercearia ou até mesmo em bares, mas durante muito tempo, segundo outra explicação, o homem não dispôs desse artigo para ajudá-lo a promover seu asseio corporal.

O que se usava antigamente era a mistura pastosa de terra argilosa com calcário ou cinza de madeira, que os fenícios faziam desde cerca de 600 anos antes de Cristo, e talvez por isso Caio Plínio Segundo (23-79), um naturalista romano conhecido como Plínio, o Velho, tenha tido a idéia de fabricar os primeiros sabões, bolando uma nova fórmula que misturava cinzas de madeira com certa quantidade de sebo de cabra, tudo fervido durante o tempo necessário.

Plínio era um homem muito curioso, tanto que por causa disso morreu quando tentava se aproximar o mais possível da borda da cratera do vulcão Vesúvio, para apreciar com mais detalhes a erupção em vias de acontecer: a terra cedeu sob seus pés e ele desapareceu para sempre naquele caldeirão de fogo e lava.

O sabão, propriamente dito, apareceu no século 4, e era usado apenas para lavar os cabelos. Quinhentos anos depois, no século 9, alguém instalou em Marselha, na França, a primeira indústria saboeira, que fechou as portas não se sabe se por falta de clientela ou algum outro motivo.

Mas adiante, no século 14, o sabão já era usado na higiene pessoal e lavagem de tecidos finos, mas o preço alto que cobravam por ele só permitia que as pessoas ricas pudessem se dar ao luxo de adquiri-lo e tê-lo em casa. Até que em 1792 o francês Nicolau Leblanc (1742-1806), químico trabalhando em Pa-ris, extraiu soda cáustica do sal de cozinha, facilitando assim o processo de saponificação das gorduras.

Naquela época, obtinha-se carbonato de cálcio, ou soda cáustica, em depósitos naturais e cinzas de plantas marinhas, mas sua produção era insuficiente. Por isso o processo de Leblanc, além de reduzir o custo da matéria-prima, tornou menos trabalhoso o fabrico de sabão e ácido sulfúrico, permitindo também o desenvolvimento da indústria do cloro.

A partir daí o sabonete começou a ser fabricado industrialmente. Com isso o seu custo de produção foi sendo gradativamente reduzido, tornando-o acessível a todos, e como conseqüência dessa queda de preços ele se tornou tão popular que hoje em dia é inimaginável pensar-se em higiene pessoal sem a sua utilização obrigatória.

Mas essa aceitação generalizada do sabonete deve-se também, em parte, a um acontecimento imprevisto. Na época, 1879, o inventor norte-americano Thomas Alva Edison (1847-1931), testara com sucesso sua lâmpada incandescente, ponto de partida para o início da iluminação elétrica no mundo. Sabedores disso, Harley Procter, industrial também norte-americano, e seu primo, o químico James Gamble, donos de uma fábrica de velas e sabão, previram que o sucesso da nova invenção prejudicaria enormemente as atividades de sua empresa, e por isso resolveram antecipar-se aos fatos.

Eles haviam descoberto, em 1878, a fórmula de um novo tipo de sabão branco. Ele era cremoso, de consistência homogênea, produzia muita espuma mesmo em con-tato com a água fria, e também exalava um perfume suave.

Certo dia um dos funcionários da empresa, ao interromper suas atividades no horário de almoço, não desligou a máquina misturadora principal, e quando retornou percebeu que uma quantidade de ar acima da recomendada havia sido injetada na solução de sabão em preparo.

Mas ao invés de descartar a massa aparentemente prejudicada, ele a despejou nas formas de endurecimento e corte, para serem preparadas e comercializadas normalmente. Esse produto foi distribuído aos comerciantes varejistas, e agradaram de tal forma aos consumidores que estes passaram a solicitar dos fabricantes que a disponibilidade daquele sabão extraordinário não fosse interrompida.

Isso aconteceu em 1879, e diante dessa descoberta involuntária os proprietários adotaram como padrão de produção do novo “sabão mármore”, a injeção extra de ar, passando então a promover a novidade recém-lançada, o primeiro sabonete de formato redondo, envolto artesanalmente em papel drapejado.

Assim surgiu o produto mais usado no mundo, cuja função principal é a de limpar as impurezas da pele, e que hoje apresenta várias formas, tipos, tamanhos e cores. Graças a fórmulas sofisticadas, existem atualmente sabonetes destinados aos diferentes tipos de pele, evitando seu ressecamento e garantindo a ela uma limpeza profunda.

Fonte: www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br

História do Sabão

Soda Cáustica e Sabão

É comum um sabão ter o pH muito alcalino. Esta circunstância provoca o efeito danoso da abertura da escamas da cutícula formada por queratina. Como termo de comparação, esta propriedade é utilizada nos tingimentos (cores escuras) capilares visto que é necessário que o pigmento penetre na medula do fio.

As primeiras evidências de um material parecido com sabão registradas na história foram encontradas em cilindros de barro (datados de aproximadamente 2.800 A C.), durante escavações da antiga Babilônia.

As inscrições revelam que os habitantes ferviam gordura juntamente com cinzas, mas não mencionam para que o “sabão” era usado.

De acordo com uma antiga lenda romana a palavra saponificação tem sua origem no Monte Sapo, onde realizavam sacrifícios de animais. A chuva levava uma mistura de sebo animal (gordura) derretido, com cinzas e barro para as margens do Rio Tibre. Essa mistura resultava numa borra (sabão).

As mulheres descobriram que usando esta borra, suas roupas ficavam muito mais limpas. A essa mistura os romanos deram o nome de Sabão e à reação de obtenção do sabão de Reação de Saponificação. A primeira patente do processo de fabricação de sabão data de 1791.

Os sabões são feitos pela saponificação de gorduras e óleos. Qualquer reação de um éster com uma base, para produzir um álcool e o sal do ácido, é chamada uma reação de saponificação.

A saponificação é feita a quente, a soda ou potassa atacam os referidos ésteres, deslocando a glicerina e formando, com os radicaisácidos assim liberados, sais sódicos ou potássicos. Esses sais são os sabões, que, passando por um processo de purificação e adição de outros ingredientes, transformam-se nos produtos comerciais.

A soda cáustica ou hidróxido de sódio (NaOH – PM = 40), é um sólido esbranquiçado, deliqüescente, pode se apresentar na forma sólida (em barra, escamas, pérolas, flocos, grânulos, lentilhas, pó, massa fundida, pastilhas ou cilindros brancos secos, duros, quebradiços, de fratura cristalina, inodoros e de sabor ardente) ou na forma líquida em concentração de até 73%.

Apresenta grande solubilidade em água (1:1) e álcool. O pH da solução tem a seguinte equivalência: pH = 11 (solução à 0,01% em água), pH = 12 (soluçãoà 0,05% em água), pH = 13 (solução à 0,5% em água), pH = 14 (solução à 5% em água) (TRIKEM, 2002 & FARMACOPÉIA BRASILEIRA, 1977).

A Soda Cáustica é utilizada na fabricação de celulose, alumínio, sabões e detergentes, fibra sintética rayon, celofane, sais de sódio em geral, corantes e pigmentos, vidros, produtos farmacêuticos, cosméticos, na produção de Hipoclorito de Sódio e de outros produtos para tratamento de água.

É também usada em refinação de óleos vegetais, regeneração de resinas de troca iônica, produção de papel, alvejamento de têxteis, mercerização de algodão, tinturaria, processamento de metais, extração de petróleo e neutralização de efluentes.

Fonte: www.royalshower.com.br

História do Sabão

HISTÓRIA DO DETERGENTE EM PÓ

Apesar do uso de um “certo tipo de sabão” para limpeza ter ocorrido por volta do ano 2800A.C., detergente em pó para lavar roupa como conhecemos hoje é relativamente recente. Foi desenvolvido comercialmente apenas em 1946.

O nome sabão, segundo uma antiga lenda romana, teve origem em um lugar chamado Montanha “Sapo”. Nessa montanha, animais eram sacrificados e, quando chovia, a água descia pela montanha carregando a gordura e as cinzas dos animais mortos até à barrenta beira do rio Tiber.

As mulheres da época descobriram que esfregando esta mistura nas roupas a sujeira saía com maior facilidade.

A partir de 1920 toda a lavagem de roupas passou a ser feita com sabão esfarelado. O sabão em barra passou a ser cortado, aparado e dissolvido em água quente a cada lavada. Em 1930 alguns fabricantes passaram a oferecer sabão em forma de flocos e, mais tarde, sabão em grãos. Esses produtos dissolviam-se melhor na água mas ainda assim reagiam com minerais na água dura (mineralizada) formando depósitos de sabão. Estes depósitos de sabão deixavam as roupas sujas e desbotadas.

O primeiro detergente similar à nossa definição corrente de um detergente foi desenvolvido na Alemanha, durante a primeira guerra mundial, devido à falta de gordura e óleos para se fazer o sabão.

DREFT foi o primeiro detergente sintético desenvolvido pela P&G nos Estados Unidos para uso doméstico, trazendo uma evolução na tecnologia de produtos para limpeza. Mas a grande descoberta no desenvolvimento de detergentes domésticos veio em 1946 nos Estados Unidos com a fabricação de um detergente composto por uma combinação de surfactante e fosfato. Era a P&G lançando Tide - “o milagre da lavagem de roupa”. A fórmula de Tide limpava melhor que qualquer outro produto disponível no mercado. Até hoje, 52 anos depois, Tide é líder no mercado americano levando a P&G à liderança da categoria em todo mundo.

SABÃO X DETERGENTE

O SABÃO

O sabão em barra, pedra ou sabonete é feito através de um processo que utiliza basicamente gordura animal e óleos vegetais. Quase todo tipo de gordura e óleos já foram utilizados na sua manufatura.

O sabão contém uma molécula (tensoativo) que tem duas pontas:

Uma que gosta de sujeira - lipofílica E outra que gosta de água - hidrofílica

FUNCIONAMENTO

Imaginemos que temos uma roupa suja com óleo/graxa e barro/poeira. A água por si só não irá remover a sujeira. Uma das razões importantes é que o óleo e a sujeira repelem a molécula da água.

Adicionando-se o sabão, a parte que “gosta de sujeira” é repelida pela água e atraída pela sujeira. Enquanto isso, a parte que “gosta de água” é atraída pelas moléculas de água. Estas forças opostas soltam a sujeira e a mantém suspensa na água. A agitação da água através da máquina de lavar roupa ou do ato de esfregar a roupa com as mãos ajuda a soltar a sujeira. A sujeira deve permanecer suspensa na água para que não seja redepositada sobre o tecido (emulsão). A solução contendo sujeira emulsionada é removida pelo enxágüe.

DESVANTAGENS

Embora o sabão seja um bom agente de limpeza, sua efetividade pode ser reduzida quando a água é mineralizada - íons de cálcio e magnésio (naturais e/ou formados pela “sujeira em suspensão). Nessa situação são formados grânulos insolúveis, evento chamado de precipitação.

Esses grânulos não são enxaguados facilmente e tendem a diminuir a eficiência dos detergentes.

Em algumas situações eles tendem a ficar visíveis e depositados nas roupas deixando-as endurecidas. Essa roupa, quando passadas a ferro, torna-se encardida e/ou amarelada. A “precipitação” também é visível em forma de um anel sobre o ralo ou ao redor da banheira depois de um banho de espuma.

O DETERGENTE

O detergente é o produto utilizado para limpar roupas, louças, etc., removendo sujeiras depositadas no dia-a-dia. Devido a escassez de gordura e óleos vegetais que houve durante a I Guerra Mundial, a Alemanha desenvolveu uma molécula derivada do petróleo com as mesmas propriedades de limpeza da molécula de gordura animal.

Com uma vantagem: desapareceu o problema da “precipitação” . Finalmente, o grande desenvolvimento do atual “detergente” doméstico veio em 1946, nos Estados Unidos, com a fabricação de um detergente composto por uma combinação de surfactantes e fósforo. Nascia o detergente.

TIPOS

Existem vários tipos de detergentes, tais como para lavar roupas, para lavar louças em máquina, para lavar loucas a mão, limpadores de superfícies, chão, janelas, etc.

PROCESSO DE LAVAGEM

Apesar de aparentemente corriqueiros, o processo de lavagem de roupas é complexo e envolve vários fatores físicos e químicos.

Os componentes básicos no processo de lavagem são:

Tempo: necessário para solubilização da sujeira e o amolecimento ou “molhamento” de sujeiras não solúveis
Ação Térmica:
influi no amolecimento de algumas sujeiras, principalmente as gordurosas
Ação Química:
proporcionada pelo sabão ou detergente. É responsável por modificar a solubilização ou propiciar a suspensão da sujeira, facilitando a remoção da mesma pela água.
Ação Mecânica:
proporcionada pela máquina de lavar, esfregando ou batendo no tanque. Essa ação auxilia na remoção da sujeira presa nas fibras.

COMPOSIÇÃO BÁSICA

Os componentes de um detergente de lavar roupa estão divididos em três grupos: Estruturais, Ingredientes para Alta Performance (aditivos) e Ingredientes Adicionais.

ESTRUTURAIS

Surfactantes: São os componentes mais importantes dos detergentes, pois tem a finalidade de diminuir a tensão superficial da água proporcionando o “molhamento“ das sujeiras.
Seqüestrastes:
Sua função é a de amaciar a água através da desmineralização. Isso ajuda os tensoativos a trabalharem com mais eficiência. Eles também ajudam a emulsificar óleos e gorduras reduzindo-os a pequenos glóbulos. Além disso são capazes de retirar sais que ficam incrustados nos tecidos provocando o seu encardido.
Branqueadores:
Ópticos: São substâncias solúveis em água que aderem às fibras dos tecidos.
Estas substancias absorvem a luz ultravioleta (invisível) que incide sobre os tecidos reemitindo luz azulada (visível0. Essa luz azulada neutraliza a cor amarelada típica de tecidos encardidos, proporcionando uma impressão de brancura e brilho.
Corantes e Perfumes:
São aditivos que não tem ação sobre o processo de lavagem. Vários tipos de fragrâncias são usadas na fórmulas dos detergentes para perfumar as roupas. Além de diferenciarem os diversos tipos de detergentes pelo cheiro, elas bloqueiam o desagradável odor da água utilizada na lavagem, e podem deixar um leve aroma nos tecidos que foram lavados. Os corantes por sua vez, é utilizado apenas como uma fator estético na visualização do produto quando este esta sendo utilizado. O pó pode ser azul, verde, branco, possuir grânulos coloridos, etc.

INGREDIENTES DE ALTA PERFORMANCE

Alvejante (bleach): São oxidantes à base de cloro ou de oxigênio, que atuam destruindo os corantes responsáveis pelas manchas. Na verdade as manchas permanecem, porém ficam invisíveis.
Enzimas:
São proteínas que aceleram a ação química dos detergentes, atacando certos tipos de sujeira. Isto faz com que a sujeira seja mais rapidamente retirada pelo detergente e pela água.
Agente Anti-redepositante:
A função principal desse componente é não permitir que a sujeira em suspensão na água, retorne ao tecido.

INGREDIENTES ADICIONAIS

Inibidor de Espuma: Como o próprio nome diz, são componentes que controlam a formação de espuma. Nível de espuma menor facilita o enxágüe e ajuda a economizar água
Amaciante:
Os amaciantes normalmente são usados como produto separado, ma podem estar embutidos na fórmula dos detergentes. Eles reduzem a eletricidade estática deixando os tecidos macios.

DETEGENTES

ARIEL

É um produto de altíssima qualidade e foi desenvolvido especialmente para oferecer limpeza e remoção de manchas melhor que qualquer outro detergente em pó.

Sua mais nova fórmula, com a adição de uma nova enzima, além de tirar as manchas e sujeiras mais difíceis, tira também aquelas que você não vê, revelando o brilho das cores. Ariel tem o poder de todos os produtos utilizados na limpeza de sua roupa, como sabão em pedra, alvejante seguro e pré-lavagem. Com Ariel você lava suas roupas de forma mais simples e eficiente, e não precisa colocar a roupa de molho antes de lavá-la na máquina. Ariel agora tem o endosso do INMETRO. Ariel passou por intensos testes em laboratório credenciado do INMETRO e que atestou seu desempenho na remoção de manchas de molho de tomate, graxa de carro, terra preta, papinha de bebê, azeite de dendê, suco de cenoura, suco de mamão, e chá preto, em tecidos 100% algodão, 50% poliéster/50% algodão e 65% poliéster/35% algodão, bem como eficiência de lavagem.

ACE

Deixa suas roupas brancas como novas. Limpa melhor a sujeira do dia-a-dia e tem uma fórmula exclusiva capaz de remover o encardido que vai se acumulando nas roupas, recuperando a brancura sem danificar as cores. Mas como ACE remove o encardido? O encardido é causado pela sujeira dissolvida na água e que volta a se depositar no tecido, formando uma fina película escura que retira seu brilho original. ACE tem um sistema triplo de surfactantes que remove o encardido, e um avançado sistema anti-deposição que evita que a sujeira volte para a roupa. Sua nova fórmula taz a novidade de “espuma controlada”, que não transborda na máquina de lavar e facilita o enxágüe.

BOLD

É um sabão em pó com amaciante que proporciona excelente limpeza e deixa as roupas mais macias que qualquer outro sabão em pó. Bold deixa suas roupas perfumadas como você gosta, e foi desenvolvido para lavagens tanto à mão como em qualquer tipo de máquina de lavar. A nova fórmula de Bold tem “espuma controlada”, que não transborda na máquina de lavar e facilita o enxágüe.

É a maneira mais inteligente e moderna para dar mais que limpeza às roupas, pois:

Bold limpa removendo manchas e o encardido de todos os dias O perfume de Bold deixa as roupas com um cheirinho agradável de limpeza e sensação de cuidado O amaciante de Bold deixa as roupas mais macias, fáceis de passar e gostosas de usar.

MINERVA (Gessy Lever) - Sabão em pó com amaciante

É um sabão em pó com amaciante que proporciona excelente limpeza e deixa as roupas mais macias que qualquer outro sabão em pó. Deixa suas roupas perfumadas como você gosta, e foi desenvolvido para lavagens tanto à mão como em qualquer tipo de máquina de lavar. Tem na fórmula “espuma controlada”, que não transborda na máquina de lavar e facilita o enxágüe.

É a maneira mais inteligente e moderna para dar mais que limpeza às roupas, pois:

Limpa removendo manchas e o encardido de todos os dias
O perfume deixa as roupas com um cheirinho agradável de limpeza e sensação de cuidado
O amaciante deixa as roupas mais macias, fáceis de passar e gost

OMO Multiação (Gessy Lever) - Multiuso

Tem poder espumante e uma fórmula equilibrada que limpa e perfuma suas roupas. É também um detergente em pó multi-uso, ideal para a limpeza geral, e pode ser usado para lavar azulejos, pisos, paredes, cozinhas e louças.

POP

Tem poder espumante e uma fórmula equilibrada que limpa e perfuma suas roupas. É também um detergente em pó multi-uso, ideal para a limpeza geral, e pode ser usado para lavar azulejos, pisos, paredes, cozinhas e louças.

Fonte: br.geocities.com

História do Sabão

História do Sabão

As origens do asseio pessoal remontam aos tempos pré-históricos. Já que a água é fundamental para a vida, os primeiros povos da pré-história devem ter vivido perto de água e, portanto, deviam ter algum conhecimento sobre suas propriedades de limpeza - mesmo que apenas para lavar o barro das mãos.

História do Sabão

As primeiras evidências de um material parecido com o sabão, registradas na história, foram encontradas em cilíndros de barro (datados de aproximadamente 2.800 A.C.), durante escavações da antiga Babilônia. As inscrições revelam que os habitantes ferviamgordura juntamente com cinzas, mas não mencionam para que o "sabão" era usado. tais materiais foram mais tarde utilizados como pomada ou para pentear os cabelos.

História do Sabão

Os antigos egípcios tomavam banho regularmente.

O uso farmacêutico do sabão encontra-se descrito no ébers papyrus (datado de aproximadamente 1.500 A.C.). Este tratado médico descreve a combinação de óleos animal e vegetal com sais alcalinos para formar um material semelhante ao sabão, usado para tratar de doenças da péle bem como para o banho.

História do Sabão

Mais ou menos na mesmo época, Moisés entregou aos israelitas leis detalhadas sobre cuidados de limpeza pessoal. Ele também relacionou a limpeza com a saúde. Relatos biblícos sugerem que os israelitas sabiam que a mistura de cinzas e óleo produzia uma espécie de pomada.

História do Sabão

Aparentemente os primeiros gregos não usavam sabão. Eles limpavam seus corpos com blocos de barro, areia, pedra pomes e cinzas e, em seguida, ungiam seu corpo com óleo e raspavam o óleo e a sujeira com um intrumento de metal conhecido como strigil.

Eles também usavam óleo e cinzas. As roupas eram lavadas nos rios, sem o uso de sabão.

História do Sabão

De acordo com uma antiga lenda romana o nome "sabão" tem sua origem no Monte Sapo, onde se realizavam sacrifício de animais. A chuva levava uma mistura de sebo animal derretido com cinzas para o barro das margens do Rio Tibre. As mulheres descobriram que usando esta mistura de barro suas roupas ficavam muito mais limpas com muito menos esforço.

Os antigos povos germanicos e gauleses também são reconhecidos como sendo descobridores de uma substância chamada sabão, feita de sebo e de cinzas. Eles usavam este material para tingir seus cabelos de vermelho.

Com a evolução da civilização romana, evoluiu também o conceito de banho. A primeira das famosas termas de Roma - com água vinda de seus aquedutos - foi construída ao redor de 312 A.C. As termas se tornaram símbolos de luxo e, muitas vezes, da decadências dos costumes. Já no século 2 D.C., o médico Galem recomendava sabão tanto para fins medicinais como para o banho.

Após a queda do império Romano e do declínio dos hábitos de banho, a Europa sentiu o impacto da sujeira sobre a saúde pública. Esta falta de asseio pessoal aliada às condições de vida insalúbres, contribuíram sobre maneira para as grandes epidemias da Idade Média e, em especial, para a Peste Negra do século 14.

A fabricação do sabão era uma atividade estabelecida na Europa no início da Idade Média. As associações dos fabricantes de sabão guardavam seus segredos industriais a sete chaves. Óleos de origem vegetal e animal eram usados com cinzas de plantas e também fragrâncias.

Gradativamente, uma maior variedade de sabão foi se tornando disponível para barbear e lavar a cabeça, bem como para o banho e lavagem de roupa.

A Itália, a Espanha e a França estão sempre entre os primeiros centros de fabricação do sabão.

Mais tarde esta indústria também se desenvolveu na Inglaterra. Em 1.622 o Rei James I concedeu, por $100,000 ao ano, o monopólio a um fabricante de sabão.

Mais tarde, o sabão sofreu uma pesada carga tributária sendo taxado como ítem de luxo.

O químico francês, Nicolas Leblanc, deu o primeiro grande passo rumo á fabricação comercial de sabão em larga escala. Seu processo (patenteado em 1.791) utilizava sal comum para produzir barrilha (carbonato de sódio), o elemento ativo encontrado nas cinzas, que se junta à gordura para fazer o sabão. Com este processo eram geradas quantidades de soda de boa qualidade a um baixo custo.

Em meados de 1.800, o químico belga, Ernest Solvay, inventou o processo da amônia, onde também o sal comum era utilizado para fazer a soda. O processo da Solvay reduziu ainda mais o custo da soda e aumentou tanto a qualidade quanto a quantidade de soda disponível para a fabricação de sabão.

Desde 1.945 quando a MAZZONI apresentou o seu processo patenteado de secagem por atomização sob-vácuo, já são mais de 2.400 fábricas em 132 países que se utilizam de nossa tecnologia para a produção de sabão.

Fonte: www.mazbra.com.br

História do Sabão

A origem do sabão não é precisamente conhecida, mas o primeiro uso documentado do sabão não foi para higiene pessoal mas sim para a limpeza e processamento de couro de animais e lã de ovelhas. A prática de fabricação de sabão pode ser encontrado em tábuas de argila dos antigos sumérios por volta de 2500 A.C. (Antes da era cristã).

Sabão era produzido da mistura de gordura de carneiro e das substâncias contidas nas cinzas de pequenos arbustos nativos solúveis em água para limpar lã. No primeiro século da era cristã em Roma, sabão tingido foi usado nos cabelos ou até talvez em outras partes do corpo. Este costume foi adquirido dos gauleses.

Há uma lenda interessante (não suportada por nenhuma evidência) que explica que a palavra sabão teve sua origem derivada do Monte Sapo, lugar onde animais eram queimados em sacrifício aos deuses, uma prática comum na Roma antiga.

As águas das chuvas naturalmente se misturavam com as cinzas dos altares de sacrifício solubilizando os álcalis que combinavam e reagiam com a gordura animal residual liberada pelo calor do fogo. Juntos escorriam morro abaixo (formando sabão enquanto desciam) caindo no rio Tibre. Os habitantes de Roma perceberam que as roupas ficavam mais limpas quando lavadas próximo aos altares de sacrifício.

Há outra vertente de pensadores que argumentam que a fabricação de sabão foi uma criação celta (dos bárbaros do norte da África) e foi levada a Roma através das legiões que conquistaram o norte da África.

Como tudo que não era romano era considerado bárbaro, uma lenda foi convenientemente inventada demonstrando que a invenção do sabão foi romana. Apesar das teorias conflitantes sobre a descoberta do sabão não terem sido organizadas, na época da erupção do Vesúvio em 79 D.C. (depois da era cristã), destruindo Pompéia e Herculano, uma fábrica de sabão estava entre as indústrias que foram encobertas para a posteridade.

Fonte: www.perfumariasarandi.com.br

História do Sabão

DIFERENÇA ENTRE SABÃO E DETERGENTE

Já nos primeiros anos da era cristã, os gauleses ferviam sebo e cinzas para fabricar uma forma primitiva de sabão.

Conhecido pelos romanos e fenícios e artigo de luxo na Idade Média, o sabão tornou-se produto de uso generalizado a partir do século XIX. Desde a segunda guerra mundial, a fabricação de sabão a partir de materiais naturais vem diminuindo em benefício do detergente sintético.

Sabão e detergente são compostos químicos destinados à limpeza. Os detergentes são produtos sintéticos destinados a remover detritos de superfícies sólidas, lisas ou porosas.

O sabão é, na verdade, um tipo mais simples de detergente e compreende todos os sais de ácidos gordurosos. Os sabões se dividem em duros, ou sódicos, e moles, ou potássicos. Quando tanto o sódio como o potássio estão presentes em sua composição, o sabão se classifica segundo a base preponderante.

Os sabões são fabricados com álcalis e gorduras.

Tradicionalmente, a soda cáustica e as gorduras eram misturadas em grandes cubas aquecidas por diferentes meios até o ponto de ebulição. O processo moderno é o da hidrólise direta das gorduras a temperaturas elevadas. Uma grande desvantagem do sabão é sua tendência a reagir ao cálcio e magnésio da água dura, com a formação de um resíduo insolúvel, motivo pelo qual tende a ser substituído pelos detergentes sintéticos.

O elemento básico do detergente é um agente de superfície ou agente tensoativo, que reduz a tensão superficial dos líquidos, sobretudo da água, e facilita a formação e a estabilização de soluções coloidais, de emulsões e de espuma no líquido.

Para penetrar na superfície e interfaces dos corpos (adsorção), a molécula do agente tensoativo contém uma parte polar ou hidrofílica, solúvel em água, e uma parte lipofílica, solúvel em gordura.

Diferenças entre sabão e Detergente 

 

Parâmetro  Sabão Detergente
Matéria prima Óleo e gordura Petróleo
Comportamento no ambiente Biodegradável Biodegradável ou não
Solubilidade em água Pouco solúvel Muito solúvel
Capacidade de limpeza Fraca Alta
Água dura Não pode ser usado Pode ser usado
Acidez Não pode ser usado em meio ácido Pode ser usado em meio ácido

DETERGENTE

Os detergentes são produtos químicos sintéticos destinados a remover detritos de superfícies sólidas, lisas ou porosas.

O elemento básico do detergente é um agente de superfície ou agente tensoativo, que reduz a tensão superficial dos líquidos, sobretudo da água, e facilita a formação e a estabilização de soluções coloidais, de emulsões e de espuma no líquido. Para penetrar na superfície e interfaces dos corpos (adsorção), a molécula do agente tensoativo contém uma parte polar ou hidrofílica, solúvel em água, e uma parte lipofílica, solúvel em gordura.

Os detergentes dividem-se em aniônicos, em que a atividade superficial é desempenhada por íons negativos (ânions); catiônicos, em que a mesma é desempenhada por íons positivos; não-iônicos, cuja molécula inteira é superficialmente ativa; e anfolíticos, em que a atividade superficial pode ser positiva ou negativa, de acordo com o índice de acidez (pH) da solução.

Os Detergentes também são empregados na formulação de produtos de higiene, como xampus.

Os xampus são soluções de alquilsulfonatos e alquilsulfatos, como o laurilsulfato de sódio; os xampus infantis empregam tensoativos anfóteros, porque estes não irritam a mucosa ocular (“não arde o olho”, como dizia uma propaganda desse tipo de produto).

Os condicionadores empregam tensoativos catiônicos, que interagem com os grupamentos aniônicos presentes na proteína do cabelo (queratina), levando, assim, a um efeito antiestático, facilitando o penteado. Materiais para preparação de xampus e condicionadores também podem ser encontrados facilmente em lojas especializadas.

Fonte: www.poniwas.com

História do Sabão

Introdução

A fabricação de sabões e detergentes, produtos de limpeza em geral é atualmente um dos maiores e mais importantes ramos industriais.Com o aumento do consumo e da fabricação destes produtos, a química e a técnica tornaram-se parte ativa no desenvolvimento destas indústrias.

História

O sabão, na verdade, nunca foi descoberto, mas surgiu gradualmente de misturas brutas de materiais alcalinos e matérias graxas.A partir do século XIII o sabão passou a ser produzido em quantidades suficientes para ser considerdo uma indústria.

Até o princípio do século XIX, pensava-se que o sabão fosse uma mistura mecânica de gordura e álcali; um químico francês,Chevreul, mostrou que a formação do sabão era na realidade uma reação química.Nesta época,Domeier completou estas pesquisas, recuperando a glicerina das misturas da saponificação.

Matérias-Primas empregadas na fabricação de sabões:

1) essenciais
2) secundárias
3) coadjuvantes.

Matérias-primas essenciais - São as matérias indispensaveis para obtenção do sabão, sem as quais não ocorreria a saponificação.Estas são as matérias graxas e matérias alcalinas.

Matérias-primas secundárias - São aquelas sem as quais a saponificação pode ocorrer, mas que são adicionadas ao produto a fim de melhorar a sua qualidade ou baixar seu preço de custo.

Sao três espécies: resinas, matérias de recheio, corantes e perfumes.

Matéras-primas coadjuvantes - São as que não entram, propriamente, na composição do sabão, mas são empregadas, tão somente, como veículo ou meio do processo de fabricação.As principais são a água e o cloreto de sódio.

Saneantes

O que é Saneante?

Produto usado na limpeza e conservação de ambientes como casas, escritórios, lojas, hospitais.Sua função é acabar com as sujeiras, germes e bactérias, evitando assim, o aparecimento de doenças causadas pela falta de limpeza dos ambientes.

Sabão Branco

3 quilos de sebo derretido
600 gramas de óleo de coco de babaçú
600 gramas de soda cáutica 99%
3 a 5 litros de água
500 gramas de caulim branco

Preparar a soda com a água e deixar esfriar por 8 horas ou mais.Depois derreter as gorduras numa lata em fogo regular, tire do fogo passando para outra lata coando em 1 ou 2 peneiras de malhas finas(uma sobre a outra) e estando mornas(não muito quentes) uma pessoa vai despejando a lixívia e outra mexendo com um pau fino(cabo de vassoura afinado) sem parar até a massa engrossar,o que se dá rápido.Pare, está pronto. Dia seguinte tire da lata; corte em pedaços de 500 gramas.

Sabão econômico

1.800 gramas de sebo derretido (sebo já apurado)
100 gramas de breu socado em pó
100 gramas de óleo de soja(com óleo de coco fica melhor)
500 gramas de soda nacional
2 litros de água

Em uma lata leve ao fogo a mistura acima para derreter.

Enquanto derrete, em outra lata dissolva 100 gramas de amido de milho em mais 1 litro de água.Se quizer um sabão BEM DURO, ponha só 1 litro e meio de água junto ao sebo, soda etc.e só meio litro com o amido.

Depois que o sebo, óleo, soda,etc, estiverem derretidos, tire a lata do fogo e sobre ela despeje o amido com água, que deve ser bem mexido antes de despejar.

Ai mexa, pare, mexa, pare, mexa até engrossar bem, o que se dá em poucos minutos.Pare, está pronto!

No dia seguinte pode tirar o sabão da lata, cortar, ensacar nos saquinhos plásticos.Se quizer espere mais um da para cortar. Sabão fresco enruga as mãos.

Sabonete de mel

250 gramas de sabão de coco de boa qualidade
40 gramas de mel
40 ml de glicerina
Suco de 1 e 1/2 limão
Corante e essência à sua escolha

Coloque todos os ingredientes numa vasilha em banho-maria e mexa até formar uma massa uniforme que não se liquefaça.Coloque em forminhas untadas com óleo (forminhas de gelo, empadinhas, brinquedos ou acetato).

Deixe endurecer e esfriar bem.Desenforme e embrulhe em papel de arroz, seda ou filme plástico.Amarre um fitilho.Ótima idéa para presente.

Sabonete Caseiro

1/2 kg de banha de porco
1/2 copo de azeite
100 gramas de soda cáustica
20 ml de essência violeta
1/2 litro de água
Corante anilina para roupas(usando corante azul marinho o sabonete fica lilás).

Bater a banha com o azeite até misturar bem.

Juntar a soda no 1/2 litro de água e misturar bem.

Dissolva o corante em um pouquinho de água e ir colocando aos poucos na mistura de água e soda.

Misturar as duas misturas: banha com azeite e água com soda, misturando sempre sem parar, mexendo sempre,coloque a essência, misture bem.Forrar uma caixa de madeira com plástico e despejar a massa de sabonete.Deixe descansar um dia ou dois para poder cortar os sabonetes.O melhor é usar o sabonete depois de 4 semanas, para que ele fique mais firme; mas se precisar pode usar antes.

Alvejante para Roupas

3 litros de hipoclorito de sodio
7 litros de água

Mistura-se bem e está pronto. Guarde em uma bombona plástica de preferência escura, pois o cloro evapora à luz do sol.Coloque rótulo para identificar como alvejante.Guarde produtos químicos sempre longe das crianças.

Desinfetante Eucalípto

2 litros de essência de eucalipto
4 litros de detergente neutro
500 gramas de brancol
300 ml de formol
94 litros de água.

Dissolver a essência de eucalípto no detergente neutro, mexer ate dissolver completamente.

Em um recipiente com água necessária para fabricação de 100 litros; adicionar a essência já pronta com detergente.Em seguida adicionar o brancol e o formol.

Pasta de Limpeza - Caseira

1 pedra de sabão de coco
1 pedra de sabão Minerva ou equivalente
1 colher (sopa) de vinagre
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de detergente
1 litro de água

Ralar os sabões, colocar no litro de água e deixar de molho até o dia seguinte.

Levar ao fogo brando, mexendo sempre até que ferva um pouco.

Depois de tirado do fogo distribua em latinhas menores (potes vazios de margarina), guardando-as tampadas e usando uma de cada vez.Enquant quente esta pasta é mole.Ideal para usar na cozinha e banheiro.

Pasta Universal de Limpeza

1 parte de vaselina sólida
3 partes de oleína
1 parte de estearina
Fundir em fogo brando e empastar com 6 a 8 partes de tripolifosfato de sódio.

Limpa Vidros - 10 litros

7 litros de álcool
300 ml de detergente neutro incolor
100 ml de amoníaco
20 ml de essência
2,5 litros de água
100 ml de butil glicol
Corante azul (bem fraquinho) q.s.p.
Misturar tudo e colocar em frascos spray.

Perfumador ambiental

5 litros de álcool
100 ml de essência pétala
100 ml de essência Savana
5 litros de água
Corante lilás (azul + vermelho) bem fraquinho
Misturar tudo e colocar em frascos vaporizadores.

Lava azulejos

1 litro de detergente neutro
1 litro de álcool
1 litro de alvejante (água sanitária)
5 ml de essência de eucalípto
Corante verde (opcional)

Mistura-se tudo.Engarrafar em frascos escuros.Coloque rótulo.

Sabão Líquido

1 e meio litros de azeite morno
1/2 quilo de soda cáustica
1 e meio litros de álcool líquido
1 litro de água (1ª etapa)
27 litros de água (2ª etapa)
2 colheres de sopa de essência

Cuidados especiais: A soda libera vapores e aquece bastante no momento da reação química, por isso aconselhamos o preparo desta receita em um lugar aberto, ou seja: ao ar livre.

Em um balde bem grande de plástico, despejar a soda, mexendo por cerca de 5 minutos.
Acrescentar 1,5 litros de álcool e 1,5 litros de azeite morno.Mexer por cerca de 10 minutos.O líquido mudará de cor algumas vezes.Isto é normal.No final,formar-se-á uma fina nata.
Acrescentar os 27 litros de água, mexendo sempre, por mais 5 minutos.
Acrescentar a essência. Misturar bem.
Fica um pouco de espuma em cima.
Engarrafar.(pode utilizar garrafas PET de refrigerante, mas coloque rótulos ou etiquetas identificando que o produto é sabão líquido).
Rende 30 litros. Pode ser usado em máquina de lavar roupa; na pia, para lavar a louça, para lavar calçadas, etc.

Atenção: A água para fazer o sabão deve ser água não tratada, isto é, sem cloro e não salobra.Pode usar água de sisternas, ou usar água da chuva.

Sabão em barra especial

2 litros de água
2 litros de gordura derretida
2 litros de álcool
1/2 quilo de soda cáustica importada 99% de pureza
2 colheres de sopa de glicerina líquida
2 colheres de sopa de essência de eucalípto

Misture tudo em um balde grande de plástico ou bombona plástica e mexer 40 minutos sem parar.Coloque em caixas de madeira forradas com plástico.Sabão de ótima qualidade.

Detergente Caseiro

400 a 500 gramas de sabão de coco bem picado
6 litros de água
suco coado de 2 limões
3 colheres de sopa de amoníaco(compra-se em farmácia, cuidado para não inalar)

Coloque em um balde grande de plástico, 5 litros de água e o suco dos limões.Picar o sabão e colocá-lo no recipiente menor, com 1 litro de água.Levar ao fogo e aquecer em fogo baixo, até o sabão dissolver, mexendo sem parar.Depois de dissolvido, junte a água do balde.Mexendo o conteúdo junte o amoníaco.Mexa mais até misturar tudo.

Com tudo bem misturado e agregado, está pronto o detergente.Use um funil para colocar o detergente nas garrafas.Tampe bem para evitar a evaporação do amoniaco.Coloque uma etiqueta ou rótulo nas garrafas para identificá-las como detergente caseiro.Agite sempre antes de usar.

Polidor para objetos de prata

50 gramas de bicarbonato de sódio
30 gramas de talco fino

Misture bem e empregue.

Cera esteárica para assoalho

100 gramas de estearina
25 gramas de cera amarela
60 gramas de potássa cáustica
10 gramas de sabão amarelo
Água raz o quanto baste.

Leve ao fogo, até formar uma pasta.Isto feito, junte a anilina desejada.Este produto e de excelente qualidade.

Observação:Se você quiser uma cera líquida para assoalho, basta que aumente a quantidade de água raz, e você terá um produto líquido.

Pó mata barata

200 gramas de bórax em pó
100 gramas de farinha de trigo
50 gramas de açúcar

Misture tudo e coloque nos lugares visitados pelas baratas.Querendo pode usar tampinhas de garrafas.

Abaixo uma excelente fórmula de cera, igual a que você compra no comércio.

Cera Cremosa à base de solvente

2,0 kg de parafina picada em pedacinhos
750 gramas de cera de abelha, também picada
750 gramas de cera de carnaúba
150 ml de óleo de linhaça
Corante ao óleo amarelo ou vermelho (q.s.p)
20 litros de querozene

Atenção: Desmanchar o corante sempre no óleo de linhaça. Querendo cera incolor não use corante.

Coloque a parafina, a cera de abelha e a carnaúba para derreter em uma panela, fogo baixo, quando estiver tudo derretido junte o óleo de linhaça e o corante dissolvido no óleo, misture bem. Desligue o fogo.CUIDADO! Desligue o fogo e tire a panela para fora e vá juntando o querozene, vagarosamente, sempre mexendo, ela vai ficar cremosa quando esfriar.Querendo uma cera mais líquida, coloque mais querozene.

Atenção: Nunca use querozene perto do fogo, evite acidentes!

Sabão em pó (Industrial)

15 kg de Sulfonato de alquilarilo
26 kg de Sulfato de Sódio
3 kg de Perborato de Sódio
4 kg de Silicato de Sódio
1 kg de Carbonato de Sódio
500 gramas de Tripolifosfato de Sódio
500 gramas de C.M.C (carboxi Metil Celulose)
Azulador óptico ...(q.s.p)

Todos os elementos desta fórmula devem ser comprados em pó. Misturam-se tudo em um misturador próprio para esse fim. Embala-se em saquinhos plásticos ou em caixas de papelão, não deve pegar umidade.

Anil para roupas

Perborato de sódio
Água
Corante azul indigodina
Perfume

Modo de fazer: Num mínimo de água dissolva o corante azul e vá incorporando ao perborato e um pouco de perfume, faça bonequinhas de pano e amarre com cordão.

Alvarina Nunes

Fonte: www.mileumsegredosdequimica.com

História do Sabão

O sabão e o sabonete são produtos diferentes, utilizados para a higiene pessoal e lavagem de determinados objetos. São encontrados em barras, em pó ou gel.

Em sentido restrito, existe uma grande diferença entre sabão, um detergente e um sabonete.

As primeiras evidências de um material parecido com sabão foram encontradas em cilindros de barro, datados de aproximadamente 2800 a. C., durante escavações da antiga Babilónia. As inscrições revelam que os habitantes ferviam gordura juntamente com cinzas, mas não mencionam para que o "sabão" era usado.

A história do sabão e do sabonete ao longo dos tempos

No ano 600 a.C. os Fenícios usavam terra argilosa contendo calcário ou cinzas de madeira (sabão pastoso).
No séc. I d.C.
Gaius Plinius Secundus (23 ou 24-79 d.C.), autor da História Natural, menciona a preparação do sabão a partir do cozimento do sebo de carneiro com cinzas de madeira. O procedimento envolve o tratamento repetido da pasta resultante com sal, até ao produto final.
Segundo Plínio, os Fenícios conheciam a técnica desde 600 a.C.
No séc. II d.C.
, o médico grego Galeno (130-200 d. C) descreve uma técnica segundo a qual o sabão podia ser preparado com gorduras e cinzas, mostrando a sua utilidade para a remoção de sujidade corporal e de tecidos mortos da pele.
No séc. IV,
o sabão é usado em Roma apenas para lavar os cabelos.
No séc. VIII
o alquimista árabe Geber menciona o sabão como agente de limpeza.
No séc. XIII
é criado o sabão sólido, quando os árabes descobrem o processo de saponificação (mistura de óleos naturais, gordura animal e soda cáustica que depois de fervida endurece).
Nos séculos XV e XVI
várias cidades europeias tornam-se centros produtores de sabão, na época um produto de luxo, usado apenas por pessoas ricas.
No séc. XVIII
é registada a primeira patente do processo de fabricação de sabão; o químico francês Nicolas Leblanc consegue obter soda caústica a partir do sal de cozinha e, pouco depois, cria-se o processo de saponificação das gorduras, dando um grande avanço na fabricação de sabão.
No séc. XIX
o químico James Gamble descobre como produzir sabão branco, cremoso e perfumado. O seu primo Harley Procter (dono de uma fábrica de velas e sabão) passa a promover esse sabonete, prevendo que com a eletricidade, o seu negócio de velas poderá acabar. Durante este século surgiu também o Sabonete "Roger & Gallet" o primeiro sabonete redondo, envolto artesanalmente em papel drapeado.

Atualmente, o sabão apresenta várias formas, tipos, tamanhos e cores.

O sabão e o sabonete à lupa: O sabão é obtido de gorduras (de boi, de porco, de carneiro, etc.) ou de óleos (de algodão, de vários tipo de palmeiras, etc.).

O sabão praticamente neutro, que contém glicerina, óleos, perfumes e corantes, é o sabonete.

O sabão permite remover certos tipos de sujidade que a água, sendo polar, não consegue remover, como restos de óleo, apolares. O sabão exerce um papel importantíssimo na limpeza porque possui uma cadeia apolar, capaz de interagir com o óleo e uma extremidade polar, capaz de interagir com a água, conforme representado na figura abaixo.

História do Sabão

A glicerina é um subproduto da fabricação do sabão, também vendido nas fábricas de sabão. Este sub-produto é adicionado aos cremes de beleza e sabonetes (permite manter a humidade da pele) ou a produtos alimentícios (mantém a humidade do produto).

História do Sabão
Glicerina

Ao tentarmos misturar a gordura/azeite com a água, temos apenas isso mesmo uma tentativa porque o fenómeno não se dá. O azeite e a água não se misturam devido á sua estrutura química, são completamente incompatíveis, assim por mais que tentemos a água e a gordura nunca se irão misturar. É por isso que quando colocamos a gordura dentro de água ela permanece á superfície, formando uma película.

Com a introdução do sabão ou detergente na nossa mistura heterogénea e com a consequente agitação o sabão vai envolver a gordura em forma de micelas, que são gotículas microscópicas de gordura envolvidas por moléculas de sabão, orientadas com a cadeia apolar direccionada para dentro, interagindo assim com o óleo, e a extremidade polar para fora, interagindo com a água.

E porque não utilizamos nós, detergente para nos lavarmos?

Os detergentes são produtos sintéticos, resultantes da indústria petroquímica.

Estes produtos começaram a ser usados intensamente a partir da Segunda Guerra Mundial, quando houve escassez de óleos e gorduras para a produção de sabão comum.

São essencialmente constituídos por:

Fosfatos, como por exemplo, o trifosfato de sódio (Na5P3O10), que atuam:

Como substância básica, neutralizando a eventual acidez da água e ainda ajudando na limpeza.
Como os catiões Ca2+ e Mg2+, que existem em possíveis águas duras.
Outras substâncias Bórax (Na2B4O7 . 10 H2O), para tirar odores.
Tira nódoas (como NaClO), para tirar manchas Enzimas, para eliminar manchas de proteínas, como manteiga, ovos, etc.
Anticorrosivos das máquinas de lavar roupa (como Na2SiO3).
Perfume Corantes fluorescentes (ou também denominados de branqueadores ópticos), que em geral absorvem a luz ultravioleta, emitindo uma luz azulada que disfarça o amarelado das roupas, dando "o branco mais branco". Esta substância não elimina apenas disfarça sujidade.

Mas os detergentes têm também desvantagens, até há pouco tempo os detergentes eram produzidos com substâncias não biodegradáveis, ou seja, estas substâncias não são consumidas pelos microrganismos existentes na água e como tal originam espumas. Espumas estas que não permitem a entrada de oxigénio no meio e assim não é possível que outras espécies de ser vivos possam viver na água. Nos detergentes biodegradáveis, este risco ambiental já não se coloca pois os microrganismos conseguem consumir estas substâncias.

A nossa pele tem um valor de pH entre 5 e 6. O pH corresponde à medida da acidez (pH < 7) ou basicidade (pH > 7) de uma solução; os seus valores estão compreendidos entre 0 e 14 (pH = 7, solução neutra).

Normalmente os produtos de higiene pessoal possuem um pH próximo de 7 (pH neutro), devido ao fato de estarem em contato com a pele, cujo pH é aproximadamente neutro.

Como em muitos detergentes são utilizados ácidos fortes e bases fortes, o valor de pH destes vai ser ou muito ácido ou muito básico. Deste modo iríamos provocar graves danos na nossa pele.

Fonte: teste.cvtv.pt

História do Sabão

SABÃO COMUM

Você Sabia que ...

Os sabões são produzidos a partir de óleos e gorduras através de reações de saponificação. Sabendo-se disto, como é possível o próprio sabão retirar "sujeiras" das roupas e de panelas que em geral são gorduras e óleos?

Ingredientes para sabão caseiro

Fórmula O1

Quantidade para

32 Kg 3,2 Kg 1,6 Kg
Sebo bruto   10 Kg 1 Kg 500g
Breu - pedaços   4 Kg 0,4 Kg 200 g
soda cáustica 2 Kg 0,2 Kg 100 g
Água pura   16 L 1,6 L 800 mL

A produção de sabão

Você pode produzir o sabão comum, que indicamos, de uma uma forma quase industrial utilizando latas vazias de 18 litros.

Deixe o sabão esfriar para endurecer na mesma lata que foi feito.

Quando o sabão estiver duro vire a lata de boca para baixo, o bloco de sabão sairá, pronto para ser cortado.

Modo de Preparação

Levar ao fogo o sebo, para fundir, pondo-se, depois, o breu, em pedaços, para derreter, agitando-se.
Feito isto, junta-se a soda, dissolvida em 15 litros de água pura e deixa-se ferver.
Assim que a massa subir, junta-se a terça parte do resto da água e deixa-se ferver novamente; subindo, outra vez, junta-se a metade da água, deixando-se ferver, com pouco fogo; quando torna a subir, junta-se o resto da água e mantém-se pouco fogo, até subir novamente, quando se retira do fogo o sabão, despejando-o nas formas, para ser cortado, em máquina própria ou com fio de arame, depois de frio.
Se preferir adicione uma essência.

Ingredientes para sabão de laboratório

Fórmula 02

Quantidade para 48 mL

Água pura

10 mL
Óleo  
20 mL
Soda cáustica
3 g  
Etanol
15 mL
Sal de cozinha
qsp

Modo de Preparação

1) Dissolva cerca de 3 g de NaOH em 10 mL de água destilada em um béquer de capacidade para 100 mL. béquer nº 1.
2)
Adicione cerca de 15 mL de etanol e agite vigorosamente a solução, usando um bastão de vidro.
3)
Acrescente 20 mL de óleo comestível (de soja, milho, amendoim) e aqueça cuidadosamente até a ebulição, mexendo continuamente com o bastão de vidro.
O aquecimento deve ser controlado para evitar que o material transborde. Deve-se interromper o aquecimento tão logo se verifique que não há mais gotículas de óleo em suspensão no béquer 1.
4)
À parte, pegue um copo de bécker com cerca de 50 mL de água e vá adicionando aos poucos cloreto de sódio (sal de cozinha) até que o sal comece a se precipitar para o fundo do recipiente.
5)
Em outro béquer nº 2, coloque cerca de 30 mL, da solução de cloreto de sódio que foi preparada e adicione o material que se encontra no béquer 1. aqueça o béquer 2 por alguns minutos, apague a chama e deixe o sistema resfriar me repouso.

A massa sobrenadante na solução do béquer 2 é o sabão.

Ingredientes para sabão frio

Fórmula 03

Quantidade para 13 Kg
Água pura 8 L
Soda cáustica (escamas)   1 Kg
Óleo 2 L  
Detergente 2 copos
Sabão em pó 1 copo
Sebo derretido 2 L
Fubá ou maizena 2 copos ou 4 colheres

Modo de Preparação

Misture o sabão em pó , detergente e o fubá em um litro de água e reserve.

Dissolva a soda no restante da água, em seguida coloque o restante dos ingredientes e misture sem parar até começar a ficar duro, deixe de um dia para outro para cortar.

Use colher de madeira e vasilha de plástico, para esta finalidade.

Ingredientes para sabões diversos

Fórmula 04

 

SABÃO DE COCO

SABÃO BRANCA DE NEVE

SABÃO BRANCO

Sebo derretido 3800 gramas 1 Kg 4300 gramas
Óleo de coco 1Kg 800 gramas 500 gramas
Soda 99% 800 gramas 800 gramas 800 gramas
Caulim Branco 500 gramas 500 gramas 500 gramas
Água 3 a 5 litros 4 a 5 litros  4 a 8 litros

Modo de Preparação

Um dia antes deixar a Lixivia pronta.
A outra metade de água, misturar com o Caulim.
Ajuntar as duas águas (Soda e Caulim) somente quando for
preparar o sabão.
Derreter as gorduras (Sebo e óleo), em uma outra lata
Depois de derretidas, coe em 1 ou 2 peneiras de malhas
finas (uma sobre a outra).
Quando as gorduras estiverem mornas, despejar a Lixívia,
mexendo-se. Depois de pronto colocar nas embalagens para secar e cortar.

Fonte: www.ca.ufsc.br

História do Sabão

A fabricação de sabão é, sem dúvida, uma das atividades industriais mais antigas de nossa civilização. Sua origem remonta a um período anterior ao século XXV a.C..

História

A história do sabão está ligada às origens da higiene, na história da humanidade. O início da preocupação com o asseio pessoal remonta aos tempos pré-históricos. Como a água é um fator essencial neste processo e imprescindível para a sobrevivência, provavelmente o homem primitivo tenha vivido nas proximidades de alguma fonte de água potável e com isto adquiriu conhecimentos sobre suas propriedades de limpeza.

As primeiras evidências de um material parecido com sabão foram encontradas, em jarros de barro, nas escavações da antiga babilônia, datados de aproximadamente 2800 a.C.. As escrituras revelaram que os habitantes obtinham este material fervendo a gordura juntamente com cinzas e o utilizavam como pomada, bem como para pentear os cabelos.

Por volta do ano 1500 a.C., os egípcios faziam uma mistura de gordura animal e óleos vegetais com sais alcalinos e utilizavam como remédio para doenças de pele e também para tomar banho. Nesta mesma época, relatos bíblicos contam que Moisés entregou aos israelitas leis detalhadas sobre os cuidados de limpeza e higiene pessoal, relacionando o asseio com saúde. Consta também que já se conhecia a mistura de óleo com cinzas, e era utilizada como pomada.

Segundo uma antiga lenda romana, o nome “Sabão” tem origem no Monte Sapo, onde se realizavam sacrifícios de animais. A chuva levava uma mistura de sebo derretido e cinzas para o barro às margens do Rio Tigre e as mulheres descobriram que lavando a roupa com esta mistura, faziam menos esforço e as roupas ficavam mais limpas.

No século XIII, a indústria de sabão foi introduzida na França, procedente da Itália e da Alemanha. No séc. XIV se estabelece na Inglaterra. Na América do norte o sabão era fabricado artesanalmente até o séc. XIX.

Até a secunda metade do séc. XVIII, o Sabão era considerado artigo de luxo, utilizado pela aristocracia e pessoas de posses, sua produção era taxada com uma grande carga de impostos.

Dois avanços químicos contribuíram para a popularização do uso do Sabão no início do séc. XIX: A descoberta de técnicas de obtenção de sais alcalinos a partir da salmoura (NaCl) e a descrição da composição química das gorduras, o que possibilitou a melhoria nas técnicas de obtenção e o barateamento dos custos de produção, tornando o Sabão um produto de uso popular.

No Brasil, a indústria de sabões data da segunda metade do séc. XIX. Na zona rural, ainda hoje, a população produz o sabão de forma artesanal misturando se todo tipo de óleos e gorduras (animais e vegetais) com um extrato aquoso de cinzas (Dicuada).

Nesses mais de 4500 anos de existência, a indústria saboeira evoluiu acumulando enorme experiência prática, além de estudos teóricos desenvolvidos por pesquisadores.

Tecnicamente, a indústria do sabão nasceu muito simples e os primeiros processos exigiam muito mais paciência do que perícia.

Tudo o que tinham a fazer, segundo a história, era misturar dois ingredientes: cinza vegetal, rica em carbonato de potássio, e gordura animal. Então, era esperar por um longo tempo até que eles reagissem entre si.

O que ainda não se sabia era que se tratava de uma reação química de saponificação.

O sabão, na verdade, nunca foi “descoberto”, mas surgiu gradualmente de misturas de materiais alcalinos e matérias graxas (alto teor de gordura).

Os primeiros aperfeiçoamentos no processo de fabricação foram obtidos substituindo as cinzas de madeira pela lixívia rica em hidróxido de potássio, obtida passando água através de uma mistura de cinzas e cal.

Porém, foi somente a partir do século XIII que o sabão passou a ser produzido em quantidades suficientes para ser considerado uma indústria.

Até os princípios do século XIX, pensava-se que o sabão fosse uma mistura mecânica de gordura e álcali.

Foi quando Chevreul, um químico francês, mostrou que a formação do sabão era na realidade uma reação química.

Nessa época, Domier completou estas pesquisas, recuperando a glicerina das misturas da saponificação.

Durante 2.000 anos, os processos básicos de fabricação de sabões permaneceram praticamente imutáveis.

As modificações maiores ocorreram no pré-tratamento das gorduras e dos óleos, na obtenção de novas e melhores matérias-primas, no processo de fabricação e no acabamento do sabão, por exemplo, na secagem por atomização para obtenção do sabão em pó.

Fonte: www.crq4.org.br

História do Sabão

O sabão foi inventado no ano de 600 a.C. pelos fenícios que usavam terra argilosa contendo calcário ou cinzas de madeira, era um sabão pastoso. E foi usado em Roma no século IV, apenas para lavar os cabelos.

O sabão sólido apareceu no século XIII. quando os árabes descobriram o processo de saponificação - mistura de óleos naturais, gordura animal e soda cáustica que depois de fervida endurece. Os espanhóis, tendo aprendido a lição com os árabes, acrescentaram-lhe óleo de oliva, para dar ao sabão um cheiro mais suave. Nos séculos XV e XVI, várias cidades européias tornaram-se centros produtores de sabão, nesa época o sabão era um produto de luxo, usado apenas por pessoas ricas.

Em 1792, o químico francês Nicolas Leblanc conseguiu obter soda caústica do sal de cozinha e, pouco depois, criou-se o processo de saponificação das gorduras, o que deu um grande avanço na fabricação de sabão.

Em 1878, Harley Procter (dono de uma fábrica de velas e sabão) queria produzir um sabão novo, branco, cremoso e delicadamente perfumado, seu primo, o químico James Gamble, chegou à formula desejada.

Esse novo sabão produzia uma rica espuma, mesmo em contato com a água fria, e tinha uma consistência homogênea e suave.

Algum tempo depois, um descuido na fábrica levou a fabricação de um novo tipo de sabão, o Sabão de mármore.

Com a invenção da luz elétrica, Harley Procter previu que a eletrecidade poderia acabar de uma vez com a seu lucrativo negócio de velas, e assim decidiu promover o seu sabonete.

História do Sabão
Sabonete

Em 1879 foi invetado o Sabonete "Roger & Gallet" o primeiro sabonete redondo, envolto artesanalmente em papel drapeado.

Assim surgiu o produto mais usado no mundo, que hoje apresenta várias formas, tipos, tamanhos e cores.

Para quem não sabe, assim surgiu uma das maiores empresas do mercado, a Procter & Gamble.

Fonte: www.limpnet.com.br

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