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Golden Retriever

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Golden Retriever

Alegre, ágil, forte, de movimentos leves, expressão mansa e caráter dócil. Essas características resumem os principais traços deste belíssimo cão de caça, que adora aprender e está sempre pronto ao trabalho. É muito inteligente, obediente e está apto a realizar as mais diversas funções.

De olhos escuros e corpo bem equilibrado, o Golden Retriever tem pelagem lisa ou ondulada, com franjas. O sub-pêlo é espesso e resistente à água. As cores aceitas são qualquer tonalidade de ouro ou creme, mas nunca vermelho. Alguma presença de pêlos brancos no peito é permitida.

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Os filhotes são alegres, brincalhões e muito ativos. Ficam sempre por perto, e adoram correr e brincar com os seus donos. Muito Companheiros, os Goldens, são amáveis e pacientes com as crianças. São dóceis com outros animais e pessoas desconhecidas, desde que socilizados ainda pequenos.

O pêlo pode ser escovado de 3 a 4 vezes por semana, e os banhos podem ser quinzenais, (somente a partir dos 2 meses de vida). A altura do Golden varia de 56 à 61 cm., na altura da cernelha, (para os machos), e de 51 à 56 cm. (para as fêmeas). O peso médio da raça é de 25 à 27 kg., proporcionais à altura do animal.

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Fonte: www.guiaderacas.com.br

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História

A grande parte das raças que hoje conhecemos são associadas a lendas e a contos que pretendem ilustrar de alguma forma o seu passado anónimo. E alguma controvérsia envolve, de facto, a origem deste belo cão de tiro, que se pensa remontar ao séc. XIX.

Por esta altura, o desenvolvimento do sistema ferroviário e a paixão dos novos milionários e aristocratas vitorianos pela caça desportiva, fez com que fossem adquiridas grandes propriedades no norte da Escócia. Com o aperfeiçoamento das armas de fogo, o número de aves abatidas cresceu consideravelmente. Esta situação fez emergir a necessidade de possuir um cão que, para além de farejar e localizar a presa atingida, a fosse buscar e a trouxesse à mão do caçador. O termo “retriever” designa precisamente o acto do cão procurar e trazer a caça abatida, entregando-a nas mãos do caçador.

A sua ascendência é atribuída pelos especialistas a várias estirpes, pelo que não existe uma versão única. A hipótese que reúne maior consenso sugere que o Tweed Water Spaniel, Setter Irlandês e St. John’s Newfoundlands (um tipo de Terranova de uma variedade menor) estiveram envolvidos no seu aparecimento. O Bloodhound também é normalmente referido.

Segundo conta “a lenda”, estes cães começaram a ser criados pelo Lord de Tweedmout (ou Sir Dudley Marjoribanks), por volta de 1865, na Escócia. Tal foi proporcionado graças a um encontro que teria havido, em Brighton, entre este Lord e um grupo de circo russo que fez uso de oito Goldens num dos seus números. O Lord ficou tão impressionado que decidiu comprá-los. Foi na companhia destes oito amigos que começou a esboçar o seu plano de criação e selecção.

Outra versão conta-nos que este mesmo Lord e o seu filho, Lord Ilchester, encontraram-se em Brighton, por volta de 1860, com um sapateiro que possuía um jovem Retriever amarelo, provavelmente um produto dos cruzamentos que haviam sido feitos. Decidiram comprar o cão e chamaram-lhe “Nous” (em gaélico, sabedoria). No ano de 1868, “Nous” foi acasalado com “Belle”, uma fêmea Tweed Water Spaniel. Daqui nasceram três filhotes amarelos, ninhada que foi considerada a derradeira raiz do Golden Retriever. Um dos filhotes, de nome “Crocus” foi oferecido a Edward Marjoribanks (IIº Lord de Tweedmouth), enquanto os outros três filhotes da ninhada (“Cowslip”, “Primrose” e “Ada”) continuaram a sua vida na propriedade. Em 1872, volta a dar-se outro acasalamento e a ninhada nascida, foi oferecida ao sobrinho do I Lorde, o V Conde de Ilchester, que passou assim a constituir a sua linhagem própria de Retrievers, conhecida mais tarde pelo nome “Melbury”. Através das anotações particulares do I Lorde, foi possível descobrir como os acasalamentos foram sendo cuidadosamente planeados desde 1868 até a última ninhada, nascida em 1889/1890.

Em 1908, esta raça participa pela primeira vez numa exposição canina na Inglaterra, na categoria de Golden Flat-Coats. Apenas em 1913, altura na qual é fundado o Golden Retriever Club of England, é que vê ser-lhe atribuído o nome pelo qual a conhecemos hoje.

Em Portugal, a sua popularidade floresceu nos anos 50 e, desde então, é amplamente apreciado como cão de caça, mas também como animal de estimação doméstico.

Originalmente especializados para o cobro da caça, os Goldens Retrievers desempenham hoje um vasto leque de tarefas tais como guia para cegos, pastoreio ou farejador de droga.

Temperamento

Este simpático companheiro possui uma beleza cativante e uma doçura que encanta no primeiro instante.

Como cão de companhia, tem necessidade de se sentir parte do grupo, por isso deve ser inserido no seio familiar. Deve ser educado desde cedo a respeitar determinadas regras dentro de casa, pois tal evitará futuras dores de cabeça.

São brincalhões, obedientes, e muito afectuosos. Dão-se bem com as crianças e aceitam a amizade de outros animais de estimação que existam no lar. São muito seguros (porque pouco agressivos) e sociáveis, de forma que este não é definitivamente o cão de guarda ideal.

São altamente inteligentes (uma das dez mais inteligentes do mundo), motivo pelo qual se destacam em todo o tipo de provas e tarefas, tais como: cão guia de cegos e no auxílio nas terapias com doentes mentais e físicos.

Descrição

Os machos Golden Retriever medem na cernelha entre 56 e os 61 cm e as fêmeas entre 51 e os 56 cm. O seu peso oscila, nos machos, entre 29,5 e 33,7 Kg e, nas fêmeas, entre 25 e 29,5 Kg.

A sua pelagem é lisa ou ondulada e possui um subpêlo denso e impermeável. São permitidos quaisquer tons de dourado ou creme e alguns pêlos brancos no peito.

A cabeça e o crânio são bem cinzelados. O crânio é largo e arredondado, sem se tornar demasiado grosseiro, bem articulado com o pescoço. O focinho é recto, vigoroso, largo e profundo. O comprimento deste é igual ao do crânio. O chanfro é bem definido e o nariz é preto. Os seus olhos expressivos estão relativamente separados e são castanho escuro. As orelhas são ligeiramente pequenas e caem perto das bochechas, quase ao nível dos olhos. A boca apresenta maxilares fortes, com uma mordedura em tesoura perfeita, regular e completa.

A aparência geral é a de um animal simétrico, de movimentos ondulantes, altivo, vigoroso, proporcional e de expressão amistosa. Os membros anteriores são rectos, de boa ossatura, com ombros bem articulados, cotovelos bem ajustados, escápulas longas e as patas possuem uma projecção vertical.

Os membros posteriores apresentam um lombo, rins e membros fortes e musculosos, com pernas robustas e joelhos bem proporcionados. Os jarretes são curtos se vistos por trás, e pela frente são rectos.

O tronco é curto e o peito é profundo. As costelas estão bem arqueadas. As patas são redondas à semelhança das do gato e os dedos são bem arqueados. A cauda é grossa, longa e ligeiramente curva mas sem enrolar na ponta, portada ao nível do dorso. O trote é poderoso, com boa propulsão, passos largos e livres, trabalhando com os posteriores em planos paralelos.

Observações

A esperança média de vida deste cão oscila entre os 9e os 15 anos de idade. É aconselhável estar atento á sua saúde, uma vez que a raça é propensa a desenvolver doenças e malformações. A displasia da anca e as doenças genéticas que afectam a visão (tais como cataratas ou atrofia progressiva da retina), infelizmente registam alguma frequência. Também é importante estar atento a alergias de pele.

A pelagem deve ser escovada regularmente e aparada nos membros posteriores, e entre as almofadas plantares.

Estes cães são relativamente exigentes em termos de exercício físico: entre uma a duas horas por dia, é o tempo necessário para que se sintam bem. Eles adaptam-se bem a viver em espaços menos amplos, mas o ideal é que tenham acesso a uma área cercada.

Fonte: animais2.clix.pt

Golden Retriever

ORIGENS

A origem do Golden Retriever é descrita em duas versões. Uma das versões existentes e talvez a mais ingênua sobre a possível origem do Golden, é a que ele seria fruto do cruzamento de cães ingleses com um cão dourado, trazido por um circo russo.

Porém, a mais certa é que o Golden Retriever foi desenvolvido na Escócia, a partir da metade do século 19, pelo lorde Sir Dudley Majoribanks (Lord Tweedmouth), com o objetivo de obter uma raça caçadora de a ves selvagens, em terra e água.

Referências citadas no seu Livro de Criação (que pode ser visto no Kennel Clube de Londres) mostram que o primeiro yelow retriever resultou de uma ninhada de cães pretos de pêlos ondulados, comprada pelo Lord Tweedmouth de um sapateiro.

O filhote Nous nasceu em junho de 1864 e foi o padreador que deu origem a raça. Usando como matriz Belle, uma cadela da raça tweed water spaniels (retrievers ingleses de pequeno porte, que hoje já está extinta), Lord Tweedmouth constatou que do cruzamento de uma fêmea amarela com um cão preto resultava filhotes amarelos.

E assim, planejou e desenvolveu sua linhagem de retrievers de 1868 a 1890, usando várias raças, entre elas o Flat-Coat, o Tweed Water Spaniel, Labrador, Setter Irlandês e Bloodhound. As fotos dos primeiros exemplares se encontram no Museu Britânico.

Em 1913, o Kennel Clube de Londres registrou pela primeira vez, separadamente, a denominação de retrievers ( golden, yelow). E nos EUA, a raça foi reconhecida pelo American Kennel Club em 1932.

CARACTERÍSTICAS

Classificação F.C.I.

Grupo 8 – Retrievers, Levantadores e Cães D’Água.
Padrão FCI no 111 – 29 de janeiro de 1999.
País de origem: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: Golden Retriever
Utilização: Cão de caça

APARÊNCIA GERAL

Simétrico, balanceado, ativo, poderoso, com movimentação nivelada, robusto, com expressão doce.COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: obediente, inteligente, possui natural habilidade para o trabalho, amável, amigo e confiável.CABEÇA: balanceada e bem cinzelada.

REGIÃO CRANIANA

Crânio: largo sem ser grosseiro; bem inserido no pescoço.
Stop: bem definido.

REGIÃO FACIAL

Trufa: de preferência preta.

Focinho: poderoso, largo e profundo. Seu comprimento é aproximadamente igual ao comprimento do stop ao occipital.

Maxilares / Dentes: maxilares fortes, com uma perfeita, regular e 
completa mordedura em tesoura.

Olhos: marrom escuros, inseridos afastados um do outro; a borda das pálpebras é escura.

Orelhas: de tamanho médio, inseridas aproximadamente no nível dos olhos.

PESCOÇO

De bom comprimento, bem construído e musculoso.

TRONCO

Balanceado

Dorso: nivelado.

Lombo: forte, musculoso, curto.

Peito: bem descido na região do esterno. Costelas bem descidas e arqueadas.

CAUDA: inserida e portada no nível do dorso, alcançando os jarretes, sem se curvar na ponta.

MEMBROS

Anteriores: retos, com boa ossatura.

Ombros: oblíquos; escápula longa.

Braços: de igual comprimento ao da escápula, colocando as pernas bem debaixo do tronco.

Cotovelos: bem aderentes.

Posteriores: fortes e musculosos.

Joelhos: bem angulados.

Coxas: boas.

Jarretes: bem descidos; retos, quando vistos por trás, não virando nem para fora, nem para …dentro. Jarretes de vaca são altamente indesejáveis.

Patas: redondas; pés de gato.

MOVIMENTAÇÃO

Poderosa, com boa propulsão. Os membros anteriores e posteriores se movimentam em planos paralelos ao eixo do tronco. Passos longos e livres, sem nenhum sinal de “hackney”.

PELAGEM

Pêlo: liso ou ondulado, bem franjado. Subpêlo denso e resistente às intempéries.

COR: qualquer tom de dourado ou creme.

Nem vermelho, nem mogno. Somente alguns pêlos brancos no peito são permitidos.

TAMANHO

Altura na cernelha:

Machos: 56 a 61 cm.
Fêmeas: 51 a 56 cm.

FALTAS

Qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.

NOTAS

Os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal.

Todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento deve ser desqualificado.

COMPORTAMENTO E PERSONALIDADE

O Golden Retriever é um cão favorecido por grande e destacada inteligência. Apesar de pertencer a uma raça de grande porte, tem um temperamento bastante gentil e amigo. É indicado para companhia por possuir uma resistência muito grande, ser extremamente afetivo e mostra-se muito paciente inclusive com crianças e idosos. Sua expressão é de inconfundível meiguice.

Como foi criado para trabalhar na caça, trazendo-a para seu hundler, será sempre um “apanhador” de objetos e fará disso uma prática para “presentear” e agradar seus donos. Por ser um cão de trabalho, exercícios são fundamentais para um Golden podendo inclusive ser treinado para trazer ao dono seu jornal ou seus chinelos, o que fará com grande alegria.

Por suas características excelentes, tem sido usado como guia de cegos, em tratamentos terapêuticos e como cães farejadores para descoberta de narcóticos.

Aparecem freqüentemente em comerciais e anúncios e são uma das raças “preferidas” dos veterinários. Adapta-se ao estilo de vida dos proprietários e pode ser facilmente mantido em apartamentos, desde que diariamente exercitados.

Não costumam latir muito, a não ser para alertar sobre a presença de intrusos. Mas nunca espere que um Golden Retriever se torne um cão de guarda, pois basta poucos minutos para tornar-se amigo de qualquer desconhecido!

Como todo retriever, ele adora nadar e possivelmente não resistirá a um lago ou piscina. Ele também se adapta muito bem com outros cães e animais.

Por essas características, é atualmente a segunda raça em número de filhotes registrados no Japão, terceiro na Inglaterra e quarta nos EUA, sendo que no Brasil vem crescendo significativamente nos últimos anos.

Adquirir um Golden Retriever é desfrutar do prazer da companhia de um cão que, tratado com amor, atenção e disciplina lhe pagará com confiança, afeto e companheirismo.
Um verdadeiro amigo.

DOENÇAS DA RAÇA

O Problemas Hereditários A maioria dos cães de todas as raças podem ter vida sadia e longa desde que sejam bem tratados não só na alimentação, afeto como também visitando regularmente um veterinário.

Contudo, por melhores que sejam os cuidados ainda assim qualquer cachorro pode ser vítima de problemas adquiridos, os congênitos, assim como nós seres humanos. Estes problemas variam de doenças de pele a viróticas, de alergias ao câncer e assim por diante. Além do mais, cada raça de cães tem seus próprios problemas genéticos específicos; àqueles herdados.

Uns menores, outros mais prejudiciais e alguns possivelmente fatais. Alguns cães podem mostrar uma carga hereditária muito forte e outros não muito mais que uma tendência para “carregar” algumas poucas particularidades da linhagem a que pertencem.

O Golden retriever não é exceção e infelizmente os problemas se multiplicam conforme o aumento da popularidade da raça e procriação indiscriminada.

O fracasso em filtrar problemas de hereditariedade antes da procriação resulta freqüentemente em um “doubling up” de genes desfavoráveis e os resultados atingem não só o cão adquirido bem como, obviamente, seu comprador .

Descreveremos alguns dos problemas de hereditariedade mais comuns que podem ser encontrados em Goldens Retrievers:

DISPLASIA

O termo displasia descreve uma doença que se desenvolve em cães jovens de muitas raças diferentes. É um problema comum nas raças maiores e o desencadeamento da displasia pode ser um problema sério.

Os seguintes fatores são relacionados ao desenvolvimento da doença:

Genético

A displasia possui herança poligênica quantitativa (aproximadamente 18 genes) de herdabilidade média a alta, ou seja quanto maior o grau de parentesco com animais displásicos maior é a probabilidade da prole ser displásica;

Nutricional

Dietas com altos índices de energia, proteína e cálcio proporcionam um rápido crescimento e um ganho de peso excessivo (aumenta o peso sobre a articulação) induzindo ao aparecimento da displasia;

Massa Muscular Pélvica

Animais com menores proporções de massa muscular pélvica possuem maiores chances de desenvolverem a displasia. Segundo Riser e Shirer os animais que apresentarem índice de massa muscular pélvica [(peso da musculatura pélvica/peso corporal) x 100] menor que 9 irão desenvolver displasia;

Alterações Biomecânicas

Forças musculares que atuam na articulação coxofemoral ajudam a manter a cabeça do fêmur encaixada com o acetábulo. Redução, eliminação , ou exaustão das forças musculares levam a uma instabilidade na articulação e subluxação. O rápido crescimento do esqueleto em disparidade com o crescimento muscular também induz o aparecimento da displasia;

Como qualquer característica quantitativa, a conformação pode variar de boas para ruins com todos graus no meio.

Os sinais de desencadeamento da displasia não podem ser detectados em um filhote recém nascido, mas podem aparecer normalmente no período de crescimento, entre os quatro e nove meses de idade. Os sintomas podem apresentar-se como desconforto e dificuldade para levantar-se, membros traseiros rígidos – “mancar” e ao andar pode-se observar um movimento oscilatório lateral na parte traseira. A melhoria ou desaparecimento dessa patologia pode acontecer quando o cachorro amadurece, como resultado da articulação que se estabiliza, uma baixa da inflamação e um esforço regenerativo do sistema muscular.Contudo, o cachorro displásico vai normalmente desenvolver algum grau de artrite durante sua vida. Através de raios- X pode-se obter uma avaliação e diagnóstico.

Os procedimentos de avaliação diferem um pouco, a GRCA reconhece a validade de ambos os adotados e encoraja todos criadores de Goldens Retrievers a determinarem a saúde de conformação dos quadris para qualquer animal potencialmente procriador.

Classificação das articulações coxofemorais:

A HD – sem sinais de displasia coxofemoral

B HD +/- articulações coxofemorais próximas do normal

C HD + displasia coxofemoral leve. Discreta subluxação.

D HD + + displasia coxofemoral moderada.

Evidente subluxação, acompanhada de osteoartrose

E HD + + + displasia coxofemoral severa. Subluxação ainda mais evidente, acompanhada de osteoartrose

Cães displásicos D e E não devem ser usados para procriação, mas podem ter uma vida útil, longa e feliz.

Muitos Goldens com displasia não mostraram sinais externos, até atingirem entre 7 ou 8 anos de idade quando a tonificação muscular diminui e o uso da articulação se torna mais notável.

Alguns procedimentos médicos e cirúrgicos são utilizados para aliviar a dor da displasia, permitindo uma vida saudável ao cão.

DOENÇAS DOS OLHOS

Catarata hereditária, Atrofia Retiniana Progressiva , Entrópio e Ectrópio são problemas de olhos que afetam a raça Golden Retrievers, sendo a catarata a mais encontrada nos dias de hoje. As Cataratas são definidas pela opacidade dentro da lente do olho. Pelo menos um tipo de catarata hereditária aparece em uma idade precoce e afeta Goldens, podendo ou não intervir na visão do cão e em alguns casos, fazendo progresso severo ou até mesmo gerando a perda total de visão.

Existem também cataratas não-hereditárias que podemos encontrar algumas vezes e um exame veterinário oftalmológico é necessário para determinar se a catarata é ou não é motivo de preocupação, do ponto de vista genético. Outros problemas de vista, menos comuns atualmente, tais como Entrópio e Ectrópio (pálpebras viradas) são má formações que resultam numa irritação ocular acarretada pelo constante atrito dos cílios com a córnea.

Uma cirurgia pode ser necessária para corrigir estes problemas, e este é um procedimento razoavelmente simples nos dias de hoje.Exames oftalmológicos deveriam ser feitos anualmente por um veterinário especializado, até pelo menos os oito anos de idade, pois problemas congênitos oculares também podem se desenvolver durante os estágios de envelhecimento dos cães, independente dos fatores hereditários.Goldens com doença hereditária de olhos não devem ser usados para procriação

DOENÇAS DO CORAÇÃO

A doença de coração Hereditária, muito comumente Subvalvular Aortic Stenosis (SAS), é conhecido por acontecer na raça Golden Retriever.

Todos os animais de procriação deveriam ser examinados por um cardiologista veterinário.

Se um “murmúrio” está detectado por auscultação (escutando com um estetoscópio), testes de diagnóstico adicional estão disponíveis e podem ser recomendados.

Contudo, até mesmo quando os resultados são negativos, não se exclui a possibilidade de uma doença de coração. Algumas formas suaves hereditárias podem ser indetectáveis, exceto em autópsia. Animais com doença de coração hereditária não devem ser usados para procriação.

Fonte: www.peterwhite.com.br

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