A camada de ozônio situada na Ozonosfera a uma altitude de aproximadamente 25 mil metros acima da crosta terrestre.
É indispensável à vida porque impede os perigosos raios ultravioletas de atingirem a superfície da Terra, tão prejudiciais à vida vegetal e animal.
O ar da atmosférica, ao nível do mar, apresenta em média um PPM (parte por milhão) de ozônio, mas a uma altitude de 25 Km, existe uma camada mais concentrada de ozônio.
Esta camada contém cerca de seis PPM de ozônio; é ela que protege a Terra da maior parte da irradiação solar de luz ultravioleta danificam os tecidos vivos.
Sem essa camada protetora de ozônio, os vegetais e animais provavelmente não sobreviveriam na Terra.
O ozônio (O3) é uma forma de oxigênio composto por três átomos em vez de dois. Forma-se quando as moléculas de oxigênio (O2) são cindidas e separadas pelos raios ultravioleta na alta atmosfera.
Os dois átomos livres de oxigênio (O) resultantes dessa reação rapidamente ligam-se a outras moléculas para formar o ozônio.
Este processo é reversível; os raios UV também rompem o ozônio formando O2 e O, criando assim, um equilíbrio natural entre O3, O2 e O.
A luz é indispensável à vida na Terra, contudo alguns tipos de luz são prejudiciais consoante o seu comprimento de onda.
A atmosfera absorve a maior parte das radiações ultravioleta, de alta energia, mas deixa passar algumas radiações da gama UV-B que são biologicamente nocivas.
Algumas formas de vida criaram maneiras de se protegeram da exposição aos raios UV, mas as alterações do espectro e da intensidade luminosa decorrente da diminuição da camada de ozônio poderão, no entanto, ser altamente prejudiciais.
Com o uso freqüente de clorofluorcarbonos.
Conhecidos como CFCs, aos poucos a camada de ozônio vai sendo destruída.
Isso faz aumentar a radiação ultravioleta que chega à superfície da Terra.
Os CFCs são usados como gás de refrigeração, desodorantes, aparelhos de ar condicionado, inseticidas, etc.
O CFC sobe lentamente para as zonas superiores além da camada de ozônio, onde, por ação dos raios ultravioleta, rompe-se, desprendendo cloro.
Esse cloro, mais denso que o ar daquelas alturas, cai e, ao passar pela camada de ozônio, reage com ele produzindo óxidos de cloro e oxigênio, que posteriormente se decompõem.
Outros gases que destroem a camada de ozônio são o tetracloreto de carbono, utilizado como solvente e o metilclorofórmio, também solvente, usado na produção de cola e etiquetadores.
No mês de Outubro foi anunciado pela NASA o novo record do burraco da camada de Ozônio que proteje a terra. O buraco esta com tres vezes e meia o tamanho do Brasil, são 29,5 milhões de quilometros quadrados, ou seja a camada de ozônio segundo cientistas já foi destruida 70% e os outros 30% restantes até 2015 poderá chegar a ZERO, impossibilitando a vida vegetal e animal no planeta.
Os cientistas também apontam soluções para reverter esse quadro, mas temos de agir rápido para colocar em prática os processos e procedimentos para reverter a destrição total da camada de ozônio.
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Fonte: www.ciaeco.com.br
A Camada de Ozônio é uma concentração de gás ozônio situada na alta atmosfera, entre 10 e 50 Km da superfície da Terra.
Ela funciona como um filtro solar, protegendo todos os seres vivos dos danos causados pela radiação ultravioleta do Sol.
A absorção do UV-B por essa espécie de escudo cria uma fonte de calor, desempenhando um papel fundamental na temperatura do planeta.
Mas algumas substâncias produzidas pelo homem, como os gases CFCs ( utilizados durante anos em geladeiras, condicionadores de ar, sprays etc), vêm atacando essa camada protetora, levando a uma diminuição desse filtro.

O resultado é que uma quantidade muito maior de raios UV-B está chegando à Terra.
A redução da Camada de Ozônio provoca efeitos nocivos para a saúde humana e para o meio ambiente.
Nos seres humanos, a exposição a longo prazo ao UV-B está associada ao risco de dano à visão, à supressão do sistema imunológico e ao desenvolvimento do câncer de pele.
Os animais também sofrem as consequências com o aumento do UV-B.
Os raios ultravioletas prejudicam os estágios iniciais do desenvolvimento de peixes, camarões, carangueijos e outras formas de vida aquáticas e reduz a produtividade do fitoplâncton, base da cadeia alimentar aquática.
Fonte: www.mma.gov.br