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Taxa de Mortalidade

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Para saber o quanto uma população cresce ou diminui em número de habitantes, a fim de resolver ou controlar os problemas, usa-se, o coeficiente de mortalidade, também conhecido como taxa de mortalidade.

Esses conceitos referem-se ao número de mortes em uma população. Para que seja possível medi-la, usa-se, geralmente, a taxa bruta de mortalidade (TBM), que indica o falecimento por cada mil habitantes no período de um ano.

No entanto, antes disso é necessário conhecer a idade de uma determinada população e saber das condições de vida que ela possui, como, direito à saúde (preferência pública), educação, água, moradia, etc., muito em falta em países da África Subsaariana.

Até o século XIX, as taxas de mortalidade eram muito altas, principalmente devido as doenças, as guerras frequentes e a fome. No final deste mesmo século e no início do século XX, nos países desenvolvidos ou que comumente se localizam no Hemisfério Norte, a taxa de mortalidade diminuiu graças aos investimentos e avanços na medicina, nas condições sanitárias e de higiene, bem como do acesso à água, moradia e alimentação adequada.

Mas só a partir da segunda metade do século XX que essas condições se difundem aos países em desenvolvimento, como o Brasil, países da África, Índia, China e outros, fazendo com que a mortalidade caísse abruptamente.

Taxa de Mortalidade

Sabe-se que até a década de 1970, era relativamente mais fácil ter uma classificação dos países no que se refere a sua mortalidade, órgãos como a Organização das Nações Unidas (ONU) e Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleciam a média 13%, portanto, países que se correspondiam a menos que isso tinham taxas menores ou médias, enquanto que países que ultrapassassem esse número tinham taxas maiores.

Hoje em dia é difícil ter essa padronização, mas como forma de controle desses números os geógrafos e outros estudiosos utilizam índices mais expressivos, que indicam a taxa de mortalidade infantil (TMI) e as expectativas de vida ao nascer.

O cálculo é descrito da seguinte forma:

Taxa Bruta de Mortalidade (TBM) = número de falecidos/nº de habitantes*1000.

Pesquisas tem mostrado que mesmo em países desenvolvidos a taxa de mortalidade em algumas regiões é alta, devido, como já mencionado a idade da população e ao difícil acesso as condições mínimas de saúde, principalmente a população residente nas zonas periféricas, cujo poder aquisitivo não permite que tenham acesso a isso.

Apesar das melhorias em saúde, saneamento e direitos fundamentais de vida, a cada ano uma criança na África ainda tem 13 vezes mais probabilidade de morrer do que crianças em países da Europa e da América do Norte, devido as condições que a população africana ainda se encontra.

Para se entender mais profundamente essa questão, recorre-se então, a uma análise histórica e social dos povos desse imenso continente que desde o século XV vem sofrendo com a exploração, sejam dos seus recursos naturais, sejam das pessoas.

No Brasil, o cálculo da mortalidade infantil é feito e mostrado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde no ano de 2000 a taxa era de 6,67 mortes por 1000 habitantes e em 2015 uma redução para 6,08 mortes por 1000 habitantes.

Essa redução é explicada a partir do estabelecimento de políticas públicas que promovem melhorias a população. Nos Estados Unidos da América (EUA), um dos países mais industrializados e desenvolvidos tecnologicamente do mundo as taxas são maiores, em 2015 ela chegou a 8,15 mortes por 1000 habitantes.

Gean Alef Cardoso

 

 

 

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