Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Camada de Ozônio  Voltar

Camada de Ozônio

A camada de ozônio é a camada da atmosfera que protege a Terra dos raios UV. Isto é feito por causa de uma forma de oxigênio chamado ozônio. O ozono é uma forma rara de oxigénio que só se forma na parte inferior da estratosfera. Por uma questão de fato, a formação de ozono desempenha um papel importante na absorção de 93-99% por cento de todos os raios UV do sol. Então como é que a camada de ozônio trabalho?

O processo inicia-se com as moléculas de oxigénio normais. Se você se lembrar de química da molécula de oxigênio normal tem dois átomos de oxigênio. Ozono tem três moléculas de oxigénio, mas só há uma maneira que isso pode ocorrer naturalmente na natureza. Isto é, quando o O2 é exposta à radiação ultravioleta. A molécula de oxigênio é dividido em oxigênio atômico. O oxigênio livre, então combina com as moléculas de oxigênio O2 restantes para fazer ozônio. Este processo contribui para efetivamente absorver a maior parte da radiação UV do sol. No entanto, por que é importante que a radiação UV que atinge a superfície da terra ser limitada?

A existência de vida na Terra é quase um milagre estatístico que envolve a Terra é a distância certa do Sol, sendo um planeta rochoso, com uma atmosfera e uma quantidade suficiente de água. No entanto, os efeitos da radiação foi provado no passado para ser letal para a comida delicado que evoluiu para sustentar a vida.

A primeira vítima da radiação UV seria o plâncton nos oceanos do mundo. O plâncton é a base da cadeia alimentar de milhões de criaturas grandes e pequenas que dependem para seu sustento. Sem a sua fonte de alimento destas criaturas do mar morreria e sem eles seus predadores também morreriam de fome.

Acredita-se que uma situação semelhante causado um evento de extinção em massa que terminou o período pré-cambriano da pré-história. Assim, vemos como ainda agora que a absorção dos raios ultravioleta pela camada de ozônio é importante.

Infelizmente, a camada de ozônio está começando a se esgotar devido à poluição do ar e outros fatores. A fonte principal da destruição do ozônio tem sido a produção de clorofluorcarbonos ou CFC. Estes foram utilizados em produtos que feito uso de latas de spray. CFC está na atmosfera quebrar em um processo semelhante ao ozônio e produzir os próprios átomos livres que interferem com a formação natural de ozônio. Como as graves consequências das nações este foram realizados agiu para começar a reduzir e, eventualmente, proibir o uso de CFC.

A camada de ozono é a porção da atmosfera que contém níveis elevados de oxigénio a molécula de ozono. Esta molécula desempenha um papel importante atuando como um escudo UV natural para a Terra. Você pode se perguntar onde está a camada de ozônio localizado a desempenhar um papel tão vital de forma eficaz. A camada de ozônio é realmente localizado na estratosfera em uma região que é de 10 a 50 km acima da Terra.

Então, por que é a camada de ozônio é tão importante? Como falar antes o segredo está em moléculas de oxigênio. Oxigênio normal em seu estado molecular natural é composta de apenas dois átomos. No entanto, isto muda quando o oxigênio na termosfera está exposto os raios ultravioletas do sol. Os raios de oxigênio separado as moléculas de oxigênio livre junta-se com as duas moléculas de oxigênio átomo restantes para criar ozônio. Esse processo pode parecer simples, mas que ajuda a filtrar os 99,5 por cento da radiação ultravioleta que o Sol envia para a Terra. Os momentos em que a camada de ozônio não filtrar este tipo de radiação em níveis tais vida foi quase dizimado de acordo com o registro geológico.

Você pode pensar que isso é um exagero até que você observar os danos biológicos raios UV pode fazer. Nós já vimos o dano causado quando as pessoas não tomam as devidas precauções quando vai à praia. O menor dano vem na forma de queimadura solar. Pessoas superexposta aos raios UV que fazem a terra tem a sua pele danificada pela energia UV que penetra a pele. No entanto, torna-se mais grave quanto mais uma pessoa é exposta aos raios UV. A razão é porque o dano chega ao nível celular, causando câncer e dano genético. Essencialmente, é como ser exposto a um reator nuclear em derreter. A radiação de alta energia ao longo do tempo se acumulam dano em tecidos vivos, até que matou o organismo exposto a ele.

Apesar de sua importância indústria produziu e lançou produtos químicos no ar que interferiu com o ciclo de ozônio. O principal problema químico CFC está impedido moléculas de oxigênio a partir de completar o processo de colagem que é importante para a conclusão do ciclo de ozônio isso causou uma grande destruição do ozônio em áreas-chave da atmosfera da Terra. Este é enorme quando a concentração natural de ozônio já foi bastante baixa. Isso só serve para mostrar o delicado equilíbrio que estava chateado. Felizmente nações ao ouvir os danos causados proibições iniciados na indústria enquanto o CFC tentou encontrar alternativas para o uso em produtos. O resultado começou a aparecer com a destruição do ozônio na verdade retardar e reverter com a recuperação prevendo cientista dentro do próximo século.

Fonte: www.universetoday.com

Camada de Ozônio

Situada na estratosfera, entre os quilômetros 20 e 35 de altitude da superfície terrestre, a camada de ozônio tem cerca de 15 km de espessura. Sua constituição, há cerca de 400 milhões de anos, permite o desenvolvimento da vida no meio terrestre, já que o ozônio, um gás rarefeito cujas moléculas compõem-se de três átomos de oxigênio, protege a Terra da radiação ultravioleta emitida pelo Sol.

Redução na camada de ozônio

Como a composição da atmosfera nessa altitude é bastante estável, a camada de ozônio manteve-se inalterada ao longo de milhões de anos. Nas últimas décadas, no entanto, os cientistas vêm constatando uma diminuição na concentração de ozônio, decorrente da emissão de poluentes pelo homem. O cloro, presente nos compostos de clorofluorcarbonos (CFCs), é identificado como o principal responsável. O CFC é utilizado como propelente em algumas espécies de sprays, em embalagens de plástico, chips de computadores, solventes utilizados pela indústria eletrônica e, especialmente, em aparelhos de refrigeração, como geladeira e ar-condicionado.

Os primeiros alertas sobre a perda de espessura do escudo protetor são feitos pela Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa), a partir de pesquisas realizadas entre 1979 e 1986. Os estudos também indicam a existência de um buraco de cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados sobre a Antártica. Em 1992 a Nasa identifica um segundo buraco, desta vez sobre o Pólo Norte, chegando às regiões próximas ao Círculo Polar Ártico. Em setembro de 1995, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulga que o buraco sobre o continente antártico já atinge cerca de 10 milhões de km², área equivalente ao território europeu.

Conseqüências

A redução da camada de ozônio permite uma maior incidência dos raios ultravioleta na Terra, intensificando o efeito estufa . Esse tipo de radiação também é nocivo a qualquer forma de vida existente no planeta. Mais de dois terços das espécies vegetais, por exemplo, são danificadas com a sua incidência. Nos seres humanos, compromete a resistência do sistema imunológico e provoca principalmente câncer de pele e doenças oculares, como a catarata. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep) calcula que a cada 1% de destruição na camada de ozônio são originados no mundo 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil de catarata.

Políticas ambientais

Em 1987, representantes de 24 países reunidos no Canadá assinam o Protocolo de Montreal, comprometendo-se a restringir pela metade a produção de CFC até 1999. Em junho de 1990, a Organização das Nações Unidas (ONU) determina o fim gradativo da fabricação de CFC até o ano 2010. No mesmo ano, é criado o Programa Brasileiro de Eliminação da Produção e Consumo das Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, que pretende eliminar a utilização de CFC no país até 2001.

O que é a Camada de Ozônio

O ozônio é um gás existente na atmosfera da Terra, concentrando-se na chamada estratosfera, uma região situada entre 20 e 40 km de altitude.

A diferença entre o ozônio e o oxigênio dá a impressão de ser muito pequena, pois se resume a um átomo: enquanto uma molécula de oxigênio possui dois átomos, uma molécula de ozônio possui três.

Essa pequena diferença, no entanto, é fundamental para a manutenção de todas as formas de vida na Terra, pois o ozônio tem a função de proteger o planeta da radiação ultravioleta do Sol. Sem essa proteção, a vida na Terra seria quase que completamente extinta.

O ozônio sempre foi mais concentrado nos pólos do que no equador, e nos pólos ele também se situa numa altitude mais baixa. Por essa razão, as regiões dos pólos são consideradas propícias para a monitoração da densidade da camada de ozônio.

Desde 1957 são feitas medições na camada de ozônio acima da Antártida e os valores considerados normais para aquela região variam de 300 a 500 dobsons1. No ano de 1982, porém, o cientista Joe Farman, juntamente com outros pesquisadores da British Antartic Survey, observaram pela primeira vez estranhos desaparecimentos de ozônio no ar sobre a Antártida. Como estavam usando um equipamento já um tanto antigo, e os dados que estavam coletando não tinham precedentes, em vista da grande diminuição da concentração do gás (cerca de 20% de redução na camada de ozônio), acharam por bem esperar e fazer novas medições em outra época, com um aparelho mais moderno, antes de tornar público um fato tão alarmante. Além disso, o satélite Nimbus 7, lançado em 1978 com a função justamente de monitorar a camada de ozônio, não havia até então detectado nada de anormal sobre a Antártida.

Joe Farman e seus colegas continuaram medindo o ozônio na Antártida nos dois anos seguintes, no período da primavera, e constataram não só que a camada de ozônio continuava diminuindo como ainda que essa redução tornava-se cada vez maior. Agora estavam usando um novo equipamento, o qual lhes indicou, em 1984, uma redução de 30% na camada de ozônio, valor esse confirmado por uma outra estação terrestre situada a 1.600 km de distância. Nos anos seguintes a concentração de ozônio continuou a cair na época da primavera e, em 1987, verificou-se que 50% do ozônio estratosférico havia sido destruído, antes que uma recuperação parcial ocorresse com a chegada do verão antártico.

O satélite Nimbus 7 não havia detectado as primeiras reduções na camada de ozônio por uma razão muito simples: ele não havia sido programado para detectar níveis de ozônio tão baixos. Valores abaixo de 200 dobsons eram considerados erros de leitura, e por isso não eram levados em conta…

Os cientistas não podiam prever que uma alteração tão drástica na ordem natural pudesse ocorrer, e por essa razão não haviam considerado essa hipótese.

Num artigo científico escrito em 1987, Joe Farman declarou: "Antes de 1985 todos os químicos atmosféricos pensavam que estavam no caminho certo de compreenderem o ozônio. As observações e os modelos propostos se harmonizavam. Mudanças observadas e previstas eram de menos de 1% por década.

Entretanto, sobre a Antártida a destruição é hoje em dia superior a 50%, e isto por um período entre 30 e 40 dias a cada ano."

Naquela época Joe Farman ainda não podia imaginar que a destruição ainda aumentaria muito mais nos próximos anos, que o buraco se alargaria, que sua ocorrência não ficaria restrita a alguns dias por ano e nem que surgiriam outros pontos no globo com decréscimo do nível de ozônio.

De fato, já mesmo em 1987 foram detectadas ocorrências menores, apelidadas de "mini-buracos", que apareceram próximos a região polar.

O próprio buraco antártico apresentou variações inconcebíveis naquele ano: em outubro havia desaparecido nada menos que 97,5% do ozônio detectado em agosto, na altitude de 16,5 km.

Em seu livro O Buraco no Céu, publicado em 1988, John Gribbin afirma que mesmo que não houvesse sido detectado o buraco no ozônio na Antártida, os anos de 1986 e 1987 já teriam dado motivos de sobra para preocupação. Medições de satélite indicaram, já naquela época, uma "impressionante diminuição geral na concentração de ozônio estratosférico ao redor do globo." Essa redução já havia alcançado o sul da América do Sul, Austrália e Nova Zelândia, essa última com um decréscimo de 20%. A Suíça também mostrou preocupação na época, quando medições feitas com instrumentos em terra revelaram um estreitamento da camada de ozônio sobre o país.

Em 1991, a NASA anunciou que o ozônio estratosférico sobre a Antártida havia atingido o nível mais baixo até então registrado: 110 dobsons, para um nível esperado de 500 dobsons. Também em 1991, o Programa das Nações Unidas Para o Meio Ambiente (PNUMA) revelou que, pela primeira vez, estava-se produzindo uma perda importante do ozônio tanto na primavera como no verão, e tanto no hemisfério norte como no hemisfério sul, em latitudes altas e médias (no verão os raios solares são muito mais perigosos que no inverno).

Em 1992 verificou-se que havia-se formado um buraco também sobre o Ártico, com uma redução de 20% do ozônio.

O novo buraco do Ártico não só permaneceu como continuou aumentando: nos três primeiros meses de 1996 ele cresceu mais de 30%, estabelecendo um novo recorde.

Ainda em 1992 os pesquisadores constataram que a destruição estava se generalizando mais ainda, ocorrendo de forma global desde a Antártida até o Ártico, nos trópicos e nas regiões de latitudes médias, com uma redução variando entre 10% e 15%. Em setembro de 1994, 226 cientistas de 29 países haviam entregue à OMM um relatório onde afirmavam que de 1992 a 1994 haviam sido registrados "níveis recordes" de destruição da camada de ozônio.

Em 1995 a OMM avisou que o buraco na camada de ozônio na Antártida havia atingido o tamanho recorde de 10 milhões de km², área aproximadamente igual a da Europa2.

A revista Veja do mês de setembro de 1995 reagiu desta forma ao anúncio da OMM: "O cenário de homens consumidos por violentos carcinomas de pele voltou a povoar os pesadelos do século com o anúncio feito na semana passada pela Organização Meteorológica Mundial."

Em novembro daquele ano, também de acordo com a OMM, o buraco apresentara a maior área já registrada para aquela época do ano, em seu movimento cíclico de expansão e redução: 20 milhões de km². Entre setembro e outubro de 1996, o tamanho da destruição era de nada menos que 22 milhões de km²...3

O efeito imediato da redução da camada de ozônio é o aumento da nociva radiação ultravioleta UV-B (veja mais detalhes adiante). No ano de 1993, o Dr. Paul Epstein, da Universidade de Harvard, já havia previsto que em razão do aumento da radiação ultravioleta, o bacilo do cólera poderia estar sofrendo mutações mais aceleradas, adquirindo fatores resistentes a antibióticos presentes nos gigantescos blocos de algas flutuantes nos mares.

Em 1995, o Instituto Scripps de Oceanografia de San Diego, Califórnia, informou que partes da América do Norte e Europa Central, o Mediterrâneo, a África do Sul, a Argentina e o Chile já estavam sendo submetidos a aumentos significativos de irradiação…

Em março de 1996, o assessor especial da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Romen Boykov, alertou: "Não estamos falando de regiões desérticas, mas de regiões povoadas, onde os níveis de radiação duplicaram. Isso é muito preocupante!" Boykov fazia referência agora à redução constatada de 45% de ozônio em um terço do hemisfério norte.

Pesquisadores americanos afirmaram na época que a média anual de radiação ultravioleta no hemisfério norte estava aumentando 6,8% por década, incluindo áreas da Inglaterra, Alemanha, Rússia e Escandinávia. No hemisfério sul, a taxa de aumento era de 9,9% por década, atingindo o sul da Argentina e do Chile.

O cientista atmosférico Jay Herman avisou: "O aumento da radiação UV-B é maior nas latitudes altas e médias, onde a maioria das pessoas mora e onde a maior parte da agricultura ocorre." No Brasil, no início de 1997, chegava a notícia de que sobre os Estados do Nordeste o nível de radiação ultravioleta havia aumentado 40% em comparação com igual período de 1996…

Como é de praxe, já começaram a aparecer algumas idéias mirabolantes para resolver o problema. Pesquisadores russos apresentaram um estudo segundo o qual seria possível reparar a camada de ozônio utilizando equipamentos de raios laser e satélites. O projeto consiste na montagem de um sistema com 30 a 50 satélites que bombardeariam a atmosfera com raios laser ultrapotentes, estimulando a produção de até 20 milhões de toneladas anuais de ozônio. Esses cientistas acreditam que o problema pode ser contornado em dez anos, a um custo estimado de 100 bilhões de dólares.

Apenas com base numa amostragem de todos os fracassos humanos já colecionados nas tentativas anteriores de dominar, intervir ou até mesmo prever fenômenos da natureza, já podemos afirmar, sem medo de errar, que mesmo que tal projeto fosse exeqüível, o resultado final seria mais um fiasco. Se for para incentivar atitudes desse tipo, exacerbadas e irrealistas, é melhor que se continue apresentando outras iniciativas, também inócuas, mas pelo menos não tão dispendiosas, como a pomposa proibição da fabricação de CFC e a decretação do "Dia Internacional do Ozônio", comemorado em 16 de setembro de cada ano.

Mas quais são os efeitos que a redução da camada de ozônio pode trazer ao planeta, e aos seres humanos em particular? Devastadores talvez seja um adjetivo adequado.

Em 1975, um cientista chamado Mike McElroy, ao estudar os efeitos que adviriam de uma destruição da camada de ozônio, advertiu que isso poderia ser usado como uma nova arma de guerra. Um composto químico como o bromo, caso lançado deliberadamente na atmosfera, daria origem a um buraco na camada de ozônio sobre o território inimigo, incapacitando pessoas desprotegidas e destruindo plantações.

Se a destruição da camada de ozônio já foi imaginada como uma arma de guerra, o leitor pode fazer uma idéia dos efeitos a que estarão sujeitos a população e o meio ambiente com esse acontecimento.

Nós percebemos com os nossos sentidos uma parte da energia emitida pelo Sol, através da luz e do calor. Mas o Sol emite energia também fora da faixa que denominamos luz visível, e que não é portanto percebida pelos nossos olhos. A faixa "acima" da luz visível é chamada infravermelha e a faixa "abaixo" da luz visível é chamada ultravioleta. "Acima" e "abaixo" significam comprimentos de onda de irradiação maiores ou menores. Mas isso não vem ao caso, o que interessa saber é que irradiações com comprimentos de onda menores contêm muito mais energia concentrada, sendo portanto muito mais fortes, ou, em outras palavras, muito mais perigosas.

A natureza, sabiamente, protegeu o planeta Terra com um escudo contra a irradiação ultravioleta prejudicial. Esse escudo, a camada de ozônio, absorve grande parte da radiação ultravioleta perigosa, impedindo que esta chegue até o solo.

Toda a vida na Terra é especialmente sensível à radiação ultravioleta com comprimento de onda entre 290 a 320 nanômetros4.

Tão sensível, que essa radiação recebe um nome especial: UV-B, que significa "radiação biologicamente ativa". A maior parte da radiação UV-B é, pois, absorvida pela camada de ozônio, mas mesmo a pequena parte que chega até a superfície é perigosa para quem se expõe a ela por períodos mais prolongados.

A UV-B provoca queimaduras solares e pode causar câncer de pele, inclusive o melanoma maligno, freqüentemente fatal. A Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental estima que 1% de redução da camada de ozônio provocaria um aumento de 5% no número de pessoas que contraem câncer de pele. Em setembro de 1994 foi divulgado um estudo realizado por médicos brasileiros e norte-americanos, onde se demonstrava que cada 1% de redução da camada de ozônio, desencadeava um crescimento específico de 2,5% na incidência de melanomas.

Aliás, já em 1995 se observava um aumento nos casos de câncer de pele e catarata em regiões do hemisfério sul, como a Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e a Patagônia. Em Queensland, no nordeste da Austrália, mais de 75% dos cidadãos acima de 65 anos apresentam alguma forma de câncer de pele; a lei local obriga as crianças a usarem grandes chapéus e cachecóis quando vão à escola, para se protegerem das radiações ultravioleta. A Academia de Ciências dos Estados Unidos calcula que apenas naquele país surjam anualmente 10 mil casos de carcinoma de pele por causa da redução da camada de ozônio.

O Dr. Signey Lerman, da Universidade Emory, na Geórgia, elaborou um estudo onde afirma que a redução de 1% na camada de ozônio provocaria, só nos Estados Unidos, um aumento de 25 mil casos anuais de catarata na vista.

Há estimativas indicando que uma redução de 50% na camada de ozônio em redor do planeta provocaria cegueira e queimaduras de pele com formação de bolhas num prazo de dez minutos.

A radiação UV-B também inibe a atividade do sistema imunológico humano, o mecanismo natural de defesa do corpo. Além de tornar mais fáceis as condições para que os tumores se desenvolvam sem que o corpo consiga combatê-los, supõe-se que haveria um aumento de infecções por herpes, hepatite e infecções dermatológicas provocadas por parasitas.

A maior parte das plantas ainda não foi testada quanto aos efeitos de um aumento da UV-B, mas das 200 espécies analisadas até 1988, dois terços manifestaram algum tipo de sensibilidade. A soja, por exemplo, experimenta uma redução de 25% na produção quando há um aumento de 25% na concentração de UV-B. O fitoplâncton, que tal como o zooplâncton constitui a base da cadeia alimentar marinha, assim como as larvas de alguns peixes, também sofrem efeitos negativos quando expostos a uma maior radiação UV-B. Já se constatou também que rebanhos apresentam um aumento de enfermidades oculares, como conjuntivite e até câncer, quando expostos a uma incidência maior de UV-B.

Ressalte-se que todos esses efeitos são ocasionados por um acréscimo na pequena parte da radiação ultravioleta que não é absorvida pela camada de ozônio.

Existe, contudo, um outro tipo de radiação ainda mais temível: a UV-C. A radiação UV-C apresenta comprimentos de onda entre 240 e 290 nanômetros e é (até agora) completamente absorvida pelo ozônio estratosférico. Sabe-se que a UV-C é capaz de destruir o DNA (ácido desoxirribonucléico), a molécula básica da vida, que contém toda a informação genética dos seres vivos. Segundo John Gribbin, "ninguém é capaz de afirmar com certeza quais seriam as conseqüências de deixar essa radiação chegar até a superfície da Terra…"

A camada de ozônio tem, pois, uma importância crucial para a vida na Terra. Sua destruição equivale a uma redução da capacidade imunológica do planeta.

Agora, na época do Juízo, o ser humano que por milênios viveu de forma antinatural perdeu o direito de manter-se protegido de efeitos nocivos, sejam doenças oportunistas ou radiação ultravioleta danosa. A AIDS e a redução da camada de ozônio têm muito em comum.

São efeitos similares em escalas diferentes, pois a causa de ambos os processos é a mesma: a intensificação do Juízo Final na Terra. Ambos os acontecimentos retiram dos seres humanos a proteção previamente existente contra agentes prejudiciais à saúde. Num caso, a radiação ultravioleta maléfica, no outro, as doenças oportunistas que atacam o organismo debilitado pelo vírus HIV, causador da AIDS.

A explicação da ciência, naturalmente, está longe dessa conclusão. A tese mais aceita hoje em dia é que o buraco do ozônio foi causado pelo próprio ser humano, através da contínua emissão na atmosfera de um composto químico, o clorofluorcarbono, mais conhecido como CFC. O átomo de cloro desse composto é apontado como o vilão da história; alguns estudos sugerem que um único átomo de cloro é capaz de destruir cem mil moléculas de ozônio.

Naturalmente, não se pode negar a influência da poluição gerada pelo ser humano nos desequilíbrios do meio ambiente. Mas a magnitude e velocidade da destruição da camada de ozônio não pode ser explicada apenas pela maior concentração de CFC na atmosfera. Uma matéria de setembro de 1995 da revista Veja sobre o assunto informava que os CFCs encaixavam-se muito bem no modelo químico de destruição do ozônio, e por isso ficaram com a pecha de culpados. "Até o momento, não há melhor explicação para o fenômeno", dizia a reportagem.

Até agora, os modelos matemáticos que tentaram prever o decréscimo futuro da camada de ozônio com base na quantidade de CFC existente na atmosfera falharam completamente. Os dados do satélite Nimbus 7 indicavam (até 1988) que o ozônio em latitudes mais setentrionais vinha desaparecendo quatro a seis vezes mais rápido do que o previsto nos modelos.

Além disso, nenhum dos modelos previu a formação dos buracos sobre a Antártida e o Ártico, tampouco a redução do ozônio em latitudes médias.

A NASA tentou esclarecer: "A habilidade da atmosfera em compensar as perdas de ozônio é menor do que pensávamos."

O fato é que a redução da camada de ozônio não pode ser explicada apenas pela maior concentração de cloro na atmosfera. John Gribbin, por exemplo, apesar de concordar com a idéia do CFC, deixa algumas dúvidas no ar em seu livro O Buraco no Céu, conforme se depreende dos trechos transcritos abaixo:

"Tudo se encaixa logicamente, envolvendo o cloro e o Cl O no desenvolvimento do buraco (ainda que haja muito pouco Cl O abaixo de uma altitude aproximada de 16 km, e sejam necessários mais estudos de química e dinâmica para explicar o que está acontecendo ali). (…) Parece que estão nos dizendo os dados coletados por satélite] que, ultimamente, a destruição do ozônio estratosférico vem acontecendo duas vezes mais rápido do que se pode explicar mediante a soma de todos os efeitos, desde CFCs e óxido nitroso até atividade solar. (…) Sem dúvida, parte disso [a redução do ozônio] pode ser devida a mudanças do Sol. (…) É possível que efeitos relacionados à alteração na atividade solar tenham ajudado a formar as condições especiais sobre a Antártida,que têm permitido que o buraco cresça tanto, em tão breve espaço de tempo."

A suposição de alterações na atividade solar como causa da redução da camada de ozônio não deveria ser negligenciada. Vimos, no tópico sobre o Sol, que a tempestade solar de 1972 acarretou um decréscimo de mais de 10% na concentração de ozônio da estratosfera. Um estudo mais detalhado mostrou que a destruição sobre o pólo norte naquele ano foi de 16%. Ninguém ainda conseguiu estimar qual seria o efeito de uma outra explosão solar como a de 1972 agora, com os buracos nos pólos e a redução contínua do ozônio em diversas partes do globo.

Mas será que essa situação tão grave, da destruição da camada de ozônio, vem tendo a repercussão necessária? A repercussão é, sem dúvida, maior do que no caso das alterações do comportamento do Sol, porque trata-se de um fenômeno mais próximo da humanidade. Todavia, como as notícias, até agora, aparecem bastante espaçadas no tempo, acabam não tendo o impacto que poderiam e deveriam ter, mesmo porque o ser humano procura esquecer o mais rápido possível qualquer coisa que lhe pareça desagradável.

Abaixo são reproduzidos alguns trechos de notícias que, lidos em conjunto, dão uma idéia mais nítida da gravidade da situação:

Manchete: Destruição da Camada de Ozônio Atinge Europa

"A destruição da camada de ozônio não se limita mais à Antártida. A partir deste ano, vem atingindo também o norte da Europa, Sibéria, Alasca e Canadá. E, pela primeira vez, esse fato ocorreu na primavera e no verão. O documento aponta ainda a destruição do ozônio nas altas e médias latitudes do hemisfério sul (Argentina, Chile, Austrália e Nova Zelândia). (…) Nas regiões temperadas não há propriamente um ‘buraco’ na camada de ozônio, mas várias falhas, ou seja, zonas onde o gás é muito rarefeito, como um tecido esgarçado que deixa passar a radiação ultravioleta do Sol."5 (O Estado de S. Paulo - 21.10.91)

Manchete: Buraco causa cegueira em coelhos

"Coisas esquisitas começaram a acontecer no sul do Chile. Os pescadores estão capturando salmões cegos. Os camponeses relatam que os coelhos selvagens desenvolveram olhos saltados (exoftalmia) e devem estar sofrendo de distúrbios oculares, uma vez que são capturados com muita facilidade. Rodolfo Mancilla, um criador de ovelhas da Terra do Fogo, diz que seus animais também estão ficando cegos. Algumas mudas de árvores estão mostrando um desenvolvimento deformado nesta primavera austral, enquanto certos tipos de algas marinhas estão segregando um pigmento vermelho nunca observado anteriormente. Em Punta Arenas, há medo e preocupação em torno do bombardeamento invisível de radiação ultravioleta B. Ninguém sai de casa sem a proteção de chapéus ou óculos escuros. Os médicos vêm sendo insistentemente procurados por pacientes portadores de alergias e irritações oculares e dermatológicas." (Gazeta Mercantil - 21.11.91)

Manchete: Buraco aumenta também no verão

"Um estudo patrocinado pelas Nações Unidas forneceu a primeira evidência de redução da camada de ozônio sobre porções do hemisfério norte, incluindo os Estados Unidos, no período do verão, informou a UPI. (…) Um relatório da NASA, divulgado em abril passado, mostrou que o buraco na camada de ozônio sobre regiões dos Estados Unidos estava aumentando a uma velocidade duas vezes maior do que a que se acreditava anteriormente. (…) A situação constatada terá conseqüências muito graves para a vida marinha, assim como para a humanidade, porque um aumento da radiação ultravioleta que atinge a Terra pode matar o fitoplâncton, que é a base da cadeia alimentar da vida marinha." (Gazeta Mercantil - 22.11.91)

"Ao contrário do que vinha anualmente ocorrendo, neste ano o buraco de ozônio da Antártida não se dissipou no outono. Na mesma direção, os instrumentos assinalaram os mais baixos níveis de gás até agora registrados na região da estratosfera sobre aquele continente. Isso sugere que o buraco anual está aumentando. Como se não bastasse, verificou-se que durante os meses de verão o ozônio está regularmente diminuindo não só nos pólos, mas também nas latitudes médias, onde existem regiões densamente povoadas. (…) A existência de outro buraco no Ártico já é conhecida há algum tempo e a revista Science (n.º 255/797) adverte que ele poderá estender-se para o sul, afetando até a povoada Europa. (…) O pesquisador Joe W. Waters afirma que recentemente se observaram línguas de ar pobre de ozônio atingindo os pólos norte e sul a partir dos trópicos, o inverso do caminho usual da destruição do ozônio atmosférico." (Folha de S. Paulo - 02.08.92)

Manchete: Cidade chilena vive ameaça de "fim do mundo"

"Um dos moradores [de Punta Arenas] ficou sem camisa sob o Sol durante meia hora e sofreu tanta queimadura que parecia ‘ter estado no Havaí’. Ovelhas e outros animais ficaram cegos e morreram de fome porque não conseguiram achar comida. Plantas sadias definharam de uma hora para outra. Os cientistas suspeitam que esses fenômenos tenham sido provocados pela destruição da camada de ozônio, que bloqueia a maior parte do radiação ultravioleta do Sol. Em outubro passado, os satélites detectaram o menor nível de ozônio sobre a região." (Folha de S. Paulo - 17.01.93)

Manchete: Cresce buraco na camada de ozônio no país

"Aumentou em 18% o buraco na camada de ozônio no sul do país [Brasil] em comparação com o ano de 1994. (…) ‘A proteção nunca havia caído tanto quanto neste ano’, comunicou ontem o diretor do LACESM (Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria), Paulo Sarkis. ‘Nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e até Paraná, as pessoas devem evitar a exposição ao Sol’, advertiu Sarkis." (O Estado de S. Paulo - 14.11.95)

Manchete: Raios do mal em ação

"Durante quatro dias no início deste mês [novembro de 1995], as maléficas radiações ultravioletas atingiram a pele dos gaúchos com o dobro da intensidade normal. (…) Naquele período houve uma diminuição na concentração de ozônio atmosférico de cerca de 20%." (Revista Veja - 22.11.95)

Os extratos acima deveriam constituir-se num alerta para os seres humanos, a respeito de um dos mais drásticos sinais do desencadeamento do Juízo Final na matéria grosseira desta Terra. Nos próximos anos as notícias a respeito da destruição da camada de ozônio continuarão a sobressaltar a humanidade, tindependentemente de qualquer acordo internacional para redução de CFC e outros poluentes. Nenhuma ação humana, nem mesmo a vontade inteira da humanidade podem alterar algo nisso, pois trata-se de um efeito de retorno cármico da Lei da Reciprocidade, a qual atua agora de modo muito mais reforçado pela intensificação da irradiação julgadora do Juízo.

PROTEÇÃO DA CAMADA DE OZÔNIO

O Brasil aderiu em 19 de março de 1990 à Convenção de Viena e ao Protocolo de Montreal (Decreto nr. 9.280 de 07.06.90), bem como, aos Ajustes adotados na reunião de Londres em 1990 (Decreto nr. 181 de 25/07/91).

Diante da importância do tema a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou, em 23 de janeiro de 1995, resolução proclamando o dia 16 de setembro como o "Dia Internacional para a Proteção da Camada de Ozônio".

A materialização das decisões do Protocolo de Montreal, estimulou, a nível interno, a publicação de vários instrumentos normativos, a elaboração de um programa para o Brasil, o estabelecimento de plano de eliminação do uso de um agrotóxico incluído recentemente no Protocolo (brometo de metila) e a defesa dos projetos nacionais que pleiteiam recursos do Fundo Multilateral para a Implementação do Protocolo de Montreal.

Em 1994, o programa nacional denominado "Programa Brasileiro de Eliminação da Produção e do Consumo das Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio - PBCO", retratou a situação do parque industrial que utiliza substâncias que destroem a camada de ozônio, apresentou estratégias no sentido de eliminar o uso dessas substâncias por meio da conversão industrial a tecnologias livres do uso desses gases. Esse Programa monta em cerca de US$ 900 milhões, dos quais parte poderá vir dos recursos do Fundo Multilateral para a Implementação do Protocolo de Montreal.

Até o presente, esse Fundo está financiando, para o Brasil, 28 projetos nos diversos setores, totalizando US$ 12,3 milhões. O setor privado, também, está participando com recursos próprios em projetos com o objetivo de agilizar a conversão industrial, atendendo, assim, o estabelecido no PBCO que tem como prazo final o ano 2000 para a eliminação da produção e do uso das substâncias que destroem a camada de ozônio, embora o Brasil pudesse se beneficiar do prazo até 2010 (estipulado para países em desenvolvimento).

O consumo brasileiro de substâncias que destroem a camada de ozônio, abaixo de 100g/hab/ano, é consideravelmente inferior ao teto fixado pelo Protocolo para países em desenvolvimento (300g/anuais per capita) e aos patamares de consumo de países desenvolvidos. Embora o país esteja nessa situação favorável, o Governo brasileiro vem envidando esforços no sentido de eliminar o uso dessas substâncias antes dos prazos previstos pelo Protocolo.

A questão fundamental para a proteção da camada de ozônio, além da implementação dos projetos de conversão, é a regulamentação para a produção (importação/exportação), consumo, recolhimento, recuperação e reciclagem das substâncias que destroem a camada de ozônio, que é competência do Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal/Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (MMA/IBAMA) e a fiscalização a ser executada pelo IBAMA e Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs).

Para coordenar as ações referentes à proteção da camada de ozônio, incluindo a implementação do PBCO, o governo instituiu um Comitê Executivo Interministerial - PROZON, pelo Decreto de 19 de setembro de 1995.

Acaba de ser preparado pelo MMA um relatório das atividades brasileiras para a proteção da camada de ozônio ("O Brasil e a Proteção da Camada de Ozônio"). Esse relatório consubstancia as ações, dados e planos do Governo brasileiro visando à implementação do Protocolo de Montreal.

Podendo-se destacar:

Envio de Projeto de Lei ao Congresso Nacional que incorpora as restrições definidas na Resolução CONAMA nº 13/95 (obriga as empresas que trabalham, produzem ou comercializam e manuseiam substâncias que destroem a camada de ozônio a se cadastrarem no IBAMA, bem como a proibição, segundo calendário, do uso dessas substâncias em novos equipamentos nacionais ou importados);

Apoio financeiro (R$ 870 mil em 1996) ao Laboratório de Ciências Espaciais da Universidade Federal de Santa Maria, RS - LACESM para dar continuidade ao monitoramento do fenômeno "Buraco do Ozônio Antártico". A implantação de uma estação de monitoramento atmosférico, incluindo ozônio, em Arembepe, BA (UFBA e INMET) e outra para a medição de raios ultravioleta, em Brasília, DF (INMET).

Notas de Texto

1. Dobson é a unidade que mede a concentração de ozônio. É uma medida de comprimento e indica a altura que teria a camada de ozônio se toda ela fosse trazida para baixo, à pressão do nível do mar e à temperatura de 0ºC. Um dobson equivale a um milionésimo de centímetro; 500 dobsons correspondem a uma espessura de ozônio de 5 milímetros, nas condições descritas de temperatura e pressão padronizadas.
2
. Em 1985 o buraco apresentava uma área de cerca de 5,7 milhões de Km², em 1990 já era de 7,5 milhões de Km², e em 1995 chegou aos 10 milhões de Km².
3.
O buraco atingiu 20 milhões de Km² na sua expansão máxima em 1995, diminuindo depois de tamanho. O buraco se expande e se contrai; porém, no final de cada contração ele fica maior do que no ciclo anterior.
4.
Um nanômetro equivale a um bilionésimo do metro.
5.
O buraco na Antártida funciona como um ralo, sugando partes da camada de ozônio de outras regiões da Terra e adelgaçando-a.

Fonte: campus.fortunecity.com

Camada de Ozônio

O que é

É uma camada formada pelo O3 (gás ozônio) nas partes altas da atmosfera, cerca de 15 a 50Km acima da Terra, ela protege a terra dos raios UV(ultra violeta) que podem causar câncer.

Nas ultimas décadas com a liberação de gases como o CFC (Clorofluorcarbono) que reagem com o ozônio, a camada vem ficando cada vez menos espessa, o que as pessoas chamam de "buraco".

Assim ele perde grande parte da sua capacidade de proteção contra os raios UV. Desde 1979 a camada de ozônio se tornou 4% mais fina, o principal causador foi o CFC.

Conseqüências do buraco na Camada de Ozônio

As principais conseqüência para o homem é o aumento nos numero de câncer de pele, o enfraquecimento do sistema imunológico, ele causa também o envelhecimento da pele e mutações.

O UV também pode atrapalhar o desenvolvimento de plantas e animais principalmente fauna e flora marinha, assim pode causar extinção de varias espécies vivas.

Na Antártida, altos níveis de raios ultravioleta estão impedindo que o plâncton realize a fotossíntese ( produção de alimento que usa a luz do Sol), o que interrompe as cadeias alimentares no mar.

A Solução do problema

A solução é diminuir a liberação de gases que destroem a camada de ozônio, assim você pode ajudar comprando produtos que não contenham CFC, geralmente sprays, a aparelhos de refrigeração e extintores de incêndio, os que não contém CFC geralmente tem um selo.

Desde que o protocolo de Montreal foi assinado em 1987 a produção mundial de CFC diminuiu 77% e vamos chegar a sua eliminação.

Esse talvez seja a maior história de sucesso internacional.

Fonte: geocities.yahoo.com.br

Camada de Ozônio

Redução da camada

Como a composição da atmosfera nessa altitude é bastante estável, a camada de ozônio manteve-se inalterada por milhões de anos. Nas últimas décadas, entretanto, vem ocorrendo uma diminuição na concentração de ozônio, causada pela emissão de poluentes na atmosfera.

O maior responsável é o cloro presente em clorofluorcarbonetos (CFCs). Ele é utilizado como propelente de sprays em embalagens de plástico, chips de computador, solventes para a indústria eletrônica e, especialmente, em aparelhos de refrigeração, como geladeira e ar-condicionado.

A relação entre o CFC e a diminuição da camada de ozônio começa a ser discutida em 1974 pelo químico norte-americano Frank Rowland (1927-) e pelo mexicano Mario Molina (1943-), ambos ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 1995. Dez anos depois, em 1984, é detectado um buraco na camada de ozônio sobre a Antártica, cuja extensão, 7.000.000 km², supera as previsões mais pessimistas.

Um novo inimigo é descoberto em 1992: o brometo de metila, um inseticida usado em plantações de tomate e morango, que existe em quantidade bem menor que o CFC, mas é muito mais prejudicial. Calcula-se que o bromo encontrado no brometo de metila seja responsável por 5% a 10% do total da destruição da camada de ozônio no mundo.

Políticas ambientais-Em 1987, 24 países assinam o Protocolo de Montreal, no Canadá, comprometendo-se a restringir à metade a produção de CFC até 1999.

Em junho de 1990, a ONU determina o fim gradativo da fabricação de CFC até o ano 2010. No mesmo ano é criado o Programa Brasileiro de Eliminação da Produção e Consumo das Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, que pretende acabar com o uso de CFC no país até 2001.

Entre 1988 e 1995, a utilização de CFC cai 76% no mundo inteiro. Os Estados Unidos, em 1994, substituem totalmente o produto, assim como vários países-membros da União Européia. O Brasil reduz o consumo em 31%. Em julho de 1998, a Comissão Européia anuncia a intenção de reduzir as emissões de CFC, HCFC (hidroclorofluorocarbonos) e brometo de metila nos países da União Européia.

A entidade pretende proibir totalmente o uso de HCFCs até 2004 e a produção a partir de 2008.

Os HCFCs passaram a ser usados para substituir o CFC; porém, embora menos prejudiciais, também atacam a camada de ozônio.

O resultado dessas ações já pode ser sentido: a Organização Mundial de Meteorologia das Nações Unidas (OMM) registra em 1998 uma diminuição na quantidade de gases nocivos na atmosfera, com exceção do brometo de metila. Apesar disso, o buraco na camada de ozônio continua aumentando. Como eses gases levam cerca de seis anos para chegar à estratosfera, a OMM calcula que em 2001 a camada atingirá sua espessura mais crítica. A organização estima que, se as metas do Protocolo de Montreal continuarem a ser cumpridas, a camada só será recuperada na metade do próximo século.

Fonte: www.escolavesper.com.br

Camada de Ozônio

Na rarefeita estratosfera, na faixa dos 25 mil metros, logo acima da altitude do cruzeiro dos aviões supersônicos, paira ao redor da Terra uma Tênue camada de um gás muito importante no equilíbrio ecológico do planeta: o Ozônio.

A quantidade deste gás é ínfima se considerarmos a composição de toda a atmosfera, e o tempo de vida de suas moléculas, em constante processo de formação e dissociação, extremamente curto.

Paradoxalmente, é nessa existência efêmera que reside o papel fundamental do ozônio na manutenção da vida

Lá, a molécula de oxigênio atmosférico mais abundante, O2 , absorve uma parte das radiações ultravioleta, UV, proveniente do sol, e se quebra em dois átomos livres, O, que imediatamente se reagrupam com moléculas O2 para formar ozônio, O3 . A instável molécula de ozônio, por sua vez, absorve outra parte das radiações UV e se quebra novamente em O2 e O, reiniciando o ciclo. Nessas reações, a chamada Camada de Ozônio absorve a maior porção daquela faixa de invisíveis radiações, evitando assim que atinjam os seres vivos que habitam a superfícies. Assim como o Efeito Estufa, também este é um fenômeno atmosférico natural, apropriado à sobrevivência das atuais formas de vida que, de outro modo só seria possível debaixo das rochas e em águas profundas. Os seres vivos se encontram estreitamente condicionados a uma filtragem permanente daquela faixa de radiação solar.

Recentemente, a camada de ozônio vem sendo bastante afetada pela ação de algumas substâncias químicas voláteis que, ao chegares na estratosfera, perturbam o frágil equilíbrio de sua composição. Pela interferência dessas substâncias, as reações normais do ciclo do oxigênio na camada de ozônio vêm sendo gradativamente reduzidas, resultando em um perigoso aumento dos níveis de radiação UV sobre a superfície. Por razões climatológicas peculiares ao Polo Sul, a redução tem sido mais drástica sobre o continente antártico (o buraco de ozônio), mas atinge quase todo o planeta.

As principais substâncias que promovem a destruição da camada de ozônio são produtos sintéticos fabricados pela indústria química e denominados "clorofluorcarbonetos", CFC. O leque de aplicações é bastante amplo, indo desde atividades essenciais, como conservação de alimentos em geladeiras e frigoríficos, até futilidades descartáveis como bandejas de isopor em embalagens de alimentos vendidos em supermercados.

Nos frigoríficos, freezers, geladeiras, e frigobares, o CFC é o "gás de geladeira" (FREON ou FRIGEN) e sua função é absorver o calor na placa do congelador ( onde se forma gelo) e liberá-lo pelo radiador atrás, do lado de fora do aparelho. Nos ar-condicionados de parede, centrais e de automóveis, o princípio de funcionamento é o mesmo, e é o CFC, também o agente que promove a troca de calor. Quando bem fabricados e corretamente utilizados, estes aparelhos mantém o gás em circuito fechado, não havendo vazamento para a atmosfera. Quando vão para conserto ou são sucateados, a tubulação é aberta, o gás escapa, e sobe até atingir a camada de ozônio. A destruição que lá ocorre é muito grande. Cada molécula de CFC destrói centenas de milhares de moléculas de ozônio, até ser neutralizada, entre 75 e 110 anos mais tarde. Nos ar-condicionados de carros , sujeitos a condições adversas, as ocasiões em que ocorre a liberação de CFC são ainda mias freqüentes pois, além dos casos de colisões, há vazamento contínuo de gás pelas mangueiras e conexões.

CFCs são adicionados sob pressão a embalagens em lata, conhecidas tanto pelo nome "spray",quanto de "aerossol", para expelir ininterruptamente o seu conteúdo enquanto se mantém apertado o botão existente no topo. O CFC escapa junto com o produto cada vez que o spray é usado. A apresentação em spray tornou-se muito comum em produtos de uso pessoal, doméstico, inseticidas e outros, difundida muito além dos casos em que seu emprego possa ser considerado necessário, como em certos medicamentos para uso humano e veterinário.

Desde novembro de 1989 está proibida no Brasil a venda de sprays que contenham CFCs e, desde então, é comum encontrar nas embalagens em selo padrão em que os fabricantes afirmam que seus produtos não agridem a camada de ozônio. Mas não se pode constatar que a produção industrial de CFCs para este fim tenha diminuído, não se tem notícia de fiscalização e análise de conteúdo dos sprays, e é surpreendente que todos os produtos que até bem pouco tempo continham CFC tenham se adaptado à troca deste produto por outro propelente em suas fórmulas, sem modificações perceptíveis em suas características usuais.

Ao contrário dos CFCs, outras substâncias propelentes tendem a reagir com o produto dentro da lata, alterando-o Algumas são tóxicas e inflamáveis. Portanto, é difícil substituir o CFC em todas as aplicações.

Outra fonte de liberação de CFCs na atmosfera são as espumas sintéticas flexíveis utilizadas em estofamentos de carros, poltronas, colchões, tapetes é isolamento térmico de paredes de refrigeradores, e as espumas sintéticas rígidas (geralmente brancas, como isopor) largamente empregadas em isolamento térmico na construção civil, em embalagens de equipamentos eletrônicos, bandejas, pratos e copos descartáveis, caixa de ovos e embalagens de comida pronta para levar.

O CFC escapa durante a confecção destes produtos, quando é adicionado para conferi-lhes a consistência e porosidade características, e depois, quando vão para o lixo e começam a fragmentar-se.

Outras substâncias semelhantes aos CFCs também contribuem para a destruição da camada de ozônio. Entre as principais estão o tetracloreto de carbono e o metilcloroformio, usados como solventes em lavagens a seco e no ramo farmacêutico, e os "halons", usados em alguns extintores de incêndio, que contêm bromo e são dez vezes mais destruidores de ozônio do que os CFCs. O aumento da incidência de radiação U.V. aumentaria a taxa de mutações nos seres vivos, atingindo especialmente o fitoplâncton. Para o homem, haveria aumento do índice de câncer (especialmente de pele) e de cataratas.

O ozônio (O3) é produzido pela ação da luz ultravioleta proveniente do Sol sobre o oxigênio (O2) do ar. A camada de ozônio é uma porção da estratosfera situada a cerca de 22 km do nível do solo. Esta camada protege a Terra dos efeitos nocivos da radiação solar ultravioleta, que provoca câncer de pele, cataratas, prejudica as plantas e mata o plâncton dos oceanos.

O ozônio esta constantemente sendo produzido e destruído dentro desta camada: o ozônio é formado quando a radiação ultravioleta do Sol interage com as moléculas de oxigênio (O2). A luz ultravioleta divide o oxigênio em dois átomos separados (O). Estes átomos livres recombinam com as moléculas de oxigênio para formar o ozônio (O+O2=O3). A molécula resultante absorve novamente a radiação ultravioleta e reinicia o processo. Dessa forma a radiação ultravioleta não chega na superfície da Terra.

Foi demonstrado que estas reações são afetadas pela presença de certos gases, principalmente dos clorofluorcarbonos (CFCs). Estes gases vêm dos sprays aerosóis, resfriadores para geladeira, ar condicionado e industrias químicas que produzem espuma plástica. Os CFCs produzem "buracos" na camada de ozônio.

A conscientização internacional sobre o surgimento de um "buraco" na camada de ozônio sobre a Antártida, na década de 80, levou a um movimento pela proibição de produtos baseados nos CFCs.

Fonte: www.geocities.com

Camada de Ozônio

Situada na estratosfera, entre 20 e 35 km de altitude da superfície terrestre, é uma camada de gás com cerca de 15 km de espessura que funciona como um filtro que protege a Terra da radiação ultravioleta emitida pelo Sol.

O ozônio é um gás rarefeito cujas moléculas são formadas por três átomos de oxigênio.

Em 1985, o cientista inglês John Farman faz o primeiro alerta sobre a redução da camada de ozônio em decorrência da ação de poluentes no planeta.

A diminuição da camada permite que a radiação ultravioleta chegue à Terra com maior intensidade. Esse tipo de radiação é nociva à saúde e provoca principalmente câncer de pele e doenças oculares, como a catarata.

Em 1987, a Nasa (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos) confirma que o escudo protetor vem perdendo espessura, sobretudo nos pólos.

Os estudos da Nasa indicam também a existência de um buraco de cerca de 7 milhões de km² sobre a Antártica.

Em setembro de 1995, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulga que o buraco na camada de ozônio sobre o continente antártico já atinge cerca de 10 milhões de km², área equivalente à Europa.

CFC – O cloro presente nos compostos de clorofluorcarbonetos (CFC) é identificado como o principal poluente responsável pela redução da camada de ozônio.

O CFC é utilizado como propelente em algumas espécies de sprays, espuma de plástico, fôrmas e bandejas de plástico poroso, chips de computadores, solventes utilizados pela indústria eletrônica e, principalmente, em aparelhos de refrigeração, como geladeira e ar-condicionado.

Em 1987, representantes de 24 países reunidos no Canadá assinam o Protocolo de Montreal, comprometendo-se a reduzir pela metade a produção de CFC até 1999.

Em junho de 1990, a Organização das Nações Unidas (ONU) determina o fim gradativo da produção de CFC até o ano 2010.

No mesmo ano, é criado o Programa Brasileiro de Eliminação da Produção e Consumo das Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, que pretende eliminar até 2001 a utilização de CFC no país.

Fonte: www.angelfire.com

Camada de Ozônio

A camada de ozônio é uma região da atmosfera, onde se acumula 1 parte de ozônio para cada 1 milhão de partes de oxigênio.    

Ela possui 30 mil metros de espessura.

Função da Camada de Ozônio

Sua importância é que a camada forma uma barreira na terra, bloqueando a penetração das radiações ultra-violetas do sol. Sem a camada de ozônio não seria possível a vida na terra , pois ela retem 95% das radiações ultravioletas.

Ultraviloleta

Raio gerado pelo sol, é agressivo em dias de muito sol pode provocar queimaduras e provavelmente são os causadores dos vários tipos de câncer de pele existentes nos humanos.    

Cálculos da academia de ciências dos Estados Unidos estimam que com a diminuição de 1% da camada de ozônio, 10 mil novos casos de câncer de pele ocorrerão nos Estados Unidos.

O que é ozônio?

O ozônio é uma forma de oxigênio em que a molécula é constituída de três átomos (O3 ) no lugar de dois (O2 ) do oxigênio normal.

Buraco na camada de ozônio

Buraco na camada de ozônio é um termo popular usado para definir uma área em que o ozônio se encontra em menor concentração que o esperado.

Conseqüências do buraco

Quanto menos ozônio houver na estratosfera, maior será a incidência de radiações ultravioleta sobre a terra. Como essas radiações são extremamente nocivas para o tecido cutâneo humano, uma grave conseqüência de seu aumento é a maior incidência dos vários tipos de câncer de pele, entre eles o carcinoma de células basais, ou basocelular e o melanoma.

Na Grã-bretanha uma pesquisa provou que o aumento das radiações ultravioletas eleva a ocorrência dos casos de catarata.

O excesso de UVs afeta a fotossíntese, com isso a planta demora a crescer, tem folhas pequenas, suas sementes perdem qualidade e ela fica mais exposta ao ataque das pragas; como resultado ocorre redução das safras agrícolas.

Clorofluorcarbonos

Os CFCs são utilizados em aerossóis pressurizados, em compressores pela indústria de refrigeração, em processo de expansão de espumas e na limpeza de aparelhos eletrônicos. Os BrCFCs são usados principalmente em extintores de incêndio.

A indústria tem muitos motivos para usar esses gases:

São baratos
Tem baixíssima toxidade
Não são inflamáveis nem corrosíveis
Possuem certa estabilidade química na baixa atmosfera. E essa última característica que permite aos CFCs subirem intactos até a estratosfera, onde reagem com as moléculas de ozônio.

Como ocorre a destruição da camada?

A destruição da camada de ozônio ocorre quando os CFCs chegando a estratosfera intactos se quebram em várias partículas liberando o átomo de cloro, ele por sua vez rompe a molécula de ozônio formando monóxido de cloro e oxigênio.

O cloro libera o oxigênio que se liga a outro átomo de oxigênio e o átomo de cloro passa a destruir a outra molécula de ozônio; formando uma reação em cadeia.

O grande vilão

Os CFCs são apontados como os principais redutores da camada de ozônio. Em países como no Brasil e EUA esse gases já são proibidos em aerossóis.

Nesses casos eles estão sendo trocados pelo propaso ou pelo butano. O problema é encontrar alternativas de substituição em indústrias como a de refrigeração, (geladeira, aparelhos de ar-condicionado e congeladores) de espuma plástica (isopor) e outras...

Antártida

A Antártida é a região mais afetada pela destruição da camada de ozônio, metade da concentração de ozônio é sugada da atmosfera deixando uma área de 31 milhões quilômetros quadrados a mercê dos raios ultravioletas.

Isso acontece na Antártida porque o ar de lá, devido ao rigoroso inverno, não circula como o ar dos outros lugares. Foi constatado que na Antártida a concentração de monóxido de cloro é 100 vezes maior do que em qualquer parte do mundo.

Observa-se um crescimento contínuo durante a década de 80, com ligeira redução de suas dimensões nos anos de 1986 e 1988. A partir de 1989, porém, o buraco não se reduz mais

Brasil

A camada de ozônio na estratosfera brasileira é relativamente estável , oscilando positivamente(crescimento) e negativamente( diminuição) em torno de 5% .

Isso acontece por dois motivos: 1º os ventos alísios tropicais facilitam a dispersão de poluentes a caminho da estratosfera. E em 2º porque o consumo de CFC é baixo, cerca de 80 gramas por habitante ao ano. Contra 1 a 1,3 quilos nos paises desenvolvidos.

Sabendo que os agentes destruidores da camada de ozônio provêm de produtos caros (por exemplo, geladeira), adquiridos, portanto, pelas classes de maior poder aquisitivo, podemos tomá-los como indicadores do processo de desenvolvimento. A baixa participação brasileira na emissão de clorofluorcarbonos pode ser explicada, então, pelo menor consumo daqueles produtos pela maior parte da população. Para entrar na era do consumo moderno, que caracteriza as sociedades avançadas, o Brasil teve de promover uma forte concentração de renda nacional. Mesmo assim só conseguiu implantar a modernização numa classe média restrita, miniatura daquelas sociedades avançadas.

Remendo

O grande empecilho para se tomar qualquer providência quanto ao buraco na camada de ozônio é que tem que haver um consenso universal, já que isso atinge e necessita da colaboração de todos.

Protocolo de Montreal

Uma das primeiras discussões visando resolver o problema da camada de ozônio, aconteceu em Viena em 1985.

O resultado desta discussão foi: O Protocolo de Montreal que foi redigido em 16 de setembro de 1987, propondo metas a serem cumpridas pelos paises envolvidos.

Fonte: coag.g12.br

Camada de Ozônio

O ozônio é uma substância química formada por três átomos de oxigênio. O oxigênio, o gás que respiramos, começou a se acumular na atmosfera há aproximadamente 400 milhões de anos. Mas as moléculas de oxigênio, sob a ação constante dos raios ultravioletas (UV) do Sol, quebravam e depois se recombinavam, dando origem ao ozônio.

A camada de ozônio situa-se numa faixa de 25 a 30 km da estratosfera - a parte da atmosfera que vai de 12 a 40 km. O oxigênio absorve o excesso de radiação ultravioleta. Foi graças a esta capa protetora que a vida pôde evoluir em nosso planeta. Diminuindo a intesidade da chegada dos UV à superfície, o ozônio evita feridas na pele, câncer e mutações degenerativas. Ele funciona como um agente do sistema imunológico do planeta.

Sua ausência deixa todos expostos, indefesos ante os efeitos dos raios ultravioleta.

Em 1982, detectou-se, pela primeira vez, o desaparecimento de ozônio em áreas sobre a Antártida. Medições sucessivas constataram que a camada de ozônio era cada vez mais rarefeita. Atualmente esse fenômeno pode ser percebido não só no Pólo Sul, mas também sobre o Ártico, o Chile e a Argentina. Os cientistas apontam os clorofluorcarbonos como os responsáveis pela situação. Também chamados CFCs, os clorofluorcarbonos surgiram em 1931 para serem usados em refrigeradores, eram excelentes, pois, além de baratos, não eram tóxicos nem inflamáveis.

Os CFCs são compostos por cloro, flúor e carbono. Quando chegam à estratosfera, eles são decompostos pelos raios ultravioleta. O cloro resultante reage com o oxigênio, destruindo-o. O cloro liberado volta a atacar as moléculas de oxigênio, recomeçando o ciclo das reações. Cada átomo de cloro de CFC pode destruir 100 mil moléculas de oxigênio. É lógico que a forma de diminuir o buraco seria a não utilização deo CFC, como já acontece em vários países da Europa e EUA.

O problema é que os CFCs são muito estáveis: depois de 139 anos, metade da quantidade liberada no ar ainda permanece na atmosfera. Por isso, eles têm muito tempo para subir até a estratosfera e começar o processo de destruição.

Quer dizer: na metade do século XXI, a camada de ozônio ainda estará sofrendo os efeitos dos primeiros CFCs lançados na atmosfera.

Em Setembro de 1987, o Programa das Nações Unidas para proteção do Meio Ambiente conseguiu que um grupo de 31 países reunidos no Canadá assinasse o "Protocolo de Monteral", determinando a redução pela metade da produção mundial de CFC até o ano de 2000. Em 1989, o documento contava com a adesão de 81 países, inclusive o Brasil. Nessa ocasião, os signatários do protocolo decidiram interromper completamente a produção de CFC até o final do século XX.

Em 1992, os Estados Unidos decidiram que suspenderiam sua produção em 1996. Logo depois, a Alemanha, a Dinamarca e a Holanda anunciaram que interromperiam a produção até 1994.

Há outras substâncias que também destroem a camada de ozônio e que até agora não sofreram nenhum tipo de proibição.

São elas: tetracloreto de carbono, um solvente; clorofórmio, anestésico e solvente; e dióxido de nitrogênio, utilizado na composição do ácido nítrico. Como se pode perceber, o problema ainda está longe de uma solução definitiva.

Buraco de Ozônio

A camada de ozônio serve como uma proteção contra os raios ultravioleta. Hoje, sabe-se que ela pode ser destruída por substâncias como o clorofluorcarbono(CFC), usado em aerossóis, em geladeiras e aparelhos de ar-condicionado.

Na atmosfera, o CFC é quebrado pelos raios ultravioleta do sol, e o átomo de cloro é liberado. O cloro destrói a molécula de ozônio, formando monóxido de cloro e oxigênio.

Chuva ácida

A chuva ácida é um grave problema ambiental que tem origem nos grandes centros urbanos, pois resulta da reação de gases poluentes (trióxido de enxofre e dióxido de nitrogênio) com a água da chuva. Sua acidez é capaz de corroer construções e monumentos.

O buraco na camada de ozônio

A camada de ozônio e uma "capa" desse gás que envolve a terra e a protege de vários tipos de radiação, sendo a principal delas a radiação ultravioleta que é a principal causadora de câncer de pele. No último século, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono, um gás que, ao chegar a camada de ozônio destrói as moléculas que a formam (O3) e assim causa a destruição dessa camada da atmosfera. Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos sobre a terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances de contração do câncer.

Nas últimas décadas, tentou-se evitar ao máximo a utilizacao do CFC. Mesmo assim, o buraco na camada de ozônio continua aumentando, o que cada vez mais preocupa a população do mundo todo. A ineficiencia das tentativas de diminuir a produção de CFC no mundo, devido a dificuldade de substituir esse gás principalmente nos refrigeradores, fez com que o buraco da camada continua-se aumentando, o cada vez mais prejudica a própria humanidade.

Um exemplo do fracasso de uma tentativa de eliminar a produção de CFC no mundo foi a dos EUA, o maior produtor desse gás em todo o planeta. Em 1978, os EUA produziam, em aerossois, 470 mil toneladas de CFC que passaram a ser 235 mil em 1988. Em compensação, a produção de CFC em outros produtos, que era de 350 mil toneladas em 1978, passou a ser de 540 mil em 1988, mostrando a necessidade que se tem de utilizar esse gás na nossa vida quotidiana. E muito difícil encontrar uma solução para esse problema, mas de qualquer maneira, temos que evitar ao máximo a utilização desse gás para podermos garantir a sobrevivência de nossa própria espécie.

O buraco

A região mais afetada pela destruição da camada de ozônio e a Antártida. Nessa região, principalmente no mês de setembro, quase a metade da concentração de ozônio e misteriosamente sugada da atmosfera. Esse fenômeno deixa a merce dos raios ultravioletas uma area de 31 milhões de quilômetros quadrados, maior que toda a América do Sul, ou 15% da superfície do planeta.

Nas demais áreas do planeta, a diminuição da camada de ozônio também é sensível, de 3 a 7% do ozônio que a compunha ja foi destruído pelo homem.

Mesmo sendo menores que na Antártida, esses números são um enorme alerta ao que poderá acontecer se continuarmos a fechar os olhos para esse problema.

O que são os raios ultravioleta?

Raios ultravioleta são ondas semelhantes as ondas luminosas, que estão exatamente acima do extremo violeta do espectro da luz visível. O comprimento de onda dos raios ultravioleta varia de 4,1 x 10-4 ate 4,1 x 10-2 mm. As ondas prejudiciais de raios ultravioleta são as mais curtas.

A reação

As moléculas de clorofluorcarbono, ou Freon, passam intactas pela troposfera, que e a parte da atmosfera que vai dos 0 aos 10000 metros de altitude. Quando passam por essa parte, desembocam na estratosfera, onde os raios ultravioletas do sol estão em maior quantidade. Esses raios quebram as partículas de CFC (ClFC) liberando o átomo de cloro. Este átomo, então, rompe a molécula de ozônio (O3), formando monóxido de cloro (ClO) e oxigênio (O2).

Mas a reação nao para por ai, logo o átomo de cloro libera o de oxigênio que se liga a um oxigênio de outra molécula de ozônio e o átomo de cloro passa a destruir outra molécula de ozônio, criando uma reação em cadeia.

Por outro lado, existe a reação que beneficia a camada de ozônio:

Quando a luz solar atua sobre óxidos de nitrogênio, estes podem reagir liberando os átomos de oxigênio, que se combinam e produzem ozônio. Estes óxidos de nitrogênio são produzidos diariamente pela queima de combustíveis fósseis feita pelos carros. Infelizmente, a produção de CFC, mesmo sendo menor que a de óxidos de nitrogênio consegue, devido a reação em cadeia ja explicada, destruir muitas mais moléculas de ozônio que as produzidas pelos automóveis.

Porque na Antártida

Em todo o mundo, as massas de ar circulam, sendo que um poluente lancado no Brasil, pode ir parar na Europa devido as correntes de convecção. Na Antártida, por sua vez, devido ao rigoroso inverno de seis meses, essa circulação de ar não ocorre e então se formam círculos de convecção exclusivos daquela área.

Assim, os poluentes atraídos durante o verão, ficam na Antártida até que sobem para a estratosfera. Quando chega o verão, os primeiros raios de sol já quebram as moléculas de CFC encontradas nessa área, iniciando a reação. Em 1988, foi constatado que na atmosfera da Antártida, a concentração de monóxido de cloro e cem vezes maior que em qualquer outro lugar do mundo.

No Brasil ainda há pouco com que se preocupar

No Brasil, a camada de ozônio ainda não perdeu 5% do seu tamanho original. Isso é o que dizem os instrumentos medidores do IMPE (Instituto de Pesquisas Espaciais). O instituto acompanha a movimentação do gás na atmosfera desde 1978 e até hoje não detectou nenhuma variação significante. Talvez isso se deva a pouca produção de CFC no Brasil em comparação com os países de primeiro mundo. Isso se deve a que no Brasil, apenas 5% dos aerossois utilizam CFC, já que aqui uma mistura de butano e propano e significativamente mais barata, e funciona perfeitamente em substituição do clorofluorcarbono.

Os males

A principal consequência da destruição da camada de ozônio será o grande aumento da incidência de câncer de pele, já que os raios ultravioletas sao mutagênicos. Além disso, existe a hipótese que a destruição da camada de ozônio pode causar um desequilíbrio no clima, resultando no "efeito estufa", que acarretaria no descongelamento das geleiras polares e enfim, na inundação de muitos territórios que hoje podem ser habitados. De qualquer maneira, a maior preocupação dos cientistas e mesmo com o câncer de pele, cuja incidência já vem aumentando nos últimos vinte anos. Cada vez mais se indica evitar as horas em que o sol está mais forte e a utilização de filtros solares, únicas maneiras de se prevenir, e de se proteger a pele.

Fonte: www.trabalhoescolar.hpg.ig.com.br

Camada de Ozônio

A camada de ozônio situada na Ozonosfera a uma altitude de aproximadamente 25 mil metros acima da crosta terrestre.

É indispensável à vida porque impede os perigosos raios ultravioletas de atingirem a superfície da Terra, tão prejudiciais à vida vegetal e animal.

O ar da atmosférica, ao nível do mar, apresenta em média um PPM (parte por milhão) de ozônio, mas a uma altitude de 25 Km, existe uma camada mais concentrada de ozônio.

Esta camada contém cerca de seis PPM de ozônio; é ela que protege a Terra da maior parte da irradiação solar de luz ultravioleta danificam os tecidos vivos.

Sem essa camada protetora de ozônio, os vegetais e animais provavelmente não sobreviveriam na Terra.

O ozônio (O3) é uma forma de oxigênio composto por três átomos em vez de dois. Forma-se quando as moléculas de oxigênio (O2) são cindidas e separadas pelos raios ultravioleta na alta atmosfera.

Os dois átomos livres de oxigênio (O) resultantes dessa reação rapidamente ligam-se a outras moléculas para formar o ozônio.

Este processo é reversível; os raios UV também rompem o ozônio formando O2 e O, criando assim, um equilíbrio natural entre O3, O2 e O.

A luz é indispensável à vida na Terra, contudo alguns tipos de luz são prejudiciais consoante o seu comprimento de onda.

A atmosfera absorve a maior parte das radiações ultravioleta, de alta energia, mas deixa passar algumas radiações da gama UV-B que são biologicamente nocivas.

Algumas formas de vida criaram maneiras de se protegeram da exposição aos raios UV, mas as alterações do espectro e da intensidade luminosa decorrente da diminuição da camada de ozônio poderão, no entanto, ser altamente prejudiciais.

Com o uso freqüente de clorofluorcarbonos.

Conhecidos como CFCs, aos poucos a camada de ozônio vai sendo destruída.

Isso faz aumentar a radiação ultravioleta que chega à superfície da Terra.

Os CFCs são usados como gás de refrigeração, desodorantes, aparelhos de ar condicionado, inseticidas, etc.

O CFC sobe lentamente para as zonas superiores além da camada de ozônio, onde, por ação dos raios ultravioleta, rompe-se, desprendendo cloro.

Esse cloro, mais denso que o ar daquelas alturas, cai e, ao passar pela camada de ozônio, reage com ele produzindo óxidos de cloro e oxigênio, que posteriormente se decompõem.

Outros gases que destroem a camada de ozônio são o tetracloreto de carbono, utilizado como solvente e o metilclorofórmio, também solvente, usado na produção de cola e etiquetadores.

No mês de Outubro foi anunciado pela NASA o novo record do burraco da camada de Ozônio que proteje a terra. O buraco esta com tres vezes e meia o tamanho do Brasil, são 29,5 milhões de quilometros quadrados, ou seja a camada de ozônio segundo cientistas já foi destruida 70% e os outros 30% restantes até 2015 poderá chegar a ZERO, impossibilitando a vida vegetal e animal no planeta.

Os cientistas também apontam soluções para reverter esse quadro, mas temos de agir rápido para colocar em prática os processos e procedimentos para reverter a destrição total da camada de ozônio.

Esse é um grande motivo para você vestir a camisa de nossa campanha para deixar O BRASIL + VERDE QUE AMARELO

Fonte: www.ciaeco.com.br

Camada de Ozônio

A Camada de Ozônio é uma concentração de gás ozônio situada na alta atmosfera, entre 10 e 50 Km da superfície da Terra.

Ela funciona como um filtro solar, protegendo todos os seres vivos dos danos causados pela radiação ultravioleta do Sol.

A absorção do UV-B por essa espécie de escudo cria uma fonte de calor, desempenhando um papel fundamental na temperatura do planeta.

Mas algumas substâncias produzidas pelo homem, como os gases CFCs ( utilizados durante anos em geladeiras, condicionadores de ar, sprays etc), vêm atacando essa camada protetora, levando a uma diminuição desse filtro.

O resultado é que uma quantidade muito maior de raios UV-B está chegando à Terra.

A redução da Camada de Ozônio provoca efeitos nocivos para a saúde humana e para o meio ambiente.

Nos seres humanos, a exposição a longo prazo ao UV-B está associada ao risco de dano à visão, à supressão do sistema imunológico e ao desenvolvimento do câncer de pele.

Os animais também sofrem as consequências com o aumento do UV-B.

Os raios ultravioletas prejudicam os estágios iniciais do desenvolvimento de peixes, camarões, carangueijos e outras formas de vida aquáticas e reduz a produtividade do fitoplâncton, base da cadeia alimentar aquática.

Fonte: www.mma.gov.br

Camada de Ozônio

A camada de ozônio é uma "capa" de gás que envolve a Terra e a protege de várias radiações, sendo que a principal delas, a radiação ultravioleta, é a principal causadora de câncer de pele.

Devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem clorofluorcarbono , um gás que ao atingir a camada de ozônio destrói as moléculas que a formam (O3), causando assim a destruição dessa camada da atmosfera.

Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances do câncer.

Nas últimas décadas tentou-se evitar ao máximo a utilização do clorofluorcarbono e, mesmo assim, o buraco na camada de ozônio continua aumentando, preocupando a população mundial.

As tentativas de se diminuir a produção do clorofluorcarbono , devido à dificuldade de se substituir esse gás, principalmente nos refrigeradores, fez com que o buraco continuasse aumentando, prejudicando cada vez mais a humanidade.

De qualquer forma, temos que evitar ao máximo a utilização desse gás, para que possamos garantir a sobrevivência de nossa espécie.

O buraco

A região mais afetada pela destruição da camada de ozônio é a Antártida. Nessa região, principalmente no mês de setembro, quase a metade da concentração de ozônio é misteriosamente sugada da atmosfera. Esse fenômeno deixa à mercê dos raios ultravioletas uma área de 31 milhões de quilômetros quadrados, maior que toda a América do Sul, ou 15% da superfície do planeta.

Nas demais áreas do planeta, a diminuição da camada de ozônio também é sensível; de 3 a 7% do ozônio que a compunha já foi destruído pelo homem.

O que são os raios ultravioleta?

Raios ultravioletas são ondas semelhantes a ondas luminosas, as quais se encontram exatamente acima do extremo violeta do espectro da luz visível.

A reação

As moléculas de clorofluorcarbono, passam intactas pela troposfera, que é a parte da atmosfera que vai da superfície até uma altitude média de 10.000 metros.

Em seguida essas moléculas atingem a estratosfera, onde os raios ultravioletas do sol aparecem em maior quantidade.

Esses raios quebram as partículas de clorofluorcarbono liberando o átomo de cloro. Este átomo, então, rompe a molécula de ozônio, formando monóxido de cloro e oxigênio.

A reação tem continuidade e logo o átomo de cloro libera o de oxigênio que se liga a um átomo de oxigênio de outra molécula de ozônio, e o átomo de cloro passa a destruir outra molécula de ozônio, criando uma reação em cadeia.

Por outro lado, existe a reação que beneficia a camada de ozônio: Quando a luz solar atua sobre óxidos de nitrogênio, estes podem reagir liberando os átomos de oxigênio, que se combinam e produzem ozônio.

Estes óxidos de nitrogênio são produzidos continuamente pelos veículos automotores, resultado da queima de combustíveis fósseis. Infelizmente, a produção de clorofluorcarbono, mesmo sendo menor que a de óxidos de nitrogênio, consegue, devido à reação em cadeia já explicada, destruir um número bem maior de moléculas de ozônio que as produzidas pelos automóveis.

Porque na Antártida

Em todo o mundo as massas de ar circulam, sendo que um poluente lançado no Brasil pode atingir a Europa devido a correntes de convecção. Na Antártida, devido ao rigoroso inverno de seis meses, essa circulação de ar não ocorre e, assim, formam-se círculos de convecção exclusivos daquela área.

Os poluentes atraídos durante o verão permanecem na Antártida até a época de subirem para a estratosfera. Ao chegar o verão, os primeiros raios de sol quebram as moléculas de clorofluorcarbono encontradas nessa área, iniciando a reação.

Foi constatado que na atmosfera da Antártida, a concentração de monóxido de cloro é cem vezes maior que em qualquer outra parte do mundo.

No Brasil ainda há pouco com que se preocupar

No Brasil, a camada de ozônio ainda não perdeu 5% do seu tamanho original, de acordo com os instrumentos medidores do Instituto de Pesquisas Espaciais. O instituto acompanha a movimentação do gás na atmosfera desde 1978 e até hoje não detectou nenhuma variação significante, provavelmente pela pouca produção de clorofluorcarbono no Brasil em comparação com os países de primeiro mundo.

No Brasil apenas 5% dos aerossóis utilizam clorofluorcarbono, já que uma mistura de butano e propano é significativamente mais barata, funcionando perfeitamente em substituição ao clorofluorcarbono.

Os males

A principal conseqüência da destruição da camada de ozônio será o grande aumento da incidência de câncer de pele, desde que os raios ultravioletas são mutagênicos.

Além disso, existe a hipótese segundo a qual a destruição da camada de ozônio pode causar desequilíbrio no clima, resultando no efeito estufa, o que causaria o descongelamento das geleiras polares e conseqüente inundação de muitos territórios que atualmente se encontram em condições de habitação.

De qualquer forma, a maior preocupação dos cientistas é mesmo com o câncer de pele, cuja incidência vem aumentando nos últimos vinte anos. Cada vez mais aconselha-se a evitar o sol nas horas em que esteja muito forte, assim como a utilização de filtros solares, únicas maneiras de se prevenir e de se proteger a pele.

Fonte: www.sitecurupira.com.br

Camada de Ozônio

Nas últimas décadas muito se tem falado da camada de ozônio e do perigo que o planeta corre com a sua destruição. Mas qual é realmente o papel do ozono?

O ozônio é um gás que existe na atmosfera, constituído por três atómos de oxigênio (O3).

É produzido pela energia das descargas elétricas, que quebra as ligações entre os dois átomos do oxigênio molecular (O2), libertando o oxigênio atômico (O) que fica livre para se ligar com o O2, formando-se, deste modo, a molécula triatómica de ozono.

Camada de Ozônio
Camada de Ozônio

Apesar de estar presente em reduzida quantidade, os seus efeitos estão longe de ser negligenciáveis. Na troposfera (estrato da atmosfera, desde a superfície até aos 10 km de altitude), o ozono em elevadas concentrações pode exercer um efeito tóxico nos animais, originando problemas respiratórios e irritação ocular, e um efeito corrosivo em diversos materiais. Misturado com outros gases e partículas, ele é responsável pela formação do smog (nevoeiro fotoquímico que cobre os grandes centros urbanos e industriais, resultado da poluição atmosférica).

Contudo, este gás acumula-se, principalmente, numa camada com cerca de 15 km de espessura, na estratosfera (estrato compreendido entre os 10 e os 50 km de altitude), designada por "camada de ozono".

É aqui que ele desempenha o papel de escudo protetor, de filtro a favor da vida. Com efeito, absorvendo grande parte (mais de 95%) das radiações ultravioleta (parte do espectro eletromagnético das radiações emitidas pelo sol, que têm efeitos funestos), ele preserva da sua ação nefasta todas as formas vivas.

Em termos de composição, parece não existirem grandes diferenças entre oxigênio e ozono - apenas um átomo. No entanto, terá sido esta pequena diferença a permitir a colonização do planeta, já que sem a camada de ozono, as radiações ultravioleta não teriam nenhuma barreira entre a sua fonte de emissão e a superfície da Terra e nenhuma forma de vida, pelo menos das que atualmente conhecemos, poderia sobreviver.

De notar, no entanto, que em quantidades adequadas (muito pequenas), as radiações ultravioleta são salutares, contribuindo para a produção de vitamina D, indispensável ao normal desenvolvimento dos ossos.

A maior parte da radiação ultravioleta é, então, absorvida pela camada de ozono, mas mesmo a pequena fração que atinge a superfície é potencialmente perigosa para quem a ela se expõe por períodos prolongados.

A Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental estima que a redução de apenas 1% na espessura da camada de ozono é suficiente para cegar 100 mil pessoas por cataratas e desencadear um aumento de 5% no número de casos de cancro de pele. Está provado também que a exposição prolongada a radiação ultravioleta pode afetar as defesas imunológicas do Homem e de outros animais, permitindo o desenvolvimento de doenças infecciosas. A supressão de respostas locais e sistêmicas a uma grande variedade de antigenes pode mesmo ser a causa para o desenvolvimento de diversos tipos de carcinomas.

Mas os seres humanos não são os únicos afetados pelos raios ultravioleta, pois a sua intensificação interfere em muitos processos biológicos e químicos dos ecossistemas terrestres.

As alterações provocadas pelas radiações prendem-se com modificações no material genético das células dos organismos, o que se traduz na perturbação de diversas funções, como o metabolismo e a produção de biomassa. Porém, mais do que alterarem indivíduos, as radiações alteram as relações entre eles, nomeadamente as relações de competição entre plantas superiores, a extensão da herbivoria pelos insetos e a susceptibilidade a elementos patogênicos, quer na agricultura, quer em ambiente natural.

Acredita-se mesmo que níveis altos de radiação podem diminuir a produção agrícola, com a consequente redução na produção alimentar.

Sabe-se, igualmente, que as radiações ultravioleta afetam os microorganismos, embora não se tenha noção da extensão de tais alterações. Este é um fenômeno preocupante, já que estes organismos participam em tarefas tão relevantes, em termos ecológicos, como a decomposição de resíduos, intervindo no ciclo dos nutrientes e interagindo com plantas e animais na forma de agentes patogênicos ou simbióticos.

Do mesmo modo, nos ecossistemas aquáticos, a intensificação das radiações ultravioleta coloca problemas inquietantes, pois interfere no crescimento, na fotossíntese e na reprodução do plâncton. São estas plantas e animais microscópicos que se encontram na base das cadeias alimentares e que são responsáveis por grande parte da productividade de oxigênio do planeta e absorção do dióxido de carbono, atuando como um tampão contra o aquecimento global do planeta.

Ao intervir em todas as escalas dos ecossistemas, a radiação ultravioleta afeta, igualmente, os ciclos biogeoquímicos, como o ciclo do carbono, do azoto e o ciclo dos nutrientes minerais, entre outros, lesando globalmente toda a biosfera do planeta.

A camada de ozono tem, pois, um papel crucial para a vida na Terra. É por este motivo que a sua destruição é encarada como um dos maiores problemas ambientais deste século e dos vindouros.

Apesar da composição da camada de ozono se ter mantido inalterada por milhões de anos, nas últimas décadas têm-se assistido à sua rápida degradação, com o consequente aparecimento dos designados "buracos de ozono", zonas da estratosfera onde esta camada se apresenta extremamente fina, com redução óbvia dos seus efeitos protetores. O maior responsável por esta situação é o cloro, presente nos clorofluorcarbonetos (CFCs), utilizados em sprays, embalagens de plástico, chips de computador, solventes para a indústria eletrônica e, especialmente, aparelhos de refrigeração, como os frigoríficos e os ares condicionados.

Existem já alguns indicadores preocupantes do resultado de tal destruição. Por exemplo, a incidência de cancro de pele está já a aumentar de uma forma dramática. Entre 1980 e 1989, o número de novos casos praticamente duplicou nos EUA. Em 1995 já se observava um aumento de número de casos em regiões do Hemisfério Sul, como a Austrália, a Nova Zelândia, África do Sul e Patagônia; no Chile, desde o aparecimento do buraco do ozono sobre o pólo Sul, os casos de carcinoma de pele cresceram 133%.

Mas existe ainda um outro problema. É que este cenário não pode ser analisado independentemente de outros fenômenos que atualmente aumentam de importância, tal como o aumento da concentração do dióxido de carbono atmosférico e o resultante aquecimento global do planeta. Muitas vezes estes efeitos interagem e tornam-se aditivos.

Como seria de esperar, já começaram a surgir algumas ideias surpreendentes para resolver o problema crescente da destruição da camada de ozono.

Pesquisadores russos apresentaram um estudo segundo o qual seria possível reparar esta camada, utilizando equipamentos de raios laser e satélites. O projeto consiste na montagem de um sistema de 30 a 50 satélites que bombardeiam a atmosfera com raios laser de grande potência, estimulando a produção de ozono.

Estes cientistas acreditam que o problema pode ser contornado em dez anos, embora com custos (literalmente) astronômicos.

Porém, mesmo que exequível, este projeto, tal como muitos outros do mesmo cariz, e tendo por base a amostragem de todos os fracassos humanos já coleccionados nas tentativas de dominar, intervir ou mesmo prever fenômenos da natureza, estaria provavelmente votado ao fracasso.

Será melhor que se continuem a apesentar iniciativas não tão grandiosas, mas também não tão dispendiosas, como a proibição da utilização dos CFCs, a pesquisa de alternativas inócuas para o ambiente e decretar o "Dia Internacional do Ozono", comemorado a 16 de Setembro, dia em que se celebra a assinatura do Protocolo de Montreal, de 1987, que preconiza a redução da utilização de substâncias destruidoras do ozono.

UM BURACO NA ALTA ATMOSFERA

A rarefação da camada de ozono tornou-se num dos maiores problemas ambientais do planeta. Ainda que a reação a este problema comece a produzir resultados positivos, só dentro de 1 ou 2 séculos se poderá atingir uma recuperação completa.

São diversas as substâncias químicas que reagem com o ozono, destruindo-o. A lista negra dos produtos danosos inclui óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos escapes dos veículos e o dióxido e monóxido de carbono libertados pela combustão do carvão e do petróleo. Mas em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozono, nada se compara ao grupo de gases designados por clorofluorcarbonetos, os conhecidos CFCs.

Os clorofluorcabonetos foram sintetizados pela primeira vez há cerca de 70 anos, entrando nos circuitos comerciais pouco depois. Foram desenvolvidos como substitutos seguros dos refrigerantes tóxicos, à base de dióxido de enxofre e amônia, usados na altura e passaram a ser integrados numa grande variedade de aplicações industriais, comerciais e domésticas, primeiro como gases refigeradores e depois como agentes propulsores. Constituídos por cloro, flúor e carbono, os CFCs foram muito utilizados como isolantes em aparelhos de refrigeração (frigoríficos e aparelhos de ar condicionado), em solventes de limpeza na indústria eletrônica, em espumas sintéticas usadas no combate a incêndios, na produção de materiais plásticos para embalagens, entre outras aplicações.

Junto da superfície terrestre, os CFCs são relativamente inofensivos e não reagem com qualquer outro tipo de material, inclusive a pele humana. Não são tóxicos, inflamáveis ou corrosivos e possuem propriedades termodinâmicas estáveis, o que fez com que fossem saudados como substâncias capazes de solucionar uma boa parte dos problemas da vida moderna. Durante 50 anos eles foram o exemplo perfeito de uma solução técnica supostamente benéfica para o ambiente e para os problemas de engenharia, sem nenhuma contrapartida negativa. Por esta razão, a sua produção foi subindo exponencialmente a partir dos anos 50, chegando às 100 000 toneladas por ano, na década de 60.

Como é óbvio, a concentração destes compostos na atmosfera acompanhou a produção, mas manteve-se num nível não detectável pelos instrumentos de controlo de qualidade do ar utilizados na altura, até ao início dos anos 70, quando um cientista britânico detectou um dos compostos clorofluorcarbonados (CFC-11) no ar da Irlanda, com um aparelho muito sensível, por ele construído. Após esta descoberta, foram realizadas medições extensivas por todo o planeta, e verificou-se que este gás era claramente detectado em todas as regiões da atmosfera da superfície. No entanto, os seus efeitos ainda não haviam sido determinados.

Só no final de 1973 é que o destino dos CFCs foi investigado e as primeiras conclusões foram preocupantes. Depois de libertadas à superfície, as moléculas destes compostos, por serem extremamente estáveis, são virtualmente indestrutíveis, pois são insolúveis e pouco reativas com os agentes oxidantes atmosféricos.

Deste modo, embora possam permanecer mais de oito anos na baixa atmosfera, estas moléculas migram lentamente para a estratosfera (acima dos 10 km de altitude), onde uma sequência de reações tem início.

Já na camada superior da atmosfera, atingidas pela intensa e extremamente energética radiação solar ultravioleta, as ligações destas moléculas são quebradas e os átomos de cloro são libertados. Cada átomo de cloro é capaz de quebrar a ligação entre os átomos de oxigênio do ozono, levando à formação de monóxido de cloro (ClO) e oxigênio (O2). Como o monóxido não é estável, ele rapidamente reage com o oxigênio atomico (O), originando mais uma molécula de oxigênio e libertando o cloro para uma nova reação de degradação de moléculas de ozono. É uma reação catalítica em cadeia, onde cada átomo de cloro pode destruir 100 000 moléculas de ozono, antes de ser destruído, o que pode levar mais de 100 anos, dependendo da composição das moléculas de CFCs.

Apesar de se formar oxigênio, ele não é capaz de proteger o planeta dos raios ultravioleta. A combinação das reações de destruição de moléculas de ozono, com a libertação de mais de um milhão de toneladas de CFCs por ano, coloca a perda da camada de ozono como uma das mais problemáticas questões criadas pelo Homem.

Após a primeira "explosão" de interesse por esta matéria, entre 1974 e 1977, o assunto passou das primeiras páginas dos jornais para a comunidade científica. A maioria das pessoas pensou, então, que o problema tinha sido resolvido, até que em 1980 foram tomados de surpresa, quando se noticiou, pela primeira vez, a existência de uma região na atmosfera antárctica, onde a camada de ozono era muito menos espessa. Medições anuais demonstraram que este "buraco" aparecia todas as Primaveras na mesma localização e que a sua extensão aumentava a uma velocidade alarmante.

Não se percebia, porém, a relação entre a concentração de CFCs e a localização deste buraco, já que o nível de emissões poluentes era maior no Hemisfério Norte.Foi apenas em 1984 que todo o fenômeno foi compreendido. A conjunção de características físico-químicas únicas da estratosfera antárctica, com a circulação das massas de ar, permite que os reservatórios inativos de cloro (os CFCs) sejam convertidos mais facilmente em radicais de cloro destrutivos.

As massas de ar circulam em camadas sobrepostas, dos Pólos para o Equador e no sentido inverso, sendo capazes de transportar poluentes para milhares de quilómetros de distância do seu local de emissão. Na Antárctica, por sua vez, devido ao rigoroso Inverno de Abril a Agosto, em que toda a área permanece na escuridão, a circulação é interrompida, formando-se círculos de convecção exclusivos daquela área.

Os poluentes trazidos pelas correntes no Verão permanecem na Antárctica até nova época de circulação. Ao chegar a Primavera, com os seus primeiros raios de sol, as reações químicas que destroem o ozono são estimuladas. Forma-se, então, o buraco. Em Novembro, o ar que chega de outras regiões permite uma recomposição parcial do escudo de ozono; o buraco diminui de tamanho, mas não fecha completamente.

Entre Setembro e Outubro, a camada de ozono na Antárctica tem tido, nos últimos anos, apenas 30% do ozono que existia na mesma área entre os anos 50 e 60.

É uma falha que se estende por mais 20 milhões de km2 e que parece funcionar como um ralo, sugando partes da camada de ozono de outras regiões da Terra, adelgaçando-as.

Por isso, o perigo já não se restringe ao inóspito e desabitado continente Antárctico. Em várias outras regiões do planeta, a camada está a tornar-se progressivamente mais fina, permitindo a intensificação, nada salutar, dos raios ultravioleta.

Em Março de 1987, a Direção de Metereologia da NASA anunciou que as perdas de ozono estavam igualmente a ser observadas sobre a América do Norte, a Europa e o Japão e os fabricantes rapidamente concordaram em que a produção de CFCs deveria ser limitada.

Face a esta ameaça, mais de 60 países assinaram em Setembro desse mesmo ano o Protocolo de Montreal, comprometendo-se a reduzir em 50% o uso dos CFCs até finais de 1999. Mas em 1990, na Conferência de Londres, 70 países concordaram em acelerar o processo de eliminação destes compostos, decidindo, não a redução, mas a proscrição total da produção até ao ano 2000, tendo sido criado um fundo de ajuda aos países em desenvolvimento, para que estas medidas fossem implementadas. Para além dos CFCs, o Protocolo impõe igualmente a interdição da utilização do metilclorofórmio, tetracloreto de carbono e moléculas brometadas, que também possuem uma ação destrutiva sobre o ozono. Atualmente, 155 países são signatários do acordo.

De 1988 a 1992 o consumo global destes gases decresceu, pois muitos estados baniram quase por completo a sua produção e importação, e conseguiram produzir aerossóis que usam propulsores alternativos inócuos para a camada de ozono. É imperativo que a procura de alternativas continue, para garantir a total eliminação destes gases. É, igualmente, vital promover a cooperação técnica entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento, para que todas as nações adoptem as novas tecnologias. Afinal, a camada de ozono protege todo o planeta.

Os cientistas começam agora a notar os resultados dos seus esforços para diminuir a libertação dos CFCs. Mas mesmo assim, recentemente foi descoberta uma área com a camada de ozono muito destruída no Hemisfério Norte (sobre a Europa do Norte). Isto pode trazer consequências dramáticas, já que a densidade populacional é bem maior sob este novo buraco do que sob o da Antárctida. O que vai acontecer ao ozono no futuro depende de como o problema for encaminhado. No entanto, uma certeza existe - é que a camada de ozono só retornará à normalidade quando os CFCs tiverem desaparecido por completo da atmosfera, o que só acontecerá daqui a um ou dois séculos a partir deste momento.

Fonte: www.naturlink.pt

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal