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Regiões Brasileiras

 

O Brasil encontra-se política e geograficamente dividido em cinco regiões distintas, que possuem traços comuns no que se refere aos aspectos físicos, humanos, econômicos e culturais.

Os limites de cada região - Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste - coincidem sempre com as fronteiras dos Estados que as compõem.

A região Norte é a que ocupa a maior parte do território brasileiro, com uma área que corresponde a 45,27% dos 8.547.403,5 de km² da área total do País.

Formada por sete Estados, tem sua área quase totalmente dominada pela bacia do Rio Amazonas.

A região Nordeste pode ser considerada a mais heterogênea do País.

Dividida em quatro grandes zonas - meio-norte, zona da mata, agreste e sertão -, ocupa 18,26% do território nacional e tem nove estados.

No Sudeste, região de maior importância econômica do País, está concentrado também o maior índice populacional - 42,63% dos 157.079.573 brasileiros - e produção industrial. É formada por quatro Estados e apresenta grandes diferenças sob o aspecto físico, com litoral, serras e planícies.

Já o Sul, região mais fria do País, com ocorrências de geadas e neve, é a que apresenta menor área, ocupando 6,75% do território brasileiro e com apenas três Estados.

Os rios que cortam sua área formam a bacia do Paraná em quase toda sua totalidade e são de grande importância para o País, principalmente pelo seu potencial hidrelétrico.

Finalmente, a região Centro-Oeste tem sua área dominada basicamente pelo Planalto Central Brasileiro e pode ser dividida em três porções: maciço goiano-mato-grossense, bacia de sedimentação do Paraná e as depressões.

Formado por quatro Estados, esta região vem sofrendo alterações significativas na sua cobertura vegetal, com o cerrado sendo substituído gradativamente por plantações ou criação de gado em função do processo de ocupação nesta parte do Brasil.

Informações Gerais sobre as diferentes regiões

Região Norte

Com uma área de 3.869.637,9 km², que corresponde a 45,27% do território brasileiro, a região Norte é formada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará Rondônia, Roraima e Tocantins. Sua área está localizada entre o maciço das Guianas ao Norte, o planalto Central ao Sul, a cordilheira dos Andes a Oeste e o Oceano Atlântico a Noroeste. De clima equatorial, é banhada pelos grandes rios das bacias Amazônica e do Tocantins. Seu relevo tem três patamares de altitude - igapós, várzeas e baixos platôs ou terra firme - definidos pelo volume de água dos rios, em função das chuvas. Os igapós são áreas permanentemente inundadas, com vegetação adaptada a permanecer com suas raízes sempre debaixo d'água. As várzeas encontram-se em terreno mais elevado e são inundadas apenas na época das cheias dos rios. A seringueira é um bom exemplo do tipo de árvores existentes nessa área. Os baixos platôs ou terra firme estão localizados nas partes mais elevadas e fora do alcance das cheias dos rios. Nessa área encontram-se as grandes árvores de madeira de lei e as castanheiras.

A região Norte possui 10.597.305 habitantes, 7% da população total do país. Sua densidade demográfica é a mais baixa dentre todas as regiões geográficas, com 2,73 habitantes por km². A maior parte da população da região Norte (57,8%) é urbana, sendo Belém, capital do Estado do Pará, sua maior metrópole.

A economia da região Norte baseia-se no extrativismo vegetal de produtos como látex, açaí, madeiras e castanha; no extrativismo mineral de ouro, diamantes, cassiterita e estanho; e na exploração de minérios em grande escala, principalmente o ferro na serra dos Carajás, Estado do Pará, e o manganês na serra do Navio, Estado do Amapá. Duas ferrovias viabilizam o escoamento dos minérios extraídos da região: a Estrada de Ferro Carajás, que vai de Marabá, Estado do Pará, a São Luiz, capital do Estado do Maranhão (região Nordeste), que leva o ferro para os portos de Itaqui e Ponta da Madeira; e a Estrada de Ferro do Amapá, que transporta o manganês extraído na serra do Navio até o porto de Santana, em Macapá, capital do Estado do Amapá.

Em algumas partes d a região a energia é f ornecida por usinas hidrelétricas e em outras o abastecimento depende de geradores a óleo diesel. No rio Tocantins, Estado do Pará, encontra-se a usina hidrelétrica de Tucuruí, a maior da região. Existem ainda usinas menores, como Balbina, no rio Uatumã, Estado do Amazonas, e Samuel, no rio Madeira, Estado de Rondônia.

Região Nordeste

Inclui os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, ocupando área de 1.561.177,8 km², o que corresponde a 18,26% da área total do país. A maior parte de seu território é formada por extenso planalto, antigo e aplainado pela erosão.

Em função das diferentes características físicas que apresenta, a região Nordeste encontra-se dividida em quatro sub-regiões: Zona da Mata, Agreste, Sertão e o Polígono das Secas.

A faixa de transição entre o sertão semi-árido e a região Amazônica denomina-se meio-norte, apresentando clima bem mais úmido e vegetação exuberante à medida que avança para o oeste. A vegetação natural dessa área é a mata dos cocais, onde se encontra a palmeira babaçu, da qual é extraído óleo utilizado na fabricação de cosméticos, margarinas, sabões e lubrificantes. A economia local é basicamente agrícola, predominando as plantações de arroz nos vales úmidos do Estado do Maranhão. Na década de 80, no entanto, teve início o processo de industrialização da área, com a instalação de indústrias que se constituem extensões dos projetos minerais da Amazônia.

A economia da região Nordeste baseia-se na agroindústria do açúcar e do cacau. O petróleo é explorado no litoral e na plataforma continental e processado na refinaria Landulfo Alves, em Salvador, e no Pólo Petroquímico de Camaçari, também no Estado da Bahia. O setor de turismo, que tem demonstrado grande potencialidade de desenvolvimento na região Nordeste, vem crescento consideravelmente nos últimos anos e apresenta perspectivas otimistas para o futuro.

A população da região Nordeste totaliza 43.792.133 habitantes, o que representa 28,9% do total do país. Sua densidade demográfica é de 28,05 habitantes por km² e a maior parte da população se concentra na zona urbana (60,6%). As principais metrópoles regionais são as cidades de Salvador, capital do Estado da Bahia, Recife, capital do Estado de Pernambuco, e Fortaleza, capital do Estado do Ceará.

Zona da Mata - Estende-se do Estado do Rio Grande do Norte ao sul do Estado da Bahia, numa faixa litorânea de até 200 km de la rgaura. Possui clima tropical úmido, com chuvas mais freqüentes na época do outono e inverno, exceto no sul do Estado da Bahia, onde se distribuem uniformemente por todo o ano. O solo dessa área é fértil e a vegetação natural é a M ata Atlântica, já praticamente extinta e substituída por lavouras de cana-de-açúcar, desde o início da colonização do país.

Agreste - É a área de transição entre a Zona da Mata, região úmida e cheia de brejos, e o sertão semi-árido. Nesta sub-região os terrenos mais férteis são ocupados por minifúndios, onde predominan as culturas de subsistência e a pecuária leiteira.

Sertão - Extensaárea de clima semi-árido, nos Estados do Rio Grande do Norte e Ceará chega até o litoral. Os solos desta sub-região são rasos e pedregosos, as chuvas escassas e mal distribuídas e as atividades agrícolas sofrem grande limitação. A vegetação típica do sertão é a caatinga. Nas partes mais úmidas existem bosques de palmeiras, especialmente a carnaubeira, também chamada "árvore da providência", por serem todas as sua partes aproveitadas. O rio São Francisco é o maior rio da região e única fonte perene de água para as populações que habitam as suas margens. Nele existem várias represas e usinas hidrelétricas, como a de Sobradinho, em Juazeiro, Estado da Bahia, e a de Paulo Afonso, na divisa dos Estados da Bahia e Pernambuco. A economia do sertão nordestino baseia-se na pecuária extensiva e no cultivo de algodão em grandes propriedades de terra, com baixa produtividade.

Polígono das Secas - Delimitada em 1951 para combater as secas do Nordeste, essa área abrange praticamente todos os estados do Nordeste, com exceção do Maranhão e o litoral leste da região. As secas de 1979 a 1984 e 1989 a 1990 atingiram 1.510 municípios do Nordeste brasileiro. O combate tradicional às secas vem sendo feito com a construção de açudes e distribuição de verbas aos prefeitos dos municípios atingidos. Recentemente, no entanto, o Governo Federal começou a implementar projetos na região, que visam à solução definitiva do problema de convivência do homem nordestino com a seca. Dentre tais projetos destaca-se o projeto Áridas, financiado pelo Banco Mundial.

Região Sudeste

Formada pelos Estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, ocupa 10,85% do território brasileiro, com área de 927.286,2 km².

Situa-se na parte mais elevada do Planalto Atlântico de sudeste, onde se encontram as serras da Mantiqueira, do Mar e do Espinhaço. Sua paisagem típica apresenta formações de montanhas arredondadas, chamadas "mares de morros" e os "pães de açucar", que são montanhas de agulhas graníticas. O clima predominante no litoral é o tropical atlântico e nos planaltos o tropical de altitude, com geadas ocasionais. A mata tropical que existia originalmente no litoral, foi devastada no período de ocupação do território, dando lugar a plantações de café. No Estado de Minas Gerais predomina a vegetação de cerrado, com arbustos e gramas, sendo que no vale do rio São Francisco e norte do Estado, encontra-se a caatinga.

O relevo planáltico do Sudeste fornece gr ande potencial hidrelétrico à região, quase todo aproveitado. A maior usina exist ente é a de Urubupungá, localizada no rio Paraná, divisa dos Estados de São Paulo e Mato G rosso do Sul.

Encontram - se ainda na região Sudeste as nascentes de duas importantes bacias hidrográficas do país: a bacia do rio Paraná, que se origina da união dos rios Paranaíba e Grande, próxima à região conhecida como Triângulo Mineiro, no Estado de Minas Gerais, e a do rio São Francisco, que nasce na serra da Canastra, também no Estado de Minas Gerais.

A região Sudeste é a de maior população no país, somando 64.603.032 habitantes, o que corresponde a 42,63% do total.

É também a região com maior densidade demográfica (69,66 habitantes por km²) e mais alto índice de urbanização: 88%. Abriga as duas mais importantes metrópoles nacionais, as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, localizadas em Estados que levam os mesmos nomes. A cidade de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, é considerada importante metrópole regional.

A economia da região Sudeste é a mais desenvolvida e industrializada dentre as economias de todas as regiões, nela se concentrando mais da metade da produção do país. Possui ainda os maiores rebanhos bovinos, além de significativa produção agrícola, que inclui o cultivo de cana-de-açúcar, laranja e café em lavouras que apresentam bom padrão técnico e alta produtividade. Possui ainda reservas de ferro e manganês na serra do Espinhaço, Estado de Minas Gerais, e petróleo em quantidade razoável na bacia de Campos, Estado do Rio de Janeiro.

Região Sul

Com 577.214,0 km², é a região que apresenta menor área, ocupando apenas 6,75% do território brasileiro. Formada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tem clima sub-tropical, exceto na região norte do Estado do Paraná, onde predomina o clima tropical. Caracteriza-se pela diversidade de temperaturas nas diferentes áreas que a compõem. As regiões de planaltos mais elevados apresentam temperaturas baixas, com nevascas ocasionais, e na região da planície dos Pampas, mais ao sul, as temperaturas são elevadas. A vegetação acompanha essa variação da temperatura, ou seja, nos locais mais frios predominam as matas de araucárias (pinhais) e nos pampas os campos de gramíneas. A região possui grande potencial hidrelétrico, destacando-se a usina de Itaipu, localizada no rio Paraná, na fronteira com o Paraguai.

A população da região Sul totaliza 22.653.700 habitantes, o que representa 14,95% da população do País. A densidade demográfica é de 39,24 habitantes por km² e 74,1% da população vivem no meio urbano. São encontrados traços marcantes da influência da imigração alemã, italiana e açoriana na região.

Inicialmente baseada na agropecuária, a economia da região Sul desenvolveu importante parque industrial nas últimas décadas, cujos centros se encontram nas áreas metropolitanas da cidade de Porto Alegr e, capital do Estado do Rio Grande do Sul, e Curitiba, capital do Est ado do Paraná. A produção agrícola utiliza modernas técnicas de cultivo, destacando-se o trigo, soja, arroz,milho, feijão e tabaco entre os principais produtos comercializados. Na pecuária encontram-se rebanhos de linhagens européias (hereford e charolês). A suinocultura é praticada no oeste do Estado de Santa Catarina e no Estado do Paraná, onde ainda é significativa a prática do extrativismo, com extração de madeira de pinho. No Estado de Santa Catarina explora-se o carvão mineral ao sul e se encontra grande número de frigorícos, que produzem não apenas para o mercado interno, mas também para exportação.

Região Centro-Oeste

Ocupa 18,86% do território brasileiro, numa área de 1.612.077,2 km² e é formada pelos Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e o Distrito Federal. Localizada em extenso planalto Central, seu relevo caracteriza-se pela predominância de terrenos antigos e aplainados pela erosão, que deu origem a chapadões. Na parte oeste do Estado de Mato Grosso do Sul e sudoeste do Estado de Mato Grosso encontra-se a depressão do Pantanal Matogrossense, cortada pelo rio Paraguai e sujeita a cheias durante parte do ano. A vegetação do Pantanal é extremamente variada e sua fauna de uma riqueza muito grande. Já na região de planalto, predomina a vegetação de cerrado. O clima da região é tropical semi-úmido, com freqüentes chuvas de verão.

A população da região Centro-Oeste totaliza 9.871.279 habitantes, com densidade demográfica de 6,12 habitantes por km². Representa 6,5% da população total do país e se concentra, em sua maioria, na zona urbana: 81,3%.

A economia da região Centro-Oeste baseou-se inicialmente na exploração de garimpos de ouro e diamantes e foi, gradativamente, sendo substituída pela pecuária. A transferência da capital federal do Rio de Janeiro para Brasília, em 1960, e a construção de ferrovias que facilitaram o acesso em direção ao oeste, aceleraram o povoamento região, contribuindo para o seu desenvolvimento. Encontram-se nesta região as maiores reservas de manganês do país, localizadas no maciço de Urucum, no Pantanal. Devido ao difícil acesso ao local, tais reservas ainda são pouco exploradas. O turismo como atividade econômica vem se desenvolvendo rapidamente na região, atraindo visitantes de várias partes do mundo, que procuram desfrutar da riqueza da flora e da fauna do Pantanal, bem como da paisagem das chapadas encontradas nos Estados de Goiás e Mato Grosso.

Fonte: www.mre.gov.br/dc.itamaraty.gov.br

Regiões Brasileiras

As regiões do Brasil são uma divisão que tem caráter legal e que foi proposta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1969.

O IBGE levou em consideração apenas aspectos naturais na divisão do país, como clima, relevo, vegetação e hidrografia; por essa razão, as regiões também são conhecidas como “regiões naturais do Brasil”.

Há uma pequena exceção com relação à região Sudeste, que foi criada levando-se parcialmente em conta aspectos humanos (desenvolvimento industrial e urbano).

Cada um destes grupos é uma região, e as regiões brasileiras são:

Região Centro-Oeste

Com predominância do Ecossistema de Cerrado, a região pode ser dividida em 3 porções: maciço goiano-mato-grossense, bacia de sedimentação do Paraná e as depressões.
É formada por 3 Estados:
Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Possui um território de 1.604.852 km² (18,9% do território nacional). Sua população é de cerca de 12 milhões de habitantes.

Região Nordeste

Com predominância do Ecossistema de Caatinga, a região encontra-se dividida em quatro sub-regiões (zonas): meio-norte, zona da mata, agreste e sertão) e é formada por 9 Estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Possui um território de 1.556.001 km² (18,2% do território nacional), dentro dos quais está localizado o Polígono das secas. Sua população é pouco superior a 50 milhões de habitantes.

Região Norte

Com predominância do Ecossistema de Floresta Amazônica, a região Norte é formada por 7 Estados: Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá e Tocantins. Possui um território de 3.851.560 km² (45,2% do território nacional), e uma população pouco superior a 14 milhões de habitantes – o que faz dela a região com menor densidade demográfica.

Região Sudeste

Com predominância do Ecossistema de Mata Atlântica, a região apresenta grandes diferenças sob o aspecto físico, com litoral, serras e planícies e é formada por 4 Estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Possui um território de 927.286 km² (10,6% do território nacional). Sua população é de cerca de 77 milhões de habitantes.

Região Sul

Com predominância do Ecossistema de Mata de Araucárias, a região é formada por 3 Estados: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui um território de 575.316 km² (6,8% do território nacional) e sua população é de mais de 26 milhões de habitantes.

Os limites das regiões sempre coincidem com limites de estados, não havendo estados que se espalhem por duas regiões.

A área correspondente ao estado de Tocantins (integrante da região Norte), por ter sido originária do desmembrado de Goiás (Centro-Oeste), foi a última alteração na delimitação das regiões brasileiras.

Atualmente, muitos geógrafos e cientistas sociais preferem a divisão geoeconômica proposta por Pedro Pinchas Geiger, em 1967, que leva em conta os aspectos naturais e humanos.

Essa divisão consiste de três regiões e suas fronteiras não coincidem com as fronteiras estaduais: Amazônia, Centro-Sul e Nordeste.

O vestuário típico folclórico no Brasil se compõem de três formas: roupas de couro (Nordeste), vestidos de renda da Bahia e roupa típica gaúcha. Fonte: Museu de Folclore (SP).

Regiões Brasileiras

Resumo

Quais são as regiões do Brasil?

Na divisão entre cinco regiões só foi levado em conta os aspectos naturais, como clima, solo, vegetação, etc.

As cinco regiões são:

Região Centro-Oeste, que compõe-se dos estados: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal.
Região Nordeste, que compõe-se dos estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.
Região Norte, que compõe-se dos estados: Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá e Tocantins.
Região Sudeste, que compõe-se dos estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo
Região Sul, que compõe-se dos estados: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Fonte: www.sergiosakall.com.br

Regiões Brasileiras

Lista dos Estados Brasileiros

Cada região tem suas características, e cada estado contribui de forma significativa para a cultura brasileira, ao decidir viajar pelo Brasil e conhecer outros estados, observe as mudanças na vegetação, no relevo (montanhas, montes, chapadas...) e no clima. Observe o jeito das pessoas conversarem.

Você vai entender como o Brasil é grande e especial!

Acre

UF: AC
Região: Norte
Capital: Rio Branco
Área: 152.581,388 km²
População: 680.073 hab.
Dens. Demogr: 4,5 hab./km²
PIB: R$4.835.747
Municípios: 22

Alagoas

UF: AL
Região: Nordeste
Capital: Maceió
Área: 27.767,661 km²
População: 3.127.557 hab.
Dens. Demogr: 109,37 hab./km²
PIB: R$15.753.000.000
Municípios: 102

Amapá

UF: AP
Região: Norte
Capital: Macapá
Área: 142.814,585 km²
População: 613.164 hab.
Dens. Demogr: 4,3 hab./km²
PIB: R$4.366.535
Municípios: 16

Amazonas

UF: AM
Região: Norte
Capital: Manaus
Área: 1.570.745,680 km²
População: 3.393.369 hab.
Dens. Demogr: 2,05 hab./km²
PIB: R$39.766.086 mil
Municípios: 62

Bahia

UF: BA
Região: Nordeste
Capital: Salvador
Área: 567.692,669 km²
População: 14.080.654 hab.
Dens. Demogr: 24,93 hab./km²
PIB: R$90.943.000.000
Municípios: 417

Ceará

UF: CE
Região: Nordeste
Capital: Fortaleza
Área: 148.825,602 km²
População: 8.450.527 hab.
Dens. Demogr: 56,78 hab./km²
PIB: R$56,93 bilhões
Municípios: 184

Distrito Federal

UF: DF
Região: Centro Oeste
Capital: Brasília
Área: 5.801,937 km²
População: 2.606.885 hab.
Dens. Demogr: 402,00 hab./km²
PIB: R$80,517 bilhões
Municípios: 0

Espírito Santo

UF: ES
Região: Sudeste
Capital: Vitória
Área: 46.077,519 km²
População: 3.351.669 hab.
Dens. Demogr: 72,7 hab./km²
PIB: R$52.782.914
Municípios: 78

Goiás

UF: GO
Região: Centro Oeste
Capital: Goiânia
Área: 340.086,698
População: 5.884.996 hab.
Dens. Demogr: 17,31 hab./km²
PIB: R$57.091.081.000,00
Municípios: 246

Maranhão

UF: MA
Região: Nordeste
Capital: São Luís
Área: 331.983,293
População: 6.305.539 hab.
Dens. Demogr: 18,43 hab./km²
PIB: R$28.621.860
Municípios: 217

Mato Grosso

UF: MT
Região: Centro Oeste
Capital: Cuiabá
Área: 903.357,908 km²
População: 2.854.456
Dens. Demogr: 2,6 hab./km²
PIB: R$37,466 bilhões
Municípios: 141

Mato Grosso do Sul

UF: MS
Região: Centro Oeste
Capital: Campo Grande
Área: 358.124,962 km²
População: 2.336.058 hab.
Dens. Demogr: 6,52 hab./km²
PIB: R$24.355.395.000,00
Municípios: 78

Minas Gerais

UF: MG
Região: Sudeste
Capital: Belo Horizonte
Área: 586.528,293 km²
População: 20.033.665 hab.
Dens. Demogr: 32,73 hab./km²
PIB: R$192,611 bilhões
Municípios: 853

Pará

UF: PA
Região: Norte
Capital: Belém
Área: 1.247.689,515 km²
População: 7.431.020 hab.
Dens. Demogr: 5,66 hab./km²
PIB: R$44.376.461
Municípios: 143

Paraíba

UF: PB
Região: Nordeste
Capital: João Pessoa
Área: 56.439,838
População: 3.742.606 hab.
Dens. Demogr: 64,52 hab./km²
PIB: R$19.953.193.000
Municípios: 223

Paraná

UF: PR
Região: Sul
Capital: Curitiba
Área: 199.314,850 km²
População: 10.686.247 hab.
Dens. Demogr: 51,48 hab./km²
PIB: R$126.621.933 mil
Municípios: 399

Pernambuco

UF: PE
Região: Nordeste
Capital: Recife
Área: 98.938 km²
População: 8.810.256 hab.
Dens. Demogr: 80,65 hab./km²
PIB: R$55.505.760
Municípios: 185

Piauí

UF: PI
Região: Nordeste
Capital: Teresina
Área: 251.529,186 km²
População: 3.145.325 hab.
Dens. Demogr: 12,06 hab./km²
PIB: R$12.790.892
Municípios: 224

Rio de Janeiro

UF: RJ
Região: Sudeste
Capital: Rio de Janeiro
Área: 43.696,054 km²
População: 16.010.429 hab.
Dens. Demogr: 352,58 hab./km²
PIB: R$275,363 bilhões
Municípios: 92

Rio Grande do Norte

UF: RN
Região: Nordeste
Capital: Natal
Área: 52.796,791 km²
População: 3.106.430 hab.
Dens. Demogr: 51,98 hab./km²
PIB: R$20.557.263
Municípios: 167

Rio Grande do Sul

UF: RS
Região: Sul
Capital: Porto Alegre
Área: 281.748,538 km²
População: 10.855.214 hab.
Dens. Demogr: 38,53 hab./km²
PIB: R$193,500 bilhões
Municípios: 496

Rondônia

UF: RO
Região: Norte
Capital: Porto Velho
Área: 237.576,167 km²
População: 1.503.928 hab.
Dens. Demogr: 6,33 hab./km²
PIB: R$13.110.169.000,00
Municípios: 52

Roraima

UF: RR
Região: Norte
Capital: Boa Vista
Área: 224.298,980 km²
População: 412.783 hab.
Dens. Demogr: 1,84 hab./km²
PIB: R$3,660 bilhões
Municípios: 15

Santa Catarina

UF: SC
Região: Sul
Capital: Florianópolis
Área: 95.346,181 km²
População: 6.118.473 hab.
Dens. Demogr: 64,17 hab./km²
PIB: R$85.295 bilhões
Municípios: 293

São Paulo

UF: SP
Região: Sudeste
Capital: São Paulo
Área: 248.209,426 km²
População: 41.252.160 hab.
Dens. Demogr: 166,2 hab./km²
PIB: R$1,003 trilhão
Municípios: 645

Sergipe

UF: SE
Região: Nordeste
Capital: Aracaju
Área: 21.910,348 km²
População: 2.019.679 hab.
Dens. Demogr: 88,52 hab./km²
PIB: R$15.126.169
Municípios: 75

Tocantins

UF: TO
Região: Norte
Capital: Palmas
Área: 277.620,914 km²
População: 1.243.627 hab.
Dens. Demogr: 4,5 hab./km²
PIB: R$9.607.000.000,00
Municípios: 139

Fonte: www.guiadoturista.net

Regiões Brasileiras

A atual divisão do Brasil leva em conta características físicas, econômicas, humanas e sociais para agrupar estados com características semelhantes em cinco regiões

NORTE (Tocantins, Acre, Pará, Rondônia, Roraima, Amapá e Amazonas)

Maior região em área e a quinta em população. Seu clima é equatorial e a vegetação é a floresta amazônica, apresentando algumas manchas de cerrado. O relevo é formado pela Planície Amazônica, pelos Planaltos Amazônicos Orientais que a envolvem e pela sequência de depressão marginal-planalto residual, tanto no sentido norte como no sul.

A economia se baseia no extrativismo vegetal e mineral, com destaque para a extração de madeira e para as jazidas de ferro e de manganês na Serra dos Carajás. Indústrias aparecem, sobretudo, na Zona Franca de Manaus – onde se instalaram com incentivos fiscais a partir da década de 60.

CENTRO-OESTE (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal)

Segunda maior região em área e a menor em população, tem localidades muito pouco habitadas. Predomina o clima tropical, com verão chuvoso e inverno seco.

As áreas do norte (próximas à floresta amazônica) são as mais úmidas. O relevo, marcado pelo Planalto Central, é antigo e aplainado e forma extensos chapadões que, ao sul do Mato Grosso do Sul, dão lugar às planícies do Pantanal - alagadas apenas durante a época chuvosa. Fora do Pantanal, a vegetação dominante é o cerrado (chamado de cerradão onde há maior numero de árvores e de cerrado típico onde há mais gramíneas).

A economia se baseia na agropecuária, principalmente na produção de soja, milho e carne bovina. O cultivo de soja, muito rentável e com grande mercado externo, têm avançado para a floresta amazônica e já tomou grande parte das áreas naturais de cerrado, aumentando o desmatamento da região.

NORDESTE (Bahia, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão)

Terceira maior em área e segunda em população.

Seus climas são: tropical úmido (na região litorânea e na porção leste do Planalto da Borborema), semi-árido (no Sertão nordestino) e equatorial (no noroeste do Maranhão). O relevo é formado pelo planalto da Borborema, próximo ao litoral, e pelo planalto do rio Parnaíba, a oeste. Entre os dois está a Depressão Sertaneja. Os planaltos são antigos e erodidos, com baixas altitudes. A vegetação predominante é a caatinga, com matas tropicais e de cocais a oeste e a leste.

A economia nordestina é caracterizada pela concentração industrial na faixa litorânea e pelo predomínio das atividades agrícolas no resto da região. Ela tem crescido por conta da migração de empresas do sul e sudeste, mesmo assim, cerca de 40% da população sobrevive com um salário mínimo.

SUDESTE (Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo)

Quarta maior área e a primeira em população. Seu clima típico é tropical, mas nas regiões mais altas há o tropical de altitude (mais ameno). Ambos tem verão chuvoso e inverno seco. A vegetação predominante é a Mata Atlântica, devastada pela ocupação da região. O relevo é planáltico e muito erodido, bem arredondado e chamado de “mares de morros”.

A economia é a maior do país e corresponde a metade do PIB nacional, contando com larga produção industrial e grande setor terciário. A agricultura é moderna e muito produtiva, com destaque para a produção de laranja, cana-de-açúcar e milho. Há também produção petrolífera na bacia de Campos e a perspectiva de prospecção na camada Pré-Sal.

A região é destaque também por conta da cidade de São Paulo: importante centro financeiro e comercial do mundo.

SUL (Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná)

Quinta região em área e terceira em população. Seu clima é subtropical, o mais frio do Brasil. Predomina a vegetação de Mata de Araucárias nas áreas mais elevadas e a de campos (chamados de Pampas), nas outras áreas. O relevo contêm, principalmente, os Planaltos e Serras do Atlântico Leste-Sudeste e os Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná.

A economia é diversificada, apresenta o segundo maior parque industrial do país e uma agricultura moderna. Destacam-se a produção de suínos, de gado, de fumo e de soja e também a indústria alimentícia, a têxtil, a metalúrgica e a automobilística.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

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