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Suindara

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Ordem: Strigiformes
Família: Tytonidae
Nome popular: Coruja-da-igreja, Suindara
Nome em inglês: Barn owl
Nome científico: Tyto alba
Distribuição geográfica: Todo Brasil, América do Sul até Terra do fogo.
Habitat: Grutas, meio urbano e árvores, áreas cultivadas.
Hábitos alimentares: Pequenos vertebrados (roedores, marsupiais, morcegos, anfíbios, répteis e pequenas aves.

Reprodução

30 a 40 dias de incubação, 3 a 4 ovos brancos, postos no substrato ou sobre uma camada de pelotas de regurgitação desfiada. Os jovens abandonam o ninho com 9 a 12 semanas de vida.

Suindara

Período de vida

Em cativeiro podem viver aproximadamente 20 anos.

Poucos animais predadores se aproximaram do homem desde que este começou a se organizar em sociedades como fez a coruja-de-igreja ou Suindara (Tyto alba). Até um de seus nomes populares refere-se a uma de suas características: fazer seus ninhos no alto de construções humanas, onde pode ter paz e ficar perto do homem.

Na verdade, a suindara não quer estar perto do homem, a quem respeita e prefere fugir quando se aproxima, mas sim de outro animal que gosta do convívio com ele: o rato. Com o advento da agricultura e da estocagem de alimentos, o ser humano atraiu este animal para perto de si, e suas construções, esgotos e poluição permitiram a ele manter-se como sinantrópico (animal sinantrópico é aquele que se aproveita da convivência com o homem mas de forma indesejada).

Ainda bem que a suindara se alimenta de destes transmissores de doenças e destruidores de alimentos. E é bem equipada para isso. As corujas são um grupo de aves caçadoras que adaptou-se para a caça de presas noturnas, e assim possuem caracteres únicos.

Por exemplo, os grandes olhos das corujas são capazes de captar quantidades minúsculas de luz, enxergando até quando nós já deixamos de ver alguma coisa faz tempo. E enxergam tão bem de dia como de noite, muito longe. Porém, isso tem um preço. Ela não consegue mover os olhos. Assim, desenvolveu enorme flexibilidade no pescoço, girando até 270º e praticamente conseguindo ver o que está acontecendo atrás de si sem mover o corpo.

E ainda mais: as corujas possuem um disco facial de penas no rosto, que na suindara é em forma de coração, agindo como uma “antena parabólica” captando sons e direcionando-os para seus ouvidos, que são postos em alturas diferentes de cada lado da cabeça. Assim, mesmo que não consiga enxergar absolutamente nada, uma coruja consegue ouvir exatamente o lugar onde sua presa está escondida. Então pousa sobre ela com suas grandes garras, que se abrem de modo a atingir a maior área possível, para agarrá-la.

Para não ser ouvida enquanto ataca, as corujas tem asas com forma e penas especiais, que emitem o mínimo possível de som quando ela voa.

A suindara habita todo o mundo, exceto regiões muito frias e desérticas, e talvez seja a ave não-marinha de maior distribuição natural no planeta. E em muitos lugares, infelizmente, ainda é alvo de preconceito. Há quem atire pedras e expulse-as quando as vê. Mas quem age assim é, talvez, por que prefira um rato a passear por sua casa ao invés de apreciar esta ave elegante e bela protegendo-a.

Fonte: www.zoologico.sp.gov.br

Suindara

Seu nome científico é Tyto alba da ordem dos Strigiformes e da família Tytonidae. A suindara é também conhecida como coruja-de-igreja, pelo hábito de constrir o seu ninho em campanários. É uma ave de rapina noturna, que mais parece um fantasma voador, e cujo piado lúgubre já espalhou terror entre muitas pessoas. Isso fez com que ela fosse caçada impiedosamente. Mas a sua importância para o equilíbrio na natureza foi finalmente reconhecida: ela alimenta-se de roedores, sobretudo os que ameaçam as lavouras.

Além de campanários, a suindara escolhe outras construÇões para fazer seu ninho ou se abrigar. Perto dos pousos mais usados acumulam-se corras formadas de ossos, penas e pêlos que ela ingere junto com o alimento, mas que depois regurgita.

Os filhotes são recobertos por uma plumagem inteiramente branca, têm olhos escuros e, nacara, já é nítido o típico formato de coração.

Fonte: www.geocities.com

Suindara

Tyto alba

Família: Tytonidae

Caracterização

Comprimento de 37cm, envergadura de até 90cm. Estatura delgada e colorido bem claro longas penas brancas manchadas de cinza. É umna ave esbelta, comprida e disco facial em forma de coração, ao contrário de outras corujas que possuem redondo. Os seus olhos desaparecem numa fenda longitudinal de penas. Dedos são cobertos por cerdas. Peso aproximadamente de 1/2 quilo. Visão adaptada à pouca luz.

Habitat

Suindara

Prefere nidificar em sótãos de casas velhas, forros e torres de igreja, pombais e grutas; de dia dorme, às vezes em palmeiras. Atrai a atenção em paisagens cultificadas.

Distribuição

Ocorre da América do Sul até a Terra do Fogo e em todo Brasil.

Hábitos

Geralmente noturnos, prefere presas vivas. Se perturbadas, balançam o corpo lateralmente. Amendrontadas e sem poder fugir, jogam-se de barriga para cima, enfrentando o perigo com as poderosas garras que lançam para frente.

Alimentação

Come pequenos vertebrados: roedores, marsupiais, morcegos, anfíbios, répteis e pequenas aves.

Reprodução

Para se reproduzirem quase todo ano, necessitam de uma farta alimentação. Por ano faz 2 posturas (de 2 a 10 ovos), são ovos compridos, ovais, brancos. O período de incubação é de 30 a 40 dias, realizada predominantemente pela fêmea que é alimentada pelo macho. Consta que os pais cevam os filhotes em duas fases, como fazem vários mamíferos noturnos: (1) do crepúsculo até à meia-noite e (2) à madrugada.

Os filhotes são criados no chão, em um ninho de restos vegetais e bolinhas secasregurgitado. Os filhotes abandonam o ninho com aproximadamente 2 meses.

Manifestações sonoras

Grito fortíssimo, “chraich” (“rasga-mortalha”), que emite freqüentemente durante o vôo. Quando se assusta durante o dia ou quando quer amedrontrar , bufa fortemente podendo estalar com o bico. Um roncar, igualzinho ao roncar do homem, emitido no período de acasalamento, entoado em dueto pelo casal, a fêmea responde nos intervalos que o macho intercala; semelhante roncar é proferido amiúde pelos filhotes que se traem assim no ninho. Um sibilar rítmico, emitido no lugar de dormida diária. Desafia uma seqüência de “tic-tic-tic…”, durante o vôo à noite.

Preservação

Está entre as aves mais “úteis” do mundo, no que se refere à economia do homem, pois consomem muitos roedores, principalmente nas proximidades de habitações humanas.

Em lugares abrigados, como cavernas, os restos ósseos das pelotas de suindaras conservam-se por longo tempo; ocorre fossilização dessas pelotas em cavernas, o que nos proporciona o meio de saber que, há milhões de anos, as corujas comeram animais hoje extintos.

Bibliografia

Helmt Sick, 1988. “Ornitologia Brasileira”.

Fonte: www.faunacps.cnpm.embrapa.br

Suindara

Suindara é uma ave noturna comumente conhecida como coruja. Sua vocalização é um ruído, emite um som esquisito e muito forte que se parece muito a um tecido sendo rasgado “raaaaaasssssg”, daí que em muitas regiões a conhecem também como &qu

A ECOloja® está iniciando uma coleção de postais chamada Série Mensageiros com as fotos do fotógrafo e biólogo Vinícius Fonseca. Como o primeiro “mensageiro” apresentamos a Suindara, símbolo da sabedoria e que muito pode nos ensinar.

As corujas estão colocadas na ordem dos Strigiformes, rapinantes noturnos que chamam a atenção por causa da cabeça grande, aparentemente maior por causa da plumagem, grandes olhos fixos, posicionados para diante, à maneira do ser humano (ao contrário dos outros pássaros que têm os olhos dos lados da cabeça), ouvidos desenvolvidos que são mais aguçados que os das outras aves e plumagem macia, de penas fofas e soltas.

As Strigiformes estão divididas em duas famílias e aproximadamente 130 espécies. Destas, 18 existem no Brasil. Estão espalhadas pelo mundo todo: há a coruja das neves, branca, que vive no Pólo Norte, e a coruja das Filipinas, que é pescadora. Entre nós, uma das mais populares é a Suindara, também chamada de Coruja das igrejas, pois gosta de nidificar nas torres de igreja ou em casas abandonadas. Mede cerca de 37cm.

É uma ave esbelta, de penas amareladas, cara branca e face (disco fácil) em forma de coração, ao contrário das outras corujas que é redondo. Os olhos também diferem de outras corujas, parecem olhos orientais, duas fendas que desaparecem nas penas.

A Suindara é ativa no crepúsculo e à noite, escondendo-se durante o dia. O vôo caracteriza-se por uma série de vagarosas batidas das longas asas, alternadas com breves períodos parados no ar.

São caçadoras noturnas por excelência, costumam se esconder muito bem durante o dia, valendo-se da camuflagem que lhes proporcionam suas penas mescladas, de vários tons de marrom, cinza, branco e preto, em meio aos galhos e troncos de árvores.

Alimentam-se de pequenos vertebrados e insetos grandes. Devido à preferência por roedores, que chegam a localizar na escuridão total, a Suindara é considerada como um dos controladores das populações de ratos. Para caçar, voa baixo, localiza a presa e lança-se sobre ela prendendo-a com as garras, quebrando-lhe o crânio com o auxílio do bico.

A presa pequena é devorada inteira e, a grande, desmembrada. Os restos são digeridos (ossos, penas, pêlos, etc.), sendo regurgitados sob a forma de pelotas.

A dieta dos filhotes é baseada em ratos.

Fonte: ecoloja.art.br

Suindara

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Strigiformes
Família: Tytonidae
Nome popular: Coruja-da-igreja, Suindara
Nome em inglês: Barn owl
Nome científico: Tyto alba

Suindara

Distribuição geográfica

Todo Brasil, América do Sul até Terra do fogo.

Habitat

Grutas, meio urbano e árvores, áreas cultivadas.

Hábitos alimentares

Pequenos vertebrados (roedores, marsupiais, morcegos, anfíbios, répteis e pequenas aves.

Reprodução

30 a 40 dias de incubação, 3 a 4 ovos brancos, postos no substrato ou sobre uma camada de pelotas de regurgitação desfiada. Os jovens abandonam o ninho com 9 a 12 semanas de vida.

Período de vida

Em cativeiro podem viver aproximadamente 20 anos.

Dados Básicos

Comprimento de 37cm, envergadura de até 90cm. Estatura delgada e colorido bem claro longas penas brancas manchadas de cinza. É umna ave esbelta, comprida e disco facial em forma de coração, ao contrário de outras corujas que possuem redondo. Os seus olhos desaparecem numa fenda longitudinal de penas. Dedos são cobertos por cerdas. Peso aproximadamente de 1/2 quilo. Visão adaptada à pouca luz.

Distribuição

Ocorre da América do Sul até a Terra do Fogo e em todo Brasil.

Hábitos

Geralmente noturnos, prefere presas vivas. Se perturbadas, balançam o corpo lateralmente. Amendrontadas e sem poder fugir, jogam-se de barriga para cima, enfrentando o perigo com as poderosas garras que lançam para frente.

Reprodução

Para se reproduzirem quase todo ano, necessitam de uma farta alimentação. Por ano faz 2 posturas (de 2 a 10 ovos), são ovos compridos, ovais, brancos. O período de incubação é de 30 a 40 dias, realizada predominantemente pela fêmea que é alimentada pelo macho. Consta que os pais cevam os filhotes em duas fases, como fazem vários mamíferos noturnos: (1) do crepúsculo até à meia-noite e (2) à madrugada.

Os filhotes são criados no chão, em um ninho de restos vegetais e bolinhas secasregurgitado. Os filhotes abandonam o ninho com aproximadamente 2 meses.

Manifestações sonoras

Grito fortíssimo, “chraich” (“rasga-mortalha”), que emite freqüentemente durante o vôo. Quando se assusta durante o dia ou quando quer amedrontrar , bufa fortemente podendo estalar com o bico. Um roncar, igualzinho ao roncar do homem, emitido no período de acasalamento, entoado em dueto pelo casal, a fêmea responde nos intervalos que o macho intercala; semelhante roncar é proferido amiúde pelos filhotes que se traem assim no ninho. Um sibilar rítmico, emitido no lugar de dormida diária. Desafia uma seqüência de “tic-tic-tic…”, durante o vôo à noite.

Preservação

Está entre as aves mais “úteis” do mundo, no que se refere à economia do homem, pois consomem muitos roedores, principalmente nas proximidades de habitações humanas.

Em lugares abrigados, como cavernas, os restos ósseos das pelotas de suindaras conservam-se por longo tempo; ocorre fossilização dessas pelotas em cavernas, o que nos proporciona o meio de saber que, há milhões de anos, as corujas comeram animais hoje extintos.

Fonte: www.voltaredonda.rj.gov.br

Suindara

Suindara

Tyto alba

Características

Também conhecida como corujas-de-igrejas, mede 37 cm de comprimento com envergadura de até 90 cm. Estatura delgada e colorido bem claro, longas penas brancas manchadas de cinza. É uma ave esbelta, comprida e disco facial em forma de coração, ao contrário de outras corujas que possuem redondo. Olhos desaparecem numa fenda longitudinal de penas.

Dedos são cobertos por cerdas. Asas grandes e cauda curta. Pernas grandes, fortes e pés com dedos dotados de unhas, sendo a do dedo médio portadora de uma serra. Bico curvo e forte, terminado em gancho. A plumagem é de coloração branco-amarelada com algo de roxeado-avermelhado e parte ventral com pintas escuras.

O dorso é mais escuro, com algo de marrom-claro. Sexos são semelhantes. Pesa aproximadamente de 500 g. Visão adaptada à pouca luz.

Habitat

Campos abertos, refugiando-se em grutas ou emaranhados de cipós, sótãos de casas velhas, forros, torres de igreja e pombais.

Ocorrência

Brasil oriental e central, estendendo-se para o sul até a Terra do Fogo, abrangendo Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Bolívia.

Hábitos

É predador solitário e noturno, voando silenciosamente a pouca altura. Tem audição muito aguçada e precisa, bem como a visibilidade à noite. Se perturbadas, balançam o corpo lateralmente. Amendrontadas e sem poder fugir, jogam-se de barriga para cima, enfrentando o perigo com as poderosas garras que lançam para frente. De dia dorme, às vezes em palmeiras. Atrai a atenção em paisagens cultificadas.

Alimentação

Prefere presas vivas. Pequenos vertebrados como roedores, marsupiais, morcegos, anfíbios, répteis e pequenas aves. Entre os invertebrados, os insetos são os mais apreciados, embora se alimentem também de crustáceos e vermes. Atacam também posturas de aves e filhotes em ninhos, como também adultos.

Reprodução

Para se reproduzirem quase todo ano, necessitam de uma farta alimentação. O ninho é construído em ocos de madeira, de terra ou em recantos de grutas, sótãos, torres e galpões abandonados. É feito com o próprio excremento que se fixa e seca no lugar, preparando uma concavidade suave. Por ano faz 2 posturas, constituídas de 2 a 10 ovos compridos, ovais, brancos, que medem 43 x 33 mm em seus eixos. O período de incubação é de 30 a 40 dias, realizada predominantemente pela fêmea que é alimentada pelo macho. Consta que os pais cevam os filhotes em duas fases, como fazem vários mamíferos noturnos: do crepúsculo até à meia-noite e à madrugada. Os filhotes são nidícolas recebendo o alimento dos pais ate 6 ou 7 semanas, quando já podem voar, voltando para esse local de abrigo por muito tempo.

Ameaças

Está entre as aves mais “úteis” do mundo, no que se refere à economia do homem, pois consomem muitos roedores, principalmente nas proximidades de habitações humanas. Em lugares abrigados, como cavernas, os restos ósseos das pelotas de suindaras conservam-se por longo tempo. Ocorre fossilização dessas pelotas em cavernas, o que nos proporciona o meio de saber que, há milhões de anos, as corujas comeram animais hoje extintos.

As principais ameaças são a destruição dos habitats, a contaminação por agrotóxicos e pela caça por desconhecimento da importância da espécie.

Fonte: www.vivaterra.org.br

Suindara

Suindara

Nome Popular: Coruja Suindara, Coruja das Igrejas
Nome Científico: Tyto alba
Classe: Aves
Ordem: Strigformes
Família: Tytonidae

Características

Hábitos quase que exclusivamente noturnos; vivem nas regiões de mata, próximas à campinas e pastos. Também são comuns em locais habitados pelos homens, desde metrópoles à pequenas cidades rurais. Nidificam em cavernas, grutas, ocos de árvores, igrejas, sótãos, forros, celeiros e etc. A fêmea coloca de dois à quatro ovos, que levam em torno de 32 dias para serem incubados.

Durante os cuidados com os filhotes o pai caça levando o alimento para a mãe e os filhotes. Filhotes mais velhos em geral ajudam a alimentar os mais novos, porém se o suprimento alimentar estiver escasso podem comer seus irmão mais jovens. Alimentam-se de pequenos roedores, morcegos, marsupiais, pequenas aves e insetos.

Têm como principais predadores os gaviões.

Distribuição Geográfica

Espécie cosmopolita distribuída ao longo de toda a América, do Canadá à Terra do Fogo. Também sendo encontrada outras raças da espécie na Europa, Ásia e África.

Estado de Conservação

Por sua ampla distribuição geográfica e também pela facilidade de se adaptar à ocupação humana não é considerada uma espécie ameaçada. No entanto acidentes em estradas, linhas de pipa, queimadas são seus principais problemas.Não podendo esquecer do acúmulo de substâncias tóxicas que ingerem de suas presas, uma vez que estão impregnadas de pesticidas consumidos nas lavouras.

Comentários Gerais

Sendo uma espécie incluída no na ordem das corujas também lhe são atribuídos os mesmos simbolismos e significados das demais (vide sessão Coruja Buraqueira).

Fonte: www.zoonit.org.br

Suindara

Suindara

Locais de observação

Cambarazal, Campo, Cerradão, Cerrado, Mata Seca.

Muito especializada, caça sua presas principalmente pela audição. As penas da face e do pescoço possuem uma forma de coração (foto), ajudando a levar o som até a entrada do ouvido externo. Essa é uma estruturação única, separando-a das demais corujas em uma família especial. A suindara ocupava, originalmente, cavernas e ocos de árvores. Adaptou-se às habitações humanas, vivendo nos forros de igrejas e casas maiores. Além de encontrar proteção, também reproduz-se nos forros.

Grande caçadora de ratos, sejam silvestres, sejam espécies introduzidas de fora das Américas. Como todas as corujas, ingere o alimento inteiro. No estômago, há a separação dos pêlos, ossos e outras partes não digeríveis, as quais formam pelotas, posteriormente regurgitadas em seu pouso tradicional. A análise dessas pelotas, indica o alimento ingerido pela espécie. Por esse método, descobriu-se no interior de São Paulo, que duas suindaras mudavam seu alimento conforme a época do ano. No período do inverno, cerca de 90% das pelotas era formada por restos de roedores e 7% de gafanhotos. Já no verão, o inverso. Além de insetos e roedores, apanha morcegos, pequenos marsupiais, anfíbios, répteis e aves.

Se perturbada durante o dia, emite um sibilo rápido e agudo. Em vôo, possui um chamado muito forte, como um pano rasgando (daí o nome rasga-mortalha). À noite, o ventre e cara brancas destacam-se quando iluminados. A envergadura é grande em relação ao corpo.

Fonte: www.avespantanal.com.br

Suindara

Suindara

Nome popular: Suindara, coruja-de-igreja, coruja-das-torres

Nome científico: Tyto alba

São aves esbeltas de cara comprida em forma de coração. Se alimenta de pequenos vertebrados: roedores, gambás, morcegos, sapos e aves pequenas.

O seu canto é um grito fortíssimo, “chraich”, pelo qual é conhecida como ‘rasga-mortalha”, é comum ouvi-lo pelas cidades.

É cosmopolita, ou seja, vive no mundo inteiro, e constrói seus ninhos em sótãos de casas velhas, torres de igrejas e grutas. Vive de 10 a 13 anos.

Fonte: zoomania.spaceblog.com.br

Suindara

Suindara

Ordem: Strigiformes
Família: Tytonidae
Nome Científico: Tyto alba

São corujas de estatura delgada e colorido bem claro, mede 37 cm, possui a “cara” comprida e disco facial em forma de coração. Quando perturbadas balançam o corpo lateralmente. Hábitos noturnos. Come pequenos vertebrados, roedores, marsupiais, morcegos, anfíbios, répteis e pequenas aves. Os exames dos restos de pelotas ou bolos alimentares da suindara revelam o alimento que elas tiveram.

Seus ovos são compridos, ovais, branco puro, postos diretamente no substrato ou numa camada de pelotas. A incubação dura de 30 a 34 dias. Prefere nidificar em sótãos de casas velhas, forros e torres de igrejas, pombais e grutas. Adaptou-se rapidamente a novas edificações das cidades.

A suindara embora tenha a metade do peso de um corujão, consome a mesma quantidade de roedores ou até mais. Estão, portanto, entre as aves mais “úteis” do mundo, no que se refere à economia do homem.

As corujas merecem nossa proteção integral, todas elas proporcionam benefícios ao homem pela destruição incessante de insetos e roedores. Temos que combater o preconceito contra essas aves e crendices difamatórias. Tais crendices geram e difundem antipatia a essas criaturas interessantes.

Fonte: www.jaguatibaia.org.br

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