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Alcatraz

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O Alcatraz é uma ave pelágica, ou seja, passa toda a vida no mar, excepto quando chega a altura da procriação. Nessa altura, cria grandes colónias em zonas rochosas remotas, onde faz o ninho.

A forma como se alimenta é no mínimo espectacular. Vê o peixe de uma grande altura (cerca de 50 metros), e lança-se num voo picado até mergulhar e apanhar o peixe. É sem dúvida um espectáculo muito bonito.

Fonte: www.simplice.net

Alcatraz

Nome científico

Sula leucogaster

Outros Nomes

Também conhecido por Atobá, mergulhão ou mambembo.

Distribuição

O Alcatraz vive em redor do globo entre os paralelos 30º Norte e os 30º Sul, ou seja, sai um pouco fora dos trópicos. Daqui podemos concluir que gosta de calor, o que é verdade.

Alcatraz

Podem ser encontrado na Austrália, na América do Sul e Central, em África ou na Ásia, e em qualquer ilha que esteja dentro desta área geográfica.

A nidificação é feita em muitos locais, não havendo sítios preferidos, embora demonstre alguma predilecção pelas Ilhas de Vanuatu onde a comunidade é imensa, no entanto existem comunidades nidificantes espalhadas por toda a área.

A postura é feita no inverno no Hemisfério Sul entre Junho e Setembro.

Fonte: bicharada.net

Alcatraz

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Pelecaniformes
Família: Sulidae
Género: Sula
Espécie: S. leucogaster

Alcatraz ou atobá (Sula leucogaster) é uma espécie de ave pelecaniforme da família Sulidae.

O alcatraz é uma ave característica dos mares tropical e subtropical, inclusive das costas e mares brasileiros.

A sua plumagem é cor de café, barriga branca, e garganta e loro nus, encarnados.

Os filhotes são inteiramente brancos. Alimenta-se de peixes, que captura mergulhando.

São também conhecidas como toba, mergulhão, mambembo, mumbebo.

Fonte: www.gforum.tv

Alcatraz

Sula bassana

Uma montanha de neve

O topo do penhasco está realmente branco, mas não é de neve. Olhando mais de perto, pode-se ver que a massa branca é constituída por milhares de aves brancas com pescoço e cabeça amarelados e bicos cinza-azulados. Nas encostas dos rochedos eles fazem os ninhos com algas. A fêmea põe um único ovo, que é incubado por ambos os pais. Para protegê-lo do frio, o encarregado da incubação envolve-o com a membrana dos pés. O filhote nasce cego e de pele azulada, mas logo se cobre de penugem branca. Em agosto consegue voar para o mar.

Em terra, o alcatraz é um desajeitado, movendo-se aos pulinhos.

Entretanto, é um bom nadador e voa rapidamente, 15 a 30 m acima da superfície do mar. Apreciador de peixes, mergulha sobre sua presa, afunda sob a espuma, engole sua vítima e volta à tona. É uma ave muito resistente, capaz de voar mais de 150 km à procura de alimento.

Vive em ambas as costas do Atlântico Norte, ao largo da África e na região da Austrália e da Nova Zelândia. A outra espécie, que vive nas costas do Brasil, é de cor marrom com o bico amarelo e é conhecida por Atobá (Sula leucogaster).

Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Pelecaniformes
Família: Sulidae

Características

Comprimento: 80 cm
Peso: 3,5kg
Envergadura: 1,60 m
Migratório
Período de incubação: 40 a 42 dias

Fonte: www.chilebras.achetudoeregiao.com.br

Alcatraz

Ganso-patola (Morus bassanus)

Esta é a maior ave marinha que ocorre habitualmente em águas portuguesas. Os seus mergulhos espantosos, efectuados de grande altura, entrando na água como um fuso e com grande impacto, parecem flechas apontadas e disparadas e são um espectáculo a não perder.

Alcatraz

Identificação

Esta enorme ave marinha (a maior das nossas águas) é inconfundível. Asas compridas e estreitas, cabeça amarelada, bico comprido e pontiagudo e padrão preto na ponta das asas e branco no resto do corpo, bem como a cabeça e o pescoço projectados bem para a frente, permitem uma distinção rápida das outras espécies marinhas.

Alcatraz

Do juvenil ao adulto (esta é a plumagem descrita acima) corre um gradiente de plumagens que vai desde o castanho pintalgado, passando pelo clareamento dos ombros, cabeça e abdomén, até à plumagem maioritariamente branca dos adultos. Quando em migração, voa em formação linear de dois a algumas dezenas de indivíduos, sendo normalmente de 4 a 5 exemplares.

Abundância e calendário

O ganso-patola é abundante ao longo de toda a costa portuguesa, sendo facilmente detectado a partir de terra. Pode ocorrer durante todo o ano, sendo as melhores épocas de observação os picos de passagem migratória em Outubro e Março. Parece ser igualmente abundante a norte e a sul, ocorrendo por vezes muito próximo da costa.

Alcatraz

Onde observar

Para além de ser uma das aves marinhas mais comuns na nossa costa, é também das que se pode avistar em todos os pontos do litoral português.

Entre Douro e Minho

Ocorre regularmente frente à foz do Cávado e litoral de Esposende, e também frente ao Cabedelo.

Litoral Centro

Trata-se de uma ave comum nesta região, podendo ser observada junto ao cabo Carvoeiro, Berlengas, praia do Furadouro, cabo Mondego e Barra de Aveiro.

Lisboa e Vale do Tejo

Espécie comum frente aos cabos Raso e Espichel, podendo também ser observada ao largo da lagoa de Albufeira.

Alentejo

Esta ave pode ser avistada a partir do cabo Sardão e do cabo de Sines, onde ocorre com regularidade. Por vezes tambem se vê junto à foz da ribeira de Moinhos.

Algarve

Os melhores locais de observação são o cabo de Sao Vicente e a ponta da Piedade, onde o ganso-patola é comum. Também ocorre frente ao cabo de Santa Maria (ria Formosa) e à ponta da Atalaia-Aljezur.

Fonte: www.avesdeportugal.info

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