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Cavalo

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Cavalos e humanos têm um relacionamento antigo. Os nômades asiáticos provavelmente domesticaram os primeiros cavalos há cerca de 4.000 anos, e os animais permaneceram essenciais para muitas sociedades humanas até o advento do motor. Cavalos ainda ocupam um lugar de honra em muitas culturas, muitas vezes ligadas a façanhas heroicas na guerra.

O que é um Cavalo?

O cavalo é um animal com uma longa história.

Os cavalos estão intimamente entrelaçados com os humanos há milhares de anos e, embora não sejam tão amplamente usados como antes, é improvável que desapareçam completamente da sociedade humana.

Graças à longa associação de cavalos e humanos, os cavalos aparecem em muitos mitos, lendas e religiões humanas, e numerosas obras de arte em todo o mundo retratam o cavalo, desde antigas pinturas rupestres a estátuas romanas.

Muitas pessoas estão familiarizadas com o cavalo, já que os animais são uma parte onipresente de muitas sociedades.

Cavalos têm cascos, o que os torna ungulados, e eles são classificados como “dedos estranhos” porque cada perna tem um único dedo do pé.

Eles também desenvolveram longas crinas e rabos feitos de pelos duros e grossos que são usados para uma série de coisas, incluindo pincéis e arcos para instrumentos musicais.

Cavalos vêm em uma variedade de tamanhos e cores, e eles têm algumas formas distintas também, com alguns cavalos sendo musculosos e compactos, enquanto outros são tem ossos finos e esguios.

O nome formal para o cavalo é Equus caballus, colocando-o na mesma família de zebras, burros e onagros (jumento selvagem). Esses animais representam os sobreviventes de um grupo de animais antes muito maior e mais diversificado.

Ao longo dos séculos, os cavalos e seus parentes desenvolveram adaptações únicas para sobreviver nos ambientes em que vagavam.

O cavalo foi projetado para a vida nas planícies abertas; os animais têm várias características anatômicas que lhes permitem correr com extrema rapidez e são adaptados para comer capim e outras forrageiras.

Evidências arqueológicas sugerem que muitos humanos primitivos comiam cavalos e usavam subprodutos, como peles para abrigos e roupas. A mudança de cavalo selvagem para domesticado é um pouco difícil de definir. Alguns arqueólogos acreditam que o cavalo foi domesticado por volta de 4500 aC em algum lugar da Ásia, talvez por tribos da Rússia. A domesticação dos cavalos primitivos foi o primeiro passo em milhares de anos de coexistência, e marcou uma mudança nítida na evolução do cavalo, quando as pessoas começaram a selecionar deliberadamente traços específicos através de cruzamentos, fazendo com que raças distintas de cavalos emergissem.

Centenas de raças de cavalos foram desenvolvidas em todo o mundo. Alguns foram criados para ganhar força, para que pudessem trabalhar puxando carrinhos e implementos agrícolas.

Outros foram criados para velocidade e resistência, para que pudessem caçar, enquanto alguns cavalos foram criados para serem extremamente inteligentes, auxiliando seus donos com tarefas que vão desde pastorear o gado até a busca de pessoas que estão perdidas.

A comunidade proprietária de cavalos desenvolveu uma linguagem muito específica para discutir cavalos, com termos para tudo, desde a cor do pelo de um cavalo até a forma de suas orelhas. Muitas raças de cavalos são bastante antigas e alguns biólogos acreditam que os cavalos modernos podem ser descendentes de várias populações distintas de cavalos selvagens.

Os humanos usaram cavalos como animais de trabalho em uma ampla gama de aplicações.

Cavalos puxam implementos agrícolas, carregam cavaleiros, transportam pessoas e mercadorias em carroças e ajudam a reunir outros animais.

Com o tempo, o cavalo tornou-se uma figura adorada e icônica em muitas sociedades humanas, com pessoas apreciando cavalos bem criados e usando cavalos para esporte e lazer, bem como para o trabalho.

Alguns cavalos modernos são animais de estimação, tratados mais como membros da família do que animais de trabalho, enquanto outros são mostrados na competição para mostrar suas habilidades ou atributos físicos.

História

A domesticação dos cavalos foi muito importante para o desenvolvimento das civilizações asiáticas e europeias. Isso ocorreu a 3 mil anos atrás.

Na Europa Ocidental, até a Idade Média, a posse e o uso do cavalo eram exclusivos da casta aristocrática dos cavaleiros, que o empregava na guerra, no jogo e na ostentação social. Além de seu emprego militar (cavalaria), o cavalo foi usado como animal de carga e de sela, como animal de atrelamento (carroça, charrete, barco, trenó, máquina agrícola), para bater cereais ou para a movimentação de mecanismos destinados a moer (moinho de farinha, extrator de óleo, amassador de frutas), bater os grãos ou elevar a água (nora).

No séc. XIX, a modernização da agricultura, o desenvolvimento da mecanização e o melhoramento dos transportes provocaram uma procura crescente do cavalo. A criação se organizou para responder a essa procura. As grandes raças de prestígio começaram a individualizar-se sob a dupla tutela dos haras e das autoridades agrícolas.

Os cavalos aumentaram de peso e tamanho, mas conservaram em geral sua aptidão para o deslocamento rápido, pois muitos deviam puxar, em grande velocidade, cargas cada vez mais pesadas. O cavalo foi empregado em diversos trabalhos, nas mais diversas condições, às vezes, muito duras. Porém, com bom trato, o cavalo provou ter boa adaptabilidade ao trabalho.

No Brasil, o cavalo começou a substituir o boi na aração e nos transportes no séc. XVIII e vem sendo substituído pelos meios mecânicos.

Raças brasileiras

As principais raças brasileiras são o comum, descendente do berbere (Minas, Nordeste e Rio Grande do Sul); o Guarapuara ou Guarapuavano (Santa Catarina, Paraná e São Paulo); o Mangalarga paulista, o Mangalarga mineiro e Mangalarga Marchador (este em Minas); o Pantaneiro (fixado no Pantanal há três séculos); o Crioulo (Rio Grande do Sul); o Campeiro (Santa Catarina) e o Nordestino. O rebanho brasileiro é calculado em 5,4 milhões de cabeças (1984).

Curiosidade

O Cavalo pode viver em média 25 anos, porém, foi registrado um cavalo com 40 anos.

O cavalo de corrida chega a correr até 68 km/h.

Principais raças de cavalos

Descrição

Cavalo Andaluz brasileiro

Origem: Formada com o cruzamento de reprodutores puro sangue lusitanos e pura raça espanhola, aqui no Brasil.
Características:
Muito dócil e nobre, com temperamento muito vivo. Sua altura média é de 1.55 m. Cabeça de perfil reto ou subconvexo, orelhas médias, pescoço forte e arredondado na linha superior, garupa arredondada, com movimentos ágeis e elevados.
Aptidões:
Grande facilidade para o aprendizado, presta-se para o adestramento, passeios, enduro, hipismo rural e trabalhos com o gado.

Cavalo Árabe Brasileiro

Origem: Formada com as mais importantes linhagens européias de cavalos de salto e adestramento, tais como Hanoverana, Holsteiner, Oldenburger, Trakehner, Westfalen e Sela Francesa, através do cruzamento entre si ou com magníficos exemplares Puro Sangue Inglês da América do Sul.
Características:
Leve, ágil e de grande porte, com altura superior a 1.65 m. Perímetro torácico de 1.90 m. e perímetro de canela de 21cm. Cabeça média de perfil reto ou subconvexo; pescoço médio bem destacado do peito e espáduas; cernelha destacada; dorso bem ligado ao lombo e a garupa; membros fortes e andamentos briosos, relativamente elevados e extensos. Possuem excelente mecânica de salto, coragem, inteligência e elegância nos movimentos. São admitidas todas as pelagens.
Aptidões:
Aptos para quaisquer modalidades de salto, adestramento, concurso completo de equitação, enduro, hipismo rural ou até mesmo atrelagem.

Cavalo Crioulo

Origem: Primeira raça sul-americana formada nos campos úmidos da Bacia do Prata, descendendo em linha direta dos cavalos ibéricos trazidos pelos espanhóis e portugueses ao longo do século XVI para as regiões que formariam a Argentina, Paraguai e Brasil.
Características:
Pequeno porte, com altura média de 1.45m., muito forte e musculado, porém ágil e rápido em seus movimentos. São admitidas todas as pelagens. Cabeça de perfil reto ou convexo; orelhas pequenas; olhos expressivos; pescoço de comprimento médio ligeiramente convexo na linha superior, provido de crinas grossas; peito amplo; cernelha pouco destacada; dorso curto; lombo curto e garupa semi-obliqua; membros fortes e providos de cascos muito rígidos.
Aptidões:
É um cavalo de trabalho, ideal na lida com o gado, para passeio e enduro.

Cavalo Holsteiner

Origem: Norte da Alemanha, região de Schleswig e Holstein, através do cruzamento de garanhões Puro Sangue Inglês com éguas de grande porte existentes na região.
Características:
Grande porte, com altura média de 1.70m., ótima estrutura e de bom caráter. Linhas harmoniosas; cabeça de comprimento médio, de preferência com perfil reto; pescoço bem lançado e levemente arredondado na linha superior; cernelha destacada; linha dorso-lombar média; garupa forte; membros fortes; com andamentos cadenciados, elevados e extensos, tendo excelente mecânica e grande potência para o salto. São admitidas todas as pelagens, porém a predominante é a castanha e a tordilha.
Aptidões: Esportes hípicos de salto e adestramento.

Cavalo Mangalarga

Origem: Formada no Brasil com o cruzamento de um cavalo de origem andaluza, da Coudelaria Real de Alter, trazido por D. João VI e presenteado ao Barão de Alfenas, Gabriel Francisco Junqueira, cruzado com éguas nacionais também de origem ibérica, trazidas pelos colonizadores. A raça Mangalarga dividiu-se em duas: Mangalarga em São Paulo e Mangalarga Marchador em Minas Gerais.

Aptidões: Passeio; enduro; esportes e trabalhos com o gado.

Cavalo Pura Raça Espanhola

Origem: Típica do sul da Península Ibérica, análogo ao berbere do norte da África. É o mais antigo cavalo de sela conhecido na civilização ocidental e o mais importante na história equestre do mundo civilizado, sendo considerado como rei dos cavalos do mundo ocidental, pois entrou na formação das principais raças modernas, tais como: Puro Sangue Inglês, Hanoverana, Trakehner, Holsteiner, Lipizzanos, Quarter Horse, Appaloosa, Palomino, Crioulo, Mangalarga, Campolina… Foi conhecido como Cavalo Andaluz depois da invasão dos mouros e posteriormente registrado no Stud Book espanhol como Pura Raça Espanhola.
Características:
Porte médio com altura média de 1,55m. É inteligente, afetuoso, nobre, altivo, fogoso e alegre. Tem muita facilidade para o aprendizado. Seus movimentos são ágeis, elevados, extensos e enérgicos, porém suaves. Pelagem quase sempre tordilho, podendo ser preto. Cabeça de perfil reto ou subconvexo, olhos grandes e expressivos, orelhas médias, elegantes, sustentadas por um pescoço forte e cristalo. Andamento – Trote
Aptidões:
Aptos principalmente para o adestramento, onde executam quaisquer movimentos de “alta escola” com grande elegância e beleza, sendo também imbatíveis na lida com os touros bravos.

Cavalo Puro Sangue Inglês

Origem: Selecionada na Inglaterra pelo cruzamento de três garanhões orientais, Beverly-Turk e Darley Arabian árabes, e Godolphin Barb de origem berbere, com éguas existentes na Inglaterra e as “Royal Mares” de origem da Península Ibérica. O objetivo da seleção do Puro Sangue Inglês era o de obter cavalos de corridas para grandes percursos.
Características:
Muita finura, beleza e grande classe, com altura média de 1.60m, linda cabeça, perfil reto ou levemente ondulado, fronte ampla, olhos grandes, narinas elípticas e dilatadas, orelhas médias, pele fina, cernelha destacada e musculosa, dorso reto comprido e lombo curto, garupa inclinada, peito estreito e tórax profundo. Espádua inclinada, membros fortes, joelhos baixos e canelas curtas. Pelagem de preferência uniforme, castanha, alazã ou tordilha.
Corridas planas ou com obstáculos, salto, adestramento e Concurso Completo de Equitação.

Cavalo Puro Sangue Lusitano

Origem: Raça típica das planícies quentes e secas do sudoeste da Península Ibérica. É o mais antigo cavalo de sela do mundo, tendo sido conhecido como Bético-lusitano, Andaluz e, finalmente, a partir de 1967, por Lusitano, com a fundação do Stud Book da Raça Lusitana, posteriormente passou a chamar-se Puro Sangue Lusitano.

Características: Altura média de 1,52m a 1,62m, com porte grande. É importante dizer que o Lusitano cresce até os sete anos, só aí atinge a maturidade, quando estará totalmente formado, lindo, cheio de brio e postura. Na pelagem, a predominante é a tordilha, seguida da castanha, sendo também admitidas as pelagens baia, alazã, e preta. Cabeça com perfil subconvexo e orelhas de tamanho médio e expressão vigilante. Andamento – trote.

Aptidões: Inteligente, receptivo, obediente e corajoso, é um cavalo versátil cuja docilidade, agilidade e coragem lhe permitem atualmente competir em quase todas as modalidades do moderno desporto eqüestre: adestramento, alta escola, salto, enduro e tração ligeira, sendo, no entanto, imbatíveis no toureio eqüestre.

Cavalo Quarto de Milha

Origem: Selecionada nos Estados Unidos da América, a partir dos cavalos selvagens “Mustangs” de origem berbere e árabe, introduzidos na América pelos colonizadores espanhóis.

A partir de 1611, com a chegada de algumas éguas vindas da Inglaterra, cruzadas com os garanhões “Mustangs”, deu como resultado animais compactos, extremamente dóceis e muito musculosos.

Atualmente cruzados com o Puro Sangue Inglês dão excelentes animais de corrida, imbatíveis nas curtas distâncias. O Quarto de Milha foi introduzido no Brasil em 1954, por iniciativa da empresa King Ranch, na região de Presidente Prudente.

Características: Muito versáteis, dóceis, rústicos e inteligentes com altura média de 1.52 m, cabeça pequena, fronte ampla, perfil reto, olhos grandes e bem afastados. Pescoço piramidal com linha superior reta, dorso e lombo curtos, garupa levemente inclinada, peito profundo, membros fortes e providos de excelente musculatura.

Aptidões: Utilizado nas corridas planas, salto, provas de rédeas, tambores, balizas, hipismo rural e lida com o gado.

Coalheira

Até o séc. X, o cavalo ainda era atrelado de tal maneira que, ao puxar a carroça, ficava em perigo de morrer asfixiado. É que a coalheira era presa ao redor do pescoço, forçando a garganta durante a marcha. Desse modo, o rendimento do animal era bastante reduzido, e um cavalo não podia puxar mais de 500 kg.

Quando se passou a colocar a coalheira à altura das espáduas, cresceu a capacidade de tração do cavalo.

Origem

O cavalo tem sido a milhares de anos um dos animais de maior utilidade para o homem. Em tempos passados proporcionava o mais rápido e seguro meio de transporte em terra. Caçadores a cavalo perseguiam animais a fim de matá-los para alimentar-se de sua carne, ou por esporte. Nas batalhas, os soldados lançavam-se à luta montados em fortes cavalos de guerra. Em muitos países os cavalos serviam de montaria para penetração no interior, tração das diligências, ou no serviço de correios.

Hoje o cavalo não tem a mesma importância de antigamente. Na maioria dos países, o “cavalo de ferro” (as ferrovias) e a “carruagem sem cavalos” (automóveis) substituíram quase inteiramente o cavalo. Mas este animal ainda é usado tanto para esporte como no trabalho. Crianças e adultos montam a cavalo por prazer ou exercícios. Grandes multidões vibram ao assistir corridas de cavalo nos hipódromos (pistas especiais para este tipo de corridas ). Cavalos são apresentados em circos, rodeios e outras exibições. Ajudam os vaqueiros a reunir os grandes rebanhos de gado, e puxam arados e outros equipamentos agrícolas.

O cavalo é bem conformado para o trabalho e a corrida. Por exemplo, as narinas grandes facilitam-lhes a respiração. Os cavalos tem um apurado sentido de olfato, ouvido sensível e uma boa visão (sentido dos equinos). Tem dentes fortes, mais só comem cereais e plantas, jamais carne. As pernas compridas e musculosas dão-lhes força para puxar grandes cargas ou para correr em alta velocidade. Os cavalos também usam as pernas como principal arma. O coice de um cavalo pode ferir gravemente um homem ou outro animal.

Os cientistas acreditam que o mais antigo antepassado do cavalo era um pequeno animal com 25 a 50cm de altura. Dão a esse animal o nome científico Eohippus – em português, eoípo. O eoípo viveu a cerca de 55 milhões de anos na parte do mundo que é hoje a Europa e a América do Norte. Esses cavalos pré-históricos tinham o dorso arqueado (curvo) e o nariz em forma de focinho. Pareciam mais cães de corrida, do que o moderno cavalo de dorso reto e cara comprida. Tinham 4 dedos nos pés dianteiros, e três dedos no pé traseiro. Cada dedo terminava com um pequeno casco separado. Grandes almofadas resistentes, evitavam que os dedos tocassem o chão. Eram essas almofadas que sustentavam o peso do animal.

O mais importante antepassado do cavalo, a seguir, foi o Mesohippus – ou em português mesóipo. Ele viveu a cerca de 35 milhões de anos atrás. O mesóipo tinha em média 50cm de altura, e suas pernas eram cumpridas e finas. Cada pé tinha três dedos, sendo que o do meio era o mais longo. A cerca de 30 milhões de anos o mesóipo deu lugar ao Miohippus – em português miópio. Este tinha cerca de 60 a 70cm de altura, e seu dedo médio era mais cumprido e mais forte do que o de seus antepassados.

Animais parecidos com o cavalo continuaram a se desenvolver, e há cerca de 26 milhões de anos o Merychippus se desenvolveu, tinha cerca de 1m de altura.

Como o miópio ele tinha três dedo, entretanto os laterais eram quase inúteis. Terminava em um casco curvo que sustentava o peso inteiro do animal.

Há cerca de 1 milhão de anos, os cavalos tinham provavelmente a mesma aparência do cavalo moderno sendo que eram maiores do que seus antepassados. Os dedos laterais se transformaram em ossos laterais das patas e deixaram com que o casco central, grande e robusto, sustentassem o peso do animal. Os dentes também mudaram, passaram a ser mais aptos a comer capim. Os cientistas agrupam esses cavalos junto com seus antepassados em um gênero chamado Equus.

Não se sabe onde se originaram os cavalos, mais fósseis indicam que na era glacial eles viviam em todos os continentes, exceto na Austrália. Grandes manadas vagavam pela América do Norte e Sul. Posteriormente, por uma razão desconhecida, eles desapareceram do hemisfério ocidental.

Classificação

Nome científico: Equus caballus
Reino:
Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Perissodactyla
Família: Equidae
Gênero: Equus
Espécie: Equus ferus
Subespécie: Equus ferus caballus
Expectativa de Vida
: 25 – 30 anos
Período de Gestação: 11 – 12 meses
Peso: 380 – 1.000 kg (Adulto)
Velocidade: 40 – 48 km/h (galopando)
Altura: 1,4 – 1,8 m (Adulto, até à cernelha)

Cavalo – Fotos

Fonte: www.wisegeek.org/www.tudosobrecavalos.com/www.nationalgeographic.com/animals.mom.me/www.reference.com

 

 

 

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