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História do Microscópio

 

História das Lentes

Citam os historiadores que no século XV, era moda entre os juízes esconder o olhar e encobrir as reações que lhes produziam os relatos expressados pelos réus, advogados e promotores, e utilizavam para isto cristais fumes. Dessa forma mantinham à margem de tornar publicas suas expressões, o que evitava também que nas entrelinhas, os autores e réus dos juízos não pudessem se aproveitar e acomodar os relatos de acordo com as expressões que viam no magistrado. Os cristais fumes eram de enorme ajuda para que os juízes também pudessem manter imparcialidade ante o júri e a deliberação deste, já que não tinham sido influenciados pelas reações do magistrado.

E foi antes de se formularem as leis da óptica, que os chineses já dominavam a arte de produzir lentes simples manufaturando cristais de quartzo e outros materiais, inclusive armações de diferentes materiais, como o carey (este material era retirado das escamas da tartaruga de carey, em finas camadas, que após o polimento adquiria um brilho e transparência muito apreciados). Alguns destes óculos eram para fins ornamentais e outros para fins medicinais.

Nos escritos de Confúcio, 500 anos a.C., já mencionava ter aliviado a visão de um sapateiro com o uso de lentes. Também se afirma que Roger Bacon (1214-1294), em 1276, os descreveu encarecendo suas bondades curativas para os anciãos de vista fraca. O veneziano Marco Pólo, visitou a China clássica, em 1270 e encontrou pessoas que usavam aqueles ornamentos.

Mas sabe-se que os primeiros óculos foram fabricados pelo italiano Salvino D'Armato em 1285. Uma inscrição lapidária no sepulcro em Florença o atesta.

O escrito diz:

"Aqui jaz Salvino D'Armato de Amati de Florença. Inventor dos Óculos. Deus perdoe os seus pecados. A. D. 1317".

Tudo isto se refere a fabricação ou construção dos óculos, pois não é menos certo que as "propriedades ópticas das superfícies curvas de cristais" já foram conhecidas pelo mesmo Euclides, 390 a.C. e por Cláudio Ptolomeo, 127-151 d.C.

Séculos depois apareceu o eminente matemático árabe Alhazen (965-1038), que refutou e emendou a teoria que desde a época de Euclides se mantinha como veraz, que consistia na crença "que os raios visuais procediam de um ponto dentro do olho e que estes se espalhavam formando um cone visual cuja base descansava sobre o objeto", Alhaben (Abu-Ali al-Hasan) demonstrou o contrário, indicando que "os raios visuais passam do objeto ao olho" e insinuou a "verdadeira conduta da luz ao passar de um meio tênue a um meio denso". A fim de explicar e descrever o resultado de seus testes costumava utilizar pequenos segmentos de cristal em forma oval.

História do Microscópio

Graças a descoberta das primeiras lentes, que se produziu a lupa, a tri-lupa e o microscópio, para o qual há ciências baseadas exclusivamente nestes descobrimentos. A medicina, a biologia, a história natural, a química entre outras são bons exemplos. Existem outras como a bacteriologia, a petrografía e a metalografía entre outras, precisam apelar sem dúvida a Microscopia para complementar os estudos feitos a olho nu.

Posteriormente, e com destino a pesquisa científica, apareceram as lentes ou lupas e o microscópio "simples" com dispositivos especiais e com um poder de ampliação da imagem observada de não mais de quarenta diâmetros. Oportuno é consignar aqui que tanto os óculos como as lupas ou lentes (antecessores do microscópio) operam como microscópios simples. Praticamente são iguais.

História do Microscópio
Microscópio composto simples

A lupa está composta somente por uma lente convergente, ainda que existam aquelas que compõem um jogo de duas ou três lentes (bilupas, trilupas). Eram feitas com montagens especiais permitindo sobrepor ou mudar as lentes de diferentes aumentos e observar simultaneamente, a crescente ampliação do objeto de exame. Elas nos dão uma imagem virtual direita e uma ampliação variável de 5 a 40 diâmetros.

Imaginemos que sem as lentes e por sua vez sem a lupa, o microscópio, ficariam a margem da ciência o estudo das coisas e dos seres, ou entidades sumamente pequenas, microscópicas e impossíveis de serem estudadas pelo olho humano. Os diminutos indivíduos viventes que abundam a milhares em uma gota de água, tem sido o assombro científico em todos os tempos.

A comprovação experimental de que a textura de animais e plantas em última análise se reduz a uma confederação de tecidos e estes por sua vez de células confederadas, potencialmente capazes cada uma delas de vida independente, com uma organização e estrutura complexas; assim como o fato comprovado de que a soma total de energias elaboradas por cada um destes microscópicos componentes celulares, imprimem a totalidade do individuo, vegetal ou animal, o selo específico de sua estirpe na escala correspondente, é, repetimos, coisa que maravilha e causa sensação ao cientista.

O microscópio nos da imagens invertidas, ou seja que o lado direito do objeto amplificado aparece à esquerda na imagem óptica, e a cara superior daquele se vê na parte inferior desta. Goza de um enorme poder de amplificação, podendo sobrepor a vários milhares de diâmetros. Fundamentalmente consiste seu mecanismo na adaptação de sistemas de lentes de aumento (lentes convergentes) nas extremidades de um tubo cilíndrico enegrecido interiormente. As lentes colocadas na parte superior do tubo se chamam oculares e as do extremo inferior, objetivas.

A denominação de "microscópio" foi dada por Johann Giovanni Faber (1570-1640) de Bamberg em 1624; médico residente em Roma e a serviço do papa Urbano VI I; membro da Academia de Lincei.

O vocábulo provêem de dois vocábulos gregos:

"micros, pequeno e skopein, ver, examinar".

Parece evidente que o microscópio "composto" foi inventado no final do ano de 1590 por Hans (pai) e Zacarias (filho) Janssen, de Middelbourg, Holanda; principalmente por Zacarias, que asseguram, combinava duas lentes simples convergentes: uma operava de "objetiva" e a outra de "ocular".

Não obstante, a paternidade do microscópio tem sido muito discutida e disputada. Temos por exemplo que os italianos atribuem o singular invento a seu compatriota o famoso Galileu Galilei, (1564-1642), natural de Pisa, eminente físico e matemático. Segundo testemunhos, o que Galileu fez, fundador do método experimental e da ciência dinâmica foi, em 1609, combinar as lentes ou cristais de aumento em um tubo de chumbo ou papelão, construído por ele mesmo, aplicando-as ao estudo da astronomia, mas afirmam, em conhecimento já do aparato óptico inventado pelos Janssen.

Tal aparato de Galileu, conseguiu com que aumentasse trinta vezes é considerado como o primeiro telescópio produzido. Mas parece ainda não ser este o seu descobridor, pois sabe-se que seu contemporâneo Hans Lippershey tinha um telescópio e que Galileu indagou sobre seus fundamentos, e em posse destes construiu o seu, aprimorando-o.

O fato de haver construído seus próprios microscópios, como aconteceu com Galileu, Fontana, Drebbel, Kircher, Hooke, Leeuwenhoek, etc., não lhes credita obter a patente de inventores como seus biógrafos pretendem. Pelas computações cronológicas, como veremos, o progenitor do invento sem disputa pertence aos Janssen.

O famoso Anton van Leeuwenhoek, considerado como o pai ou progenitor da Microscopia e provavelmente da bacteriologia também, que em 1675 relatou ter descoberto animaizinhos na água da chuva e afirmava que "eram dez mil vezes menores que as moscas de água" vistas por Swammerdan. Suas numerosas observações microscópicas e descrições que delas constituem um positivo valor científico, pese a seu profundo espírito mercantil. Leeuwenhoek biólogo, nasceu na Holanda em 1632. A princípio, construiu microscópios por distração. Chegou a construir mais de 400 deles. O mais potente aumentava os objetos 275 vezes.

Conseguiu descobrir os animais unicelulares. Também foi o primeiro em ver as células vermelhas nos seres humanos e animais.

Em 1827, Karl Ernest von Baer (1792-1876) descobriu o óvulo dos mamíferos. Em 1831, Roberto Brown (1773-1858) observou pela primeira vez o núcleo celular das orquídeas. Em 1835, James Paget (1814-1899) e Richard Owen (1804-1892) descrevem a traquina de um verme nematóide parasitário que estava enquistado no tecido muscular, de preferência na carne de porco. No mesmo ano, 1835, Agostino Bassi fala sobre "Os descobrimentos dos agentes patogênicos", e reconheceu em um fungo a causa da enfermidade dos bichos de seda. Em 1836, Charles Caignard da Tour (1777-1859) descobriu a importância do fungo na levedura em fermentação. E a cabeça de todos eles, em sitial cimero da ciência biológica, figuram Mathías Jacob Schleiden (1804-1881) e Theodor Schwann (1810-1882), que formularam e preconizaram a famosa doutrina sobre a "Teoria Celular". Isto ocorreu nos anos de 1838 e 1839.

A Bausch & Lomb, primeira empresa óptica americana, foi fundada em 1850 por dois amigos, J.J. Bausch e H. Lomb. Em 1853, quando John Jacob Bausch, um imigrante alemão, abriu uma pequena óptica em Rochester, Nova York, necessitou mais dinheiro para manter o crescimento do negócio e pediu emprestados 60 dólares para o seu amigo Henry Lomb, a quem prometeu torna-lo sócio se o negócio desse certo, e como deu.

Em 1920, a Força Aérea dos Estados Unidos fez uma encomenda: - Produzir uma proteção ocular para os seus pilotos de caça, que enfrentavam sérios problemas de visibilidade. Depois de dez anos de pesquisa, apresentaram óculos com lentes verdes, que refletiam os raios solares. Somente em 1936 a novidade foi batizada de Ray-Ban e começou a ser vendida ao grande público.

Depois de diversas inovações durante mais de um século Bausch & Lomb apresentou em 1971 as primeiras lentes de contato brandas e, hoje em dia, segue sendo o maior fornecedor de produtos para o cuidado dos olhos. A companhia conta com uma equipe à nível mundial, de cerca de 12.000 pessoas, as quais trabalham nos escritórios e centros produtivos que Bausch & Lomb tem em 35 países. Os produtos desenvolvidos pela empresa estão presentes em mais de 100 países em todo o mundo e são líderes de mercado em praticamente todos seus segmentos de atividade.

Atualmente, Bausch & Lomb articula sua oferta em torno de três linhas de produtos:

"os produtos para o cuidado dos olhos, os produtos cirúrgicos e os produtos farmacêuticos".

Fonte: www.sdr.com.br

História do Microscópio

Durante a 1 ª século dC (ano 100), o vidro tinha sido inventado e os romanos estavam olhando através do vidro e testá-lo. Experimentaram com diferentes formas de vidro transparente e uma das suas amostras era espesso no meio e fina nas arestas. Eles descobriram que se você realizou uma dessas "lentes" mais de um objeto, o objeto seria maior.

Alguém descobriu também que você pode se concentrar os raios do sol com um desses "óculos" especiais e iniciar um incêndio. Essas lentes primeiros foram chamados lupas ou óculos de queima. A palavra lente, a propósito, é derivado da palavra latina lentilha, como eram chamados porque se parecia com a forma de um grão de lentilha (olhar para cima lente em um dicionário).

Essas lentes não foram muito utilizados até o final do século 13, quando os fabricantes de óculos estavam produzindo lentes para ser usado como óculos.

Os primeiros "microscópios" simples que foram realmente apenas lupas tinha um poder, geralmente cerca de 6X - 10X. Uma coisa que era muito comum e interessante para olhar era pulgas e outros insetos minúsculos. Estas lupas primeiros foram, portanto, chamados de "óculos de pulgas".

Em algum momento por volta do ano 1590, dois fabricantes de óculos holandeses, Zaccharias Janssen e seu pai Hans começou a experimentar com estas lentes. Eles colocaram várias lentes em um tubo e fez uma descoberta muito importante. O objeto próximo da extremidade do tubo parece ser grandemente aumentada, muito maior do que qualquer simples lupa pode atingir por si! Eles tinham apenas inventou o microscópio composto (que é um microscópio que utiliza dois ou mais lentes).

Galileu ouviu falar de suas experiências e começou a experimentar por conta própria. Ele descreveu os princípios de lentes e os raios de luz e melhorou tanto o microscópio e telescópio. Ele acrescentou um dispositivo de focagem para seu microscópio e, claro, passou a explorar os céus com seus telescópios.

Anthony Leeuwenhoek da Holanda tornou-se muito interessado em lentes, enquanto trabalhava com lupas em uma loja de produtos secos. Ele usou a lupa para contar threads em pano tecido. Tornou-se tão interessado que ele aprendeu a fazer lentes. Por afiação e polimento, ele foi capaz de fazer pequenas lentes com grandes curvaturas. Essas lentes arredondadas produziram maior ampliação, e seus microscópios foram capazes de ampliar até 270X!

Anthony Leeuwenhoek tornou-se mais envolvidos na ciência e com o seu novo e melhorado microscópio foi capaz de ver coisas que ninguém nunca tinha visto antes. Ele viu bactérias, leveduras, células do sangue e muitos animais minúsculos que nadam cerca de uma gota de água. A partir de suas grandes contribuições, muitas descobertas e trabalhos de pesquisa, Anthony Leeuwenhoek (1632-1723) já foi chamado de "Pai de Microscopia".

Robert Hooke, um inglês (que às vezes é chamado de "Pai de Inglês Microscopy"), também passou boa parte de sua vida trabalhando com microscópios e melhoraram a sua concepção e capacidades.

Pouco foi feito para melhorar o microscópio até meados do século 19, quando grandes avanços foram feitos e instrumentos de qualidade como o microscópio de hoje surgiram. Empresas na Alemanha como Zeiss e uma empresa americana fundada por Charles Spencer começou a produzir instrumentos ópticos finos.

Hoje, não há fabricantes de microscópios em os EUA ea maioria dos microscópios vêm da Alemanha, Japão e China. Toy microscópios de plástico devem ser evitados, pois não atingiu o nível de qualidade dos instrumentos básicos com armação de metal e lentes de vidro.

Por causa da produção estrangeira, os microscópios de qualidade tornaram-se acessíveis para todos. Zaccharias Janssen, o inventor do microscópio que maravilhar-se com a qualidade do mesmo os microscópios mais básicos encontrados nas escolas hoje.

Uma linha do tempo que cobre a história de microscópios

Um instrumento para a visualização de objetos que são demasiado pequenos para serem vistos facilmente a olho nu.

1000AD - O primeiro auxílio à visão foi inventado (inventor desconhecido) chamado de pedra de leitura. Era uma esfera de vidro que ampliada quando colocado em cima de materiais de leitura.
1284 - Ao
italiano, Salvino D'Armate é creditado com a invenção do primeiro wearable óculos.
590 -
Dois fabricantes de vidro olho holandeses, Zaccharias Janssen e seu filho Hans Janssen experiências com múltiplas lentes colocadas em um tubo. O Janssens observou que os objetos vistos na frente do tubo apareceu muito ampliado, criando tanto o precursor do microscópio composto e o telescópio.
1665 -
o físico Inglês, Robert Hooke olhou para um pedaço de cortiça através de uma lente de microscópio e notou algumas "poros" ou "células" na mesma.
1674 - Anton van Leeuwenhoek construiu um microscópio simples, com apenas uma lente para examinar sangue, leveduras, insetos e muitos outros objetos minúsculos. Leeuwenhoek foi a primeira pessoa a descrever bactérias, e ele inventou novos métodos para afiação e polimento de lentes de microscópios que permitiram curvaturas proporcionando ampliações de até 270 diâmetros, as melhores lentes disponíveis naquele momento.
Século 18 -
As inovações técnicas melhoradas microscópios, levando a microscopia se tornando popular entre os cientistas. Lentes que combinam dois tipos de vidro reduziu o "efeito cromático" os halos perturbadoras resultantes de diferenças na refração da luz.
1830 - Joseph Jackson Lister reduz a aberração esférica ou o "efeito cromático", mostrando que várias lentes fracas usadas juntas em determinadas distâncias deu bons ampliação sem desfocar a imagem. Este foi o protótipo para o microscópio composto.
1872 - Ernst Abbe , então diretor da Zeiss Optical Works pesquisa, escreveu uma fórmula matemática chamada de "Abbe Sine Condição". Sua fórmula prevista cálculos que permitiram a resolução máxima em microscópios possíveis.
1903 - Richard Zsigmondy desenvolveu o ultramicroscópio que poderia estudar objetos abaixo do comprimento de onda da luz. Ele ganhou o Prêmio Nobel de Química em 1925.
1932 - Frits Zernike inventou o microscópio de contraste de fase que permitiu o estudo de materiais biológicos incolores e transparentes para o qual ele ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1953.
1931 -
Ernst Ruska co-inventou o microscópio eletrônico. pelo qual ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1986 um microscópio eletrônico depende de elétrons em vez de luz para ver um objeto, os elétrons são acelerados em um vácuo até que o seu comprimento de onda é muito curto, apenas uma centésima milésima da luz branca. Os microscópios eletrônicos permitem ver objetos tão pequenos quanto o diâmetro de um átomo.
1981 - Gerd Binnig e Heinrich Rohrer inventaram o microscópio de tunelamento , que dá imagens tridimensionais de objetos até o nível atômico. Binnig e Rohrer ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1986. O poderoso microscópio de tunelamento é o microscópio mais forte até agora.

Fonte: www.microscope-microscope.org/inventors.about.com

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Como muitas invenções hoje há disputas em origens dos inventores originais. O mesmo aplica-se a disputa que inventou o microscópio.

Datado do século I quando o vidro foi inventado, as de Roman estavam investigando o uso de vidro e como visualizar objetos por ele, fez os objetos pareçam maiores.

Em seguida, no dia 13 Salvino D'Armate da Itália, fez o primeiro olho de vidro, proporcionando ao usuário com um elemento de ampliação para um olho.

As primeiras formas simples de ampliação foram lupas, geralmente cerca de 6x - 10x e eram usados para inspecionar pequenos insetos, como pulgas, por conseguinte, essas lupas primeiros chamados "óculos de pulgas".

Zacharias Jansen eo primeiro microscópio composto

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Zacharias Jansen

Então, durante os 1590, dois fabricantes de óculos holandeses, Zacharias Jansen e seu pai Hans começou a experimentar com estas lentes. Eles colocaram várias lentes em um tubo e fez uma descoberta muito importante. O objeto próximo da extremidade do tubo parece ser grandemente aumentada, muito maior do que qualquer lupa simples pode realizar por si só.

Seus primeiros microscópios eram mais uma novidade do que uma ferramenta científica desde ampliação máxima foi de apenas cerca de 9x e as imagens eram um pouco embaçada. Apesar de não microscópios Jansen sobreviveu, um instrumento feito para a realeza holandesa foi descrito como sendo composto de "3 tubos de correr, medindo 18 centímetros de comprimento quando totalmente estendido, e duas polegadas de diâmetro". O microscópio foi dito ter uma ampliação de 3x, quando totalmente fechada, e 9x quando totalmente estendido.

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Primeiro microscópio atribuída a Jansen

Embora lupas comuns são, basicamente, de um microscópio simples, quando falamos da invenção do microscópio, nós realmente queremos dizer o "microscópio composto". Microscópios compostos apresentam duas ou mais lentes, ligados por um cilindro oco (tubo). A lente de topo, as pessoas um olhar através, é chamada de ocular. A lente de fundo é conhecido como a lente objetiva. Então, hoje, quando dizemos "microscópio", que realmente queremos dizer "microscópio composto".

Há uma lente chamada "objetivo", que produz uma imagem ampliada primário. Depois, há outra lente chamada de "lente" ou "ocular", que amplia essa primeira imagem. Na prática, existem várias lentes utilizadas tanto para a objetiva e ocular, mas o princípio é o da ampliação em duas fases.

Acredita-se que o pai de Zacharias Jansen, Hans, ajudou a construir o primeiro microscópio em 1595. Zacharias escreveu a um diplomata holandês, William Boreel, sobre a invenção. Quando o médico do rei francês perguntou sobre a invenção em 1650, Boreel relatou o projeto do microscópio.

Anton van Leeuwenhoek

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Microscópio de Van Leeuwenhoek

Foi Anton van Leeuwenhoek (1632-1723), um Draper e cientista holandês, e um dos pioneiros da microscopia, que no final do século 17 tornou-se o primeiro homem a fazer e usar um microscópio real.

Van Leeuwenhoek alcançado maior sucesso do que seus contemporâneos, desenvolvendo maneiras de fazer as lentes superiores, afiação e polimento quinhentos e cinqüenta lentes para fazer seu novo tubo de lente que tinha um poder de ampliação de 270x e podem ver objetos a milionésima parte de um metro (outros microscópios de o tempo a sorte de conseguir 50x ampliação).

Van Leeuwenhoek fez muitas descobertas biológicas utilizando seus microscópios. Ele foi o primeiro a ver e descrever bactérias, leveduras, plantas a vida repleta de uma gota de água, bem como a circulação de glóbulos nos capilares. Durante uma longa vida ele usou suas lentes para fazer estudos pioneiros em uma extraordinária variedade de coisas, tanto vivos e não vivos, e relatou suas descobertas em mais de cem cartas para a Sociedade Real da Inglaterra e da Academia Francesa.

Verificou-se a obra de Van Leewenhoek e desenvolvido pelo cientista Inglês Robert Hooke, que publicou o primeiro trabalho de análise microscópica, Micrographia, em 1665. Estudos detalhados de Robert Hooke promoveu estudo no campo da microbiologia na Inglaterra e na ciência biológica avançada como um todo.

Micrografia de Hooke

Robert Hooke publicou Micrografia em 1665. É sua obra mais famosa e é notável para as ilustrações impressionantes, desenhadas pelo próprio Hooke.

Micrografia apresenta vários relatos de observações de Hooke, através da utilização de um microscópio. Ele olhou para todos os tipos de coisas (de neve, uma agulha, uma navalha, etc) com um microscópio composto primitivo, mas suas observações mais importantes foram feitos em pulgas e cortiça. Ele observou que as pulgas sob o microscópio e foi capaz de observar os minúsculos pêlos no corpo dos pulgas. Na cortiça viu poros. Após exame dos poros, ele decidiu chamá-los de "células"; no entanto, ele não sabia que ele tinha acabado de descobrir células vegetais.

Apesar dessas grandes realizações na microscopia, microscópios não mudou muito ao longo dos próximos 200 anos, embora houvesse imperfeições ao ver um objeto devido à diferente refração da luz. Na década de 1850, o engenheiro alemão Carl Zeiss começou a fazer refinamentos para as lentes que ele usou nos microscópios ele fabricados. Na década de 1880, contratado Zeiss especialista vidro Otto Schott, que realizou uma pesquisa sobre vidro óptico, muito contribuindo para a melhoria da qualidade óptica do microscópio.

Devemos também mencionar Ernst Abbe, que foi contratado pela Zeiss para melhorar o processo de instrumentos ópticos, que na época foi em grande parte com base em tentativa e erro de fabricação. Em uma colaboração longa e frutífera, Abbe realizou estudos teóricos de princípios ópticos, melhorando a compreensão da qualidade óptica de um microscópio.

Microscópios compostos modernos

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Microscópio composto moderno

Com o avanço da tecnologia e ótica aprimorados, o microscópio como a conhecemos hoje, surgiu.

O tamanho mínimo teórico capaz de ser visto por um microscópio óptico é de 200 nm (tal como definido por Abbe), desde microscópios ópticos são apenas capazes foco em objetos que são pelo menos do tamanho de um comprimento de onda de luz (normalmente, um comprimento de onda de cerca de 550 nm Supõe).

Um microscópio eletrônico, em contrapartida, pode ampliar imagens milhares de vezes menores do que um comprimento de onda de luz.

Fonte: www.history-of-the-microscope.org

História do Microscópio

História antiga

Desde os tempos antigos, o homem queria ver coisas muito menores do que poderia ser percebida a olho nu. Embora o primeiro uso de uma lente é um pouco de mistério, ele agora acredita que o uso de lentes é mais moderno do que se pensava anteriormente.

No entanto, tem sido conhecida há mais de 2000 anos que curvas de vidro luz. No século 2 aC, Cláudio Ptolomeu descreveu uma vara aparecendo para dobrar em uma poça de água, e devidamente registada os ângulos dentro de meio grau. Ele então calculou com muita precisão a constante refração da água.

Durante o primeiro século dC (ano 100), o vidro tinha sido inventado e os romanos estavam olhando através do vidro e testá-lo. Experimentaram com diferentes formas de vidro transparente e uma das suas amostras era espesso no meio e fina nas arestas.

Eles descobriram que se você realizou uma dessas "lentes" mais de um objeto, o objeto seria maior. Essas lentes primeiros foram chamados lupas ou óculos de queima. A palavra lente é realmente derivado da palavra lentilha Latina, como eram chamados porque se parecia com a forma de um grão de lentilha.

Ao mesmo tempo, Seneca descrito ampliação real por um globo de água. "Letters, ainda que pequena e indistinta, são vistas ampliadas e mais claramente através de um globo de vidro cheio de água." As lentes não foram muito utilizados até o final do século 13, quando os fabricantes de óculos estavam produzindo lentes para ser usado como óculos. Em seguida, cerca de 1600, descobriu-se que os instrumentos ópticos pode ser feita através da combinação de lentes.

Os primeiros microscópios

Os primeiros "microscópios" simples que só foram lupas tinha um poder, geralmente cerca de 6x - 10x. Uma coisa que era muito comum e interessante de se ver, eram as pulgas e outros insetos minúsculos, daí estas lupas primeiros chamados "óculos de pulgas".

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Antony Van Leeuwenhoek

Em algum momento, durante os 1590, dois fabricantes de óculos holandeses, Zaccharias Janssen e seu pai Hans começou a experimentar com estas lentes. Eles colocaram várias lentes em um tubo e fez uma descoberta muito importante. O objeto próximo da extremidade do tubo parece ser grandemente aumentada, muito maior do que qualquer simples lupa pode atingir por si!

Seus primeiros microscópios eram mais uma novidade do que uma ferramenta científica desde ampliação máxima foi de apenas cerca de 9X e as imagens eram um pouco embaçada. Apesar de não microscópios Jansen sobreviveu, um instrumento feito para a realeza holandesa foi descrito como sendo composto de "3 tubos de correr, medindo 18 centímetros de comprimento quando totalmente estendido, e duas polegadas de diâmetro". O microscópio foi dito ter uma ampliação de 3x, quando totalmente fechada, e 9x quando totalmente estendido.

Foi Antony Van Leeuwenhoek (1632-1723), um Draper e cientista holandês, e um dos pioneiros da microscopia, que no final do século 17 tornou-se o primeiro homem a fazer e usar um microscópio real.

Ele fez seus próprios microscópios simples, que teve uma única lente e foram mão-realizada. Van Leeuwenhoek alcançado maior sucesso do que seus contemporâneos, desenvolvendo maneiras de fazer as lentes superiores, afiação e polimento de uma pequena bola de vidro em uma lente com uma ampliação de 270x, o melhor conhecido na época (outros microscópios da época tiveram a sorte de conseguir 50x ampliação ). Ele usou essa lente para fazer primeiro microscópio prático do mundo.

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Microscópio de Van Leeuwenhoek

Microscópio de Leeuwenhoek utilizou uma única lente de vidro convexa ligado a um suporte de metal e estava focado usando parafusos. Anthony Leeuwenhoek tornou-se mais envolvidos na ciência e com o seu novo e melhorado microscópio foi capaz de ver coisas que ninguém nunca tinha visto antes. Ele viu bactérias, leveduras, células do sangue e muitos animais minúsculos que nadam cerca de uma gota de água. As pessoas não percebem que a ampliação pode revelar estruturas que nunca tinha sido visto antes - a idéia de que toda a vida pode ser feita de componentes minúsculos invisíveis a olho nu era simplesmente nem sequer considerada.

Microscópios compostos

Para aumentar a potência de um microscópio de lente única, a distância focal tem de ser reduzida. No entanto, uma redução do comprimento focal necessita de uma redução do diâmetro da lente, e depois de um ponto, a lente se torna difícil de ver.

Para resolver este problema, o sistema de microscópio composto foi inventado no século 17. Este tipo de microscópio incorpora mais do que uma lente de modo que a imagem ampliada por uma lente pode ser ainda ampliado pela outra.

Hoje, o termo "microscópio" é geralmente utilizado para se referir a este tipo de microscópio composto. No microscópio composto, a lente mais próximo do objeto a ser visualizada é refere-se a como o "objetivo", enquanto que a lente para mais perto do olho é chamado de "lente".

A função de qualquer microscópio é para melhorar a resolução. O microscópio é utilizada para criar uma vista ampliada de um objeto tal que podemos observar detalhes de outro modo não é possível com o olho humano. Devido ao alargamento, a resolução é muitas vezes confundida com ampliação, que se refere ao tamanho de uma imagem. Em geral, quanto maior for a ampliação, maior será a resolução, mas isso nem sempre é verdade. Existem várias limitações práticas de design de lente, que pode resultar em aumento da ampliação sem maior resolução. A razão para uma dicotomia entre ampliação e resolução é a capacidade do olho humano para ver dois objetos.

Inglês Robert Hooke é creditado com a marca microscópica de descobrir a unidade básica de toda a vida, a célula. Em meados do século 17, Hooke viu uma malha estrutural ao estudar uma amostra de cortiça que lhe lembrava as pequenas salas monásticas chamadas células (micrografia). Hooke também é creditado como sendo o primeiro a utilizar a configuração básica de três lente que ainda é usado em microscópios hoje.

Fonte: www.visioneng.com

História do Microscópio

Um breve histórico sobre o Microscópio

O microscópio é, sem dúvida, o principal instrumento de trabalho para a maioria dos Biomédicos. Não é à toa que no símbolo do nosso curso há um microscópio no centro. Você já parou para pensar como foi que chegamos ao modelo atual, presente na maioria dos laboratórios?

Os primeiros microscópios simples, limitados à ampliação de uma única lente, foram construídos na metade do século XV e utilizados inicialmente para investigar o mundo dos insetos.

Por causa da dificuldade em produzir vidro puro na época, as lentes dos microscópio distorciam as imagens e contornavam-nas com halos e espectros de cores.

Em 1590, o holandês Hans Janssen e o seu filho, Zacharias, planearam o primeiro microscópio.

Era composto por uma objetiva de lente convexa e uma lente (de luneta) côncava, conforme relatou Galileu Galilei em 1609.

Outro holandês, Anton van Leeuwenhoek (1632-1723), trabalhava numa loja de tecidos e, nas horas vagas, fazia experiências com vidro moído para produzir lentes.

Usava o microscópio para observar os fios e depois passou a examinar a anatomia dos menores animais conhecidos. Ele produziu microscópios tão eficientes que estabeleceu, praticamente sozinho, o ramo da microbiologia.

Aos poucos, ele convenceu uma comunidade científica bastante céptica que uma importante teoria da época, a da geração espontânea (a crença de que organismos vivos podem originar de matéria inanimada), era uma grande palermice.

Larvas não nasciam da carne podre, nem moscas da areia, nem enguias dos bancos lodosos dos lagos; estas criaturas reproduziam-se por ovos colocados pela fêmea e fertilizados pelo macho. Leeuwenhoek também é considerado o primeiro a realizar descrições precisas dos glóbulos vermelhos (para espanto dos fisiologistas da época), das bactérias que habitam a boca e os intestinos dos seres humanos (para horror da população) e da forma e locomoção do espermatozóide humano.

A Ciência e o Microscópio

O século XVII foi um período de grande interesse pelos microscópios.

A própria palavra microscópio foi oficializada na época pelos membros da Academia dei Lincei, uma importante sociedade científica. Contudo, ainda havia dúvidas sobre a importância do instrumento para a ciência. A magnificação dos objetos obtida, em torno de nove vezes, não permitia observar coisas realmente novas.

Ainda não se suspeitava que uma estrutura presente em todos os tecidos vivos logo estaria ao alcance dos nossos olhos, com a ajuda dos microscópios: a célula.

O surgimento do microscópio

O crédito pela invenção do microscópio é dado ao holandês Zacharias Jansen, por volta do ano 1595.

Como era muito jovem na época, é provável que o primeiro microscópio, com duas lentes, tenha sido desenvolvido pelo seu pai, Hans Jansen.

Contudo, era Zacharias quem montava os microscópios, distribuídos para realeza européia. No início, o instrumento era considerado um brinquedo, que possibilitava a observação de pequenos objetos.

Uma linha do tempo

2.000 a.C. – De acordo com um antigo texto, os chineses viam espécimes ampliados através de uma lente no final de um tubo que era preenchido com água. Os níveis de água dependiam do grau de ampliação que eles desejavam.

1590 – Hans Jansen e seu filho Zacharias Jansen (Países Baixos) eram fabricantes de óculos e criaram um microscópio, que poderia ser considerado o primeiro. Ele consistia de três tubos cilíndricos usados para apoiar a ocular. As lentes eram inseridas no final desses tubos. A lente da ocular era bi-convexa e a lente da objetiva era plano-convexa, uma combinação avançada para a época.

1625 Galileo Galilei ficou sabendo dos experimentos de Hans e seu filho e, com isso, começou a trabalhar com lentes. A invenção do microscópio foi atribuída a Galileo, mas foi contestada por outros. Foi descrito como um “telescópio modificado para ver objetos de muito perto”. Johannes Faber, amigo de Galileo, conferiu ao instrumento o nome de microscópio, antes chamado de "occhialino".

1665Robert Hooke publica a obra Micrographia que continha a descrição detalhada de 57 observações realizadas com o microscópio que o próprio cientista fabricou. Nesta obra aparece pela primeira vez o termo célula, ao referir-se aos poros observados numa fina lâmina de cortiça, que o faziam lembrar das celas dos monges.

1675 – Entra Anton van Leeuwenhoek, que usou um microscópio com uma lente para observar insetos e outros espécimes. Ele foi o primeiro a observar uma bactéria.

1730 – O próximo grande passo da história do microscópio ocorreu com a invenção das lentes acromáticas (sem cor) por Charles Hall. Ele descobriu que usando uma segunda lente de forma e propriedades refratoras diferentes, poderia-se realinhar as cores com impacto mínimo na ampliação da primeira lente.

1830Joseph Lister resolveu um problema, colocando as lentes em distâncias precisas uma da outra, fornecendo uma ampliação mais nítida.

1863 – A empresa Ernst Leitz, fabricante de microscópios, introduziu o primeiro revólver giratório, com nada mais nada menos que cinco objetivas. Mais tarde Ernst Abbe, dono da empresa, desenvolveu um conjunto de 17 objetivas, incluindo três de imersão.

1930Fritz Zernike descobriu que ele podia ver células não coradas usando a transformação das diferentes fases dos raios de luz em diferenças luminosas. Ganhou o Nobel de Física em 1953.

1931 - Max Knoll e Ernst Ruska inventaram o primeiro microscópio eletrônico. A diferença básica entre o microscópio óptico e o eletrônico é que neste último não é utilizada a luz, mas sim feixes de elétrons.

Brunno Câmara

Fonte: www.biomedicinapadrao.com

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