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Andorinha

 

Andorinha

Nome científico

Delichon urbica

Distribuição

As andorinhas podem ser encontradas na Europa, Ásia e em África.

Hábitos

A andorinha dos beirais anuncia, no território português, a chegada da Primavera e o adeus ao frio do Inverno.

Além da sua grande resistência e capacidade de orientação, a andorinha é uma ave que exibe uma grande agilidade enquanto voa, o que lhe permite fazer voos rasantes sem qualquer perigo para a sua integridade física.

Durante o tempo em que nos visita, esta simpática ave faz o seu ninho, ou reconstrói o antigo, no sítio onde ela própria nasceu. Se esse espaço estiver ocupado, então, sim, procura outro lugar, nunca muito longe do ninho original. Os ninhos das andorinhas são feitos de palhas e lama. A andorinha vai transportando estes materiais no bico, até sentir que o seu ninho está perfeito e suficientemente resistente para acolher uma nova geração de aves, a sua prole.

De manhã e ao fim da tarde, estas aves enchem os nossos céus de movimento, numa busca incessante de alimento, comendo todos os insectos que com ela se cruzam no ar, pois são insectívoros.

Reprodução

As fêmeas fazem uma postura de 4 ou 5 ovos, que depois são incubados durante cerca de 23 dias.

Passado o tempo da incubação, nascem os jovens, cuja alimentação é feita por ambos os progenitores.

Com a chegada do Outono, e quando a temperatura começa a baixar, as andorinhas juntam-se em grandes bandos e voam então para Sul, à procura de temperaturas mais altas no continente africano. Algumas voam da Europa Ocidental até à África do Sul para voltar na Primavera seguinte.

Tamanho e esperança de vida

As andorinhas medem cerca de 13 cm (comprimento) e podem viver cerca de 8 anos.

Fonte: bicharada.net

Andorinha

As andorinhas são aves pequenas que têm as asas longas e estreitas e uma cauda que se divide em dois.

Sabias que estes pequenos passarinhos comem insectos e que se alimentam enquanto voam?

Existem muitas espécies de andorinhas.

As que costumam visitar Portugal durante a Primavera e o Verão, passam o Outono e o Inverno em África, onde há mais calor.

Por isso diz-se que a andorinha é uma ave migratória.

Já ouviste a expressão "uma andorinha não faz a Primavera"?

É porque as andorinhas chegam nesta altura do ano, mas gostam de andar em grandes grupos. É muito raro veres uma andorinha sozinha.

Andorinha

Sabes como é feito o ninho destas andorinhas?

Elas usam lama e palha para fazer um ninho pequenino em forma de taça, que constroem em sítios abrigados: em celeiros, nos beirais dos edifícios, debaixo das pontes, etc.

Uma coisa engraçada sobre o ninho, é que o mesmo casal de andorinhas o utiliza durante vários anos. Têm um sentido de orientação tão bom que depois de voar centenas de quilómetros conseguem voltar exactamente ao mesmo ninho.

Nesse pequeno ninho põem entre quatro e cinco ovos de cada vez.

O mais engraçado é que tanto o macho como a fêmea cuidam dos ovos até aos pintinhos nascerem!

Depois do nascimento das crias, os pais-andorinha têm que alimentar os filhotes muitas vezes para eles crescerem depressa e começarem a aprender a voar antes do início do Inverno.

Fonte: www.junior.te.pt

Andorinha

Ave passeriforme da família dos hirundinídeos, com diversas espécies registradas no Brasil. Notável pela agilidade com que captura insetos no ar.

Notáveis pelas acrobacias que executam em grupo, as andorinhas são rigorosamente insetívoras e consta que capturam no ar até abelhas e vespas. No estômago de um exemplar coletado em Minas Gerais, verificou-se a existência de 402 insetos, pertencentes a mais de vinte famílias.

Andorinha

Andorinha é a denominação geral que se dá a várias espécies de pássaros da família dos hirundinídeos. Possuem em geral o bico curto, mas largo e chato, indício de perfeita adaptação à captura de insetos em vôo. De modo geral seu colorido é azul-metálico ou pardacento no lado superior; a parte ventral de muitas espécies é branca ou, mais raramente, com ornatos avermelhados. A andorinha é ave migratória; algumas espécies nidificam na América do Norte e passam o inverno no Brasil.

As andorinhas voam contra o vento e realizam longos vôos planados para pegar insetos. Dormem nos beirais dos telhados ou em fendas diversas. Algumas espécies constroem ninhos de estrume ou barro, dando-lhes grande resistência com o acréscimo de sua própria saliva. Outras nidificam em galhos ocos ou em buracos em pedras ou barrancos, nos quais escavam galerias.

Os ovos, brancos, são chocados pelo casal, que dorme junto no ninho, fato incomum entre as aves. A incubação dura 15 dias em média. Os pais se revezam na alimentação dos filhotes, que começam a abandonar o ninho com cerca de um mês de vida. Após a reprodução, todas as espécies vistas no sul do Brasil, mas não todos os indivíduos, empreendem extensas migrações, dirigindo-se para o norte à procura de alimentação mais farta. A maior espécie do Brasil, entre as 14 de ocorrência já registrada, é a andorinha-grande (Progne chalybea), de cauda bifurcada, que mede 19,5cm e pesa 43g. Azul por cima, tem o peito castanho-cinzento, ladeado também de azul. Uma das menores, e das mais comuns nas cidades, é a andorinha-pequena-de-casa (Notiochelidon cuanoleuca), que mede 12cm de comprimento e pesa apenas 12g.

Fonte: passaroazul.br.tripod.com

Andorinha

Ave pequena de asas longas e fortes e pés pequenos e frágeis. Possui uma fenda bucal larga, própria para caçar insetos voadores, a base de sua alimentação.

As andorinhas são encontradas em todo o mundo. A maioria voa longas distâncias para escapar do frio e encontrar alimento, pois os insetos voadores desaparecem durante o inverno. Voam em grandes bandos durante o dia e passam a noite em bosques ou pântanos. Percorrem, às vezes, grandes distâncias e retornam sempre ao local de origem, geralmente na primavera. No Brasil, devido ao clima favorável, as espécies existentes não realizam grandes migrações.

Algumas andorinhas abrigam-se em buracos encontrados em barrancos, árvores ou construções. Outras espécies constroem ninhos grosseiros de lama ou argila. Diversas espécies fazem seus ninhos em vãos de muros, vigas e beirais de telhados, sob o teto de galpões e em cavidades nas paredes.

As andorinhas fêmeas põem de três a nove ovos. Praticamente todas as espécies possuem uma cauda bifurcada conhecida como rabo de andorinha. As espécies mais comuns no Brasil são a andorinha-grande, que mede de 20 a 22 cm, também chamada taperá ou andorinha-de-casa; e a andorinha-pequena (ou andorinha-de-bando), que mede de 12 a 15 cm. Ambas têm a barriga branca e as costas e asas escuras, de brilho azulado, e o pescoço é azul-claro-acinzentado.

Fonte: www.klickeducacao.com.br

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