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Urbanização

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processo de urbanização é a concentração progressiva na cidade da população e suas atividades econômicas.

Causa

O processo é devido aos seguintes fatores: a migração de pessoas de áreas rurais para áreas urbanas, o que, por sua vez, deve-se ao fato de que a maioria está em busca de emprego, emprego melhor remunerado, melhor qualidade de serviços de saúde e educacional e uma maior diversidade de estilos de vida e entretenimento; crescimento natural ou crescimento populacional nas áreas urbanas; a reclassificação das áreas rurais como áreas urbanas.

O que é

O Brasil conhece o fenômeno da urbanização propriamente dito somente em meados do século XX. Até então, a vida urbana resumia-se, na maior parte do País, a funções administrativas voltadas a garantir a ordem e coordenar a produção agrícola.

Após a década de 50, como reflexo da industrialização, os nexos econômicos e o fator urbano tornam-se correlatos. Impõe-se uma nova lógica na organização da sociedade brasileira. As inovações econômicas e sociais são enormes, pois associam-se, neste contexto, à revolução demográfica, ao êxodo rural e à integração do território pelos transportes e comunicações. Crescem cidades de todos os tipos e com diferentes níveis funcionais. Tem início o processo de metropolização.

A nova base econômica, pautada na indústria e no urbano, ultrapassa, já em meados da década de 60, a região Sudeste. Consolida-se a formação do mercado nacional e um de seus principais pilares é exatamente a urbanização do território e seu respectivo sistema de cidades. A evolução da taxa de urbanização no Brasil indica a importância e a velocidade das transformações. Em 1950 este índice alcançava 36,16% sobre o total da população do País. Em 1970 representava 56,80%, ou seja, mais da metade da população, e em 1990, chega a 77,13%. A população urbana no Brasil, em 1991 – 115.700.000 de habitantes -, se aproximava da população total do País da década anterior – 119.099.000 habitantes em 1980.

A nova base econômica, pautada na indústria e no urbano, ultrapassa, já em meados da década de 60, a região Sudeste. Consolida-se a formação do mercado nacional e um de seus principais pilares é exatamente a urbanização do território e seu respectivo sistema de cidades. A evolução da taxa de urbanização no Brasil indica a importância e a velocidade das transformações. Em 1950 este índice alcançava 36,16% sobre o total da população do País. Em 1970 representava 56,80%, ou seja, mais da metade da população, e em 1990, chega a 77,13%. A população urbana no Brasil, em 1991 – 115.700.000 de habitantes -, se aproximava da população total do País da década anterior – 119.099.000 habitantes em 1980.

Na década de 90 constata-se uma elevação nas taxas de urbanização das diversas regiões do País. O Sudeste, pioneiro do moderno sistema urbano brasileiro, apresentava, em 1996, um índice em torno de 88%, seguido pelo Centro-oeste, com 81%, o Sul, com 74,1%, o Nordeste, com 60,6%, e, por fim, o Norte, com 57,8%. De modo geral, o fenômeno é significativo e os diferentes índices refletem diferenças qualitativas ligadas à forma e ao conteúdo da urbanização. Tal fato é resultado do impacto da divisão social e territorial do trabalho que ocorreu, ao longo deste século, de modo diferenciado no território. No Sudeste e no Sul, o desenvolvimento industrial e o dinamismo dos diversos tipos de trabalho asseguraram uma rede urbana mais complexa.

Com a expansão recente da moderna economia de serviços de apoio à produção surgiu uma nova urbanização, marcada pela demanda e conseqüente aumento exponencial de trabalho intelectual. As cidades de todos os níveis acolhem os novos trabalhos – altamente especializados e qualificados – envolvendo profissionais voltados à inovação tecnológica e à regulação mais eficaz da distribuição e circulação dos produtos. Justamente estas novas demandas do sistema produtivo é que encontram correspondência, por sua vez, em uma maior demanda de urbanização.

Há uma distribuição das funções produtivas entre as cidades. Estas passam a regular, através do trabalho intelectual, não somente a produção urbana, mas também a produção rural. Com a revolução dos transportes e das telecomunicações, paralela às novas formas de crédito e consumo, há maior acessibilidade física e financeira dos indivíduos. A rede urbana tende a diferenciar-se. Aprofunda-se a divisão territorial do trabalho no sistema urbano, entre cidades locais, cidades médias, metrópoles regionais e metrópoles nacionais.

Desafios da Urbanização

A grande maioria da população brasileira – 79,7% dos habitantes – reside nas áreas urbanas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 1999, do IBGE. As regiões Sudeste, Sul e Nordeste apresentam o maior índice, com 88,7%, 78,4% e 63,6% de moradores urbanos, respectivamente. As cidades de São Paulo (10 milhões de habitantes), Rio de Janeiro (5,6 milhões), Salvador (2,3 milhões) e Belo Horizonte e Fortaleza (ambas com 2,1 milhões) continuam sendo os municípios brasileiros mais populosos.

O processo de urbanização no Brasil começa na década de 40. A expansão das atividades industriais em grandes centros atrai trabalhadores das áreas rurais, que vêem na cidade a possibilidade de rendimentos maiores e melhores recursos nas áreas de educação e saúde. O censo de 1940, o primeiro a dividir a população brasileira em rural e urbana, registra que 31,1% dos habitantes estavam nas cidades.

O Brasil deixa de ser um país essencialmente agrícola no final da década de 60, quando a população urbana chega a 55,92%. Para essa mudança contribui a mecanização das atividades de plantio e colheita no campo – que expulsa enormes contingentes de trabalhadores rurais – , e a atração exercida pelas cidades como lugares que oferecem melhores condições de vida, com mais acesso a saúde, educação e empregos.

Nos anos 70, a população urbana soma 52 milhões contra 41 milhões de moradores nas áreas rurais. As grandes cidades, por concentrarem o maior número de fábricas, são as que mais atraem os trabalhadores vindos do campo. Nesse período, a capital de São Paulo recebe aproximadamente 3 milhões de migrantes de diversos estados. A região Sudeste destaca-se como a mais urbanizada. Entre 1970 e 1980, a expansão urbana mantém-se em níveis elevados (4,44% ao ano), e no final da década 67,6% dos brasileiros já residem em centros urbanos. Em 1980, todas as regiões brasileiras têm nas cidades a maioria de seus habitantes.

O processo de urbanização diminui nos anos posteriores, mas as áreas rurais passam a registrar crescimento negativo pela primeira vez, por causa da redução de sua população em números absolutos. Entre 1991 e 1996, as cidades ganham cerca de 12,1 milhões de habitantes, o que resulta na elevada taxa de urbanização de 78,36%. O ano de 1996 é um marco da superioridade numérica da população urbana em todos os estados brasileiros. O último a fazer a transição é o Maranhão, que até 1991 apresentava a maior parte da população em áreas rurais.

Na mesma década de 90, porém, o surgimento de novos postos de serviço desvinculados da agricultura nas áreas rurais tende a diminuir o êxodo do campo.

Hoje, prestação de serviços, construção civil, comércio e área social são setores em crescimento nas áreas rurais e já chegam a garantir rendimentos mensais maiores que os da cidade.

A maioria dos migrantes não tem escolaridade nem experiência profissional, o que faz com que aceitem empregos mal remunerados e se sujeitem a trabalhos temporários ou atividades informais para sobreviver, como as de camelôs ou vendedores ambulantes. Os baixos rendimentos levam esse trabalhador para a periferia das grandes cidades – com freqüência, loteada por favelas e moradias irregulares e, por isso, mais baratas. Muitas dessas residências, feitas de modo precário e com materiais frágeis, são erguidas próximas a margens de córregos, charcos ou terrenos íngremes, e enfrentam o risco de enchentes e desmoronamento em estações chuvosas.

A distância das áreas centrais dificulta o acesso dessa população aos serviços de saúde e à educação, e as periferias atendem precariamente a suas necessidades básicas de abastecimento de água, luz, esgoto e transportes públicos. Levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade de São Paulo, de 1993, revela que 71,1% dos domicílios em favelas da cidade de São Paulo depositam seus dejetos ao ar livre ou canalizam-nos para córregos ou represas próximas. Faltam creches para os filhos das mulheres que trabalham, a alimentação insuficiente ou de má qualidade contribui para o surgimento de doenças e desnutrição infantil e as poucas opções de lazer para os adolescentes favorecem a eclosão da violência .

Nas últimas décadas, o movimento em direção às áreas periféricas é significativo nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador e pode ser observado na dimensão da população de suas áreas metropolitanas, que prosperam a taxas médias de 2,4% ao ano. Hoje, de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador são as metrópoles que mais enfrentam esse tipo de problema.

Capitais

A população das capitais tem crescido mais lentamente que a do país e é hoje proporcionalmente menor. Passa de 24,98% do total da população em 1991 para 22,6% em 1999. Há, no entanto, sensíveis diferenças entre elas. O índice de crescimento populacional na Região Norte, em cidades como Rio Branco, Manaus, Boa Vista e Macapá, é superior a 2,7% ao ano. A população de Palmas – planejada para ser capital do estado de Tocantins e inaugurada em 1990 – chega a aumentar 29,31% ao ano entre 1991 e 1996 e 41% nos últimos quatro anos. No Sudeste, onde se concentram mais de 40% do total dos brasileiros, as capitais crescem a taxas de 1% ao ano ou menos – Rio de Janeiro e São Paulo apresentam até 1999 as taxas mais baixas entre todas.

Urbanização do Brasil

Introdução

Urbanização é um conceito geográfico que representa o desenvolvimento das cidades. Neste processo, ocorre a construção de casas, prédios, redes de esgoto, ruas, avenidas, escolas, hospitais, rede elétrica, shoppings, etc. Este desenvolvimento urbano é acompanhado de crescimento populacional, pois muitas pessoas passam a buscar a infra-estrutura das cidades. A urbanização planejada apresenta significativos benefícios para os habitantes.

Processo de Urbanização

Diferente da Europa que se urbanizou a partir da revolução industrial no sec. XIX, o Brasil começou seu processo de urbanização no sec. xx de forma rápida por causa das migrações internas e externas que contribuíram para a integração do mercado de trabalho A migração nordestina para o estado de São Paulo, em especial para a capital, foi um fenômeno social bastante expressivo ao longo do século XX.

O rápido crescimento urbano do Brasil pode ser visto desde 1920 1920 16% 1940 31% 1960 45% 2005 85% O processo de urbanização no Brasil foi rápido devido as instalação das indústria O rápido crescimento populacional nas cidades não foi acompanhado pelo crescimento industrial. Desta forma, os migrantes que vieram em busca de trabalho foram surpreendidos pela forte urbanização que superou o processo industrial, pois o estado não teve renda suficiente para industrializar rapidamente as cidades.

Apesar destes quatro Estados ocuparem somente 10% de nosso território, neles se encontram cerca de 40% da população nacional: são aproximadamente 72 milhões de habitantes, 90% dos quais vivem em cidades. É também no Sudeste que se encontram três das cidades brasileiras com mais de 1 milhão de habitantes (São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), bem como 50% das cidades com população entre 500 mil e 1 milhão de habitantes.

A segunda região de maior população urbana no país é a Centro-Oeste, onde 89% dos habitantes vivem em cidades. A urbanização dessa região é ainda mais recente e se explica pela criação de Brasília, bem como de uma explosão do agronegócio. A agropecuária impulsionou a urbanização do Centro-Oeste, cujas cidades apresentam atividades econômicas essencialmente de caráter agro-industrial.

A região Sul, apesar de contar com o terceiro maior contingente populacional do país – cerca de 25 milhões de habitantes – e uma economia vigorosa, também baseada na agropecuária – apresenta um índice mais baixo de urbanização. Isso se explica devido ao modo como as atividades econômicas se desenvolveram na região. A pequena propriedade e o trabalho familiar foram as características essenciais do modo de produção agrícola na região, o que ajudou a fixar as populações no campo. Esse modelo, entretanto, está passando por mudanças e o êxodo rural já se tornou uma real idade também nessa região.

A região Norte tem o menor número de municípios do país e cerca de 15 milhões de habitantes. No entanto, é a região com o menor percentual de população urbana no país (62%). Além de ter-se inserido tardiamente na dinâmica econômica nacional, a região tem sua peculiaridade geográfica – a floresta Amazônica – que representa um obstáculo ao êxodo rural. Ainda assim, Manaus (AM) e Belém (PA) têm populações elevadas.

Com cerca de 50 milhões de habitantes e peculiaridades geográficas como as secas, nunca efetivamente combatidas desde os tempos do Império, o Nordeste é a região brasileira com o maior número de municípios (1.792), mas somente 65% de sua população é urbana. Só recentemente as cidades de Recife, Salvador e Fortaleza se tornaram pólos industriais.

Tendências atuais da urbanização brasileira

Diminuição na intensidade do êxodo rural. Maior fluxo de pessoas entre as cidade e o campo Alteração no ritmo de crescimento das cidades.

EX: Cidades médias (100 a 500 mil habitantes) apresentam maior crescimento( 4,5%) Cidades com mais de 1 milhão cresceram em média 0,9%, no mesmo período dos anos 90.

Urbanização

As primeiras cidades surgiram na Mesopotâmia (atual Iraque), depois vieram as cidades do Vale Nilo, do Indo, da região mediterrânea e Europa e, finalmente, as cidades da China e do Novo Mundo.

Embora as primeiras cidades tenham aparecido há mais de 3.500 anos a.C., o processo de urbanização moderno teve início no século XVIII, em conseqüência da Revolução Industrial, desencadeada primeiro na Europa e, a seguir, nas demais áreas de desenvolvimento do mundo atual. No caso do Terceiro Mundo, a urbanização é um fato bem recente. Hoje, quase metade da população mundial vive em cidades, e a tendência é aumentar cada vez mais.

A cidade subordinou o campo e estabeleceu uma divisão de trabalho segundo a qual cabe a ele fornecer alimentos e matérias-primas a ela, recebendo em troca produtos industrializados, tecnologia etc.

Mas o fato de o campo ser subordinado à cidade não quer dizer que ele perdeu sua importância, pois não podemos deixar de levar em conta que:

Por não ser auto-suficiente, a sobrevivência da cidade depende do campo;

Quanto maior a urbanização maior a dependência da cidade em relação ao campo no tocante à necessidade de alimentos e matérias-primas agrícolas.

Conceito

A urbanização resulta fundamentalmente da transferência de pessoas do meio rural (campo) para o meio urbano (cidade). Assim, a idéia de urbanização está intimamente associada à concentração de muitas pessoas em um espaço restrito (a cidade) e na substituição das atividades primárias (agropecuária) por atividades secundárias (indústrias) e terciárias (serviços). Entretanto, por se tratar de um processo, costuma-se conceituar urbanização como sendo “o aumento da população urbana em relação à população rural”, e nesse sentido só ocorre urbanização quando o percentual de aumento da população urbana é superior a da população rural.

 

Crescimento Urbano

Crescimento urbano é o deslocamento de um grande contingente de pessoas que saem da área rural para os centros urbanos (as cidades). Para que um país seja considerado urbanizado, a quantidade de pessoas que vivem nas cidades deve ser superior a quantidade que vive do campo.

Urbanização (INFRA ESTRUTURA)

Urbanização é o deslocamento de um grande contingente de pessoas que saem da área rural para os centros urbanos (as cidades). Para que um país seja considerado urbanizado, a quantidade de pessoas que vivem nas cidades deve ser superior a quantidade que vive do campo.

Sítio Urbano

Sítio urbano refere-se ao território onde o aglomerado encontra-se assentado.

Hierarquia Urbana

Vila

Cidade

Capital sub-regional ou centro regional

Metrópole

Megalópole

Definições

Municípios: São as menores divisões político-administrativas. Todo município possui governo próprio e sua área de atuação engloba a parte urbana e rural pertencente ao município.

Cidade: É a sede do município, independente do número de habitantes que possa ter. As atividades econômicas nas cidades diferem das do campo, sendo centralizadas nos setor secundário e terciário.

Metrópoles: São cidades com população absoluta superior a 1milhão de habitantes.

Megalópole: É a união de duas ou mais regiões metropolitanas.

Conurbação: É quando um município ultrapassa seus limites por causa do crescimento e, com isso, encontra-se com os municípios vizinhos formando uma só mancha urbana.

Região Metropolitana

É caracterizada pelo elevado grau de integração entre as cidades envolvidas ou um grande centro populacional, que consiste em uma cidade central, ou mais e sua zona adjacente de influência. Essas cidades, por sua vez acabam f ormando uma conurbação , O processo de conurbação é a formação de uma cidade, no sentido geográfico, sobretudo físico, a partir da fusão das áreas urbanas de vários formação de uma cidade, no sentido geográfico, sobretudo físico, a partir da fusão das áreas urbanas de vários municípios limítrofes, constituindo uma macha urbana única e contínua com grandes dimensões, ultrapassando os l imites político-administrativos de cada uma das localidades integrantes.

Macrocefalia Urbana: Caracteriza-se pelo crescimento acelerado dos centros urbanos, principalmente nas metrópoles, provocando o processo de marginalização das pessoas, que, por falta de oportunidade e baixa renda, residem em bairros que não possuem os serviços públicos básicos. Dessa forma, há o aumento do desemprego e a formação de favelas, resultando na exclusão social de todas as formas.

Verticalização: É a transformação arquitetônica de uma cidade, ou seja, a mudança da forma horizontal das construções (ex.: casas) para a verticalização (construção de prédios).

Origem das cidades

Natural ou Espontânea

Planejada

Artificial

Funções das cidades

Se destacam em uma determinada atividade em relação às outras.

Dentre as principais funções estão:

Cidades turísticas

Cidades industriais

Cidades portuárias

Cidades comerciais

Prestadoras de serviços.

Considera-se como “função da cidade” à atividade principal que leva a considerar esta ou aquela cidade “especializada” nessa mesma atividade. É claro que em todas as cidades existem inúmeras atividades (todas as cidades têm um pouco de todas as funções), contudo, há sempre uma delas que mais se destaca, e pela qual a cidade é conhecida e ganha fama.

Função político-administrativa – Esta é por excelência a atividade que caracteriza qualquer capital de Estado, pois costuma ser na capital do país, que se encontram a sede do Governo, bem como os centros de decisão das grandes empresas, banca, seguros, comunicações, embaixadas, etc… No entanto, ao longo da História, muitas cidades surgem por simples vontade dos seus governantes. São inteiramente planeadas e criadas para satisfazer uma necessidade ou conveniência política, como por exemplo Madrid, que foi mandada erguer por Filipe II, para colocar a capital no centro geométrico da Península; Versailles (arredores de Paris) existe por vontade de Luís XIV para ali passar férias – a capital é Paris; Brasília (inaugurada em 1960) foi ali existe por vontade de Luís XIV para ali passar férias – a capital é Paris; Brasília (inaugurada em 1960) foi ali construída numa tentativa de desenvolver o interior do Brasil e “descongestionar” o litoral.

Função industrial – Com a Revolução Industrial surgiram inúmeras cidades…. muitas delas entraram em declínio, com o esgotamento das matérias-primas e fontes energéticas que as “alimentavam”, mas a maioria das cidades que foram fruto da expansão industrial, ainda tem como principal função, a indústria. As indústrias são como imanes…são polos de atração de mão de obra e de outras indústrias que se interligam (bancos, seguros, transportes, alojamento, restaurantes….).

Como exemplo de cidades industriais, podem-se citar: Sines, Barreiro, Estarreja, Manchester, Joanesburgo, Turim, Essen, Manheim, Estugarda, Lille, etc…

Função comercial – É talvez a função urbana por excelência. Muitas das cidades atuais com esta função, têm a sua origem na Idade Média, onde em certas localidades se realizavam feiras, que foram adquirindo importância e levaram à fixação de populações, que foram aumentando, até se tornarem em centros urbanos com importância (ex. Frankfurt, Bruxelas). Se essas primeiras cidades comerciais surgiram em locais que reuniam condições naturais para as trocas de produtos (cruzamento de caminhos, portos de litoral e fluviais), hoje, essas condições bem como os modernos aeroportos e locais específicos de transporte rodoviário e ferroviário, continuam a proporcionar condições para as trocas comerciais.

Alguns exemplos: Marselha, Amsterdã, Colônia, Detroit, Dakar, Montreal.

Função financeira – De grande importância na vida moderna, consiste na centralização em determinadas cidades, das atividades que movimentam grandes somas de dinheiro, tais como a banca, os seguros, as Bolsas de Valores (Chicago, Nova Iorque, Paris, Tóquio, Berna, Zurique…)

Função de defesa (militar) – A maior parte destas cidades surgiu também na Idade Média, com as cidade-fortaleza, construídas preferencialmente no cimo de elevações, onde era edificado um castelo e rodeado por muralhas.

Muitas das atuais cidades derivam deste fator: Bragança, Leiria, Roma, Toledo, Almeida, Elvas….

Função cultural – Esta função relaciona-se com a edificação (também remontando à Idade Média) de universidades, conventos ou abadias, pois era o clero (naquela época) que detinha a literária.

Atualmente, para além de locais com famosas universidades, há ainda a acrescentar a cidades com esta função, locais de investigação e centros de estudo: Coimbra, Oxford, Cambridge, Salamanca.

Função religiosa – Surgiram em locais de “aparições”, de importantes mosteiros, catedrais, etc… Estes locais são considerados importantes centros de fé e atraem milhares de peregrinos (gerando assim enormes receitas a outros serviços – alimentares, alojamento, comerciais, etc..). (gerando assim enormes receitas a outros serviços – alimentares, alojamento, comerciais, etc..). São exemplos cidades como, Fátima, Meca, Vaticano, Santiago de Compostela, Jerusalém, Lourdes..

Função turística (lazer) – Engloba todas as cidades que reúnam boas condições climáticas quer para atividades de Verão, quer para atividades de desportos de Inverno, locais propícios ao divertimento e ainda locais termais. Cidades da Côte D’Azur, e “Algarve”, Saint Moritz, Nice, Monte Carlo, Las Vegas…

Definição

Dizemos que um país é urbanizado quando a população urbana (da sociedade) é maior do que a população rural (do campo), independente de infraestrutura.

O espaço ocupado por uma cidade é chamada de sítio urbano. as cidades podem crescer de 2 maneiras:

Horizontalmente -> para os lados.

verticalmente -> com a construção de prédios. é típica de grandes centros urbanos como Rio, São paulo e BH.

Quando uma cidade cresce horizontalmente pode acontecer um fenômino chamado conurbação.

Exemplos de conurbação:

Rio- caxias

Rio niteroi

Rio- são paulo, etc.

O crescimento urbano nem sempre tem um crescimento de infraestrutura, ou seja, o número de habitantes cresce, o espaço urbano cresce, mas a infraestrutura (transporta, lazer, coméria, saúde, habilitação) saneamento básico, etc…) não acompanha

Causas da urbanização

Desemprego no campo:

Mecanização do campo -> máquinas substituindo o homem.

Estatuto do trabalhador -> Rural (ETR)-> legalizou o trabalho no campo.

Concentração de terras (latifúndios) -> grande número de sem-terras.

Péssimas condições de vida ->saída do homem do campo para a cidade.

industrialização -> o campo passou a produzir matéria-prima e fornecer mão-de-obra para a indústria.

Consequências de urbanização

Desemprego nas cidades-> a mão-de-obra do campo é desqualificada para trabalhar nas indústrias.

Subemprego -> flanelinha, vendedor ambulante , camelô, etc.

Infra estrutura-> falta trasporte, hospitais, saneamento básico, etc…

Problemas ambientais -> lixo, poluição (rios, mares, lagoas, ar) desmatamentos, enchentes, deslizamentos de terras.

Proliferação de favelas.

Fonte: es.wikipedia.org/www.geobrasil2001.hpg.ig.com.br/www.slideshare.net/acessoeducacao.com.br resumoescolar.org

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